Reencontro Explosivo na Escala do Aeroporto
Duas executivas safadas de 32 e 29 anos se reencontram no aeroporto, não resistem e vão foder gostoso no banheiro.
O aeroporto de Guarulhos fervilhava naquela tarde abafada de quarta-feira, o ar-condicionado lutando contra o cheiro de café queimado, perfume caro e a ansiedade coletiva de quem vive entre conexões. Petra Oliveira, trinta e dois anos, executiva sênior de uma multinacional de logística, puxava a mala de bordo com o salto batendo firme no piso polido quando o ombro dela colidiu seco com outra mulher que vinha no sentido contrário, perto do monitor de embarque do voo para Fortaleza.
— Merda, desculpa — murmurou Petra, erguendo o olhar, e o mundo inteiro parou.
Leilani Costa, vinte e nove anos, aeromoça de uniforme azul-marinho impecável, cabelo castanho preso num coque alto que deixava o pescoço exposto, estava ali. Os mesmos olhos escuros que Petra conhecia de cor, a mesma boca carnuda que ela havia mordido centenas de vezes. Dois anos. Dois anos desde a briga feia no apartamento de Moema, gritos sobre ciúme, sobre viagens, sobre quem largava a carreira por quem. Leilani tinha batido a porta e sumido. Agora estava a meio metro, cheirando a jasmim e suor leve de cabine.
— Petra — a voz de Leilani saiu rouca, baixa. O olhar desceu devagar pelo blazer cinza justo, pela saia lápis que marcava as coxas firmes, e subiu de novo, faminto. — Porra. Você.
O peito de Petra apertou. O desejo que ela tinha enterrado sob noites longas de trabalho e vibradores caros subiu quente entre as pernas num segundo. Ela não sorriu; mordeu o lábio inferior e deixou os olhos falarem.
— Escala? — perguntou, a voz já mais grave.
— Três horas. Você?
— Duas e meia. Sala VIP da companhia. Vem.
Não foi um convite educado. Foi ordem disfarçada de conversa. Leilani seguiu, o corpo quase colado no dela enquanto atravessavam o corredor carpetado. Na sala VIP, o ambiente abafado de poltronas de couro e uísque discreto, Petra escolheu o canto mais reservado, longe das telas e dos executivos distraídos. Elas se sentaram lado a lado no sofá estreito. O joelho de Leilani tocou o de Petra e nenhuma das duas afastou.
— Você tá mais gostosa — disse Leilani sem rodeio, a mão descansando perto demais da coxa da outra. — Essa saia... porra, Petra. Eu lembrava das suas pernas abrindo pra mim.
Petra riu baixo, um som rouco que vibrava no peito. Pegou o copo de água com gás só para ter o que fazer com as mãos e deixou o dedo deslizar “sem querer” pela lateral da coxa de Leilani, logo acima do joelho, sentindo o tecido da calça do uniforme.
— E eu lembrava da sua boca. Da forma como você gemia no meu ouvido quando eu te chupava até tremer. Você ainda geme alto, Leilani? Ou aprendeu a se controlar nesses voos longos?
Leilani fechou os olhos por um segundo, o peito subindo rápido. Quando abriu, o olhar estava escuro, molhado de intenção.
— Controle é o caralho. Toda vez que eu fecho a porta do banheiro da aeronave e enfio dois dedos na buceta, eu penso em você. No gosto da sua xota. Na forma como ela latejava na minha língua quando você gozava escorrendo no meu queixo. Eu nunca parei de pensar nisso, Petra. Nunca. Dois anos e eu ainda acordo de madrugada molhada lembrando do jeito que você me fodia com a língua e depois me fazia lamber seus dedos limpos.
O ar entre elas ficou denso, elétrico. Petra sentiu o calor subir pela barriga, o tecido da calcinha já úmido colando nos lábios inchados. Ela inclinou o corpo, o hálito quente no pescoço de Leilani, e sussurrou bem baixo, só para ela:
— Então para de falar e me mostra. Agora. Tem um banheiro acessível no fundo desse corredor. Porta tranca. A gente entra, eu te encosto na parede e você me chupa até eu gozar na sua cara como você tanto lembra. Depois eu te pago na mesma moeda. Você quer?
Leilani engoliu seco, as pupilas dilatadas. A mão dela subiu pela coxa de Petra por baixo da saia, dois centímetros ousados, a ponta dos dedos roçando a pele quente logo abaixo da calcinha.
— Quero. Porra, eu quero tanto que tô escorrendo. Levanta.
Elas se levantaram juntas, quase tropeçando uma na outra. Petra puxou a mala com uma mão e com a outra segurou o pulso de Leilani, o polegar acariciando o pulso por dentro, sentindo o pulso acelerado. O corredor até o banheiro acessível pareceu eterno e curto demais. Ninguém olhou duas vezes para duas mulheres elegantes caminhando rápido; o aeroporto engolia segredos o tempo todo.
A porta pesada cedeu. Petra empurrou Leilani para dentro primeiro, trancou a trava com um clique seco e definitivo, e o pequeno espaço cheirando a desinfetante e sabonete líquido ficou só delas. A luz fria batia no espelho acima da pia. Leilani já estava com as costas na porta, o peito arqueado, as mãos puxando Petra pela lapela do blazer.
— Me beija — pediu, a voz quebrada de tesão. — Me beija como se ainda fosse sua.
Petra não pediu licença. A boca dela desceu voraz sobre a de Leilani, língua invadindo, dentes puxando o lábio inferior, um gemido baixo escapando das duas ao mesmo tempo. O beijo era sujo, molhado, cheio de dente e saliva. As mãos de Petra desceram pela cintura firme, apertaram a bunda de Leilani por cima da calça do uniforme, puxando o corpo dela para frente até as bundas se esfregarem contra a porta. O cheiro de excitação já se misturava ao perfume.
— Porra, que boca gostosa — rosnou Petra entre beijos, a mão subindo por baixo da blusa do uniforme, encontrando o sutiã de renda e o mamilo duro já gritante. Ela apertou, rodou o polegar, sentindo Leilani tremer. — Você ainda usa essa renda safada por baixo do uniforme? Imaginava os passageiros te olhando enquanto eu sabia que sua buceta tava pingando lembrando de mim?
— Sim — confessou Leilani, a voz falhando quando os dedos de Petra desceram pela barriga e abriram o botão da calça com um puxão seco. — Eu pensava em você me comendo no banheiro do avião. Em você me mandando ficar quieta enquanto enfiava a língua. Abre essa porra de saia. Quero te sentir.
Petra riu contra a boca dela, um som escuro, e puxou a saia lápis para cima até a cintura, revelando a calcinha preta já manchada. Os dedos de Leilani não perderam tempo; entraram por baixo do tecido, encontraram os lábios inchados, escorregadios, e deslizaram direto no clitóris inchado, circulando com pressão certeira. Petra soltou um gemido abafado no pescoço da outra, as pernas abrindo sozinhas.
— Assim... porra, Leilani, do jeito que eu gosto. Mais forte.
Leilani obedeceu, dois dedos entrando fundo de uma vez, o polegar no clitóris, o ritmo já sujo e rápido. O barulho molhado encheu o banheiro pequeno. Petra revidou, abrindo o zíper da calça de Leilani com mão trêmula de tesão, empurrando tecido e calcinha juntos para baixo até as coxas, e enfiando a mão entre as pernas dela. A buceta de Leilani estava encharcada, quente, latejando. Petra enfiou três dedos de uma vez, sentindo as paredes apertarem, e começou a foder a ex-namorada ali mesmo, contra a porta, o polegar esmagando o clitóris inchado.
— Olha só como você está — sussurrou Petra no ouvido dela, a voz grossa de tesão. — Dois anos e essa xota ainda se abre pra mim como se nunca tivesse me largado. Fala. Fala o que você quer.
— Quero chupar você — gemeu Leilani, a cabeça jogada para trás, os quadris rebolando nos dedos de Petra. — Quero ajoelhar nesse chão frio e enfiar a língua na sua buceta até você gozar na minha cara. Depois quero que você me chupe também. Quero sua boca, seus dedos, quero que me foda até eu não conseguir andar direito pro próximo voo. Porra, Petra, tranca essa porta direito e me fode.
Petra puxou os dedos de dentro dela, brilhantes de lubrificação, e passou na boca de Leilani, que chupou voraz, gemendo em volta dos dedos. O gosto delas se misturou. Os olhos se travaram, escuros, acordados, consentindo cada segundo.
— Ajoelha então — mandou Petra, a voz baixa e firme, puxando a calcinha para o lado e abrindo as coxas. — Mostra pra mim como você lembra do gosto.
Leilani deslizou para o chão, joelho no piso frio, as mãos subindo pelas coxas de Petra, abrindo-a. O hálito quente bateu primeiro. A língua veio depois, larga, gulosa, lambendo do períneo ao clitóris num só movimento sujo. Petra cravou os dedos no coque de Leilani, puxando o cabelo só o bastante para guiar, e soltou um gemido longo contra o dorso da mão para não gritar. Lá fora o aeroporto seguia seu ritmo distante de anúncios e rodinhas de mala. Lá dentro, o reencontro tinha virado fome pura, e as duas sabiam que estavam só no começo.
Leilani já estava de joelhos, a língua larga e faminta passando grosso da entrada molhada de Petra até o clitóris inchado, chupando com barulho sujo quando Petra puxou o coque dela com força e empurrou o rosto ainda mais fundo. O gemido de Petra saiu rouco, abafado contra o próprio pulso.
— Isso, puta… chupa essa buceta que é sua — rosnou Petra, rebolando contra a boca quente. — Dois anos sem esse gosto e você ainda chupa como se tivesse morrendo de fome.
Leilani gemeu contra a carne, a vibração mandando choque direto na espinha de Petra. Os dedos dela abriram mais as coxas firmes, o polegar esfregando o clitóris enquanto a língua enfiava fundo, lambendo por dentro, sugando os lábios inchados, bebendo o gosto azedo e doce que escorria. Petra sentia as pernas tremerem, o salto batendo no piso frio, o espelho refletindo a cena obscena: a aeromoça de uniforme azul-marinho ajoelhada, calça descida até as coxas, chupando a executiva como se o mundo lá fora não existisse.
Mas Petra não aguentou ficar só recebendo. Com um puxão firme no cabelo, ela tirou a boca de Leilani, puxou-a para cima e empurrou o corpo dela contra a parede gelada ao lado da pia. O baque ecoou. Em um segundo Petra caiu de joelhos no chão frio, puxou a calça e a calcinha de Leilani até os tornozelos e enterrou o rosto entre as coxas abertas.
— Agora é a minha vez, safada — rosnou contra a buceta encharcada. — Vou te chupar até você esquecer o próprio nome.
A língua de Petra invadiu voraz, larga, funda, chupando o clitóris inchado com fome de quem passou dois anos imaginando exatamente aquilo. Leilani gritou alto, as mãos cravando nos cabelos castanhos de Petra, puxando, segurando a cabeça contra si enquanto os quadris empurravam pra frente.
— Porra, Petra… assim… língua fundo, caralho… chupa essa xota molhada… eu tô pingando pra você… aaaah, sua puta gostosa…
Petra enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, depois dois dedos grossos entraram de uma vez, curvando, fodendo rápido enquanto a boca se prendia no clitóris e chupava forte, molhado, barulhento. O gosto de Leilani explodia na língua dela — doce, salgado, quente —, e Petra gemeu de prazer só de sentir as paredes apertarem. Leilani batia a cabeça na parede, gemendo sem se importar com o volume, os seios apertados sob o uniforme subindo e descendo rápido.
— Mais fundo… me fode com a língua… eu sou sua puta, Petra… só sua…
Petra tirou a boca só o bastante para cuspir direto na buceta e lamber de novo, dedos entrando e saindo molhados, o polegar esmagando o clitóris. O cheiro de sexo preenchia o banheiro pequeno junto com o desinfetante. Leilani estava prestes a gozar quando Petra parou de propósito, se levantou e as duas se beijaram sujas, lambendo o gosto uma da outra da boca.
— Agora você me come — ordenou Petra, a voz grossa. Ela se sentou na beira da pia fria, puxou a saia até a cintura, abriu as pernas largas e puxou Leilani pelo pescoço. — Senta essa cara na minha xota e chupa até eu gozar na sua boca, safada.
Leilani obedeceu na hora, caindo de boca entre as coxas de Petra, devorando o clitóris inchado com a língua rápida e dois dedos enfiados fundo de uma vez. Petra jogou a cabeça para trás, o cabelo solto batendo no espelho, as unhas cravando nos ombros de Leilani.
— Isso… chupa forte… deda essa buceta… porra, Leilani, você ainda é a melhor chupadora que eu já tive… puta gostosa pra caralho…
Leilani chupava, gemia, enfiava a língua e os dedos num ritmo frenético, o polegar massageando por baixo. Petra rebolava contra o rosto dela, molhando o queixo, a boca, o uniforme. O barulho molhado de chupadas e gemidos enchia tudo. Quando as duas estavam no limite, Petra puxou Leilani para o chão frio do banheiro. Elas se arrumaram num 69 desesperado, Petra por cima, a boca de volta na buceta de Leilani enquanto sentia a língua quente invadir a dela de novo.
As duas se lambiam e se dedavam com força, sem delicadeza, sem freio. Dedos enfiados fundo, línguas chupando clitóris inchados, bundas rebolando, gemidos abafados contra a carne molhada.
— Chupa essa puta… toma todo o gozo… — gemia Petra, a voz embargada, três dedos entrando e saindo da buceta de Leilani enquanto lambia o clitóris com fúria.
— Sua safada… sua puta gostosa… goza na minha boca… me enche… porra, Petra, eu te amo chupar… — Leilani respondia entre gemidos altos, a língua funda, os dedos curvados no ponto certo de Petra.
O orgasmo veio junto, violento. Petra gozou primeiro, o corpo inteiro travando, a buceta latejando e escorrendo direto na boca faminta de Leilani, que chupava e engolia tudo enquanto gozava também, as pernas tremendo, o grito abafado contra a xota de Petra, os dedos apertando a bunda dela com força. Elas continuaram lambendo uma à outra através das ondas, até os corpos amolecerem, suados, ofegantes, o chão frio contrastando com o calor entre as pernas.
Por um minuto só se ouviu a respiração pesada e o eco distante dos anúncios do aeroporto. Petra rolou para o lado, puxou Leilani para cima e as duas se beijaram devagar, trocando o gosto dos próprios gozos, sorrisos safados nascendo nos cantos da boca.
— Porra… — sussurrou Leilani, a voz rouca, ainda tremendo. — Eu esqueci como você me fode bem.
Petra riu baixo, suja, e se levantou primeiro, ajudando Leilani. Elas se arrumaram em silêncio quente: Petra puxou a saia para baixo, ajeitou a calcinha molhada, passou os dedos no cabelo. Leilani subiu a calça do uniforme, abotoou, endireitou o coque alto ainda meio desfeito. No espelho, os rostos corados, bocas inchadas, olhos brilhando de satisfação e fome nova. Petra tirou o celular da bolsa da mala, digitou rápido e mostrou a tela.
— Número novo. Manda o seu. Hotel? Qual?
Leilani digitou o dela, salvou, e sorriu aquele sorriso de quem já estava molhando de novo só de imaginar.
— Grand Hyatt, quarto 2147. Escala vira pernoite. Chega às nove. Sem limite dessa vez. Quero você me fodendo a noite inteira, me chupando, me dedando, me fazendo gozar até eu não conseguir andar pro voo de amanhã. Combinado, safada?
— Combinado, puta gostosa — respondeu Petra, beijando a boca dela uma última vez, molhado e demorado. — E leva lingerie. Ou nada. Eu decido.
Elas se olharam no espelho, cúmplices, o cheiro de sexo ainda forte no ar fechado. Petra destrancou a porta com cuidado. Leilani saiu primeiro, o passo um pouco trôpego, o uniforme impecável de novo por fora. Petra esperou trinta segundos, puxou a mala e saiu em seguida, o corpo ainda latejando, a calcinha colada, o sorriso impossível de esconder.
Lá fora o aeroporto continuava indiferente, mas as duas já sabiam: a escala tinha virado só o aquecimento.
Aquela noite no hotel ia destruir qualquer resto de saudade que ainda sobrasse.
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