Primeira Vez Dela no Deck da Piscina
Helena, a MILF divorciada, seduz o jovem vizinho e leva uma foda bruta no deck da piscina.
Helena saiu pela porta de vidro da mansão com o sol da tarde colado na pele, o microbiquíni branco quase uma provocação deliberada. Quarenta e dois anos, divorciada há oito meses, corpo de mulher que sabia o que queria: seios pesados e altos, cintura marcada, quadris largos e a bunda redonda balançando a cada passo no deck molhado. Os mamilos duros furavam o tecido fino; a calcinha estava enfiada entre os lábios inchados, deixando as dobras carnudas quase à mostra. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.
Lucas, vinte e dois anos, vizinho do lote ao lado, ajoelhado no deck com o pano e o produto de limpeza, parou no meio do movimento. O garoto tinha ombros largos de quem nadava, braços veiados, bermuda cinza já um pouco suja de cloro. Os olhos dele subiram pelas pernas dela, pararam na virilha e subiram de novo até o rosto. Helena sorriu, lenta, e se aproximou até a sombra do guarda-sol.
— Continua, amor. Não para por minha causa — a voz dela saiu rouca, baixa. — Você limpa bem pra caralho. Eu gosto de ver um homem trabalhando.
Lucas engoliu em seco. A bermuda dele já começava a marcar volume. Helena notou na hora. Deu a volta nele devagar, o cheiro de bronzeador e buceta quente misturado no ar quente da tarde. Parou bem na frente, abriu um pouco as pernas e se inclinou só o suficiente para os seios quase saltarem do top.
— Olha pra mim — mandou, sem pedir. — Tá olhando pra buceta da vizinha madura, né? Fala a verdade.
— Tô… porra, Helena, você tá quase nua — a voz dele saiu grossa, falhando no final.
Ela riu, passou a língua nos lábios carnudos e desceu a mão pela própria barriga até a calcinha. Puxou o tecido pro lado só um segundo, mostrando os lábios rosados e brilhantes de tesão, antes de enfiar de novo.
— Essa buceta lateja desde ontem pensando em você limpando a porra da piscina. Quarenta e dois anos e ainda pinga igual novinha. Você tem pau grosso, Lucas? Parece que tem. Essa bermuda não mente.
Ele largou o pano no chão. Helena deu mais um passo, agarrou a barra da camiseta dele e puxou pra cima, expondo o peito liso e suado. Passou a mão aberta pelo abdômen dele, desceu até o cós e apertou o volume duro por cima do tecido.
— Porra… tá duro pra caralho. Meu deus. — Ela lambeu o lábio de novo. — Abre as pernas um pouco. Deixa eu ver melhor.
Lucas obedeceu, respiração acelerada. Helena se abaixou na frente dele, ainda de biquíni, e esfregou o rosto no volume grosso. Cheirou, gemeu baixinho e puxou a bermuda junto com a cueca de uma vez só. O pau saltou pra fora: grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-porra. Ela soltou um “porra” rouco e fechou a mão em volta, apertando da base até a glande.
— Olha o tamanho dessa porra. Vai destruir a buceta madura da tia. Você quer? Quer meter essa porra toda em mim?
— Quero. Porra, quero desde a primeira vez que te vi de biquíni — ele respondeu, a mão já nos cabelos castanhos dela.
Helena abriu a boca e engoliu. Não teve delicadeza. Chupou com fome, língua larga enrolando na cabeça, babando logo no primeiro movimento. O pau grosso esticava os cantos da boca dela; ela forçou até a garganta, engasgou de propósito, puxou ar e desceu de novo, engolindo até o fundo. A babinha escorria pelo queixo, pingava nos seios. Lucas gemeu alto, agarrou os cabelos dela com as duas mãos e fodeu a boca devagar no começo, depois mais fundo.
— Isso… engole tudo, puta. Chupa esse pau — a voz dele saiu rouca de tesão.
Ela se afastou só o suficiente pra falar, fio de saliva ligando a boca à glande:
— Chama de puta de novo. Adoro. Essa boca é sua agora.
Voltou a chupar com barulho, molhado, indecente. Uma mão massageava o saco pesado dele; a outra descia pela própria calcinha e esfregava o clitóris inchado por cima do tecido encharcado. O deck inteiro cheirava a sexo. Quando sentiu ele latejar perigoso demais, ela soltou o pau com um estalo molhado e se ergueu.
— Deita aí. Agora.
Lucas se jogou de costas no deck quente. Helena puxou o top do biquíni, seios enormes caindo pesados, mamilos escuros e duros. Tirou a calcinha de uma vez, o tecido saindo grudado nos lábios molhados. A buceta madura estava inchada, rosada, o clitóris saltado e um fio de tesão escorrendo pela coxa interna. Ela montou em cima dele em cowgirl, agarrou o pau grosso e encaixou a cabeça entre os lábios.
— Olha pra essa buceta engolindo seu pau, garoto…
Desceu devagar no começo, sentindo cada centímetro abrir ela por dentro. Gemeu alto quando chegou no fundo, o saco dele colado na bunda. Depois começou a cavalgar de verdade: subia quase saindo e descia com força, as tetas balançando pesadas na cara dele. Lucas agarrou os quadris dela e meteu pra cima, encontrando o ritmo. O barulho molhado de buceta engolindo pau ecoava no deck.
— Porra, Helena… apertada pra caralho pra uma mulher da sua idade.
— Cala a boca e fode. Essa buceta é treinado pra pau grosso. — Ela acelerou, rebolando em círculos, o clitóris esfregando na base dele a cada descida. — Mais fundo. Quero sentir no útero.
Ele obedeceu, segurando a cintura dela e enfiando com força. Helena jogou a cabeça pra trás, cabelos colados no suor das costas, gemendo sem vergonha. Quando sentiu o orgasmo chegando perto demais, desmontou de repente, o pau saindo com um som molhado.
— De quatro. Agora. Quero levar porra no fundo igual cadela.
Ficou de quatro no deck, joelhos abertos, bunda empinada, a buceta latejando e pingando no chão. Lucas ajoelhou atrás, agarrou a cintura larga dela e enterrou o pau de uma vez só até o saco. Helena gritou de prazer. Ele começou a meter bruto: estocadas longas e profundas, a pele batendo com estalo molhado, as mãos apertando a carne macia da bunda até deixar marca.
— Mais forte, porra. Me fode como se eu fosse sua puta. Chama de puta safada. Fala sujo.
— Puta safada… buceta madura engolindo meu pau inteiro. Olha como você pinga. — Ele puxou o cabelo dela pra trás, arqueando as costas dela, e meteu ainda mais fundo. — Vai gozar no meu pau? Vai jorrar nessa porra?
— Vou… caralho, vou gozar. Mete. Mete mais forte. Enche a puta de porra.
Lucas agarrou os seios dela por baixo, apertando os mamilos enquanto fodia sem piedade. Helena sentiu o orgasmo quebrar: a buceta contraiu em espasmos violentos, jorrou molhado no pau e nas coxas dele, as pernas tremendo. Ela gritou o nome dele, a voz rouca sumindo no final. No mesmo instante Lucas enterrou até o fundo e gozou com um gemido animal, jatos quentes enchendo o fundo da buceta madura, pulsando, vazando pelas laterais enquanto ele continuava metendo curto pra empurrar cada gota pra dentro.
Os dois ficaram ofegantes. Helena ainda de quatro, a porra escorrendo devagar pela coxa, a buceta latejando aberta. Ela se virou o suficiente, agarrou o pau sujo dele — misturado de porra e gozo dela — e lambeu com a língua larga, limpando a cabeça, chupando o que restava com um sorriso safado e os olhos semicerrados.
— Hmm… gostoso pra caralho. Mistura da gente.
Limpou o canto da boca com o polegar, ainda ajoelhada, o sol batendo nos seios suados e na porra que descia pela perna.
— Essa foi só a primeira vez, Lucas. A partir de agora ele…
Ela se interrompeu de propósito, lambeu o restante da glande dele mais uma vez, devagar, e ergueu o olhar direto nos olhos do garoto. O pau ainda semi-duro latejava contra a língua. Do outro lado do muro baixo da mansão, o portão da casa vizinha rangeu de leve — alguém chegando. Helena sorriu de canto, a mão ainda fechada na base do pau dele, e sussurrou:
— …não vai ter mais sossego. E eu ainda não te mostrei o que essa boca faz quando a gente tem a noite inteira.
Ela ainda tinha a língua enrolada na glande dele quando o portão rangeu de novo, mais forte dessa vez, seguido do barulho de um carro estacionando do outro lado do muro baixo. Lucas engasgou no ar, o corpo inteiro tensionando debaixo dela.
— Porra, Helena… acho que é a empregada da minha mãe trazendo umas coisas. Ela às vezes corta caminho pelo fundo.
Helena não soltou o pau. Ao contrário: apertou a base com força, sentindo ele ainda latejar meio duro, coberto da mistura gosmenta dos dois, e puxou a cabeça dele pra baixo até os lábios dela quase tocarem os dele.
— Então fica quietinho e deixa a puta madura trabalhar — sussurrou, a voz rouca de quem acabara de gozar e já queria mais. — Se ela ouvir alguma coisa, é só a vizinha gemendo de tesão. Tu não vai embora agora. Esse pau ainda tem leitinho pra me dar.
Ela se ergueu de joelhos no deck quente, o sol da tarde lambendo os seios pesados ainda suados, a porra dele escorrendo devagar pela coxa interna e pingando no chão de madeira. Sem pressa, puxou Lucas pela mão até a sombra mais densa do guarda-sol, onde o muro e as plantas altas escondiam parcialmente a visão de quem viesse pelo lado vizinho. Lá, de costas pro vidro da mansão, ela se virou de quatro de novo, mas dessa vez mais baixinha, o peito quase colado no deck quente, a bunda empinada e aberta. Com as duas mãos abriu os lábios inchados da buceta, mostrando o buraco ainda aberto, rosado, pingando branco.
— Olha o que tu fez com a tia. Toda arrombada, toda suja. Agora mete de novo. Quero sentir teu pau grosso enfiando a porra pra dentro outra vez. Rápido. Antes que alguém suba o muro.
Lucas olhou pro muro uma última vez, o coração batendo na garganta, mas o pau já endurecendo de novo só de ver aquela vista. Ele se ajoelhou atrás, agarrou a cintura larga dela com as duas mãos e enfiou de uma vez só. O barulho molhado foi obsceno — pele batendo, fluidos escorrendo, o gemido abafado dela saindo entre os dentes. Helena enterrou o rosto no próprio braço pra não gritar alto demais, mas o corpo inteiro tremeu quando ele começou a meter curto e fundo, o saco batendo contra o clitóris inchado a cada estocada.
— Isso… assim, garoto. Fode a buceta da vizinha safada. Empurra tudo pra dentro. Quero ficar vazando a tarde inteira — ela gemia baixinho, rebolando pra trás, encontrando cada soco. Por dentro a cabeça dela girava: que delícia ser pega quase no flagra, o risco fazendo o clitóris latejar mais forte, a buceta apertando o pau dele em espasmos nervosos. Quarenta e dois anos e ela se sentia uma puta de vinte, molhada igual cachorra no cio.
Do outro lado do muro ouviram vozes baixas, o portão batendo, passos. Lucas diminuiu o ritmo por um segundo, mas Helena crochou a mão pra trás, agarrou a coxa dele e puxou com força.
— Não para. Se parar eu te mato. Mete mais fundo. Quero gozar escutando gente do teu lado.
Ele obedeceu. As estocadas ficaram brutais, longas, o pau grosso abrindo ela até o fundo a cada movimento. A mão direita dele desceu e encontrou o clitóris saltado, esfregando em círculos rápidos enquanto fodia. Helena mordeu o próprio braço pra abafar o grito quando o segundo orgasmo bateu — a buceta contraiu violenta, jorrou de novo, um jato quente molhando as bolas e a barriga dele. As pernas tremeram tanto que ela quase desabou, mas ele segurou os quadris e continuou metendo através do gozo dela, o barulho agora ainda mais molhado, indecente, pingando no deck.
— Puta do caralho… tu goza pra caralho — ele rosnou baixinho, a voz falhando de tesão. — Olha como essa buceta madura chupa meu pau. Tá me ordenhando.
— Porque eu sou puta mesmo. Tua puta de quarenta e dois. Enche de novo. Quero sentir quente outra vez.
Lucas puxou o cabelo dela com uma mão, arqueando as costas dela até os seios balançarem pesados pra frente, e meteu com tudo. Três, quatro, cinco estocadas profundas e ele gozou de novo — jatos grossos, quentes, enchendo o fundo já sujo, vazando pelas laterais enquanto ele empurrava curto pra forçar cada gota pra dentro do útero dela. Helena gemeu alto demais na última, a voz ecoando um segundo antes de ela engolir o som. Os dois ficaram ofegantes, colados, o pau dele ainda pulsando dentro.
Passos do outro lado pararam. Silêncio. Depois a voz da empregada gritando alguma coisa pra dentro da casa vizinha e o portão rangeu de novo ao fechar. O perigo passou… por enquanto.
Helena se desvencilhou devagar, o pau saindo com um ploc gosmento. Ela se virou sentada no deck, pernas abertas, e enfiou dois dedos na própria buceta, puxando pra fora um fio grosso da mistura dos dois. Levou à boca e chupou com barulho, olhando direto nos olhos dele.
— Hmm. Nossa porra. Gosto pra caralho. Agora tu vai me limpar direito.
Lucas, ainda de joelhos, o pau meio mole e sujo balançando, obedeceu sem pensar. Abaixou a cabeça entre as coxas abertas dela e passou a língua larga da entrada até o clitóris, chupando, lambendo a bagunça que os dois tinham feito. Helena segurou a nuca dele e rebolou na cara dele, suja, safada, gemendo baixinho enquanto ele limpava cada gota, cada dobra, o nariz afundado no cheiro forte de sexo e bronzeador.
— Isso… limpa a buceta da tia. Chupa tudo. Depois eu quero que tu enfie a língua no cu também. Quero sentir sujo pra valer.
Ele obedeceu. A língua desceu mais, abriu as nádegas carnudas e chupou o cu apertado dela, molhando, empurrando a ponta pra dentro enquanto dois dedos voltavam a foder a buceta ainda latejante. Helena jogou a cabeça pra trás, seios subindo e descendo com a respiração, e falou com a voz rouca de comando:
— Mais fundo a língua. Isso. Imagina teu pau grosso arrombando esse cu depois. Tu aguenta? Quer foder o cu da vizinha madura também?
Lucas gemeu contra a pele dela, a resposta saindo abafada:
— Quero. Porra, quero arrombar tudo.
Ela puxou ele pra cima pela camiseta suada, beijou a boca dele lambuzada do gosto dela mesma, e murmurou contra os lábios:
— Então aguenta firme. Porque a noite ainda nem começou. Agora tu vai entrar em casa comigo. Vou te dar banho na minha banheira grande, te chupar debaixo da água até tu gozar na minha garganta de novo, e depois te amarrar na cama pra eu cavalgar até não aguentar mais. E se a tua mãe ligar perguntando onde tu tá… tu fala que a vizinha pediu ajuda com a bomba da piscina. Entendeu?
Ela se levantou, pegou o microbiquíni branco do chão — agora só um trapo sujo — e nem se deu ao trabalho de vestir. Ficou nua, a porra escorrendo devagar pela parte de dentro da coxa enquanto caminhava até a porta de vidro, o corpo inteiro marcado de suor, de mão, de sexo. Olhou por cima do ombro, o sorriso safado cortando o rosto.
— Vem. E deixa o pau pra fora. Quero ver ele balançando enquanto tu anda atrás de mim. Se alguém olhar pelo muro agora… que se foda. Essa puta aqui não esconde mais nada.
Lucas engoliu em seco, o pau já começando a endurecer de novo só com as palavras. Levantou, bermuda ainda no tornozelo de um lado, e a seguiu para dentro da mansão. O ar-condicionado bateu na pele quente deles, o cheiro de sexo entrando junto. Helena nem foi pro banheiro de cara. Parou no meio da sala ampla, empurrou ele contra o sofá de couro claro e se ajoelhou de novo, engolindo o pau sujo até a garganta num movimento só, babando, engasgando de propósito, os olhos marejados de tesão fitando os dele.
— Essa boca é tua a noite inteira — falou quando soltou, fio de saliva escorrendo. — Mas primeiro… me fode em pé aqui. Contra a parede. Quero que os vizinhos escutem se eu gritar.
Ela se virou, mãos na parede de pedra fria, pernas abertas, bunda empinada. Lucas não precisou de convite. Agarrou os quadris largos, encaixou a cabeça grossa na entrada molhada e enterrou até o saco num empurrão só. O gemido dela saiu alto, sem freio. As estocadas começaram pesadas, o sofá tremendo perto, os seios batendo contra o próprio braço dela a cada soco. Helena rebolava pra trás, pedindo mais fundo, mais bruto, chamando ele de garoto tarado, de filho da puta gostoso, mandando ele cuspir na bunda dela e enfiar o polegar no cu enquanto fodia.
Ele cuspiu. Enfiou. O polegar abriu o anel apertado enquanto o pau martelava a buceta. Helena gozou pela terceira vez ali mesmo, as pernas falhando, o grito ecoando pela sala vazia. Lucas segurou ela em pé e continuou, o prazer subindo de novo rápido demais, a cabeça já nublada de tesão e da certeza de que aquela mulher madura ia sugar cada gota dele até o amanhecer.
Quando ele quase gozou de novo ela se afastou de repente, o pau saindo latejando, vermelho, brilhando. Virou-se, agarrou o volume e apertou a base com força, impedindo o gozo.
— Não. Ainda não. Tu só goza quando eu deixar. Agora sobe. Quarto. Quero te ver deitado na minha cama de casal enquanto eu sento na tua cara até tu não aguentar mais respirar. E depois… depois a gente conversa sério sobre o que eu quero que tu faça com meu cu hoje à noite.
Ela puxou ele pela mão suada escada acima, nua, a porra ainda escorrendo, o corpo inteiro cheirando a sexo bruto de deck de piscina. No corredor do segundo andar parou, empurrou-o contra a parede de novo e beijou fundo, a língua suja, a mão descendo pra massagear o saco pesado.
— Essa foi só a segunda rodada, Lucas. Eu ainda nem comecei a te usar de verdade. E se a tua mãe ligar… deixa tocar. A puta da vizinha ainda tem muita buceta pra te dar antes do sol se pôr de vez.
O celular dele vibrou no bolso da bermuda caída. Os dois olharam. Helena sorriu de canto, mordeu o lábio inferior e sussurrou bem colada no ouvido dele, a mão ainda apertando o pau latejante:
— Atende. Fala que tá ocupado. E enquanto tu fala… eu ajoelho e chupo devagar. Quero ver se tu consegue não gozar na minha boca no meio da ligação.
Helena deslizou de joelhos ali mesmo no corredor, a boca já aberta antes mesmo de Lucas conseguir destravar a tela. O celular vibrava insistentemente no bolso da bermuda caída. Ela puxou o aparelho, colocou na mão suada dele e, sem perder um segundo, engoliu o pau inteiro até a garganta. O calor úmido, a pressão da língua larga enrolando a glande ainda suja da mistura deles, fez o garoto arquear as costas contra a parede. Ele atendeu com a voz falhando.
— Alô… mãe?
A voz da mulher do outro lado saiu clara, preocupada. Helena ouviu cada palavra enquanto chupava devagar, molhado, barulhento de propósito. Babinha escorria pelo queixo, pingava nos seios pesados. Ela massageava o saco cheio com uma mão e com a outra esfregava o próprio clitóris inchado, rebolando de joelhos no piso frio. Lucas mordeu o lábio até quase sangrar pra não gemer.
— Tô… tô ajudando a vizinha com a bomba da piscina — mentiu, a voz rouca. — Vai demorar um pouco. Não, não precisa vir. Tá tudo sob controle.
Helena sorriu com a boca cheia, puxou até só a cabeça ficar entre os lábios e chupou forte, oco, a língua girando em círculos safados. Ele engasgou no ar, a mão livre afundando nos cabelos castanhos dela. A mãe falava de jantar, de horário, de não se atrasar. Lucas respondia monossílabos curtos enquanto a puta madura o mamava como se quisesse sugar a alma. Cada vez que ele falava, ela descia mais fundo, engasgando de leve, a garganta apertando o pau grosso. O cheiro de sexo ainda impregnava os dois; a porra antiga escorria devagar pela coxa dela e manchava o chão.
Quando a ligação caiu, ele soltou o ar num gemido baixo e puxou o cabelo dela pra cima.
— Filha da puta… quase gozei no meio da porra da ligação.
— Quase não vale — ela lambeu a fenda, saboreando o gosto salgado. — Quero que tu goze só quando eu mandar. Agora sobe. Quarto. Vou sentar nessa cara até tu pedir ar.
Ela se levantou, nua, seios balançando, e puxou ele pela mão escada acima. No quarto amplo, cortinas semi-abertas deixavam a luz dourada da tarde entrar. A cama de casal era enorme, lençóis brancos impecáveis. Helena empurrou Lucas de costas na cama, subiu por cima dele de costas e sentou a buceta molhada direto no rosto. O cheiro forte de porra e tesão invadiu o nariz dele. Ela rebolou, esfregando os lábios inchados na boca, no nariz, na barba rala.
— Chupa. Engole tudo que ainda tá escorrendo. Quero essa língua fundo na puta.
Lucas obedeceu com fome. A língua larga invadiu a entrada frouxa, chupou o clitóris saltado, bebeu a bagunça quente que pingava. Helena gemeu alto, as mãos nos próprios seios, apertando os mamilos enquanto cavalgava a cara dele. O pau dele latejava duro de novo, apontando pro teto, veias saltadas. Ela se inclinou pra frente, engoliu a cabeça grosso e chupou em 69, babando, enquanto ele a comia por baixo. O barulho era obsceno: sucção molhada, gemidos abafados, o estalo da saliva.
— Porra, Lucas… tua língua é viciada nessa buceta madura — ela falava com a boca cheia, a voz vibrando no pau. — Mais fundo. Enfia os dedos. Quero gozar na tua cara de novo.
Ele enfiou dois dedos de uma vez, curvou, e chupou o clitóris com força. Helena tremeu, rebolou mais rápido, e gozou jorrando quente na boca e no queixo dele. O líquido escorreu pelo pescoço, manchou o lençol. Ela não parou. Continuou sentada, usando a língua dele como brinquedo, até as pernas fraquejarem.
Quando desmontou, o rosto dele estava brilhante, lambuzado. Helena se virou, beijou a boca suja, trocou saliva e gozo, e murmurou:
— Agora o cu. Quero sentir essa língua arrombando o cuzinho da tia.
Ficou de quatro na cama, bunda empinada, e abriu as nádegas carnudas com as duas mãos. O buraco rosado piscou, ainda virgem de pau, mas molhado de saliva. Lucas ajoelhou atrás, cuspiu grosso no meio e enterrou a língua. Chupou, fodeu com a ponta, mordeu a carne macia. Helena gemia sem freio, a cara enterrada no travesseiro.
— Isso… assim, garoto safado. Imagina teu pau grosso abrindo esse cu. Vai doer gostoso. Vai me fazer gritar.
Ele enfiou um dedo devagar, depois dois, abrindo, enquanto a outra mão massageava a buceta encharcada. Helena empurrava pra trás, pedindo mais. O pau dele batia na coxa, pingando pré-porra. Ela olhou por cima do ombro, olhos semicerrados de tesão.
— Mete o pau na buceta enquanto fode o cu com os dedos. Quero os dois buracos cheios.
Lucas encaixou a cabeça grossa e enterrou de uma vez. O gemido dela saiu rouco, animal. Ele meteu fundo, rítmico, os dedos no cu entrando e saindo no mesmo compasso. O barulho molhado enchia o quarto. Helena gozou de novo, a buceta apertando, o cu contraindo nos dedos. As pernas tremeram tanto que ela quase caiu, mas ele segurou a cintura larga e continuou fodendo através do orgasmo.
— Puta do caralho… tu aperta igual virgem — ele rosnou, a voz falhando. — Olha como essa buceta madura chupa. Tô quase gozando de novo.
— Não goza. Ainda não — ela ordenou, a voz embargada. — Tira. Quero te amarar.
Ela abriu a gaveta da mesinha, tirou um cinto de couro velho e um lenço de seda. Amarrou os pulsos dele nas cabeceiras da cama, bem apertado. Lucas ficou deitado, peito subindo e descendo rápido, o pau vermelho e latejando apontado pro teto. Helena montou em cowgirl de novo, encaixou e desceu até o fundo. Começou a cavalgar devagar, subindo quase saindo e caindo com peso, as tetas balançando na cara dele.
— Olha pra mim enquanto eu te uso — mandou. — Essa porra é minha agora. Eu decido quando tu goza, quando tu come, quando tu respira.
Ela acelerou, rebolando em círculos, o clitóris esfregando na base. Lucas puxava as amarras, querendo agarrar, mas não conseguia. A impotência só deixava ele mais duro. Helena inclinou, cuspiu na própria mão e esfregou o cu dela, enfiando um dedo enquanto cavalgava.
— Amanhã eu quero teu pau nesse cuzinho. Quero acordar arrombada, vazando. Tu aguenta me foder a noite inteira e ainda me dar o cu de manhã?
— Aguento — ele gemeu, a cabeça jogada pra trás. — Porra, Helena, me deixa gozar. Tô doendo.
— Ainda não. — Ela desmontou de repente, o pau saindo com um ploc gosmento. Abaixou a cabeça e chupou só a glande, lambendo a fenda, enquanto a mão apertava a base com força, impedindo o gozo. — Tu só goza na minha garganta depois que eu decidir. Agora me fala o que tu quer fazer comigo essa noite. Sujo. Completo.
Lucas ofegava, o corpo tensionado.
— Quero te foder no chuveiro. Quero te amarrar de novo e te comer o cu até tu gritar. Quero gozar na tua cara, nos seios, dentro. Quero te usar até tu não conseguir andar amanhã. Quero que a porra da minha mãe ouça se tu gritar alto demais.
Helena riu baixo, safada, e voltou a cavalgar. Dessa vez mais bruto, batendo a bunda nas coxas dele, o barulho ecoando. Suor escorria entre os seios, pingava no peito dele. Ela gozou sentada, a buceta pulsando, jorrando de novo, e só então se inclinou, desamarrou um pulso e guiou a mão dele pro próprio cu.
— Enfia. Três dedos. Abre a puta.
Ele obedeceu, enterrando os dedos enquanto ela rebolava no pau. O quarto cheirava a sexo pesado, a bronzeador velho, a porra. Lá fora o sol baixava, pintando as paredes de laranja. Helena sentia o corpo inteiro latejando, a buceta inchada, o cu arrepiado de antecipação. Mas ainda não. Ainda faltava a banheira, a noite inteira, o grito que talvez atravessasse o muro.
Ela parou de novo, o pau latejando dentro, e sussurrou colada no ouvido dele:
— Vamos pro banheiro agora. Quero te chupar debaixo d’água até tu gozar engasgado. E se o teu celular tocar de novo… eu atendo. Falo pra tua mãe que o filho dela tá fodendo a vizinha madura igual um cachorro no cio. Tu topa o risco?
Lucas olhou nos olhos dela, a respiração quente, o pau pulsando urgente.
— Topo. Porra, topo tudo.
Helena sorriu, mordeu o lóbulo da orelha dele e se levantou devagar, o fio grosso de porra e gozo escorrendo pela coxa interna até o joelho. Estendeu a mão.
— Então vem. A noite ainda tá só começando. E eu ainda nem te mostrei como essa buceta de quarenta e dois anos engole pau quando a gente tranca a porta e apaga a luz.
Helena puxou Lucas pelo pulso suado até o banheiro amplo, a luz dourada da tarde filtrando pelas janelas altas e batendo nos azulejos brancos. A banheira de hidromassagem já estava cheia de água morna e borbulhante — ela tinha ligado antes, sabendo exatamente aonde a coisa ia dar. O cheiro de sexo bruto ainda impregnava a pele dos dois: bronzeador misturado com porra, suor e o cheiro ácido da buceta dela. Helena entrou primeiro, nua, seios pesados boiando na superfície, mamilos escuros e duros. A porra dele ainda escorria devagar pela coxa interna, dissolvendo-se na água quente em fios brancos. Ela se virou, sentou na borda e abriu as pernas, a buceta inchada, rosada, os lábios carnudos abertos e brilhantes.
— Entra. Agora. Quero teu pau na boca debaixo d’água até tu gozar engasgado igual puto.
Lucas desceu na água, o pau ainda duro latejando contra a barriga. Helena não esperou. Afundou a cabeça, agarrou a base grosso com as duas mãos e engoliu até a garganta num movimento só. A água morna subiu até o pescoço dela; bolhas de ar escaparam pelo nariz enquanto ela chupava fundo, a língua larga enrolando a glande, a garganta apertando. Lucas gemeu alto, as mãos nos cabelos molhados dela, empurrando devagar. Ela engasgou de propósito, puxou ar pela superfície e desceu de novo, babando debaixo d’água, o barulho molhado abafado pelos jatos. A mão livre desceu entre as próprias pernas e esfregou o clitóris inchado em círculos rápidos. O corpo dela tremia de tesão acumulado — quarenta e dois anos e ela se sentia mais puta do que nunca, a buceta latejando vazia, o cu arrepiado de antecipação.
Quando sentiu ele latejar perigoso, ela soltou com um estalo, fio de saliva e água escorrendo pelo queixo.
— Não goza ainda, caralho. Levanta. Quero teu pau no meu cu agora. Aqui mesmo. Na banheira.
Ela se virou de quatro na borda larga da banheira, a bunda empinada pra fora da água, as nádegas carnudas abertas. Com as duas mãos puxou as dobras, mostrando o cuzinho rosado, apertado, ainda virgem de pau mas molhado de saliva e dos dedos anteriores. Lucas cuspiu grosso no meio, espalhou com o polegar e encaixou a cabeça grossa. Empurrou devagar no começo. Helena gritou baixo, a voz rouca, o anel abrindo centímetro por centímetro.
— Porra… grosso pra caralho… arromba devagar… isso… mais… caralho, Lucas, enfia tudo.
Ele agarrou a cintura larga dela e enterrou até o saco num empurrão longo. Helena enterrou o rosto no braço, gemendo alto demais, o corpo inteiro tremendo. O pau grosso esticava o cu maduro até o limite; cada veia era sentida por dentro. Lucas começou a meter: estocadas curtas no início, depois longas e profundas, a água batendo nas coxas deles, o barulho obsceno de pele molhada. Ela rebolava pra trás, pedindo mais fundo, mais bruto.
— Fode o cu da tia, garoto. Arromba essa puta de quarenta e dois. Quero sentir no fundo do estômago. Chama de puta. Fala sujo.
— Puta safada… cuzinho maduro engolindo meu pau inteiro. Olha como aperta. Tá me ordenhando o cu agora — ele rosnou, uma mão descendo pra esfregar o clitóris saltado enquanto metia. — Vai gozar com pau no cu? Vai jorrar igual cadela?
— Vou… caralho, vou. Mete. Mete mais forte. Enche o cu de porra.
As estocadas ficaram brutais. O saco batia na buceta encharcada a cada soco. Helena gozou violentamente: a buceta contraiu em espasmos, jorrou quente na água, o cu apertando o pau dele em pulsos loucos. As pernas tremeram tanto que ela quase desabou, mas ele segurou e continuou fodendo através do orgasmo, o barulho agora ainda mais molhado. Lucas puxou o cabelo dela pra trás, arqueando as costas, e meteu até o fundo. Três estocadas profundas e ele gozou — jatos quentes enchendo o cu maduro, pulsando, vazando pelas laterais enquanto empurrava curto pra forçar cada gota pra dentro. Helena gemeu o nome dele, a voz sumindo no final, o corpo inteiro mole de prazer.
Os dois ficaram ofegantes, colados, o pau ainda dentro latejando. A água da banheira agora turva de porra e gozo. Helena se desvencilhou devagar, o pau saindo com um ploc gosmento, o cu arrombado pingando branco. Ela se virou, sentou na água e puxou ele pra beijo sujo, a língua lambendo a boca dele.
— Hmm… gostoso pra caralho. Agora limpa. Com a língua.
Lucas ajoelhou na água, abriu as nádegas dela e passou a língua larga no cu sujo, chupando a própria porra, empurrando a ponta pra dentro enquanto dois dedos fodiam a buceta ainda latejante. Helena rebolava na cara dele, gemendo baixo, os seios boiando.
— Isso… limpa o cu da puta. Chupa tudo. Depois a gente vai pra cama de novo. Quero te amarar e cavalgar até o sol nascer.
Eles saíram da banheira pingando. Helena nem se secou direito. Puxou ele de volta pro quarto, empurrou de costas na cama e amarrou os pulsos de novo com o cinto de couro, bem apertado nas cabeceiras. O pau dele já endurecia outra vez só de ver ela nua, o corpo marcado de mãos, o cu ainda aberto e sujo, a buceta inchada. Ela montou em cowgirl invertida, encaixou o pau grosso na buceta e desceu até o fundo. Começou a cavalgar devagar, subindo quase saindo e caindo com peso, a bunda batendo nas coxas dele, o barulho ecoando no quarto silencioso.
— Olha pra essa buceta engolindo. Olha o cu ainda pingando tua porra. Essa noite é toda minha. Tu não sai daqui até eu decidir.
Ela acelerou, rebolando em círculos, o clitóris esfregando na base. Uma mão desceu e enfiou dois dedos no próprio cu arrombado, abrindo enquanto cavalgava. Lucas puxava as amarras, gemendo, o peito subindo e descendo rápido. Helena gozou de novo sentada, a buceta pulsando, jorrando no pau e no peito dele. Não parou. Continuou usando o corpo dele como brinquedo, desmontando só pra chupar a glande suja, lambendo a mistura, apertando a base pra impedir o gozo.
— Me fala o que tu vai fazer comigo amanhã de manhã — mandou, a voz rouca, a boca cheia. — Sujo. Completo.
— Vou te foder o cu de novo até tu gritar. Vou gozar na tua cara. Vou te chupar até tu pedir ar. Vou te usar na cozinha, no deck de novo, em todo canto. Quero que a porra da minha mãe ouça se tu gritar alto demais. Quero te deixar vazando o dia inteiro.
Helena riu baixo, safada, e voltou a cavalgar. Dessa vez mais bruto, as tetas balançando pesadas, suor escorrendo entre elas. O sol lá fora já baixava de vez, a luz laranja virando roxo. Ela sentia o corpo inteiro latejando — buceta inchada, cu arrepiado e aberto, garganta rouca de tanto gemer. Mas ainda queria mais. Desamarrou um pulso dele, guiou a mão pro próprio peito e mandou apertar os mamilos enquanto ela rebolava.
Quando ele latejou de novo, perigoso, ela desmontou, ajoelhou entre as pernas e engoliu até a garganta. Chupou fundo, molhado, barulhento, a mão massageando o saco pesado. Lucas gemeu o nome dela, as mãos livres agora nos cabelos. Ela deixou. Deixou ele gozar na garganta — jatos quentes, grossos, engolindo tudo, a garganta apertando, os olhos marejados fitando os dele. Engoliu até a última gota, lambeu a fenda limpa e sorriu, fio de saliva e porra escorrendo pelo queixo.
— Boa. Agora descansa cinco minutos. Depois eu quero de quatro de novo. Quero teu pau nos dois buracos até eu não aguentar mais.
Eles fodaram mais. No chuveiro quente, ele metendo o cu dela de pé enquanto a água caía. Na cama, ela sentada na cara dele até jorrar de novo. Contra a parede do quarto, pernas abertas, ele fodendo fundo enquanto ela gritava sem freio. O celular dele vibrou duas vezes no bolso da bermuda jogada no chão; os dois ignoraram. A noite avançou. O corpo de Helena estava coberto de marcas — chupões nos seios, mãos na bunda, porra seca nas coxas. Lucas estava exausto, o pau latejando vermelho, mas ainda endurecia cada vez que ela mandava.
Quando o relógio marcou quase meia-noite, ela o empurrou de costas na cama uma última vez. Montou devagar, encaixou na buceta e cavalgou em silêncio quase absoluto, só o barulho molhado e as respirações. Olhou nos olhos dele, a mão no peito dele sentindo o coração bater.
— Essa puta aqui agora é tua também. Quando quiser, é só pular o muro. Entendeu?
Ele assentiu, a voz falhando num gemido quando gozou pela última vez dentro dela, quente, fundo. Helena gozou junto, suave dessa vez, o corpo inteiro relaxando sobre o dele. Ficaram colados, suados, a porra escorrendo devagar entre eles. Ela deslizou pro lado, a cabeça no peito dele, os dedos traçando círculos preguiçosos na barriga suada.
O quarto ficou quieto. Só a respiração dos dois, cada vez mais lenta. Lá fora o vento mexia as folhas das árvores do jardim. Nenhuma voz. Nenhum portão. Nenhuma vibração de celular. A luz da lua entrava devagar pelas cortinas semi-abertas, prateando a pele marcada deles. Helena fechou os olhos, o sorriso pequeno ainda no canto da boca. Lucas passou o braço em volta dela, puxando mais perto. O silêncio se instalou completo — pesado, quente, final.
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