Desejo Molhado da Vizinha na Piscina
A MILF de 42 anos, Rosa, fode loucamente com o vizinho de 24 na piscina.
O sol de fim de tarde batia forte no quintal de Rosa quando ela saiu pela porta dos fundos só de biquíni. Quarenta e dois anos, divorciada há três, corpo volumoso de mulher que não se escondia: seios pesados e firmes que quase saltavam do top minúsculo, cintura marcada, bunda empinada e redonda, coxas grossas e pele bronzeada de quem tomava sol todo dia. A casa ao lado pertencia aos pais de Roman, e o menino de vinte e quatro anos — recém-formado, de férias na casa da família — costumava ajudar com a manutenção da piscina. Rosa sabia. Sabia do olhar dele há meses.
Ela se curvou sobre o filtro, de propósito, sentindo o tecido fino grudar entre as nádegas.
— Roman! Vem cá um segundo, amor — chamou, voz baixa e rouca.
Ele apareceu pelo portão lateral, sem camisa, shorts largos, peito definido ainda brilhando de suor da academia da manhã. Rosa ergueu o olhar devagar, deixando os olhos descerem pelo abdômen dele como se já o estivesse lambendo.
— O filtro travou de novo. Me ajuda?
Roman parou a dois passos. O olhar faminto desceu direto para o decote dela, para o peso dos seios que se comprimiam quando ela se inclinava, para a curva da bunda empinada. Rosa mordeu o lábio por dentro. Sentia o desejo dele queimando há tempo demais. E ela mesma já acordava molhada pensando naquela boca, naquelas mãos grandes.
Ele se ajoelhou ao lado dela para mexer no mecanismo. O braço roçou a coxa dela. Rosa não se afastou.
— Você está... diferente hoje — murmurou ele, voz rouca.
— Diferente como? — Ela virou o rosto, quase colada. — Sem camisa você fica gostoso pra caralho, Roman. Eu fico molhada toda vez que te vejo assim. Sem brincadeira. Minha calcinha fica encharcada.
Ele engoliu em seco. Os olhos escuros fixaram nos dela.
— Rosa...
Ela se endireitou devagar, água pingando das pontas do cabelo. Ao se mexer, o nó do biquíni escorregou “sem querer”. O tecido cedeu. Um mamilo escuro, duro, saltou para fora, o ar quente batendo direto na carne. Rosa não se cobriu. Ficou parada, peito erguido, olhando para ele.
— Viu? — sussurrou. — Eu quero que você olhe. Quero que você me foda. Sem ninguém saber. Só a gente. Você aguenta?
Roman não respondeu com palavras. Agarrou a cintura dela com força e a puxou para dentro da água rasa. O impacto respingou. Rosa riu baixo, já com as mãos no cós do short dele, puxando para baixo enquanto o tecido do próprio biquíni se desfazia sob os dedos ágeis. Em segundos ela estava nua na água até a cintura, seios pesados boiando, a buceta depilada e inchada visível sob a superfície clara. O pau grosso de Roman saltou livre, duro, veias saltadas, a cabeça rosada já brilhando de pré-porra.
Ela se ajoelhou na escada da piscina, água batendo nos seios, e engoliu o pau dele de uma vez. A boca quente e molhada desceu até a base, garganta abrindo, língua pressionando a veia de baixo. Roman gemeu alto, dedos enfiados nos cabelos molhados dela, puxando com força enquanto ela chupava com fome de puta faminta — saliva escorrendo pelo queixo, sons molhados e obscenos ecoando no quintal silencioso. Ela subia e descia rápido, boquete fundo, olhando para cima com os olhos marejados de tesão.
— Porra, Rosa... sua boca...
Ele a puxou para cima de repente, virou-a de costas contra a borda da piscina e enfiou de uma estocada só. O pau grosso abriu a buceta madura dela sem piedade. Rosa gritou, unhas cravando no azulejo molhado, seios batendo com a força das embocadas. Ele fodia bruto, quadris batendo na bunda dela com estalos molhados, água espirrando a cada investida. A caralha grossa entrava até o fundo, batendo no colo do útero, e Rosa gemia alto, sem vergonha.
— Isso, assim... mete forte, porra. Me usa. Me trata como a puta safada que eu sou. Sua vizinha puta de quarenta e dois anos que só quer pau novo.
Roman agarrou os seios pesados por trás, apertando os mamilos enquanto estocava mais fundo, mais rápido. O cheiro de sexo e cloro misturava no ar quente. Ele a tirou da água de uma vez, jogou-a de quatro na espreguiçadeira molhada ao lado. A madeira rangia. Rosa abriu as pernas, arqueou a coluna, bunda empinada oferecida. Ele enterrou de novo, mãos segurando a cintura larga dela, metendo com violência enquanto ela empurrava para trás encontrando cada estocada.
— Mais forte! — ela pediu, voz quebrada. — Me fode que nem puta de rua. Enche essa buceta velha de porra.
O pau entrava e saía brilhando de porra e lubrificação dela. Rosa masturbava o clitóris inchado com dois dedos, gemendo sem parar, cabelo molhado grudado no rosto. Roman puxou o cabelo dela para trás, forçando o corpo a curvar ainda mais, e fodeu até ela tremer.
Quando as pernas dela cederam, ele se deitou na espreguiçadeira e a puxou para cima. Rosa montou de frente, encaixando o pau grosso na buceta escorrendo e desceu de uma vez até o fundo. Começou a cavalgar selvagem, quadris rodando e batendo, seios pesados pulando na cara dele. Ele mordeu um mamilo, chupou forte, enquanto ela rebolava como se quisesse esmagar o pau dele por dentro.
— Goza em mim — ela ordenou, voz rouca, cavalgando mais rápido, buceta apertando em espasmos. — Enche tudo. Me marca.
O orgasmo dela veio primeiro: um grito alto, corpo travando, buceta pulsando e esguichando em volta do pau. Roman agarrou a bunda dela com as duas mãos, ergueu o quadril e gozou fundo, jatos quentes e grossos enchendo a buceta madura, porra vazando pelas laterais enquanto ela ainda tremia em cima dele.
Ficaram ofegantes, ainda conectados, o pau dele amolecendo devagar dentro dela. Rosa se inclinou, beijou a boca de Roman com possessividade, língua profunda, mordendo o lábio inferior dele. A porra escorria quente pela coxa dela, pingando na madeira.
— Isso não acaba aqui — sussurrou contra a boca dele, voz baixa e cheia de promessa. — Essa buceta agora é sua sempre que você quiser. E eu ainda tenho muita coisa suja pra te ensinar nessa casa vazia...
Eles ainda estavam encaixados, o pau semi-duro de Roman latejando dentro da buceta escorrendo de Rosa, quando ela se mexeu devagar, sentindo a porra quente escorrer pelas dobras inchadas e pingar na madeira da espreguiçadeira. O ar cheirava a cloro, suor e sexo. Ela lambeu o lábio inferior dele de novo, mordendo com fome, e sussurrou contra a boca:
— Levanta. Agora a gente vai pra dentro. Quero que você me foda no sofá da sala, na cozinha, em todo canto dessa casa vazia. Meus vizinhos já saíram pra viajar. Ninguém vai ouvir eu gritando.
Roman ergueu o quadril, ainda dentro dela, e ela gemeu baixinho sentindo o volume crescer de novo, engrossando contra as paredes quentes e molhadas. Ele a segurou pela bunda larga, levantou os dois da espreguiçadeira com ela ainda montada, o pau escorregando um pouco pra fora e depois entrando de novo com um estalo molhado. Rosa riu rouco, braços no pescoço dele, seios pesados esmagados no peito suado.
— Porra, você é forte pra caralho — murmurou, rebolando enquanto ele caminhava pela porta dos fundos, water pingando no chão de ladrilho. — Eu fico molhada só de sentir esse pau grosso me abrindo de novo. Quarenta e dois anos e eu nunca fui fudida assim. Seu pau novo é viciante, amor.
Ele a jogou no sofá da sala, o tecido macio absorvendo a água e a porra que ainda pingava da buceta dela. Rosa abriu as coxas grossas na hora, puxando os joelhos contra o peito, a fenda rosada e inchada se abrindo, lubrificação e porra misturadas brilhando sob a luz amarela do fim de tarde. Roman se ajoelhou entre as pernas dela, olhando faminto, e enfiou a língua fundo sem aviso. Rosa gritou, dedos enfiados no cabelo curto dele, empurrando a cara dele contra a buceta.
— Isso, lambe essa porra toda. Chupa o que você encheu. Eu quero sentir sua língua na minha puta madura — ela gemia, quadris rebolando na cara dele. A língua de Roman entrava e saía, chupando o clitóris inchado, dedos grossos enfiando dois de uma vez, curvando pra achar o ponto que fazia as coxas dela tremerem. Rosa gozou de novo rapidinho, um esguicho quente molhando o queixo e o peito dele, corpo arqueando no sofá, gemendo alto sem vergonha. — Aah, porra! Continua, não para...
Ele se ergueu, pau rígido balançando, veias saltadas, e enfiou de uma estocada só até o fundo. A buceta de Rosa engoliu tudo, apertando, fazendo barulho molhado a cada embocada. Roman fodia bruto, mãos segurando as coxas grossas abertas, batendo fundo, a cabeça do pau batendo no colo do útero. Rosa gritava, seios pulando pra todo lado, mamilos duros e escuros.
— Mais fundo, caralho! Me arrebenta essa buceta. Eu sou sua puta vizinha, sua MILF safada de quarenta e dois que só quer pau jovem enchendo tudo — ela falava entre gemidos, unha cravando nas costas dele. Roman inclinou e mordeu o pescoço dela, chupando forte, deixando marca, enquanto estocava mais rápido, o som de pele molhada ecoando na sala vazia. Ele puxou pra fora de repente, virou ela de quatro no sofá, bunda empinada e redonda oferecida, e enfiou de novo, mãos abrindo as nádegas pra ver o pau sumindo e saindo brilhando.
Rosa empurrava pra trás, rebolando, sentindo cada centímetro grosso abrindo ela. — Enfia o dedo no meu cu enquanto mete. Quero sentir os dois buracos cheios — pediu, voz rouca de puta. Roman obedeceu, spitou no dedo e enfiou devagar no cu apertado dela enquanto o pau martelava a buceta. Ela gritou de prazer puro, corpo tremento, cavalgando os dois dedos e o pau ao mesmo tempo. O cheiro de sexo pesava no ar quente. Ele puxou o cabelo dela pra trás com a outra mão, forçando o arco da coluna, e fodia como animal, estalos molhados, água e porra espirrando.
— Sua buceta aperta que nem virgem, Rosa... porra, você é viciante — ele gemia, voz baixa e suada. Ela riu entre gemidos, olhando por cima do ombro com olhos marejados de tesão.
— E você fode que nem macho de verdade. Goza de novo dentro. Quero mais porra escorrendo pela coxa quando eu andar pela casa. Me marca toda.
Ele tirou o pau, ajoelhou ela no chão macio do tapete, e enfiou na boca dela de novo. Rosa engoliu fundo, garganta abrindo, saliva escorrendo pelo queixo e pelos seios pendurados enquanto ele fodia a cara dela com a mesma força. Ela chupava com fome, língua rodando na cabeça, mãos massageando as bolas pesadas. Roman puxou pra fora e gozou no rosto dela, jatos quentes e grossos cobrindo a boca, o nariz, os seios. Rosa lambeu os lábios, engoliu o que pegou, e espalhou o resto nos mamilos com os dedos, olhando pra ele como se quisesse mais.
— Ainda não acabou — ela disse, ofegante, se levantando e puxando ele pela mão pro corredor. — Vem pro banheiro. Quero que você me foda no chuveiro enquanto a água lava essa porra toda só pra você encher de novo.
No box amplo, a água quente jorrou sobre os corpos. Rosa se virou de costas, mãos na parede de azulejo, bunda empinada, e Roman enfiou de uma vez, água escorrendo entre eles, o pau deslizando fácil na buceta encharcada. Ele metia fundo, mãos apertando a cintura larga, seios dela balançando e batendo na parede. Rosa gemia alto, ecoando no banheiro, dedos no clitóris inchado, rebolando pra trás.
— Isso, usa essa puta. Me fode até as pernas cederem. Eu acordo molhada todo dia pensando nesse pau — ela sussurrava, voz quebrada de prazer. Roman agarrou os seios pesados por trás, beliscando os mamilos duros, e estocou até ela gozar de novo, buceta pulsando e esguichando no pau dele. Ele gozou logo depois, jatos quentes enchendo ela de novo, porra misturando com a água e escorrendo pelas coxas grossas até o ralo.
Eles saíram ofegantes, corpos colados, e foram pro quarto dela. Rosa o empurrou na cama grande, montou de costas, cowgirl invertida, e desceu o pau grosso devagar, rebolando selvagem, bunda batendo no peito dele. Ele via tudo: a buceta engolindo, o cu apertado, a porra vazando. Mãos nas nádegas dela, ele empurrava pra cima enquanto ela cavalgava como louca, seios balançando pra frente.
— Goza mais uma vez. Enche. Eu quero dormir com sua porra dentro — ela ordenou, voz rouca, apertando o pau com a buceta madura. Roman agarrou a cintura e gozou fundo, corpo travando, enchendo ela pela terceira vez. Rosa gozou junto, gritando o nome dele, corpo inteiro tremendo, e caiu de lado, ainda com o pau latejando dentro.
Ficaram ali, suor e água e porra misturados nos lençóis. Rosa beijou o peito dele, língua no mamilo, e murmurou baixa, já com o olhar calculista:
— Amanhã de manhã cedo seus pais ainda não voltam. Eu vou deixar a porta dos fundos aberta. Você entra sem bater, me encontra nua na cozinha fazendo café só de avental. Eu quero que você me pegue de quatro no balcão, me foda até eu gritar, e depois me leve pro quintal de novo pra me encher na beira da piscina antes do sol esquentar. E se der, a gente grava no celular só pra gente ver depois... eu cavalgando esse pau grosso. Essa buceta agora é sua pra usar sempre que bater o tesão. Eu já tô planejando o que vestir — ou não vestir — pra te deixar duro o dia inteiro.
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