Noite de Hall Pass na Casa Flutuante

Lucas se esconde no escuro e fica louco de tesão vendo a esposa Clara se foder gostoso com o capitão Rafael na casa flutuante.

14 min read September 07, 2026New

O rio batia de leve contra o casco da casa flutuante, um som preguiçoso que misturava com o tilintar distante de copos e o zumbido dos insetos da noite quente. Lucas, de vinte e oito anos, sentia o suor escorrer pela nuca enquanto empurrava a porta de madeira e saía para o convés externo. A luz fraca das lanternas dentro da sala principal mal alcançava ali. Ele se encolheu atrás de uma pilha de caixas de isopor e de um toldo rasgado, exatamente onde Clara tinha combinado. O coração batia forte demais para um homem que tinha concordado com tudo.

Havia menos de uma hora, dentro do quarto pequeno com cheiro de madeira úmida e perfume dela, Clara se sentara na beira da cama, as pernas abertas de leve, a camiseta fina marcando os peitos. Olhou para ele com aquele sorriso torto que sempre desarmava.

— Lucas… eu quero um hall pass só pra esta noite. Aqui. Nesta casa. — A voz dela saiu baixa, rouca. — Sempre fantasiou em ser observada enquanto outro homem me come. Quero que você veja. Quero saber que está escondido, gozando só de me olhar. Me deixa fazer isso?

Ele engoliu em seco. O pau já estava duro só de ouvir. Clara sempre fora direta, mas aquilo era outro nível. A ideia de esconder e assistir a esposa se entregar para outro cara deixava o estômago revirado de ciúme e tesão ao mesmo tempo.

— Você tem certeza? — perguntou, a voz falhando.

— Absoluta. E você vai ficar ali no escuro, quieto. Sem interromper. Só olhar. Combinado?

Ele assentiu. O acordo estava feito. Consentido, combinado, excitante pra caralho. Agora ele estava ali, o pau latejando dentro da bermuda, a mão involuntariamente apertando o volume enquanto escutava os passos dela na sala.

Clara tinha descido até o deck de popa e acenado para a embarcação vizinha — um barco maior, com luzes amarelas e o nome desbotado na lateral. O capitão Rafael apareceu em poucos minutos. Trinta e dois anos, moreno de pele lisa, ombros largos de quem manobra cabo o dia inteiro, braços musculosos e uma barriga chapada sob a camisa aberta. O cabelo preto curto, a barba por fazer, o sorriso preguiçoso quando viu Clara de shortinho branco e top preto, os peitos quase saltando.

— Convite inesperado — disse Rafael, a voz grave, entrando na casa flutuante. — Vocês dois sozinhos no meio do rio e a esposa manda buscar o vizinho pra beber?

Clara riu, aquele riso baixo e molhado que Lucas conhecia bem demais.

— Meu marido tá ocupado… digamos que ele prefere assistir de longe hoje. Vem. Tomei uma garrafa de rum boa.

Eles se acomodaram no sofá aberto da sala, a porta grande para o convés parcialmente aberta. Lucas via tudo pela fresta entre as caixas e a sombra do toldo. A luz dourada batia no corpo de Clara, no jeito que ela cruzava as pernas e se inclinava para encher o copo de Rafael. O liquidificador do gelo soava abafado. Ela serviu generoso, os dedos roçando os do capitão de propósito.

— Você é bem forte — murmurou Clara, tocando o bíceps dele sem pudor. — Passa o dia inteiro no sol, né? Essa pele… quente pra caralho.

Rafael sorriu de lado, aceitando o toque. A mão grande dele desceu e pousou na coxa dela, os dedos grossos apertando a carne macia logo abaixo do short.

— E você parece mulher que gosta de ser manuseada. Seu marido sabe o que tá perdendo deixando você sozinha comigo?

— Ele sabe exatamente o que eu quero. — Clara se aproximou mais, o joelho dela tocando o dele. — Quer saber o que eu falei pra ele antes? Que ia te chamar, te beber e te deixar me foder gostoso enquanto ele se esconde no escuro gozando sem poder meter.

O pau de Lucas latejou forte. Ele abriu o zíper da bermuda com cuidado, puxou o pau pra fora e começou a masturbar devagar, o polegar passando pela cabeça já úmida. Via Clara se oferecendo, a boca se abrindo, a língua molhada.

Rafael não hesitou. Segurou o queixo dela e puxou para um beijo fundo, molhado, barulhento. Línguas se enrolando, saliva trocando, o som úmido chegando até o convés. Clara gemeu dentro da boca dele, a mão subindo pela camisa aberta, arranhando o peito peludo e duro. Rafael puxou o top dela para o lado, liberando um peito cheio, o mamilo escuro já duro. A boca desceu, chupou com fome, a língua girando, os dentes roçando de leve. Clara arqueou as costas, a mão no cabelo preto dele.

— Porra… isso… — suspirou ela. — Chupa forte. Quero que ele veja meus peitos na sua boca.

Lucas apertou o pau com mais força, a mão subindo e descendo no ritmo das chupadas. Viu Rafael morder o mamilo, depois passar para o outro peito, enquanto a mão dele entrava pelo short de Clara, os dedos grossos abrindo os lábios molhados dela. O short foi puxado para o lado. Os dedos sumiram dentro da buceta, o barulho molhado de penetração chegando claro.

— Tá pingando já — rosnou Rafael. — Gosta de se exibir pro marido, é?

— Adoro. — Clara abriu mais as pernas, empinando o quadril contra a mão dele. — Mete os dedos fundo. Eu quero gozar no seu dedo primeiro… e depois no pau.

Ela se inclinou e beijou o pescoço dele, mordendo a pele morena, a mão descendo até a calça de Rafael. Abriu o botão, puxou o zíper, tirou o pau grosso e veiudo para fora. Lucas quase gemeu alto ao ver o tamanho — mais grosso que o dele, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Clara envolveu com a mão pequena e começou a bater, o polegar espalhando o líquido, o polegar pressionando a fenda.

— Porra, que pau lindo — murmurou ela, baixando a cabeça. Lambuzou a língua na cabeça, chupou só a glande com barulho molhado, olhando de canto para a porta aberta, sabendo exatamente onde Lucas estava. — Quero esse pau inteiro na minha boca… e depois na minha buceta.

Rafael gemeu, a mão no cabelo dela, empurrando devagar. Clara engoliu mais, a garganta se abrindo, saliva escorrendo pelo queixo e caindo nos peitos. O barulho de chupada era obsceno, molhado, rítmico. Ela puxava até quase sair, a língua rodando, depois engolia de novo até a base, o nariz tocando a pele. Rafael empurrava o quadril, fodendo a boca dela com calma brutal.

Lucas masturbava mais rápido agora, o pré-gozo escorrendo pelos dedos, as bolas pesadas. Via a esposa ajoelhada no sofá, o short ainda no lugar mas puxado de lado, a buceta brilhando, os peitos balançando a cada investida da boca no pau do capitão. O ciúme queimava gostoso, misturado com um tesão tão forte que as pernas tremiam.

Clara tirou a boca devagar, um fio de saliva ligando os lábios à cabeça do pau. Olhou direto para a escuridão do convés, o olhar vidrado de tesão, e sussurrou alto o bastante para Lucas ouvir perfeitamente:

— Quero ser fodida agora. Aqui mesmo. Nesse sofá. Quero esse pau grosso me abrindo inteira enquanto meu marido se esconde no escuro e goza só de me ver levando. Mete em mim, Rafael. Fode essa buceta casada sabendo que ele tá assistindo cada centímetro.

Rafael riu baixo, o som rouco. Puxou Clara pelo quadril, virou ela de quatro no sofá, o short descendo até as coxas. A bunda redonda dela ficou exposta, a buceta inchada e pingando. Ele posicionou a cabeça grossa entre os lábios molhados, esfregou devagar, o pau inteiro brilhando no caminho.

— Vai gritar pro marido ouvir? — perguntou ele, a ponta já entrando um pouco.

Clara olhou de novo para a porta, o rosto corado, a boca aberta.

— Vai. Quero que ele veja meu cu se abrindo quando você meter fundo. Quero que ele ouça o barulho da minha buceta te engolindo. Agora, porra. Mete.

Lucas segurou a base do pau com força, quase no limite, o peito subindo e descendo rápido. Via a cabeça grossa sumindo aos poucos dentro da esposa, os lábios rosados se esticando, o gemido longo e agudo de Clara cortando a noite. Rafael empurrava centímetro por centímetro, as mãos grandes agarrando a cintura dela, a pele morena contrastando com a dela. Quando enterrou até o fundo, as bolas batendo, Clara soltou um “aahhh” rouco e empurrando o quadril para trás.

— Isso… todo… todo dentro. Porra, que pau grosso. Lucas… se você tá vendo… ele tá me enchendo inteira.

Rafael começou a meter de verdade, estocadas longas e profundas, o pau saindo quase todo brilhando de porra dela e entrando de novo com um tapa molhado. A bunda de Clara balançava, as carnes tremendo. Ele puxou o cabelo dela, forçando o arco das costas, e meteu mais rápido. O sofá rangia. O som de pele batendo em pele ecoava. Clara gemia sem parar, palavras sujas saindo entre gemidos:

— Mais fundo… assim… fode essa casada… deixa ele ouvir o quanto eu gosto… porra, Rafael, arromba.

Lucas batia punheta frenético agora, o polegar espalhando o líquido, os olhos fixos no pau sumindo e reaparecendo, na buceta dela se abrindo e fechando em volta daquela grossura. O cheiro de sexo já chegava até ele. O peito queimava. Ele sabia que ia gozar logo, mas segurava, queria ver mais, queria o momento em que ela gozasse no pau do outro.

Rafael puxou Clara para trás, sentou no sofá e fez ela cavalgar de costas para ele, as pernas abertas, o pau entrando de baixo para cima. Assim Lucas via tudo de frente: a buceta engolindo, os peitos pulando, o rosto dela contorcido de prazer. Ela olhava direto para o convés escuro enquanto subia e descia, a buceta fazendo barulho molhado a cada descida.

— Tá vendo, amor? — sussurrou Clara, a voz quebrada de tesão. — Tá vendo como eu sento gostoso nesse pau? Ele é grosso… me enche tanto… eu tô gozando só de saber que você tá ali se tocando. Continua olhando. Não para. Eu quero mais. Quero que ele me foda até eu gritar.

Rafael segurou os peitos dela por trás, apertando, beliscando os mamilos enquanto empurrava o quadril para cima, metendo fundo. Clara rebolava em círculos, depois subia e caía com força, o pau batendo no fundo. O gemido dela subia de tom. Lucas via o corpo dela tremer, os músculos da coxa tensionando, a buceta contraíndo visivelmente em volta do pau.

Eles não pararam. Rafael tirou o pau, virou Clara de novo, deitou ela de costas no sofá e abriu as pernas bem abertas, as mãos segurando atrás dos joelhos. Enfiou de uma vez só, fundo, e começou a foder rápido e duro, o pau saindo e entrando com estalos molhados, a buceta dela fazendo xixi de tesão escorrendo pela bunda. Clara gritava agora, sem pudor:

— Isso! Fode! Mais forte! Quero sentir amanhã! Lucas… ele tá me comendo tão gostoso… o pau dele lateja dentro de mim… eu vou gozar… porra, eu vou gozar nele…

Lucas estava no limite absoluto, a mão voando no pau, o gozo subindo. Via a cara de prazer da esposa, via o pau grosso martelando, via o suor escorrendo no peito de Rafael, via tudo. A tensão no ar era espessa, o rio lá fora continuava batendo manso, alheio ao que acontecia dentro. Clara arqueou as costas de novo, a boca aberta num grito silencioso quase, o corpo inteiro se preparando para o orgasmo enquanto Rafael metia sem piedade, as bolas batendo ruidosas.

O capitão se inclinou, mordeu o pescoço dela, e sussurrou algo no ouvido que fez Clara tremer ainda mais. Ela olhou mais uma vez para a escuridão onde Lucas se escondia, os olhos brilhando, e abriu a boca para falar algo sujo, algo que pediria ainda mais, quando o pau de Rafael latejou visivelmente dentro dela e ele segurou o ritmo, quase no limite também, a respiração ofegante.

Lucas segurou o gozo na última fração, o pau latejando na mão, o peito estourando. A noite ainda era longa. A casa flutuante rangia com cada estocada. E Clara, de pernas abertas, totalmente entregue, ainda tinha muito para mostrar ao marido escondido no escuro.

O sofá rangia cada vez mais alto sob o peso deles, o pau grosso de Rafael martelando a buceta inchada de Clara sem piedade, o líquido dela escorrendo em fios brilhantes pela bunda e pingando no assento. Lucas, escondido atrás das caixas, sentia o próprio pau latejar na mão como se fosse explodir a qualquer segundo. Ele segurou a base com força, os dedos viscosos de pré-gozo, recusando soltar ainda. Queria ver tudo. Queria o momento em que ela se quebrasse por completo.

Rafael puxou o pau para fora de repente, um estalo molhado ecoando. Clara gemeu de protesto, a buceta se contraindo no vazio, mas ele a ergueu nos braços fortes como se ela não pesasse nada e carregou até a mesa de madeira do deck externo. A noite quente abraçava os corpos suados. A luz fraca das lanternas da sala projetava sombras longas sobre o convés. Lucas se arrastou mais para a frente nas sombras, o coração martelando, a mão voltando a bater no pau com fúria silenciosa enquanto via o capitão deitar Clara de costas sobre a mesa, as pernas abertas penduradas nas beiradas.

Rafael se ajoelhou entre elas. O rosto moreno desceu direto para a buceta molhada, a língua larga e quente passando devagar pelos lábios inchados, chupando o clitóris inchado com barulho obsceno. Clara arqueou as costas, os peitos subindo, os dedos cravados na madeira da mesa.

— Porra… chupa essa buceta… assim… mais forte — gemeu ela, a voz rouca cortando o barulho do rio. Olhou direto para a escuridão onde sabia que Lucas estava, os olhos vidrados. — Tá vendo, amor? Ele tá lambendo tudo… a língua dele tá entrando… porra, Lucas, ele mama gostoso pra caralho…

Rafael rosnou contra a carne dela, enfiando a língua fundo, chupando os sucos que escorriam, os dedos grossos abrindo os lábios para comer melhor. A barba rala raspava a pele macia das coxas. Clara rebolava o quadril contra a boca dele, gemendo alto, sem vergonha, sabendo que o marido escondido ouvia cada lambida molhada. Lucas masturbava mais rápido, o polegar esfregando a cabeça sensível, o gozo subindo e baixando na base das bolas. Via a esposa se contorcer, via a saliva e o tesão dela brilhando no queixo de Rafael, via tudo e quase gozava só daquilo.

Quando Clara já tremia no limiar, Rafael se levantou. Virou-a de uma vez só, empurrando o peito dela contra a mesa fria. A bunda redonda ficou empinada, a buceta pingando, o cu se contraindo. Ele posicionou a cabeça grossa e enterrou de uma estocada só até as bolas. Clara gritou, o som alto e sujo ecoando sobre a água.

— Ahhh, porra! Inteiro… mete inteiro, caralho!

Rafael agarrou a cintura dela com as duas mãos grandes e começou a foder no estilo cachorrinho com força brutal. Estocadas longas, profundas, o pau saindo quase todo coberto de porra branca dela e entrando de novo com tapas molhados que faziam a bunda tremer. A mesa rangia. Clara gemia sem parar, o rosto virado na direção exata do esconderijo de Lucas, os olhos semicerrados de tesão, a boca aberta babando.

— Tá vendo, amor? — gritou ela entre gemidos. — Tá vendo como ele arromba essa buceta casada? O pau dele é grosso pra porra… me enche todinha… Lucas… eu quero que você goze me vendo levar… continua se tocando… me fode mais forte, Rafael… arromba essa puta do teu marido…

Lucas batia punheta frenético agora, o punho voando no pau duro, o pré-gozo escorrendo pelos dedos e pingando no chão do convés. O ciúme queimava gostoso no peito, misturado com um tesão tão sujo que as pernas tremiam. Via cada centímetro sumindo dentro da esposa, via a buceta se esticando, via o suor escorrendo nas costas dela. Queria gritar, queria meter, mas ficava quieto como combinado, só gozando com os olhos.

Rafael meteu mais uns minutos daquele jeito selvagem, as bolas batendo ruidosas contra o clitóris dela, depois puxou o pau para fora e se deitou de costas na mesa. Clara não hesitou. Montou em cima, encaixou a buceta molhada na cabeça grossa e desceu de uma vez só, engolindo tudo até o fundo com um gemido gutural. Começou a cavalgar com movimentos selvagens, rebolando em círculos, subindo e caindo com força, a buceta fazendo barulho molhado a cada descida. Os peitos saltavam. Ela os apertou com as duas mãos, beliscando os mamilos duros, a cabeça jogada para trás.

— Porra… que pau grosso… me fode… assim… — gemia ela, cavalando mais rápido, o quadril batendo. Olhou de novo para as sombras. — Lucas… eu quero que ele goze dentro… quero sentir o leite quente enchendo… Rafael, mete fundo e goza dentro dessa buceta casada… enche eu todinha… por favor… eu preciso… porra, eu preciso do teu gozo…

Rafael segurou os quadris dela e empurrou para cima com força, fodendo de baixo enquanto ela cavalgava. O som era obsceno, pele batendo, gemidos altos, a mesa quase caindo. Clara rebolava como louca, apertando os peitos com força, os dedos cravados na própria carne, o rosto contorcido. Lucas via tudo de frente agora: a buceta engolindo e cuspendo o pau grosso, o clitóris inchado roçando, o corpo dela inteiro entregue. Sua mão voava no pau, o gozo já subindo sem freio.

— Vou gozar… porra, vou gozar nele… — gritou Clara, o corpo todo tremendo. — Enche… enche essa buceta… agora!

Rafael rugiu, as mãos cravadas na bunda dela, e gozou fundo, jorrando jatos quentes e espessos dentro dela. Clara gritou alto no mesmo instante, a buceta se contraindo em espasmos violentos, gozando em cima do pau latejante, o líquido misturado escorrendo pelas bolas dele e pingando na mesa. O orgasmo dela foi longo, o corpo inteiro sacudindo, gemidos quebrados saindo enquanto ela continuava rebolando devagar, ordenhando cada gota.

Lucas gozou ao mesmo tempo, sem conseguir segurar mais. Jatos quentes espirraram na mão e no chão escuro, o corpo inteiro travando, a visão embaraçada de prazer sujo enquanto via a esposa ser enchida. O peito ardia. As pernas fraquejaram. Ele mordeu o lábio para não gemer alto.

Quando os espasmos passaram, Clara desceu devagar do pau ainda semi-duro, o gozo grosso escorrendo pelas coxas internas, misturado com o próprio tesão. Ficou em pé ao lado da mesa, ofegante, o corpo suado brilhando na luz fraca. Rafael se vestiu em silêncio, ajeitou a camisa e deu um tapinha na bunda dela.

— Boa noite, vizinha. Qualquer coisa… é só acenar de novo.

Ele saiu pelo deck, sumindo na escuridão do barco vizinho. Clara ficou ali, pernas abertas de leve, o gozo pingando no chão de madeira. Virou o rosto exatamente na direção do esconderijo de Lucas e sorriu, satisfeita, os lábios inchados. Sussurrou baixo, mas alto o bastante para ele ouvir perfeitamente:

— Obrigada por assistir, amor.

Lucas saiu das sombras, o pau ainda semi-duro e sujo de porra, a bermuda aberta. Atravessou o convés em três passos e puxou Clara pela nuca, beijando a boca dela com fome, saboreando o gosto de rum e do outro homem. As mãos desceram pela bunda suada, os dedos tocando a buceta ainda aberta e cheia de porra quente. Ela gemeu dentro do beijo, empurrando o quadril contra a mão dele.

— A noite de hall pass na casa flutuante mal começou — murmurou ele contra a boca dela, a voz rouca de tesão. — Quero te ver levando de novo. Quero teu cu pingando também. Agora.

Clara riu baixo, suja, e puxou o pau dele de novo, passando os dedos pelo gozo fresco.

— Então fode essa buceta já arrombada e cheia de porra alheia, seu corno safado. Mete fundo e deixa eu gozar de novo no teu pau enquanto o leite do Rafael ainda escorre.

Rate this story

Thanks for rating
Tagged voyeurism cuckold hotwife exhibitionism discussion

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.