Uma Última Escultura Antes de Partir
A escultora de 42 anos Vanessa e a ex-musa Tamara, de 29, se entregam a uma foda lésbica suja e desesperada no atelier antes da partida
O calor úmido do fim de tarde entrava pelas janelas abertas do atelier, misturando cheiro de barro seco, solvente e brisa salgada que vinha da praia a poucos quarteirões dali. Vanessa, de quarenta e dois anos, dobrava mais uma camisa dentro da mala aberta sobre a mesa de trabalho e sentia o peito apertar. Daqui a dois dias o avião partiria para Lisboa e, dali, para a residência em Berlim. Fim de ciclo. Fim da pequena cidade litorânea do Nordeste que a viu crescer como artista. Ela passou a mão pelos cabelos escuros grisonados nas laterais e suspirou, quando a porta de ferro rangeu.
Tamara entrou sem bater, como sempre fizera nos anos em que posava para ela. Vinte e nove anos, corpo firme de quem ainda esculpia todos os dias, short jeans sujo de argila e uma blusa branca fina que colava nos seios pesados. Os olhos castanhos encontraram os de Vanessa e a tensão caiu no ar como um balde d’água quente.
— Sabia que você ainda estaria aqui — disse Tamara, voz baixa, quase rouca. — Vier ver se precisava de ajuda com as malas… ou com alguma coisa.
Vanessa engoliu em seco. Anos de desejo reprimido, de mãos que se roçavam “sem querer” na hora de moldar um quadril, de noites em que cada uma ia embora com a buceta latejando e o orgulho intacto. Agora não havia mais tempo para orgulho.
— Chegou na hora certa — respondeu Vanessa, forçando um sorriso torto. — Estou terminando a última peça. Quer ver?
Elas caminharam até o centro do atelier, onde uma figura feminina de argila ainda úmida ocupava o cavalete baixo. O corpo nu estava quase pronto: coxas abertas, seios firmes com mamilos marcados, a curva da cintura que descia para um monte de Vênus detalhado demais para ser só arte. Tamara parou na frente, o peito subindo e descendo mais rápido.
— Porra, Vanessa… essas coxas. Parece que dá pra morder. E esses peitos — ela estendeu a mão e passou dois dedos pela argila mole do seio esquerdo, sentindo a textura fria e escorregadia. — Você sempre soube exatamente onde apertar. Sempre.
O olhar dela subiu, faminto, direto para a boca de Vanessa. A escultora mais velha sentiu o estômago revirar de tesão. Anos adiando. Anos fingindo que o desejo era só “admiração artística”.
— Quer ser a última modelo? — perguntou Vanessa, a voz saindo rouca, quase um rosnado. — Antes que eu feche tudo. Antes que eu sumo daqui.
Tamara não hesitou. Os dedos sujos de barro já puxavam a barra da blusa.
— Quero. Agora.
Ela tirou a peça devagar, revelando os seios pesados, mamilos escuros e duros de excitação. O sutiã caiu no chão em seguida. Vanessa deu um passo à frente, agarrou o rosto da mais jovem com as duas mãos e as beijou com a fome acumulada de uma década. Línguas se chocaram, dentes roçaram lábio, saliva misturou. As mãos de Vanessa desceram imediato, apertando aqueles peitos quentes, polegar e indicador pinçando os bicos até Tamara gemer dentro da boca dela.
— Porra, que peitos gostosos… — murmurou Vanessa contra a pele. — Sempre quis chupar esses peitos enquanto você gozava na minha mão.
Tamara já abria o short, empurrando jeans e calcinha juntos pelas coxas. A buceta apareceu lisa, inchada, os lábios brilhando de tesão. O cheiro dela subiu no ar quente do atelier — cheiro de mulher molhada e de barro. Vanessa empurrou a mais jovem para o chão sujo, onde restos de argila cinza manchavam o cimento. Tamara caiu de quatro sem cerimônia, o cu exposto, a buceta aberta e pingando.
Vanessa ajoelhou atrás, separou as nádegas com as duas mãos e enterrou o rosto ali. A língua larga passou de uma vez só da entrada da buceta até o clitóris inchado, chupando com barulho obsceno. Tamara gritou, o som ecoando nas paredes altas.
— Isso, come essa buceta… come, porra — ofegava Tamara, rebolando para trás, enfiando a cara de Vanessa mais fundo.
Vanessa lambeu gulosa, a língua entrando e saindo do buraco quente, chupando os lábios inchados, lambuzando o queixo de porra e saliva. Enfiou dois dedos de uma vez, fundo, curvando até achar o ponto que fazia Tamara tremer. Os dedos entravam e saíam encharcados, o barulho molhado preenchendo o atelier.
— Olha essa putinha da minha argila — rosnou Vanessa, a boca colada na boceta, os dedos socando. — Anos se fazendo de santa, e agora está de quatro no meu chão, gozando nos meus dedos. Sua buceta tá engolindo tudo, sua vadia. Quer mais fundo?
— Quero… enfia… me fode com a mão — pediu Tamara, a voz quebrada, a testa encostada no cimento frio. — Me chama de puta de novo.
Vanessa obedeceu, masturbando a buceta com força, o polegar esfregando o clitóris ao mesmo tempo. A língua voltou a foder o cu de Tamara, só a ponta, provocando. A mais jovem gozou primeiro assim, gemendo alto, as coxas tremendo, um jato quente escorrendo pelos dedos de Vanessa e pingando no chão de barro.
Elas trocaram de posição sem falar. Vanessa se deitou de costas no chão sujo, o cabelo grudando na argila molhada, a blusa já aberta, os seios de quarenta e dois anos pesados, a calcinha rasgada de lado. Tamara subiu na cara dela de uma vez, ajoelhando sobre o rosto, a buceta ainda latejando pousando direto na boca aberta. Começou a rebolar forte, esfregando o clitóris inchado nos lábios e no nariz de Vanessa, sujando a cara dela de porra e saliva.
— Chupa, porra… chupa essa buceta que é sua — mandou Tamara, as mãos nos próprios peitos, apertando os mamilos enquanto rebolava. — Olha pra mim enquanto eu me esfrego na sua cara, sua safada velha gostosa.
Vanessa chupava como se fosse a última refeição: língua dura no clitóris, lábios sugarando, dentes roçando de leve. As mãos subiam pelas coxas suadas de Tamara, deixando marcas de argila cinza na pele morena. Tamara gozou de novo assim, gritando o nome de Vanessa, o corpo inteiro tremendo, a buceta pulsando na boca da mais velha até escorrer gozo pelo queixo e pelo pescoço.
Ainda ofegantes, elas se viraram uma para a outra. Vanessa puxou Tamara para deitar de lado, entrelaçou uma perna por cima da outra e encaixou as bucetas molhadas. Os clitóris se tocaram, quentes, inchados, escorregadios de tanto gozo. Começaram a se esfregar em tesoura frenética, quadris batendo, gemendo alto, suadas, o barro grudando nas costas, nos peitos, nas coxas. O atrito era sujo, molhado, o som de pele com pele e de líquidos se misturando.
— Assim… esfrega essa buceta na minha — ofegava Vanessa, os dedos cravados na bunda de Tamara, forçando o contato. — Sente como eu tô molhada por você. Anos, caralho. Anos querendo te foder no chão desse atelier.
Tamara rebolava contra ela com força, o clitóris latejando a cada atrito.
— Eu também… eu batia siririca pensando nisso toda noite depois de posar — confessou, a voz falhando. — Goza comigo. Quero sentir você gozar na minha buceta.
Elas aceleraram, o movimento virando quase violento, seios balançando, unhas arranhando costas sujas de barro. O orgasmo veio quase junto: primeiro um grito rouco de Vanessa, o corpo travando, a buceta pulsando contra a de Tamara; um segundo depois a mais jovem gritou também, o gozo escorrendo misturado, as duas se agarrando como se o chão fosse sumir.
Ficaram ali, ofegantes, presas uma na outra, o cheiro de sexo e argila impregnando tudo. Vanessa passou a língua nos lábios ainda sujos da porra de Tamara e murmurou, a voz baixa, o olhar preso no rosto suado da outra:
— Ainda tem uma mala pela metade… e eu ainda não modelei o seu cu com a língua do jeito que eu quero.
Tamara sorriu, exausta e faminta ao mesmo tempo, os dedos já brincando com o mamilo endurecido de Vanessa, a buceta ainda latejando contra a coxa da mais velha.
— Então não fecha a porta ainda.
Tamara ainda brincava com o mamilo endurecido de Vanessa quando a mais velha a empurrou de bruços de novo, o peito dela esmagado contra o cimento sujo de argila. As unhas curtas de Vanessa abriram as nádegas firmes, expondo o cu rosado e apertado que ainda piscava dos orgasmos anteriores. Sem aviso, a língua larga e quente invadiu ali, furando o anel de músculo com saliva espessa, chupando grosso, fazendo barulho de puta faminta. Tamara gritou no chão, o som abafado, os dedos se contorcendo na poeira cinza.
— Porra, Vanessa… lambe meu cu, caralho… assim, fundo — gemia ela, empurrando o traseiro para trás, sujando o rosto da escultora de barro e de resto de gozo que escorria da buceta inchada. — Anos te vendo molhar a calcinha olhando pra mim e você nunca meteu a língua nesse buraco. Agora engole.
Vanessa rosnou contra a carne, a língua entrando e saindo num ritmo sujo, o queixo lambuzado, o nariz esfregando a fenda molhada. Enfiou o polegar na buceta ao mesmo tempo, socando fundo enquanto chupava o cu como se quisesse devorar a mulher inteira. O gosto era salgado, ácido, misturado com o cheiro de solvente e suor. Tamara rebolava desesperada, a bunda batendo na cara dela, seios esmagados e sujos de cinza. Vanessa tirou a língua só para cuspir grosso no buraco e enfiar dois dedos de uma vez, abrindo, torcendo, fazendo o cu engolir até a raiz.
— Olha essa putinha abrindo o cu pra mim no chão do meu atelier — cuspiu Vanessa, a voz rouca de tesão. — Sua vadia de vinte e nove anos, se contorcendo igual cadela no cio. Quer que eu foda os dois buracos? Quer gozar com a língua no cu e os dedos na buceta até escorrer no meu braço?
— Quero, porra… me fode inteira — ofegava Tamara, a testa batendo no chão frio, o corpo inteiro tremendo. — Me chama de puta da sua argila. Me usa antes de sumir.
Vanessa obedeceu. Três dedos agora na buceta, dois no cu, entrando e saindo no mesmo compasso molhado, o polegar esmagando o clitóris inchado. A língua voltou a lamber em volta, lambuzando tudo, chupando os lábios de baixo enquanto a mão socava. O barulho era obsceno — pele molhada, argila grudando, gemidos altos ecoando nas paredes. Tamara gozou de novo ali, um jato quente jorrando pelos dedos de Vanessa, escorrendo pela coxa, misturando com o barro. O corpo dela se contorceu, as unhas arranhando o cimento, um grito rouco saindo da garganta.
Ainda com os buracos latejando, Tamara se virou de súbito, puxou Vanessa pela blusa aberta e a derrubou de costas. Montou nela de frente, buceta com buceta, e começou a esfregar com força bruta, os clitóris se esmagando, escorregadios de porra e saliva. As mãos dela desceram, pegaram um punhado de argila mole do chão e esfregaram nos seios pesados de Vanessa, pinçando os mamilos sujos, deixando marcas cinzentas. Depois enfiou dois dedos na própria buceta, tirou encharcados e empurrou na boca da mais velha.
— Chupa meu gozo, sua safada velha — mandou Tamara, rebolando pesado, o atrito molhado enchendo o ar. — Olha pra mim enquanto eu esfrego essa buceta na sua. Anos te desejando e agora você vai embora suja da minha porra. Sente como eu tô inchada. Sente.
Vanessa chupou os dedos com gula, a língua limpa cada gota, depois puxou a cabeça de Tamara para baixo e as beijou de boca aberta, trocando saliva e resto de gozo. As coxas batiam, seios balançavam sujos de argila, unhas cravavam em nádegas e costas. Vanessa enfiou a mão entre elas, dois dedos entrando na buceta de Tamara enquanto o polegar frigia o próprio clitóris. Elas se fodiam assim, tesoura violenta, o chão escorregadio, o calor do fim de tarde grudando suor e barro em cada fenda.
— Mais forte… me arrebenta — pediu Vanessa, a voz quebrada, os olhos escuros fixos nos de Tamara. — Quero sentir sua buceta gozar esmagada na minha. Quero levar o cheiro da sua porra pra Berlim colado na pele.
Tamara acelerou, os quadris virando máquina, seios caindo na boca de Vanessa que chupava grosso um mamilo depois o outro, dentes roçando, língua girando. A mão livre de Vanessa abriu o cu da mais jovem de novo, o dedo mindinho entrando devagar, provocando, enquanto os outros três socavam a buceta. O orgasmo veio em onda dupla: Tamara gritou primeiro, o corpo travando, a buceta pulsando e esguichando quente entre as coxas de Vanessa; a mais velha veio logo atrás, um gemido gutural, as pernas tremendo, o gozo misturando tudo num lago sujo de porra e argila no chão do atelier.
Elas não pararam. Ainda ofegantes, Tamara desceu o corpo, virou de cabeça para baixo e enfiou a cara na buceta latejante de Vanessa, chupando fundo, língua dura no clitóris, dois dedos entrando e curvando. Vanessa puxou as coxas dela para perto e devolveu o favor, sessenta-e-nove nojenta no chão, bocas mastigando buceta, cuspe e gozo escorrendo pelos queixos, barro grudando no cabelo. O cheiro era puro sexo — mulher molhada, suor, solvente, brisa salgada entrando pela janela. Vanessa enfiou a língua no cu de Tamara outra vez enquanto chupava, e a mais jovem gemeu com a boca cheia de buceta, o som vibrando.
— Isso… come meu cu enquanto eu devoro essa buceta de quarenta e dois anos — mandava Tamara entre lambidas. — Sua puta artista gostosa. Vai embora com o cu latejando de tanto me chupar. Vai.
Vanessa gozou na boca dela assim, as coxas apertando a cabeça de Tamara, o corpo inteiro se arqueando, um jorro quente que a mais jovem engoliu e lambuzou o rosto todo. Tamara veio de novo segundos depois, rebolando contra a língua que fodía o cu dela, o gozo escorrendo direto na cara suja de Vanessa. Elas rolaram juntas, se beijando, se lambendo limpas e sujas ao mesmo tempo, mãos enfiando, dedos entrando em qualquer buraco que achassem, peitos apertados, unhas arranhando até sangrar de leve a pele morena.
Finalmente, exaustas, se separaram só o bastante para Vanessa puxar Tamara para cima do cavalete baixo, ao lado da escultura de argila. Fez ela sentar na beira, pernas abertas, e ajoelhou de novo. Lambeu cada centímetro da buceta inchada e do cu vermelho, devagar agora, quase reverente, enquanto a mão direita modelava a argila da peça ao lado — coxas, monte de Vênus, o detalhe do clitóris — usando o próprio gozo de Tamara como água. Os dedos entravam na mulher e saíam para alisar a escultura, entravam de novo, sujos de barro e porra.
— Última peça — murmurou Vanessa contra a carne quente. — Você. Seu gosto. Seu cu se abrindo na minha língua. Vou levar isso na memória até Berlim.
Tamara puxou o cabelo grisalho dela, forçando mais fundo, gemendo baixo, o peito subindo e descendo. Vanessa chupou até a mais jovem tremer num orgasmo final, mais fraco, quase choroso, o corpo mole. Depois subiu, beijou a boca suja, e as duas ficaram abraçadas em pé, suadas, cobertas de cinza, o cheiro de sexo impregnado em cada poro.
Vanessa se afastou devagar, pegou a camisa que ainda faltava dobrar e a enfiou na mala aberta sobre a mesa. O zíper correu. O atelier parecia menor de repente. Tamara a observava em silêncio, os seios ainda marcados de unhas e argila, a buceta latejando descoberta.
— Dois dias — disse Vanessa, a voz baixa. — Depois some tudo.
Tamara se aproximou, passou a mão suja pelo rosto da mais velha, deixando mais uma marca cinza, e sorriu daquele jeito faminto de sempre.
— Então não fecha a mala ainda.
Vanessa olhou para a escultura terminada — o corpo de Tamara em argila ainda úmida, coxas abertas, o monte de Vênus brilhando com o gozo real que ela tinha usado de lubrificante — e sentiu o peito apertar de novo. O avião, Lisboa, Berlim, o fim do ciclo. Ela puxou Tamara pela nuca, beijou fundo uma última vez, língua suja, dentes roçando, e sussurrou contra a boca dela:
— A porta fica aberta até eu ir.
Mas quando o zíper da mala travou de vez e o silêncio desceu sobre o cheiro de barro e buceta, Tamara riu baixinho no ouvido dela e soltou a frase que revirou o chão:
— Eu comprei a outra passagem ontem, sua puta. Berlim agora tem duas escultoras.
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