Primeiro Toque na Amiga da Noite Quente

A bartender tatuada de 28 anos e a DJ curvilínea de 31 se entregam ao primeiro toque lésbico quente e molhado naquela noite de verão.

10 min read September 17, 2026New

O apartamento de Aline no centro de São Paulo ainda cheirava a suor de palco e cerveja barata quando as duas fecharam a porta atrás de si. Vinte e oito anos, corpo marcado de tinta preta nos braços, no ombro e descendo pela costela até o quadril, Aline tirou a camiseta molhada logo na entrada e ficou só de sutiã preto e short curto. O ar-condicionado falhava fazia semanas; o calor úmido da noite de verão entrava pelas janelas abertas junto com o barulho distante do trânsito. Júlia, trinta e um, curvas generosas que a blusa justa da DJ não escondia, largou a bolsa no sofá e soltou o cabelo preso. Os seios pesados subiam e desciam com a respiração ainda acelerada do show lotado.

— Porra, Aline… — Júlia riu baixo, a voz rouca de quem gritara no microfone a noite inteira. — Você tava uma delícia atrás do balcão. Suada, concentrada, aqueles braços… Eu fiquei molhada só de te olhar. Sério. Sem tocar em nada.

Aline parou no meio da sala, a garrafa de água gelada na mão, e encarou a amiga. Fazia meses que aquele olhar vinha e ia: nos bastidores, no metrô de madrugada, no espelho do banheiro do bar. Agora, sozinhas, a confissão caiu pesada e gostosa entre elas. O corpo de Aline reagiu na hora — mamilo duro contra o tecido, calor subindo entre as pernas.

— Você fala isso agora — murmurou Aline, aproximando-se, o tom direto de sempre. — Depois de meses me provocando com esse rebolado no set.

Júlia pegou a garrafa, bebeu um gole longo e passou o fundo gelado pelo próprio pescoço antes de devolver. Uma gota escorreu pelo peito suado de Aline, deslizando entre os seios. Sem hesitar, Júlia se inclinou e lambeu. A língua quente, lenta, subindo até o queixo. As duas se encararam. Sorrisos cúmplices, sem enrolação.

— Eu quero o primeiro toque de verdade nessa noite quente — Júlia puxou Aline pela cintura, as mãos grandes apertando a carne tatuada. — Quero sentir você. Pode?

— Pode. Eu também quero — respondeu Aline, já puxando a boca da outra contra a sua.

O beijo veio com fome. Línguas se encontrando, dentes roçando lábio, saliva misturada ao gosto de água e suor. Mãos de Aline desceram direto para a bunda redonda de Júlia, apertando por cima do short de lycra, abrindo os dedos para espalmar cada lado. Júlia gemeu dentro da boca dela e revidou, palmas subindo para os peitos firmes de Aline, esmagando por cima do sutiã, polegar buscando o bico duro. O calor da sala virou forno. Aline empurrou a amiga até o sofá largo, joelho entre as coxas grossas, e mordeu o pescoço marcado de suor.

— Tira essa calcinha — ordenou, voz baixa e crua. — Quero comer essa buceta molhada agora.

Júlia ergueu o quadril, obedeceu rápido, a calcinha preta saindo grudada de tanto líquido. Aline ajoelhou no chão, puxou as pernas da amiga para cima dos ombros e enterrou o rosto sem cerimônia. Língua larga, firme, abrindo os lábios inchados, chupando o clitóris já latejando. Júlia arquejou alto, uma mão na cabeça tatuada de Aline, puxando o cabelo curto.

— Isso, caralho… me fode com essa língua, porra — gemeu, a voz quebrando. — Mais fundo. Usa os dedos.

Dois dedos de Aline entraram de uma vez, curvados, procurando o ponto que fazia a DJ tremer. A língua não parava: circular, rápida, suja, bebendo cada gota que escorria. O gosto salgado e doce enchia a boca dela; o cheiro de buceta quente misturado ao perfume barato e ao suor de verão. Júlia rebolava contra o rosto, coxas apertando as orelhas de Aline, gemidos soltos, palavrões em sequência.

— Olha pra mim enquanto chupa — Aline ergueu os olhos, a boca brilhando. — Safada do caralho. Tava molhada o show inteiro pensando nisso?

— Tava… ah, fodase, tava sim — Júlia puxou mais forte. — Não para. Me faz gozar com essa boca.

Aline acelerou. Dedos entrando e saindo molhados, língua batendo seco no clitóris, dentes roçando de leve só pra provocar. O corpo de Júlia tremeu, barriga contraindo, e ela gozou com um grito rouco, apertando a cabeça da bartender entre as pernas, líquido escorrendo pelo queixo de Aline. Ainda ofegante, Júlia puxou a amiga para cima, beijou a boca suja dela e empurrou Aline de costas no sofá.

— Agora é minha vez. Senta essa cara aí.

Aline riu, safada, e se acomodou. Júlia tirou o sutiã, seios pesados caindo livres, mamilos escuros e duros, e sentou na cara da amiga de frente, rebolando a buceta ainda latejante na boca aberta. Aline segurou as coxas grossas, chupou de baixo, língua subindo pelo rabo e voltando para a fenda. Júlia se apoiou no encosto, rebolando pesado, seios balançando, gemendo cada vez que a língua encontrava o ponto certo.

— Goza na minha cara, safada — Aline murmurou abafada, a voz vibrando contra a carne. — Me enfia essa buceta.

Júlia desceu mais, quase sufocando a bartender, e gozou de novo, mais curto, mais agudo, esfregando até o último espasmo. Depois deslizou para o lado, puxou o short de Aline embora e se encaixou entre as pernas dela. Buceta com buceta. Quente, molhada, inchada. As duas começaram a se esfregar em tribbing lento e suado, clitóris encontrando clitóris, lábios deslizando, o barulho molhado enchendo a sala quente. Aline segurou o quadril de Júlia, controlando o ritmo, acelerando até o atrito ficar selvagem.

— Assim… porra, esfrega forte — Aline rosnou, unhas cravando na bunda da DJ. — Quero sentir você gozar em mim.

Júlia beijou o pescoço tatuado, mordeu o ombro, e as duas se moviam juntas, suor escorrendo entre os peitos, barrigas coladas, gemidos se misturando. O sofá rangia. O calor subia. Aline empurrou mais forte, rebolando de baixo, e Júlia respondeu com a mesma fome. O orgasmo veio junto, quase brutal: Aline gozando com um gemido gutural, Júlia gritando “caralho, estou gozando”, as bucetas pulsando uma contra a outra, líquido misturado escorrendo pelas coxas até o tecido do sofá.

Ficaram ofegantes, brilhando de suor, peitos subindo e descendo. Aline puxou Júlia para um beijo lento, línguas preguiçosas, sorrindo dentro da boca uma da outra. Riram baixinho, o som puro de prazer ainda tremendo nos músculos. Aline esticou o braço, pegou o maço amassado na mesinha e acendeu um cigarro, a brasa iluminando as tatuagens úmidas. Júlia se aninhou de lado, uma perna jogada sobre a dela, dedos traçando o desenho de uma cobra no ombro da bartender.

— Essa era a melhor coisa que podia ter acontecido nessa noite quente — murmurou Júlia, a voz ainda rouca, o hálito quente no pescoço de Aline. — Mas eu ainda tô molhada. E você também.

Aline soltou a fumaça devagar, a mão livre apertando a coxa interna da amiga, o polegar deslizando de propósito perto da buceta quente. O olhar dela voltou a ficar pesado, aquele mesmo olhar de meses, agora sem filtro.

— Então a noite não acabou — disse baixo, a boca colada na orelha de Júlia. — Tem mais. Eu quero te foder de novo antes do sol nascer. De outro jeito. Mais fundo. Você aguenta?

Júlia sorriu contra a pele suada, a mão dela descendo pela barriga tatuada de Aline até parar entre as pernas, dois dedos só encostando, sem entrar ainda, só prometendo.

— Aguento. E quero. Me mostra o que você guarda pra segunda rodada, bartender safada.

O cigarro queimava lento. O ar-condicionado continuava inútil. Lá fora, São Paulo não dormia. Dentro do apartamento, o cheiro de sexo e suor ainda pairava grosso, e o corpo de Aline já reagia de novo sob os dedos curiosos de Júlia — o primeiro toque tinha sido só o começo, e as duas sabiam.

Aline apagou o cigarro no cinzeiro rachado da mesinha, o polegar ainda circulando bem perto da entrada quente de Júlia. Os dedos da DJ já tinham começado a abrir caminho entre os lábios inchados dela, molhando-se de novo no mesmo segundo. O corpo da bartender tremeu inteiro.

— Vem pra cama — ordenou Aline, a voz grossa de quem não ia esperar mais. — Quero te foder de quatro, bem fundo, até você gozar escorrendo pela minha mão.

Júlia se levantou primeiro, seios pesados balançando, bunda redonda ainda brilhando de líquido misturado. Aline a segurou pela cintura tatuada e empurrou pelo corredor estreito até o quarto. O colchão velho rangeu quando as duas caíram nele. Calor prensado entre corpos suados. Aline virou a amiga de barriga pra baixo, puxou o quadril pra cima e abriu as coxas grossas com as mãos sujas de saliva e gozo.

— Olha pra mim — murmurou, enfiando dois dedos de uma vez, bem fundo, curvados, batendo no ponto que já conhecia. — Abre essa buceta gostosa. Deixa eu ver ela engolindo.

Júlia gemeu alto no travesseiro, rebolando pra trás, engolindo os dedos até a base. Aline colocou o terceiro. A entrada cedeu molhada, quente, apertada. O barulho molhado de digitar fundo encheu o quarto quente. Aline curvou os dedos com força, massageando por dentro enquanto o polegar batia seco no clitóris inchado.

— Porra, Aline… mais fundo — Júlia arquejou, voz rouca de quem já tinha gozado duas vezes. — Me abre toda. Usa a mão se precisar. Eu aguento.

Aline riu baixo, safada, e empurrou o quarto dedo. A buceta de Júlia engoliu, latejando, escorrendo pelo pulso tatuado da bartender. Aline fodeu devagar no começo, sentindo cada contração, cada tremor nas coxas. Depois acelerou. Mão inteira quase, só a base pra fora, girando, abrindo, enchendo. O cheiro de sexo subiu mais grosso. Júlia gritava palavrão atrás de palavrão, empurrando a bunda pra trás, pedindo mais.

— Isso, caralho, me fode assim — ela gemia, seios esmagados no colchão, cabelo grudado no pescoço suado. — Sua mão… porra, sua mão tá me arrebentando gostoso.

Aline se inclinou, mordeu a nádega marcada e chupou o rabo ao mesmo tempo que os dedos entravam e saíam violentos. Língua quente no cu apertado, dedos revirando a buceta. Júlia tremeu inteira, gozou com um grito que saiu quebrado, líquido escorrendo em jatos curtos pela mão da amiga, molhando o lençol já manchado. Aline não parou. Continuou fodendo até o último espasmo, até Júlia ficar mole e ainda pedindo.

— Vira — Aline puxou a amiga de costas, abriu as pernas dela e se encaixou de novo. Buceta com buceta outra vez, mas agora mais bruto. Ela segurou os seios pesados de Júlia, apertou os mamilos duros entre os dedos e rebolou forte, clitóris batendo clitóris, lábios se abrindo um no outro. O atrito molhado era obsceno. Suor escorria entre as barrigas. Aline se curvou e chupou um mamilo enquanto esfregava mais rápido.

— Goza de novo pra mim — rosnou contra o peito. — Quero sentir essa buceta latejando na minha.

Júlia segurou a cabeça tatuada dela, unhas cravando no cabelo curto, e rebolou de baixo com a mesma fome. As duas se fodiam sem pressa de acabar, mas o corpo não mentia. O orgasmo de Aline veio primeiro, gutural, coxas tremendo, gozo escorrendo quente entre elas. Júlia segurou logo atrás, gritando o nome da bartender, seios balançando, corpo inteiro se contraindo sob o peso da amiga.

Ainda ofegantes, Aline deslizou pra baixo e engoliu a buceta latejante de Júlia de novo. Língua larga limpando tudo, chupando o clitóris sensível até a DJ empurrar a cabeça dela embora rindo, fraca.

— Para… porra, para um segundo — Júlia riu, voz rouca, puxando Aline pra cima. Beijaram devagar, gostando do gosto mútuo na boca. Línguas preguiçosas, mãos ainda explorando peitos e coxas. Aline deitou de lado, perna jogada sobre a da amiga, dedos traçando o contorno dos seios pesados.

— Segunda rodada foda — murmurou Aline, beijando o ombro suado. — Você goza gostoso pra caralho. Essa buceta… eu podia chupar o resto da madrugada.

Júlia sorriu, mão deslizando pela costela tatuada de Aline, descendo até apertar a bunda firme.

— E eu ainda quero mais. De manhã. Quero acordar com sua língua já dentro. Pode?

— Pode. Pode tudo — Aline beijou a boca dela de novo, mais fundo, mais lento. O calor ainda prensava. O cheiro de sexo pairava grosso no quarto sem ar. Lá fora o trânsito distante de São Paulo continuava. As duas ficaram quietas um minuto, respirando juntas, peitos colados, pernas enroscadas. Aline acendeu outro cigarro, a brasa iluminando o suor nas tatuagens. Júlia se aninhou no peito dela, dedos preguiçosos brincando com o mamilo ainda duro.

— Melhor noite quente da porra — Júlia sussurrou contra a pele. — Primeiro toque e já virou isso. Imagina o que vem depois.

Aline soltou a fumaça devagar, a mão livre apertando a coxa interna da amiga de novo, já sentindo o corpo reagir outra vez.

— Depois a gente descobre. Agora descansa um pouco. Eu ainda te quero molhada quando…

A batida forte na porta da frente cortou a frase no meio. Três pancadas secas, urgentes, repetidas. Depois a voz masculina grossa, irritada, gritando do corredor do prédio:

— Aline! Abre essa porra! Sei que você tá aí, caralho! Abre agora!

As duas congelaram. O cigarro queimava entre os dedos de Aline. O coração dela bateu forte demais contra o peito de Júlia.

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