Por Favor, Aqui no Meio da Feira
A hotwife safada fodeu com dois machos no beco da feira lotada.
O sol de domingo batia forte nas barracas da feira de rua em São Paulo, aquele cheiro misturado de peixe fresco, queijo minas e jambo maduro subindo no ar quente. Silas segurava a mão de Danielle e puxava ela no meio da multidão, o sorriso de lado já denunciando a safadeza. Ela vinha de shortinho jeans colado, aquele que entrava no meio da bunda morena e redonda, e uma blusinha branca justa que marcava os peitos fartos sem sutiã. Trinta e dois anos, corpo de quem malhava só pra foder melhor, cabelo cacheado solto nos ombros.
— Olha o feirante da laranja te comendo com os olhos, Dani — sussurrou Silas, apertando a cintura dela. — O cara quase derrubou a balança.
Danielle riu alto, sacudindo o rabo de propósito ao passar por um grupo de homens de boné.
— Pois deixa. Tá gostando, né, corno safado? Senti teu pau duro só de ver eles babando.
— Duro pra caralho. Continua assim que eu te fodo no banheiro químico da feira ainda.
Eles flertavam abertamente, sem vergonha. Toda vez que um caipira virava a cabeça pra trás pra olhar a bunda dela, Silas puxava Danielle pra perto e mordia o lóbulo da orelha.
— Aquele ali da barraca de pastel tá de pau batendo na calça. Aposto que goza só de imaginar te chupando.
— E você ia deixar? — provocou ela, passando a mão por cima da calça dele e sentindo o volume. — Me emprestar pra esses matutos?
— Emprestar não. Dividir. Com gosto.
A tensão sexual entre os dois era quase comédia: Danielle rebolava mais forte, Silas fazia cara de quem ia gozar nas calças a qualquer momento, e os dois riam baixo de cada olhar lascivo que ela arrancava. Uma senhora de sacola plástica torceu o nariz quando Danielle se abaixou de propósito pra amarrar o tênis, o short subindo e mostrando a curva inferior da bunda.
— Jesus, mulher — riu Silas. — Vai matar alguém de tesão antes do meio-dia.
Foi na barraca de frutas que a brincadeira virou fogo de verdade. Hugo, o vendedor, uns vinte e poucos, braços sarados de carregar caixa o dia todo, peito largo sob a camiseta regata suada, parou no meio de ajeitar os mamões quando viu Danielle. Os olhos dele desceram direto pro shortinho e não voltaram mais.
— Nossa, dona… essa bunda aí merecia uma caixa de manga especial — disse ele, descarado, sorrindo de canto. A voz era rouca, de quem trabalhava gritando preço. — Quer provar algo bem grande? Tenho manga Tommy aqui que mal cabe na mão.
Danielle arqueou a sobrancelha, olhou pro marido e viu o sorrisinho cúmplice de Silas. O coração dela disparou, a calcinha já úmida só da brincadeira anterior.
— É grande mesmo? — perguntou ela, se aproximando da barraca, inclinando o corpo pra frente de propósito. Os peitos quase saltaram da blusinha.
Hugo riu, o pau já marcando a bermuda de moletom.
— Grande e grosso. Pode apertar pra ver. Ou… se a senhora preferir, eu mesmo te mostro no beco ali atrás. Tá fresco.
Silas se encostou na barraca, fingindo escolher um abacate, e sussurrou no ouvido de Danielle:
— Pode rolar se você quiser, amor. Tô de pau duro pra caralho vendo ele te paquerar. Faz a safada. Eu fico olhando… ou entro junto.
Danielle corou até a orelha, mas soltou uma risada safada e, por baixo da borda da barraca, apertou o pau do marido por cima da calça, sentindo o calor e o volume. Estava encharcada.
— Tá vendo, Silas? Já tô pingando. — Depois, pra Hugo, com o tom de quem aceita o jogo: — E se eu quiser provar mesmo? Aqui no meio da feira lotada?
Hugo engoliu seco, olhou pra esquerda e pra direita e apontou com a cabeça o beco estreito atrás da barraca, onde ficavam as caixas vazias e o cheiro de fruta podre misturado com sol quente.
— Entra aí. Rápido. Antes que minha tia volte da missa.
Os três sumiram no beco apertado, rindo baixo como adolescentes. O espaço mal dava pra três corpos. Danielle nem esperou: já se ajoelhou no chão irregular de cimento e tijolo quebrado, puxando a bermuda de Hugo. O pau grosso e veiudo saltou pra fora, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Ela lambeu de longe, provocando.
— Porra, é grande mesmo — murmurou, e engoliu até a metade, engasgando de propósito e rindo com a boca cheia.
Silas já estava atrás dela, abaixando o shortinho e a calcinha num puxão só. A buceta dela escorria, brilhando no sol que entrava torto pelo beco. Ele enfiou dois dedos, sentiu o calor, e meteu o pau de uma vez, gemendo.
— Porra, Dani… tão molhada só de chupar o cara.
Ela rebolava pro marido enquanto chupava Hugo com vontade, baba escorrendo pelo queixo, os olhos marejados de tesão. Hugo segurava o cabelo cacheado dela e fodia a boca devagar, rindo.
— Sua mulher mama que nem puta profissional, cara. Que delícia.
— Ela é — respondeu Silas, metendo fundo, batendo na bunda morena com a mão aberta. O estalo ecoou no beco. — E adora ser usada assim. Né, safada?
Danielle tirou a boca do pau só pra gemer alto:
— Por favor… aqui no meio da feira… mete mais forte…
Hugo se sentou num caixote de madeira, puxou ela pra cima e enfou o pau grosso na buceta dela de uma vez. Danielle sentou de frente pra ele, cavalgando forte, os peitos pulando pra fora da blusinha. Silas se posicionou na frente, enfiando o cacete na boca dela. Os dois se revezavam: ora Hugo fodia a buceta enquanto Silas gozava na garganta dela de prelúdio, ora trocavam, Silas metendo por trás de novo e Hugo enchendo a boca. Tapas na bunda, gemidos altos, frases safadas no meio de risadas.
— Olha o jeito que ela engole — riu Hugo, dando um tapa na coxa dela. — Vai gozar pingando gozo no meio da feira, porra.
— Fala mais baixo, caralho — riu Silas, mas metia mais fundo. — Senão o pessoal do pastel vem ver o show.
Danielle cavalgava Hugo com força, o pau dele batendo no fundo, e chupava o marido como se quisesse arrancar a alma. O beco cheirava a sexo, a suor e a manga madura. Ela gemia abafado no pau de Silas:
— Por favor… aqui no meio da feira… me enche… os dois…
Hugo gozou primeiro, segurando a cintura dela e jorrando dentro, quente, pulsando. Silas puxou o pau da boca dela bem na hora, gozou na cara e na língua, cordas brancas escorrendo pelo queixo até os peitos. Danielle ainda sentava devagar no pau semi-duro de Hugo, rindo, o esperma dos dois misturado no rosto.
Ela passou dois dedos pelo queixo, limpou o gozo e chupou os dedos com um sorrisinho safado, olhando os dois.
— Hmm. Ficou bom. Mas ainda tô com fome…
Do outro lado da barraca, vozes se aproximavam — a tia de Hugo voltando, o barulho de caixas sendo arrastadas. Danielle puxou o short pra cima sem limpar direito, o gozo escorrendo pela coxa dentro da calça jeans. Silas ajeitou a própria calça com a mão tremendo de tesão que ainda não tinha acabado. Hugo, ofegante, já pensava em como marcar de novo.
Danielle passou a mão na bunda do marido, suja de porra, e sussurrou, os olhos brilhando de puro malícia:
— Ainda tem a barraca de queijo… e eu quero mais. Quem sabe a gente não acha outro caipira antes de ir embora?
Eles saíram do beco rindo baixo, Danielle ainda com o gozo escorrendo quente pela coxa interna, colando o shortinho jeans na pele. O cheiro de sexo misturado com manga madura e peixe frito da barraca vizinha fazia ela sorrir torto, os lábios inchados de tanto chupar. Silas puxou ela pela cintura, a mão escorregando de propósito na bunda suja de porra, e sussurrou no ouvido:
— Sua putinha gostosa. Olha o estado que você tá. Quer mesmo ir pro queijo agora? Ou prefere que eu te enfie de novo logo ali atrás do banheiro químico?
Danielle mordeu o lábio, rebolando de leve no meio da multidão que já enchia mais a feira. O sol batia nos peitos dela, a blusinha branca manchada de pré-gozo e suor, os mamilos duros marcando o tecido fino.
— Quero mais, corno. Quero outro pau grosso me arrombando enquanto você assiste. E se der, os dois juntos de novo. Tô pingando ainda, caralho. Sente.
Ela pegou a mão dele e enfiou por dentro do short, guiando os dedos até a buceta encharcada, o gozo de Hugo escorrendo misturado com o dela. Silas gemeu baixinho, o pau já duro de novo na calça, e deu um tapa seco na bunda dela bem na frente de uma velhinha que vendia tempero.
— Jesus, Dani… vai matar o povo de tesão. Vamos pro queijo então. Aposto que o cara de lá é daqueles matutos brutos que fodem como se estivesse ordenhando vaca.
Eles atravessaram o corredor de barracas, Danielle sacudindo o rabo de propósito cada vez que um feirante olhava. Um gordo de avental sujo de sangue de peixe quase derrubou o balde ao ver o short entrando no meio da bunda morena. Silas ria alto, provocando:
— Olha esse aí, amor. Quer que eu ofereça tua buceta pra ele também? Pode ser o lanche da tarde.
— Cala a boca e me leva logo. Tô doida pra sentar em outro.
A barraca de queijo minas era no fundo, cheirando forte a coalho e pimenta. O vendedor se chamava Cláudio, uns trinta e poucos, peito peludo saindo da regata rasgada, braços grossos de carregar forma de queijo o dia inteiro, bigode grosso e sorriso safado de quem já tinha comido meia feira. Ele estava cortando um queijo fresco quando viu Danielle se aproximar, o short molhado na frente e o cheiro de sexo ainda grudado nela.
— Eita porra… — murmurou Cláudio, o olho descendo direto pro volume dos peitos e parando na mancha no jeans. — A senhora veio provar o queijo ou já chegou pronta pro recheio?
Danielle riu, se encostando na barraca e inclinando o corpo pra frente, os peitos quase caindo pra fora. Silas ficou ao lado, fingindo escolher um queijo meia-cura, mas a mão dele apertava a bunda dela por baixo da banca.
— Quero provar o maior que o senhor tiver — disse ela, voz rouca de puta. — E se for grosso pra caralho, melhor ainda. Meu marido aqui adora dividir.
Cláudio engoliu seco, olhou pra esquerda e pra direita — a feira lotada, gente gritando preço de banana e cheiro de pastel — e riu baixo, o pau já marcando a calça de brim.
— Puta que pariu. Vocês são loucos mesmo. Tem um depósito atrás, onde guardo as formas. Entra rápido antes que o fiscal passe.
Os três sumiram atrás da barraca de queijo, num espaço apertado cheio de caixas de madeira, formas de metal e o cheiro forte de laticínio misturado com poeira quente. Danielle nem esperou de novo: já puxou a regata de Cláudio pra cima, lambendo o peito peludo enquanto descia a calça dele. O pau saltou grosso, mais curto que o de Hugo mas grosso pra porra, veias saltadas e a cabeça brilhando.
— Olha o tamanho dessa porra — ela riu, ajoelhando no chão sujo e engolindo tudo de uma vez, engasgando de propósito e fazendo barulho de puta faminta. Baba escorria pelo queixo, misturando com o gozo seco de antes.
Silas já estava atrás, puxando o short dela de novo e enfiando a língua na buceta escorrendo. Danielle gemeu com a boca cheia, rebolando na cara do marido enquanto chupava Cláudio com vontade.
— Porra, ela mama que nem profissional mesmo — riu Cláudio, segurando o cabelo cacheado e fodendo a garganta dela devagar. — Seu marido te empresta assim sempre, safada?
— Sempre que ela pede — respondeu Silas, levantando e enfiando o pau de uma vez na buceta molhada. O estalo molhado ecoou no depósito. — E ela pede toda hora. Né, putinha? Fala pra ele.
Danielle tirou a boca só pra gemer alto, cavalgando pra trás no pau do marido:
— Por favor… me fode os dois… aqui no meio da feira… enche essa buceta de porra de novo…
Cláudio puxou ela pra cima, sentou num caixote e enfiou o pau grosso na buceta dela de uma vez só, enquanto Silas se posicionava na frente e enfiava na boca. Os dois metiam no ritmo, Danielle no meio como sanduíche safada, peitos pulando pra fora, gemidos abafados no cacete do marido. Tapas na bunda ecoavam, misturados com risadas.
— Olha o jeito que ela engole tudo — Cláudio ria, dando um tapa forte na coxa morena. — Vai sair daqui pingando queijo branco da gente, porra.
— Fala mais baixo, caralho — Silas riu, mas metia mais fundo na garganta dela, fazendo ela engasgar e rir ao mesmo tempo. — Senão o pessoal do pastel vem pedir pra entrar na fila.
Danielle cavalgava Cláudio com força, o pau grosso batendo no fundo, e chupava Silas como se quisesse sugar a alma. O depósito cheirava a sexo, queijo e suor. Ela gemia abafado:
— Por favor… aqui no meio da feira… mete mais… os dois juntos…
Silas saiu da boca dela, contornou e se posicionou atrás. Danielle inclinou pra frente, apoiada no peito peludo de Cláudio, e sentiu o pau do marido pressionar o cu. Ela estava tão molhada de gozo e tesão que ele entrou devagar, gemendo.
— Porra, Dani… teu cuzinho tá sugando. Vai aguentar os dois?
— Aguento, caralho… enfia… me arrombando aqui na feira…
Os dois metiam juntos, pau na buceta e pau no cu, Danielle no meio gritando baixinho de prazer, o corpo trementendo. Cláudio gozou primeiro, jorrando quente dentro dela, pulsando. Silas tirou do cu e gozou na bunda, cordas brancas escorrendo pelo rabo até a coxa. Danielle ainda se mexia devagar, rindo, o esperma dos dois escorrendo misturado.
Ela passou o dedo, limpou e chupou com sorrisinho:
— Hmm. Queijo fresco. Mas ainda tô com fome pra caralho…
Do lado de fora, vozes se aproximavam — o fiscal da prefeitura gritando, alguém arrastando caixa. Danielle puxou o short pra cima sem limpar, o gozo escorrendo pelas pernas. Silas ajeitou a calça, o pau ainda semi-duro. Cláudio, ofegante, já falava de marcar de novo.
Danielle passou a mão na bunda suja do marido e sussurrou, olhos brilhando de malícia pura:
— Ainda tem a barraca de pastel… e eu quero três dessa vez. Quem sabe a gente não acha mais um casal de matutos antes de ir embora? Tô só esquentando.
Eles saíram do depósito de queijo ainda rindo baixo, Danielle com o short colado na bunda por causa do gozo quente que escorria sem parar pelas coxas morenas. O cheiro de coalho misturado com porra e suor fazia Silas dar risada toda vez que ela rebolava mais forte no meio da multidão.
— Olha pra você, putinha — sussurrou ele, passando a mão aberta na mancha úmida atrás dela. — Tá cheirando a queijo fresco e porra de matuto. Quer mesmo ir pro pastel agora? O cara de lá vai sentir o cheiro de longe.
Danielle mordeu o lábio inferior, os peitos ainda marcando a blusinha suja, e enfiou a mão no bolso da calça dele só pra apertar o pau que já endurecia de novo.
— Quero três dessa vez, corno. Dois na buceta e no cu e um na boca, ou os três se revezando até eu não aguentar mais. Tô pingando igual torneira e o sol tá me deixando ainda mais safada. Sente aqui.
Ela guiou os dedos dele de novo por dentro do short, a buceta escorregadia, quente, o esperma de Cláudio ainda saindo em filetes pegajosos. Silas gemeu, deu um tapa estalado na bunda dela bem na frente de um casal de idosos comprando alho, e puxou ela pelo corredor barulhento.
— Jesus, Dani… a velhinha quase teve AVC. Vamos antes que eu te foda em cima da barraca de tempero.
A barraca de pastel era no meio do fluxo, cheiro forte de óleo quente, carne moída e queijo derretendo. O dono se chamava Ricardo, uns trinta e cinco, barriga firme de quem come pastel o dia todo mas ainda carregava saco de farinha, braços tatuados, boné virado pra trás e um sorriso de quem já tinha visto de tudo na feira. Ao lado dele trabalhava o sobrinho, Tiago, vinte e poucos, magro mas com ombros largos, bermuda caindo no quadril e um olhar de cachorro faminto. Os dois pararam de rechear pastel no mesmo segundo em que Danielle se aproximou, o short molhado na frente e o cheiro de sexo gritando mais alto que o óleo fervendo.
— Eita porra nenhuma… — Ricardo murmurou, o olho descendo direto pro volume dos peitos e parando na mancha escura entre as pernas dela. — A senhora veio pedir pastel ou já chegou recheada?
Danielle riu alto, se encostando no balcão de madeira suja de farinha, inclinando o corpo pra frente de propósito. Os peitos quase saltaram, mamilos duros roçando o tecido fino. Silas ficou do lado, fingindo olhar o cardápio, mas a mão dele já apertava a coxa dela por baixo.
— Quero o maior e mais grosso que o senhor tiver — disse ela, voz rouca de quem acabara de engolir dois paus. — E se o mocinho aí do lado também quiser servir, melhor ainda. Meu marido adora ver eu engolindo tudo ao mesmo tempo. Tô com fome pra caralho.
Tiago engoliu seco, o pau já marcando a bermuda. Ricardo olhou pra esquerda e pra direita — gente gritando “pastel de carne!”, cheiro de vinagrete, uma mulher brigando por troco — e riu baixo, safado.
— Vocês são doidos de pedra. Tem um banheiro químico velho atrás, o que a prefeitura esqueceu de trocar. Entra rápido. A gente fecha o olho dois minutos e já volta.
Os quatro sumiram num beco ainda mais apertado, entre o banheiro químico fedendo a mijo e um monte de caixas de óleo vazio. O espaço mal cabia, cheiro de fritura misturado com merda distante e sol quente batendo nas latas. Danielle nem esperou: já puxou a camiseta de Ricardo pra cima, lambendo o peito suado enquanto a mão direita descia a bermuda de Tiago. Os dois paus saltaram juntos — o de Ricardo grosso e curvo, o de Tiago mais longo, veias latejando, cabeças já molhadas de pré-gozo.
— Olha esses dois — ela riu, ajoelhando no chão irregular de cimento rachado. — Vou mamá os dois ao mesmo tempo, caralho.
Engoliu o de Ricardo até a metade, engasgando de propósito, enquanto a mão masturbava Tiago rápido. Baba escorria pelo queixo, misturando com o gozo seco de antes. Silas já estava atrás, puxando o short e a calcinha num só movimento, enfiando a língua fundo na buceta escorrendo. Danielle gemeu com a boca cheia, rebolando na cara do marido, o rabo empinado.
— Porra, ela mama que nem profissional de filme pornô — riu Ricardo, segurando o cabelo cacheado e fodendo a garganta dela devagar. — Seu marido te empresta pra feira inteira, safada?
— Sempre que ela pede e ela pede toda hora — respondeu Silas, levantando e enfiando o pau de uma vez na buceta molhada. O estalo molhado ecoou entre as latas. — Né, putinha? Fala pra eles o que você quer.
Danielle tirou a boca só pra gemer alto, cavalgando pra trás no pau do marido enquanto puxava Tiago pela camisa:
— Por favor… aqui no meio da feira… me fode os três… enche essa buceta e esse cu de porra… quero sair pingando igual pastel recheado…
Tiago se sentou num banquinho de plástico rachado, puxou ela pra cima e enfiou o pau longo de uma vez. Danielle sentou fundo, gemendo, os peitos pulando pra fora da blusinha. Ricardo se posicionou na frente e enfiou na boca dela ao mesmo tempo que Silas contornava e pressionava a cabeça no cu já dilatado de gozo anterior. Ela estava tão molhada, tão aberta, que o pau do marido entrou fácil, gemendo.
— Porra, Dani… teu cuzinho tá engolindo tudo de novo. Aguenta os três, caralho?
— Aguento, porra… mete… me arrombando no beco da feira…
Os três metiam no ritmo louco: Tiago na buceta batendo fundo, Silas no cu esticando, Ricardo fodendo a boca e rindo cada vez que ela engasgava e babava. Tapas na bunda ecoavam, misturados com risadas baixas e o barulho distante de pastel fritando. Danielle no meio como sanduíche safada, corpo tremendo, peitos balançando, gemidos abafados no cacete de Ricardo.
— Olha o jeito que ela engole os três — Ricardo ria, dando um tapa na cara dela de leve. — Vai sair daqui cheirando a óleo quente e porra de feirante.
— Fala mais baixo, caralho — Silas riu, mas metia mais fundo no cu, fazendo ela gritar baixinho de prazer. — Senão o pessoal da laranja vem pedir pra entrar na fila do recheio.
Danielle cavalgava Tiago com força, o pau longo batendo no fundo, enquanto o cu sugava Silas e a boca engolia Ricardo. O beco cheirava a sexo, óleo rancificado e suor. Ela gemia abafado:
— Por favor… aqui no meio da feira… goza dentro… os três… me enche…
Tiago gozou primeiro, segurando a cintura dela e jorrando quente, pulsando fundo. Ricardo tirou da boca e gozou na cara e nos peitos, cordas brancas escorrendo pelos mamilos. Silas tirou do cu na última hora e gozou na bunda aberta, o esperma escorrendo pelo rabo até a buceta já cheia. Danielle ainda se mexia devagar nos paus semi-duros, rindo, o corpo inteiro sujo de porra misturada.
Ela passou três dedos pelo rosto, limpou o gozo grosso e chupou com um sorrisinho de puta satisfeita mas ainda faminta:
— Hmm. Pastel especial. Mas ainda tô com fome pra caralho… e o cu tá latejando pedindo mais.
Do lado de fora, vozes se aproximavam rápido — o fiscal gritando de novo, alguém batendo na porta do banheiro químico, o cheiro de pastel queimando. Danielle puxou o short pra cima sem limpar nada, o gozo dos três escorrendo pelas pernas em filetes quentes que colavam a calça jeans. Silas ajeitou a calça com a mão tremendo, o pau ainda latejando. Ricardo e Tiago, ofegantes, já falavam baixo de marcar pra depois da feira.
Danielle passou a mão na bunda suja de porra do marido, apertou e sussurrou bem no ouvido, os olhos brilhando de malícia pura enquanto o sol batia no peito manchado:
— Ainda tem a barraca de peixe… e eu quero quatro dessa vez. Ou a gente acha o pessoal do caminhão de entrega. Tô só esquentando, corno. Sente como eu tô pingando ainda. Vamos antes que eu te faça me foder em cima da balança de banana.
Eles atravessaram o corredor fedendo a óleo queimado e porra seca grudada na pele, Danielle rebolando de propósito cada vez que um feirante olhava a mancha escura no short. O gozo dos três escorria sem dó, colando a calça jeans nas coxas morenas e deixando um rastro úmido no asfalto quente. Silas apertava a bunda dela por cima do tecido sujo, rindo baixo como quem tinha acabado de ganhar na loteria.
— Peixe agora, putinha? Vai ficar com cheiro de siri o resto da semana.
— Quero quatro dessa vez, corno. Ou cinco se o caminhão tiver motorista grosso. Tô latejando ainda, caralho. Sente.
Ela enfiou a mão dele de novo por dentro do short, a buceta escorregadia, quente, filetes grossos saindo a cada passo. Silas gemeu, deu um tapa estalado bem na frente de uma mulher vendendo cheiro-verde e puxou ela na direção das caixas de isopor.
A barraca de peixe era no canto, cheiro forte de sardinha fresca, gelo derretendo e sangue diluído. Zé, o dono, uns quarenta, peito largo cabeludo, braços grossos de carregar caixa de peixe o dia inteiro, regata rasgada e sorriso de quem já tinha comido metade das freguesas da feira. Ao lado, descarregando o caminhão baú, estavam Marcos e Paulo, dois ajudantes de vinte e poucos, ombros largos, bermuda suja de escama, e o motorista Roberto, trinta e poucos, barriga firme, boné suado e um volume generoso marcando a calça. Os quatro pararam no mesmo segundo em que Danielle se aproximou, o short colado, peitos manchados e o cheiro de sexo gritando mais alto que o gelo.
— Eita porra nenhuma… — Zé murmurou, o olho descendo direto pro volume dos peitos e parando na mancha que escorria. — A senhora veio comprar peixe ou já chegou ensopada de recheio?
Danielle riu alto, se encostando na lateral do caminhão, inclinando o corpo pra frente de propósito. Os peitos quase saltaram, mamilos duros roçando o tecido fino sujo. Silas ficou do lado, fingindo olhar uma caixa de camarão, mas a mão dele já apertava a coxa dela por baixo.
— Quero o maior e mais grosso que tiver nessa porra de caminhão — disse ela, voz rouca de quem acabara de engolir três paus. — E se os três mocinhos quiserem servir junto, melhor ainda. Meu marido adora ver eu engolindo tudo ao mesmo tempo. Tô com fome pra caralho e o cu tá pedindo arrego.
Marcos engoliu seco, o pau já marcando a bermuda. Paulo riu baixo, safado. Roberto olhou pra esquerda e pra direita — gente gritando “sardinha barata!”, cheiro de limão e gelo, uma velha brigando por desconto — e abriu a porta traseira do baú.
— Vocês são doidos de pedra. Entra rápido. Tem espaço entre as caixas de gelo. A gente fecha dois minutos e já volta antes que o peixe estrague.
Os cinco sumiram dentro do baú escuro e frio, cheiro de peixe fresco misturado com plástico e suor quente. O espaço era apertado, caixas de isopor empilhadas, gelo derretendo no chão molhado. Danielle nem esperou: já puxou a regata de Zé pra cima, lambendo o peito cabeludo salgado enquanto as mãos desciam as bermudas de Marcos e Paulo ao mesmo tempo. Os paus saltaram juntos — o de Zé grosso e veiudo pra caralho, o de Marcos longo e curvo, o de Paulo médio mas grosso na base, e Roberto já abrindo a própria calça, o cacete pesado batendo na coxa.
— Olha essa putaria de peixe fresco — ela riu, ajoelhando no chão molhado de gelo. — Vou mamar os quatro até enjoar.
Engoliu o de Zé até a garganta, engasgando de propósito e fazendo barulho molhado de puta faminta, enquanto uma mão batia no pau de Marcos e a outra no de Paulo. Baba escorria pelo queixo, misturando com o gozo seco de antes e pingando no gelo. Silas já estava atrás, puxando o short e a calcinha num só puxão, enfiando a língua fundo na buceta escorrendo. Danielle gemeu com a boca cheia, rebolando na cara do marido, o rabo empinado pingando porra antiga.
— Porra, ela mama que nem profissional de porto — riu Zé, segurando o cabelo cacheado e fodendo a garganta dela devagar. — Seu marido te empresta pra feira inteira mesmo, safada?
— Sempre que ela pede e ela pede toda porra de hora — respondeu Silas, levantando e enfiando o pau de uma vez na buceta molhada. O estalo molhado ecoou entre as caixas. — Né, putinha? Fala pra esses matutos o que você quer agora.
Danielle tirou a boca só pra gemer alto, cavalgando pra trás no pau do marido enquanto puxava Roberto pela camisa e Marcos pela bermuda:
— Por favor… aqui no meio da feira… me fode os quatro… enche essa buceta, esse cu e essa boca de porra… quero sair cheirando a peixe e porra de caminhoneiro…
Roberto se sentou numa caixa de isopor, puxou ela pra cima e enfiou o pau grosso de uma vez. Danielle sentou fundo, gemendo, os peitos pulando pra fora da blusinha suja. Paulo se posicionou na frente e enfiou na boca ao mesmo tempo que Silas contornava e pressionava a cabeça no cu já dilatado e escorregadio. Marcos ficou do lado, enfiando o pau na mão dela e gemendo. Ela estava tão aberta, tão molhada de gozo acumulado, que o pau do marido entrou no cu fácil, esticando, enquanto Roberto batia fundo na buceta.
— Porra, Dani… teu cuzinho tá engolindo como se fosse feito pra feira. Aguenta os quatro, caralho?
— Aguento, porra… mete… me arrombando no baú de peixe…
Os quatro metiam no ritmo louco e cômico: Roberto na buceta batendo fundo e rindo cada vez que ela escorregava no gelo, Silas no cu esticando e dando tapa na bunda molhada, Paulo fodendo a boca e fazendo ela engasgar com baba pingando no peito, Marcos metendo na mão e lambendo o pescoço dela. Tapas ecoavam, misturados com risadas baixas e o barulho de gelo caindo. Danielle no meio como sanduíche safada de peixaria, corpo tremendo, peitos balançando manchados, gemidos abafados no cacete de Paulo.
— Olha o jeito que ela engole peixe fresco e pau — Zé ria, esperando a vez e batendo o pau grosso no rosto dela. — Vai sair daqui fedendo a sardinha e porra de quatro matutos.
— Fala mais baixo, caralho — Silas riu, mas metia mais fundo no cu, fazendo ela gritar baixinho de prazer e rir ao mesmo tempo. — Senão o pessoal da banana vem pedir pra entrar na fila do recheio de peixe.
Danielle cavalgava Roberto com força, o pau grosso batendo no fundo, enquanto o cu sugava Silas, a boca engolia Paulo e a mão puxava Marcos. O baú cheirava a sexo, peixe e suor gelado. Ela gemia abafado, olhos revirando de tesão puro:
— Por favor… aqui no meio da feira… goza dentro… os quatro… me enche até vazar pelo short…
Roberto gozou primeiro, segurando a cintura dela e jorrando quente, pulsando fundo, o esperma saindo pelas beiradas. Paulo tirou da boca e gozou na cara e nos peitos, cordas brancas escorrendo pelos mamilos sujos. Marcos gozou na mão dela e no cabelo cacheado, rindo. Silas tirou do cu na última hora, meteu de novo rápido na buceta já cheia e gozou misturado com o de Roberto, o esperma escorrendo pelo rabo até as coxas. Zé por último enfiou na boca dela e gozou fundo na garganta, segurando a cabeça enquanto ela engolia rindo e tossindo.
Danielle ainda se mexia devagar nos paus semi-duros, rindo, o corpo inteiro sujo de porra misturada com água de gelo e cheiro de peixe. Ela passou quatro dedos pelo rosto, limpou o gozo grosso e chupou com um sorrisinho de puta satisfeita:
— Hmm. Peixe especial da casa. Agora sim deu uma acalmada… quase.
Do lado de fora, vozes se aproximavam — o fiscal gritando de novo, alguém pedindo desconto em camarão, o barulho de caixa sendo arrastada. Danielle puxou o short pra cima sem limpar porra nenhuma, o gozo dos quatro escorrendo pelas pernas em filetes quentes que colavam a calça e pingavam no chão do baú. Silas ajeitou a calça com a mão tremendo, o pau ainda latejando. Zé, Marcos, Paulo e Roberto, ofegantes, já falavam baixo de “qualquer domingo que quiser voltar”.
Eles saíram do baú rindo baixo, Danielle com o short encharcado, peitos manchados, cabelo grudado de porra e cheiro de peixe fresco misturado com sexo. Silas puxou ela pela cintura, beijou a boca suja e sussurrou:
— Acabou por hoje, né, putinha? Vamos pra casa antes que eu te foda em cima da balança de novo. Foi o melhor domingo da porra da minha vida.
Danielle mordeu o lábio, rebolou uma última vez no meio da multidão que já começava a esvaziar e sorriu daquele jeito torto de safada. Enquanto Silas olhava pra frente, orgulhoso e satisfeito, a mão dela escorregou no bolso traseiro do short e apertou o pedacinho de papel que Roberto tinha deslizado ali quando gozou na garganta dela — um número de celular e um bilhete rápido: “minha esposa viu a gente da cabine e quer entrar na brincadeira semana que vem, os dois. Não conta pro teu marido ainda”. Ela sabia. Ele não.
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