Reencontro Ardente com o Amor que Fugiu

Aos 32 anos, a advogada negra Juliana reencontra o surfista branco Rafael e os dois se pegam com força no quarto de hóspedes.

13 min read September 15, 2026New

Juliana ajeitou o decote do vestido vermelho que marcava suas curvas generosas, sentindo o tecido colar na pele negra e macia por causa do calor da noite carioca. Aos 32 anos, ela era uma advogada respeitada em São Paulo, habituada a tribunais frios e clientes ricos, mas nada a preparara para voltar ao Rio e encarar o casamento de sua prima Tamara. A casa antiga em Santa Teresa estava lotada de familiares rindo alto, copos de caipirinha tilintando e o som de um pagode antigo saindo das caixas de som. O ar cheirava a carne na brasa e nostalgia. E foi exatamente ali, entre uma tia comentando sobre o buquê e um primo contando piada sem graça, que ela o viu.

Rafael. Trinta e quatro anos, surfista tatuado até o pescoço, cabelo bagunçado pelo vento do mar e aquele sorriso irreverente que parecia dizer “eu quebro corações e depois peço desculpa com uma piada”. Ele estava mais largo que da última vez, os braços definidos pelas horas remando ondas, as tatuagens de ondas e caveiras marinhas brilhando sob as luzes amareladas. Dez anos. Uma década desde que ele havia sumido depois de seis meses intensos de namoro, deixando apenas um bilhete idiota dizendo que “compromisso não era pra ele”.

— Olha só quem resolveu dar as caras — disse Juliana, cruzando os braços logo que ele se aproximou, o tom debochado escondendo o calor que subia pela barriga. — O rei da fuga. Achou que o mar ia te esconder pra sempre, branquelo?

Rafael riu, aquele riso grave que sempre a desarmava, e inclinou a cabeça, examinando-a de cima a baixo sem disfarce.

— Caralho, Juliana. Você virou advogada de verdade? Aquela que processa os outros? Se eu soubesse, teria deixado um endereço pra você me cobrar pensão emocional. Tá mais gostosa ainda, porra. Esse vestido tá me processando por assédio visual.

Ela não conseguiu segurar o riso. A tensão sexual chegou instantânea, palpável como o suor que brilhava no colo dele. Os olhares se prendiam mais tempo que o necessário. Juliana sentiu os mamilos endurecerem contra o tecido fino e pensou, merda, ainda basta ele me olhar desse jeito pra minha buceta lembrar de tudo. Ele, por sua vez, imaginava as coxas grossas dela apertando sua cintura como antigamente.

A conversa virou um duelo de farpas engraçadas. Ela lembrou que ele tinha medo de assumir o namoro porque “onda grande demais assusta”. Ele rebateu que ela era tão intensa que parecia advogada até na cama, cobrando orgasmo com cláusula de exclusividade. Os familiares passavam, riam das brincadeiras, achando que era só nostalgia inocente. Mas a química estava ali, grossa, fazendo o ar entre eles vibrar. Cada vez que Rafael se inclinava pra pegar uma cerveja, seu ombro roçava o dela e Juliana sentia o pau dele semi-duro roçar de leve contra sua coxa por acidente — ou não.

A brincadeira de dança começou no salão principal. Alguém ligou uma playlist de funk antigo misturado com samba e todo mundo foi obrigado a participar da “roda maluca”, onde os pares trocavam de lugar toda vez que a música parava. Juliana estava se divertindo, rebolando com graça, quando Rafael surgiu do nada, segurou sua mão com firmeza e a puxou para um canto escuro atrás de uma coluna enorme, longe das luzes coloridas.

— Vem cá, sua safada — murmurou ele, o corpo colando no dela. O cheiro dele era de sal, protetor solar e homem excitado. — Para de fingir que não tá molhada só de me ver.

Juliana riu, mas o riso saiu rouco. As mãos dele desceram até a curva da bunda dela, apertando por cima do vestido.

— Você ainda é o mesmo sem-vergonha. Lembra quando a gente transava dentro da kombi depois do surf em Itacoatiara? Eu gozando no seu colo enquanto você me chamava de pretinha delícia e o carro balançava tanto que parecia tsunami?

Rafael soltou uma gargalhada baixa, encostando a testa na dela.

— Lembro pra caralho. E você mordendo meu ombro pra não gritar e acordar os pescadores. Eu nunca parei de pensar nisso, Juliana. Nunca parei de pensar em você. Todo dia que eu pegava onda, via sua cara gemendo meu nome. Fui um covarde de merda há dez anos.

O coração dela disparou. A confissão, misturada com o humor safado, quebrou alguma barreira. Ela segurou o rosto dele, sentindo a barba por fazer arranhar os dedos.

— Eu também nunca te esqueci, seu idiota branquelo. Doía pra caralho saber que você preferiu fugir a assumir o que a gente tinha. Mas olha pra gente agora… tô com tesão só de sentir seu pau duro roçando minha barriga.

O beijo explodiu faminto. Línguas se enroscando, dentes batendo de leve, as mãos dele subindo pelas coxas dela por baixo do vestido enquanto ela apertava o volume grosso dentro da calça dele. Os dois riam entre os beijos, um riso nervoso e excitado, como adolescentes pegos no flagra. A química era explosiva, anos de saudade virando puro fogo. Juliana sentiu a calcinha encharcada e, sem pensar duas vezes, agarrou a mão dele.

— Vem. Quarto de hóspedes do fundo. Agora.

Eles atravessaram o corredor rindo baixinho, desviando de tias bêbadas e primos dançando. O quarto antigo estava vazio, iluminado só por um abajur fraco. A cama de ferro era antiga, de madeira maciça, herança da avó. Mal fecharam a porta, Juliana assumiu o comando. Empurrou Rafael com força contra a cama, fazendo ele cair de costas com um riso surpreso.

— Hoje eu mando, surfista. Tire essa camisa. Quero ver essas tatuagens todas enquanto eu cavalgo esse seu pau branco e grosso.

Rafael obedeceu rápido, olhos brilhando de tesão e divertimento. O corpo dele era uma obra: abdômen definido, peito largo, o pau saltando livre quando ela abriu o zíper — grosso, veias marcadas, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Juliana tirou o vestido num movimento só, ficando só de calcinha preta de renda. Seus seios pesados balançaram, mamilos escuros duros. Ela montou nele, puxou a calcinha pro lado e desceu devagar, sentindo cada centímetro do pau dele abrindo sua buceta apertada e molhada.

— Porra, delícia de ébano… — gemeu Rafael, as mãos grandes agarrando a bunda preta e macia dela, dedos afundando na carne firme enquanto ela começava a cavalgar com força.

Juliana rebolava duro, subindo e descendo, os seios pulando no rosto dele. O quarto encheu de sons molhados, pele batendo contra pele, os gemidos misturados com risadas.

— Cala a boca e mete pra cima, branquelo gostoso. Mostra pra essa pretinha como você aprendeu a surfar direito nesses dez anos.

Ele ria, mas obedecia, estocando pra cima, batendo fundo. O pau grosso esticava ela perfeitamente, roçando o ponto G a cada descida. Juliana dominava, cravando as unhas no peito tatuado dele, rebolando o quadril em círculos safados. O suor escorria entre os seios negros, brilhando. Ele apertava a bunda dela com força, abrindo as nádegas, um dedo atrevido roçando o cuzinho só pra provocá-la.

— Adoro comer essa pretinha apertada… caralho, você continua me engolindo inteiro, Juliana. Tá me apertando como se quisesse me prender pra sempre.

— Então não foge dessa vez, seu covarde. Mete mais fundo, branquelo. Quero sentir esse leite branco enchendo minha buceta preta.

A troca de dirty talk racializado era hilária e excitante ao mesmo tempo. Eles riam entre os gemidos, o humor tornando tudo mais íntimo, menos sério, mais deles. Juliana acelerou, quicando com vontade, o clitóris roçando no osso pélvico dele. O prazer subia rápido. Rafael virou o jogo de repente, segurando a cintura dela e virando os dois na cama. Agora ela estava de quatro, bunda empinada, o corpo negro brilhando de suor.

Ele meteu fundo de uma vez, estocadas rápidas e fortes, o saco batendo contra o clitóris inchado. A mão dele desceu num tapa sonoro na bunda preta, deixando a marca rosada.

— Toma, sua advogada safada. Isso é por ter me processado mentalmente esses dez anos.

Juliana gritou de prazer, empinando mais, rebolando contra ele.

— Mais forte, porra! Tapa nessa bunda preta enquanto você come ela direito, branquelo! Ah, caralho… tô quase…

Os tapas vinham ritmados, o pau entrando e saindo veloz, o quarto cheirando a sexo e madeira velha. O ritmo era selvagem, mas ainda havia risos entre os gemidos — ele brincando que estava “pegando a onda perfeita”, ela respondendo que “se ele gozasse antes dela ia processar por descumprimento de contrato”.

O orgasmo chegou violento. Juliana gozou primeiro, gritando o nome dele, a buceta pulsando forte ao redor do pau grosso, esguichando um pouco de tesão nas coxas dele. Rafael não aguentou: enterrou fundo, segurando a bunda dela aberta, e gozou com um gemido rouco, jatos quentes enchendo ela por dentro, o leite branco misturando com os sucos pretos dela.

Eles desabaram, ofegantes, rindo. Foi quando o estrondo aconteceu. A cama antiga, de madeira maciça, cedeu de repente — uma perna quebrou, o estrado despencou com barulho alto, deixando os dois caídos num ângulo engraçado, ainda conectados, o pau dele ainda latejando dentro dela.

— Porra, destruímos a cama da vovó! — exclamou Rafael, gargalhando tanto que o pau escapou dela, levando um fio de porra junto.

Juliana caiu na gargalhada também, o corpo nu brilhando, esperma escorrendo pela coxa negra enquanto ela tentava se levantar do colchão torto.

— Sua culpa, surfista do caralho. Sempre exagerando nas estocadas.

Ainda nua, com o peito subindo e descendo, ela olhou para ele. Rafael a puxou para um beijo lento, o olhar agora mais sério por trás do humor.

— Dessa vez eu não vou fugir mais, Juliana. Tô falando sério. Quero ver onde isso vai dar.

Ela sorriu, mas o sorriso carregava dúvida. O coração ainda batia forte, a buceta latejava com o gozo dele dentro, o corpo todo satisfeito. Porém, lá fora a festa continuava, a prima Tamara ia se casar amanhã e dez anos de abandono não sumiam com uma foda gostosa num quarto quebrado. Enquanto os dois se vestiam às pressas, ouvindo passos no corredor, Juliana sentiu a tensão voltar, mais quente e complicada do que nunca. O reencontro ardente tinha acabado de reacender tudo — e agora, o que diabos eles fariam com essa chama que não queria apagar?

Os passos no corredor se afastaram devagar, mas Juliana nem pensou em vestir a roupa. Aos 32 anos, advogada que já tinha enfrentado juízes durões em São Paulo, ela sentia a buceta latejando de novo, inchada e cheia da porra quente que escorria pela coxa negra e brilhante. O colchão torto no chão rangia baixo, a cama da vovó destruída como se tivesse levado uma onda de dez metros. Rafael, o surfista de 34 anos com o peito largo tatuado até o pescoço, ainda estava de pau meio duro, a rola branca grossa balançando suja de suco e esperma, aquele sorriso de idiota que sempre a tirava do sério.

— Porra, Juliana, a gente acabou de virar notícia de jornal: “Advogada negra e surfista branquelo quebram relíquia familiar no casamento”. Amanhã a Tamara vai perguntar por que o quarto de hóspedes tá parecendo zona de tsunami e eu vou ter que dizer que foi culpa da sua buceta apertada.

Ela soltou uma gargalhada rouca, os seios pesados balançando enquanto se aproximava. Em vez de responder com palavra, agarrou a rola dele com força, sentindo o pau engrossar na palma escura da mão. O contraste sempre a deixava molhada pra caralho — pele negra contra pele branca, a cabeça rosada pulsando entre seus dedos.

— Então cala essa boca de fugitivo e me fode de novo, branquelo. Dez anos sem sentir essa pica grossa abrindo minha xota? Eu tô pingando, olha aqui. Sua porra branca tá escorrendo toda pela minha perna preta e eu ainda quero mais. Senta nesse colchão torto e aguenta.

Rafael caiu sentado, rindo enquanto ela montava nele de novo com as coxas grossas abertas. A buceta molhada engoliu a rola de uma vez, centímetro por centímetro, esticando as paredes internas até ela sentir o saco dele batendo na bunda. Juliana rebolou forte, os quadris fazendo círculos safados, os seios pulando no rosto tatuado dele. Cada descida fazia um som molhado obsceno, porra antiga misturada com tesão novo escorrendo pelo pau e molhando as bolas.

— Caralho, pretinha delícia… você cavalga melhor que eu pego onda no Arpoador. Olha esses peitos pretos balançando na minha cara. Quero morder esses bicos escuros até você gritar.

Ele lambeu um mamilo, depois mordeu de leve, puxando com os dentes enquanto ela quicava mais rápido. Juliana cravou as unhas pintadas no peito dele, riscando as tatuagens de caveira marinha, sentindo o pau branco bater fundo no ponto que a fazia ver estrelas. Pensou, rindo por dentro, que depois de tanto tempo ainda era ridículo como o corpo dela traía tudo — a advogada séria virava uma vadia safada só de sentir aquela rola branquela esticando sua carne escura.

A cama quebrada rangeu mais, o colchão deslizando no chão de taco. Eles riram juntos, o riso misturado com gemidos, mas não pararam. Juliana virou de costas sem tirar o pau de dentro, agora de quatro sobre ele, rebolando com a bunda empinada enquanto Rafael segurava os quadris e metia pra cima. O tapa veio forte, a palma branca estalando na nádega negra, deixando uma marca rosada que ardia gostoso.

— Toma na bunda preta, sua advogada safada. Isso é por ter ficado dez anos me processando mentalmente. Rebola mais, vai, mostra como essa raba engole minha pica.

— Mais forte, seu covarde! Tapa mais, branquelo filho da puta. Quero a marca da sua mão na minha bunda enquanto você me arromba. Ah, porra… tá batendo tão fundo que eu tô sentindo no cu.

O ritmo ficou animal. Ele dava tapas ritmados, um, dois, três, a carne negra tremendo a cada impacto enquanto o pau entrava e saía brilhando. Juliana sentia o orgasmo subir de novo, a buceta apertando forte, esguichando um jato quente que molhou a barriga tatuada dele. Ela gozou gemendo alto, o corpo convulsionando, mas Rafael não deu trégua. Puxou o pau para fora com um ploc molhado e virou ela de bruços no colchão torto.

— Agora eu que mando, negona. Abre esse rabo pra mim.

Ele cuspiu na mão, passou na rola e mirou o cuzinho franzido. Juliana olhou por cima do ombro, o suor escorrendo entre os seios, o cabelo cacheado colado na testa.

— Vai com calma, surfista, faz tempo que ninguém invade esse buraco. Mas mete logo, quero sentir essa pica branca me abrindo o cu.

Rafael riu, aquele riso grave que vibrava no peito.

— Relaxa, pretinha. Eu sou profissional em entrar em lugares apertados. Vou surfar nesse rabão até você esquecer o próprio nome de advogada.

A cabeça grossa pressionou, forçando o anelzinho a ceder. Juliana mordeu o antebraço para abafar o gemido quando ele entrou devagar, centímetro por centímetro, até as bolas estarem coladas na buceta encharcada. A sensação era de ser rasgada de um jeito delicioso, o pau dele inchando ainda mais dentro do cu. Quando ele começou a estocar de verdade, ela empinou mais a bunda, pedindo com a voz rouca:

— Mais fundo, caralho! Come meu cu, branquelo. Mete essa rola grossa toda dentro dessa bunda preta. Quero sentir suas bolas batendo na minha buceta enquanto você me arromba.

Os tapas voltaram, agora na outra nádega, enquanto ele acelerava. O quarto cheirava forte a sexo, suor, madeira velha e porra. O colchão rangia perigosamente, mas eles não ligavam. Rafael segurou o cabelo cacheado dela como rédea, puxando a cabeça para trás enquanto metia selvagem, o pau saindo quase todo e voltando com força no cu apertado.

— Porra, Juliana… esse cu tá me espremendo melhor que qualquer onda. Olha como minha pica branca some inteiro nessa bunda negra. Você é uma vadia deliciosa, sabia? Advogada de dia, puta de cu aberto de noite.

Ela ria entre gemidos, o humor safado deixando tudo mais quente.

— Então me fode como puta, surfista. Não para. Quero levar porrada no rabo até amanhã. Ah, caralho… esfrega meu clitóris enquanto mete nesse cu, vai!

A mão dele desceu, dedos grossos esfregando o broto inchado enquanto o pau continuava castigando o ânus. O segundo orgasmo dela foi mais forte, o cu piscando forte ao redor da rola, ordenhando ele. Rafael rosnou, estocando mais fundo, o suor pingando das costas tatuadas nas costas negras dela.

Ele puxou o pau do cu com um gemido, a rola brilhando, vermelha e latejando. Juliana virou rápido, de joelhos no colchão bagunçado, boca aberta, língua para fora.

— Goza, branquelo. Goza na minha cara preta. Quero ver esse leite branco sujando tudo, pintando minha língua, meus olhos, meus peitos. Me marca como sua puta de casamento.

Rafael bombeou o pau com a mão, o saco encolhendo. Os jatos saíram grossos, quentes, acertando em cheio: um no lábio inferior, outro no nariz, outro direto na língua estendida. O esperma branco contrastava obscenamente com a pele escura, escorrendo pelo queixo e pingando nos mamilos duros. Ela engoliu o que caiu na boca, lambendo os lábios, rindo com os olhos brilhando de tesão sujo.

Ainda não satisfeito, ele empurrou a cabeça dela para baixo. Juliana obedeceu, chupando o pau que acabara de sair do cu dela, limpando tudo com a língua gulosa, sentindo o gosto forte e salgado. Ele gemeu, segurando a cabeça cacheada.

— Isso, limpa tudo, sua advogada vadia. Chupa o gosto do seu próprio cu na minha pica. Caralho, você é uma puta sem vergonha nenhuma.

Ela chupou até ele ficar limpo, depois se levantou, o rosto ainda lambuzado de porra, esperma escorrendo pelo queixo e pela barriga. O colchão estava destruído, o quarto um desastre, a festa lá fora ainda tocando pagode alto. Juliana pegou o vestido vermelho amassado, mas antes de vestir olhou para Rafael com um sorriso sujo, passando o dedo na porra do queixo e enfiando na boca.

— Da próxima vez que fugir, branquelo, eu vou processar esse seu cu também. Agora some daqui antes que alguém entre e veja minha cara de puta toda pintada de leite branco.

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