Vizinha Amarrada na Casa Errada
A vizinha Camila se amarra pelada na cama errada e o dominador Silas chega pra usar ela de putinha.
Camila girou a chave que achava ser a dela e empurrou a porta do 502 com o quadril, já se mordendo de tesão. Vinte e quatro anos, bundão empinado sob o vestidinho curto, a safada da vizinha adorava essas brincadeiras sozinha: se amarrar pelada, se foder com o plug e fingir que um dominador de verdade chegava pra destruir ela. O corredor estava silencioso, o cheiro de amaciante no ar… ela nem reparou que o tapete era diferente e que a foto na parede mostrava um homem de ombros largos sorrindo com um chicote na mão. “Minha casa tá igualzinha”, murmurou rindo sozinha, jogando a bolsa no sofá.
No quarto, a cama de casal com cabeceira de ferro parecia perfeita. Camila se despia num instante — sutiã no chão, calcinha preta molhada já, peitos firmes balançando. Pegou as cordas macias da bolsa (ela sempre andava com o kit de emergência safada), o plug anal de silicone preto e o vibrador rosinha. De quatro em cima do colchão cheiroso a homem, começou a se amarrar com a destreza de quem treina há meses: tornozelos presos às pernas da cama, coxas abertas, punhos atrás das costas num nó que ela mesma apertava com os dentes e um puxão final. O plug, já lubrificado com a própria baba, ela enfiou devagar no cu apertado, gemendo alto quando a base bateu na pele. “Ai, porra… fica assim, putinha”, falou sozinha, rindo nervoso. O vibrador ficou ao lado, ligadinho no mais baixo, só pra irritar o clitóris inchado. Nua, amarrada, cu recheado, buceta pingando no lençol escuro — Camila fechou os olhos e esperou o “show” começar na fantasia.
A chave girou de verdade do lado de fora. Silas, vinte e oito anos, dominador experiente que passava o dia gerenciando uma loja de artigos eróticos (ironia deliciosa), entrou cansado, gravata frouxa, e parou no meio da sala. Cheiro de mulher excitada. Bolsa de mulher no sofá. “Que porra…?” Foi até o quarto e a visão o atingiu que nem tapa na cara: uma vizinha completamente nua, peitos pra cima, pernas abertas, cordas bem feitas, plug preto brilhando entre as nádegas e um filete de lubrificante escorrendo até a buceta raspada e encharcada. Camila abriu os olhos, viu o cara alto de cabelo escuro e queixo marcado, e a ficha caiu junto com um grito engasgado.
— Porra nenhuma! Essa não é minha cama! — ela gritou, tentando se contorcer, o rosto pegando fogo de vergonha. — Eu… eu moro no 503! A chave… caralho, a chave abriu!
Silas encostou no batente, braços cruzados, um sorriso lento se abrindo. O pau já começava a levantar na calça. Ele reconheceu ela do elevador: a morena que sempre olhava demais quando ele saía de shorts depois da academia.
— Então a safadinha se amarrou peladinha na cama errada — disse ele, voz grave e divertida. — E ainda enfiou um plug no cuzinho. Que coincidência gostosa, Camila. Eu sou o Silas. E essa cama é minha.
Ela se mexeu, as cordas rangendo, o peito subindo e descendo rápido. A buceta latejou traidora. Constrangimento hilário misturado com um tesão absurdo.
— Me desamarra, pelo amor de Deus, eu vou morrer de vergonha… — pediu, mas a voz saiu rouca. — Sério, eu só queria brincar sozinha e…
Silas se aproximou devagar, tirou a gravata, rolou as mangas. Em vez de soltar os nós, passou a ponta dos dedos pela sola do pé dela, subindo pela panturrilha, parando na coxa interna. Camila tremeu inteira.
— Brincar sozinha… ou você sempre fantasiou em ser a putinha amarrada do vizinho? — provocou, beliscando de leve o mamilo endurecido. Ela soltou um gemido puro. — Olha só como essa buceta tá pingando no meu lençol. Me responde direito: você quer que eu te solte… ou quer que eu use essa bundinha que já chegou pronta?
Camila riu nervoso, o som saindo entre soluços de tesão. Os olhos brilhavam.
— Porra, Silas… eu te vejo no corredor e fico molhada. Sempre. Fantasio com você me pegando assim. — A confissão saiu num sopro. — Me usa. Assume o controle. Por favor. Eu quero ser tua putinha amarrada de verdade. Consentimento total, caralho. Pode foder, pode bater, pode fazer o que quiser. Só não me deixa aqui agonizando.
Ele riu baixo, pegou as cordas extras que ela tinha deixado na bolsa e o plug que já estava no lugar.
— Boa menina. Vou apertar um pouco mais esses nós… e a gente vai brincar direito.
Silas a virou com facilidade — ela ainda amarrada, agora de quatro, peitos balançando, cu exposto com o plug. Ajoelhou na frente dela, abriu a calça e tirou o pau grosso, veioso, já duro pra caralho. Segurou o cabelo dela num punho e enfiou na boca de uma vez só.
— Abre essa boceta safada. Chupa fundo.
Camila engasgou rindo e chupando ao mesmo tempo, saliva escorrendo pelo queixo enquanto ele fodia a garganta com estocadas firmes. O humor não morria: ela piscou pra cima e murmurou ao redor do pau “casa errada foi o melhor erro da minha vida, porra”, o que fez Silas dar uma gargalhada e empurrar mais fundo. Quando a tirou da boca, fio de baba ligando os lábios ao pau, ele se posicionou atrás, puxou o plug devagar só pra ver o cu se fechar e abrir, depois enfiou o pau de uma vez na buceta encharcada.
— Ai, filho da puta! — ela gritou de prazer, rindo no meio. — Que pau gostoso, vizinho errado!
Ele meteu em cachorrinho pesado, puxando o cabelo com uma mão e dando palmadas fortes na bunda com a outra. Cada tapa vermelha a fazia contrair em volta dele. “Conta quantas”, mandou. Ela contava entre gemidos e risadas — “três… quatro… ai, porra, cinco, me fode mais!” — até a pele arder gostoso. Silas pegou o vibrador, colou no clitóris dela e ligou no máximo enquanto continuava as estocadas profundas.
Camila gozou gritando, o corpo inteiro tremendo nas cordas, buceta esguichando no pau dele e no lençol. “Eu tô gozando na cama errada, caralho!”, ela riu histérica de tesão no meio do orgasmo. Silas não parou: alternou mais palmadas, puxões de cabelo, e quando sentiu as paredes dela latejando de novo, enterrou até o saco e gozou grosso, quente, enchendo a buceta dela enquanto a mantinha presa e submissa. “Toma porra de vizinho, putinha”, rosnou no ouvido dela, mordendo o ombro de leve. Os dois ofegavam, ele ainda dentro, ela rindo sem conseguir parar.
Depois ele desamarrou com cuidado, beijando os sulcos vermelhos dos pulsos, massagendo as coxas. Camila rolou de lado, o creme dele escorrendo pela perna, e os dois caíram na gargalhada olhando a bagunça — cordas, plug, vibrador, lençol destruído.
— Sério, Camila… invadir a casa errada e se entregar assim foi o erro mais perfeito que eu já vi — ele disse, passando a mão na bunda marcada.
— E o mais gostoso — ela respondeu, roubando um beijo safado, língua quente. — Toda semana. De propósito. Eu me amarro aqui e você chega e me usa. Combinado?
— Combinado. E na próxima eu trago umas coisas piores da loja. — Silas deu uma palmada final estalada na carne macia, fazendo ela pular e rir. — Agora fica quietinha um pouco… porque amanhã a gente ainda tem o elevador pra dividir, e eu quero te ver andando com minha porra escorrendo e fingindo que nada aconteceu.
Camila mordeu o lábio, já sentindo o corpo pedir de novo, o cu ainda latejando vazio. Do corredor veio o barulho abafado de uma porta batendo no andar — talvez a verdadeira vizinha do 503 chegando, ou só o prédio vivendo. Ela olhou pra Silas com aquele brilho de quem já estava planejando a próxima invasão, e ele sorriu de volta, o polegar acariciando o hematoma daw palmada. A brincadeira tinha só começado.
Eles ainda riam ofegantes quando o barulho abafado da porta no corredor fez Camila se encolher contra o peito suado de Silas, o creme quente dele escorrendo devagar pela coxa interna e sujando ainda mais o lençol já destruído. Ela mordeu o lábio inferior, sentindo o cu latejar vazio e a buceta latejar cheia, e sussurrou rouca:
— Caralho, e se for a dona do 503 vindo reclamar do barulho? Imagina explicar: “Oi, desculpa, eu me amarrei pelada na casa errada e o vizinho me fodeu até gozar gritando”.
Silas deu aquela gargalhada grave que vibrava no peito dele, passou a mão pesada pela bunda marcada de vermelho e deu mais um tapa estalado bem no meio, fazendo a carne tremer e ela pular com um gemido-riso.
— Deixa. Se bater, eu abro de toalha e falo que treinei minha putinha nova. Agora fica quietinha? Porra nenhuma. Tu pediu pra ser usada de verdade e eu ainda tenho energia. Vira de bruços de novo, safada. Vou te amarrar direito dessa vez — com as minhas cordas, não essas de principiante que tu trouxe.
Camila obedeceu rindo, o rosto queimando de tesão e vergonha gostosa, peitos pressionados no colchão enquanto ele pegava umas cordas pretas mais grossas da gaveta da cabeceira — claro que o dono de loja erótica tinha kit profissional em casa, ironia deliciosa. Silas trabalhava rápido, amarrando os pulsos dela atrás das costas com nós firmes que puxavam os ombros pra trás, abrindo o peito, depois passando a corda pelas coxas e prendendo os tornozelos de novo, mas agora num hogtie parcial que deixava o cu e a buceta completamente expostos e vulneráveis. Cada puxão fazia ela gemer alto, a saliva ainda misturada com o gosto do pau dele na boca.
— Olha só essa posição, vizinha invasora — provocou ele, ajoelhando atrás e espalhando as nádegas com as duas mãos. O plug preto ainda brilhava no chão, abandonado, e o cu dela piscava aberto, rosado, um pouco inchado do uso anterior. — Tu invadiu minha casa, se amarrou na minha cama e ainda gozou no meu pau gritando. Isso pede disciplina. Conta de novo quantas palmadas tu merece só por ser tão gostosa e desastrada.
— Dez… não, quinze, porra — ela riu entre dentes, a voz abafada no travesseiro. O clitóris latejava de novo só de imaginar. — Me bate gostoso, Silas. Eu mereço. Casa errada, chave errada, putinha certa.
Ele não esperou. A primeira palmada veio forte, estalando alto na carne macia, deixando a marca da mão vermelha instantânea. Camila gritou-riu, o corpo inteiro se contorcendo nas cordas, buceta pingando de novo no lençol. Silas alternava: tapa forte na bunda direita, depois na esquerda, depois bem no meio perto do cu, cada um contado por ela em voz alta e trêmula — “três… ai caralho quatro… cinco, me fode depois, seis!” — até chegar em quinze. A pele ardia quente, latejando, e ele passava a mão roçando de leve só pra sentir o calor, dedos escorregando até a buceta encharcada e enfiando dois de uma vez, curvando pra achar aquele ponto.
— Boa menina contando direito. Agora chupa de novo enquanto eu decido o que fazer com esse cuzinho vazio — mandou, se movendo pra frente dela na cama. Abriu a calça de novo, o pau já duro outra vez, veioso e brilhando com os restos dela e dele. Segurou o cabelo num punho apertado e enfiou na boca aberta de Camila, fodendo a garganta com estocadas lentas e profundas. Ela engasgava rindo ao redor do pau, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos, olhos marejados de tesão olhando pra cima. “Melhor erro da vida”, murmurou ela com a boca cheia, a vibração fazendo ele gemer e rir ao mesmo tempo.
Enquanto ela chupava com vontade, língua rodando na cabeça, ele alcançou a bolsa dela e pegou o vibrador rosinha, ligando no médio e enfiando entre as pernas amarradas dela, pressionando direto no clitóris inchado. Camila tremeu toda, gemendo no pau, o som abafado e hilário de quem tava gozando de novo cedo demais. Silas tirou o pau da boca com um fio de saliva ligando, deu um tapa leve na bochecha dela e se posicionou atrás de novo.
— Agora o cu. Tu já veio com plug, então aguenta meu pau grosso aqui. Consentimento ainda vale, putinha?
— Vale caralho, enfia tudo — ela ofegou, rindo histérica de tesão, o vibrador ainda zunindo no clitóris. — Me arromba de vizinho, Silas. Quero sentir amanhã no elevador.
Ele pegou o lubrificante que tinha na gaveta (sempre preparado), despejou generoso no cu piscando e no próprio pau, depois pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado. Entrou devagar no começo, sentindo ela abrir gemendo alto, depois meteu fundo de uma vez só quando o músculo cedeu. Camila gritou de prazer puro, o corpo puxando nas cordas, peitos balançando contra o colchão. “Ai filho da puta, que cu cheio!”, riu ela no meio do gemido. Silas fodia o cu com estocadas ritmadas e pesadas, uma mão puxando o cabelo pra trás forçando o arco dela, a outra segurando o vibrador no lugar no clitóris. Cada embalo fazia a bunda marcada tremer, o som de pele batendo em pele misturado com as risadas ofegantes dela.
— Tu é viciada nisso, hein? Invadir casas só pra levar pau no cu — provocou ele, acelerando, o saco batendo na buceta. — Diz pra mim o que tu é.
— Tua putinha amarrada da casa errada! — ela gritou rindo, já sentindo o segundo orgasmo subindo. — Me usa, me fode, me disciplina toda semana, porra!
Ele meteu mais fundo, alternando com palmadas extras na carne já vermelha, e quando ela gozou de novo — esguichando na buceta enquanto o cu apertava o pau dele como porra — Silas não aguentou. Enterrou até o fim no cu, gozando grosso e quente lá dentro, enchendo ela enquanto gemia no ombro dela, mordendo de leve. Os dois respiravam pesado, ele ainda pulsando dentro, ela rindo sem parar contra o travesseiro, o corpo mole e tremente nas cordas.
Silas saiu devagar, vendo o creme escorrer do cu aberto, e desamarrou com cuidado outra vez, massagando os sulcos vermelhos, beijando a nuca suada. Camila rolou, pernas bambas, e ele puxou ela pro colo, os dois sujos e felizes pra caralho.
— Sério, essa bagunça… vou ter que lavar o lençol três vezes — ele riu, dedos brincando com o mamilo duro dela. — Mas valeu cada gota. Amanhã eu te levo umas coisas melhores da loja: um choke mais grosso, umas pinças de mamilo, talvez uma mordaça pra tu não gritar tanto e acordar o prédio.
Camila beijou o peito dele, língua quente, já sentindo o corpo pedir terceira rodada mesmo exausta.
— Combinado. E eu venho de propósito de novo. Me amarro antes de tu chegar, peitos pra cima, cu plugado esperando. Mas… e se a chave do 503 começar a funcionar direito um dia? Aí eu tenho que inventar outra desculpa hilária.
Ele riu baixo, a mão descendo pra espalhar o próprio gozo que escorria dela, enfiar de leve no cu de novo só pra sentir.
— Aí a gente fode no elevador mesmo e foda-se. Agora descansa um pouco, porque daqui a pouco eu te amarro de novo de frente pra janela. Quero te foder olhando o prédio enquanto tu conta quantas pessoas podem ver se abrirem a cortina. E se tu gozar sem permissão, leva mais palmada. Entendeu, putinha?
Ela mordeu o lábio, olhos brilhando de travessura e tesão renovado, o cu ainda latejando cheio, a buceta latejando vazia.
— Entendi, dono da cama certa. Mas se eu gozar mesmo assim… tu vai ter que me punir direito a noite toda. E amanhã no corredor eu quero andar com teu creme escorrendo pela perna fingindo que fui só visitar. O prédio inteiro vai sentir o cheiro e ninguém vai saber por quê.
Silas sorriu aquele sorriso lento de dominador, já endurecendo de novo só de ouvir o plano, e puxou a corda mais perto. O barulho abafado de outra porta no andar de baixo ecoou de novo, como se o prédio inteiro estivesse escutando a bagunça, e Camila riu baixinho contra o pescoço dele, o corpo já se preparando mentalmente pro próximo nó, pra próxima palmada, pro pau grosso voltando a destruir ela. A tensão pairava gostosa no ar quente do quarto — o elevador de amanhã, as coisas piores da loja, a possibilidade de alguém descobrir a putaria semanal — e nenhum dos dois queria que acabasse tão cedo.
Silas puxou a corda preta mais perto com um sorriso safado, o pau já endurecendo de novo contra a coxa dela enquanto Camila ainda ria baixinho no pescoço suado dele. O cheiro de sexo, lubrificante e porra misturada pairava quente no quarto, o lençol uma bagunça irrecuperável de manchas e cordas abandonadas. Ele não deu tempo dela descansar de verdade.
— Vira de frente pra janela, putinha da casa errada. Agora a gente brinca olhando o prédio. Quero te ver contando quantas luzes tão acesas e quantas pessoas podem te flagrar se eu abrir essa cortina um dedinho.
Camila obedeceu rindo, o corpo ainda mole e latejando, o creme dele escorrendo devagar do cu e da buceta, escorrendo pela coxa interna e pingando no chão. Ela se ajoelhou na beira da cama, peitos pesados balançando, e ele trabalhou rápido com as cordas grossas da gaveta. Nós profissionais, bem apertados: pulsos cruzados nas costas, tornozelos presos juntos, uma tira passando por baixo dos peitos e subindo pra prender o pescoço num colar frouxo de corda que puxava o queixo pra cima. Hogtie parcial de novo, mas agora de joelhos, peito aberto, cu e buceta expostos direto pro reflexo do vidro. Silas abriu a cortina só uns vinte centímetros, o bastante pra ver as luzes do prédio vizinho e o elevador externo subindo e descendo como se o mundo todo pudesse notar a silhueta dela.
— Olha só essa vista, invasora — provocou ele, passando a mão pesada pela bunda ainda vermelha das palmadas anteriores, os dedos espalhando o gozo que escorria. — Imagina se a dona do 503 abrir a janela agora. “Oi, vizinha, desculpa o barulho, eu só tô fodendo a putinha que se amarrou na cama errada”. Tu conta as luzes. Cada uma que eu apontar, tu ganha um tapa. Se gozar sem eu mandar, leva o dobro e eu te deixo aqui pingando até amanhã.
Camila mordeu o lábio, o rosto queimando de tesão e vergonha gostosa, o clitóris latejando só de sentir o ar frio na buceta aberta. O humor não morria nunca.
— Três luzes acesas no quarto andar… ai porra — ela riu quando a primeira palmada estalou forte na carne macia, o som seco ecoando. — Quatro no quinto… cinco, caralho, Silas, tu bate que nem dono de loja de chicote! Seis… eu tô pingando no teu carpete, hein, depois limpa tu.
Ele riu grave, alternando tapas firmes — direita, esquerda, bem no meio perto do cu ainda frouxo e cheio — enquanto contava junto com ela em voz alta e trêmula. A pele ardia quente, marcas da mão se sobrepondo, e Camila se contorcia nas cordas, peitos balançando, saliva escorrendo pelo queixo de tanto rir e gemer misturado. Silas pegou as pinças de mamilo que tinha na gaveta (claro que o cara da loja erótica tinha kit completo em casa, ironia deliciosa), prendeu uma em cada bico endurecido com um clique metálico. Camila gritou-riu, o choque elétrico de dor gostosa subindo direto pro clitóris.
— Ai filho da puta! Isso dói gostoso demais. Casa errada, pinça certa, vizinho perfeito — ela ofegou, o peito subindo e descendo rápido, os peitos puxados pelas pinças. — Me fode olhando o prédio, porra. Quero sentir teu pau grosso enquanto finjo que alguém tá vendo.
Silas se posicionou atrás, o pau veioso e duro de novo, brilhando com restos dela. Despejou mais lubrificante no cu ainda aberto e inchado, pressionou a cabeça grossa e enfiou de uma vez só, fundo, até o saco bater. Camila gritou de prazer puro, o corpo puxando nas cordas, o colar de corda apertando de leve no pescoço. Ele meteu com estocadas ritmadas e pesadas, uma mão puxando o cabelo pra forçar o arco dela em direção à janela, a outra segurando o vibrador rosinha contra o clitóris inchado no máximo.
— Conta as luzes enquanto eu te arrombo, safada — mandou ele, acelerando, o som de pele batendo em pele molhada misturado com as risadas ofegantes dela. — Diz o que tu é. Alto.
— Tua putinha amarrada da cama errada… sete luzes… ai caralho oito… me usa, me disciplina, me enche de porra de novo! — ela gritava rindo, o cu apertando o pau dele a cada estocada, o vibrador zunindo cruel no clitóris. O humor escapava entre gemidos: “Se alguém ligar pra polícia eu falo que foi erro de chave e pau gostoso, porra!” Silas gargalhou e meteu mais fundo, as pinças balançando nos peitos a cada embalo, o puxão no cabelo fazendo os olhos dela lacrimejarem de tesão.
Ele tirou o pau do cu devagar só pra ver o anel se fechar e abrir, creme escorrendo, e enfiou de uma vez na buceta encharcada, alternando os buracos como se estivesse testando produtos novos da loja. Cada troca fazia Camila tremer toda, rindo histérica.
— Tu goza só quando eu mandar, entendeu? Se esguichar agora sem permissão, eu te deixo amarrada aqui de frente pra janela a noite toda e amanhã tu vai pro elevador com o cu pingando e as pinças escondidas debaixo da blusa — provocou, a mão livre beliscando a carne marcada da bunda. — Diz que aguenta.
— Aguento caralho… mas se eu gozar mesmo assim tu me pune a noite inteira, combinado? — ela ofegou, a voz rouca, o corpo já no limite, o orgasmo subindo traidor. Interiormente ela pensava na loucura deliciosa: a chave errada, o tapete diferente, a foto do chicote, e agora isso, amarrada olhando o prédio, pau grosso destruindo ela enquanto fingia que o mundo todo podia ver. Melhor erro da vida, porra.
Silas puxou as pinças ao mesmo tempo que metia fundo no cu de novo, o vibrador no máximo. Camila não aguentou. Gozou gritando, o corpo inteiro se contorcendo nas cordas, buceta esguichando no pau e no lençol, cu apertando ele como porra, o riso histérico misturado com o gemido: “Eu gozei sem permissão na janela errada, caralho! Me pune, vizinho!”
Ele riu baixo, não parou. Continuou fodendo o cu com estocadas pesadas enquanto ela ainda tremia no afterglow, dando palmadas extras na bunda já vermelha e latejando. “Dez a mais só por ser desobediente gostosa”, contou ele, e ela repetia entre soluços de prazer — “onze… doze… ai porra treze, me enche de novo!” — até ele enterrar até o fim e gozar grosso outra vez, quente, pulsando dentro do cu dela, enchendo enquanto mordia o ombro e puxava o cabelo.
Os dois ofegavam, ele ainda dentro, ela mole e rindo contra o ar da janela. Silas saiu devagar, vendo o creme escorrer misturado, e em vez de desamarrar passou mais uma corda pelas coxas, apertando o vibrador no lugar no clitóris no médio baixo, só pra irritar. As pinças ficaram nos peitos.
— Descanso negado, putinha. Tu gozou sem ordem, então fica assim um tempo. Olhando o prédio. Sentindo tudo latejar. Eu vou na sala buscar um choke mais grosso da minha coleção particular e uma mordaça — porque se tu gritar de novo o prédio inteiro vai saber que a vizinha do 503 se perdeu e virou minha.
Camila riu baixinho, o corpo tremente, o cu latejando cheio, a buceta vazia pedindo, o vibrador zunindo cruel, as pinças puxando. O barulho abafado de outra porta no corredor ecoou de novo, mais perto dessa vez, e ela se encolheu nas cordas com um gemido-riso nervoso.
— E se for ela mesmo? A dona do 503 batendo? Imagina eu aqui amarrada de frente pra janela, creme escorrendo, pinça no peito: “Oi, desculpa, a chave abriu a porta errada e o Silas resolveu me treinar de putinha semanal”. Leva o choke logo, porra. Eu quero sentir amanhã no elevador quando a gente se cruzar fingindo que nada aconteceu… só que meu cu vai tá aberto e teu cheiro grudado em mim.
Silas passou a mão pela bunda marcada, espalhou mais gozo com os dedos e enfiou dois de volta no cu só pra sentir ela contrair, depois se afastou em direção à porta do quarto, o pau ainda semi-duro balançando. Ele olhou pra trás com aquele sorriso lento de dominador, pegando a chave da gaveta secreta onde guardava as “coisas piores da loja”.
— Fica quietinha e conta as luzes de novo. Se alguém bater de verdade eu abro de toalha e falo que tô testando produto novo com voluntária safada. E não goza mais sem eu chegar. Porque daqui a pouco o choke entra, a mordaça trava essa boca safada, e eu te fodo de novo até tu esquecer qual é teu apartamento de verdade. A brincadeira só tá esquentando, Camila. Amanhã o elevador vai ser só o começo… e se a chave do 503 funcionar direito um dia, a gente inventa outra desculpa hilária. Tipo eu te sequestrar de brincadeira no corredor.
Ela mordeu o lábio, olhos brilhando de travessura e tesão renovado mesmo exausta, o vibrador ainda zunindo, o corpo amarrado e vulnerável de frente pra janela entreaberta. O prédio vivia lá fora, luzes piscando, portas batendo abafadas, e o ar quente do quarto cheirava a putaria e possibilidade. Camila riu baixinho sozinha, já planejando mentalmente a próxima invasão “acidental”, o cu latejando cheio, os peitos doendo gostoso nas pinças, e esperou o som dos passos de Silas voltando com mais corda, mais brinquedo, mais disciplina. A tensão pairava gostosa — o risco de descoberta, as coisas da loja, o elevador de amanhã, a noite inteira pela frente — e nenhum dos dois queria que a casa errada ficasse certa tão cedo.
Silas voltou do corredor da sala com o sorriso de quem acabara de abrir o cofre particular da loja em casa. Na mão direita um choke de silicone preto mais grosso que o plug abandonado no chão, na esquerda a mordaça de bola vermelha com tiras de couro e, no bolso da calça ainda aberta, um par de pinças extras e um pequeno chicote de tiras macias. Camila ainda estava exatamente como ele deixara: de joelhos na beira da cama, peito aberto pelas cordas, cu pingando creme misto, vibrador zunindo baixo no clitóris inchado e as pinças de mamilo balançando a cada respiração ofegante. A cortina entreaberta deixava entrar um filete de luz amarela do prédio vizinho e o reflexo distorcido dela amarrada.
— Contou as luzes de novo, putinha? — perguntou ele, já se posicionando atrás. A voz saía grave e divertida, o pau semi-duro começando a engrossar de novo só de ver o espetáculo.
Camila riu baixinho, o som saindo rouco por causa do colar de corda no pescoço.
— Oito no quarto andar, três no sexto… e uma silhueta que parece a dona do 503 mexendo na janela. Ai porra, Silas, se ela olhar pra cá eu morro de vergonha e gozo ao mesmo tempo. Leva o choke logo antes que eu invente de gritar “casa errada, pau certo!”.
Ele não perdeu tempo. Passou o lubrificante generoso no choke grosso, tirou o vibrador só o suficiente pra espalhar as nádegas dela com uma mão e enfiou o brinquedo devagar no cu ainda frouxo e cheio da porra anterior. Camila arqueou nas cordas, um gemido-riso longo escapando quando a base larga bateu na pele marcada.
— Filho da puta, isso é grosso pra caralho… melhor que o plug de principiante que eu trouxe. Casa errada, kit profissional, vizinho perfeito — ela ofegou, o cu se fechando em volta do silicone. O vibrador voltou pro clitóris no médio, cruel.
Silas prendeu a mordaça em seguida. A bola vermelha encaixou entre os lábios dela, as tiras apertando atrás da cabeça. Camila babou na hora, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos pinçados. Os olhos brilhavam de travessura mesmo com a boca trancada. Ele puxou o cabelo dela pra trás, forçando o olhar pra janela, e deu a primeira chibatada leve com o chicote de tiras bem no meio da bunda vermelha.
— Cada luz que eu apontar, tu recebe duas. Se gemer alto demais e alguém bater na porta, eu abro de toalha e falo que tô testando mordaça nova com voluntária safada que invadiu o apartamento. Consentimento ainda vale, Camila?
Ela balançou a cabeça pra cima e pra baixo com vontade, o corpo inteiro tremendo de antecipação, o cu latejando em volta do choke. Por dentro ela pensava na loucura deliciosa: a chave que abriu o 502, o tapete diferente, a foto do chicote na parede, e agora isso — amarrada de frente pro prédio, mordaça na boca, cu recheado, peitos doendo gostoso, esperando o pau do vizinho enquanto fingia que o mundo todo podia ver. Melhor erro da vida, porra nenhuma.
Silas começou a contar alto, a chibata caindo ritmada.
— Quatro luzes no quinto… uma. — Estalo seco na carne macia. Camila se contorceu, o choke se mexendo dentro dela, um gemido abafado saindo pela bola. — Duas. — Outro estalo, mais forte, bem perto do cu. A pele ardia quente, marcas se sobrepondo. Ele alternava: tiras na bunda direita, depois esquerda, depois um beliscão nas pinças de mamilo que fazia ela pular nas cordas e babar mais. — Seis luzes… três, quatro. Tu tá pingando no carpete de novo, safada. Depois tu limpa com a língua.
Camila ria pela mordaça, o som abafado e hilário, o clitóris latejando contra o vibrador. Cada chibatada mandava um choque direto pra buceta vazia que contraía pedindo pau. Silas se ajoelhou atrás, abriu a própria calça de vez, o pau grosso e veioso já duro pra caralho, brilhando com restos anteriores. Puxou o choke devagar só pra ver o anel rosado se abrir e fechar, creme escorrendo, depois enfiou o pau de uma vez no cu lubrificado.
— Mphh! — o grito dela saiu abafado, o corpo puxando nas cordas, peitos balançando com as pinças. Ele meteu fundo, saco batendo na buceta, uma mão no cabelo forçando o arco dela pra janela, a outra segurando o vibrador no lugar no máximo.
— Olha o prédio enquanto eu te arrombo, putinha da casa errada — rosnou ele no ouvido, estocadas ritmadas e pesadas. O som de pele molhada batendo misturava com os gemidos abafados dela e as risadas dele. — Imagina a dona do 503 abrindo a janela agora. “Oi, vizinha, a chave abriu errado e eu tô treinando a safada com choke da loja”. Diz com os olhos o que tu é.
Os olhos de Camila marejaram de tesão e humor. Ela tentou falar pela mordaça — “tua putinha amarrada” saindo como um “mph-tua-puh” — e isso fez Silas gargalhar e meter mais fundo. Ele alternava os buracos de novo: saía do cu com um plop molhado, enfiava na buceta encharcada até o fundo, voltava pro cu, cada troca fazendo ela tremer toda e babar na bola. As pinças balançavam, o colar de corda apertava de leve no pescoço, o vibrador zunia cruel.
— Tu goza só quando eu tirar a mordaça e mandar — avisou, acelerando. A mão livre descia pra dar palmadas extras na carne já latejante. — Dez a mais por ter gozado sem permissão antes. Conta com o corpo.
Camila se contorcia, o orgasmo subindo traidor mesmo assim. O cu apertava o pau dele a cada estocada, a buceta esguichava um pouco no lençol quando ele trocava. Por dentro ela gritava mentalmente: casa errada, mordaça certa, vizinho que fode que nem dono de loja de chicote. Se alguém batesse na porta agora ela gozava só de imaginar a explicação.
Silas puxou as pinças ao mesmo tempo que enterrou no cu e ligou o vibrador no talo. Camila não aguentou. O corpo inteiro se tremeu nas cordas, um gozo longo e molhado que fez a buceta esguichar e o cu sugar o pau dele. O gemido abafado saiu alto demais pela mordaça, mistura de prazer e riso histérico. Ele não parou. Continuou fodendo o cu com força enquanto ela ainda espasmava, dando as palmadas contadas — “onze… doze… ai porra treze” ela tentava repetir com os olhos — até enterrar até o saco e gozar grosso de novo, quente, pulsando dentro, enchendo o cu já destruído.
Os dois ofegavam. Silas saiu devagar, viu o creme escorrer em filete grosso pelo perineu até a buceta, e em vez de soltar passou mais uma corda pelas coxas, prendendo o choke no lugar e o vibrador no baixo contínuo. A mordaça ficou. As pinças também.
— Descanso negado de novo, invasora — disse ele, a voz rouca de gozo e diversão, passando a mão pela bunda marcada e espalhando mais porra com os dedos. — Tu gozou com a mordaça, gritou alto, então fica assim olhando o prédio enquanto eu busco a próxima surpresa. Tenho umas garrafinhas de óleo quente e umas cordas de shibari mais elaboradas na gaveta secreta. Daqui a pouco te amarro de pé na frente da janela com os peitos pra fora da cortina e o choke ligado num controle remoto. Se a dona do 503 bater de verdade, eu abro e falo que tô filmando propaganda pra loja com modelo safada. E amanhã no elevador tu vai entrar com o cu ainda aberto, meu cheiro grudado e as marcas das cordas escondidas debaixo da roupa. Combinado?
Camila balançou a cabeça pra cima e pra baixo, os olhos brilhando, baba escorrendo, o corpo mole e tremente mas já pedindo mais. O barulho abafado de porta no corredor ecoou mais perto — passos, uma chave girando em alguma fechadura. Ela se encolheu nas cordas com um gemido-riso nervoso pela mordaça, o cu latejando cheio do choke e da porra, o clitóris latejando no vibrador, os peitos doendo gostoso.
Silas se afastou em direção à gaveta secreta de novo, o pau ainda semi-duro balançando, pegando o óleo e um rolo de corda vermelha mais fina. Olhou pra trás com aquele sorriso lento de dominador.
— Fica quietinha e conta as luzes. Se alguém bater eu te mostro pra ela de brincadeira e depois te fodo mais forte pra disfarçar o barulho. A noite mal começou, Camila. O elevador de amanhã vai ser só o aquecimento… e se a chave do 503 funcionar um dia a gente inventa o sequestro no corredor com mordaça e tudo. A casa errada ainda tem muita disciplina pra dar.
Ela riu baixinho pela bola vermelha, o corpo amarrado e vulnerável de frente pra janela entreaberta, o ar quente cheirando a sexo e possibilidade. O prédio vivia lá fora, luzes piscando, portas se mexendo, e o quarto inteiro vibrava com a tensão gostosa do que ainda vinha: mais cordas, mais óleo, mais risco, mais pau. Camila já planejava mentalmente a próxima “invasão” acidental enquanto o vibrador zunia e o creme escorria, esperando os passos dele voltarem com a próxima rodada de putaria elaborada. A brincadeira só esquentava, e nenhum dos dois queria que o 502 ficasse certo cedo demais.
Silas voltou com o óleo quente escorrendo pelos dedos e o rolo de corda vermelha fina enrolado no pulso. Camila ainda babava na mordaça, o choke grosso latejando no cu, o vibrador zunindo baixo no clitóris inchado, as pinças puxando os peitos pra frente. Ele não disse nada no começo. Só despejou o óleo quente direto na carne marcada da bunda dela. O líquido escorreu pelo sulco, entrou no cu ao redor do choke, desceu pela buceta raspada e pingou no carpete. Camila se contorceu nas cordas, um gemido abafado saindo pela bola vermelha, o corpo inteiro arrepiando com o calor gostoso.
— Conta as luzes de novo, putinha. Agora em silêncio. Só com o corpo — mandou ele, a voz grave e cheia de riso. Amarrava rápido: corda vermelha passando por baixo dos peitos, apertando as pinças contra a pele, subindo pelo pescoço, descendo pelas costas até prender os tornozelos mais fundo no hogtie. Ela ficou quase dobrada de joelhos, peito estufado, cu e buceta completamente abertos pro reflexo da janela. O colar de corda puxava o queixo pra cima. Silas abriu a cortina mais um palmo. Luzes do prédio vizinho piscavam. Uma silhueta passou atrás de uma janela no quinto.
Camila riu pela mordaça, baba escorrendo em fio até o umbigo. Por dentro gritava: casa errada, óleo quente, vizinho que fode que nem dono de loja de porra. Se a dona do 503 olhasse agora via a putinha amarrada pingando creme e óleo, peitos pinçados, cu recheado. O pensamento fez a buceta contrair sozinha.
Ele puxou o choke devagar, viu o anel rosado se abrir e fechar, creme e óleo misturados escorrendo, e enfiou o pau grosso de uma vez no cu. Fundo. Até o saco bater na buceta molhada. Camila arqueou, o gemido abafado alto demais, o corpo puxando nas cordas novas. Silas meteu com estocadas pesadas e ritmadas, uma mão no cabelo forçando ela a olhar a janela, a outra segurando o vibrador no máximo contra o clitóris.
— Olha o prédio enquanto eu te arrombo, invasora — rosnou no ouvido, rindo. — Imagina ela abrindo a janela. “Oi vizinha, a chave errou e eu tô testando choke profissional com a safada do 503”. Tu é o quê?
Ela tentou falar pela bola — “tua putinha amarrada da cama errada” saindo como um “mph-puh-tah” — e a vibração fez ele gargalhar e meter mais fundo. Alternava os buracos: saía do cu com plop molhado, enfiava na buceta encharcada até o fundo, voltava pro cu cheio de óleo e porra anterior. Cada troca fazia as pinças balançarem, o peito tremer, a baba pingar mais. O som de pele batendo em pele oleosa misturava com os gemidos abafados dela e as risadas dele.
— Dez chibatadas extras porque tu gozou com a mordaça da outra vez — avisou. Pegou o chicote de tiras e deixou cair ritmado na bunda já vermelha enquanto fodia. Estalo. Camila se contorceu. Estalo mais forte perto do cu. Estalo bem no meio. A pele ardia, latejava, marcas se sobrepondo. Ele contava alto: — Uma… duas… três… tu pinga no carpete que nem fonte, safada. Depois limpa com a língua.
Camila gozava de novo sem permissão. O corpo inteiro tremeu nas cordas, buceta esguichando no pau e no lençol, cu sugar o pau dele como porra. O gemido abafado saiu alto, mistura de prazer e riso histérico. Silas não parou. Continuou fodendo o cu com força, dando as chibatadas restantes — “oito… nove… dez” — enquanto ela ainda espasmava. Enterrou até o saco e gozou grosso outra vez, quente, pulsando, enchendo o cu já destruído e oleoso. Saiu devagar, viu o filete grosso escorrer pelo perineu, pela buceta, pela coxa, pingar no chão.
Não desamarrou. Puxou mais corda, prendeu o choke no lugar com um nó, ligou o vibrador no médio contínuo, deixou as pinças e a mordaça. Camila ficou ali de joelhos, tremente, cu latejando cheio, clitóris irritado, peitos doendo, olhando a janela entreaberta. Passos no corredor. Chave girando. Mais perto.
Silas riu baixo, pegou o óleo de novo e despejou direto nos peitos pinçados, deixando escorrer pelos bicos apertados. Depois enfiou três dedos no cu ao redor do choke, abriu, fechou, abriu, sentindo a porra escorrer pelos dedos.
— Fica assim. Conta as luzes com o cu. Se alguém bater eu abro a porta de toalha, mostro tua bundinha amarrada e falo que tô filmando catálogo novo. Consentimento ainda vale, Camila? Balanca a cabeça se quiser que eu te foda mais uma vez até tu esquecer o número do teu apartamento.
Ela balançou a cabeça pra cima e pra baixo com vontade, olhos brilhando de tesão e humor, baba pingando. Por dentro: elevador amanhã com cu aberto, cheiro dele grudado, marcas escondidas, e se a chave do 503 funcionar a gente inventa o sequestro no corredor com mordaça e tudo. Melhor erro da vida.
Silas tirou a mordaça só o suficiente pra enfiar o pau na boca dela de uma vez. Fodeu a garganta fundo, saliva e óleo misturando, enquanto a outra mão mexia o choke dentro do cu e o vibrador no clitóris. Camila engasgava rindo, olhos marejados, chupando com vontade mesmo amarrada. Ele tirou, fio de baba ligando, e voltou pro cu. Meteu seco, pesado, puxando o cabelo, chicotando a bunda a cada estocada.
— Grita o que tu é agora que a boca tá livre — mandou.
— Tua putinha amarrada da casa errada! — ela gritou rindo, a voz rouca. — Me usa, me enche, me disciplina a noite toda, porra! Se a dona do 503 entrar agora eu gozo na cara dela e falo que a chave abriu errado e o pau certo!
Ele gargalhou, acelerou, puxou as pinças ao mesmo tempo que enterrou fundo. Camila gozou gritando, esguichando, o cu apertando ele, o corpo mole nas cordas. Silas gozou logo depois, grosso, quente, enchendo o cu de novo até transbordar, vendo a porra escorrer misturada com óleo pela buceta, pelas coxas, pingar no carpete numa poça suja.
Saiu. Deixou o choke no lugar. Deixou o vibrador zunindo. Deixou as cordas. Deixou ela ali de joelhos de frente pra janela, peitos pinçados, cu aberto e pingando, baba no queixo, marcas de chicote latejando.
— Amanhã no elevador tu entra com meu creme escorrendo pela perna, o cu ainda frouxo e o cheiro de porra grudado. E se alguém perguntar tu fala que foi treino de yoga. Agora fica quietinha pingando enquanto eu preparo a próxima rodada. A casa errada ainda vai te foder até tu esquecer teu próprio nome.
Camila riu baixinha, o corpo tremente, o cu latejando cheio de porra e choke, o clitóris latejando no vibrador, os peitos doendo nas pinças, o carpete sujo embaixo, a janela entreaberta mostrando o prédio inteiro, e esperou ele voltar pra enfiar de novo, mais fundo, mais sujo, mais vezes, até o sol nascer e o elevador cheirar a putinha usada.
Rate this story
Popular Collections
Browse Categories