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Tentação Molhada na Festa à Fantasia

Selena, de 28 anos, recém-casada, fode gostoso com o enteado Dante de 22 na festa à fantasia.

14 min read October 05, 2026New

Selena ajeitou as alças finas do vestido de sereia, sentindo o tecido molhado colar ainda mais na pele quente. Aos 28 anos, recém-casada com Franklin, o executivo que comandava uma das maiores construtoras do país, ela sabia que aquela festa na mansão era para exibir status. Mas o vestido, encharcado de propósito para imitar as escamas molhadas de uma sereia, revelava demais. O pano transparente grudava nos seios pesados, marcando os mamilos escuros e duros, descia colado pela curva da cintura e abraçava a bunda redonda, mal cobrindo a calcinha minúscula por baixo. Cada passo fazia o vestido grudar entre as coxas, roçando o clitóris inchado de um jeito perigoso.

A mansão estava lotada de convidados fantasiados, luzes coloridas piscando, música alta ecoando. Selena tentava sorrir, acenar para as esposas dos sócios do marido, mas seus olhos procuravam apenas uma pessoa. E ele apareceu. Dante, o enteado de 22 anos, entrou pelo hall principal vestido de pirata: camisa branca aberta até o umbigo, revelando o peito largo, os gomos do abdômen e as tatuagens tribais que desciam pelos braços musculosos e pelo pescoço. A calça preta justa marcava as coxas grossas e o volume entre as pernas. O tapa-olho e o lenço na cabeça davam um ar selvagem que combinava perfeitamente com o olhar faminto que ele cravou nela assim que a viu.

Fazia meses que o desejo secreto os consumia. Tudo começara com olhares longos demais quando Dante voltava do banho, toalha baixa na cintura, gotas d’água escorrendo pelo corpo jovem e definido. Selena se tocava no quarto, imaginando aquela boca carnuda entre suas pernas, enquanto Franklin dormia ao lado. Dante, por sua vez, batia punheta pensando na madrasta gostosa rebolando pela casa de shortinho. Era proibido. Era traição. Era dentro da própria casa. E justamente por isso o tesão era insuportável.

Dante não disfarçou. Caminhou direto para ela, parando tão perto que Selena sentiu o cheiro dele — suor, colônia cara e algo animal. — Madrasta… você veio fantasiada pra me matar hoje? — murmurou ele, a voz rouca baixa o suficiente para só ela ouvir.

Selena sentiu um calor líquido se acumular entre as pernas. Apertou as coxas, mas o vestido molhado só piorou a fricção.

— Dante… não aqui. Seu pai está a menos de dez metros — respondeu, mas a voz saiu trêmula, traidora.

Ele sorriu de lado, aquele sorriso de quem já sabia que ia ganhar. Os dois dançaram algumas músicas rápidas, corpos se roçando “sem querer”, até que as luzes baixaram e uma música lenta começou. Dante não pediu. Simplesmente puxou Selena pela cintura e colou o corpo ao dela no meio da pista lotada.

O pau dele estava duro. Muito duro. Selena sentiu a grossura quente latejando contra sua barriga baixa, pressionando o umbigo através do tecido fino. Em vez de se afastar como uma madrasta decente faria, ela arqueou o corpo e apertou ainda mais, esfregando a buceta molhada contra a coxa dele. O vestido molhado grudava nos dois agora.

— Eu sonho todo dia em foder essa madrasta safada — sussurrou Dante no ouvido dela, a respiração quente fazendo arrepios descerem pela nuca de Selena. — Sonho em rasgar esse vestido de sereia e meter meu pau fundo nessa bucetinha que eu sei que fica encharcada pra mim.

Selena gemeu baixinho, fingindo que era parte da dança. Suas unhas cravaram no ombro tatuado dele.

— Cala a boca, Dante… — pediu, mas o tom era puro desejo. — Você não faz ideia do quanto eu fico molhada toda vez que te vejo saindo do banho. Fico olhando aquelas gotas escorrendo pelo seu tanquinho e penso em lamber cada uma… em colocar esse pau grosso na minha boca até engasgar.

O pau dele pulsou contra ela, mais duro ainda. As mãos grandes de Dante desceram até a base da coluna de Selena, quase segurando a bunda por cima do vestido. Eles estavam no meio de dezenas de pessoas, mas o mundo havia desaparecido. Só existia o desejo proibido, o risco de Franklin virar a cabeça e ver o filho com a mão praticamente dentro da calcinha da nova esposa.

— Jardim. Agora — ordenou Dante, a voz grave de quem não aguentava mais.

Selena nem hesitou. Pegou a mão dele e os dois escaparam pela porta de vidro que dava para os fundos da mansão. O jardim estava escuro, iluminado apenas pela luz azul da piscina. Atrás dela, um canto sombreado por arbustos altos e uma parede de pedra oferecia privacidade. Mal chegaram lá, Selena caiu de joelhos no gramado úmido, o vestido de sereia se sujando de terra.

Com as mãos tremendo de tesão, ela abriu o botão da calça do pirata e puxou o pau para fora. Grosso, veioso, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Selena lambeu os lábios, olhou para cima com olhos pidões e engoliu o enteado até o fundo da garganta num único movimento.

— Caralho… que boquinha gulosa, putinha da madrasta — rosnou Dante, segurando o cabelo molhado dela com força.

Selena gemeu com o pau enchendo a boca, a garganta se contraindo ao redor da grossura. Babava copiosamente, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios expostos. Chupava com fome, subindo e descendo a cabeça, girando a língua na cabeça inchada, engolindo até o nariz tocar os pelos aparados dele. Dante fodia sua boca com estocadas curtas, chamando-a de tudo que tinha direito:

— Isso, engole o pau do enteado, sua vadia casada. Olha como mama gostoso… Franklin não merece essa boca safada.

As coxas de Selena tremiam. A buceta latejava tanto que ela enfiou a própria mão por baixo do vestido e esfregava o clitóris inchado enquanto chupava. O gosto dele, o cheiro, o jeito bruto como ele puxava seu cabelo — tudo alimentava o fogo proibido que queimava dentro dela há meses.

Dante a puxou de repente, virou-a contra a parede de pedra fria e rasgou a calcinha de renda com um puxão seco. O tecido molhado rasgou fácil. Ele levantou o vestido de sereia até a cintura, expondo a bunda redonda e a buceta inchada, brilhando de tesão.

— Abre as pernas pra mim, madrasta — mandou.

Selena obedeceu, empinando a bunda. Dante meteu de uma vez, o pau grosso abrindo caminho fundo na carne quente e molhada. Ela mordeu o próprio braço para não gritar. Ele era grande, esticava tudo, batia no fundo do útero com estocadas brutais. O som molhado de carne contra carne ecoava no jardim escuro.

— Shhh… cala essa boca safada — sussurrou ele, tapando a boca dela com a mão grande enquanto metia sem piedade por trás. — Não quero que ninguém ouça a putinha do meu pai gemendo no pau do enteado.

Selena gozou pela primeira vez ali mesmo, de pé, pernas tremendo, buceta apertando o pau dele como um punho. Lágrimas de prazer escorriam pelo rosto. Dante não parou. Tirou o pau, virou-a de frente, segurou uma perna dela e levantou-a no colo como se não pesasse nada. As costas de Selena bateram na parede. As pernas dela enlaçaram a cintura tatuada dele.

Ele penetrou de frente agora, olhando nos olhos dela enquanto metia fundo. O pau entrava e saía brilhando com os cremes dela. Selena arranhava as costas dele por baixo da camisa de pirata, mordia o ombro largo para abafar os gemidos.

— Goza dentro de mim, Dante… por favor… me enche de porra quente — implorou ela, voz rouca de tesão.

Ele acelerou, batendo os quadris com força. O clitóris dela esfregava contra o osso pélvico dele a cada estocada. Quando o orgasmo veio para os dois, foi violento. Selena tremeu inteira, unhas cravadas nas costas dele, buceta pulsando e esguichando ao redor do pau grosso. Dante rosnou no ouvido dela e gozou forte, jatos quentes e grossos enchendo a madrasta até transbordar. O sêmen quente escorria pelas coxas dela enquanto ele ainda metia devagar, prolongando o prazer.

Ofegantes, suados, os dois ficaram colados por longos segundos, o pau ainda meio duro dentro dela, o sêmen misturado aos sucos dela pingando no chão. A realidade começou a voltar. Franklin estava lá dentro. A festa continuava. Alguém poderia aparecer a qualquer momento.

Dante saiu de dentro dela devagar, o pau brilhando. Selena sentiu imediatamente o calor da porra escorrendo pela buceta latejante, descendo pela parte interna da coxa. Ela ajeitou o vestido molhado e rasgado o melhor que pôde, mas a calcinha estava destruída. O cabelo desgrenhado, os lábios inchados, o cheiro de sexo — tudo gritava o que tinham acabado de fazer.

— Volta primeiro — disse Dante, guardando o pau ainda semi-duro dentro da calça. Seus olhos brilhavam com algo que não era arrependimento. — Eu vou depois. Mas isso não acabou aqui, madrasta. Essa buceta agora é minha. E eu ainda quero te foder a noite inteira.

Selena sentiu um novo latejar forte entre as pernas ao ouvir aquelas palavras. O sêmen dele continuava vazando, quente, marcando-a por dentro. Ela voltou para a festa com as pernas bambas, o coração disparado e a buceta cheia da porra proibida do enteado. Franklin acenou para ela do outro lado do salão, sorrindo, sem fazer ideia de que a esposa recém-casada acabara de ser arrombada pelo próprio filho.

Enquanto caminhava, sentindo cada passo fazer mais porra escorrer, Selena cruzou o olhar com Dante, que acabara de entrar pelo outro lado. Ele lambeu os lábios devagar, um sorriso perigoso no rosto. Ela apertou as coxas, sentindo o clitóris pulsar novamente.

A noite ainda estava longe de acabar. E o desejo que acabara de ser liberado ali no jardim escuro parecia apenas o começo de algo que nenhum dos dois conseguiria mais controlar.

Selena mal havia cruzado a porta de vidro quando o peso do que acabara de acontecer desabou sobre ela como uma onda quente. O sêmen de Dante escorria devagar pela parte interna de suas coxas, grosso e pegajoso, misturando-se aos sucos que ainda vazavam de sua buceta latejante. Cada passo fazia o vestido de sereia molhado colar mais na pele, o tecido rasgado na virilha roçando o clitóris sensível e enviando choques elétricos que a faziam morder o lábio inferior. Franklin acenava para ela do outro lado do salão, o sorriso confiante de quem comandava impérios, completamente alheio ao fato de que sua esposa recém-casada de 28 anos acabara de ser preenchida até o fundo pelo pau do próprio filho dele. Selena forçou um sorriso de volta, acenando com a mão trêmula, enquanto sua mente girava em espiral. “Ele está tão perto... se ele soubesse que a porra do Dante ainda está quente dentro de mim...”

Dante entrou pelo lado oposto, o traje de pirata amarrotado, o tapa-olho ligeiramente torto, o peito tatuado brilhando de suor sob as luzes coloridas. Seus olhos se encontraram como ímãs. Ele não sorriu dessa vez. Havia algo mais escuro ali, uma fome que não havia sido saciada. Selena sentiu a buceta contrair involuntariamente, expelindo mais um fio de porra que desceu até o calcanhar. O risco a deixava mais molhada do que nunca. Ela tentou se misturar aos convidados, conversando mecanicamente sobre fantasias e negócios, mas seu corpo traía cada palavra. Os mamilos duros marcavam o tecido transparente, e o cheiro de sexo subia sutilmente de sua pele, misturando-se ao perfume caro.

Ele se aproximou por trás durante uma mudança de música, o corpo largo colando-se ao dela disfarçadamente enquanto fingia pegar uma bebida na mesa alta. A voz rouca vibrou contra sua orelha:

— Ainda está pingando meu leite, madrasta? Eu sinto o cheiro da sua buceta daqui. Quero mais. Quero te arrombar de novo antes que meu pai perceba que a mulher dele virou uma vadia do enteado.

Selena apertou as coxas, o clitóris inchado latejando contra o tecido úmido. Seu interior gritava para ela correr, mas o tesão proibido era mais forte. “Isso é loucura. Ele tem 22 anos, eu sou a esposa do pai dele... mas Deus, como eu quero esse pau grosso me abrindo outra vez.” Ela virou o rosto ligeiramente, sussurrando de volta:

— No quarto de hóspedes do segundo andar. Dois minutos. Se alguém vir...

Dante não respondeu. Apenas apertou discretamente a bunda dela por baixo do vestido antes de se afastar. Selena esperou o tempo exato, o coração martelando no peito, sorrindo para as esposas dos sócios enquanto o sêmen continuava a vazar, marcando-a como propriedade dele. Subiu as escadas laterais fingindo ir ao banheiro, as pernas bambas, o vestido grudando nas curvas suadas. O corredor do segundo andar estava escuro, silencioso comparado ao barulho da festa. Ela empurrou a porta do quarto de hóspedes e Dante já estava lá, esperando como um animal enjaulado.

Mal a porta se fechou, ele a agarrou com força, girando-a e prensando-a contra a madeira. A boca dele tomou a dela num beijo bruto, língua invadindo fundo, as mãos grandes rasgando as alças finas do vestido de sereia até os seios pesados saltarem livres. Ele chupou um mamilo com fome, mordendo de leve, puxando com os dentes enquanto a outra mão mergulhava entre as pernas dela.

— Olha o estado dessa buceta, porra... Toda inchada, toda melada com minha porra e seu gozo de vadia — rosnou ele, enfiando dois dedos grossos sem aviso, fazendo um som obsceno de líquido.

Selena gemeu alto, as unhas cravando nos ombros tatuados dele. O vestido caiu amontoado na cintura. Ela sentia cada detalhe: os dedos dele curvando-se dentro dela, esfregando o ponto sensível, o polegar girando no clitóris inchado. “Isso é tão errado... Franklin está lá embaixo, dançando com os amigos, e eu aqui, deixando o enteado me dedar com a buceta cheia da porra dele.” O pensamento a fez gozar pela primeira vez no quarto, um orgasmo rápido e violento que a fez tremer, esguichando nos dedos dele.

Dante não deu tempo. Ele a jogou na cama king size, abriu a calça com urgência e puxou o pau grosso, veioso, ainda brilhando dos restos do primeiro encontro. A cabeça rosada latejava, pré-gozo escorrendo. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, levantou as coxas dela sobre os ombros e mergulhou a boca na buceta encharcada. A língua dele lambeu tudo — os lábios inchados, o interior pulsante, sugando a mistura cremosa de sêmen e mel que escorria.

— Caralho, que gosto bom... Estou comendo a porra do meu próprio gozo da buceta da madrasta. Você é uma puta casada tão safada, Selena.

Ela se contorceu na cama, segurando a cabeça dele com as duas mãos, rebolando contra a boca quente. Os gemidos eram abafados pela música distante da festa, mas cada lambida fazia seus olhos revirarem. O nariz dele pressionava o clitóris enquanto a língua entrava fundo, fodendo-a oralmente com precisão brutal. Selena gozou pela segunda vez, inundando a boca dele, o corpo arqueando como se levasse um choque.

— Vira, Dante... Quero chupar esse pau enquanto você me come — pediu ela, a voz rouca de desejo.

Eles se posicionaram em 69 na cama enorme. Selena engoliu o pau até a garganta, babando copiosamente, as lágrimas escorrendo enquanto o nariz batia nos pelos aparados dele. Dante, de baixo, devorava a buceta dela, enfiando a língua e dois dedos ao mesmo tempo, estapeando de leve a bunda redonda. O quarto encheu-se de sons molhados, sucção, gemidos abafados. Selena sentia o pau dele inchar na boca, a veia grossa pulsando contra sua língua. “Ele é tão grande... tão jovem e forte... Meu marido nunca me fodeu assim, com essa fome toda.”

Dante não aguentou mais. Virou-a de bruços, puxou os quadris dela para cima e meteu de uma vez, o pau grosso abrindo caminho na carne encharcada. O som foi obsceno, molhado, ecoando no quarto. Ele segurou o cabelo molhado dela como rédea, puxando enquanto estocava fundo, batendo o saco contra o clitóris.

— Toma, madrasta... Toma o pau do enteado bem fundo nessa bucetinha traidora. Franklin nunca vai te dar isso, vai? Ele não sabe que a esposa dele vira uma cachorra no cio quando vê meu tanquinho.

Selena empinava a bunda, rebolando para trás, encontrando cada estocada. O prazer era insuportável, o pau dele batendo no fundo do útero, roçando todas as paredes sensíveis. Ela gozou pela terceira vez, apertando-o como um punho, esguichando nos lençóis. Dante a virou de frente, levantou uma perna dela alto e continuou metendo, olhando nos olhos dela. O suor escorria pelos gomos do abdômen dele, pingando nos seios dela.

— Goza de novo pra mim, Selena. Quero sentir essa buceta casada me ordenhando.

Ela obedeceu, o orgasmo rasgando-a por dentro enquanto ele acelerava, os quadris batendo com força. Finalmente, Dante rosnou baixo, enterrando-se até o fundo e explodindo. Jatos grossos, quentes, potentes encheram-na novamente, transbordando ao redor do pau ainda enterrado. Ele ficou lá, pulsando, prolongando o prazer com estocadas lentas, o sêmen novo misturando-se ao antigo e escorrendo pela fenda da bunda dela.

Os dois ficaram ofegantes, colados, o pau dele amolecendo devagar dentro dela. O quarto cheirava a sexo proibido — suor, porra, buceta molhada. Por um momento, apenas a respiração pesada preenchia o ar. Então, o som de passos no corredor chegou até eles. A voz de Franklin, alta e alegre, chamando por ela do andar de baixo: “Selena? Amor, você viu o Dante? Quero apresentar vocês dois direito para uns sócios!”

A realidade caiu como um balde de água fria. Selena sentiu o pau de Dante escorregar para fora, seguido por um rio de porra quente que molhou o colchão. Seu corpo ainda tremia de prazer, a buceta inchada e sensível, mas algo se quebrou dentro do peito. O arrependimento veio devagar, viscoso como o sêmen que escorria por suas coxas. “O que eu fiz? Meu Deus, o que eu acabei de fazer?” Pensou no sorriso confiante de Franklin, no casamento de menos de um ano, na vida que ele construíra para ela. Dante era só um garoto de 22 anos, por mais musculoso e tatuado que fosse. Isso não era só tesão. Era uma bomba que destruiria tudo — o casamento, a família, a reputação. Se alguém tivesse visto. Se Franklin subisse agora e sentisse o cheiro deles no ar.

Dante se levantou, guardando o pau ainda brilhante dentro da calça, o olhar ainda faminto. Mas Selena não conseguia mais sustentar aquele olhar. Ela ajeitou o vestido destruído com mãos trêmulas, cobrindo os seios marcados por chupões, sentindo o peso pegajoso entre as pernas como uma marca indelével de traição. O prazer ainda latejava, mas agora misturado a um vazio gelado no estômago. “Isso não pode continuar. Eu traí o homem que me deu estabilidade por um desejo sujo que vai nos destruir. E o pior... parte de mim ainda quer mais.”

Ela olhou para Dante uma última vez, o rosto pálido.

— Isso foi um erro. Um erro enorme — sussurrou, a voz falhando.

Ele abriu a boca para responder, mas ela já saía do quarto, descendo as escadas com as pernas bambas, o coração apertado de dúvida e um medo que crescia a cada passo. A festa continuava lá embaixo, brilhante e falsa, enquanto dentro dela tudo desmoronava devagar. A porra do enteado ainda escorria, quente, lembrando que o prazer proibido tinha um preço que ela talvez não estivesse pronta para pagar. E, pela primeira vez desde que tudo começara, Selena sentiu que talvez nunca mais conseguisse olhar para Franklin da mesma forma. O desejo havia sido satisfeito, mas algo estava irremediavelmente errado.

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