Cruzando olhares no Double Date do Iate

Duas advogadas casadas de 32 e 34 anos se pegam escondido no iate durante um double date.

10 min read September 25, 2026New

O sol de final de tarde dourava o casco branco do iate quando Marina subiu a passarela de madeira, o vestido curto de linho bege colado nas coxas pelo vento marinho. Trinta e dois anos, advogada de corpo firme e boca pintada de vinho, ela segurava a mão de Luana, a dentista de vinte e nove que ria alto demais com o champanhe já na mão. Cody, o marido de Clara, os recebeu com abraços largos e cheiro de perfume caro. Terrence vinha atrás, carregando a bolsa de praia, cumprimentando todo mundo.

Foi então que Marina viu Clara.

Trinta e quatro anos, executiva de pernas longas e ombros largos de quem manda em sala de reunião, Clara usava um vestido branco colado que marcava os seios pesados e o contorno da calcinha. Os olhos escuros da outra mulher cravaram nos de Marina e não soltaram. Um segundo. Dois. O mundo inteiro encolheu naquele olhar sujo, carregado, que dizia sem vergonha nenhuma: eu te comeria agora mesmo. Marina sentiu a buceta latejar dentro da calcinha fina. Clara sorriu de canto, devagar, e passou a língua no lábio inferior como se já estivesse saboreando algo proibido.

— Que bom que vieram — disse Clara, a voz rouca, enquanto beijava o rosto de Marina demorando um segundo a mais que o necessário. A mão dela escorregou na cintura de Marina, dedos quentes pressionando a carne. — O iate ficou pequeno de repente.

Luana já conversava animada com Cody sobre um caso de dente. Terrence abria outra garrafa. Marina e Clara ficaram ali, perto do corrimão, trocando sorrisos curtos demais para serem inocentes. Toda vez que Clara se virava para apontar o horizonte, o ombro dela raspava o de Marina. “Acidental.” Marina respondia encostando a coxa na dela quando se inclinavam para pegar taças. O desejo subia quente entre as duas, palpável, suado, como se o sal do mar tivesse virado tesão puro.

No jantar no convés superior, a mesa posta com frutos do mar e vinho gelado, a tensão ficou almost insuportável. Clara sentou bem em frente a Marina. Enquanto Cody falava de investimentos e Terrence ria alto, Clara abria a boca devagar para chupar uma ostra, os olhos cravados nos de Marina, e depois limpava o canto da boca com o dedo de um jeito que fazia a advogada apertar as pernas embaixo da mesa. Marina revidou: mordeu o lábio inferior, deixou cair o guardanapo de propósito e, ao se abaixar, olhou direto para o decote de Clara, onde os seios subiam e desciam.

— O molho está... cremoso demais hoje — murmurou Clara, só para Marina ouvir, a voz baixinha e safada. — Quase escorre tudo.

— Eu gosto quando escorre — respondeu Marina, o peito subindo rápido. — Gosto de lamber até não sobrar nada.

Luana riu de alguma piada dos homens, alheia. Clara cruzou as pernas devagar, o tecido do vestido subindo uma polegada, e Marina viu o brilho de pele macia. A buceta dela já estava encharcada. Cada olhar safado era uma promessa. Cada comentário de duplo sentido era um dedo imaginário entrando fundo.

Quando Cody se levantou batendo palma na mesa — “Vinho! Precisamos de mais vinho da adega!” — Terrence o seguiu escada abaixo, ainda falando de futebol. Luana foi até a proa mandar mensagem, distraída. O convés ficou só delas por alguns segundos preciosos.

Clara não perdeu tempo. Levantou-se, agarrou o pulso de Marina com força quente e a puxou para o canto escuro atrás do mastro, onde a luz das lanternas não chegava. Empurrou o corpo da advogada contra a parede fria de madeira.

— Desde que você subiu nesse porra desse iate eu tô molhada — confessou Clara contra a boca de Marina, a respiração quente. — Quero te foder. Quero meter a língua na sua buceta até você gozar no meu rosto. Você quer?

— Quero — gemeu Marina, já abrindo a boca. — Quero sua xota na minha cara também. Agora. Eles não podem saber.

Se beijaram com fome de quem segura há horas. Línguas molhadas se chocando, dentes arranhando lábios, saliva misturada. Clara mordeu o lábio inferior de Marina e puxou, gemendo baixo. As mãos desceram, apertaram as bundas uma da outra, subiram para esmagar peitos por cima do tecido. Marina sentiu o gosto de vinho e desejo puro na boca da outra mulher. Decidiram ali, lúcidas, excitadas pra caralho: iam se comer escondidas. Ali mesmo. Sem os homens saberem de porra nenhuma.

Desceram para o deque inferior quase correndo, o coração batendo na garganta. O corredor estreito cheirava a madeira envernizada e mar. Clara empurrou Marina para dentro de um canto sem iluminação, entre caixas de equipamento e uma parede curva do casco. Sem um segundo a perder, virou a advogada de frente para a madeira, ergueu o vestido bege até a cintura e puxou a calcinha de renda para o lado.

— Porra, que buceta molhada — rosnou Clara, ajoelhando-se no chão balançante. — Olha isso escorrendo. Putinha gostosa do caralho.

Enfiou a língua de uma vez só, larga e quente, lambendo da entrada até o clitóris inchado. Marina engasgou um gemido, as unhas cravando na parede. Clara chupava com fome, barulhento, enfiando a língua fundo na xota pingando e depois sugando o clitóris com os lábios. Dois dedos grossos entraram de uma vez, curvando-se para achar o ponto certo, fodendo rápido enquanto a boca trabalhava sem piedade.

— Isso, come essa buceta — sussurrou Marina, a voz quebrada, rebolando contra a cara da outra. — Mais fundo... porra, seus dedos...

Clara gemeu contra a carne molhada, o som vibrando. Acelerou os dedos, chupou mais forte, e Marina gozou tremendo, a buceta contraindo em volta dos dedos, um fio de gozo escorrendo pelo queixo de Clara. Ela mordeu o próprio braço para não gritar.

Ainda ofegante, Marina se virou, os olhos escuros de tesão, e empurrou Clara para sentar num banco baixo. Ajoelhou-se entre as pernas da executiva, puxou o vestido branco para cima e arrancou a calcinha com pressa. A xota de Clara estava inchada, brilhando, o clitóris latejando.

— Senta na minha cara — ordenou Marina. — Agora.

Clara obedeceu, abrindo as coxas e baixando a buceta direto na boca faminta. Marina chupou o clitóris inchado com vontade, lambendo em círculos, enfiando a língua fundo na entrada apertada, bebendo o gosto salgado e doce. As mãos subiram, apertaram as bundas de Clara, puxando-a para se esfregar mais. Clara rebolava, gemendo baixo e sujo, puxando o cabelo de Marina.

— Chupa essa xota... assim... puta que pariu, sua língua...

Marina enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, vibrou, chupou, e Clara gozou babando, as coxas tremendo violentamente em volta da cabeça da advogada, um gemido abafado escapando enquanto o corpo inteiro estremecia e escorria na boca de Marina.

Ainda não bastava. As duas se puxaram para o chão frio, vestidos amassados na cintura, calcinhas jogadas de lado. Marina deitou de lado, Clara se encaixou na frente, e elas cruzaram as pernas, bucetas molhadas se esfregando uma na outra com força — tesourinha suja, clitóris batendo em clitóris, labios escorregadios se abrindo e se fechando. Gemiam baixinho, o som molhado das xotas se batendo enchendo o canto escuro. Apertavam os peitos uma da outra, beliscando bicos duros por cima e por baixo do tecido, beijando com língua enquanto rebolavam mais rápido.

— Goza comigo — ofegou Clara, a testa colada na de Marina. — Goza nessa buceta...

As duas estouraram juntas, corpos tensos, gemidos abafados nos ombros uma da outra, gozo escorrendo entre as coxas abertas, as bucetas pulsando coladas até o último espasmo.

Ficaram ali alguns segundos, respiração ofegante, suor misturado com cheiro de sexo e mar. Depois, devagar, se separaram. Marina puxou a calcinha de volta, o tecido já encharcado. Clara ajeitou o vestido branco, passando a mão entre as pernas para limpar o excesso com a ponta dos dedos e depois chupando, o olhar ainda faminto cravado no de Marina. O barulho de passos e risadas masculinas ecoava de cima — Cody e Terrence voltando com as garrafas. Luana chamava por elas no convés.

As duas se olharam no escuro do deque inferior, bocas inchadas, coxas úmidas, o tesão longe de ter acabado. Clara se aproximou mais uma vez, mordeu o lóbulo da orelha de Marina e sussurrou, a voz rouca de promessa suja:

— Isso foi só o começo. Quando eles dormirem... eu quero você de quatro de novo.

Eles subiram de volta ao convés como se nada tivesse acontecido, o cheiro de buceta ainda grudado nos dedos e na boca. Marina ajeitou o vestido bege com a mão trêmula, sentindo a calcinha encharcada colar na xota latejante. Clara passou a língua nos lábios inchados, limpando o resto do gozo da advogada, e sorriu para Cody quando ele ergueu a garrafa de vinho.

— Achamos vocês — riu Terrence, já meio chapado. — Sumiram sumidas, porra.

— Só fomos ver o motor — mentiu Clara, a voz rouca demais. Marina sentou ao lado de Luana, apertando as coxas, o clitóris ainda pulsando de tanto chupar e ser chupada. Cada olhar que cruzava com Clara era uma facada de tesão. A executiva cruzava e descruzava as pernas devagar, o vestido branco subindo milímetros, mostrando a marca úmida na parte interna da coxa. Marina apertou o copo até os nós dos dedos ficarem brancos. Queria meter a mão por baixo da mesa, enfiar os dedos naquela xota de novo, ouvir Clara gemer baixinho enquanto os maridos falavam de porra nenhuma.

O jantar seguiu. Ostras, vinho, risadas. Mas o ar entre elas era denso, suado, fedendo a sexo escondido. Quando Luana se levantou pra ir ao banheiro, Clara se inclinou por cima da mesa, o decote abrindo, seios pesados quase caindo, e sussurrou só pra Marina:

— Ainda tô escorrendo. Sua saliva misturada com meu gozo. Quero te foder de novo até você gritar no meu colo.

Marina mordeu o lábio até doer. — Cala a boca antes que eu te puxe debaixo da mesa e chupe essa buceta na frente deles.

Cody riu alto de alguma bobagem. Terrence abriu outra garrafa. A noite caiu quente, o iate balançando devagar no mar escuro. As lanternas do convés piscavam. Luana bocejou primeiro, deitou a cabeça no ombro de Terrence. Cody falou de ir dormir cedo, cansaço de sol e álcool. Clara se ofereceu pra “ajudar a arrumar as cabines”. Marina se levantou junto, o coração batendo na garganta.

Desceram as escadas de madeira. Os homens já roncavam leves nas cabines da proa, Luana caída numa poltrona do convés superior, celular no colo, dormindo de boca aberta. O deque inferior ficou silencioso, só o barulho da água contra o casco. Clara puxou Marina pelo corredor estreito, empurrou a porta de uma cabine de hóspedes e trancou por dentro. A luz amarela fraca batia nas paredes de madeira clara. Sem demora, a executiva agarrou o vestido bege e puxou pra cima, arrancando a calcinha molhada de uma vez só.

— De quatro. Agora — ordenou Clara, a voz grossa de fome. — Quero ver essa bunda aberta.

Marina obedeceu, ajoelhando no colchão estreito, peito no lençol, bunda erguida. Clara se ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu direto na buceta inchada. A saliva escorreu quente. Depois enfiou a língua fundo, lambendo o cu e a xota ao mesmo tempo, chupando barulhento, gemendo contra a carne. Marina rebolou pra trás, enfiando a cara de Clara mais fundo.

— Porra, chupa essa buceta suja... assim... mais...

Clara mordeu a bunda, deixou marca, e enfiou três dedos de uma vez, fodendo rápido, o polegar pressionando o cu. Marina gozou quase na hora, o corpo inteiro tremendo, um fio grosso de porra escorrendo pelos dedos da outra. Mas Clara não parou. Tirou o próprio vestido, ficou nua, seios pesados balançando, xota brilhando. Deitou de costas, puxou Marina pra cima.

— Senta na minha cara de novo. Quero me afogar nessa xota.

Marina se sentou, abrindo as coxas largas, abaixando a buceta pingando direto na boca faminta. Clara chupou com raiva, língua larga lambendo tudo, dentes arranhando o clitóris. As mãos apertaram a bunda de Marina, puxando pra se esfregar mais forte. Marina rebolava, gemendo baixo pra não acordar ninguém, os peitos balançando, beliscando os próprios bicos duros.

— Isso, come minha buceta... bebe tudo... porra, sua língua...

Ela gozou de novo, coxas esmagando a cabeça de Clara, gozo escorrendo pelo queixo, pelo pescoço. Clara engoliu, lambeu os lábios, os olhos pretos de tesão. Depois empurrou Marina de lado, se encaixou por cima numa tesourinha ainda mais suja, cruzando as pernas com força, bucetas coladas, clitóris batendo em clitóris molhados. Esfregavam rápido, o barulho molhado enchendo a cabine, beijos com dente, mãos apertando peitos, beliscando, puxando cabelo.

— Goza nessa xota, puta — rosnou Clara contra a boca de Marina. — Quero sentir você escorrer em mim.

As duas gozaram juntas, corpos tensos, gemidos abafados no ombro uma da outra, xotas pulsando coladas, um caldo quente escorrendo entre as coxas. Mas ainda não bastava. Clara se levantou, abriu uma gaveta, tirou um vibrador grosso que sempre levava “por precaução”. Ligou no máximo, o zumbido baixo. Ajoelhou Marina de novo, enfiou o brinquedo fundo na buceta latejante enquanto chupava o clitóris, e depois tirou e enfiou na própria xota, sentando em cima da cara de Marina ao mesmo tempo.

— Chupa enquanto eu me fodo — mandou. Marina obedeceu, língua entrando fundo, bebendo o gosto, enquanto Clara rebolava no vibrador e na boca. As duas gemiam baixinho, suadas, o cheiro de sexo grosso no ar fechado. Clara gozou esguichando um pouco na boca de Marina, o corpo inteiro estremecendo. Marina lambeu tudo, chupou até o último fio.

Depois ficaram deitadas lado a lado, peitos colados, dedos ainda brincando preguiçosos nas xotas inchadas. O iate balançava. Lá em cima, um ronco de homem. Clara beijou o pescoço de Marina, mordeu, chupou até marcar.

— Amanhã de manhã, quando eles forem pescar, eu quero te amarrar nessa cama e foder sua buceta com a minha até você não aguentar mais andar — sussurrou, a voz rouca, os dedos entrando devagar de novo na xota molhada de Marina. — Você topa?

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