Neve, Uma Cama e o Amigo Dele

O marido de 32 anos assiste excitado enquanto o amigo Rafael, de 34, fode sua mulher Clara com força na cama deles.

13 min read September 20, 2026New

Lorenzo, um executivo de 32 anos que passava os dias preso em reuniões virtuais, sentia o coração martelando no peito enquanto esperava na sala ao lado de Clara. Sua esposa, de 29 anos, uma mulher de curvas generosas que trabalhava como designer gráfica, tinha concordado, depois de meses de conversas cheias de tesão e hesitação, em realizar a fantasia secreta dele. Rafael, o melhor amigo de Lorenzo, um homem alto e dominante de 34 anos, chegaria a qualquer momento para passar o fim de semana na casa deles. O combinado era simples no começo: Clara flertaria abertamente. Mas o ar já estava carregado de algo muito mais perigoso.

Quando a campainha tocou, Clara se levantou do sofá com um sorriso malicioso. Ela vestia um shortinho jeans absurdamente curto, daqueles que mal cobriam a metade inferior das nádegas redondas e firmes, deixando à mostra a pele macia das coxas. A blusa de alcinha fina marcava os bicos dos seios empinados. Lorenzo sentiu o pau começar a inchar só de olhar para ela. “Comporte-se… ou não”, murmurou ele, a voz rouca de excitação e medo.

Rafael entrou com sua presença imponente, abraçando Lorenzo com força e depois puxando Clara para um beijo no rosto que demorou demais, o nariz dele roçando na pele dela. “Porra, Clara, você tá uma delícia hoje”, disse ele sem cerimônia, os olhos descendo descaradamente para o shortinho. Ela riu, girando o corpo de leve como se estivesse apenas sendo educada, mas o movimento fez o tecido subir ainda mais, revelando a curva inferior da bunda.

Enquanto Lorenzo preparava cervejas na cozinha americana, Clara começou a provocar de verdade. Ela se abaixou bem na frente de Rafael para “pegar” o controle da TV caído no tapete. O shortinho subiu completamente, mostrando a calcinha preta enfiada entre as nádegas. Rafael não disfarçou: sentou no sofá, pernas abertas, e ficou olhando, o volume na calça dele crescendo visivelmente.

Lorenzo observava tudo da cozinha, o copo tremendo na mão. Seu pau estava completamente duro agora, latejando dentro da bermuda. A humilhação era como fogo líquido na barriga — ver a própria esposa se exibindo daquele jeito para o melhor amigo —, mas o tesão era maior. ‘Ela quer ele. Olha como ela empina essa bunda… porra, eu sou um corno excitado mesmo’, pensou, apertando discretamente o pau por cima do tecido.

Clara voltou para o sofá e sentou bem perto de Rafael, a coxa encostando na dele. Eles começaram a conversar sobre besteiras, mas os olhares eram safados. Ela ria de tudo que ele dizia, jogando a cabeça para trás, deixando o pescoço exposto. Em determinado momento, passou a mão “sem querer” na coxa musculosa dele. Rafael sorriu, o tipo de sorriso que mostrava que ele já tinha entendido o jogo.

— Tá quente aqui, né? — murmurou Clara, cruzando as pernas de forma que o shortinho subisse ainda mais.

Rafael colocou a mão grande no joelho dela, apertando de leve.

— Tá ficando cada vez mais quente, Clara.

Lorenzo sentou na poltrona em frente, o pau tão duro que chegava a doer. Ele via o desejo crescendo nos olhos da esposa. Ela olhava para Rafael como não olhava para ele há muito tempo. A tensão na sala era insuportável, densa como porra prestes a jorrar.

Clara virou o rosto para o marido. O sorriso que deu foi puro pecado.

— Amor… posso? — perguntou ela, a voz doce e ao mesmo tempo suja.

Lorenzo engoliu em seco. O coração parecia que ia explodir.

— Pode — respondeu, a voz falhando de tesão. — Quero ver.

Rafael não pediu segunda permissão. Com a mão grande, agarrou a nuca de Clara e puxou ela com força. O beijo foi bruto, dominador. A boca dele devorou a dela, língua entrando fundo, chupando, mordendo o lábio inferior. Clara gemeu alto dentro da boca dele, o corpo amolecendo imediatamente. As mãos dela subiram para o peito largo de Rafael, apertando os músculos por cima da camisa.

Lorenzo assistia, paralisado, a mão dentro da bermuda apertando o próprio pau. Ver a língua do amigo invadindo a boca da sua mulher era humilhante e excitante demais. Clara se entregava, gemendo baixinho, o quadril se mexendo involuntariamente no sofá.

Quando o beijo terminou, ela estava ofegante, os lábios inchados. Inclinou-se no ouvido de Rafael e sussurrou alto o suficiente para Lorenzo ouvir:

— Quero que você me foda com força… bem na frente dele. Quero que ele veja tudo.

Rafael soltou uma risada baixa e dominadora, apertando a bunda dela por cima do shortinho.

— Sua putinha safada… você quer mesmo isso?

Lorenzo não aguentou mais. Levantou da poltrona, o pau marcando a bermuda, e se aproximou.

— Por favor… continuem — implorou, a voz tremendo. — Eu preciso ver. Vai, Clara… senta no colo dele.

Ele mesmo empurrou de leve o ombro da esposa, colocando-a no colo de Rafael. Ela montou imediatamente, o shortinho esticado sobre a boceta molhada, esfregando-se no volume enorme que sentia debaixo da calça do amigo. Os dois se beijaram de novo, agora mais ferozmente, mãos explorando. Rafael enfiou a mão por dentro do shortinho e gemeu ao sentir o quão molhada ela estava.

— Caralho, Lorenzo… sua mulher tá encharcada pra mim — provocou Rafael, olhando para o amigo enquanto enfiava um dedo grosso dentro dela.

Eles não aguentaram ficar na sala. Clara se levantou, pegou Rafael pela mão e o levou direto para o quarto do casal, o quarto onde ela dormia todas as noites ao lado do marido. Lorenzo seguiu atrás, sentindo as pernas fracas, o pau babando pré-gozo na cueca.

No quarto, Rafael tomou controle total. Jogou Clara na cama de casal, arrancou o shortinho e a blusa com brutalidade gostosa. Ela ficou só de calcinha, que ele logo puxou para o lado. O pau dele, grosso, venoso e maior que o de Lorenzo, já estava para fora, apontando para cima como uma arma. Ele virou Clara de quatro na cama, a bunda empinada bem na direção do marido, que sentou na cadeira ao lado, a poucos metros.

— Olha bem, corno — rosnou Rafael, segurando o cabelo castanho de Clara como rédea. — Vou foder sua mulher na cama de vocês.

Ele meteu de uma vez. Clara gritou de prazer quando o pau grosso a invadiu até o fundo. Rafael começou a estocar com força, o som molhado de boceta enchendo o quarto. Cada tapa de quadril contra a bunda dela fazia as carnes tremerem. Ele puxava o cabelo, arqueando as costas dela.

— Isso, toma essa rola, sua puta do amigo! Boceta boa pra caralho… você nasceu pra levar pau de homem de verdade, né vadia?

— Sim! Ai, caralho… me fode, Rafael! Mais forte! — gritava Clara, os olhos semicerrados de prazer, olhando para o marido.

Lorenzo batia punheta devagar, exatamente como Rafael mandou. Não podia gozar ainda. Via o pau do amigo desaparecer inteiro na boceta da esposa, via os sucos escorrendo pelas coxas dela, via o rosto de Clara contorcido de tesão verdadeiro. A humilhação era profunda, mas ele nunca esteve tão excitado na vida.

Rafael mudou de posição. Deitou de costas e puxou Clara para cima.

— Senta. Quero ver você rebolando pra ele.

Clara obedeceu, montando no pau grosso. Desceu devagar, sentindo cada centímetro abrindo ela. Quando estava toda empalada, começou a rebolar gostoso, o quadril fazendo círculos safados, os seios balançando. Olhava fixo nos olhos de Lorenzo enquanto cavalgava.

— Tá vendo, amor? Olha como eu rebolo no pau dele… ele é tão mais grosso… tão mais fundo… eu tô viciada já — gemeu ela, acelerando, as bolas de Rafael batendo na sua bunda.

Lorenzo gemia, a mão no próprio pau, sentindo as lágrimas de excitação e vergonha.

Rafael agarrou os quadris dela e começou a meter de baixo, forte, brutamente. O quarto cheirava a sexo, suor e boceta molhada.

— Vou gozar dentro, Clara. Vou encher essa boceta de porra quente na frente do seu marido corno.

— Goza! Goza dentro de mim! — implorou ela.

Clara gozou primeiro, gritando o nome dele a plenos pulmões:

— Rafael! Porra, Rafael, tô gozando no seu pau! Ai, caralho!

O corpo dela tremeu inteiro, a boceta apertando o pau dele como um punho. Rafael rugiu e explodiu, jatos grossos de porra quente enchendo-a até transbordar. Ficaram assim um tempo, ofegantes.

Depois, Rafael saiu de dentro dela com um ploc molhado. A porra branca escorria da boceta inchada de Clara.

— Vem cá, Lorenzo. Lambe tudo. Limpa a boceta da sua mulher que eu acabei de gozar.

Lorenzo, pau ainda duro, ajoelhou entre as pernas dela e começou a lamber. O gosto forte da porra de Rafael misturado com os sucos de Clara encheu sua boca. Ele lambeu tudo, sugando, engolindo, enquanto Clara acariciava seu cabelo com carinho humilhante.

Rafael se levantou da cama, o corpo suado brilhando, o pau ainda meio duro pingando. Deu um tapa forte na bunda de Clara, fazendo a carne tremer.

— Agora você é minha sempre que eu quiser, Clara. Entendeu? Essa boceta tem dono novo.

Clara sorriu, ainda deitada, a boceta vermelha e cheia de porra, olhando para o marido que ainda lambia.

— Entendi… — respondeu ela, a voz rouca de tanto gemer.

Rafael olhou para Lorenzo, que continuava de joelhos, boca suja de porra, e sorriu com superioridade.

— Isso foi só o começo do fim de semana, corno. Ainda tem amanhã… e depois de amanhã. Ela vai levar muito mais rola minha.

O ar do quarto ainda estava pesado de tesão não resolvido. Clara passou a mão na própria boceta, sentindo o esperma escorrer, e olhou para os dois homens com um brilho nos olhos que prometia muito mais humilhação, muito mais prazer e muitas outras posições antes que o domingo terminasse.

Clara passou a mão na própria boceta, sentindo o esperma escorrer, e olhou para os dois homens com um brilho nos olhos que prometia muito mais humilhação, muito mais prazer e muitas outras posições antes que o domingo terminasse. Ela se sentou na beira da cama, as coxas grossas ainda tremendo, e abriu as pernas devagar, deixando um fio grosso de porra branca escorrer pela fenda inchada e vermelha. O quarto cheirava a boceta molhada, suor masculino e sêmen fresco, um fedor forte que fazia o pau de Lorenzo latejar como se fosse explodir.

Rafael, ainda nu e suado, o corpo de homem de 34 anos marcado por músculos duros de quem malhava pesado, pegou o pau meio mole e bateu com ele na cara de Clara. O som molhado ecoou.

— Tá com fome ainda, sua puta? Limpa isso aqui com a boca. Quero ver você chupando o gosto da sua própria boceta safada enquanto o corno do teu marido assiste de perto.

Clara não hesitou. Aos 29 anos, com aquelas curvas de designer gráfica que passava horas sentada mas mantinha a bunda redonda e empinada, ela abriu a boca e engoliu o pau dele até o fundo. O barulho de gluck-gluck encheu o quarto enquanto ela chupava com fome, a língua girando nas veias grossas, sugando os restos de porra e suco que cobriam a rola. Rafael agarrou o cabelo castanho dela com força, fodendo sua garganta devagar, empurrando até os lábios dela encostarem na barriga.

— Isso, engole tudo, vadia. Olha pra ele, Lorenzo. Olha como tua mulher vira uma puta de garganta profunda na frente do teu nariz.

Lorenzo, o executivo de 32 anos ainda de joelhos com a boca suja de porra, sentia o estômago revirar de humilhação pura. ‘Porra, ela nunca chupou meu pau assim. Nunca babou tanto. Eu sou só o babaca que paga as contas e limpa a bagunça agora.’ Ele se aproximou mais, o pau na mão, batendo devagar como Rafael havia mandado. Via as lágrimas escorrendo pelo canto dos olhos de Clara, mas também o jeito como ela rebolava o quadril no ar, como se a boceta estivesse pedindo outra rola.

Rafael puxou o pau para fora, agora duro como pedra de novo, brilhando de saliva grossa, e jogou Clara de costas na cama. Ele levantou as pernas dela, dobrando-as contra os seios grandes, e cuspiu direto na boceta aberta.

— Vou te foder de novo, Clara. E dessa vez quero que o corno segure tuas pernas pra mim. Mostra pra ele que tu é minha agora.

Lorenzo obedeceu no mesmo instante. Suas mãos tremiam quando agarrou os tornozelos da esposa, abrindo ela ao máximo. Rafael alinhou o pau grosso, a cabeça roxa pressionando os lábios inchados, e meteu com tudo. O som foi obsceno — um ploc molhado seguido de estocadas brutais que faziam a cama ranger alto. Clara gritou, o corpo inteiro sacudindo.

— Ai, caralho! Que rola filha da puta! Tá batendo no fundo, Rafael! Mais forte, me rasga!

Cada investida fazia as carnes da bunda dela tremerem. O pau entrava e saía brilhando, carregado de porra antiga e sucos novos que escorriam até o cu dela. Lorenzo segurava as pernas com força, o rosto a menos de meio metro da ação. Ele sentia o cheiro quente subindo, via a boceta da mulher se abrindo como uma flor molhada toda vez que Rafael puxava para trás. ‘Ela tá gozando só com isso. Olha a cara dela… os olhos revirados. Eu nunca vi isso em dez anos de casamento.’

— Fala pra ele, Clara — rosnou Rafael, suando, os músculos das coxas tensionados enquanto metia sem parar. — Fala pra esse corno o que tu tá sentindo.

Clara, voz entrecortada pelos tapas de quadril, olhou direto nos olhos do marido.

— Ele é muito mais grosso, amor… tá me abrindo inteira. Tua rola não chega nem no meio disso aqui. Eu tô viciada nessa porra… vou querer todo fim de semana agora. Você vai assistir ele me comer na nossa cama, na nossa casa, enquanto tu bate punheta no canto.

Rafael riu alto, deu um tapa forte na cara interna da coxa dela e mudou de posição. Puxou Clara para a beira da cama, colocou ela de lado, uma perna levantada alto, e meteu de novo. O ângulo permitia que Lorenzo visse tudo em close: o pau venoso desaparecendo até as bolas, esticando os lábios da boceta ao limite, os sucos brancos formando espuma na base.

— Olha isso, corno. Tá vendo como tua mulher tá virando uma vadia melada? Segura o pé dela e lambe os dedos enquanto eu como.

Lorenzo chupou os dedos do pé de Clara, o gosto salgado da pele misturado ao cheiro de sexo. Rafael acelerou, o saco batendo contra a bunda dela num ritmo constante. Clara gozou de novo, o corpo inteiro convulsionando, a boceta apertando tanto que Rafael gemeu alto.

— Porra, tá ordenhando minha rola… toma, recebe mais porra, sua puta insaciável!

Ele não tirou. Explodiu dentro pela segunda vez, jatos quentes enchendo ela até transbordar. Quando puxou o pau, um rio grosso de sêmen escorreu pela boceta vermelha e escancarada, pingando no lençol que Clara dividia com o marido todas as noites.

Rafael não deu descanso. Agarrou Lorenzo pela nuca e empurrou o rosto dele direto na boceta destruída.

— Come. Come tudo que eu botei. Quero ouvir você sugando minha porra da boceta da tua mulher, corno de merda.

Lorenzo enfiou a língua fundo, o gosto forte e salgado invadindo sua boca. Ele sugava, engolia, lambia os lábios inchados, o clitóris sensível. Clara segurava a cabeça dele ali, rebolando contra o rosto do marido enquanto gemia.

— Isso, amor… limpa o que o homem de verdade deixou. Bebe a porra do Rafael como um bom corno.

Rafael, pau ainda duro, circulou a cama e ficou atrás de Lorenzo. Deu um tapa forte na bunda dele, rindo.

— Olha só pra você. De quatro, cara enfiada na boceta que eu acabei de arrombar. Patético. Mas eu ainda não terminei com ela.

Ele puxou Clara para o meio da cama, colocou ela de quatro de frente para Lorenzo e meteu de novo por trás, forte, selvagem. A cama inteira balançava. Cada estocada empurrava o rosto de Clara contra o pau do marido, que ele finalmente tirou da bermuda.

— Chupa o corno enquanto eu te como — ordenou Rafael.

Clara obedeceu, engolindo o pau pequeno de Lorenzo até o talo, mas sem o mesmo entusiasmo que tinha com Rafael. Enquanto isso, o amigo metia nela com fúria, dando tapas que deixavam a bunda dela marcada de vermelho vivo.

— Tá sentindo a diferença, Clara? Enquanto tu mama esse pauzinho, eu tô te destruindo por trás. Diz pra ele.

Ela cuspiu o pau de Lorenzo por um segundo, baba escorrendo no queixo.

— Tua rola mal enche minha boca, amor. A dele me quebra inteira. Eu sou a puta dele agora. Goza na minha cara enquanto ele termina de me encher.

Lorenzo não aguentou. Gozou fraco, jatos finos que Clara deixou cair no próprio rosto, misturando com o suor e a porra anterior. Rafael rugiu pela terceira vez, puxou o pau e ejaculou longos jatos grossos direto na boceta aberta e no cu de Clara, pintando tudo de branco.

O quarto estava uma bagunça de fluidos, lençóis encharcados, cheiro de sexo azedo. Rafael deu um último tapa na bunda de Clara, olhou para Lorenzo ainda de boca aberta, cara suja de porra e baba, e falou com desprezo total:

— Agora enfia a cara toda nessa boceta e no cu melado de porra, seu corno lambedor de leite. Limpa cada gota que eu botei na tua mulher, porque amanhã cedo eu volto pra arrombar o resto dela enquanto você filma tudo pro teu arquivo pessoal de corno oficial. Essa vadia tem dono novo e você só serve pra engolir o que sobra.

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