Ela Gozou Pela Primeira Vez Nos Braços Dele Enquanto Eu Assistia

Meu amigo Errol fodeu a safada da Harriet até ela gozar esguichando pela primeira vez enquanto eu assistia punhetando.

29 min read September 02, 2026New

O jantar tinha acabado há pouco, mas o ar na sala ainda cheirava a vinho tinto e àquele perfume doce que Harriet sempre usava quando queria me deixar louco. Eu, Sullivan, marido dedicado há cinco anos, limpava a mesa com movimentos lentos demais, tentando disfarçar o bulício no peito. Havia meses que eu fantasiava em segredo com aquilo. Eu me punhetava no banheiro imaginando outro homem enfiando o pau grosso na minha mulher enquanto eu só assistia, humilhado e duro pra caralho. Nunca tinha tido coragem de falar. Harriet, linda pra porra aos vinte e oito, corpos de curva perfeita, peitos firmes que saltavam no decote, bunda redonda que eu adora morder, tinha pego o jeito. Ela flertava abertamente com o Errol naquela noite.

Errol era nosso amigo de faculdade. Musculoso, ombros largos, braços que estouravam a camisa, e eu já tinha visto o volume na calça dele no vestiário do clube: um pau pesado, grosso, daqueles que fazem a mulher gemer diferente. Durante o jantar ele riu alto das piadas dela, e Harriet tocou o braço dele mais vezes do que o necessário, a mão deslizando pela manga, os olhos brilhando. Eu sentia o pau latejar na calça a cada risadinha safada dela.

Quando Errol foi embora, a porta mal fechou e ela veio até mim na cozinha. Encostou o corpo quente no meu, os peitos macios pressionando meu peito, e sussurrou bem no ouvido:

— Sullivan… eu quero transar com o Errol. Na tua frente. Quero que ele me foda enquanto tu assiste. Tu topa?

Meu coração disparou. Vergonha quente subiu pelo pescoço, mas o pau ficou duro instantaneamente, apertado contra a calça. Eu engoli seco, as mãos tremendo na cintura dela.

— Porra, Harriet… eu… eu também quero. Faz meses que eu imagino isso. Me humilha ver outro te comendo, mas me deixa louco de tesão. Vamos. Os dois queremos isso pra caralho.

Ela sorriu aquele sorriso safado que me derrete, beijou minha boca com língua molhada e gulosa, e murmurou “bom menino” antes de ir tomar banho. Eu fiquei ali, o pau doendo, a mente já rodando cenas de como seria ver o amigo grosso abrindo a buceta da minha esposa.

Dois dias depois Errol voltou. Harriet me avisou por mensagem: “Veste a lingerie que eu gosto e fica quietinho. Ele vem jantar de novo.” Eu abri a porta com a boca seca. Ele entrou, camisa justa marcando o peitoral, e Harriet apareceu na escada vestindo só uma lingerie preta de renda transparente: sutiã que quase não cobria os bicos duros, calcinha fio dental molhada já no meio, e um robe curto aberto. Os peitos balançavam a cada passo. Errol assobiou baixo.

— Porra, Harriet…

Ela não perdeu tempo. Foi direto pro sofá, empurrou o peito dele pra trás e sentou no colo dele de frente, as coxas abertas em volta da cintura musculosa. Eu fiquei em pé perto da poltrona, o pau já latejando. Harriet agarrou o rosto de Errol e beijou a boca dele com fome, língua molhada, gemendo baixinho enquanto olhava pra mim por cima do ombro dele. Os olhos dela diziam “olha o que eu tô fazendo, marido”. Ela rebolou devagar, esfregando a buceta molhada no pau duro de Errol por cima da calça jeans. Dá pra ver o volume grosso subindo, a ponta já manchando o tecido. O tecido da calcinha dela ficou transparente de tanto caldo.

— Sullivan… posso? Posso gozar no pau grosso do teu amigo? — a voz dela saiu manhosa, quase choramingando de tesão, enquanto continuava a esfregar, o clitóris ralando no volume. — Olha como ele tá duro… maior que o teu…

Eu olhei pra baixo. Meu próprio pau latejava tanto que doía contra o zíper, uma mancha úmida já aparecendo. Errol riu baixo, as mãos grandes apertando a bunda dela, os dedos enfiando por baixo da renda e tocando a buceta pingando.

— Porra, ela tá encharcada, Sullivan. Tu deixa?

Eu engasguei, a voz saindo rouca de vergonha e tesão misturados:

— Deixa. Leva ela. Fode a minha mulher.

Errol se levantou de uma vez só, pegou Harriet no colo como se ela não pesasse nada, as pernas dela se enrolando na cintura dele. Ela riu, beijando o pescoço dele enquanto ele subia a escada em direção ao nosso quarto. Eu segui atrás, o coração martelando na garganta, a cara quente de humilhação, o pau latejando a cada degrau. No quarto a luz da abajur deixava tudo dourado e sujo. Errol jogou Harriet na cama de casal, o colchão afundando. Ele arrancou a calcinha dela num puxão seco, o tecido molhado voando pro chão. A buceta dela brilhou, inchada, rosada, o clitóris latejando, os lábios abertos e pingando no lençol.

— De quatro, safada — ele mandou.

Harriet obedeceu na hora, a bunda erguida, a cintura arqueada, o rosto virado pro lado pra me ver. Errol baixou a calça, o pau saltou grosso e veioso, maior que o meu, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele se posicionou atrás, esfregou a glande na fenda molhada dela e enfiou de uma vez só, fundo, até as bolas baterem. Harriet gritou, um gemido alto e rouco:

— Aaaah porra! Me fode mais forte que meu marido! Mais fundo, Errol! Usa essa buceta!

Ele agarrou a cintura dela com as duas mãos e meteu com força, o pau grosso sumindo e saindo brilhando de porra dela, o barulho molhado de pele batendo ecoando no quarto. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem pra frente, o sutiã já descido, os bicos roçando o lençol. Eu me sentei na poltrona no canto, abri o zíper com mão trêmula e tirei o pau pra fora. Comecei a punhetar devagar, bem devagar, sentindo a humilhação queimar enquanto via o amigo rampar a minha esposa com aquilo que eu nunca conseguia dar. O pau dele esticava a buceta dela de um jeito obsceno, os lábios puxando pra fora a cada saída.

Errol puxou o cabelo dela, forçou o peito pra baixo e continuou metendo fundo, o som de peitos batendo, gemidos dela se misturando:

— Mais forte… quebra essa buceta… meu marido só consegue me dar levinho…

Ele tirou o pau de repente, virou Harriet de lado, levantou a perna de cima dela e enfiou de novo, ainda mais fundo, o ângulo fazendo a cabeça do pau ralar no ponto certo. Harriet abriu a boca num grito mudo primeiro, depois explodiu:

— Vou gozaaar! Pela primeira vez assim… aaaaah caralho!

O corpo dela tremeu todo. A buceta apertou o pau grosso dele em espasmos violentos e ela esguichou, um jato quente e transparente saindo com força, molhando o pau dele, os lençóis, a coxa dele. Ela gritou de prazer puro, os olhos revirando, as unhas cravadas no colchão, o orgasmo tão forte que as coxas estremeciam sem parar. Eu punhetava mais devagar ainda, a mão molhada de pré-gozo, a cara quente de vergonha ao ver a esposa delirando no pau do outro homem daquele jeito — algo que eu nunca tinha conseguido arrancar dela. Errol não parou; continuou metendo fundo enquanto ela ainda esguichava, até que ele mesmo gemeu baixo, enterrou até o fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo a buceta dela. Eu vi o peito dele tremer, as bolas contraindo.

Ele saiu devagar. O pau saiu grosso, brilhando, e a porra dele começou a escorrer logo em seguida — branca, cremosa, misturada com o caldo dela, pingando da buceta aberta e vermelha pro lençol manchado. Harriet ainda tremia toda, o peito subindo e descendo rápido, o orgasmo ainda ripando pelo corpo. Ela virou a cabeça, encontrou meu olhar na poltrona, e sorriu aquele sorriso safado e satisfeito, os lábios inchados, o cabelo bagunçado. Devagar, ainda ofegante, abriu mais as pernas na minha direção, os dedos dela descendo e abrindo os lábios molhados, mostrando a creampie escorrendo em filetes grossos pela bunda, pingando sem pressa. Os olhos dela brilhavam de desafio e tesão puro.

— Olha, Sullivan… tá vendo o que o Errol deixou na tua mulher? Ainda tá quente…

Eu continuei punhetando devagar, o pau doendo de tanto prender o gozo, a humilhação e o tesão se misturando numa bagunça gostosa no peito. Errol se sentou na beira da cama, ainda semi-duro, a mão passando pela coxa suada dela como se já fosse dono daquilo. Harriet não tirou os olhos de mim, as pernas abertas, a porra escorrendo, o corpo ainda tremendo de leve. O ar do quarto cheirava a sexo suado e gozo fresco. Eu sabia que aquilo não tinha acabado — ela ainda estava olhando pra mim daquele jeito, pedindo mais com o silêncio, e o pau de Errol já começava a endurecer de novo enquanto ele observava a gente dois.

Harriet manteve as pernas abertas na minha direção, os dedos afastando os lábios inchados da buceta pra eu ver melhor o fio grosso de porra branca que escorria devagar pela fenda e pingava na dobra da bunda. O cheiro forte de gozo misturado com o perfume doce dela enchia o quarto. Eu continuei punhetando bem devagar, o pau latejando na mão, a glande já brilhando de pré-gozo, sentindo a cara queimar de vergonha gostosa enquanto o Errol passava a mão pesada pela coxa suada dela.

— Chega mais perto, Sullivan — ela mandou, a voz ainda rouca do orgasmo. — Quero que tu veja de pertinho o que o teu amigo encheu. Cheira. Olha como tá aberta…

Eu me levantei da poltrona com as pernas moles, o pau duro balançando pra frente, e me ajoelhei na beira da cama. O colchão afundou sob o peso. A buceta dela estava a menos de um palmo do meu rosto: vermelha, latejando, os lábios puxados pra fora, a porra cremosa do Errol saindo em filetes lentos que escorriam pelo cu apertado e manchavam o lençol já encharcado. Eu engoli seco. O coração batia tão forte que eu ouvia no ouvido.

Errol riu baixo, a mão subindo até o clitóris dela e esfregando em círculos preguiçosos. Harriet tremeu inteira, soltando um gemidinho manhoso.

— Ela ainda tá latejando em volta da minha porra, cara — ele disse, olhando pra mim com aquele sorriso de quem já era dono. — Tua mulher nunca esguichou assim contigo, né? Primeira vez. Olha o que um pau de verdade faz.

— Nunca… — eu admiti, a voz saindo baixa, humilhada. Meu pau latejou forte na mão. — Nunca consegui fazer ela gozar assim.

Harriet puxou meu cabelo com a mão livre e grudou meu rosto bem na virilha dela. O cheiro quente e salgado me bateu de uma vez. A ponta do nariz roçou o clitóris inchado.

— Cheira fundo, marido. Cheira a porra do Errol dentro de mim. Depois tu vai limpar com a língua se eu mandar… mas agora só assiste. — Ela soltou meu cabelo e virou o corpo na direção do Errol. — Meu amor… teu pau já tá duro de novo. Quero chupar ele limpo. Quero provar a gente dois misturados.

Errol se recostou nos travesseiros, as pernas abertas, o pau já engrossando de novo, ainda brilhando de porra e caldo dela. Harriet engatinhou até ele como uma gata no cio, a bunda empinada na minha cara, a creampie escorrendo mais a cada movimento. Ela agarrou a base do pau grosso dele com as duas mãos e enfiou a boca até o fundo de uma vez só, engasgando molhado, a garganta estreitando em volta da cabeça. O som úmido de saliva e gozo ecoou. Ela chupava com fome, a língua rodando, os olhos virados pra mim o tempo todo enquanto a garganta fazia barulho de engolir a mistura que tinha saído dela mesma.

Eu fiquei ajoelhado ali, punhetando mais rápido agora, vendo a bunda dela balançar, a buceta aberta pingando logo na minha frente. Cada vez que ela descia a boca no pau do Errol, mais porra escorria de dentro dela e caía em gotas quentes no lençol. Meu peito ardia de ciúme e tesão misturados. Eu queria enfiar a língua nela ali mesmo, lamber tudo, mas ela não tinha mandado. Só assiste, ela tinha dito.

Errol gemeu fundo, a mão grande no cabelo dela, empurrando a cabeça pra baixo.

— Isso, puta… limpa teu cu e tua buceta no meu pau. Sullivan tá vendo tudo. Olha pra ele enquanto engole.

Harriet puxou a boca pra fora com um estalo molhado, um fio de saliva e porra ligando o lábio inferior à glande brilhante. Ela virou o rosto pra mim, a boca suja, e sorriu.

— Tá vendo, Sullivan? O pau dele ainda tem gosto da minha gozada. Maior, mais grosso, me fodeu até eu esguichar. O teu nunca chegou nem perto. — Ela lambeu a cabeça de novo, bem devagar, os olhos fixos nos meus. — Continua punhetando. Sem gozar. Se tu gozar antes de eu mandar, eu te deixo de fora a noite toda.

Eu apertei a base do pau com força, prendendo o gozo que já subia. A humilhação me deixava mais duro ainda. Errol puxou Harriet pelo braço e a deitou de costas no meio da cama, abrindo as pernas dela largo. Ele se ajoelhou entre elas, esfregou a glande grossa na fenda encharcada e enfiou de novo num só movimento, fundo, até as bolas baterem no cu dela. Harriet arqueou as costas inteiras, gritando:

— Aaaaah caralho! Assim… bem fundo… arromba essa buceta casada!

Ele começou a meter com estocadas longas e pesadas. O pau grosso entrava e saía brilhando, puxando os lábios pra fora, o barulho molhado de porra sendo chacoalhada dentro ecoando no quarto. Cada vez que ele ia fundo, um pouco da creampie anterior saía em espuma branca em volta da base. Os peitos dela balançavam pra cima e pra baixo, os bicos duros, o sutiã de renda já rasgado e jogado de lado. Eu me aproximei mais, ajoelhado bem ao lado da cama agora, o pau na mão, vendo de cima o pau do meu amigo sumindo dentro da minha mulher.

Harriet agarrou minha mão livre e puxou pra cima do peito dela.

— Aperta meus peitos enquanto ele me fode. Sente como meu coração tá disparado por causa do pau dele, não do teu.

Eu apertei. Os peitos macios, quentes, o coração dela batendo descompassado sob a palma. Errol acelerou, as coxas batendo forte na bunda dela, o som de pele molhada estalando. Ele abaixou o tronco e chupou um bico com força, mordendo de leve, enquanto continuava metendo. Harriet gemeu alto, as unhas cravadas no meu braço.

— Mais fundo… usa ela… ela é tua agora, Errol… meu marido só serve pra assistir e punhetar… aaaah porra!

Errol tirou o pau de repente, puxou Harriet pela cintura e virou ela de quatro de novo, mas dessa vez de frente pra mim. A boca dela ficou a centímetros do meu pau. Ela olhou pra cima, os olhos vidrados de tesão, e lambeu a minha glande de leve só pra me torturar, sem engolir.

— Não mete na minha boca, Sullivan. Só fica aí duro enquanto o Errol me come. — Ela rebolou a bunda pra trás. — Enfia de novo, amor. Quero gozar esguichando na cara dele dessa vez.

Errol agarrou a cintura dela com as duas mãos e enterrou o pau até o fundo outra vez. As estocadas vieram violentas agora, o colchão rangendo, a cama batendo na parede. A cada nocaute a buceta dela fazia barulho molhado e um jato fino de líquido saía, molhando as bolas dele e pingando no meu joelho. Eu punhetava desesperado, a mão escorregando de porra, o peito subindo e descendo rápido. A vergonha queimava gostoso: eu estava ajoelhado na nossa cama de casal vendo outro homem arrombar a mulher que eu amava, e ela estava gozando mais do que nunca.

— Fala pra ele, Harriet — Errol rosnou, puxando o cabelo dela pra trás, forçando o peito pra cima. — Fala o que tu sente.

— Eu sinto o pau grosso dele abrindo tudo… batendo no fundo… meu marido nunca me encheu assim… vou gozar de novo… Sullivan, olha… olha eu gozar pro teu amigo…

O corpo dela travou. As coxas tremeram violentas. A buceta apertou o pau do Errol em espasmos fortes e ela esguichou de novo, um jato quente e transparente saindo com força bem na direção do meu peito e da minha mão que punhetava. O líquido me molhou inteiro, quente, fedendo a ela. Harriet gritou sem parar, a voz quebrando, o rosto contorcido de prazer puro enquanto o orgasmo a sacudia. Errol não parou. Continuou metendo fundo através do esguicho, o pau fazendo barulho de sucção dentro dela, até que ela desabou com o peito no colchão, ainda tremendo, a buceta latejando aberta e vazando mais porra misturada com o próprio caldo.

Eu estava à beira. O pau doía de tanto segurar. Errol saiu devagar, o pau ainda duro pra caralho, brilhando, veias latejando. Ele se sentou na beira da cama, puxou Harriet pro colo dela de costas pra ele, e enfiou de novo de baixo pra cima, as mãos segurando as coxas dela abertas na minha direção. Ela ficou exposta pra mim, a buceta engolindo o pau grosso, subindo e descendo devagar agora, a porra antiga sendo empurrada pra fora a cada descida.

— Vem cá, Sullivan — ela sussurrou, ofegante, os braços passando por trás da cabeça do Errol. — Fica bem na frente. Quero que tu veja de perto ele me foder de novo. Quero que tu peça pra ele gozar dentro outra vez. Pede, marido. Pede pra ele engravidar tua mulher na tua frente.

Eu engasguei, a mão apertando o pau com força pra não gozar. A humilhação me deixava tonto de tesão. Errol metia devagar de baixo, as bolas batendo molhadas, o pau esticando ela de um jeito obsceno bem na minha cara. Harriet rebolava em círculos, o clitóris ralando na base dele, gemendo baixinho a cada movimento.

— Pede… — ela repetiu, os olhos brilhando de desafio. — Fala alto.

— Porra… Errol… goza dentro dela de novo… enche a buceta da minha mulher… eu quero ver escorrendo…

Errol riu, mordeu o ombro dela e acelerou as estocadas de baixo. O barulho molhado voltou forte. Harriet começou a tremer outra vez, a boca aberta, os peitos balançando. Eu via tudo de tão perto que sentia o calor saindo dela, via o pau grosso sumindo e aparecendo, a porra branca sendo chacoalhada pra fora em bolhas. Meu pau latejava na mão, a cabeça roxa, uma gota grossa de pré-gozo caindo no lençol. Eu sabia que ela ia gozar de novo a qualquer segundo, e eu ia continuar ali ajoelhado, punhetando, pedindo mais, enquanto o amigo fodia a minha esposa até ela delirar outra vez nos braços dele. O ar estava pesado de sexo, suor e gozo. E nada daquilo tinha acabado.

Harriet rebolou mais fundo no pau grosso do Errol, a buceta engolindo ele até a base enquanto as coxas dela tremiam abertas bem na minha cara. Eu via cada veia latejando, via a porra antiga virando espuma branca a cada subida e descida. O cheiro quente de sexo me batia no rosto. Meu pau doía na mão, a cabeça roxa escorrendo pré-gozo no lençol. Ela olhou pra baixo, encontrou meu olhar e sorriu safada, ofegante.

— Mais rápido, Errol… enfia até o fundo… quero gozar esguichando de novo na cara do meu marido… — a voz dela saiu quebrada de tesão. — Sullivan, abre a boca. Quero que tu sinta o gosto quando eu gozar.

Eu obedi, ajoelhado ali como um cão, a boca aberta, a cara quente de vergonha gostosa. Errol agarrou as coxas dela com força e meteu de baixo pra cima com estocadas curtas e pesadas. O pau grosso sumia inteiro, as bolas batendo molhadas contra o cu dela. Harriet arqueou as costas contra o peito dele, os peitos balançando, os bicos duros apontados pra mim. O clitóris inchado ralava na base a cada movimento.

— Vou gozaaar… caralho… olha, Sullivan… olha a tua mulher gozando no pau do teu amigo… — o corpo dela travou de uma vez. As coxas estremeceram violentas. A buceta apertou o pau do Errol em espasmos fortes e ela esguichou de novo, um jato quente e transparente saindo com força direto na minha boca e no meu peito. O líquido salgado me encheu a língua, escorreu pelo queixo, molhou a camisa aberta. Eu engoli por instinto, o gosto dela misturado com a porra dele me deixando tonto de humilhação. Harriet gritou sem parar, a voz rouca, os olhos revirando enquanto o orgasmo a sacudia inteira nos braços dele. Errol continuou metendo através do esguicho, o barulho de sucção molhada ecoando, até que ela desabou pra trás, ainda latejando, a buceta vazando mais caldo quente em filetes grossos pela minha cara.

Eu continuei punhetando devagar, a mão escorregando, prendendo o gozo que subia desesperado. O peito ardia. Nunca tinha visto ela gozar assim — três vezes seguidas, esguichando, delirando. Errol mordeu o ombro dela e riu baixo, ainda duro pra caralho dentro dela.

— Porra, ela aperta que nem puta profissional quando goza… olha só, Sullivan. Tua mulher tá viciada nesse pau agora.

Harriet respirou fundo, ainda tremendo, e se ergueu devagar do colo dele. O pau grosso saiu com um ploc molhado, brilhando, e um jorro grosso de porra cremosa escorreu logo em seguida, pingando no meu joelho. Ela se virou de quatro na cama, a bunda empinada na minha direção, e olhou por cima do ombro.

— Limpa com a língua, marido. Lambе tudinho a porra do Errol pra fora. Quero a buceta limpinha pra ele enfiar de novo. E não goza. Se gozar eu te amarro na poltrona o resto da noite.

Meu coração disparou. A humilhação queimava gostoso no peito enquanto eu me inclinava pra frente, o pau latejando esquecido na mão. A buceta dela estava aberta, vermelha, latejando, os lábios inchados puxados pra fora, a porra branca escorrendo em filetes lentos pelo cu apertado. Eu encostei a língua quente nela. O gosto salgado e cremoso me encheu a boca de uma vez — gozo do Errol misturado com o caldo doce dela. Lambei fundo, a língua entrando, sugando, limpando cada gota enquanto ela gemia manhosa e rebolava contra a minha cara. Errol se levantou, se posicionou na frente dela e enfiou o pau sujo na boca dela sem pedir.

— Isso… chupa limpo enquanto teu corno limpa a buceta. Olha pra ele, safada.

Harriet engoliu o pau grosso até a garganta, engasgando molhado, os olhos fixos nos meus enquanto eu lambia. A cada movimento da língua dela no pau dele, mais porra escorria na minha boca. Eu bebia tudo, a vergonha me deixando mais duro ainda, o pau latejando sem alívio. Ela puxou a boca pra fora com um estalo, um fio de saliva e gozo ligando o lábio à glande, e falou rouca:

— Agora enfia de novo, Errol. Quero que tu goze bem fundo… quero sentir quente… e o Sullivan vai pedir de novo. Pede pra ele me engravidar, marido. Fala alto.

Eu levantei o rosto, a boca suja de porra, a voz saindo baixa e trêmula de tesão:

— Errol… goza dentro da minha mulher de novo… enche ela… engravidar a Harriet na minha frente… por favor…

Errol riu, agarrou a cintura dela e enterrou o pau de uma vez só até as bolas. Harriet gritou alto, a buceta ainda sensível engolindo ele inteiro. Ele meteu com força logo de cara, estocadas longas e pesadas que faziam a cama bater na parede. O pau grosso entrava e saía brilhando, puxando os lábios pra fora, o barulho molhado de pele e porra ecoando. Eu fiquei ajoelhado bem ao lado, punhetando devagar, vendo de perto o pau do amigo sumir dentro da minha esposa. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem, o cabelo bagunçado colado no suor do rosto.

— Mais fundo… arromba… meu marido nunca me fodeu assim… o pau dele é pequenininho perto do teu… aaaah caralho! — ela gritava, as unhas cravadas no lençol. Errol puxou o cabelo dela pra trás, forçou o peito pra cima e acelerou. O som de coxas batendo forte encheu o quarto. Eu via a porra antiga saindo em bolhas brancas em volta da base a cada nocaute.

Harriet estendeu a mão e puxou meu pau pra perto da boca dela, lambeu a glande só de leve, torturando.

— Continua pedindo… fala que eu sou a puta do teu amigo agora…

— Tu é a puta dele… fode ela… goza dentro… eu quero ver escorrendo de novo… — a voz saía rouca, a mão apertando a base pra não gozar. O pré-gozo escorria no queixo dela. Errol rosnou, as estocadas ficando mais violentas, o colchão rangendo.

— Vou gozar… segura, puta… toma tudinho…

Ele enterrou até o fundo, o corpo travando, e gozou com um gemido baixo e gutural. Eu vi as bolas contraindo, vi o pau latejando dentro dela enquanto jatos quentes enchiam a buceta casada. Harriet gemeu alto sentindo cada porrada de porra, a buceta apertando em volta dele em espasmos. Ele ficou enterrado fundo longos segundos, bombeando tudo, antes de sair devagar. O pau saiu grosso e brilhante, e a porra nova escorreu logo em seguida — mais cremosa, mais grossa, misturada com o caldo dela, pingando em filetes longos pela fenda e escorrendo pelo cu até o lençol já encharcado.

Harriet se virou de costas, as pernas abertas largas na minha direção, os dedos abrindo os lábios inchados pra eu ver o creampie fresco saindo. O cheiro forte me bateu de novo.

— Chega mais perto, Sullivan. Cheira. Olha o que ele deixou… quente… fundo… — ela sussurrou, ofegante. Eu me inclinei, o nariz quase tocando, sentindo o calor saindo dela. Errol se sentou na beira da cama, ainda semi-duro, a mão passando pela coxa suada dela como dono. — Agora tu vai ficar aí ajoelhado enquanto eu chupo ele limpo de novo. E depois ele vai me foder de novo. A noite tá só começando. Tu não goza até eu mandar. Entendeu, corno?

Eu acenei com a cabeça, a cara queimando, o pau latejando desesperado na mão. Harriet engatinhou até o colo do Errol, agarrou o pau ainda pingando e enfiou na boca até o fundo, chupando com fome a mistura que tinha saído dela. Os olhos dela não saíam dos meus. Cada descida da boca fazia a garganta dela estreitar, o som molhado de engolir ecoando. Eu punhetava bem devagar, a humilhação e o tesão se misturando numa bagunça quente no peito. Errol gemeu, a mão no cabelo dela, empurrando mais fundo.

— Olha ele aí, Harriet… punhetando que nem putinha enquanto tu limpa meu pau. Tua buceta ainda tá latejando, né? Quero meter de novo daqui a pouco. Dessa vez quero que o corno segure tuas pernas abertas pra mim.

Harriet puxou a boca pra fora, a saliva e a porra escorrendo pelo queixo, e sorriu pra mim.

— Vai ser assim, Sullivan. Tu vai segurar minhas pernas bem abertas enquanto o Errol me fode até eu esguichar de novo. E tu vai pedir pra ele gozar fundo outra vez. Vai pedir pra ele me engravidar de verdade. — Ela lambeu a glande dele devagar, os olhos brilhando de desafio. — Continua punhetando. Olha bem. Sente o quanto teu pau é inútil perto desse.

Errol já estava duro de novo, o pau grosso subindo, veias latejando. Harriet se deitou de costas no meio da cama, abriu as pernas largas e me puxou pela mão.

— Segura aqui. Segura forte. Abre pra ele.

Eu agarrei as coxas dela, puxando pra fora, expondo a buceta vermelha e escorrendo. O coração batia na garganta. Errol se ajoelhou entre as pernas dela, esfregou a glande na fenda encharcada e enfiou de uma vez, fundo, até as bolas baterem. Harriet gritou, arqueando as costas, os peitos pra cima.

— Aaaah porra! Assim… bem fundo… usa essa buceta casada… meu marido tá segurando pra ti… olha ele, Errol… olha o corno abrindo a mulher pra ti…

Ele meteu com estocadas longas e pesadas logo de cara. Eu sentia o calor do corpo dela nas minhas mãos, via o pau grosso sumindo e saindo brilhando de porra, puxando os lábios inchados. O barulho molhado encheu o quarto de novo. Cada estocada fazia um pouco de creampie sair em espuma. Meu pau latejava esquecido, a mão livre apertando a base com força pra não gozar. A vergonha me deixava tonto — eu estava segurando as pernas da minha esposa pra outro homem foder ela fundo na nossa cama.

— Fala, Sullivan — Errol rosnou, acelerando. — Pede de novo.

— Goza dentro… enche ela de novo… engravidar a Harriet… eu quero ver… por favor… — a voz saía rouca, humilhada, o peito subindo e descendo rápido. Harriet gemeu alto, as unhas cravadas nos meus braços.

— Mais forte… quebra… vou gozar de novo… Sullivan, olha… olha eu gozar pro pau grosso dele enquanto tu segura…

O corpo dela tremeu inteiro. As coxas contraíram nas minhas mãos. A buceta apertou o pau do Errol em espasmos violentos e ela esguichou de novo, um jato quente saindo com força, molhando o peito dele, o meu braço, o lençol. Ela gritou sem parar, o orgasmo sacudindo ela toda enquanto Errol continuava metendo fundo através do líquido. Eu via tudo de tão perto — o pau sumindo, a buceta latejando, a porra sendo chacoalhada pra fora. Meu próprio gozo subia desesperado, a cabeça roxa latejando, mas eu segurava. Harriet ainda tremia quando Errol saiu devagar, o pau brilhante e duro, e a porra nova escorreu em filetes grossos logo na minha mão que segurava a coxa dela.

Ela olhou pra mim, ofegante, o sorriso safado voltando, os olhos brilhando de tesão puro e desafio.

— Ainda não acabou, marido… o pau dele continua duro… e eu quero mais. Quero que ele me foda até eu não aguentar mais em pé. E tu vai ficar aí assistindo, punhetando, pedindo, lambendo quando eu mandar. A noite é nossa. E tu não goza até eu decidir que pode. Entendeu?

Errol riu baixo, a mão passando pela buceta escorrendo dela, os dedos enfiando e saindo sujos de porra. Ele se inclinou e beijou a boca dela com língua molhada enquanto eu continuava ajoelhado, as pernas moles, o pau doendo de tanto prender, a cara quente, o ar do quarto pesado de sexo e gozo fresco. Harriet rebolou contra os dedos dele, gemendo baixinho, e me puxou pelo cabelo de novo, grudando meu rosto perto da virilha quente.

— Cheira de novo… sente o que ele deixou… e se prepara. Porque daqui a pouco ele vai meter de novo. E eu quero que tu peça pra ele gozar na minha boceta outra vez. Bem alto. Pra eu ouvir.

O cheiro quente e cremoso da porra do Errol misturada com o caldo dela me bateu de novo quando Harriet grudou meu rosto na virilha. Eu inalei fundo, a língua quase tocando os lábios inchados, o coração disparado de humilhação gostosa. Meu pau latejava na mão, a cabeça roxa escorrendo pré-gozo no lençol já encharcado. Ela rebolou devagar contra a minha boca, gemendo baixinho.

— Cheira bem, marido… sente como ele me encheu. Agora segura minhas pernas de novo. Abre bem pra ele meter fundo.

Eu agarrei as coxas suadas dela, puxando pra fora até a buceta ficar completamente exposta — vermelha, latejando, filetes brancos ainda escorrendo pelo cu apertado. Errol se ajoelhou entre elas, o pau grosso já duro de novo, veias latejando, a glande brilhando. Ele esfregou na fenda encharcada, espalhando a porra antiga, e enfiou de uma vez só até as bolas baterem. Harriet arqueou as costas inteiras, gritando rouco:

— Aaaah caralho! Assim… bem fundo… arromba essa buceta casada na frente do corno!

Ele meteu com estocadas longas e pesadas logo de cara. Eu sentia o calor do corpo dela nas minhas mãos, via cada centímetro do pau grosso sumindo e saindo brilhando, puxando os lábios inchados pra fora. O barulho molhado de pele e porra ecoava no quarto, misturado com o rangido da cama batendo na parede. Cada nocaute fazia um pouco de creampie sair em espuma branca em volta da base. Meu pau doía de tanto prender; eu punhetava devagar com a mão livre, a vergonha queimando gostoso no peito enquanto eu segurava a mulher que amava aberta pra outro homem.

— Fala alto, Sullivan — Errol rosnou, acelerando, as coxas batendo forte na bunda dela. — Pede pra eu engravidar ela de verdade.

A voz saiu rouca, trêmula de tesão e humilhação:

— Goza dentro… enche a Harriet de novo… engravidar a minha mulher na minha frente… por favor, Errol… eu quero ver escorrendo…

Harriet gemeu alto, as unhas cravadas nos meus braços, os peitos balançando pra cima e pra baixo. O sutiã rasgado já nem existia mais; os bicos duros apontavam pro teto. Ela olhou pra mim com os olhos vidrados.

— Mais forte… quebra… o pau dele é tão grosso… meu marido nunca me encheu assim… Sullivan, olha eu gozar pro teu amigo enquanto tu segura…

O corpo dela tremeu todo de uma vez. As coxas contraíram com força nas minhas mãos. A buceta apertou o pau do Errol em espasmos violentos e ela esguichou de novo — um jato quente e transparente saindo com força, molhando o peito dele, o meu braço, o meu rosto. O líquido salgado escorreu pela minha boca; eu engoli por instinto, o gosto dela me deixando tonto. Harriet gritou sem parar, a voz quebrando, o orgasmo sacudindo ela inteira enquanto Errol continuava metendo fundo através do esguicho, o pau fazendo barulho de sucção molhada. Eu via tudo de tão perto: a buceta latejando, a porra sendo chacoalhada pra fora, o clitóris inchado latejando.

Ele não parou. Virou ela de quatro sem sair, as mãos grandes na cintura dela, e meteu ainda mais fundo, o ângulo fazendo as bolas baterem no meu joelho. Harriet empinou a bunda, o rosto virado pra mim, a boca aberta.

— Chupa meus peitos enquanto ele me fode… sente o coração disparado por causa do pau dele…

Eu me inclinei, chupando um bico com fome, a língua rodando, sentindo o coração dela martelar sob a boca. Errol puxou o cabelo dela pra trás, forçou o peito pra cima e acelerou as estocadas. O som de pele molhada estalando encheu tudo. Cada vez que ele ia fundo, mais caldo escorria pela minha mão que ainda segurava a coxa.

— Vou gozar de novo… caralho… Sullivan, pede… pede pra ele gozar fundo…

— Goza dentro dela… enche tudo… engravidar a puta da minha esposa… eu quero… — a voz saía quase um gemido, o pau latejando desesperado na mão. Eu apertava a base com força pra não explodir.

Errol rosnou baixo, as estocadas ficando curtas e brutais. O corpo dele travou. Ele enterrou até o fundo, as bolas contraindo contra o cu dela, e gozou com um gemido gutural longo. Eu vi o pau latejando dentro, jatos quentes bombeando, enchendo a buceta casada até transbordar. Harriet gritou sentindo cada porrada de porra, a buceta apertando em espasmos ao redor dele, o corpo inteiro tremendo. Ele ficou enterrado fundo longos segundos, pulsando, antes de sair devagar. O pau saiu grosso e brilhante, e a porra nova — cremosa, grossa, misturada com o esguicho dela — escorreu em filetes longos logo em seguida, pingando no lençol, escorrendo pelo cu até minha mão.

Harriet desabou de lado, as pernas ainda abertas, o peito subindo e descendo rápido, o orgasmo ainda ripando. Ela me puxou pelo cabelo, grudando meu rosto na virilha quente outra vez.

— Limpa… lambe tudinho… quero sentir tua língua lambendo a porra dele pra fora…

Eu obedi na hora. A língua quente entrou na buceta aberta, sugando o gozo cremoso, o gosto salgado e forte me enchendo a boca. Lambei fundo, a língua rodando no clitóris inchado, limpando cada gota enquanto ela gemia manhosa e rebolava contra a minha cara. Errol se sentou na beira da cama, ainda semi-duro, a mão passando pelo cabelo suado dela como dono absoluto. Eu bebia tudo, a vergonha me deixando mais duro ainda, o pau esquecido latejando sem alívio.

Quando a buceta estava quase limpa, só latejando vermelha e sensível, Harriet me empurrou de leve e se ergueu. Ela engatinhou até o colo do Errol, agarrou o pau ainda pingando e enfiou na boca até a garganta, chupando com fome a mistura que tinha saído dela. O som molhado de engolir ecoava. Os olhos dela não saíam dos meus enquanto a garganta apertava a cabeça grossa.

— Olha ele aí, punhetando que nem putinha — Errol riu, empurrando a cabeça dela pra baixo. — Tua mulher limpa meu pau enquanto tu assiste. Ela tá viciada agora.

Harriet puxou a boca pra fora com um estalo, saliva e porra escorrendo pelo queixo, e sorriu safada pra mim.

— Ainda não gozei o suficiente… quero ele de novo. Deita de costas, Errol. Quero montar e gozar esguichando na cara do meu marido uma última vez.

Errol se recostou nos travesseiros. Harriet subiu no colo dele de frente, as coxas abertas, e enfiou o pau grosso sozinha, descendo devagar até a base. Ela rebolou em círculos, o clitóris ralando, gemendo alto. Eu fiquei ajoelhado bem na frente, a boca aberta como ela mandara antes, o pau na mão, vendo de perto a buceta engolindo ele inteiro, a porra antiga saindo em bolhas a cada movimento.

— Mais rápido… enfia até o fundo… vou gozar na cara dele… Sullivan, abre bem a boca…

Eu abri. Ela acelerou, subindo e descendo com força, os peitos balançando na minha cara. Errol agarrou a bunda dela, metendo de baixo pra cima. O barulho molhado voltou forte. Harriet arqueou, o corpo travando de novo.

— Vou gozaaar… olha, marido… olha a tua mulher…

O jato saiu quente e forte direto na minha boca e no peito. Eu engoli, o gosto dela me deixando louco de humilhação. Ela gritou sem parar, rebolando através do orgasmo, a buceta apertando o pau dele em espasmos. Errol gemeu, enterrou fundo e gozou de novo — o quarto jato quente enchendo ela enquanto ela ainda esguichava. Os dois tremeram juntos longos segundos. Depois ela desabou no peito dele, o pau ainda dentro, a porra escorrendo pelos lados, os corpos suados colados.

O ar do quarto cheirava a sexo puro, suor e gozo fresco. Eu continuei ajoelhado, o pau roxo latejando, a mão molhada, a cara suja do esguicho dela. Harriet olhou pra mim por cima do ombro do Errol, ofegante, o sorriso cansado e safado.

— Agora tu pode gozar… mas só na minha boca. Vem cá…

Eu me levantei trêmulo, o pau doendo. Ela abriu a boca. Eu enfiei devagar, sentindo a língua quente. Duas, três estocadas e explodi — jatos densos enchendo a garganta dela enquanto ela engolia tudo, os olhos fixos nos meus. O alívio veio misturado com a humilhação mais gostosa da minha vida. Eu desabei ajoelhado de novo, o peito arfando.

Eles ainda estavam abraçados, o pau do Errol amolecendo dentro dela, a porra escorrendo devagar. Harriet passou a mão pelo meu cabelo, mansa agora.

— Foi incrível… a primeira vez que eu esguichei… e tu assistiu tudo…

Errol riu baixo, beijando o pescoço dela. O silêncio gostoso do afterglow preencheu o quarto por um instante — só a respiração pesada, o cheiro de sexo, os corpos quentes.

Foi então que a campainha da porta da frente tocou. Forte. Insistente. Três vezes seguidas.

Harriet congelou. Errol ergueu a cabeça. Eu virei o rosto sujo na direção da porta do quarto, o coração disparando de novo — mas agora de outro jeito.

A campainha tocou de novo, mais longa. E uma voz familiar gritou lá de baixo, abafada pela porta de entrada:

— Sullivan? Harriet? Pô, abram! Sou eu, o Ricardo! Trouxe a cerveja que vocês pediram ontem! Tô há cinco minutos aqui fora!

Rate this story

Thanks for rating
Tagged cuckold voyeurism dirty-talk humiliation hotwife

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.