Limpando o Aquário com Ela

A bióloga Marina domina a tatuada vizinha Simone enquanto limpam o aquário molhado.

12 min read August 17, 2026

O sol da tarde entrava torto pela janela da sala e batia direto no vidro enorme do aquário, fazendo a água brilhar como se tivesse vida própria. Marina ajeitou o cabelo preso num coque frouxo e olhou de soslaio para a vizinha ajoelhada ao lado dela. Simone, vinte e dois anos iguais aos dela, braços cobertos de tinta preta e vermelha, shortinho tão curto que a bunda quase escapava quando se inclinava. A regata branca já estava colada no corpo pelo vapor e pelos respingos.

— Tu limpa assim todo dia ou só quando quer me provocar? — murmurou Simone, a voz rouca, esfregando a esponja no vidro com movimentos lentos demais para serem inocentes.

Marina sentiu o calor subir pela nuca. Era bióloga marinha, acostumada a controlar tanques, peixes, pressão. Controlar o desejo era outra história. O ombro dela roçou no de Simone de propósito enquanto alcançava o canto superior do vidro. Suor escorria entre os peitos das duas, misturado com a água morna que pingava das esponjas.

— Provocar é o teu forte, não o meu — respondeu Marina, baixa, intensa. Os olhos escuros travaram nos de Simone. — Mas continua falando da minha bunda que eu não me importo.

Simone riu, um som safado, e deixou a mão “escorregar” na coxa de Marina ao pegar mais sabão. Os dedos ficaram um segundo a mais do que deviam, quentes, firmes.

— Porque é uma bunda de foder, Marina. Redondinha, apertada nesse short. Tô de joelho aqui e a única coisa que penso é em morder.

O atrito dos corpos ficou impossível de ignorar. A cada movimento, o quadril de uma esbarrava no da outra. A regata de Marina colava nos mamilos duros; a de Simone marcava os peitos cheios, os bicos escuros visíveis sob o tecido molhado. Elas respiravam juntas, o cheiro de algas e desejo pairando no ar quente da sala. Marina sentiu a própria buceta latejar, já escorregadia dentro da calcinha.

Foi “sem querer” — ou foi exatamente o que ela planejou. Marina mergulhou a mão no balde e jogou um jorro de água gelada direto nos peitos de Simone. A tatuada soltou um gritinho, o tecido branco se tornando transparente de verdade, os bicos endurecendo na hora, apontando insolentes.

— Porra, Marina!

— Desculpa — mentiu ela, sorrindo de lado, os olhos famintos. — Tava sujo.

Simone não recuou. Pegou a mão molhada de Marina, levou o dedo indicador à boca e lambeu devagar, a língua quente enrolando na pele, sugando como se fosse outra coisa. Olhou nos olhos dela o tempo todo.

— Tô encharcada há horas só de te olhar esfregando esse vidro de quatro. A buceta pingando. Tu sente o cheiro?

Marina engoliu em seco. O dedo ainda molhado da saliva de Simone. As duas se encararam, peitos subindo e descendo rápido, a tensão estalando no ar como eletricidade. Não havia mais fingimento.

— Vem cá — ordenou Marina.

Agarrou o cabelo de Simone na nuca e puxou, colando as bocas num beijo bruto, faminto. Línguas se chocando, dentes arranhando lábio. Simone gemeu alto dentro da boca dela, as mãos já puxando a regata molhada de Marina para cima, arrancando. Os peitos firmes saltaram livres; Marina retribuiu, rasgando a blusa de Simone pelo meio, botões voando. Pele quente contra pele molhada. Shorts descendo juntos, calcinhas encharcadas sendo empurradas pelas coxas até o chão. Nuas, de joelhos ainda, se esfregando contra o vidro frio do aquário.

Marina empurrou Simone de costas contra o vidro gelado. A diferença de temperatura fez a tatuada tremer e gemer. Marina baixou a cabeça e chupou um mamilo com fome, dentes roçando, língua girando. Mordeu de leve, depois mais forte, o bastante para deixar marca. Simone arqueou as costas, empurrando o peito contra a boca dela.

— Assim… porra, chupa forte…

Dois dedos de Marina deslizaram direto na buceta encharcada de Simone, sem aviso, entrando fáceis no calor escorregadio. Ela meteu até o fundo, curvou, procurou aquele ponto e esfregou sem piedade enquanto chupava o outro peito. Simone tremia, as unhas cravadas nos ombros de Marina.

— Senta na minha cara agora — mandou Marina, a voz grossa de tesão.

Deitou de costas no chão molhado, puxou Simone pela cintura e a fez montar, a buceta pingando direto na boca dela. Marina lambeu de baixo pra cima, devorando, a língua larga no clitóris inchado, chupando com barulho obsceno. Dois dedos ainda metendo fundo, rápidos, molhados. Simone rebolava, segurando o vidro do aquário com as duas mãos, gemendo alto, o cu contraindo a cada lambida.

— Marina… vou gozar… não para…

Marina não parou. Chupou o clitóris com força ritmada, os dedos socando a buceta apertada até Simone gritar, o corpo inteiro tremendo num orgasmo violento, o gozo escorrendo quente na boca e no queixo de Marina. Ela engoliu tudo, lambeu limpo, saboreando.

Ainda ofegante, Simone foi virada de quatro por Marina, a bunda empinada, a buceta ainda latejando. Marina ajoelhou atrás, abriu as nádegas tatuadas e enfiou a língua fundo no cu apertado, revirando, lambendo a borda sensível enquanto a mão livre esfregava a própria buceta melada na coxa suada de Simone. O atrito era bruto, molhado, o clitóris dela batendo na pele quente da outra. Simone empurrava pra trás, pedindo mais, a boca aberta gemendo contra o chão.

— Mete a língua… assim, porra… teu cu também quero…

Elas se reviraram num emaranhado de corpos molhados. Simone puxou Marina pra cima, as duas se chupando ao mesmo tempo, bocetas na cara uma da outra, línguas rápidas, dedos entrando, unhas arranhando coxas. O cheiro de sexo, o barulho de saliva e gozo, o vidro do aquário embassado pelo calor dos corpos. Marina dominava o ritmo, segurando os quadris de Simone, rebolando na boca dela com força, sentindo o segundo orgasmo subir rápido, pesado.

Gozaram juntas. O grito de Marina saiu rouco, o corpo travando, o líquido quente escorrendo na língua de Simone no mesmo instante em que a tatuada se contorceu de novo, gemendo abafado contra a buceta dela, tremendo inteira. Ficaram assim longos segundos, se lambendo devagar, saboreando o gosto uma da outra, peitos colados, corações disparados.

Quando se separaram o bastante para respirar, ainda estavam no chão encharcado, pernas entrelaçadas, o aquário grandão ao lado delas como testemunha silenciosa. Marina passou o polegar pelo lábio inferior de Simone, sujo de gozo, e sorriu daquele jeito perigoso, intenso.

— Ainda não terminei contigo — sussurrou, a voz baixa, a mão já descendo de novo entre as pernas da outra, só roçando, prometendo. — O aquário pode esperar. Eu não.

Simone riufalta de ar, os olhos brilhando de tesão renovado, e puxou Marina pelo cabelo para outro beijo lento e sujo, sabendo que a noite mal tinha começado.

Marina não deixou o beijo terminar. Segurou o cabelo de Simone com mais força, virou o rosto dela e mordeu o maxilar marcado de tinta, descendo a língua quente pelo pescoço suado até o ombro. A sala cheirava a sexo e algas; o chão encharcado grudava nas costas delas. Simone ainda tremia do orgasmo anterior, a buceta inchada e sensível, mas rebolava contra a coxa de Marina pedindo mais.

— Tu fala demais e goza fácil — murmurou Marina contra a pele dela. — Agora vai aguentar.

Empurrou Simone de bruços de novo, a face contra o vidro frio do aquário. Os peixes dourados se mexiam do outro lado, indiferentes. Marina ajoelhou atrás, abriu as nádegas tatuadas com as duas mãos e cuspiu direto no cu apertado. A saliva escorreu, misturou com o gozo que ainda pingava da buceta. Enfiou a língua fundo, revirando, lambendo a borda com fome enquanto três dedos entravam de uma vez na buceta molhada de Simone. O gemido da tatuada saiu abafado contra o vidro.

— Porra… Marina… assim…

Marina metia os dedos devagar no começo, sentindo as paredes quentes se contrair, depois acelerou, socando molhado, o polegar pressionando o clitóris inchado ao mesmo tempo em que a língua fodía o cu. Simone empurrava pra trás, a bunda empinada, as unhas arranhando o vidro embassado. O suor escorria pelas costas tatuadas, pelas costelas, pingava nos peitos pesados que balançavam a cada estocada.

Marina tirou a língua só o bastante pra falar, a voz rouca:

— Abre mais. Quero ver esse cu se abrindo pra mim.

Simone obedeceu, abrindo as pernas o máximo que o chão molhado permitia. Marina enfiou o polegar no cu dela sem aviso, girando, esticando, enquanto os outros quatro dedos fodia a buceta sem piedade. O barulho era obsceno — molhado, ritmado, misturado aos gemidos altos de Simone. Marina sentia a própria buceta latejar, o clitóris duro esfregando contra o calcanhar da outra a cada movimento. O desejo queimava baixo na barriga dela, pesado, quase doloroso.

— Vou te foder até tu não conseguir mais falar — disse Marina, e puxou Simone pelo cabelo pra trás, encaixando o peito nu contra as costas suadas. Com a mão livre agarrou um peito de Simone, apertou o mamilo entre os dedos e puxou, torcendo. Simone gritou, o corpo inteiro se arqueando.

Marina tirou os dedos de dentro, lambeu o gozo que escorria até o pulso e empurrou Simone de lado. Deitou-se de frente pra ela, ergueu a perna da tatuada e encaixou a buceta na dela. O atrito foi imediato, clitóris contra clitóris, pele escorregadia, quente, inchada. Marina segurou o quadril de Simone com força e rebolou devagar no começo, sentindo cada prega, cada tremor. Depois meteu o ritmo bruto, esfregando com vontade, o som molhado enchendo a sala.

— Olha pra mim — ordenou. — Quero ver tua cara quando gozar de novo.

Simone abriu os olhos escuros, a boca entreaberta, a respiração falhando. Os peitos delas se esmagavam um contra o outro a cada embalo. Marina baixou a cabeça e chupou a língua de Simone, beijando sujo enquanto o quadril batia sem parar. Sentia o orgasmo subindo nas duas ao mesmo tempo — aquele calor apertando baixo, as pernas tremendo, o cu contraindo. Simone veio primeiro, o corpo travando, um gemido longo e rouco escapando na boca de Marina, o líquido quente escorrendo entre elas. Marina não parou. Continuou esfregando com força, usando o corpo mole e sensível da outra até gozar também, o grito abafado no pescoço de Simone, o líquido jorrando, molhando ainda mais as coxas e o chão.

Mas não bastava. Marina ainda latejava. Virou Simone de quatro outra vez, ajoelhou na frente dela e enfiou a buceta na cara da tatuada.

— Chupa. Limpa tudo.

Simone obedeceu com fome, a língua larga lambendo de baixo pra cima, chupando o clitóris inchado, enfiar a língua dentro, beber o gozo ainda quente. Marina segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu a boca dela, rebolando, suja, sem delicadeza. O nariz de Simone batia no púbis a cada estocada. Marina olhava pra baixo, via os olhos da vizinha marejados de tesão e falta de ar, a boca ocupada, a bunda empinada atrás, o cu ainda brilhando de saliva. Aquilo a deixava louca.

— Isso… mais fundo… usa os dedos também.

Simone enfiou dois, depois três dedos na buceta de Marina enquanto chupava, curvando, batendo naquele ponto. Marina jogou a cabeça pra trás e gozou de novo, forte, o corpo inteiro se contraindo, o líquido escorrendo pela boca e pelo queixo de Simone. A tatuada engoliu o que pôde, lambeu o resto, e só parou quando Marina a puxou pra cima pelo cabelo e a beijou de novo, saboreando o próprio gosto na língua dela.

Elas rolaram mais uma vez no chão encharcado. Marina deitou de costas, puxou Simone pra montar de frente, as duas se esfregando outra vez, peitos balançando, unhas cravadas em coxas e costas. Marina meteu quatro dedos de uma vez na buceta de Simone, o polegar no clitóris, e fodia rápido enquanto a outra rebolava desesperada. Simone gritou o nome dela, o corpo se dobrando pra frente, os cabelos colados na testa suada. Gozou de novo, violento, o gozo escorrendo pelos dedos de Marina até o pulso. Marina tirou a mão, lambeu limpo na frente dela, e puxou Simone pra baixo até as bocas se encontrarem outra vez.

O sol da tarde já tinha baixado. A luz alaranjada entrava fraca pela janela. O aquário fazia um barulho baixo de filtro, a água se mexendo calma. Elas ficaram entrelaçadas longos minutos, peitos colados, pernas abertas, o chão um lago de água, saliva e gozo. Marina ainda passava a mão devagar pela bunda de Simone, pelo cu molhado, pela buceta inchada e sensível, só roçando, sem pressa. Simone tremia de leve a cada toque, exausta, satisfeita.

— Porra… — sussurrou Simone, a voz rouca, o rosto enterrado no pescoço de Marina. — Nunca gozei tanto assim… tu me destruiu.

Marina sorriu contra o cabelo dela, mas o sorriso não chegou aos olhos. O calor do sexo começava a baixar. O suor esfriava na pele. O cheiro doce e pesado de sexo ainda pairava, mas por baixo dele veio outra coisa — o cheiro de sabão barato do balde, de peixe, de apartamento pequeno demais. Marina olhou pro aquário. Um peixe listrado batia a boca no vidro, lento. As esponjas molhadas jogadas no canto. A regata rasgada de Simone no chão. O short dela encharcado.

A mão dela parou na cintura de Simone. Os dedos que segundos atrás fodia sem piedade agora só descansavam ali, inertes. Algo gelado subiu pela barriga de Marina, misturado ao cansaço. Ela tinha entrado na casa da vizinha pra limpar um aquário. Tinha dominado, chupado, metido os dedos, feito a outra gritar e tremer e pedir. E agora?

Simone ergueu o rosto, os lábios inchados, os olhos ainda brilhando. Queria beijar de novo. Marina desviou o rosto no último segundo. O beijo caiu no queixo dela.

— Marina?

O silêncio ficou pesado. Marina engoliu em seco. A buceta ainda latejava, o corpo ainda quente, mas a cabeça já estava fria. Olhou pros peitos de Simone marcados de chupão, pro cu que ela tinha lambido minutos atrás, e sentiu uma pontada estranha no peito — não de tesão. De arrependimento seco, afiado.

— A gente… — começou Marina, e a voz saiu estranha. — Isso foi…

Não terminou. Não precisava. Simone sentiu. O corpo da tatuada ficou rígido por um segundo. Depois ela se afastou devagar, sentando no chão molhado, abraçando os joelhos. A água fria escorria pelas costas dela. O olhar que antes pedia mais agora carregava uma sombra.

Marina se sentou também, as costas contra o vidro do aquário. O vidro gelado queimou a pele quente. Olhou pras próprias mãos — as mesmas que tinham fendido Simone até ela gritar — e sentiu nojo momentâneo de si mesma. Vizinha. Vinte e dois anos. Apartamento ao lado. Todo dia ela ia ouvir a porta abrir e fechar e saber o que tinha feito nessa sala, no chão, contra esse vidro.

Simone riu baixo, sem humor.

— Porra. Tu me come inteira e agora fica com essa cara?

Marina não respondeu. Passou a mão no rosto. O gosto de Simone ainda estava na boca dela. Doce, salgado, quente. E de repente aquilo pesava. Como se o desejo tivesse se esgotado de uma vez e deixado só o vazio e a bagunça. O aquário precisava ser limpo de verdade. As roupas rasgadas. O chão. O que iam falar amanhã no corredor?

Simone se levantou devagar, as pernas ainda trêmulas. Pegou a regata rasgada e tentou cobrir os peitos. Não fechava. Ficou assim, nua da cintura pra baixo, olhando pra Marina com uma mistura de raiva e decepção.

— Então é isso? Fode e se arrepende?

Marina abriu a boca. Fechou. O peito apertou. Queria dizer que não. Queria puxar ela de novo, meter a língua na buceta dela até esquecer. Mas a dúvida já tinha se instalado, fria, teimosa. Olhou pro peixe batendo a boca no vidro e sentiu, pela primeira vez naquela tarde, que algo estava errado. Muito errado.

— Vai embora — disse Marina baixinho, sem olhar pra ela. — Antes que a gente fale merda.

Simone ficou parada uns segundos. Depois pegou o short encharcado, vestiu sem calcinha, e saiu mancando levemente, a porta batendo com um estrondo seco. Marina ficou sozinha no chão molhado, o corpo ainda marcado de unhas e saliva, o aquário brilhando ao lado como se nada tivesse acontecido. E pela primeira vez sentiu o peso real do que tinha feito — não o prazer, mas o vazio que vinha depois, quando o tesão baixava e sobrava só a certeza de que aquilo não deveria ter acontecido.

Rate this story

Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Tagged dirty-talk wet-clothing nipple-play groping shoulder-rubbing

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.