Máscara Molhada no Vapor

Dois caras se pegam com força numa sauna gay lotada, se chupando e socando até gozarem juntos.

26 min read September 04, 2026New

O vapor grudava na pele como uma segunda toalha molhada. Lucas empurrou a porta de vidro fosco e o calor bateu nele de uma vez — grosso, salgado, fedendo a suor velho e a sabonete barato de sauna. O lugar estava lotado pra caralho. Homens em toda parte: uns deitados nos bancos altos, outros se esfregando sem pudor no canto mais escuro, gemidos baixos se misturando ao chiado constante da pedra quente. Ele ajustou a toalha branca na cintura, o tecido grosso apertando o pau que já começava a despertar só da energia dali. Vinte e oito anos, corpo de academia pesada, peito largo, ombros tatuados com dragões pretos que desciam pelos braços até os antebraços. A tinta brilhava sob o suor.

Theo viu ele entrar.

Tinha trinta e um, magro, magro de verdade — costelas marcadas, barriga chapada, pernas longas —, mas com um sorrisinho safado que já tinha derrubado mais de um nessa sauna. A toalha dele mal cobria a bunda; o tecido escorregava a cada passo, mostrando a curva profunda da cintura. Ele estava sentado no banco do meio, pernas abertas, cotovelos nos joelhos, observando o movimento. Quando Lucas atravessou a névoa densa, os olhos de Theo desceram devagar: peito suado, abdômen cortado, a saliência clara sob a toalha. Lucas sentiu o olhar como se fosse uma mão. Parou. Encarou de volta.

— Tá me comendo com os olhos já? — perguntou Lucas, voz rouca, puxando o canto da boca num sorriso.

Theo não se acanhou. Passou a língua no lábio inferior, devagar, e respondeu no mesmo tom baixo, pra ninguém além deles ouvir no meio do chiado:

— Tô. E o que cê vai fazer? Sentar longe e fingir que não tá de pau duro também?

Lucas riu pelo nariz e foi direto pro banco. O espaço era apertado pra porra; homens se espremendo, ombros colados, joelhos se tocando. Ele se enfiou no lugar bem do lado de Theo, a toalha subindo um pouco na coxa grossa quando sentou. O vapor enrolava os dois. Gotas escorriam pela nuca de Lucas, desciam pelo peito, contornavam o mamilo tatuado e sumiam na linha da toalha. Theo olhou. Lucas olhou de volta. Os dois sabiam exatamente o que queria o outro.

O primeiro “acidente” veio rápido. Theo se mexeu pra ajeitar a postura e o joelho dele bateu firme na coxa de Lucas. Não tirou. Deixou ali, quente, suado, a pele se grudando. Lucas sentiu o contato subir direto pro pau. A porra da toalha ficou mais apertada. Ele não se afastou. Em vez disso, abriu um pouco mais as pernas, forçando o joelho de Theo a escorregar pra dentro, quase na virilha.

— Desculpa — murmurou Theo, sem nenhuma sinceridade na voz. O sorriso era puro deboche. — Banco pequeno, né?

— É — Lucas concordou, voz grossa. — Bem pequeno. Cê sempre fica tão colado nos caras ou só quando o cara é do teu gosto?

Theo riu baixo, o som se perdendo no vapor. A mão dele, “sem querer”, caiu no banco entre as coxas dos dois. Os dedos roçaram a toalha de Lucas bem na lateral da coxa. Um toque leve, depois outro, como se estivesse só se apoiando. Mas o mindinho ficou ali, pressionando a carne dura. Lucas engoliu em seco. O pau dele já estava semi-duro, o volume óbvio sob o algodão molhado. Ele não escondeu. Empurrou o quadril um milímetro pra frente, fazendo o tecido esticar.

Ao redor, a sauna fervia. Dois caras se chupavam sem discrição num banco mais alto; outro batia punheta devagar olhando a cena. Ninguém ligava. O cheiro de sexo e suor misturado com o vapor era grosso no ar. Lucas sentiu o peito subir e descer mais rápido. Olhou de novo pro corpo de Theo — a clavícula suada, o mamilo escuro e duro, a linha fina de cabelo que descia da barriga e sumia sob a toalha frouxa. Queria puxar aquela porra de pano e ver o pau magro, provavelmente já pingando.

— Cê vem sempre aqui? — perguntou Lucas, fingindo conversa de corredor enquanto a mão dele “escorregava” e pousava na coxa de Theo. Os dedos grossos apertaram a carne magra, sentindo o músculo reagir.

— Toda semana — Theo respondeu, e a voz saiu um pouco mais baixa, mais rouca. Ele não tirou a mão de Lucas. Pelo contrário: abriu as pernas um pouco mais, convidando. — Gosto do vapor. Gosto de ver malhado suado igual você. E gosto de sentir mão grande na coxa.

O polegar de Lucas subiu alguns centímetros, traçando a borda da toalha. Por baixo do tecido, ele sentiu o começo da virilha quente. Theo soltou um ah quase inaudível. O pau dele já marcava a toalha, uma elevação longa e fina que o algodão molhado não escondia porra nenhuma. Lucas sorriu de lado, safado pra caralho.

— Olha só pra isso — murmurou, inclinando a cabeça. O vapor fazia os rostos quase se tocarem. — Já tá duro só de eu te encostar. Safado mesmo.

— E você? — Theo devolveu, e a mão dele finalmente parou de fingir. Os dedos deslizaram por cima da toalha de Lucas, contornando o volume grosso, medindo. — Porra… grosso pra porra. Aposto que dói gostoso.

O toque fez Lucas revirar os olhos por um segundo. O calor da sauna já era demais; o calor da mão de Theo era pior. Ele agarrou o pulso magro e puxou a mão pra mais pra dentro, forçando Theo a apertar o pau por cima da toalha. Os dois gemeram baixo ao mesmo tempo. Ao lado, alguém tossiu; ninguém se mexeu pra interromper.

— Continua — mandou Lucas, quase no ouvido de Theo. O hálito quente bateu na orelha molhada. — Aperta direito. Quero sentir teu dedo no meu pau enquanto esses otários fingem que não tão olhando.

Theo obedeceu. A mão fechou em volta do volume, esfregando devagar, o polegar pressionando a cabeça já úmida que manchava o algodão. Lucas retribuiu: a mão grande subiu pela coxa interna de Theo, empurrou a toalha pra cima e encontrou o pau duro, quente, veias saltadas. Sem enrolação, envolveu com os dedos e puxou uma vez, duas, sentindo a pele escorregar no próprio suor. Theo arquejou, a cabeça caindo pra trás, a garganta suada exposta.

— Porra, Lucas… — o nome saiu sem ele nem saber como sabia. Talvez tivesse ouvido alguém. Ou inventado. Não importava. — Se continuar assim eu gozo na toalha igual moleque.

— Então goza — Lucas provocou, acelerando o ritmo só o suficiente pra deixar Theo rebolando no banco. O pau magro pulsou na mão dele. — Mas eu prefiro que cê goze na minha boca depois. Ou no meu cu. Cê escolhe.

Theo abriu os olhos, pupilas dilatadas no vapor. O sorriso safado voltou, mais sujo agora.

— Os dois. Quero te chupar até cê gozar na minha garganta e depois quero que cê me foda nesse banco até eu gritar. Sem dó.

Lucas apertou mais o pau de Theo, o polegar passando na fenda molhada, espalhando o pré-gozo. O coração batia forte no peito tatuado. Ele olhou em volta: a sauna continuava lotada, corpos se esfregando, gemidos abafados. Ninguém ia parar eles. Pelo contrário — um cara mais velho no canto já batia punheta abertamente olhando a mão de Lucas sob a toalha de Theo.

— Então para de falar e me mostra — Lucas rosnou. Ele soltou o pau de Theo só o tempo de puxar a própria toalha um pouco pro lado, libertando a cabeça grossa e vermelha, já brilhando de pré-gozo. O cheiro forte de pau suado subiu entre eles. — Chupa aqui. Devagar. Quero ver teu rosto molhado de vapor enquanto cê engole.

Theo não hesitou. Inclnou o corpo no banco apertado, o ombro esbarrando em Lucas, e a mão livre puxou a toalha mais pra longe. A boca quente e molhada desceu. A língua larga passou primeiro na glande, lambendo o gosto salgado, depois os lábios se fecharam e ele chupou com força, afundando até a metade. Lucas soltou um puta de um gemido, a mão grande indo direto pro cabelo úmido de Theo, segurando sem puxar ainda. O vapor enrolava os dois; gotas escorriam do peito de Lucas e caíam no rosto de Theo enquanto ele chupava, as bochechas fundas, o barulho molhado de saliva e pau se misturando ao chiado da sauna.

Theo subia e descia com vontade, a mão magra firmando a base grossa, os dedos mal se fechando em volta. Ele puxava a boca até a cabeça, chupava a fenda, enfiava de novo mais fundo, engasgando de propósito, a garganta se abrindo. Lucas sentia as vibrações no pau inteiro. Rebolava o quadril pra cima, enfiando mais, e Theo aceitava, olhos marejados de esforço e tesão. A toalha de Theo tinha caído de vez; o pau magro e duro batia contra a própria barriga, pingando no banco de madeira quente.

Lucas puxou o cabelo só um pouco, tirando a boca com um estalo molhado. Um fio de saliva e pré-gozo ligava os lábios de Theo à glande brilhante.

— Porra que boca boa — falou Lucas, ofegante, o peito subindo e descendo. — Mas eu quero mais. Quero teu cu. Levanta essa bunda magra e senta no meu colo. Aqui mesmo. Deixa esses caras verem eu te abrindo.

Theo lambeu os lábios, o queixo pingando. O olhar safado não tinha sumido; estava pior, mais faminto.

— Aqui no meio de todo mundo? — perguntou, já se erguendo no banco, a bunda virada pro lado de Lucas, as mãos se apoiando nas coxas grossas. A toalha caiu no chão molhado. O cu magro, apertado, brilhava de suor. — Cê é mais safado do que eu pensava.

Lucas segurou a própria rola na base, alinhando a cabeça grossa na entrada molhada de suor de Theo. O vapor denso escondia metade do que faziam, mas não o suficiente. Olhares pesavam neles. Theo desceu um centímetro, sentindo a pressão, soltando um gemido alto demais. Lucas agarrou a cintura magra com as duas mãos tatuadas e puxou pra baixo, devagar, sentindo o cu se abrir em volta da glande.

— Isso… desce inteiro — mandou, a voz falhando de tesão. — Quero teu cu engolindo tudo. E depois a gente troca. Quero chupar teu pau até cê gozar na minha cara também.

Theo desceu mais, a bunda se abrindo, o pau de Lucas entrando centímetro por centímetro, grosso, quente, esticando. Os dois gemeram juntos, suor escorrendo, corpos colados no banco apertado da sauna lotada. O vapor engolia os sons. A tensão não tinha acabado — mal tinha começado.

Theo desceu mais um pouco e o pau grosso de Lucas abriu ele com força, a cabeça grossa sumindo inteira no cu apertado. O gemido que saiu da garganta de Theo foi baixo e sujo, misturado com o chiado do vapor. Lucas segurou firme na cintura magra, os dedos tatuados afundando na carne, e puxou ele pra baixo de uma vez só. O cu engoliu o resto, quente, molhado de suor, apertando cada veia. Theo rebolou no colo dele, a bunda magra batendo nas coxas grossas, o pau magro balançando pra frente e pra trás, pingando pré-gozo no banco de madeira.

— Porra… que cu apertado — Lucas rosnou no ouvido dele, a voz rouca de tesão. — Tá me milhando inteiro, safado. Sente como eu tô te abrindo.

Theo arquejou, a cabeça jogada pra trás, suor escorrendo pela clavícula e pingando no peito de Lucas. Ele subiu devagar, só a glande ficando dentro, e desceu de novo com força, o barulho molhado de pau entrando no cu se perdendo no meio dos gemidos alheios. A sauna continuava lotada pra caralho. Olhares pesavam neles — um cara batendo punheta no banco de cima, outro se esfregando num terceiro sem nem disfarçar. Ninguém parava. O vapor denso enrolava os corpos, escondendo metade, revelando o resto.

Lucas empurrou o quadril pra cima, socando fundo, e Theo soltou um “ah, porra” alto demais. A mão magra dele foi pra trás, tocando onde o pau grosso entrava e saía, sentindo o próprio cu esticado. Lucas agarrou o pulso e puxou a mão pra frente, fazendo Theo segurar o próprio pau enquanto cavalgava.

— Bate essa porra enquanto eu te fodo — mandou Lucas, acelerando as estocadas. O banco rangia. Gotas quentes caíam do teto. — Quero ver você gozar no meu pau sem eu nem tocar. Cê aguenta?

Theo rebolou mais rápido, o cu contraindo a cada descida, a bunda batendo molhada. Ele masturbava o pau magro com a mão livre, o polegar passando na fenda escorregadia, espalhando o líquido. Os olhos marejados de vapor e tesão encontraram os de Lucas.

— Aguento porra nenhuma — respondeu, a voz falhando. — Tô doido pra gozar já. Mas quero teu porra dentro primeiro. Enche meu cu.

Lucas riu baixo, sujo, e mordeu o ombro suado de Theo. A mão grande desceu pela barriga chapada, contornou o umbigo e apertou a base do pau magro, impedindo ele de gozar. Theo se contorceu, reclamando num gemido frustrado.

— Ainda não — Lucas sussurrou, quente na orelha molhada. — Levanta. Agora. Quero te chupar de novo antes de te arrombar de verdade num canto onde eu possa te foder sem esses caras vendo a cada porra de veia.

Theo obedeceu, subindo devagar. O pau de Lucas saiu com um ploc molhado, brilhando de suor e pré-gozo, a cabeça inchada e vermelha. Theo ficou ajoelhado no banco apertado, a toalha há muito tempo esquecida no chão molhado, o cu ainda meio aberto e piscando. Lucas puxou ele pela nuca e beijou a boca suja de saliva, a língua entrando fundo, lambendo o gosto de pau que ainda estava nos lábios de Theo. As mãos grandes apertaram a bunda magra, os dedos escorregando na fenda suada, um deles enfiando até o nó, abrindo ele de novo.

— Vem — murmurou Theo contra a boca dele, já se levantando, o pau duro batendo na barriga. — Aquele canto lá no fundo. Mais escuro. Quero que cê me foda de quatro no banco alto enquanto eu chupo quem chegar perto.

Eles se arrastaram pelo vapor, corpos colados, paus roçando um no outro a cada passo. Lucas não aguentou: no meio do caminho, entre dois caras que se chupavam sem ver vergonha, ele empurrou Theo contra a parede de madeira quente, a toalha dele já no chão faz tempo. A mão grande desceu pela coxa interna magra, apertou firme, subiu e envolveu o pau de Theo de novo. Esfregou devagar, o polegar na glande escorregadia, enquanto sussurrava direto no ouvido:

— Olha só esse pau magro pingando. Tô doido pra enfiar na minha garganta até cê gozar na minha cara. Depois eu viro cê e meto esse cuzinho até cê gritar meu nome. Cê quer, né? Quer meu pau grosso te arrombando enquanto esses otários olham.

Theo gemeu baixo, o quadril empurrando a mão de Lucas. A mão dele foi direto pro pau grosso de Lucas, os dedos magros mal se fechando em volta, masturbando rápido, a pele deslizando no suor. Os dois se tocavam ali mesmo, paus roçando, gemidos abafados no vapor grosso. Lucas passou a mão na coxa de Theo de propósito, subindo até apertar as bolas, rolando elas na palma enquanto chupava o pescoço salgado.

— Continua — pediu Theo, a voz embargada. — Aperta meu pau. Fala mais merda. Tô quase gozando na tua mão no meio dessa porra toda.

Lucas acelerou o ritmo, os dedos grossos deslizando da base até a cabeça, espalhando o pré-gozo que já formava um fio fino. Ele se inclinava, a boca colada no ouvido de Theo:

— Quero teu cu babando no meu pau. Quero chupar tuas bolas enquanto cê rebola nessa cara. Depois eu te jogo de quatro e meto fundo, sem dó, até cê gozar sem tocar no pau. E quando cê gozar eu não paro. Continuo te fodendo molhado de porra.

Theo não aguentou. Agarrou o pulso de Lucas, puxou a mão embora e puxou o corpo inteiro dele pro canto mais escuro, onde o vapor era tão denso que mal se via o banco alto. Lá o calor era pior, o cheiro de sexo mais forte. Dois caras já se fodiam num canto, gemendo alto; outro se masturbava olhando. Theo empurrou Lucas pra sentar no banco mais alto, a madeira quente queimando a bunda, e se ajoelhou entre as pernas abertas. A toalha de Lucas ainda estava meio pendurada; Theo puxou ela de vez, deixando o pau grosso saltar livre, veias saltadas, a cabeça brilhando.

Ele lambeu da base até a fenda, devagar, sujo, a língua larga recolhendo o gosto. Depois engoliu tudo de uma vez, a garganta se abrindo, o nariz batendo na base. Lucas gemeu fundo, a mão grande no cabelo úmido de Theo, segurando enquanto ele chupava com força, baba escorrendo pelo queixo e caindo nas bolas. Theo subia e descia rápido, engasgando de propósito, a mão magra apertando as próprias bolas enquanto a outra masturbava o pau dele embaixo.

Lucas puxou ele pra cima pela axila, virando o corpo. Theo ficou de quatro no banco alto, a bunda magra erguida, o cu brilhando de suor e ainda meio aberto da foda anterior. Lucas cuspiu na própria mão, passou no pau grosso e alinhou de novo. Enfiou de uma vez, fundo, até as bolas baterem. Theo gritou abafado no vapor, os braços tremendo.

— Isso, toma tudo — Lucas falou, começando a socar. As estocadas eram fortes, a pele batendo com barulho molhado. Ele segurava a cintura magra com as duas mãos, puxando Theo pra trás a cada metida. — Olha esse cu engolindo. Safado pra caralho. Quer mais fundo?

— Quero — Theo gemia, a voz quebrada. — Fode mais forte. Quero sentir amanhã. Mete esse pau grosso até o fundo.

Lucas obedeceu. Acelerou, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo com força, o cu de Theo se abrindo e fechando em volta. Uma mão desceu pela barriga magra e agarrou o pau de Theo, masturbando no mesmo ritmo das estocadas. Os dois gemiam baixos, suados, o vapor grudando em tudo. Lucas se inclinava sobre as costas de Theo, mordendo o ombro, sussurrando:

— Depois que eu gozar dentro eu quero que cê me chupe limpo. Quero ver tua boca cheia do meu porra misturado com teu cu. E aí a gente troca. Eu de quatro pra cê me foder com esse pau magro até eu gozar de novo.

Theo rebolava pra trás, encontrando cada estocada, o pau latejando na mão de Lucas. O tesão subia nos dois como o vapor — grosso, quente, impossível de segurar por muito tempo. Mas eles seguravam. Lucas desacelerava de propósito quando sentia o cu de Theo apertar demais, quando o gemido ficava alto demais. Tirava quase tudo, só a glande dentro, esfregava devagar, provocando, depois metia fundo de novo.

Ao redor o movimento continuava. Um cara se aproximou, pau na mão, e Theo, ainda sendo fodido, estendeu a mão e puxou ele pela coxa, chupando a cabeça enquanto Lucas socava por trás. O gosto de outro pau na boca, o pau grosso no cu, a mão de Lucas no pau dele — tudo misturado no calor da sauna. Lucas sentia o cu de Theo apertar mais com o extra, e riu baixo, sujo.

— Olha só. Chupando outro enquanto eu te fodo. Cê não tem limite, né?

Theo só gemeu em volta do pau na boca, baba escorrendo, o corpo inteiro tremer de tesão. Lucas tirou o pau de novo, virou Theo de frente, sentou no banco e puxou ele pro colo de novo, de frente dessa vez. O pau entrou fácil agora, o cu já aberto e molhado. Theo rebolava sentado, peito com peito, suor misturando, bocas se encontrando em beijos molhados e mordidas. As mãos de Lucas apertavam a bunda, abrindo as nádegas pra enfiar mais fundo. O pau magro de Theo ficava preso entre as barrigas, esfregando, pingando.

A tensão só aumentava. Cada estocada, cada chupada, cada sussurro safado no ouvido fazia os dois ficarem mais loucos. Lucas sentia as bolas subindo, o pau latejando, mas segurava. Theo gemia que ia gozar, e Lucas apertava a base do pau dele pra impedir. Eles estavam no canto escuro, corpos colados, paus e cus e mãos em todo lugar, o vapor engolindo os sons, a sauna lotada em volta como plateia suada. O tesão era tão grosso que doía. E ainda tinha muito mais pra acontecer.

O vapor no canto escuro era mais denso, quase uma sopa quente grudando na pele. Lucas ainda tinha o pau enterrado fundo no cu de Theo, as bolas coladas na bunda magra, mas o tesão puxava mais. Ele empurrou Theo pra frente, tirando o pau com um ploc molhado que ecoou baixo entre os gemidos alheios. O cu de Theo piscou aberto, brilhando de suor e baba, e Lucas riu rouco, a mão tatuada apertando a própria rola grossa que latejava, veias saltadas, a cabeça vermelha pingando.

— Ajoelha, puta. Agora. Quero essa boca faminta engolindo tudo de novo.

Theo não precisou de mais. As pernas tremiam quando desceu do colo, o pau magro batendo na barriga suada, e se ajoelhou no chão quente entre as coxas abertas de Lucas. O banco alto queimava a bunda de Lucas; o calor subia pelas costas tatuadas. Theo olhou pra cima, olhos marejados de vapor e tesão, e passou a língua larga na glande suada, recolhendo o gosto salgado de cu e pré-gozo misturado. O cheiro era forte — suor velho, sexo, pau quente. Ele engoliu com fome, a boca se abrindo ao máximo, os lábios esticados em volta da grossura. Baba já escorria pelo queixo quando afundou até a metade, a garganta contraindo, o nariz quase batendo na base.

Lucas soltou um gemido grosso e enfiou as duas mãos no cabelo úmido de Theo, segurando firme. Os dedos se fecharam, puxando só o suficiente pra controlar o ritmo. Ele empurrou o quadril pra cima, enfiando mais fundo, e Theo engasgou de propósito, a garganta se abrindo molhada, o som úmido de chupada se misturando ao chiado da sauna. Baba pingava nas bolas pesadas de Lucas, escorria pelas coxas grossas, fazia poça no chão de madeira. Theo chupava com vontade de puta faminta — subia até a cabeça, lambia a fenda com a ponta da língua, depois descia de novo engolindo tudo, as bochechas fundas, os olhos lacrimejando de esforço gostoso. A mão magra dele masturbava a própria rola embaixo, rápido, sujo, o polegar esmagando a glande escorregadia.

— Isso, engole essa porra — Lucas rosnou, a voz falhando enquanto fodia a garganta. Ele segurava a cabeça de Theo e metia com força, o pau grossão sumindo e saindo, saliva borbulhando nos cantos da boca. O peito largo subia e descia, suor escorrendo pelos dragões tatuados e caindo no rosto de Theo. — Olha só essa cara de putinha engasgando no meu pau. Tá babando tudo, safado. Quero ver teu queixo pingando enquanto eu arrombo essa garganta.

Theo gemeu em volta do pau, a vibração subindo direto pras bolas de Lucas. Ele puxava ar pelo nariz quando podia, mas Lucas não dava folga — segurava a nuca e enfiava até o fundo, sentindo a garganta apertar quente e molhada. Por dentro, Lucas pensava em como aquele cu magro ia apertar ainda mais depois, como ia socar até Theo gritar. O pau latejava na boca quente; ele quase gozava só de ver Theo se esforçando, baba por todo lado, o corpo magro tremer de joelhos no vapor. Mais um cara se aproximou no escuro, pau na mão, mas Lucas rosnou baixo e o tipo recuou, só batendo punheta olhando. Ninguém ia interromper.

Theo chupava mais fundo, a língua contornando a base, a mão livre apertando as bolas de Lucas e puxando devagar. Baba escorria sem parar — pelos lábios, pelo queixo, pingando no peito chapado de Theo e escorrendo até o umbigo. Lucas puxou o cabelo com força de repente, tirando o pau com um estalo molhado. Um fio grosso de saliva e pré-gozo ligava a boca de Theo à glande inchada. Theo ofegava, a língua pra fora, o rosto todo molhado de vapor e baba.

— Porra que boca boa de puta — Lucas falou, masturbando o pau grosso bem na cara de Theo, batendo a cabeça vermelha nos lábios. — Mas chega. Quero teu cu de novo. Vira de quatro nesse banco. Agora.

Theo obedeceu rápido, o corpo magro subindo no banco alto, de quatro, a bunda erguida pro vapor denso. O cu ainda brilhava aberto da foda anterior, a entrada rosada piscando, suor escorrendo pela fenda e descendo pelas bolas magras. Lucas se levantou atrás dele, o pau pesado balançando, e abriu as nádegas com as duas mãos tatuadas. Cuspiu grosso bem no meio do cu de Theo — um jato quente de saliva que escorreu pela entrada e pingou no banco. Passou o polegar, espalhando a baba, enfiando o dedo até o nó só pra abrir mais, sentindo o calor interno. Theo rebolou pra trás, pedindo.

— Mete, porra — Theo gemeu alto, a voz quebrada de tesão. — Cospe mais e enfia esse pau grosso. Quero sentir te arrombando fundo.

Lucas cuspiu de novo, direto na entrada, e alinhou a glande. Empurrou de uma vez só, bruto, o pau grosso sumindo inteiro no cu molhado de saliva e suor. O barulho foi molhado pra caralho — pele batendo, cu engolindo. Theo gritou no vapor, os braços cedendo um segundo, a testa batendo no banco quente. Lucas não deu tempo: agarrou a cintura magra e começou a socar forte, estocadas longas e profundas, as bolas batendo molhadas na bunda a cada metida. A madeira rangia. Suor voava.

— Toma, puta — Lucas rosnou, acelerando. Uma mão desceu e deu um tapa seco na bunda magra, a carne tremendo, a marca avermelhando na hora. Depois outro tapa, mais forte, o som estalando no canto quente. — Olha esse cu engolindo rola que nem putinha de sauna. Cê é isso, né? Uma puta faminta de pau grosso.

Theo gemeu alto, pedindo mais, a voz ecoando suja entre os outros gemidos. — Mais forte, caralho. Socá fundo. Quero mais rola. Me fode até eu não aguentar. Puta pra caralho, sou tua puta. Mete tudo.

Lucas puxou o cabelo úmido de Theo com a mão livre, forçando a cabeça pra trás, o pescoço alongado suado exposto. Continuava socando sem piedade, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo com força, o cu de Theo se abrindo e fechando apertado em volta das veias. Cada estocada era molhada, o som de pele molhada batendo ecoando. Tapa na bunda de novo — esquerda, direita, a carne quente ardia. Lucas inclinava o corpo, peito colado nas costas magras, e mordia o ombro enquanto falava no ouvido:

— Chama mais. Diz que quer meu pau te arrombando. Olha esses otários te vendo de quatro, cu babando, pedindo porra. Safado pra porra.

Theo rebolava pra trás encontrando cada socada, o pau magro balançando sem ser tocado, pingando no banco numa poça de pré-gozo. — Quero mais rola, porra. Fode mais fundo. Me chama de puta e mete até eu gritar. Tô doido pra sentir teu porra escorrendo depois. Me arromba, Lucas. Mais forte.

O ritmo era brutal. Lucas puxava o cabelo e dava tapa, o pau grossão martelando o ponto gostoso dentro do cu de Theo a cada entrada. Suor escorria de todo lugar — da nuca de Lucas pelos dragões, das costelas marcadas de Theo, misturando na junção onde o pau entrava e saía brilhando. Por dentro Lucas segurava o gozo com unhas, as bolas subindo pesadas, o pau latejando quente. Queria gozar fundo, mas ainda não. Queria ouvir Theo implorar mais, queria virar ele de novo, queria chupar aquele pau magro até o fim. O vapor grudava, o cheiro de sexo era grosso demais. Um cara perto gozou alto só de olhar; outro se aproximou de novo e Theo, mesmo fodido bruto, estendeu a mão e puxou o pau alheio pra chupar distraído enquanto Lucas socava por trás.

Lucas riu sujo, puxando o cabelo mais forte. — Chupando outro enquanto eu te fodo igual puta. Sem limite mesmo. Aguenta que eu vou te virar e meter de frente depois. Quero ver tua cara quando eu enfiar até as bolas de novo.

Ele desacelerou de propósito, só a glande dentro, esfregando devagar o cu dilatado, provocando. Theo se contorceu, gemendo frustrado, pedindo de novo. — Não para, caralho. Mete fundo. Quero mais. Me fode até eu gozar sem mão.

Lucas meteu de uma vez, fundo pra porra, e voltou a socar forte, tapas chovendo na bunda já vermelha, cabelo puxado, a voz rouca chamando ele de puta sem parar. O tesão subia grosso nos dois como o vapor — impossível de segurar pra sempre, mas eles seguravam. O cu de Theo apertava em espasmos, o pau de Lucas latejava a ponto de estourar, mas a foda continuava molhada e bruta no canto quente, corpos colados, gemidos altos pedindo mais, a sauna lotada engolindo tudo enquanto a tensão só engrossava, pronta pra explodir no próximo round.

O vapor no canto escuro engolia tudo quando Lucas meteu fundo de novo, o pau grosso sumindo inteiro no cu molhado de Theo até as bolas baterem molhadas. Theo gritou abafado, os braços tremendo no banco alto, a bunda magra erguida e vermelha dos tapas. Lucas puxou o cabelo úmido com força, forçando o pescoço pra trás, e acelerou as estocadas brutas — pele batendo, cu engolindo, suor voando. O pau magro de Theo balançava sem mão, pingando grosso no chão de madeira quente.

— Vai gozar comigo, puta — Lucas rosnou no ouvido dele, a voz rouca falhando de tesão. — Quero teu cu apertando enquanto eu encho tudo. Jorra no chão. Agora.

Theo rebolava pra trás encontrando cada socada, o corpo magro inteiro em espasmo. — Enche, caralho. Me enche de porra. Tô gozando… porra, Lucas—

O cu de Theo fechou em volta do pau grosso como uma porra de garra quente. Lucas empurrava fundo, fundo pra caralho, as bolas subindo pesadas, e gozou com um gemido grosso que veio do peito. Jatos quentes explodiram lá dentro, enchendo o cu magro, pulsando, jorrando sem parar. Theo gritou alto no vapor, o pau magro estourando sem ser tocado — fios brancos e grossos jorrando no chão da sauna, batendo na madeira quente, escorrendo numa poça suja misturada com suor. Lucas continuou metendo enquanto gozava, empurrando a porra mais fundo, sentindo o cu de Theo sugar cada gota, apertar, latejar. Os dois tremiam colados, ofegantes, o vapor grudando nos corpos suados como uma segunda pele.

Lucas ficou enterrado até o fim, o pau ainda latejando dentro, soltando os últimos espasmos. Theo soluçava gemidos baixos, a testa no banco, o cu piscando em volta da rola que escorria porra branca pelas bolas magras e descia pela coxa. O cheiro era grosso pra porra — sexo, suor velho, porra fresca misturada com o vapor salgado. Ao redor a sauna continuava: gemidos, chiados, alguém gozando longe. Ninguém se metia.

Lucas puxou devagar. O pau saiu com um ploc molhado e sujo, a porra escorrendo do cu aberto de Theo em fios brancos e quentes que pingavam no banco e no chão. Theo ficou de quatro um segundo a mais, o cu dilatado piscando, vazando, a bunda vermelha latejando. Lucas passou a mão tatuada pela fenda, espalhando a própria porra, enfiando dois dedos só pra sentir o calor molhado e sujo. Theo gemeu fraco, rebolando de leve.

— Porra… encheu tudo — murmurou Theo, a voz rouca, a boca ainda molhada de baba e do pau que tinha chupado antes. — Tá escorrendo.

Lucas riu baixo, sujo, e deu um tapa leve na bunda latejante. — Tá mesmo. Olha essa porra caindo. Safado pra caralho.

Eles se mexeram devagar. Theo desceu do banco, as pernas tremendo, o pau magro ainda semi-duro e sujo de gozo próprio. Lucas pegou as toalhas molhadas do chão — a dele e a de Theo, pesadas de vapor e suor. Passou o tecido grosso pela própria rola primeiro, limpando o resto de porra e saliva, depois pelas bolas, pela barriga suada. Theo pegou a outra toalha e limpou o cu com cuidado, o algodão esbranquiçado esfregando a entrada latejante, limpando o excesso que escorria. A toalha ficou manchada. Ele limpou o pau magro também, o chão onde tinha jorrado, as coxas. Lucas ajudou: a mão grande passou a toalha pela bunda magra de Theo, apertando de leve, sentindo o cu ainda quente e aberto por baixo do tecido.

— Cu latejando, né? — perguntou Lucas, a voz mais baixa agora, o peito tatuado subindo e descendo mais devagar. — Vai sentir amanhã.

— Vai — Theo respondeu, sorrindo safado mesmo ofegante. — Boca também. Ainda tô com gosto da tua rola.

Eles se olharam no vapor denso. Lucas puxou Theo pela nuca e beijou a boca suja. Beijo molhado pra caralho — línguas se enrolando, gosto de porra, de cu, de saliva velha, de suor. Theo mordeu o lábio inferior de Lucas, chupou a língua dele, a mão magra apertando o peito tatuado. Lucas retribuiu fundo, a mão grande na bunda latejante, o polegar esfregando de leve a fenda ainda úmida por cima da toalha. O beijo durou, sujo, sem pressa, os corpos colados no calor que agora parecia menos urgente. Quando se separaram, um fio de saliva ligava as bocas.

— Semana que vem — disse Lucas contra a boca dele, a voz rouca. — Mesma hora. Quero teu cu de novo. E quero chupar esse pau magro até cê jorrar na minha cara.

Theo lambeu o lábio, o sorrisinho safado voltando inteiro. — Tô dentro. Toda semana se for assim. Vou chegar já de pau duro só de lembrar teu pau me enchendo.

Lucas riu pelo nariz e apertou a nuca de Theo mais uma vez. — Então marca. Aqui. Não some.

Eles se vestiram devagar com as toalhas. Lucas amarrou a dele na cintura grossa, o pau ainda pesado e latejando por baixo. Theo puxou a própria toalha frouxa sobre a bunda magra, o cu latejando a cada passo, a boca inchada e vermelha. O vapor continuava chiando. Os outros caras olhavam de canto, alguns ainda se tocando. Lucas e Theo trocaram um último olhar sujo no meio da névoa.

Saíram juntos até a porta de vidro fosco. O ar lá fora batia mais frio na pele suada. Lucas parou um segundo, a mão na porta.

— Semana que vem — repetiu baixo.

Theo assentiu, o corpo magro ainda tremendo de leve. — Semana que vem.

Cada um foi pro seu lado. Lucas sentia o pau latejar na toalha a cada passo, a porra que tinha jorrado ainda quente na memória do cu apertado. Theo sentia o cu latejar fundo, aberto, a boca latejando do pau grosso e da baba. O vapor ficava pra trás. Os corredores da sauna ecoavam passos molhados e distantes.

No canto escuro o banco ainda brilhava de suor e resto de porra. O chiado da pedra quente continuava sozinho. Ninguém falava mais nada.

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