Sussurros Úmidos no Armário do Golf Club
Duas mulheres adultas, Renata e Laura, se escondem no armário do clube de golfe e transam gostoso lésbica.
O ar quente do fim de tarde entrava pelas janelas altas do vestiário feminino do clube de golfe, carregando o cheiro de grama cortada e o perfume caro das sócias. Renata, instrutora experiente de trinta e oito anos, atlética e confiante, com ombros firmes de quem passava o dia inteiro corrigindo swings sob o sol, abriu a porta do armário dela e puxou a blusa polo suada por cima da cabeça. Os seios firmes balançaram dentro do sutiã esportivo preto. Ao lado, no mesmo corredor quase vazio, Laura, sócia recém-divorciada de quarenta e dois anos, morena curvilínea e elegante, deslizava a saia plissada pelas coxas grossas e macias.
Renata não conseguiu disfarçar o olhar. Os quadris largos de Laura, a calcinha de renda branca marcando o contorno carnudo da bunda, a cintura ainda marcada pelo corpo maduro e bem cuidado.
— Nossa… você está incrível, Laura — murmurou Renata, a voz rouca de quem acabara de dar uma aula. — Esse corpo… depois do divórcio ainda mais gostoso. Parece que a liberdade te caiu bem.
Laura virou o rosto, os cabelos castanhos soltos caindo sobre o ombro, e retribuiu o olhar demorado. Os olhos escuros desceram pelo abdômen definido de Renata, pela calça justa que ainda marcava a boceta, até as pernas longas e tonificadas. Um sorriso lento se abriu nos lábios pintados de vermelho discreto.
— E você, instrutora… sempre tão dura, tão no controle. Eu fico me perguntando como seria te ver perder um pouco disso — respondeu Laura, a voz baixa, carregada de intenção. Tirou o sutiã devagar, deixando os seios pesados e maciços livres, mamilos escuros já endurecidos pelo ar-condicionado e pelo flerte. — Você olha pra mim como se quisesse me comer aqui mesmo.
A tensão sexual ficou densa, palpável. Renata sentiu a calcinha molhar só com aquelas palavras. Queria passar a língua naquela pele morena, apertar aqueles seios, ouvir Laura gemer. Laura, por sua vez, imaginava as mãos calejadas de Renata abrindo suas coxas. Ambas sabiam que queriam explorar aquilo.
Passos e risadas de outras sócias ecoaram no corredor externo. Laura deu um sorriso safado, pegou a blusa e a saia nos braços e inclinou a cabeça na direção da porta lateral.
— Vem. Tem um armário de equipamentos bem amplo ali no fundo. Ninguém entra nessa hora. A gente se esconde… e continua essa conversa sem plateia.
Renata não hesitou. Seguiu Laura pelo corredor estreito até a porta de metal. Dentro, o espaço era apertado, cheirando a couro de luvas, grama seca e óleo de manutenção. Tacos de golfe empilhados, bolas em cestos, toalhas limpas empilhadas. A porta se fechou com um clique suave. Escuridão quase total, só um filete de luz entrando por baixo. O calor dos corpos subiu imediatamente.
— Renata… — sussurrou Laura, a respiração já quente perto do ouvido da outra. — Eu te olho nas aulas há meses. Essa porra de confiança sua me deixa encharcada.
Os toques começaram leves: dedos de Renata deslizando pelo braço de Laura, subindo até o ombro nu. Depois as mãos desceram para as coxas macias, apertando a carne quente. Laura gemeu baixinho e puxou Renata pela nuca, beijando o pescoço salgado dela, lambendo a pele, mordiscando de leve.
— Eu também, porra — confessou Renata ofegante, a boca contra a orelha de Laura. — Toda vez que você se curva pra pegar a bola eu imagino minha língua na sua boceta. Quero te foder aqui. Agora. Você quer?
— Quero. Me come, Renata. Me usa nesse armário.
As duas estavam molhadas, calcinhas coladas, respiração irregular. Renata virou Laura de frente para a parede fria de metal, pressionando o corpo atlética contra as curvas generosas. Beijos úmidos no pescoço, mãos escorregando pela barriga macia até a saia. Abaixou o tecido e a calcinha de uma vez só, deixando a bunda exposta, a boceta já brilhando de tesão. O cheiro adocicado e forte subiu no ar fechado.
— Olha só como você está pingando… — rosnou Renata, ajoelhando-se no chão irregular. Abriu as nádegas carnudas com as duas mãos e enfiou a língua fundo na fenda encharcada, lambendo com fome, chupando os lábios inchados, o clitóris duro. Dois dedos longos entraram de uma vez, curvando-se pra dentro, fodendo o canal apertado e quente enquanto a língua trabalha no capinho.
Laura mordeu o próprio pulso pra não gritar, o corpo tremendo contra a parede.
— Isso… assim… mais fundo, porra… sua língua é uma delícia… estou gozando…
Os gemidos baixos, úmidos, encheram o armário. Laura gozou forte, a boceta contraindo nos dedos de Renata, o líquido escorrendo pela mão e pela coxa. As pernas fraquejaram, mas Renata a segurou pela cintura.
Ainda ofegante, Laura se virou, empurrou Renata contra os tacos empilhados e se ajoelhou. Puxou a calça e a calcinha da instrutora de uma vez, revelando a boceta depilada, o clitóris inchado e vermelho. Enfiou a língua ali com vontade, chupando o botão inchado, lambendo as dobras molhadas, enquanto dois dedos entravam e saíam no ritmo certo, batendo no ponto que fazia Renata tremer.
— Chupa mais forte… isso, Laura… sua boca quente… — gemeu Renata, uma mão nos cabelos da outra, a outra se apoiando na parede.
Laura chupou e dedou até sentir Renata gozar na boca dela, o gosto salgado e forte escorrendo pelo queixo. Mas não pararam. Renata puxou Laura para o chão, as duas deitando de lado no espaço apertado, pernas entrelaçadas numa tesourinha molhada e intensa. Xanas escorregadias se esfregaram, clitóris batendo um no outro, sucos misturando, o atrito quente e barulhento de pele molhada. Mãos apertando seios, bocas se beijando desesperadas, línguas se enrolando enquanto o movimento de quadris acelerava.
— Mais rápido… esfrega mais… vou gozar de novo — sussurrou Laura, a voz rouca.
— Juntas… goza comigo — respondeu Renata, o corpo tensando.
As ondas vieram fortes, sussurradas, gemidos abafados contra a pele uma da outra, coxas tremendo, bocetas pulsando juntas no atrito escorregadio até o último espasmo.
Depois, no silêncio ofegante do armário, as duas se arrumaram devagar, puxando calcinhas e saias, abotoando blusas com dedos ainda trêmulos. Sorrisos cúmplices se trocaram na penumbra. Renata puxou Laura para um beijo suave, demorado, saboreando o gosto delas misturado.
— Isso não acabou aqui — murmurou Renata contra a boca dela, a voz baixa e carregada de promessa. — Tem um chalé vazio no final do campo, perto do nono buraco. Daqui a pouco o sol baixa de vez. A gente pode…
Laura sorriu, passando o polegar no lábio inferior inchado de Renata, os olhos ainda escuros de tesão.
— Podemos continuar exatamente de onde paramos… e dessa vez sem medo de alguém abrir a porta. Eu quero te ver de quatro naquela cama, Renata. Quero te foder com a língua até você não aguentar mais ficar em pé nas aulas de amanhã.
Lá fora, vozes de sócias se aproximavam do vestiário. As duas se entreolharam, o desejo ainda latejando entre as pernas, a combinação mal terminada pairando no ar quente e úmido do armário.
Elas esperaram as vozes passarem no corredor, o coração batendo no peito como se fosse explodir. Quando o silêncio voltou, Renata abriu a porta do armário com cuidado e puxou Laura pela mão. As duas saíram de fininho, ainda cheirando a sexo, calcinhas encharcadas coladas na pele, e atravessaram o campo quase deserto. O sol já descia laranja atrás dos pinheiros, pintando a grama de dourado. O chalé no final do nono buraco estava exatamente como Laura lembrava: madeira escura, janelas fechadas, chave escondida debaixo do vaso de gerânios. Entraram. A porta se fechou. O ar lá dentro era fresco, cheirando a lençol limpo e madeira encerada. Uma cama grande de casal dominava o cômodo, coberta por um edredom branco.
Laura não deu tempo. Empurrou Renata contra a porta, beijou sua boca com fome, língua quente entrando fundo, saboreando o gosto delas misturado. As mãos desceram rápido, abrindo o zíper da calça da instrutora, puxando tudo pra baixo. Renata gemeu no beijo quando os dedos longos de Laura encontraram sua boceta ainda inchada e escorregadia.
— Porra, continua pingando… — sussurrou Laura, a voz rouca. — Quero te ver de quatro nessa cama agora. Tira tudo.
Renata obedeceu, o corpo atlética tremendo de tesão. Tirou a polo, o sutiã, ficou nua. Os seios firmes, mamilos duros, a boceta depilada brilhando. Laura se despaz também, deixando os seios pesados balançarem livres, a bunda larga e macia, a xana morena já aberta e molhada outra vez. Empurrou Renata pra cama, ajoelhou atrás dela.
— Abre pra mim, instrutora confiante — ordenou, abrindo as nádegas firmes com as duas mãos. — Quero lamber essa boceta gostosa até você gritar.
A língua quente e larga de Laura entrou fundo de primeira, lambendo a fenda inteira, chupando os lábios inchados, furando a entrada apertada. Renata enterrou o rosto no edredom, gemendo alto pela primeira vez sem medo.
— Aih, caralho… assim, Laura… enfia a língua… mais fundo…
Laura chupava com barulho molhado, saliva escorrendo, dois dedos entrando e saindo no ritmo certo, curvando pra achar aquele ponto que fazia as pernas da instrutora tremerem. O cheiro forte de buceta no cio enchia o chalé. Renata empurrava a bunda pra trás, fodendo a boca da outra, o clitóris latejando cada vez que a língua batia nele.
— Goza na minha cara — mandou Laura, a voz abafada entre as coxas. — Quero sentir você escorrendo.
Renata gozou gritando, o corpo inteiro contraindo, o líquido quente jorrando na língua e no queixo de Laura. As ondas vieram fortes, coxas batendo, gemidos roucos. Mas Laura não parou. Virou Renata de barriga pra cima, subiu no corpo dela e sentou a boceta encharcada bem na boca da instrutora.
— Agora me chupa direito. Quero gozar sentada na sua cara.
Renata agarrou as coxas grossas, puxou Laura pra baixo e enterrou o rosto ali. Língua rápida no clitóris duro, chupando o botão inchado, dedos longos entrando na buceta apertada de Laura, três de uma vez, fodendo fundo enquanto a outra rebolava. O gosto adocicado e forte descia pela garganta. Laura segurava a cabeceira, seios balançando, gemendo sem parar.
— Isso… chupa forte… sua língua deliciosa… vou gozar de novo… aih, porra, Renata!
O orgasmo veio violento. Laura tremeu inteira, a boceta pulsando e esguichando um pouco na boca da outra, o corpo caindo pra frente. Renata lambeu tudo, saboreando, depois puxou Laura pra baixo e as duas se beijaram com a boca suja de gozo, línguas se enrolando, gemendo no beijo.
Ainda ofegantes, se ajeitaram de lado, pernas abertas uma pra outra. Renata enfiou a coxa entre as de Laura e começou a se esfregar de novo, xanas molhadas se batendo, clitóris escorregando um no outro num atrito quente e barulhento. Mãos apertavam seios, dedos pinçavam mamilos, bocas se mordiam.
— Mais forte… esfrega essa boceta na minha — pedia Laura, a voz quebrada. — Quero gozar juntas outra vez. Me fode com a sua xana, porra.
O ritmo acelerou. Pele molhada batendo, sucos misturando, o cheiro de sexo pesado no ar fechado. Renata sentia o próprio orgasmo subindo de novo, o ventre contraindo, e apertava Laura contra si.
— Juntas… agora… goza comigo, Laura…
As duas explodiram ao mesmo tempo, gritos abafados no pescoço uma da outra, bocetas latejando juntas, líquido escorrendo pelas coxas, corpos tremendo sem controle por longos segundos. O silêncio depois foi só ofegante, suor misturado, sorrisos bobos.
Mas não bastava. Laura desceu de novo, lambeu a barriga de Renata, chupou os seios, depois abriu as pernas da instrutora e enfiou quatro dedos de uma vez na boceta ainda sensível, fodendo fundo e rápido enquanto chupava o clitóris inchado. Renata arqueava as costas, gritando de prazer-dor gostoso.
— Caralho, você vai me arrebentar… continua… assim…
Laura masturbava com força, o polegar no clitóris, dedos curvados batendo no ponto G até Renata gozar de novo, esguichando forte dessa vez, molhando a mão e o lençol. O corpo dela ficou mole, mas os olhos ainda pediam mais. Então Laura deitou de costas, puxou Renata pra cima e as duas se encaixaram numa tesourinha ainda mais intensa, coxas entrelaçadas, xanas abertas se esfregando com vontade bruta, gemidos altos, unhas arranhando costas, beijos desesperados. O atrito molhado era obsceno, barulhento, perfeito. Mais um orgasmo veio pra cada uma, quase ao mesmo tempo, pernas travando, bocetas contraindo uma contra a outra até o último espasmo.
Quando finalmente pararam, o edredom estava encharcado, os corpos brilhando de suor e gozo. Laura beijou a boca de Renata devagar, carinhosa, os dedos brincando com o cabelo suado da outra.
— Isso foi… caralho — murmurou, rindo baixo. — Eu nunca gozei tanto na vida. Você me fodeu gostoso pra caralho, instrutora.
Renata sorriu, ainda ofegante, acariciando a bunda macia de Laura.
— E a gente vai repetir. Toda semana. Esse chalé, o armário, o caralho a quatro. Eu quero você.
Laura assentiu, beijou o peito dela, depois se levantou devagar, pegando as roupas do chão. Vestiu a calcinha molhada, a saia, o sutiã, a blusa. Renata fez o mesmo, os músculos ainda tremendo. Saíram juntas pelo campo escurecendo, mãos se tocando de leve, o cheiro de sexo ainda grudado na pele.
No estacionamento quase vazio, Laura parou ao lado do carro dela, puxou Renata pra um último beijo profundo, língua lenta, gosto de buceta ainda na boca.
— Até logo, então — disse baixinho, o sorriso safado no rosto. — Cuida dessa boceta pra mim.
Renata acenou, o corpo inteiro ainda latejando de satisfação, já imaginando a próxima vez, o próximo gemido, a próxima língua. Entrou no próprio carro sorrindo como uma idiota apaixonada.
Foi só quando ligou o motor e olhou o retrovisor que viu Laura acenar uma última vez antes de sumir pela estrada de terra — e só então lembrou do detalhe que a outra mencionara de passagem no armário e ela ignorara no calor do tesão: amanhã Laura embarcava de mudança definitiva para outra cidade, e aquela tinha sido, desde o começo, a despedida.
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