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Últimas Medidas no Provador

No provador de lingerie, a vendedora Carla de 32 anos e a advogada Helena de 29 anos se entregam a um tesão lésbico quente e molhado.

11 min read October 03, 2026New

No provador de uma luxuosa butique de lingerie no coração de São Paulo, eu, Carla, com meus 32 anos de experiência atendendo mulheres que buscam se sentir desejadas, nunca imaginei que uma cliente comum mudaria meu dia daquela forma. Helena, uma advogada de 29 anos, alta, pele morena clara e corpo esculpido por anos de academia e estresse de tribunal, entrou pedindo conjuntos de renda importados, daqueles que custam caro e mal cobrem o essencial. Seus olhos castanhos me avaliaram por um segundo a mais do que o normal quando eu a guiei até o provador amplo, com cortina pesada de veludo, espelhos que refletiam cada ângulo e um banquinho de couro macio no canto.

Ela experimentou o primeiro conjunto: um sutiã de renda preta transparente com detalhes em vermelho e a calcinha fio-dental combinando. Fiquei do lado de fora, organizando outras peças, mas meu coração já batia mais rápido. “Carla, pode entrar um minutinho? Não estou conseguindo ajustar as alças direito”, pediu ela com aquela voz firme de quem está acostumada a comandar reuniões. Empurrei a cortina e entrei. O ar pareceu ficar mais denso imediatamente. Helena estava de frente para o espelho, o sutiã mal contendo os seios volumosos, os bicos escuros marcando o tecido fino. A calcinha marcava os lábios da boceta de forma quase indecente, o tecido já um pouco úmido no meio.

Nossos olhares se cruzaram no reflexo. Eu me aproximei por trás, sentindo o perfume caro dela misturado ao cheiro quente de pele feminina. “Deixa eu ver”, murmurei, passando as mãos pelas alças. Meus dedos roçaram a curva dos ombros dela. Helena não se afastou. Pelo contrário, arqueou levemente as costas, empinando os seios. “Você tem mãos boas… firmes”, disse ela, a voz mais baixa. Eu engoli em seco. Confesso que meu corpo reagiu antes da cabeça: senti um calor subir pela barriga e a calcinha começar a molhar entre minhas pernas. “Esse sutiã ficou perfeito em você, Helena. Seus seios são lindos, cheios, parecem feitos pra serem apertados assim.” Enquanto falava, deixei as mãos escorregarem um pouco mais, “ajustando” a renda sobre os mamilos. Eles endureceram na hora.

Ela respirou fundo, os olhos semicerrados. “Carla… você não está só ajustando, está?” Virou-se devagar, ficando de frente para mim. Estávamos a centímetros. Meu uniforme — blusa de seda branca e saia lápis preta — de repente parecia apertado demais. “Eu confesso que desde que você entrou, fiquei olhando pra sua boca, pra esse quadril largo… Tô sentindo uma atração absurda. Nunca fiz isso numa loja, mas… você me deixou molhada pra caralho só de me olhar.”

Meu tesão explodiu. “Eu também, Helena. Tô há anos aqui, vendo mulher bonita todo dia, mas nenhuma me deixou assim. Sua boceta marcando essa calcinha… eu quero tocar.” As palavras saíram sem filtro. Ela sorriu, safada, e passou os dedos pela minha cintura, puxando minha blusa para fora da saia. Os toques eram intencionais agora. Minhas mãos subiram e pegaram aqueles seios pesados, apertando com vontade, sentindo o peso, o calor. “Nossa, que delícia esses peitos. Tão macios, tão empinados… eu quero chupar eles até você gemer.” Helena gemeu baixinho, mordendo o lábio inferior. Seus dedos desceram pela minha bunda, apertando por cima da saia. “Então me come, Carla. Eu tô encharcada. Quero sua boca em mim agora.”

Ela me puxou pelo pescoço e o beijo foi imediato, quente, molhado. Nossas línguas se enrolaram com fome, saliva trocando, gemidos abafados. Eu confesso que nunca senti um tesão tão bruto por outra mulher. Nossas bocas se devoravam enquanto minhas mãos apertavam aqueles seios e as dela entravam por baixo da minha blusa, beliscando meus mamilos por cima do sutiã. “Aqui mesmo? No provador?” perguntei entre beijos. “Aqui. Agora. Tô louca pra te sentir. Quero foder com você, Carla. Tô pingando de tesão.” “Então vamos foder, Helena. Eu também tô molhada demais, minha buceta tá latejando por você.”

Helena sentou no banquinho, abrindo as pernas. Eu me ajoelhei no carpete macio entre suas coxas grossas, tremendo de desejo. Puxei a calcinha fio-dental para o lado e quase gemi ao ver aquela boceta inchada, lisinha, os lábios grossos brilhando de tanto mel. O cheiro era doce e forte, puro tesão feminino. “Que buceta linda… tão molhada pra mim.” Não esperei. Encostei a boca aberta e lambi devagar, de baixo para cima, sentindo o gosto salgado e doce ao mesmo tempo. Helena segurou minha cabeça com as duas mãos, enfiando os dedos no meu cabelo. “Isso, Carla… chupa minha boceta. Enfia essa língua gostosa bem fundo.”

Eu obedeci. Lambi o clitóris inchado, rodeei ele com a ponta da língua, depois desci e enfiei a língua o máximo que consegui dentro daquela entrada quente e encharcada. O mel dela escorria pelo meu queixo. Chupei os lábios, suguei o clitóris com força, fazendo barulhinhos molhados que ecoavam no provador pequeno. Helena gemia baixinho, controlando a voz para não chamar atenção da loja, mas o quadril dela rebolava contra minha cara. “Ai, caralho… que boca boa. Me come assim, vai… tô quase gozando na sua língua.”

Depois de minutos lambendo com fome, ela me puxou para cima, beijando o próprio gosto na minha boca. “Agora eu quero foder sua cara.” Ficou de pé, tirou a calcinha de vez e segurou minha cabeça com firmeza. Encostou a buceta molhada na minha boca e começou a rebolar, fodendo meu rosto com vontade. Eu só abria a boca e deixava ela usar minha língua como queria, lambendo tudo, sugando o clitóris enquanto ela controlava o ritmo. “Isso… lambe tudo, Carla. Quero molhar sua cara inteira.”

O tesão estava insuportável. Levantamos as duas, tiramos o resto das roupas às pressas. Helena me empurrou contra o espelho, abriu minhas pernas e se encaixou. Nossas bucetas se encontraram, clitóris roçando clitóris numa tesourinha intensa e molhada. O barulho era obsceno: o som molhado de carne contra carne, nossos gemidos abafados. “Me fode com essa buceta, Helena… esfrega esse clitóris gostoso no meu.” “Quero gozar na sua boca depois, mas agora quero te sentir assim… porra, que delícia. Tô louca por você.” Nossos corpos suados deslizavam, seios roçando, bocetas encharcadas se esfregando cada vez mais rápido. O prazer subia como uma onda quente.

“Me come com essa língua gostosa de novo”, ela pediu, ofegante. Eu me ajoelhei outra vez e voltei a chupar com tudo, dois dedos entrando fundo enquanto sugava o clitóris. Helena tremeu inteira, apertou minha cabeça contra a boceta e gozou forte, um orgasmo molhado que encheu minha boca de mel quente. “Tô gozando… ai, caralho, não para!” O corpo dela convulsionava, as coxas apertando minhas orelhas.

Eu estava no limite. Ela me fez sentar no banquinho, abriu minhas pernas e fez o mesmo: língua habilidosa me invadindo, chupando meu clitóris latejante enquanto dois dedos me fodiam com força. “Quero gozar na sua boca também, Helena… me faz gozar, por favor.” Ela acelerou, gemendo contra minha buceta. Gozei forte, jorrando um pouco, o orgasmo tão intenso que vi estrelas. Nossas bocetas pulsavam, mel escorrendo pelas coxas.

Ainda ofegantes, nos olhamos nos espelhos. O provador cheirava a sexo puro. Nos vestimos devagar, trocando beijos suaves agora, quase carinhosos. “Me dá seu número, Carla. Isso não pode acabar aqui.” Troquei meu telefone com ela, ainda sentindo o gosto dela na boca. Helena vestiu o conjunto de lingerie molhado do nosso tesão e sorriu. “Vou comprar isso. Vai ser minha lembrança dessa tarde… mas eu quero mais. Muito mais de você.” Ela me beijou uma última vez, demorado, a mão apertando minha bunda por baixo da saia.

Quando saiu do provador, pagando no caixa com aquele sorriso safado que só eu entendia, eu fiquei ali, pernas ainda fracas, buceta latejando. Sabia que aquela foda quente e molhada no provador era só o começo. O tesão entre nós não tinha se esgotado — tinha aumentado. Enquanto via ela caminhar para a saída, já imaginava o próximo encontro, o que faríamos com mais tempo, mais espaço… e o quanto eu ainda queria sentir aquela advogada gozando na minha boca de novo. O dia na boutique continuou, mas minha mente estava toda nela. E eu mal podia esperar pelo que viria depois.

No resto do expediente, eu mal conseguia ficar de pé atrás do balcão. Cada passo fazia a calcinha molhada roçar na minha buceta inchada, lembrando o gosto forte da Helena ainda grudado na minha língua. Eu, Carla, 32 anos, vendedora dessa boutique de luxo há mais de uma década, nunca tinha perdido o controle assim. Mas a imagem daquela advogada de 29 anos rebolando na minha cara não saía da cabeça. Meu celular vibrou às cinco e vinte. Mensagem dela: “Tô voltando. Não consigo dirigir direito de tanto tesão. Quero mais. Quero que você me coma até eu não aguentar, Carla. Prepara o provador.”

Meu coração bateu na garganta. Respondi só com um “Entra direto. Cortina fechada. Tô pingando te esperando.” Quinze minutos depois a porta da boutique abriu e Helena entrou de novo, o corpo alto e firme dentro da blusa social justa e da saia lápis que marcava a bunda redonda. Nossos olhares se cruzaram e o ar ficou elétrico. Fingi que ia mostrar uma peça nova e a guiei direto para o mesmo provador dos fundos. Assim que a cortina pesada de veludo bateu no lugar, ela me empurrou contra o espelho.

“Você me deixou uma puta no cio, Carla. Minha boceta não para de latejar desde que gozei na sua boca.” A voz dela saiu rouca, de quem está acostumada a dar ordens no tribunal mas agora só queria dar ordens safadas. Eu confesso que adorei. Agarrei os seios dela por cima da blusa, apertando com força, sentindo os bicos duros furando o tecido. “Então abre as pernas pra mim de novo, sua advogada vadia. Vou comer essa xota e esse cu até você molhar o carpete inteiro.”

Helena levantou a própria saia com as duas mãos, puxou a calcinha para o lado e plantou um pé no banquinho de couro. A boceta estava vermelha, inchada, o mel escorrendo pelas coxas grossas. O cheiro quente e doce encheu o provador pequeno. Eu me ajoelhei rápido, enfiei o nariz entre os lábios grossos e inspirei fundo antes de abrir a boca e chupar tudo. Língua larga de baixo para cima, lambendo o mel que não parava de sair. Depois subi e rodeei o clitóris inchado, sugando ele para dentro da boca enquanto dois dedos entravam fundo na buceta quente.

“Caralho, assim… chupa mais forte, sua lambedora de buceta. Quero sentir sua língua no meu cu agora.” Eu obedeci sem pensar. Desci a boca, abri as nádegas firmes dela com as mãos e enfiei a ponta da língua no anel apertado. O gosto era sujo, proibido, e isso só me deixou mais louca. Enquanto lambia o cu dela em círculos molhados, enfiava três dedos na buceta, fodendo com força, fazendo barulho de tchap-tchap que ecoava entre os espelhos. Helena rebolava contra minha cara, uma mão segurando minha cabeça, a outra apertando o próprio seio por baixo da blusa.

Olhei de lado no espelho e vi o reflexo: eu de joelhos, uniforme aberto, rosto brilhando de mel e saliva, a advogada de 29 anos empinando a bunda para eu comer melhor. Aquela imagem me fez gemer contra o cu dela. Helena tremeu inteira, apertou as coxas nas minhas orelhas e gozou pela primeira vez nessa segunda rodada, um jorro quente que molhou meu queixo, meu pescoço e pingou nos meus peitos. “Toma minha porra, sua puta de loja! Engole tudo!”

Eu não parei. Continuei chupando até o tremor passar, depois me levantei e a beijei com força, fazendo ela sentir o próprio gosto de buceta e cu na minha língua. “Agora é minha vez, Helena. Senta no meu rosto. Quero que você foda minha cara enquanto eu me dedaço.” Tirei o resto da roupa dela às pressas, joguei o sutiã de renda no canto e me deitei no carpete macio. Helena veio por cima, virada para os meus pés, e sentou direto na minha boca, o cu e a boceta esfregando do meu nariz até o queixo. Ao mesmo tempo, ela abriu minhas pernas, puxou minha calcinha para o lado e enfiou quatro dedos de uma vez na minha buceta encharcada.

O provador virou um puteiro molhado. Eu lambia tudo que conseguia — clitóris, lábios, o cuzinho piscando — enquanto ela me dedava com brutalidade, o polegar apertando meu clitóris inchado. “Olha no espelho, Carla. Olha como você vira uma cadela quando tem buceta na cara. Sua boca foi feita pra comer xota de mulher casada com tesão.” As palavras dela me humilhavam e me excitavam ao mesmo tempo. Meu quadril subia sozinho, fodendo os dedos dela. Gozei primeiro, um squirt forte que jorrou no rosto dela e molhou o espelho atrás. O barulho foi obsceno, molhado, sujo.

Helena não tirou os dedos. Continuou metendo enquanto rebolava mais rápido na minha boca. “Não para de lamber meu cu, sua lesbica nojenta. Quero gozar de novo sentindo sua língua dentro do meu rabinho.” Eu enfiei a língua o mais fundo que consegui no cu dela, sentindo o músculo apertar e soltar, enquanto meus próprios sucos escorriam pela minha bunda. Ela gozou pela segunda vez, gritando baixo, o corpo inteiro convulsionando, mais mel quente enchendo minha boca até escorrer pelos cantos.

Nós trocamos de posição sem dizer nada. Agora eu sentei na cara dela, segurando o espelho com as duas mãos, rebolando minha buceta inchada na língua habilidosa da advogada. Helena me comia com fome, alternando entre chupar o clitóris, enfiar a língua na buceta e subir para lamber meu cu também. Eu beliscava meus próprios mamilos, olhando o reflexo de nós duas: duas mulheres adultas, suadas, meladas, usando a boca uma da outra como se fosse a última buceta do mundo.

“Quero tesourinha de novo, mas com dedo no cu”, ela pediu, voz rouca. Viramos de lado no carpete, pernas abertas, bucetas coladas, clitóris roçando clitóris com força. O som era puro sexo molhado — ploc-ploc-ploc — enquanto eu enfiava o dedo médio no cu apertado dela e ela fazia o mesmo comigo. Nossos quadris batiam rápido, seios roçando, suor misturado com porra escorrendo pelas coxas. “Me fode, sua puta! Mais forte! Quero sentir seu dedo bem fundo no meu cu enquanto eu esfrego essa buceta na sua!”

O orgasmo veio junto, violento. Gozamos gritando palavrões abafados, corpos tremendo, jorrando uma na outra. O carpete ficou encharcado. O cheiro de boceta e cu estava tão forte que qualquer cliente que entrasse ali depois ia saber exatamente o que tinha rolado.

Ainda ofegantes, Helena se levantou, pegou o conjunto de renda que estava caído no chão, agora completamente encharcado de nossa porra, e vestiu mesmo assim. A calcinha fio-dental desapareceu entre os lábios inchados dela. Ela me olhou de cima, o rosto brilhando, e sorriu com maldade.

“Da próxima vez eu volto no horário de fechar e você vai lamber meu cu até eu gozar enquanto atende outra cliente pelo telefone, sua vadia lambedora de xota.”

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