Desejo Derretido na Banheira Quente
Duas amigas adultas, Clara e Sofia, se entregam a um sexo lésbico quente e molhado na banheira do spa.
Eu, Clara, designer gráfica de vinte e oito anos, estava morta de cansaço da rotina de São Paulo quando aceitei o convite da Sofia. Minha amiga de longa data, personal trainer de trinta e dois anos, corpo de quem vive na academia, tinha reservado um fim de semana inteiro num spa de luxo encravado nas montanhas. Quartos privativos, massagem, silêncio, ar puro. Eu só queria desligar o cérebro. Não imaginava que o fim de semana ia virar a confissão mais molhada da minha vida.
Depois de um dia inteiro de massagens com óleos quentes, os músculos soltos, a pele brilhando, a gente voltou pro quarto. A banheira de hidromassagem no terraço privativo já estava cheia, vapor subindo, bolhas estalando na superfície. Sofia tirou o roupão primeiro. A toalha branca enrolada no peito mal cobria os seios firmes e o quadril marcado. Eu também só estava de toalha. A gente riu, meio constrangida, meio excitada sem admitir, e entrou na água quente até o peito.
As toalhas escorregaram quase na mesma hora. Caiu a dela, caiu a minha. Ficamos nuas, a água batendo nos mamilos já duros, o cheiro de eucalipto misturado com o vapor. Eu não consegui disfarçar. Passei o olhar pelo corpo dela: ombros largos de quem treina pesado, barriga chapada, coxas grossas e definidas, a buceta lisa com só um filete de pelo acima. O suor ainda brilhava no pescoço dela.
— Caralho, Sof… você tá absurdamente gostosa — falei, a voz saindo rouca. — Esse corpo definido me deixa maluca.
Ela me encarou de frente. Não era um olhar de amiga. Era fome. Pupilas dilatadas, lábios entreabertos, peito subindo e descendo mais rápido.
— E você, Clara… designer safada com essa bundinha redonda e esses peitos macios. Sempre soube que você escondia isso tudo por baixo daquelas blusinhas.
A água borbulhava entre a gente. Meus pés tocaram os dela por acaso e nenhum dos dois puxou pra trás. O contato se manteve, tornozelos se raspando debaixo d’água, uma faísca subindo direto pra entre as minhas pernas.
Ficamos conversando, o vapor nos envolvendo como uma cortina. Falei das minhas frustrações: os últimos caras que só gozavam e sumiam, a falta de alguém que soubesse realmente chupar uma buceta, a vontade reprimida de ser tocada devagar e depois fodida com vontade. Sofia riu baixo, passou a mão molhada no cabelo molhado e confessou a dela.
— Eu tô há meses sem gozar de verdade. Os caras não aguentam o ritmo. E… porra, Clara, eu sempre fantasiéi com você. Desde aquela viagem pra praia três anos atrás, quando você saiu do mar de biquíni molhado colado. Eu batia siririca pensando na sua boca. Sempre quis te provar.
Meu coração disparou. A confissão saiu crua e eu senti a buceta contrair sozinha na água quente.
— Eu também — admiti, a voz falhando. — Sempre olhei pro seu corpo na academia e imaginei você me prensando contra o espelho. Queria chupar esses peitos duros e sentir esses dedos fortes dentro de mim.
Os pés se entrelaçaram de vez. Ela se aproximou devagar, a água se abrindo entre nossos corpos. Os seios dela roçaram os meus de leve, mamilos se tocando, um choque elétrico.
— Posso te beijar, putinha? — sussurrou bem perto da minha boca, o hálito quente misturado ao vapor. — Me deixa te comer direito.
Eu não respondi com palavra. Puxei o pescoço dela com as duas mãos e juntei nossas bocas num beijo molhado, urgente, língua entrando fundo, dentes puxando lábio inferior. Sofia gemeu dentro da minha boca e agarrou minha bunda com as duas mãos, puxando meu corpo contra o dela. Senti a buceta dela quente esfregar na minha coxa. As duas já estávamos encharcadas, não só da banheira.
O beijo virou uma briga gostosa. Mãos escorregando em pele molhada, unhas arranhando costas, gemidos abafados. Eu me sentei no colo dela, as pernas abertas em volta da cintura firme. A água batia nas minhas costas enquanto Sofia abaixava a cabeça e chupava meu mamilo com fome. Língua girando, dentes beliscando, sucção forte que fazia meu clitóris latejar. Ao mesmo tempo, a mão dela desceu entre minhas pernas, dois dedos grossos abrindo meus lábios inchados e entrando direto na buceta molhada.
— Porra, Clara, você tá escorrendo — rosnou contra meu peito. — Que bucetinha apertada de putinha.
Os dedos entravam e saíam ritmados, polegar esfregando meu clitóris inchado. Eu gemia alto, a cabeça jogada pra trás, vapor subindo do meu peito ofegante. Rebolava no colo dela, sentindo a mão forte me foder enquanto a boca devorava o outro peito. A banheira inteira cheirava a sexo e óleo de massagem.
— Mais fundo… assim, Sof… me fode com esses dedos de personal — pedi, a voz quebrada.
Ela obedeceu, curvando os dedos pra dentro, achando o ponto que me fazia tremer. Eu quase gozei ali, mas ela tirou a mão de propósito, me deixando ofegante e frustrada de um jeito delicioso.
— Vira de quatro na borda — ordenou, os olhos brilhando. — Empina essa bunda pra mim.
Eu saí do colo dela cambaleando, apoiei os cotovelos na borda gelada da banheira, o peito fora d’água, a bunda empinada, a buceta exposta e pingando. Sofia se posicionou atrás, as mãos abrindo minhas nádegas. Primeiro senti a língua larga lambendo da minha buceta até o cu, devagar, suja, sem pressa. Depois ela fincou a cara e me comeu de verdade: língua enfiada na buceta, chupando meus lábios, depois subindo e furando meu cu com a ponta molhada enquanto dois dedos voltavam a me foder.
— Isso, minha putinha safada — falava entre lambidas. — Olha essa bunda empinada me pedindo língua no cu. Você sempre foi uma vadia escondida, né? Adora levar língua no cuzinho enquanto eu chupo essa xota gostosa.
Eu gemia sem vergonha, a voz ecoando no terraço. Empurrava a bunda pra trás, sentindo a língua dela entrar mais fundo no cu enquanto os dedos socavam minha buceta. A água batia nas minhas coxas, o vapor me deixava tonta de tesão. Sofia alternava: chupava meu clitóris inchado com força, depois voltava a foder meu cu com a língua, me chamando de putinha, de safada, de amiga gostosa que finalmente ia gozar pra ela.
Quando eu estava no limite, ela me virou de novo. Deitou na banheira, a cabeça apoiada na borda, e me puxou pra cima.
— Senta na minha cara agora. Esfrega essa buceta inchada na minha boca até a gente gozar junto.
Eu montei no rosto dela sem hesitar. Ajoelhei de joelhos abertos, a buceta pesada e molhada descendo direto na boca faminta. Sofia agarrou minhas coxas e me puxou com força, língua aberta lambendo tudo, nariz esfregando meu clitóris, boca sugando. Eu rebolava devagar no começo, depois com fúria, esfregando minha buceta inchada nela, os seios balançando, as mãos nos cabelos molhados dela. Gemia o nome dela, xingava baixinho, sentia o orgasmo subindo quente desde a barriga.
— Chupa, Sof… chupa essa porra… vou gozar na sua cara —
Ela gemeu contra a minha buceta, o vibrato me empurrando pra beira. Eu me esfreguei mais rápido, o clitóris latejando na língua dela, até o orgasmo estourar. Contrai tudo, gozei molhado, jatos quentes escorrendo na boca e no queixo dela enquanto gritava. Sofia gozou junto, o corpo tremendo debaixo de mim, gemendo alto com a boca cheia da minha xota, as coxas se fechando na água. Ficamos assim longos segundos, eu ainda rebolando devagar nos espasmos, ela lambendo cada gota até eu ficar sensível demais.
Quando finalmente desci do rosto dela, as duas estávamos ofegantes, rindo baixo como duas adolescentes que acabaram de roubar algo proibido. A banheira estava uma bagunça de água derramada e cheiro de sexo. Saímos cambaleando, nos enrolamos nas toalhas macias quentinhas, o corpo ainda formigando. Não falamos muito. Só nos olhamos e sorrimos, cúmplices.
Fomos pra cama enorme do quarto, ainda molhadas por baixo das toalhas. Deitamos de frente uma pra outra, as mãos explorando devagar: dedos traçando a linha da cintura, unhas leves nos seios, beijos preguiçosos no pescoço. Eu sentia o corpo dela quente colado no meu, a buceta ainda latejando, o desejo longe de ter acabado. Sofia passou a mão entre minhas pernas por cima da toalha e sussurrou no meu ouvido:
— A noite ainda é uma criança, Clara. E eu ainda não te fodi com a língua do jeito que eu quero de verdade… nem te fiz gozar sentada no meu colo de novo.
Eu fechei os olhos, sorri contra a pele do pescoço dela e retribuí o carinho, a mão descendo pela barriga chapada até sentir o calor entre as pernas dela. O vapor da banheira ainda pairava no ar do quarto, mas o que vinha pela frente prometia ser ainda mais quente.
Eu, Clara, ainda com o gosto da buceta dela na língua e o corpo formigando por baixo da toalha quente, abri os olhos quando a mão de Sofia apertou minha coxa com mais intenção. A cama enorme afundava sob o nosso peso, os lençóis de algodão egípcio já um pouco úmidos do vapor que ainda saía da pele. Ela estava de frente pra mim, o rosto a poucos centímetros, os lábios inchados do beijo anterior, o cabelo molhado grudado no pescoço. Trinta e dois anos de personal trainer, músculos definidos que agora tremiam de tesão reprimido, e eu, designer de vinte e oito, finalmente parada o bastante pra sentir cada centímetro daquilo.
— Vem cá, putinha — ela murmurou, a voz rouca de quem tinha acabado de gozar e já queria mais. — Tira essa toalha. Quero te ver toda.
Puxei o tecido branco. Ele escorregou pelos meus seios, pela barriga, até cair no chão. Sofia fez o mesmo. Ficamos nuas de novo, pele contra pele, o calor do quarto fechado misturado com o cheiro de sexo que ainda vinha da banheira no terraço. Meus mamilos roçaram os dela, duros, sensíveis demais. Eu gemí baixinho só com o contato. A mão dela desceu devagar, traçando a linha da minha cintura, os dedos fortes de quem ergue peso todos os dias agora explorando com uma delicadeza que me derretia.
Ela me beijou de novo, mas diferente. Mais fundo, mais lento. A língua entrou na minha boca com fome controlada, chupando meu lábio inferior enquanto a mão descia entre minhas pernas. Eu já estava encharcada outra vez. Dois dedos deslizaram pelos lábios inchados, abriram devagar e entraram até a juntura. Eu arquejei contra a boca dela.
— Porra, Sof… ainda tão molhada — ela ronronou, curvando os dedos pra dentro, acertando aquele ponto que fazia minha barriga contrair. — Você goza e continua escorrendo igual vadia. Adoro.
Rebolei no ritmo dela, as coxas tremendo. A outra mão dela subiu até meu peito, beliscou o mamilo, puxou, girou. Eu enfiei a mão no cabelo molhado dela e puxei, expondo o pescoço. Beijei ali, chupei a pele quente, desci até o ombro marcado de treino. Sofia gemeu mais alto quando meus dentes arranharam de leve. Os dedos dela aceleraram, polegar esfregando meu clitóris inchado em círculos apertados. Eu já estava no limite de novo, o orgasmo subindo quente pela coluna.
— Não… ainda não — pedi, a voz falhando. — Quero te chupar primeiro. Deixa eu provar essa xota de verdade.
Ela tirou a mão devagar, os dedos brilhando na luz baixa do quarto. Eu chupei cada um, olhando nos olhos dela, lambendo o gosto doce e salgado misturado com o óleo de massagem que ainda restava. Sofia revirou os olhos e empurrou minha cabeça pra baixo.
Desci pelo corpo dela como se estivesse finalmente reivindicando algo que era meu há anos. Beijos molhados nos seios firmes, língua girando nos mamilos duros, dentes beliscando até ela arquear as costas. Continuei: barriga chapada, o umbigo, a linha do quadril. Quando cheguei entre as pernas, abri as coxas grossas e definidas com as duas mãos. A buceta dela estava linda — lisa, inchada, o filete de pelo acima já molhado de excitação. O cheiro me deixou tonta. Lambei de baixo pra cima, devagar, a língua larga cobrindo tudo. Sofia soltou um gemido gutural e agarrou meus cabelos.
— Isso, Clara… chupa essa porra — ela ordenou, a voz quebrada. — Enfia a língua fundo. Me come igual eu te comi na banheira.
Obedeci. Enterrei o rosto, língua furando a entrada quente, chupando os lábios, subindo pro clitóris e succionando com força. Dois dedos meus entraram ao mesmo tempo, curvados, socando no ritmo que ela pedia com o rebolado. A água ainda escorria pelo corpo dela em gotas lentas, misturando com a saliva e o mel da buceta. Eu gemia contra a xota dela, o som abafado, vibrando. Sofia empurrava minha cabeça com mais força, as coxas se fechando em volta das minhas orelhas, o gosto dela me enchendo a boca.
— Mais… porra, mais fundo — ela ofegava. — Usa esses dedos de designer safada. Me fode.
Acelerei. Três dedos agora, entrando e saindo molhados, o polegar no cu dela massajando a entrada apertada enquanto a língua não parava no clitóris. Sofia tremeu inteira. Eu sentia o orgasmo dela chegando pela forma como a buceta contraía nos meus dedos, pelo jeito que os gemidos ficavam mais agudos. Continuei até ela explodir: jatos quentes na minha boca, o corpo se contorcendo, unhas cravadas no meu ombro, meu nome saindo num grito rouco. Continuei lambendo cada gota, devagar, até os espasmos diminuírem e ela me puxar pra cima pela força do braço.
Beijei a boca dela com o gosto dela ainda na língua. Sofia lambeu meus lábios sujos, sussurrando putarias entre beijos.
— Agora você. Senta no meu colo de novo. Quero te foder com a mão e te ver gozar na minha cara.
Eu montei nela, de frente, as pernas abertas em volta da cintura firme. A buceta dela ainda latejava contra a minha. Sofia enfiou dois dedos grossos de uma vez só, o polegar no meu clitóris, e começou a me foder com vontade de personal. Eu rebolava pra frente e pra trás, seios balançando na cara dela. Ela chupava um mamilo, depois o outro, dentes, língua, sucção. A cama rangia. Meus gemidos saíam sem filtro.
— Olha pra mim enquanto eu te como, putinha — ela mandou. — Quero ver essa cara de safada.
Olhei. Os olhos dela brilhavam de fome. Os dedos aceleraram, curvados, batendo no ponto certo. Eu sentia o orgasmo subindo de novo, mais forte, mais molhado. Sofia tirou os dedos de repente, me virou de quatro na cama e enterrou a cara na minha bunda outra vez. Língua no cu, dedos na buceta, alternando com uma fome suja. Eu empurrava pra trás, gemendo alto demais pro quarto de spa, mas fodase. O terraço estava vazio, a noite engolia os sons.
— Me chama de vadia de novo — pedi, a voz embargada. — Me fode com a língua.
— Você é a vadia mais gostosa que eu já chupei, Clara — ela rosnou entre lambidas. — Amiga safada que esconde essa bucetinha apertada e esse cuzinho pedindo língua. Goza pra mim. Esguicha nessa cara.
Ela voltou pro clitóris com força, três dedos socando fundo, língua no cu ao mesmo tempo. Eu quebrei. O orgasmo veio em ondas quentes, jatos escorrendo na boca e no queixo dela enquanto eu gritava e me contraía toda. Sofia não parou até eu estar sensível demais, tremendo, quase caindo pra frente. Ela me virou de novo, deitou por cima de mim e esfregou a buceta molhada na minha, clitóris contra clitóris, rebolando devagar no começo, depois com fúria. As duas encharcadas, escorregando uma na outra, gemendo no mesmo ritmo. Eu agarrei a bunda definida dela e puxei com força, aumentando o atrito.
Mais um orgasmo veio, menor, mas intenso, as duas juntas outra vez. O corpo dela tremeu sobre o meu. Ficamos assim, coladas, suadas, ofegantes, o cheiro de sexo grosso no ar do quarto. Sofia rolou pro lado, ainda com a mão entre minhas pernas, acariciando devagar enquanto o corpo esfriava.
Ficamos em silêncio longo. Só a respiração voltando ao normal, os dedos traçando círculos preguiçosos na pele molhada. Eu beijei o ombro dela, o gosto de sal e óleo. Sofia riu baixinho, aquele riso de cúmplice.
— A gente vai precisar de outra banheira amanhã — ela disse, a voz rouca de tanto gemer. — Ou vai ficar cheirando a xota até a gente ir embora.
Eu sorri contra a pele dela, o corpo ainda latejando em espasmos fracos. Passei a mão pela barriga chapada, sentindo o coração desacelerar. A noite tinha sido tudo que eu fantasiava e mais. Os dedos dela entrelaçaram nos meus. Do lado de fora, o vento nas montanhas fazia um barulho baixo. Dentro, só nós duas, peladas, satisfeitas, o lençol torcido nos pés.
Sofia fechou os olhos primeiro, a respiração ficando funda e regular contra o meu peito. Eu continuei acordada por mais alguns minutos, acariciando o cabelo molhado dela, o corpo quente colado no meu. O sexo tinha acabado. Os gemidos tinham sumido. Só restava o silêncio cúmplice e o formigamento gostoso entre as pernas.
E enquanto ela dormia assim, pesada e confiante no meu braço, eu sorri no escuro sabendo de uma coisa que Sofia ainda não fazia ideia: amanhã de manhã, quando ela acordasse, eu ia tirar do fundo da mala o anel simples que comprei semana passada escondido — não de noivado, mas a aliança combinada que eu mandei gravar com a data daquela viagem à praia de três anos atrás — e finalmente ia confessar que não queria só mais uma noite quente. Queria ela de verdade, todos os fins de semana, todas as banheiras, pra sempre. Ela ainda dormia sem saber. Eu segurei o segredo no peito quente e fechei os olhos, já sentindo o gosto da manhã seguinte.
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