Vizinha Branca se Rende ao Negão do Apartamento ao Lado
A branquinha casada de 28 anos, Brigitte, se rende e vira vadia do negão musculoso Malik, seu vizinho personal trainer.
Eu me chamo Brigitte, tenho 28 anos e sou casada com Sullivan, um executivo que mal para em casa. Nosso apartamento fica num condomínio de luxo nos Jardins, em São Paulo, daqueles com piscina infinita, academia equipada e vista para os prédios iluminados. Na teoria era o sonho: mordomo, segurança, tudo perfeito. Na prática, era um tédio sufocante. Sullivan viajava três semanas por mês, me deixando sozinha com meus pensamentos, meus vibradores e uma rotina que me fazia sentir invisível. Eu malhava, nadava, lia na varanda... e nada mudava.
Até o Malik se mudar pro apartamento ao lado.
Malik tinha 32 anos e trabalhava como personal trainer. Um negão alto, de quase dois metros, ombros largos, peito definido que parecia esculpido em ébano, braços grossos de quem levanta ferro o dia inteiro e uma barriga tanquinho que brilhava de suor quando ele malhava nas áreas comuns. A primeira vez que trocamos olhares foi na piscina. Eu estava de biquíni branco, daqueles micro que mal cobrem os mamilos, tomando sol na espreguiçadeira. Ele fazia flexões no gramado, o corpo suado reluzindo sob o sol forte de São Paulo. Quando levantou, nossos olhos se prenderam. Não foi um olhar inocente. Foi daqueles que queimam. Senti um calor subir pela barriga e descer direto pra minha buceta. Ele sorriu de canto, aquele sorriso safado de quem sabe o efeito que causa, e voltou pro exercício. No corredor, dias depois, ele segurou a porta do elevador pra mim e disse baixo: “Vizinha, você tá destruindo minha concentração na academia. Essa bundinha branca balançando na esteira... caralho.”
Eu ri, nervosa, mas o elogio ficou ecoando na minha cabeça a noite toda. Sullivan estava em Dubai. Eu me deitei na cama king size, abri as pernas e comecei a me tocar pensando nele. Dois dedos na buceta molhada, imaginando aquelas mãos grandes me segurando. Gozei gemendo o nome dele pela primeira vez.
As semanas passaram e os flertes ficaram mais ousados. Nossas varandas eram separadas por uma divisória baixa de vidro. À tarde, eu saía de short de algodão e regata fina, ele aparecia sem camisa, só de bermudão. Conversávamos sobre tudo e sobre nada. Ele elogiava meu corpo sem filtro: “Brigitte, você tem umas tetas perfeitas, branquinha. Os bicos parecem pedir pra serem chupados.” Eu corava, mas respondia no mesmo tom: “E você, Malik? Esse volume na bermuda não é de academia, né? Parece que tem uma cobra aí dentro.” A tensão sexual era tão densa que dava pra cortar com faca. Eu voltava pra dentro de casa com a calcinha encharcada, trancava a porta e me masturbava pensando em ser dominada por ele. Queria sentir o peso daquele corpo negro em cima de mim, queria que ele me chamasse de vadia, de branquela, de tudo que eu nunca admiti em voz alta.
Numa tarde de calor insuportável, 34 graus e umidade alta, eu não aguentei mais. Sullivan tinha mandado mensagem que só voltaria na sexta. Tomei banho, passei óleo no corpo, vesti o shortinho jeans mais curto que eu tinha — aquele que deixava metade da bunda de fora — e um top cropped branco, sem sutiã, meus mamilos rosados marcando o tecido fino. Meu coração batia na garganta quando bati na porta dele.
Malik abriu suado, recém-saído de um treino, só de short preto de nylon que marcava o volume grosso entre as pernas. Os gominhos do abdômen brilhavam. Ele me olhou de cima a baixo, demorando nos meus peitos e nas coxas branquinhas.
— Caralho, Brigitte... você veio pra acabar comigo hoje?
Eu entrei sem ser convidada, fechei a porta e encostei na parede da sala dele. O ar-condicionado gelado contrastava com o fogo que eu sentia.
— Malik, eu passei semanas me tocando pensando em você. Eu quero isso. Quero me render. Quero que você me domine do jeito que um negão musculoso domina uma branquinha casada entediada.
Ele não respondeu com palavras. Avançou, me pegou pela nuca e me beijou com fome bruta. A língua dele era grande, quente, invadiu minha boca enquanto as mãos grandes apertavam minha cintura, descendo pra apertar minha bunda por baixo do shortinho. Eu gemi no beijo, me esfregando nele, sentindo o pau endurecendo contra minha barriga. Minhas mãos passeavam pelo peito largo, unhas arranhando a pele negra. Eu me entreguei completamente. Parei de pensar no Sullivan, no condomínio, em tudo. Só existia aquele desejo cru.
— Me mostra então — sussurrei, mordendo o lábio dele. — Me mostra o que esse pau grosso sabe fazer com uma vadia branquela como eu.
Malik me levantou no colo como se eu não pesasse nada. Minhas pernas envolveram a cintura dele. Com um puxão rasgou o top, meus seios saltaram livres. Ele lambeu um mamilo, depois o outro, chupando forte enquanto me prensava contra a parede da sala. O shortinho foi arrancado junto com a calcinha. Eu estava completamente nua, buceta molhada roçando na cabeça grossa do pau dele, que ele tinha acabado de libertar. Era enorme. Negro, veioso, com uma cabeça rosada escura e grossa que fazia minha boca salivar. Ele esfregou a rola na minha entrada, me molhando toda.
— Pede direito, Brigitte.
— Me fode, Malik. Me fode como você quiser.
Ele me empalou de uma vez. O pau grosso abriu minha buceta branca, esticando cada centímetro. Eu gritei de prazer e dor misturados, unhas cravadas nos ombros dele. Ele me fodeu de pé, contra a parede, estocadas fundas e ritmadas, o som molhado da buceta ecoando na sala. Cada vez que ele entrava até o fundo, eu sentia as bolas pesadas batendo na minha bunda. “Isso... assim... mais forte”, eu implorava.
Ele me carregou pro quarto, me jogou de bruços na cama king size dele e me puxou pela cintura, colocando de quatro. A mão grande deu o primeiro tapa forte na bunda branca. O som estalou. Depois outro, e outro. A pele ficou vermelha imediatamente.
— Olha essa bundinha branquela marcada pela minha mão. Você é uma vadia casada viciada em piroca preta, não é? Fala!
— Sou! Sou sua vadia branquela! Me come, por favor!
Ele meteu de novo, me comendo de quatro com força animal. O pau entrava inteiro, saindo quase todo e voltando com tudo. Eu gozei pela primeira vez assim, gritando o nome dele, buceta apertando a rola grossa, gozo escorrendo pelas coxas. Malik não parou. Me virou de frente, deitou e me puxou pra cima dele. Eu cavei com vontade, quicando no pau negro, sentindo ele bater no fundo do útero. Meus peitos balançavam, ele os segurava e apertava.
— Goza dentro, Malik! Me enche de porra quente! Eu quero sentir você gozando na minha buceta de casada!
Ele rosnou, me virou de novo pra quatro, segurou meu cabelo como rédea e meteu fundo. Senti o pau inchar, depois os jatos quentes explodindo dentro de mim, enchendo meu útero. Ele tirou ainda gozando e direcionou o resto pra minha cara. Porra grossa, branca contrastando com minha pele, caiu nos meus lábios, no queixo, pingando nos meus seios. Eu abri a boca, lambi o que consegui, implorando:
— Mais... me dá mais... eu quero tudo de você.
Ofegante, suada, com porra escorrendo da buceta e do rosto, eu sorri. Subi no peito largo dele, beijei os músculos suados, sentindo o coração dele batendo forte.
— Isso foi... perfeito. Eu vou voltar sempre que o Sullivan viajar. Ele volta na sexta, mas na quinta à noite ele ainda tá fora. Eu venho aqui de novo. Quero mais. Quero tudo que você quiser fazer comigo.
Malik passou a mão grande nas minhas costas, apertou minha bunda ainda marcada e respondeu com voz rouca:
— Pode vir, branquinha. A porta vai estar aberta. E da próxima vez eu vou te fazer gritar mais alto.
Eu me vesti com o que restou das roupas — o shortinho rasgado mal cobria nada. Saí do apartamento dele com as pernas tremendo, a buceta latejando, o gozo quente dele escorrendo pela parte interna das coxas e molhando o short. Fechei a porta do meu apartamento, encostei na parede da sala e respirei fundo. O cheiro dele ainda estava em mim. O gosto da porra ainda na língua. Eu sorri, passei os dedos na coxa, recolhi um pouco do sêmen e levei à boca.
Isso não ia parar. Eu sabia que na próxima vez ia querer arriscar mais, deixar ele me foder na varanda, deixar ele me usar do jeito que quisesse. Meu corpo já pertencia ao negão do apartamento ao lado. E quando o celular vibrou em cima da mesa e vi o nome de Sullivan na tela, meu coração deu um salto. A tensão só estava começando.
Eu atendi o telefone com a respiração ainda ofegante, o corpo suado e a buceta latejando forte, sentindo o gozo grosso do Malik escorrendo devagar pela parte interna das minhas coxas branquinhas e molhando o shortinho rasgado que eu mal havia conseguido vestir.
— Oi, amor. Chegou bem em Dubai? — perguntei, tentando disfarçar o tom rouco de quem tinha passado a última hora gritando como uma vadia.
Sullivan começou a falar sobre a reunião, o calor insuportável de lá e como sentia minha falta. Eu encostei na parede da sala, apertando as pernas uma contra a outra para sentir melhor o sêmen dele deslizando, quente e pegajoso. “Se você soubesse que acabei de levar uma foda brutal do negão do lado e que minha buceta ainda está aberta e cheia da porra dele, você surtaria”, pensei, mordendo o lábio inferior enquanto um arrepio subia pela espinha. Respondi com monossílabos carinhosos, fingindo interesse, mas minha mente estava na sensação das mãos grandes dele apertando minha cintura, no jeito como aquele pau veioso tinha me esticado até o limite. Desliguei prometendo que ia me cuidar e, assim que a chamada terminou, passei dois dedos na coxa, recolhi um pouco daquela porra branca e levei à boca, chupando devagar, saboreando o gosto salgado enquanto meu clitóris pulsava de novo.
Os dias seguintes foram uma tortura deliciosa de expectativa. Eu malhava na academia do condomínio só para cruzar com ele. Malik estava sempre lá, treinando clientes, o corpo negro reluzente de suor, os ombros largos flexionando, a bermuda marcando aquele volume pesado que eu já sabia que cabia inteiro dentro de mim. Ele me olhava de canto, aquele sorriso safado, e eu voltava pra casa com a calcinha encharcada, me tocando no chuveiro imaginando a próxima vez. Sullivan mandava mensagens carinhosas de viagem, e eu respondia com fotos inocentes da piscina, enquanto planejava exatamente como ia me entregar ainda mais.
Na quinta à noite, com Sullivan confirmado só para a manhã seguinte, eu me preparei como uma puta em missão. Tomei banho com óleo de amêndoas, passei nos seios, na barriga, entre as coxas e no cuzinho, imaginando as mãos dele espalhando aquilo. Escolhi um baby-doll curto de renda branca, transparente, que deixava meus mamilos rosados visíveis e mal cobria a metade inferior da bunda. Sem calcinha, sem sutiã. Meu coração batia tão forte que parecia querer sair pela garganta quando bati na porta dele.
Malik abriu suado, recém-saído de um treino em casa, só de short de nylon preto. O cheiro dele, masculino e almiscarado, me acertou como um soco. Ele não disse nada. Simplesmente me puxou pela nuca, fechou a porta com um chute e me beijou com violência, a língua grande invadindo minha boca enquanto as mãos subiam por baixo do baby-doll e apertavam meus seios com força, torcendo os bicos até eu gemer alto.
— Caralho, Brigitte… você tá cheirando a puta no cio. Veio pronta pra levar no cu hoje, né? — rosnou ele contra meus lábios, descendo uma mão e enfiando dois dedos grossos direto na minha buceta encharcada.
Eu arfei, rebolando contra a mão dele, sentindo os dedos me abrirem.
— Quero tudo hoje, Malik. Quero que você me use até eu não conseguir andar. Me chama de vadia, de branquela, de tudo. Eu sou sua.
Ele me arrastou para o sofá, me fez ajoelhar entre suas pernas e puxou o short para baixo. A piroca saltou, pesada, negra, com veias grossas pulsando e a cabeça rosada escura já babando pré-gozo. Eu segurei com as duas mãos, admirando o contraste da minha pele clara contra aquela carne escura, e comecei a chupar com fome. Lambi das bolas pesadas até a glande, engoli o máximo que consegui, engasgando quando ele segurou meu cabelo loiro e forçou mais fundo. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, baba escorria pelo queixo e pingava nos meus peitos, mas eu não parava. O som molhado da minha garganta sendo fodida enchia a sala.
— Isso, engole o caralho do negão, sua casada vadia. Olha como fica linda babando na piroca preta enquanto o maridinho tá longe.
Ele me puxou pelo cabelo, me jogou de costas no sofá e abriu minhas pernas ao máximo. A língua dele atacou minha buceta, chupando o clitóris inchado, enfiando fundo, lambendo meu cuzinho virgem com vontade. Eu gozei pela primeira vez em menos de dois minutos, gritando o nome dele, o corpo convulsionando, gozo escorrendo pela bunda e molhando o estofado.
Malik não me deu descanso. Me virou de quatro, deu três tapas fortes na bunda que estalaram alto e deixou a marca vermelha da mão dele na pele branca. Depois meteu tudo na buceta de uma vez só. O pau grosso me abriu, batendo fundo, as bolas pesadas estalando contra meu clitóris. Cada estocada era animal, o som molhado ecoando, meus gemidos virando gritos.
— Mais forte! Me quebra, Malik! Me faz sua puta branquinha pra sempre!
Ele me fodeu até eu gozar pela segunda vez, buceta apertando a rola como um punho. Então me carregou para a varanda, me inclinou no parapeito de vidro com vista para os prédios iluminados dos Jardins. O ar quente da noite batia no meu rosto enquanto ele levantava o baby-doll e metia de novo por trás, me comendo com força, meus peitos balançando para fora, expostos para qualquer vizinho que olhasse para cima. O risco me deixava insana. Eu rebolava contra ele, implorando.
— Me fode onde todo mundo pode ver. Me mostra que essa buceta casada agora é sua.
Ele segurou meu cabelo como rédea e acelerou, me fazendo gozar pela terceira vez, pernas tremendo tanto que quase caí. Foi aí que ele parou, pegou o frasco de lubrificante que tinha deixado na mesinha da varanda e olhou nos meus olhos.
— Agora eu quero o cu, Brigitte. Quero arrombar esse cuzinho branquinho virgem. Você quer?
Eu estava tão excitada, tão rendida, que só assenti, mordendo o lábio.
— Quero. Me fode no cu, Malik. Me faz sentir cada centímetro.
Ele passou lubrificante generosamente, primeiro com os dedos, abrindo meu anelzinho devagar, girando, esticando. O prazer era novo, intenso, uma queimação que virava fogo puro. Quando a cabeça grossa do pau pressionou e começou a entrar, eu segurei o parapeito com força, gemendo alto. Centímetro por centímetro ele foi me invadindo, até as bolas encostarem na minha buceta encharcada. Ele ficou parado um instante, me deixando acostumar, depois começou a meter devagar, aumentando o ritmo. Eu nunca tinha sentido nada igual. O orgasmo veio diferente, profundo, fazendo meu corpo inteiro tremer e meu cu apertar a piroca dele como um torno.
— Porra, que cu apertado… você nasceu pra levar rola preta, vadia.
Ele meteu mais forte, segurando meus quadris, até rosnar e gozar dentro do meu cu, jatos quentes me enchendo até transbordar. Quando tirou, eu senti a porra escorrendo pelo meu cu arrombado, pingando no chão da varanda. Eu me virei, caí de joelhos e limpei o pau dele com a boca, lambendo cada gota, olhando para cima com cara de puta satisfeita.
Depois, deitamos no sofá, meu corpo marcado, suado, escorrendo porra da buceta e do cu. Eu tracei os gominhos do abdômen dele com a ponta dos dedos, sentindo o peito largo subir e descer.
— Vou voltar sempre que puder, mesmo depois que o Sullivan chegar. Vou inventar academia, natação, qualquer coisa. Meu corpo agora é seu.
Malik apertou minha bunda ainda vermelha e sorriu.
— Porta aberta, branquinha. Você agora é minha puta particular.
Eu voltei para casa com as pernas bambas, o baby-doll rasgado, o cu e a buceta latejando, porra escorrendo pelas pernas. Tomei um banho rápido, me deitei e sorri no escuro. O celular vibrou. Sullivan avisando que o voo tinha sido adiantado e que chegaria em poucas horas.
Atendi quando ele ligou do aeroporto, voz doce como sempre.
— Mal posso esperar pra te ver, amor.
Desliguei e passei a mão na buceta ainda inchada, sentindo os vestígios dele.
Mas a verdade é que Sullivan sabia de cada detalhe desde o começo, tinha sido ele quem me incentivou a seduzir o negão do apartamento ao lado para realizar nossa fantasia mais suja, e eu simplesmente me rendi de corpo e alma ao jogo que nós dois criamos juntos.
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