Degustação Proibida: Dois Desconhecidos no Porão de Vinhos

Uma sommelier de 32 anos leva no cu de um cliente rico de 38 no porão da vinícola.

10 min read September 21, 2026New

Ingrid tinha trinta e dois anos e as mãos firmes de quem vivia entre rótulos raros e rolhas caras. Àquela hora da noite o porão da vinícola de luxo era só dela: prateleiras de carvalho escuro, cheiro denso de barrica e terra úmida, a luz amarelada dos spots baixos. Ela ajeitava uma caixa de Bordeaux antiga, a saia justa de linho bege subindo um pouco demais nas coxas quando se curvava, quando ouviu os passos pesados na escada de pedra.

Roman desceu sem pressa, trinta e oito anos, terno escuro ainda aberto no colarinho, o olhar de quem tinha dinheiro demais e paciência de sobra. Disse que se perdera da festa de degustação lá em cima, mas os olhos dele já estavam pregados na curva da bunda dela, no jeito que o tecido colava. Ingrid se endireitou devagar, sentindo o peito esquentar.

— Cliente VIP se perdendo no porão? — provocou ela, a voz rouca de quem já sabia o que vinha. — Ou veio caçar algo melhor que vinho?

Ele se aproximou, o cheiro de cologne caro misturado com o da adega. O olhar faminto raspou nas pernas dela, subiu até a boca.

— Vi você de cima. Essa saia... puta que pariu. Queria te foder desde o segundo em que desci o primeiro degrau.

Ingrid lambeu o lábio inferior, o desejo súbito e proibido batendo forte entre as pernas. Nunca tinha visto aquele homem antes e já estava encharcada só de imaginar a grossura daquela porra toda ali, entre as garrafas caras.

— Então come logo. Aqui mesmo. Sem frescura.

Roman pegou uma garrafa de tinto encorpado da prateleira mais próxima, arrancou a rolha com o saca-rolhas que ela tinha deixado sobre a mesa de degustação e bebeu direto do gargalo. Passou a boca molhada de vinho para ela. Ingrid engoliu o gole quente, o líquido escorrendo um fio pelo queixo. Ela limpou com o polegar e chupou o próprio dedo, olhando nos olhos dele.

— Adoro ser usada como puta safada — sussurrou, suja, direta. — Gosto de homem que mete sem pedir licença, que me trata feito vadia barata mesmo eu estando de salto e saia de luxo.

Ele a empurrou contra as prateleiras. Garrafas tilintaram. A boca dele desceu na dela com força, língua grossa, dente raspando lábio. A mão grande escorregou por baixo da saia, subiu a parte interna da coxa e encontrou a calcinha já encharcada, o tecido colado nos lábios inchados. Roman gemeu no beijo dela ao sentir.

— Porra, tá pingando. Sua buceta tá pedindo esmola.

— Não quero só buceta — confessou Ingrid, a respiração quente contra a boca dele. — Quero sujo. Sem limite. Quero que você coma meu cu. Agora. Enfia tudo, arromba, me fode como se eu fosse puta de rua.

Roman virou ela de costas de uma vez. Levantou a saia até a cintura, puxou a calcinha para o lado e cuspiu direto no buraquinho apertado, o cuspe quente escorrendo entre as nádegas firmes. Dois dedos grossos entraram de uma vez, sem carinho. Ingrid arqueou as costas, gemeu alto, a testa batendo numa prateleira.

— Isso... mais fundo, porra. Abre esse cu.

Ele alargava, torcia os dedos, spit de novo, empurrava até os nós. O ânus dela apertava guloso, molhado de cuspe e de desejo. Ingrid empurrava o quadril para trás, pedindo.

Roman abriu a calça, tirou o pau grosso e veiaçado, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Cuspiu na própria pica, alinhou na entrada rosada e empurrou de uma vez, bem fundo, em pé, as bolas batendo na buceta dela. Ingrid gritou abafado, as unhas arranhando a madeira da prateleira. O cu ardia, esticava, engolia cada centímetro daquela porra grossa.

— Porra, que aperto de vadia — rosnou ele, socando forte, o pau saindo quase inteiro e enfiando até o fundo outra vez. — Seu cuzinho tá me chupando.

Ele a puxou para a mesa de carvalho no meio do porão, a mesma onde ela costumava abrir rótulos raros. Botou Ingrid de quatro em cima, saia amassada na cintura, peitos esmagados contra a madeira fria. Voltou a foder o cu dela com estocadas brutais, a pica sumindo inteira a cada embalo. Tapa seco na bunda esquerda, depois na direita, a carne tremendo.

— Toma no rabo, sua vadia gulosa. Engole essa pica no intestino. Quer ser arrombada? Então leva.

Ingrid gemia sem vergonha, a mão esquerda esfregando o clitóris inchado em círculos rápidos enquanto o cu recebia soco atrás de soco. O prazer sujo subia rápido, misturado com a ardência gostosa de ser esticada demais.

— Assim... fode meu cu, me usa... vou gozar com esse pau te arrombando... goza dentro, porra, enche meu rabo de porra...

Ela gozou esfregando o clitóris com força, o ânus contraindo em espasmos loucos em volta da pica dele, o corpo inteiro tremendo sobre a mesa. Roman não parou. Continuou metendo fundo, sujo, falando putaria, até que o próprio gozo subiu quente. Enterrou até as bolas e jorrou grosso, fundo no intestino dela, jato atrás de jato, o calor se espalhando lá dentro enquanto Ingrid ainda gemia e rebolava, sentindo cada pulsada.

Ele puxou o pau devagar, a pica saindo brilhante de porra e cuspe. Ficou olhando o cu dela piscar, aberto, vazando fio grosso de porra branca que escorria pela buceta e pingava na madeira da mesa. Ingrid ainda ofegava de quatro, a bunda no ar, o buraco latejando e se contraindo, tentando fechar mas ainda aberto demais, o gozo dele vazando sem pressa.

Roman passou o polegar pela borda molhada, empurrou um pouco da porra de volta para dentro e riu baixo, sujo.

— Ainda não acabei com você.

Roman ainda estava com o pau semi-duro, brilhando de porra e cuspe, quando enfiou de novo o polegar no cu aberto de Ingrid. Ela gemeu, o buraco latejando, engolindo o dedo grosso enquanto o resto do gozo escorria pela buceta inchada e pingava na madeira. Ele torceu o polegar lá dentro, espalhando a porra quente, empurrando mais fundo.

— Olha esse rabo arrombado. Ainda tá pulando de vontade. Não adianta fingir que já bastou, sua puta.

Ingrid rebolou contra a mão dele, a saia amassada subindo mais, os peitos esmagados na mesa fria do porão. O cheiro de vinho, terra úmida e sexo sujo misturava no ar denso. Ela esfregou o clitóris molhado com dois dedos, a buceta pingando, o ânus se contraindo guloso em volta do polegar.

— Me fode de novo — pediu ela, a voz rouca, sem vergonha. — Enfia essa pica até eu não conseguir fechar o cu. Quero mais porra. Quero sair daqui vazando, com o rabo arrombado e fedendo a porra de cliente rico.

Roman riu baixo, tirou o polegar e deu um tapa seco na bunda dela, a carne tremendo. Cuspiu de novo no buraco rosa, agora mais frouxo, brilhando de sêmen. Ele alinhou a cabeça grossa do pau, ainda sujo, e empurrou devagar dessa vez, sentindo cada centímetro sumir no aperto quente e escorregadio. Ingrid arqueou as costas, unhas cravando na borda da mesa, gemendo alto quando as bolas bateram de novo na buceta.

— Porra... tá mais fundo. Me arromba, Roman. Usa meu cu feito privada.

Ele segurou as nádegas dela com as duas mãos, abrindo bem, e começou a meter com força, estocadas longas e profundas que faziam as prateleiras tremerem. O pau sumia inteiro, saía quase todo coberto de porra branca e cuspe, e enfiava de novo até o fundo do intestino. Ingrid empurrava o quadril pra trás, encontrando cada soco, a buceta esfregando na madeira fria enquanto o clitóris latejava.

— Isso, leva no rabo como a vadia que você é — rosnou ele, suando, o terno ainda aberto, a camisa colada no peito. — Seu cuzinho tá engolindo tudo. Quer que eu te encha de novo? Quer gozar com porra escorrendo pela perna?

— Quero — ofegou Ingrid. — Me chupa o cu depois. Limpa com a língua. Me trata de puta barata.

Roman puxou o pau de uma vez, deixando o buraco piscar aberto, vazando fio grosso. Ajoelhou atrás dela ali mesmo, na pedra fria do porão, e enfiou a língua no ânus arrombado. Ingrid gritou, o corpo inteiro tremendo. Ele chupava fundo, lambendo a porra dele mesmo, enfiando a língua torcida, sugando o gosto amargo e salgado misturado com o cheiro dela. Dois dedos entraram na buceta encharcada ao mesmo tempo, fodendo rápido enquanto a boca trabalhava o cu.

— Porra, que delícia — gemeu ela, rebolando no rosto dele. — Chupa mais. Come essa porra do meu rabo. Sou sua puta de porão.

Ele lambeu até o cu dela brilhar limpo de novo, só o gosto residual, depois se levantou, pau duro outra vez, veias saltadas. Virou Ingrid de frente, sentou na beira da mesa e puxou ela pra cima. Ela montou de costas pra ele, saia na cintura, e desceu o cu direto na pica grossa, engolindo até o fundo num gemido longo. Roman segurou os quadris dela e meteu pra cima, socando o rabo com força enquanto ela se apoiava nas prateleiras, garrafas tilintando perigosas.

— Senta nesse pau, sua vadia gulosa. Abre o cu e rebola. Quero ver você se arrombando sozinha.

Ingrid obedeceu, subindo e descendo devagar no começo, sentindo o pau esticar as paredes do intestino, depois mais rápido, a bunda batendo nas coxas dele com estalo molhado. A mão dela desceu pra buceta, três dedos entrando enquanto o polegar esfregava o clitóris inchado. O prazer sujo subia de novo, misturado com a ardência gostosa de estar tão aberta.

— Tá me fodendo tão fundo... vou gozar de novo no seu pau — ela ofegava, suor escorrendo entre os peitos. — Enche meu cu. Jorra tudo. Quero sentir quente lá dentro outra vez.

Roman agarrou os peitos dela por cima da blusa, apertando forte, beliscando os bicos duros através do tecido. Ele metia pra cima sem piedade, o som obsceno de pele molhada ecoando no porão escuro. Ingrid gozou esguichando um pouco na mão, o ânus contraindo em espasmos violentos em volta da pica, o corpo todo tremendo, gemendo alto demais, sem se importar se alguém lá em cima ouvisse.

Ele não parou. Continuou enfiando enquanto ela ainda tremia, depois puxou ela pra baixo, de joelhos no chão de pedra. Ingrid abriu a boca na hora, chupando o pau sujo de porra e cu, a língua limpando a cabeça, descendo até as bolas. Ela engolia fundo, babando, olhando pra cima com olhos molhados de tesão.

— Chupa direito, puta. Limpa minha pica com essa boca de luxo — ordenou ele, segurando o cabelo dela. — Depois eu te fodo de novo até você não aguentar andar.

Ingrid chupava com vontade, gemendo em volta do pau, a mão esfregando o próprio cu ainda aberto e latejante. Roman puxou ela de volta pra mesa, debruçou ela de frente, peitos na madeira, e enfiou de uma vez no rabo de novo. Estocadas curtas e brutais agora, batendo fundo, a pica sumindo completa. Tapa atrás de tapa na bunda vermelha, a carne marcando.

— Toma, toma no cu. Sua vadia de vinícola. Vai sair daqui com o rabo pingando e todo mundo lá em cima vai sentir o cheiro de porra em você.

— Me usa... arromba... goza — ela gemia sem parar, a frente da coxa esfregando na borda da mesa pro clitóris. — Sou sua. Fode até acabar.

O ritmo ficou selvagem. Roman metia como se quisesse quebrar o cu dela, bolas batendo, suor escorrendo. Ingrid gozou mais uma vez, fraca, o corpo mole, só o ânus ainda apertando guloso. Ele enterrou até o fim, grunhiu alto e jorrou de novo, jatos grossos e quentes inundando o intestino dela, pulsando fundo enquanto ela rebolava pra sugar cada gota.

Ele ficou parado um tempo, pau latejando lá dentro, depois puxou devagar. O cu de Ingrid ficou aberto, redondo, vazando porra branca em fio grosso que escorria pela buceta, pela coxa interna, pingando no chão de pedra misturado com o vinho que tinha respingado antes. Ela ficou debruçada, ofegando, o buraco piscando devagar, tentando fechar mas ainda frouxo demais, latejando gostoso.

Roman passou os dedos na porra que vazava, empurrou um pouco de volta e lambeu o próprio dedo, sujo.

— Porra boa de vadia. Seu cu vai lembrar de mim amanhã.

Ingrid se endireitou devagar, a saia caindo de volta, a calcinha ainda puxada pro lado, a porra escorrendo pela perna. Ela limpou o queixo com o dorso da mão, sorriu cansada e safada, e pegou a garrafa de tinto que ele tinha aberto no começo. Bebeu um gole direto, o líquido misturando com o gosto de porra na boca.

— Cliente VIP mesmo — murmurou ela, a voz rouca. — Volta na próxima degustação. O porão continua aberto pra você arrombar o que quiser.

Roman abotoou a calça, ajeitou o colarinho, o olhar ainda faminto na bunda dela. Beijou a boca dela rápido, gostando do gosto misto, e subiu a escada de pedra sem pressa, sumindo de volta pra festa lá em cima.

Ingrid ficou sozinha no porão, o cu latejando, a porra quente ainda escorrendo. Ela ajeitou a saia, escondeu o rastro na coxa o melhor que pôde, e sorriu sozinha no escuro amarelado. O que Roman não sabia — e nunca ia descobrir naquela noite — era que a garrafa de Bordeaux antigo que ele tinha aberto e bebido com ela, a mesma cujo gosto ainda estava na língua dos dois misturado com sexo, era um rótulo falso. Ingrid tinha trocado o verdadeiro por uma cópia barata semanas antes, vendido o original por uma fortuna no mercado negro, e o dono da vinícola — o marido dela, lá em cima brindando com os outros VIPs — nunca ia perceber. O porão era o esconderijo perfeito. E agora o cu arrombado dela era só o bônus sujo de mais uma noite de degustação proibida.

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