A Divorciada da Porta ao Lado Implora por Mais
A divorciada brasileira de 38 anos implora pro personal trainer nigeriano comer ela com força.
Yara, uma divorciada brasileira de 38 anos com quadris largos, coxas grossas e uma bunda que balançava a cada passo, vivia sozinha no apartamento 402 de um prédio alto no bairro de Pinheiros, em São Paulo. O divórcio, assinado dois anos antes, tinha deixado sua buceta esquecida e seu tesão acumulado como uma panela de pressão. Logo depois que o ex-marido saiu de cena, um novo vizinho ocupou o 401: Dante, um nigeriano de 29 anos que trabalhava como personal trainer e tinha se mudado para o Brasil há apenas quatro meses atrás. Alto, pele negra reluzente, ombros largos e braços que pareciam feitos para segurar uma mulher com força, ele transformou a sacada compartilhada em um espetáculo diário.
Todas as tardes, sem falta, Dante saía para treinar ao ar livre. Vestia apenas uma bermudinha de nylon preta, fina, que mal continha o volume pesado que balançava entre as pernas. Yara fingia regar as plantas ou arrumar a cortina, mas na verdade ficava ali, escondida, devorando cada detalhe. O suor escorria pelo peito definido dele, descia pelos gomos do abdômen e molhava a cintura da bermuda. Quando ele fazia agachamentos profundos, o tecido esticava e marcava o contorno grosso do pau, uma protuberância pesada que fazia a boca de Yara salivar. “Caralho… olha o tamanho dessa coisa. Deve ser bem grosso, bem preto, bem diferente de tudo que eu já senti”, pensava ela, apertando as coxas uma na outra enquanto sentia a calcinha umedecer. Às vezes, à noite, depois de vê-lo, Yara se deitava na cama, abria as pernas e enfiava dois dedos na buceta, imaginando que era ele metendo fundo, chamando-a de vadia gostosa, gozando dentro dela. Gozava gemendo o nome dele baixinho, o corpo tremendo, mas o alívio durava pouco. O desejo só aumentava.
Dante não era cego. Ele percebia o jeito faminto como a divorciada de 38 anos olhava para seu corpo. Via os bicos dos seios dela marcando na blusa fina, o rubor nas bochechas, o modo como ela mordia o lábio inferior. Aquilo o deixava duro durante os treinos. O contraste o excitava pra caralho: uma brasileira madura, cheia de curvas, pele clara, cabelo castanho ondulado até os ombros, contra seu corpo negro, musculoso e jovem. Ele imaginava aquelas coxas grossas abertas ao redor da sua cintura, a buceta molhada engolindo seu cacete inteiro.
Naquela tarde, a chuva caiu pesada, transformando São Paulo numa cortina cinza barulhenta. Yara estava na cozinha quando ouviu o gotejar insistente. Um vazamento no teto, água escorrendo e formando uma poça no piso. “Merda, justo hoje”, resmungou. Não queria chamar o síndico. Queria uma desculpa para bater na porta ao lado. Tirou o short velho e a camiseta larga, vestiu um vestidinho leve de alcinha, daqueles que colavam no corpo quando molhados. Sem sutiã, sem calcinha. Os seios pesados balançavam livres, os mamilos já duros de expectativa. Foi até a porta de Dante e bateu.
Ele abriu rápido. Estava suado do treino, só de calça de moletom cinza baixa nos quadris, a barra do elástico marcando o V profundo que descia até o pau. O cheiro dele era de homem, suor limpo, testosterona pura. “Yara? Aconteceu alguma coisa?”, perguntou com aquele sotaque nigeriano rouco que fazia os pelos da nuca dela arrepiarem.
“Desculpa te incomodar, Dante. Tá chovendo pra caralho e apareceu um vazamento na cozinha. Você tem alguma ferramenta ou sabe como parar isso? Eu… eu não consigo parar de pensar em você hoje, pra ser sincera.” As últimas palavras saíram quase sem querer. Os olhos dela desceram pelo peito dele, pararam no volume que começava a crescer dentro do moletom.
Dante sorriu devagar, um sorriso safado que mostrava os dentes brancos contrastando com a pele escura. Fechou a porta atrás dela. “Entra. Eu dou uma olhada depois. Mas pelo jeito que você tá me olhando, o vazamento não é a única coisa molhada aí, né?”
A conversa morreu no ar. Yara sentiu o coração martelando. Estava a meio metro dele, sentindo o calor que irradiava daquele corpo. “Eu não transo desde o divórcio, Dante. Dois anos. Dois anos sem sentir um pau de verdade dentro de mim. E todo dia eu te vejo naquela sacada, seminu, suado… Eu fico molhada só de olhar. Sonho com um pau grosso de preto como o seu. Sonho com você me comendo forte, me usando, me enchendo toda.”
As palavras dela foram como gasolina. Dante deu um passo à frente, segurou a cintura dela com as duas mãos grandes, os dedos afundando na carne macia. Puxou Yara contra si. “Você quer mesmo sentir, Yara? Quer que esse preto aqui te foda do jeito que você merece? Sem frescura, sem delicadeza. Só meter fundo e te fazer gritar?”
“Quero, porra. Quero sim”, gemeu ela, a voz rouca de tesão. Levantou na ponta dos pés e o beijou com fome. A língua dela invadiu a boca dele, desesperada, enquanto as mãos grandes de Dante subiam o vestido curto e encontravam a bunda nua. Apertou forte, abrindo as nádegas, sentindo a carne farta transbordar entre os dedos. Yara soltou um gemido longo na boca dele, esfregando a buceta pelada contra o volume monstruoso que agora estava completamente duro dentro do moletom. O pau dele pulsava, quente, enorme, roçando no clitóris dela através do tecido fino. “Nossa senhora… tá tão duro… tão grande… me deixa louca.”
Ele a carregou até o sofá da sala sem esforço, jogando-a de bruços sobre as almofadas. Yara ficou de quatro imediatamente, empinando a bunda grossa, o vestido embolado na cintura. Olhou por cima do ombro, cabelo bagunçado, olhos vidrados. “Me come por trás, Dante. Enfia esse pauzão negro bem fundo na minha buceta molhada. Eu imploro, me fode com força. Quero sentir cada centímetro esticando minha bucetinha branca.”
Dante baixou o moletom. O pau saltou livre, pesado, negro, veias grossas pulsando, a cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Yara arregalou os olhos, gemendo só de ver. Ele cuspiu na mão, passou na rola e posicionou na entrada encharcada. Empurrou devagar no começo, sentindo as paredes dela se abrindo, resistindo e depois engolindo. Quando metade entrou, Yara soltou um grito agudo de prazer. “Ai, caralho! Tá me abrindo toda! Mais fundo, vai, me arromba!”
Ele segurou os quadris dela e meteu até o fundo. O som molhado de carne batendo ecoou junto com a chuva. Dante começou a socar forte, ritmado, profundo, as bolas pesadas batendo no clitóris inchado dela a cada estocada. Yara gritava, unhas cravadas no sofá. “Isso! Assim! Me come, Dante! Esse pau preto é muito melhor que o do meu ex! Mais forte, por favor! Me usa como sua puta!”
Ele metia sem parar, o suor escorrendo do peito negro e pingando nas costas dela. Depois de alguns minutos, puxou o pau para fora, virou Yara de frente, levantou as pernas grossas dela e colocou os calcanhares nos próprios ombros. A buceta ficou exposta, vermelha, aberta, pingando. Ele enfiou novamente, agora olhando nos olhos dela, socando com tudo. Os peitos grandes de Yara pulavam para cima e para baixo dentro do vestido, mamilos duros roçando no tecido. Enquanto metia sem piedade, Dante molhou dois dedos na própria saliva e enfiou devagar no cuzinho apertado dela.
“Porra, que delícia! Tá me dedando o cu enquanto me fode… Eu vou gozar, Dante! Eu sou sua! Gozei, caralho!” O orgasmo dela foi violento. A buceta apertou o pau dele como um punho, esguichando um pouco de líquido quente que molhou a barriga dele. Yara tremia, gritava, olhos revirados.
Dante não parou. Continuou metendo até sentir que não aguentava mais. Puxou o pau, colocou Yara de joelhos no tapete e segurou a cabeça dela. “Abre a boca, gostosa. Quero gozar nessa cara e nesses peitos.”
Ela abriu a boca, língua para fora, olhos brilhando de tesão. Dante bombeou o pau grosso com a mão e explodiu. Jatos grossos, brancos, quentes, acertaram a língua dela, os lábios, o queixo, descendo pelos seios pesados, pintando os mamilos. Yara gemeu, engolindo o que conseguiu, o resto escorrendo pelo corpo.
Ainda de joelhos, rosto e seios melados de porra grossa, Yara olhou para cima com os olhos ainda famintos, o peito arfando. Passou a língua nos lábios, limpando um pouco do gozo, e disse com a voz rouca: “Isso foi só o começo, Dante… Eu ainda tô pegando fogo. Minha buceta e meu cu tão latejando querendo mais. Vem pra minha casa agora. Eu quero que você me leve pra cama, me amarre, me foda de novo até eu não conseguir andar. Eu imploro por mais do seu pauzão… e não vou aceitar não como resposta.”
A chuva continuava caindo lá fora, mas o tesão entre eles estava apenas começando a se transformar em algo muito maior.
Dante olhou para Yara ainda ajoelhada, o rosto e os seios melados de porra grossa escorrendo devagar pelos mamilos duros, e sentiu o sangue voltar todo para o cacete num piscar de olhos. A divorciada de 38 anos lambeu os lábios devagar, saboreando o gosto salgado dele, os olhos castanhos cheios de uma fome que dois anos de solidão tinham transformado em desespero puro.
— Então me leva pra sua casa agora, sua vadia gulosa — rosnou ele com aquele sotaque rouco que fazia a buceta dela contrair. — Vou te amarrar na cama, abrir essas coxas grossas e te foder até você esquecer como se anda. Mas só se você implorar direitinho.
Yara se levantou trêmula, o vestidinho leve colado no corpo suado, o gozo dele pingando do queixo e caindo no chão do apartamento 401. Ela nem pensou em limpar. Queria carregar aquela marca quente enquanto atravessavam o corredor.
— Vem, Dante. Meu cu e minha buceta tão piscando pedindo mais dessa rola preta. Não aguento mais um segundo sem você dentro de mim.
Eles saíram. A chuva batia forte nas janelas do prédio em Pinheiros, abafando o som dos passos apressados. Yara abriu a porta do 402 com as mãos tremendo, o vazamento na cozinha pingando no piso, mas os dois ignoraram completamente. Ela o puxou direto para o quarto, o coração martelando, as coxas grossas roçando uma na outra e espalhando a umidade que já escorria até os joelhos. “Caralho, eu sou mesmo uma puta no cio”, pensou ela, sentindo o pau dele semi-duro roçar na sua bunda por cima do moletom enquanto andavam. “Dois anos sem macho e agora quero que esse nigeriano me destrua.”
No quarto bagunçado, lençóis amassados de tantas noites dedulhando pensando nele, Yara abriu a gaveta da mesinha e tirou quatro lenços de seda vermelhos. Entregou para Dante, os seios pesados balançando, o esperma dele ainda brilhando na pele clara.
— Amarra bem forte. Quero sentir que não consigo escapar quando você me comer. Quero ser sua puta amarrada, Dante. Me usa como quiser.
Ele sorriu, os dentes brancos contrastando com a pele negra reluzente, o peito largo ainda suado do treino anterior. Segurou os pulsos dela e os prendeu nas cabeceiras da cama de casal, esticando os braços acima da cabeça. Depois abriu as pernas grossas dela, amarrando cada tornozelo nas colunas de madeira, deixando a buceta vermelha e inchada completamente exposta, os lábios molhados brilhando, o cuzinho piscando logo abaixo. Yara puxou as amarras, testando, e o tesão subiu mais ainda ao se sentir presa, indefesa, oferecida para aquele corpo musculoso de 29 anos que parecia feito para dominar.
Dante ficou de pé ao lado da cama, baixou o moletom de novo e deixou o pauzão negro balançar pesado entre as pernas. A cabeça grossa ainda brilhava com restos de porra e lubrificação. Ele cuspiu na mão, passou devagar pela rola enquanto olhava para ela.
— Olha só pra você, divorciada safada. Buceta branca toda aberta pra um preto te arrombar. Tá pingando no colchão, caralho.
Yara puxou as cordas, os quadris se mexendo no ar, tentando alcançar o cacete que ele mantinha fora de alcance.
— Para de me provocar, porra! Enfia logo essa coisa grossa. Eu imploro, Dante. Come minha buceta, me fode forte, me faz gritar!
Ele subiu na cama, o colchão afundando com o peso, e abaixou o rosto entre as coxas dela. A língua quente e larga lambeu devagar da entrada encharcada até o clitóris inchado, chupando com fome, os sons molhados ecoando no quarto junto com a chuva. Yara arqueou as costas, os seios pulando, mamilos duros como pedra.
— Ai, caralho! Isso, chupa minha bucetinha... tua língua é quente pra porra... me come com a boca, vai!
Ele enfiou dois dedos grossos nela enquanto sugava o clitóris, depois desceu a língua até o cuzinho, lambendo em círculos lentos. Yara tremeu inteira, o orgasmo vindo rápido e violento, esguichando um pouco na cara dele. “Nossa senhora, ele tá lambendo meu cu como se fosse doce”, pensou ela, a cabeça girando. O contraste da pele negra entre suas coxas brancas a deixava ainda mais louca.
Sem dar tempo de recuperar o fôlego, Dante se posicionou, segurou o pau pela base e meteu tudo de uma vez na buceta encharcada. O som foi obsceno, carne batendo carne, as bolas pesadas estalando contra a bunda farta dela. As amarras rangiam enquanto Yara puxava, gritando.
— Isso! Me arromba! Esse pauzão negro tá me abrindo toda! Mais fundo, Dante, me fode como se eu fosse tua puta particular!
Ele socava ritmado, forte, os quadris batendo contra as coxas grossas dela, fazendo a carne balançar. O suor escorria do peito definido dele e caía nos seios dela, misturando com o gozo seco. Dante segurou os peitos pesados, apertou os mamilos, puxando enquanto metia sem parar.
— Toma, branquela gulosa. Essa buceta apertada tava pedindo um cacete de verdade. Teu ex nunca te comeu assim, né? Fala!
— Nunca! Teu pau é muito maior, muito mais grosso! Me usa, me rasga, eu sou tua vadia! Goza dentro, por favor!
Ele meteu mais uns minutos, sentindo as paredes dela apertarem de novo. Yara gozou pela segunda vez, o corpo inteiro convulsionando nas amarras, buceta esguichando ao redor da rola preta. Dante saiu de dentro dela, virou o corpo o máximo que as cordas permitiam, desamarrou os tornozelos só para virá-la de bruços, amarrando as mãos atrás das costas e deixando a bunda empinada alta.
Agora de quatro, rosto pressionado no travesseiro, Yara sentiu ele cuspir direto no cuzinho. Dois dedos grossos entraram devagar, abrindo o anel apertado enquanto o polegar massageava o clitóris.
— Quer no cu agora, né? Implora direito, Yara. Diz que quer esse pau preto te arrombar o rabo.
Ela estava rouca, o corpo latejando, mas o tesão só aumentava.
— Quero sim, caralho! Enfia no meu cu, Dante! Me fode no cu com força, me faz sentir cada veia dessa rola enorme! Eu imploro, sou tua puta, me arromba!
Ele posicionou a cabeça inchada e empurrou devagar. Yara soltou um grito longo, misto de dor e prazer, enquanto o pauzão negro entrava centímetro por centímetro no cuzinho apertado. Quando as bolas bateram contra a buceta molhada, ela já estava tremendo.
— Ai minha nossa... tá me rasgando... mas continua... mete tudo, vai!
Dante segurou os quadris largos dela com as mãos grandes, os dedos afundando na carne macia, e começou a meter com força. O ritmo era brutal, as estocadas profundas fazendo a bunda farta dela sacudir a cada impacto. O quarto cheirava a sexo cru, suor, buceta e porra. Yara gritava sem parar, as cordas marcando os pulsos, o corpo todo entregue.
— Mais forte! Me fode esse cu! Eu quero gozar com teu pau no meu rabo! Isso, negão, me usa!
Ele acelerou, uma mão descendo para esfregar o clitóris dela enquanto socava. O terceiro orgasmo de Yara foi o mais forte, o cuzinho apertando o cacete dele como um punho, o corpo sacudindo tanto que as amarras quase soltaram. Dante rosnou, puxou o pau e gozou longo, jatos grossos e quentes acertando direto dentro do cu aberto, escorrendo misturado com os sucos dela pelas coxas grossas.
Os dois caíram na cama, ele desamarrando os lenços com cuidado, puxando o corpo suado e trêmulo dela contra o peito negro. Yara, ainda ofegante, passou a mão pela barriga dele, sentindo os gomos duros, o pau meio duro ainda pingando.
— Isso foi... porra, Dante... eu nunca gozei tanto na vida. Quero que você durma aqui hoje. Quero acordar com essa rola dentro de mim de novo.
A chuva continuava caindo lá fora, implacável. Dante beijou o topo da cabeça dela, sorrindo satisfeito. Yara fechou os olhos, o corpo dolorido e completamente satisfeito, pensando que o plano tinha dado mais certo do que imaginava.
Porque o vazamento nunca tinha existido; ela mesma havia jogado três baldes de água no teto de manhã só para ter uma desculpa perfeita para implorar por aquele pau.
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