Quebra de Vontade no Vestuário do Golf
No vestiário do clube de golfe, o instrutor Marcos, de 42 anos, domina o aluno rico Lucas, de 28, com sexo bruto e porrada quente.
No vestiário luxuoso do clube de golfe exclusivo nos arredores de São Paulo, o ar condicionado mal dava conta do calor úmido que entrava pelas frestas das janelas altas. O lugar estava completamente vazio naquela tarde de meio de semana, com os armários de madeira envernizada brilhando sob a luz amarelada e os bancos largos de carvalho esperando em silêncio. Marcos, o instrutor de 42 anos, terminava de vestir a camisa polo branca que colava nos músculos peitorais desenvolvidos por anos de treino pesado e aulas diárias no campo. Seu corpo era puro poder: ombros largos, braços grossos com veias saltadas, abdômen ainda marcado por baixo do tecido e coxas que esticavam a calça branca de golfe de forma quase obscena. O volume entre as pernas era impossível de disfarçar — a rola semi-dura já começava a marcar o tecido só pela presença do novo aluno.
Lucas, o executivo rico de 28 anos que comandava uma holding de investimentos da família, vestia-se ao lado dele. O jovem sarado tinha um físico invejável, resultado de personal trainer particular e dieta rigorosa: abdômen trincado, peitoral definido e uma bunda redonda, empinada, que fazia a calça branca justa parecer uma segunda pele. Enquanto puxava o zíper, Lucas não parava de lançar olhares safados para o volume na virilha de Marcos. Seus olhos subiam e desciam, mordendo o lábio inferior sem vergonha nenhuma.
Marcos sentiu o pau pulsar dentro da cueca. Ele já tinha notado o interesse do garoto nas aulas anteriores, mas ali, sozinhos no vestiário, a tensão era elétrica. “Tá gostando do que vê, Lucas?”, perguntou com a voz grave, virando-se de frente e deixando o volume ficar ainda mais evidente.
Lucas respirou fundo, o tesão falando mais alto que o bom senso. “Caralho, Marcos… sua virilha tá marcando demais nessa calça. Dá pra ver o formato da cabeça da rola. Deve ser grossa pra caralho. Eu sempre fantasiou ser dominado por um homem mais velho e forte como você. Um macho maduro, musculoso, que me pegasse sem frescura e me fizesse sentir pequeno, usado… Quero sentir esse pau me abrindo inteiro.”
As palavras sujas saíram direto, sem filtro, e Marcos sentiu o sangue ferver. Seu pau endureceu completamente, empurrando o tecido da calça branca num volume indecente. Ele deu um sorriso safado, daqueles que prometiam encrenca, e deu um passo à frente, invadindo o espaço pessoal do executivo. O cheiro de loção pós-barba misturado com suor masculino enchia o ar entre eles.
“Então é isso que você quer, seu putinho rico? Vem pra aula de golfe só pra ficar olhando minha rola e sonhando com ela no seu cu? Se vira agora. Empina essa bunda gostosa pra eu ver como fica dentro dessa calça branca apertada. Quero ver se você obedece tão bem quanto imagina.”
Lucas não hesitou. Virou-se imediatamente, apoiando as mãos no banco de madeira e empinando a bunda de forma descarada. A calça justa esticou ao limite, marcando cada curva das nádegas firmes, o tecido sumindo no meio do rego e deixando claro o contorno da cueca fina. Marcos sentiu o controle escapar. Agarrou Lucas pela cintura com força, puxando-o contra o peito musculoso, e colou a boca na dele num beijo agressivo, molhado, quase violento. As línguas se enroscaram com fome, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto gemidos baixos escapavam das gargantas dos dois.
As rolas duras se esfregavam uma na outra por cima do tecido, criando uma fricção quente e desesperada. Marcos segurava a nuca de Lucas com uma mão, dominando o beijo, enquanto a outra descia e apertava aquela bunda empinada com vontade, os dedos afundando na carne macia. “Porra, você tá louco pra levar, né? Tá gemendo que nem uma puta só de sentir minha rola roçando na sua. Eu vou te usar pra caralho hoje, garoto. Vou te quebrar no meio desse vestiário.”
Lucas tremia de tesão, o corpo colado no do instrutor mais velho, sentindo cada músculo rígido contra si. Seus pensamentos eram um caos: Finalmente… esse macho vai me dominar de verdade. Quero sentir ele me rasgando, me chamando de putinha, me enchendo de porra. Ele gemeu alto no beijo, empurrando a bunda contra a virilha de Marcos, esfregando-se como um cachorro no cio.
O beijo ficou mais sujo, bocas se devorando, dentes mordendo lábios, respirações ofegantes. As mãos de Marcos entraram por baixo da camisa de Lucas, beliscando os mamilos duros enquanto as rolas continuavam se masturbando uma na outra através da roupa. O pré-gozo já molhava os dois tecidos, criando manchas úmidas e quentes. Os gemidos ecoavam no vestiário vazio, cada vez mais altos, mais explícitos.
Marcos não aguentou mais. Empurrou Lucas de quatro sobre o banco largo, o peito do jovem pressionado contra a madeira fria. Com um puxão bruto, rasgou a costura traseira da calça branca — o som do tecido cedendo foi obsceno, excitante. A bunda de Lucas ficou exposta, redonda, lisinha, o cu rosado piscando de expectativa. Marcos cuspiu na palma da mão, passou na rola grossa e veiauda e meteu fundo de uma vez só, sem camisinha, abrindo o cu apertado com força.
“Agora sim, putinha do golfe! Toma essa rola no seu cu apertado. Essa bunda rica foi feita pra levar porrada do instrutor.” Os tapas começaram a estalar — fortes, ritmados, a mão grande de Marcos batendo na carne e deixando marcas vermelhas que ardiam deliciosamente. Ele socava fundo, sem piedade, os quadris batendo contra a bunda com estalos molhados, as bolas pesadas batendo no períneo de Lucas. O cu quente e apertado engolia cada centímetro, pulsando em volta da rola grossa como se quisesse ordenhar.
Lucas gritava de prazer, empinando mais, pedindo com a voz rouca: “Mais forte, Marcos! Me fode com tudo! Me dá porrada, me chama de putinha… eu adoro! Quero sentir você me destruindo!” O pau dele babava pré-gozo no banco, balançando a cada estocada.
Marcos acelerou, suor escorrendo pelo peito musculoso, pingando nas costas de Lucas. Ele segurava os quadris do mais novo com força bruta, puxando-o contra si a cada investida. Depois de minutos socando assim, tirou o pau com um plop molhado, virou Lucas de frente no banco e levantou as pernas dele alto, apoiando os calcanhares nos próprios ombros. Na posição de missionário, meteu novamente, ainda mais fundo, o pau grosso roçando direto na próstata.
“Olha pra mim enquanto eu te encho, seu viado gostoso. Quero ver sua cara de puta enquanto goza.” Lucas masturbava a própria rola com desespero, a mão voando no pau duro e inchado. Os dois gemiam alto, sem controle, o banco rangendo perigosamente. O cheiro de sexo — suor, porra, cu — dominava o vestiário.
O orgasmo veio ao mesmo tempo. Marcos grunhiu como um animal, enterrando-se até o talo e jorrando jatos grossos e quentes de porra bem no fundo do cu de Lucas, enchendo-o até transbordar. Lucas urrou, a rola explodindo no próprio abdômen sarado, jatos brancos e grossos pintando os gomos do tanquinho enquanto seu cu apertava o pau do instrutor, ordenhando até a última gota.
Ofegantes, suados, ainda conectados, Lucas deslizou do banco e se ajoelhou no chão do vestiário. Olhando nos olhos de Marcos com total submissão, lambeu a rola suja — misturada de porra, lubrificação natural e gosto do próprio cu — chupando devagar, engolindo tudo com prazer evidente. A língua percorria cada veia, limpava as bolas, sugava a cabeça sensível até Marcos gemer baixo, o pau dando pequenos espasmos na boca quente.
“Boa putinha… engole tudinho”, murmurou Marcos, acariciando o cabelo dele.
Quando terminou, Lucas se levantou, ainda com gosto de porra na boca, e sorriu. “Isso foi melhor que qualquer fantasia. Quero repetir toda semana depois da aula… mas na próxima você pode me levar mais longe, me dominar de verdade.”
Marcos puxou a calça rasgada de Lucas para cima como pôde, dando um tapa final na bunda marcada. “Pode deixar. Na próxima eu tenho planos maiores pra esse cu. Agora vamos sair antes que alguém apareça e veja o estrago que eu fiz em você.”
Eles se arrumaram rápido, corpos ainda latejando, o cu de Lucas vazando porra quente por dentro da calça destruída. Saíram do vestiário com sorrisos cúmplices e passos lentos, mas o coração de ambos ainda batia forte — a tensão não tinha diminuído. Pelo contrário. Enquanto caminhavam pelo corredor, o som de vozes de outros membros se aproximando fez os dois trocarem um olhar carregado. A próxima aula, a próxima foda, já prometia ser ainda mais bruta, mais arriscada, mais suja. E nenhum dos dois queria que terminasse ali.
Marcos não resistiu ao olhar carregado que trocaram no corredor. As vozes dos outros membros do clube se aproximavam pelo corredor de mármore, mas em vez de seguir em frente ele agarrou Lucas pela nuca com a mão grande e calejada, virando o executivo de 28 anos com brutalidade e empurrando-o de volta para dentro do vestiário luxuoso. O clique da porta trancada ecoou como um tiro, selando os dois ali de novo. O ar ainda estava pesado com o cheiro de porra, suor e cu fodido do round anterior, e isso fez a rola de Marcos endurecer instantaneamente dentro da calça branca, latejando como se não tivesse acabado de gozar.
“Porra, você acha que vai sair daqui com esse cu só meio arrombado, seu putinho rico? Eu vi como você rebolou que nem uma cadela no cio. Agora a coisa vai ficar feia de verdade. Eu vou quebrar sua vontade de uma vez, Lucas. Vou te deixar mancando pra caralho e vazando minha porra pelo resto da semana”, rosnou Marcos, o instrutor de 42 anos, enquanto arrancava a própria camisa polo, revelando o peito largo, peludo no centro, os músculos peitorais inchados e os braços grossos com veias saltadas de tanto segurar tacos e alunos rebeldes.
Lucas sentiu o cu piscar involuntariamente, a porra quente do primeiro gozo escorrendo pela coxa sarada e molhando a calça rasgada que mal cobria sua bunda empinada. Aos 28 anos, comandando uma holding bilionária, ele nunca se sentiu tão pequeno e excitado. Caralho, esse macho vai me destruir de verdade agora. Eu quero sentir dor, quero que ele me use até eu virar só um buraco latejando. Meu pau já tá babando pré-gozo só de ouvir a voz dele rouca de tesão.
Ele se ajoelhou rápido no chão frio de azulejo, olhando pra cima com olhos pidões. “Me quebra então, Marcos. Me dá porrada quente nessa bunda até eu não aguentar sentar. Quero sua rola grossa me rasgando de novo, me fazendo gritar baixo pra ninguém ouvir. Eu sou seu viado particular do golfe.”
Marcos baixou a calça e a cueca de uma vez, deixando a rola saltar pesada, ainda suja dos fluidos da foda anterior, veias pulsando ao longo dos 22 centímetros de grossura brutal. A cabeça roxa brilhava, babando um fio grosso de pré-gozo. Ele segurou o pau pela base e deu dois tapas com ele no rosto de Lucas, o som molhado ecoando. “Abre essa boca de puta. Quero foder sua garganta até você engasgar com gosto de cu e porra misturados.”
Lucas obedeceu, engolindo a rola até o limite. A cabeça bateu no fundo da garganta, fazendo ele lacrimejar e saliva escorrer pelos cantos da boca, babando no queixo e pingando no peito definido. Marcos segurou o cabelo curto do executivo e começou a meter com força, quadris batendo contra o rosto dele, as bolas pesadas batendo no queixo. Cada estocada era profunda, sem piedade, fazendo a garganta de Lucas inchar visivelmente. Porra, que boca quente e molhada. Esse filhinho de papai rico vive de terno e agora tá de joelhos virando meu aspirador de rola. Vou deixar ele rouco.
Lucas pensava enquanto engasgava: Ele tá me usando como um objeto. Meu cu tá doendo de desejo. Quero mais tapas, quero ele me virando do avesso.
Depois de minutos fodendo a cara dele, Marcos puxou a rola toda babada, um longo fio de saliva ligando a cabeça ao lábio inferior de Lucas. “Levanta e apoia no banco. Empina essa bunda rica pra eu destruir.”
Lucas se posicionou de quatro sobre o banco de carvalho largo, peito pressionado na madeira, bunda empinada ao máximo. A calça rasgada foi arrancada de vez, deixando as nádegas redondas e ainda marcadas do primeiro round completamente expostas. Marcos cuspiu na mão, espalmou e começou a dar porrada quente de verdade. O primeiro tapa foi forte, a palma aberta estalando na carne firme com um som seco e alto. A bunda tremeu, a marca vermelha surgindo imediata. Depois veio outro, e mais outro, alternando lados, cada vez mais brutos. Plá! Plá! Plá! Plá!
A pele de Lucas ardia, o calor subindo pela coluna, mas o pau dele balançava duro entre as pernas, babando no chão. “Mais forte, caralho! Me bate como se eu fosse sua puta barata! Deixa minha bunda roxa, Marcos!”
Marcos grunhia a cada tapa, a mão grande deixando impressões nítidas na carne. “Olha o tanto que essa bunda rica balança. Você paga mensalidade cara pra vir aqui rebolar pra mim, né? Seu viado de luxo. Toma, toma e toma mais, porra!” Ele deu mais de vinte tapas seguidos, a bunda de Lucas ficando vermelho-escura, inchada, ardendo como fogo. Cada golpe fazia o cu piscar, expelindo um pouco da porra antiga que escorria pelas coxas musculosas.
Sem esperar, Marcos alinhou a rola grossa na entrada inchada e meteu fundo de uma vez, abrindo o cu quente com violência. O som molhado de carne contra carne encheu o vestiário. Ele segurou a cintura de Lucas com força bruta, dedos afundando na pele, e começou a socar sem ritmo, só potência. Cada estocada fazia as bolas pesadas baterem no saco de Lucas, o pau grosso roçando direto na próstata sensível. O cu apertado, mesmo depois da primeira foda, ainda resistia, pulsando em volta da rola como se quisesse sugar tudo.
“Porra, que cu guloso. Tá ordenhando minha rola que nem uma vadia experiente. Sente como eu te abro inteiro, seu puto. Essa bundinha foi feita pra levar rola de macho maduro, não pra ficar sentada em cadeira de escritório.”
Lucas gemia alto, empinando mais, empurrando contra as estocadas. O banco rangia perigosamente. Ele tá me partindo ao meio. A dor na bunda dos tapas misturada com o prazer do pau socando minha próstata tá me deixando louco. Eu quero que ele goze de novo dentro, quero transbordar.
Marcos acelerou, suor escorrendo pelo abdômen marcado e pingando nas costas de Lucas. Ele mudou de posição, tirando o pau com um ploc obsceno, virando Lucas de frente e levantando as duas pernas dele alto, apoiando os calcanhares nos ombros largos. Na posição de missionário bruto, meteu de novo, ainda mais fundo, o ângulo perfeito pra acertar a próstata a cada investida. A rola entrava e saía brilhando, o cu de Lucas cada vez mais aberto, vermelho, gapeando levemente entre as estocadas.
“Olha pra mim enquanto eu te arrombo, viado. Quero ver essa cara de puta rica enquanto você aguenta meu pau te destruindo.” Marcos deu tapas nos peitorais de Lucas, beliscando os mamilos duros, depois segurou o pescoço dele com pressão controlada, só pra mostrar quem mandava. Lucas masturbava a própria rola com desespero, a mão voando no pau inchado e roxo.
As vozes no corredor sumiram, mas o risco ainda pairava, deixando tudo mais sujo. Marcos suava profusamente, o cheiro de macho dominador misturado com o fedor de sexo cru dominando o ambiente. Ele metia cada vez mais rápido, o banco rangendo, os estalos molhados de rola entrando no cu encharcado ecoando alto.
“Eu vou encher esse cu de novo, porra. E você vai gozar sem tocar no pau, só com minha rola te fodendo como uma cadela.”
Lucas tremia inteiro, pernas tremendo nos ombros de Marcos. O prazer subiu como uma onda violenta. Seu cu apertou forte em volta da rola grossa e ele gozou sem tocar, jatos grossos e brancos explodindo no próprio abdômen trincado, pintando os gomos do tanquinho e até o peito. O cu ordenhava o pau de Marcos com contrações fortes, leiteando ele.
Marcos grunhiu como um animal, enterrando até o talo e explodindo. Jatos quentes e abundantes de porra grossa inundaram o intestino de Lucas, tanto que saiu espumando em volta da rola a cada estocada final. Ele continuou socando durante o orgasmo, prolongando o tormento, fazendo a porra transbordar e escorrer pelo rego, pingando no banco.
Quando parou, puxou a rola com um som molhado e sujo. O cu de Lucas ficou aberto, vermelho, piscando, uma verdadeira bagunça de porra escorrendo sem parar. Marcos, ainda duro, segurou a cabeça dele e enfiou a rola suja na boca mais uma vez. “Limpa tudo, seu porco. Chupa o gosto do seu próprio cu misturado com minha porra dupla.”
Lucas lambeu e chupou com devoção, língua percorrendo cada veia, sugando as bolas pesadas, engolindo os restos até a rola ficar brilhando de saliva. O instrutor deu um último tapa forte na bunda destruída, fazendo Lucas gemer com a rola na boca.
Depois de se vestirem do jeito que dava, com a calça de Lucas praticamente destruída e o cu dele ainda vazando sem controle, Marcos abriu a porta e empurrou o executivo para o corredor com um sorriso cruel. “Vai embora com esse cu arrombado, escorrendo porra pelos dois lados e marcado de tapa como a puta barata que você é, seu viado viciado em rola grossa de macho.”
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