Massagem Proibida Depois do Expediente

Depois do expediente, a massagista Carla, de 34 anos, e a advogada Juliana, de 29, viram a tensão sexual em uma massagem lésbica quente e

11 min read September 25, 2026New

O consultório de massagem ficava no fundo de um prédio comercial discreto, e depois das dezenove horas o silêncio era quase absoluto. Carla, massagista de trinta e quatro anos, trancou a porta da recepção, apagou as luzes da frente e ficou só com a última cliente do dia. Juliana, advogada de vinte e nove anos, já estava deitada de bruços na maca, coberta apenas por uma toalha fina de algodão que mal escondia a curva da bunda e o começo das coxas. Elas se conheciam há meses. Toda sexta Juliana marcava horário no final do expediente, e toda sexta os olhares demoravam meio segundo a mais do que o necessário, os flertes vinham embutidos em comentários sobre o stress do escritório ou sobre as mãos firmes de Carla.

— Você tá tensa pra caralho hoje — murmurou Carla, despejando óleo quente nas costas nuas da advogada. As palmas grandes deslizaram da nuca até a cintura, pressionando, abrindo a musculatura. O polegar afundou perto da coluna e Juliana soltou um gemido baixo, quase um suspiro.

— Semana de merda no tribunal. Precisava disso. Precisava de você.

Carla sentiu o calor sob a pele. Continuou descendo, massajando a base da coluna, os glúteos por cima da toalha, depois as laterais das coxas. Quando as mãos firmaram o interior das pernas, logo acima do joelho, Juliana arqueou levemente o quadril. A toalha escorregou um centímetro. O cheiro de óleo de coco misturado com o perfume dela encheu o ar quente da sala.

— Porra, Carla… — a voz saiu rouca. Juliana virou o rosto de lado, a bochecha contra o buraco da maca, os olhos semicerrados. — Tô molhada só de sentir essas suas mãos nas minhas coxas. Sério. Desde que você entrou eu já tava pingando.

Carla parou por um segundo, o polegar ainda pressionado na carne macia. O coração acelerou. Ela conhecia aquele corpo, já tinha passado as mãos por ele dezenas de vezes, sempre profissional, sempre no limite. Agora o limite tinha falado.

— Juliana…

— Continua. Por favor. Acaba as costas e… não para. Eu quero mais. Abre minhas pernas se quiser. Eu tô pedindo.

A massagista engoliu em seco. Excitação subiu quente entre as próprias pernas, molhando a calcinha por baixo do jaleco leve. Ela terminou as costas com movimentos longos e firmes, depois deslizou as mãos para o lado de fora das coxas, subindo devagar, empurrando a toalha para cima até a bunda ficar quase descoberta. Juliana abriu as pernas devagar, deliberadamente, o joelho esquerdo se afastando, o direito seguindo. A toalha cedeu e o cheiro forte, úmido, de buceta molhada subiu direto pro nariz de Carla.

As mãos desceram pelo interior das coxas. Polegares roçaram de propósito os lábios inchados, encharcados de tesão. Juliana soltou um gemido alto, abafado contra a maca.

— Porra, tá pingando mesmo — Carla falou baixo, a voz rouca. Os dedos voltaram a roçar, espalhando o líquido quente. — Olha pra mim.

Juliana se virou o suficiente para se encararem. Os olhos escuros da advogada brilhavam.

— Eu quero. Você quer?

— Quero pra caralho. Ninguém vai interromper. Porta trancada, luz apagada na frente. A gente continua aqui mesmo.

Carla puxou a toalha de uma vez, jogou no chão. Virou Juliana de frente com mãos decididas. A advogada ficou deitada de costas, pernas abertas, buceta lisinha e brilhante de lubrificação, o clitóris inchado e rosinha. Carla não esperou. Abaixou a cabeça, agarrou as coxas e enterrou a boca ali com fome. A língua larga lambeu de baixo pra cima, sugando os lábios, depois prendeu o clitóris entre os lábios e chupou forte, ritmado. Ao mesmo tempo enfiou dois dedos de uma vez, fundo, curvando, achando o ponto que fez Juliana gritar.

— Ai, porra, isso, chupa essa boceta, caralho — Juliana rebolava contra a boca, as mãos puxando o cabelo de Carla, os seios duros balançando. — Mais fundo, mete os dedos, chupa esse clitóris, me come.

Carla gemeu contra a carne molhada, o som vibrando. Dedos entravam e saíam molhados, o polegar esfregava enquanto a boca chupava sem piedade. O gosto salgado e doce inundava a língua dela. Juliana estava encharcada, o líquido escorrendo pela bunda até a maca. As pernas tremiam, as unhas arranhavam o couro da maca.

— Tô gozando, porra, não para — Juliana gritou, o quadril estocando a boca de Carla. O orgasmo veio em ondas, a buceta contraindo nos dedos, o clitóris latejando sob a língua. Ela gozou alto, suja, gemendo palavrões, o corpo inteiro em espasmo.

Ainda ofegante, Juliana puxou Carla pra cima da maca com força. A massagista subiu, ajoelhou entre as pernas abertas, e as duas se beijaram com tesão bruto, línguas se enrolando, o gosto da boceta de Juliana passando de uma boca pra outra. Carla tirou o jaleco e a blusa, soltou o sutiã. Seios pesados, mamilos escuros e duros. Juliana mordeu um, chupou, enquanto as mãos desciam e abriram a calça da massagista, puxando junto com a calcinha. A buceta de Carla também estava encharcada, pelos curtos molhados.

Elas se ajeitaram de lado, pernas se entrelaçando. Tesoura selvagem. Carla encaixou a buceta na de Juliana, clitóris roçando clitóris, lábios molhados batendo e esfregando com força. Quadris batendo, o barulho molhado enchendo a sala pequena. As duas gemiam no ouvido uma da outra, suadas, odores misturados de óleo, sexo e suor.

— Porra, sua boceta tá quente pra caralho — Carla rosnou, segurando a coxa de Juliana, esfregando mais forte, mais rápido. — Sente isso, puta, roça esse clitóris no meu, goza comigo.

— Mais forte, caralho, bate essa buceta na minha — Juliana rebolava desesperada, unha cravada nas costas de Carla. — Vou gozar de novo, tô gozando, porra, goza junto, me enche de porra sua, aí—

Os espasmos vieram juntos. As duas travaram, bucetas latejando uma contra a outra, líquido escorrendo entre elas, gemendo alto, sujo, o corpo inteiro tremendo na maca estreita. Carla mordeu o ombro de Juliana no auge, Juliana arranhou as costas da massagista. O orgasmo durou, prolongado, até elas caírem ofegantes, coladas, o peito subindo e descendo rápido.

Ainda suadas, rindo baixinho entre respirações curtas, trocaram beijos moles, lentos, línguas preguiçosas. Carla passou a mão pelos cabelos colados na testa de Juliana.

— Toda sexta. Depois do expediente. Essa massagem proibida vira ritual nosso. Porta trancada, ninguém sabe.

Juliana sorriu, os lábios inchados, os olhos ainda enevoados de tesão.

— Combinado. E na próxima eu quero mais pesado. Quero brinquedo, quero você me fudendo de quatro nessa maca até eu não aguentar mais. Quero sair daqui mancando.

Carla beijou a boca dela de novo, demorado.

— Vai ter. Eu já tô molhada de novo só de imaginar.

Elas se vestiram devagar, ainda se tocando, se beijando de vez em quando. Carla apagou as luzes restantes, pegou a bolsa. Juliana ajeitou o cabelo no espelho pequeno. Saíram do consultório de mãos dadas pelo corredor vazio do prédio. O ar da noite batia frio na pele quente. No elevador, Juliana apertou os dedos de Carla e murmurou baixo, já planejando:

— Sexta que vem eu trago a cinta. Quero te ver de quatro também. Quero chupar você até gozar na minha cara antes de te foder.

Carla sentiu o estômago revirar de tesão outra vez. O ritual tinha começado, e a próxima sessão já queimava na cabeça delas enquanto as portas do elevador se fechavam, carregando as duas para a rua e para tudo o que ainda ia acontecer.

As portas do elevador se fecharam com um clique suave e o cheiro de óleo de coco e buceta ainda grudava na pele delas. Juliana apertou os dedos de Carla com mais força, o polegar roçando a palma suada da massagista. No corredor vazio do térreo elas se beijaram de novo, rápido e molhado, antes de se separarem na calçada. O ar frio da noite bateu nos seios ainda sensíveis de Carla por baixo da blusa.

Na sexta seguinte Juliana chegou quinze minutos adiantada. O prédio comercial já estava quase deserto. Ela trouxe uma bolsa preta discreta. Carla trancou a porta da recepção no segundo em que a advogada passou, apagou as luzes da frente e puxou Juliana pelo corredor estreito até o consultório. A porta interna bateu. O trinco girou.

— Trouxe — Juliana murmurou, a voz já rouca, jogando a bolsa em cima da cadeira. Tirou o blazer, a camisa social, a calça social. Ficou só de calcinha preta e sutiã. Os seios pesados subiam e desciam rápido. — Cinta, dildo grosso, lubrificante. Quero você de quatro primeiro. Depois eu.

Carla já estava molhada só de ouvir. Tirou o jaleco, a blusa, a calça. A calcinha ficou colada na buceta encharcada. Ela abriu a bolsa, puxou a cinta de couro preto e o dildo de silicone grosso, veias em relevo, uns dezoito centímetros. Passou o cinto nas próprias coxas, ajustou, encaixou o pau. O peso puxou pra frente. Juliana ajoelhou na frente dela sem pedir e lambeu a cabeça do dildo, olhando pra cima, lambuzando de saliva.

— Chupa direito — Carla ordenou, a mão no cabelo da advogada. — Molha esse pau que vai te foder.

Juliana engoliu o que coube, a garganta se abrindo, cuspe escorrendo pelo queixo. Carla gemeu, o clitóris latejando contra a base da cinta. Depois puxou Juliana pra cima, virou ela de costas e empurrou até a maca. A advogada subiu de quatro, joelhos abertos, bunda empinada, a calcinha ainda no lugar. Carla puxou o tecido pro lado, expôs a boceta lisinha já brilhando. Dois dedos entraram de uma vez, fundos, curvados.

— Porra, tá escorrendo — Carla falou, a voz baixa e suja. — Sua puta molhada. Quer esse pau agora?

— Mete — Juliana pediu, rebolando pra trás. — Me fode forte. Sem dó.

Carla passou lubrificante no dildo, posicionou a cabeça grossa entre os lábios inchados e enfiou de uma tacada só. Juliana gritou, o som abafado contra o couro da maca. O pau abriu ela inteira, fundo, até a base bater na bunda. Carla segurou os quadris e começou a estocar. O barulho molhado encheu a sala — pele batendo em pele, o dildo saindo brilhante de porra falsa e lubrificante misturado com o mel da advogada.

— Isso, caralho, mais fundo — Juliana gemia sem parar, as unhas cravadas na maca. — Fode essa boceta, massagista safada. Usa a força dessas mãos.

Carla acelerou. Uma mão desceu e achou o clitóris inchado, esfregando em círculos rápidos enquanto o pau entrava e saía sem piedade. O óleo antigo ainda brilhava nas costas de Juliana; agora misturava com suor. Os seios da advogada balançavam pesados a cada estocada. Carla inclinou o corpo, mordeu o ombro dela, chupou a nuca.

— Tá apertando meu pau — Carla rosnou no ouvido. — Sua boceta sugando. Vai gozar no meu pau, puta? Goza.

Juliana gozou gritando. A buceta latejou, contraiu no silicone, líquido escorrendo pela base da cinta e pelas coxas da massagista. As pernas tremeram, o corpo inteiro em espasmo. Carla continuou metendo devagar durante o orgasmo, prolongando, até Juliana se derreter pra frente, ofegante.

Ainda com a cinta, Carla saiu devagar, o dildo pingando. Virou Juliana de costas na maca, puxou a calcinha de vez e ajoelhou entre as pernas. Enterrou a boca na boceta latejante, chupando o clitóris sensível, lambendo o gosto salgado e o lubrificante. Juliana puxou o cabelo dela, rebolando contra a língua.

— Chupa, caralho… limpa sua puta — Juliana ofegava. — Quero te foder agora. Tira essa porra e me dá a cinta.

Carla obedeceu. Soltou a cinta, passou pra Juliana. A advogada ajustou o cinto nas próprias coxas, o dildo agora apontando pra frente, duro e molhado. Carla subiu na maca de quatro, a bunda empinada, a buceta peluda e encharcada à mostra. Juliana passou a mão pela fenda, dois dedos entrando fácil, depois enfiou o pau de silicone de uma vez.

— Ai, porra — Carla gritou, a testa contra o couro. — Grosso pra caralho. Me come, advogada. Fode essa massagista.

Juliana segurou os quadris largos de Carla e meteu com força. Estocadas longas e fundas, o dildo sumindo inteiro, a base batendo. O barulho era sujo, molhado, o cheiro de sexo pesado no ar quente. Carla rebolava pra trás, pedindo mais. Juliana inclinou, uma mão no clitóris da massagista, esfregando enquanto fodia.

— Sua boceta quente engolindo meu pau — Juliana falava no ouvido, a voz rouca. — Olha como você molha. Pingando na maca. Vai gozar de novo pra mim?

— Vou… porra, mais rápido — Carla gemia alto, os seios balançando. — Mete, fode, me enche.

Elas mudaram de posição sem parar. Juliana deitou de costas, Carla montou em cima, encaixou o dildo e sentou fundo. Começou a cavalgar, quadris rebolando em círculos, o clitóris roçando a base da cinta. As duas se beijavam sujas, línguas enroladas, cuspe. Seios esmagados um contra o outro. Carla subia e descia rápido, a buceta engolindo o silicone grosso.

Depois Juliana puxou Carla pra tesoura de novo, mas agora com o dildo ainda preso. Elas se encaixaram de lado, pernas entrelaçadas, o pau de silicone entre as duas bucetas, roçando clitóris e lábios ao mesmo tempo. Quadris batendo com violência, o barulho de carne molhada ensurdecedor. Suor escorria entre os peitos, o óleo antigo misturado com lubrificante e gozo.

— Roça no meu, caralho — Carla pedia, unha cravada na coxa de Juliana. — Sente essa buceta quente. Vou gozar na sua.

— Goza comigo — Juliana rebolava desesperada. — Enche, porra, lateja junto.

O segundo orgasmo veio em onda dupla. Carla gozou primeiro, a buceta contraindo, jatos quentes escorrendo pelo dildo e pela coxa de Juliana. A advogada seguiu segundos depois, o corpo travando, gemendo alto e sujo, as unhas arranhando as costas da massagista. Elas ficaram travadas, latejando uma contra a outra, o dildo preso entre as carnes molhadas, o líquido escorrendo pela maca até o chão.

Ainda ofegantes, coladas, o peito subindo e descendo rápido, Carla tirou o dildo devagar. O silicone saiu brilhante, pingando. Juliana o largou no chão. As duas se beijaram moles, lentas, o gosto de buceta e saliva misturado. Carla passou a língua no peito suado de Juliana, chupou um mamilo macio, depois voltou à boca. As pernas ainda tremiam. O ar da sala cheirava a sexo puro, óleo e suor.

Juliana riu baixo contra a boca dela, a voz rouca e satisfeita.

— Toda sexta. Mais pesado ainda na próxima.

Carla mordeu o lábio inferior da advogada, os dedos ainda roçando a buceta latejante, espalhando o gozo quente entre os lábios inchados. O corpo inteiro ainda pulava em espasmos curtos, a pele colada, o coração batendo no mesmo ritmo.

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