Teased by the Pool: Our First Time Alone
Lucas, de 22 anos, e sua madrasta Fiona, de 38, não resistem à tesão e transam pela primeira vez na beira da piscina.
O verão na casa de veraneio da família era quente demais para disfarçar qualquer coisa. Lucas, de vinte e dois anos, entregador de aplicativo que passava o dia inteiro de moto carregando pacotes pelas ruas quentes da cidade, agora estava de férias forçadas naquela propriedade isolada. O pai tinha viajado a trabalho. Fiona, a madrasta de trinta e oito anos, dona de uma pequena loja de roupas no centro, ficara sozinha com ele pela primeira vez. Divorciada do primeiro marido há anos, ela tinha corpo de mulher madura que sabia o que queria: peitos fartos, cintura marcada, coxas firmes e aquela bunda redonda que o biquíni preto mal conseguia conter.
Ela estava deitada de bruços na espreguiçadeira de madeira à beira da piscina, óculos escuros no rosto, pele brilhando sob o sol da tarde. O fio dental do biquíni se perdia entre as nádegas, e Lucas, sentado na cadeira do outro lado do deque, não conseguia tirar os olhos. A bermuda jeans dele já apertava. Cada vez que Fiona se mexia para pegar o copo de suco ou ajustar o cabelo loiro preso num coque bagunçado, os seios se espremiam contra o tecido e ele engolia em seco.
Ela sabia. Claro que sabia. O sorriso no canto da boca dela era safado demais para ser inocente. Quando virou o rosto na direção dele, os lábios úmidos se entreabriram.
— Tá me olhando faz tempo, hein, Lucas — disse, voz baixa, rouca de sol e preguiça. — Gostou do que tá vendo?
Ele sentiu o pau latejar dentro da bermuda. A ereção já estava óbvia, o volume grosso marcando o tecido. Fiona ergueu os óculos, olhou direto pra lá e soltou uma risadinha curta.
— Nossa… já tá duro só de olhar. Vem cá.
Lucas se levantou, pernas um pouco trêmulas. O coração batia forte. Nunca tinha ficado sozinho com ela daquele jeito. Sempre tinha sido só a madrasta bonita que o pai casara anos atrás, a mulher que cheirava a perfume caro e falava com ele como se fosse um adulto de verdade. Agora o desejo queimava entre os dois sem filtro.
— Passa protetor nas minhas costas — pediu ela, estendendo o frasco. — As minhas mãos não alcançam direito.
Ele ajoelhou ao lado da espreguiçadeira. As mãos grandes e calejadas de quem carregava caixa o dia inteiro tremiam um pouco ao espremer o creme branco. Quando os dedos tocaram a pele quente e macia dela, Fiona soltou um suspiro longo. Ele espalhou o protetor devagar, deslizando das omoplatas até a curvatura da cintura, sentindo o calor irradiar. Os polegares roçaram a tira do biquíni. Ela arqueou as costas, empurrando a bunda levemente para cima.
A respiração dos dois ficou mais pesada. Lucas desceu as mãos mais um pouco, massageando a base das nádegas, e Fiona gemeu baixinho.
— Isso… assim — murmurou. Virou o rosto, olhou nos olhos castanhos dele por cima do ombro. A boca estava aberta, o olhar escuro de tesão. — Você também quer isso tanto quanto eu, né? Fala a verdade.
Lucas engoliu seco.
— Quero. Porra, Fiona, eu quero pra caralho.
Ela se virou de lado, puxou o rosto dele para baixo e beijou. A boca dela era quente, molhada, língua insistente que invadia a dele sem hesitar. O beijo derrubou qualquer barreira. Lucas gemeu contra os lábios dela, mão ainda na cintura macia, e Fiona mordeu o lábio inferior dele antes de se afastar só o suficiente para falar:
— Então para de fingir. Tira essa bermuda e me fode logo.
Ela se levantou, pés descalços no deque quente de madeira. Com um movimento rápido, desamarrou o top do biquíni. Os peitos pesados saltaram livres, mamilos escuros e duros de excitação. Depois puxou a calcinha fio dental pelas coxas e chutou para o lado. A boceta raspada brilhava de tesão, lábios inchados e molhados. Lucas ficou de joelhos na frente dela, olhando como se fosse a primeira mulher nua que via de verdade — e, de certo modo, era a primeira que importava daquele jeito.
Fiona pegou a mão inexperiente dele e guiou entre as pernas.
— Toca. Sente como eu tô molhada por sua causa.
Os dedos dele deslizaram pelos lábios úmidos, sentindo o calor, o slick que já escorria. Fiona ofegou quando ele achou o clitóris inchado e esfregou em círculos hesitantes. Ela abriu mais as pernas, empurrando o quadril contra a mão dele.
— Isso… mete o dedo. Devagar.
Lucas obedeceu, enfiando o indicador na boceta apertada e quente. Ela era molhada pra caralho, paredes macias que se contraíam. Fiona gemeu alto, mão nos cabelos dele, e depois se abaixou, puxando a bermuda e a cueca de uma vez. O pau grosso e veioso de Lucas saltou, já pingando pré-gozo na ponta. Ela se ajoelhou na frente dele ali no deque, olhou pra cima com um sorriso sujo e lambeu a cabeça toda, saboreando o gosto salgado.
— Primeira vez que alguém chupa esse pau direito? — perguntou, voz embargada de tesão, antes de engolir metade do comprimento.
Lucas gritou um gemido, mão nos cabelos loiros dela. A boca quente e molhada de Fiona descia e subia, língua girando em volta da glande, salivando farto, fazendo barulho molhado e obsceno. Ela o ensinava a gozar só com a boca, chupando fundo até a garganta afrouxar, segurando os ovos pesados, masturbando o que não cabia. Ele tremia, quadril empurrando sem querer, e ela puxava para trás só o suficiente para falar com a boca cheia de babinha:
— Geme pra mim. Deixa eu ouvir.
Ele gemeu alto, sem vergonha. O sol batia nas costas nuas dela enquanto ela chupava como se tivesse nascido pra aquilo. Quando Lucas já estava quase no limite, Fiona se afastou, string de saliva ligando a boca ao pau vermelho e brilhante.
— Deita. Agora eu monto.
Ele se jogou de costas no colchão da espreguiçadeira. Fiona subiu em cima, joelhos abertos dos dois lados das coxas dele, pegou o pau grosso com a mão e esfregou a cabeça molhada na boceta pingando antes de descer de uma vez. Os dois gemeram juntos quando ele enterrou até o fundo. Ela era quente, apertada, escorrendo nele. Ficou quieta só um segundo, se acostumando, depois começou a cavalgar com força.
Rebolava a bunda pesada, subindo e descendo no ritmo que ela controlava, peitos balançando na cara de Lucas. Ele agarrou os seios fartos com as duas mãos, apertou, chupou um mamilo enquanto ela metia o pau nele sozinha, gemendo alto demais para uma casa de veraneio vazia.
— Porra, Lucas… que pau grosso… mete fundo, assim — ela gemia, voz rouca, quadril batendo forte. — Aperta meus peitos. Isso. Mais forte.
Ele obedeceu, dedos afundando na carne macia, empurrando o quadril para cima a cada descida dela. O barulho de pele molhada batendo ecoava junto com os gemidos. Fiona se inclinava, beijava a boca dele de forma desesperada, língua suja, enquanto rebolava em círculos no pau enterrado. Cada vez que ela descia até o fundo, o clitóris raspava na base e ela tremia.
— Eu vou gozar… caralho, Lucas, eu vou gozar no seu pau — avisou, respiração curta.
Ele segurou a cintura dela com força e meteu mais fundo por baixo, sentindo as paredes da boceta dela apertarem num espasmo violento. Fiona gritou, corpo todo tensionado, gozando em cima dele, esguichando um pouco de porra fina no pau e nas bolas enquanto se contraía ritmicamente. O aperto quente e molhado puxou Lucas direto para o orgasmo. Ele enterrou até o talo, gemeu contra o pescoço dela e gozou dentro, jatos quentes e espessos enchendo a boceta dela, vazando pelas laterais enquanto ela ainda rebolava devagar, tirando até a última gota.
Ficaram assim por um tempo, ofegantes, suados, pele colada. Fiona desceu devagar do pau ainda semi-duro, a porra branca escorrendo pela coxa interna dela. Sem falar nada, os dois entraram na piscina. A água fria contrastava com o calor dos corpos. Lucas a puxou pela cintura, ela enlaçou as pernas na cintura dele, e ficaram abraçados no raso, água batendo nos peitos.
Ela riu baixo, a testa encostada na dele, ainda ofegante.
— Porra… pra primeira vez você foi bom pra caralho — elogiou, voz rouca de quem tinha gozado fundo. Os dedos dela brincavam na nuca molhada dele. — Metia gostoso, gozou dentro quente… eu ainda tô sentindo.
Lucas beijou a boca dela de novo, mais lento agora, saboreando. A mão descia pela costa dela, apertando a bunda debaixo d’água.
— Eu queria isso faz tempo — admitiu, rosto queimando de honestidade e tesão residual.
Fiona sorriu contra os lábios dele, mordiscou de leve.
— Essa foi só a primeira tarde. Tem o resto do verão inteiro… e eu ainda não te mostrei metade do que sei fazer com esse pau.
Ela passou a mão entre os corpos, envolvendo o pau dele de novo dentro da água, sentindo-o reagir devagar. O olhar dela prometia mais. O sol ainda estava alto. A casa vazia. E o desejo entre o entregador de vinte e dois anos e a madrasta de trinta e oito só tinha começado a queimar de verdade.
A mão dela apertava o pau dele debaixo d’água, subindo e descendo devagar, sentindo o sangue voltar a encher o membro ainda quente do gozo anterior. Lucas respirou fundo, a testa encostada na dela, a água da piscina batendo nos peitos pesados de Fiona. O sol da tarde ainda queimava a pele, e o cheiro de cloro misturado com suor e sexo fazia a cabeça dele girar.
— Ainda tá duro — murmurou ela, voz rouca, os dedos deslizando pela glande sensível. — Depois de gozar tanto… caralho, Lucas. Você aguenta mais?
Ele assentiu, sem conseguir falar direito. A boca dela buscou a dele de novo, beijo molhado, língua quente, enquanto ela o masturbava mais firme. O pau latejava na mão dela, e Fiona sorriu contra os lábios dele.
— Sobe. Quero te chupar de novo antes de sentar.
Eles saíram da água, corpos pingando no deque quente. Fiona empurrou Lucas de costas na espreguiçadeira de novo, ajeitou os joelhos no chão de madeira e engoliu o pau ainda salgado de porra e cloro. A boca dela descia fundo, garganta afrouxando, salivando farto, fazendo barulho molhado e obsceno. Lucas gemeu alto, mão nos cabelos loiros molhados dela, quadril subindo sem querer. Ela chupava como se tivesse fome, língua girando na cabeça, mão apertando os ovos, o outro braço segurando a base grosa.
— Porra, Fiona… sua boca… — ele ofegava, olhos semicerrados. — Assim… mais fundo.
Ela engasgou de propósito, baba escorrendo pelo queixo, olhando pra cima com o olhar sujo de quem sabia exatamente o que fazia. Quando o pau já estava vermelho e brilhante de novo, ela se levantou, virou de costas pra ele e se apoiou nas mãos no colchão da espreguiçadeira, a bunda redonda erguida, a boceta ainda escorrendo o gozo anterior misturado com a água.
— Mete. Agora. Quero sentir esse pau grosso me abrindo de novo.
Lucas se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas com as mãos calejadas e enfiou de uma vez. Os dois gemeram juntos. Ela era quente, molhada pra caralho, paredes ainda inchadas do orgasmo. Ele agarrou a cintura marcada e começou a meter fundo, quadril batendo na bunda pesada dela, o barulho de pele molhada ecoando pelo jardim vazio. Fiona rebolava pra trás, encontrando cada estocada, peitos balançando pra frente, gemendo alto demais.
— Isso… fode forte, caralho — ela gemia, voz embargada. — Aperta minha bunda. Deixa marca. Eu gosto.
Ele obedeceu, dedos afundando na carne macia, palmadas curtas que faziam a bunda tremer. Cada vez que ele enterava até o talo, Fiona soltava um gemido rouco, a boceta se contraindo no pau grosso. Lucas se inclinava sobre as costas dela, uma mão subindo pra apertar o peito farto, dedos beliscando o mamilo duro, a outra descendo pra esfregar o clitóris inchado enquanto metia.
— Tá tão apertada… porra, Fiona — ele falava no ouvido dela, respiração quente. — Sua boceta chupa meu pau… eu nunca fodi ninguém assim.
Ela riu baixo, suja, e empurrou o quadril com mais força.
— Porque ninguém te ensinou direito antes. Agora você mete gostoso… assim… mais fundo, Lucas. Me fode até eu gozar de novo.
Ele acelerou, estocadas longas e profundas, a madeira da espreguiçadeira rangendo sob eles. O suor escorria pelas costas de Fiona, o fio de porra antiga escorrendo pela coxa interna misturado com o slick novo. Lucas sentia o orgasmo subindo de novo, mas segurava, querendo sentir ela gozar primeiro. Os dedos no clitóris dela giravam rápido, e Fiona começou a tremer.
— Vou gozar… caralho, mete, mete — ela gritou, corpo tensionado. — Goza comigo… jorra dentro de novo…
As paredes da boceta dela se fecharam num espasmo violento, esguichando um pouco mais de líquido quente no pau dele. Lucas enterrou até o fundo, gemeu contra a nuca dela e gozou de novo, jatos espessos enchendo ela, vazando pelas laterais enquanto ele continuava metendo devagar, tirando até a última gota. Ficaram assim, ofegantes, ele ainda dentro, a bunda dela pressionada contra o quadril dele.
Demoraram a se separar. Quando ele saiu, a porra branca escorreu pela coxa dela, pingando no deque. Fiona se virou, puxou ele pra um beijo lento e sujo, a mão ainda no pau semi-duro, sentindo o resto do gozo.
— Ainda quer mais? — perguntou ela, sorrindo, o peito subindo e descendo rápido. — Tem o chuveiro do jardim… ou a mesa ali. Eu ainda não sentei na sua cara direito.
Lucas riu, exausto e excitado ao mesmo tempo, o corpo inteiro formigando.
— Quero. Porra, eu quero o verão inteiro.
Eles se levantaram, corpos sujos de sexo, e caminharam até a borda da piscina de novo. Fiona se sentou na beira, pernas abertas, e puxou a cabeça dele pra baixo. Lucas ajoelhou na água rasa e lambeu a boceta dela, saboreando o próprio gozo misturado com o gosto dela. A língua deslizava pelos lábios inchados, chupava o clitóris, enfiava dentro. Fiona segurava os cabelos dele, rebolava contra a boca, gemendo baixo.
— Isso… chupa limpo… caralho, que língua boa — ela ofegava. — Mete o dedo… dois… assim.
Ele obedeceu, dedos curvados dentro dela enquanto chupava. Fiona gozou de novo ali, pernas tremendo, o líquido escorrendo pelo queixo dele. Depois ela desceu pra água, o puxou pra perto e o masturbou com as duas mãos até ele gozar uma terceira vez, jatos quentes se perdendo na piscina entre os corpos.
Quando acabou, ficaram abraçados no raso de novo, a respiração calmando devagar. O sol começava a baixar, tingindo o céu de laranja. Fiona beijou o pescoço dele, os dedos brincando na nuca molhada.
— Você foi melhor do que eu imaginava — murmurou ela. — Pau grosso, mete fundo, goza quente… e ainda chupa gostoso. Vai ser um verão foda.
Lucas sorriu contra o ombro dela, exausto, o coração ainda acelerado.
— Eu não sabia que podia ser assim… com você. Sempre olhei, mas nunca pensei que…
Ela riu baixo, cortando.
— Agora sabe. E vai querer de novo amanhã. E depois de amanhã. Enquanto o seu pai não voltar.
Eles saíram da água devagar, pegaram as toalhas esquecidas no deque e se secaram um no outro, mãos ainda explorando, beijos preguiçosos. Fiona amarrou o cabelo de novo, o corpo nu brilhando, e olhou pro celular que tinha deixado na mesa de lado. A tela acesa mostrava uma mensagem recente do marido — o pai de Lucas — dizendo que o voo tinha sido antecipado e que ele chegaria ainda aquela noite, por volta das nove. Ela leu em silêncio, o polegar deslizando na tela, e bloqueou o aparelho sem dizer uma palavra.
Lucas estava de costas, dobrando a bermuda molhada, sem notar. Fiona se aproximou por trás, abraçou a cintura dele, o peito macio colado nas costas quentes.
— Vamos pra dentro — falou suave, a boca no ombro dele. — Quero tomar banho com você. E depois te foder de novo na cama grande. O resto do dia é nosso.
Ele virou o rosto, beijou ela, sorrindo bobo de tesão residual e cansaço.
— Tá. Vamos.
Eles entraram na casa de mãos dadas, o rastro de água e porra secando no deque vazio atrás deles. Fiona fechou a porta de vidro com o calcanhar, o celular ainda no bolso da toalha, a mensagem do marido guardada só pra ela. Lucas não sabia de nada. E ela não ia contar.
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