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Férias Secretas na Casa Vazia

Durante as férias, a madrasta de 32 anos e sua enteada de 24 se entregam a um desejo lésbico proibido na casa de praia vazia.

9 min read October 06, 2026New

Eu nunca imaginei que ia confessar isso pra ninguém, mas aqui vai: meu nome é Paulina, tenho trinta e dois anos, sou advogada, e nas férias de verão me travei de tesão pela minha enteada de vinte e quatro. Camila tinha acabado de se formar em design, o corpo firme de mulher feita, e o pai dela — meu marido — junto com a minha mãe tinha sumido de última hora pra Europa. Ficamos só nós duas naquela casa de praia monstruosa, o mar batendo fundo, o cheiro de sal e protetor solar grudado em tudo.

Na primeira noite eu desci até a área da piscina pra beber uma água gelada. As luzes estavam baixas, só o brilho azul da água. E lá estava ela. Camila flutuava semi-sentada na borda rasa, pernas abertas, o biquíni branco puxado pro lado. Dois dedos sumiam e voltavam dentro dela com um barulho molhado, molhado pra caralho. Os seios tremiam a cada gemido abafado que ela soltava contra o próprio pulso. Eu devia ter me afastado. Em vez disso fiquei parada, a boceta latejando de imediato, o short molhando sem eu nem tocar. Quando ela abriu os olhos e me viu, não gritou. Só segurou o olhar, a boca entreaberta, os dedos ainda enterrados até o nó. Meses daquilo preso entre a gente — olhares no corredor, mãos que demoravam demais no ombro — explodiram ali. Eu engoli seco, virei de costas e subi as escadas com as coxas tremendo. Mas o desejo dela tinha colado no meu.

No dia seguinte a gente se esparramou na varanda pra bronzear. Eu deitada de bruços, o top do biquíni desatado, o sol queimando as costas. Camila chegou de lado, o corpo dela cheirando a coco, e falou direto, a voz baixa:

— Seu cu é uma obra de arte, Paulina. Sério. Eu fico olhando e penso merda nenhuma de design.

Eu virei o rosto, ri nervoso, e devolvi na mesma moeda porque não aguentava mais fingir:

— E eu fico encharcada só de te ver de biquíni, Camila. Desde ontem à noite. A buceta lateja quando você passa.

Ela soltou uma risada curta, quase um gemido, e se aproximou. A mão dela pousou na minha coxa, quente, os dedos subindo devagar até a curva interna. A pele dela raspando a minha fez meu peito apertar.

— Você também quer tanto quanto eu? — perguntou, o polegar desenhando círculos. — Fala a verdade, madrasta.

Eu me levantei meio corpo, o peito nu balançando, e agarrei o queixo dela.

— Quero. Quero te comer até você gritar.

O primeiro beijo foi fome pura. Bocas se abrindo, línguas se chocando, dentes puxando lábio. O gosto de sal e batom barato. Eu puxei ela pela cintura, os seios dela esmagando os meus, o calor do sol virando fogo. A gente tropeçou até o meu quarto, a porta batendo com o calcanhar, o ar-condicionado gelado contrastando com a pele suada.

Camila me empurrou na cama king, tirou o próprio biquíni num puxão e ficou nua: peitos firmes de vinte e quatro anos, bicos escuros duros, a buceta depilada só nas laterais, o meio brilhando. Ela se debruçou e chupou meu mamilo com fome, a língua girando, dentes roçando de leve. Eu arquejei, a mão enfiada no cabelo dela.

— Porra, Camila…

Ela desceu beijando a barriga, a virilha, e enterrou o rosto entre as minhas pernas. A língua dela era habilidosa pra caralho — largas lambidas da entrada até o clitóris, depois sucção firme, dois dedos abrindo e fudendo devagar enquanto chupava. Eu gozei pela primeira vez em minutos, as coxas fechando na cabeça dela, um grito rouco saindo da garganta, o gozo escorrendo quente na boca dela. Ela lambia tudo, gemendo de satisfação.

Eu virei o jogo. Empurrei ela de quatro no colchão, a bunda alta, o cu apertadinho à mostra. Passei a língua longa do clitóris até o cu, lambendo os dois ao mesmo tempo, o gosto amargo e doce misturado. Enfiei dois dedos fundo na buceta molhada dela enquanto a ponta da língua furava o cu. Camila empurrava pra trás, gemendo alto:

— Isso, safada da madrasta… come essa buceta…

Os dedos faziam barulho molhado, o cu dela contraía a cada lambida. Eu tirei a mão, deitei de lado e puxei a perna dela por cima da minha. As bucetas se esfregaram em tesoura, lábios inchados deslizando, clitóris batendo um no outro. Suor escorria entre os peitos, o cheiro de sexo engolindo o quarto. Eu segurava a cintura dela com força, rebolando com fúria.

— Goza na buceta da mãe, Camila. Goza agora.

Ela gritou, o corpo todo travando, o gozo quente molhando a minha coxa. Eu gozei junto na segunda, a visão tremendo, o gemido saindo rouco. A gente não parou. Continuamos esfregando, lambendo, os corpos grudados e escorregadios. Na terceira, ela montou na minha cara, eu chupei até o queixo pingar, e gozamos quase juntas de novo, as unhas dela cravadas no travesseiro, a minha língua afundada nela.

Depois ficamos abraçadas de lado, peitos colados, rindo baixinho pra caralho, o coração ainda disparado. O sol batia na janela meio aberta. Camila passou o dedo no meu lábio inchado e sussurrou, a voz rouca de puta satisfeita:

— A gente não para por aqui, né? Tem o resto das férias inteiras… e eu ainda quero te foder com aquele vibrador grande que vi na sua gaveta.

Eu beijei a testa suada dela, a buceta ainda latejando, e senti o desejo subir de novo, mais sujo, mais urgente. Lá fora o mar batia. Lá dentro, a gente só tinha começado a sujar aquela casa vazia de verdade — e eu já sabia que na manhã seguinte ia querer ela de novo, de jeitos que ainda nem tinha coragem de falar em voz alta.

Eu acordei com a buceta ainda latejando e o cheiro dela grudado na minha pele. Camila dormia de bruços, a bunda nua erguida um pouco, o cabelo bagunçado cobrindo metade do rosto. Vinte e quatro anos de corpo firme, peitos esmagados contra o lençol, e eu — trinta e dois, madrasta, casada — fiquei olhando aquele cu apertado e senti a boca encher de água de novo. O mar batia lá fora, a casa vazia inteira nossa. Levantei devagar, abri a gaveta da cabeceira e peguei o vibrador grande, grosso, o que ela tinha visto. Rosa choque, veias falsas, o motor silencioso que eu já conhecia. Voltei pra cama e passei a ponta fria pelas costas dela.

Ela murmurou, virou o rosto, sorriu de puta acordando.

— Bom dia, madrasta safada. Já acordou com fome?

— Acordei molhada pra caralho só de lembrar da sua língua. Vira de quatro pra mim.

Camila obedeceu sem demora, ajeitou os joelhos, arqueou a lombar, a buceta inchada e brilhando ainda do dia anterior. Eu me ajoelhei atrás, separei as nádegas com as duas mãos e lambi de cima a baixo, do clitóris inchado até o cu. O gosto dela tava mais forte de manhã, salgado, quente. Enfiei a língua no cu enquanto dois dedos entravam na buceta molhada, abrindo devagar. Ela empurrou pra trás, gemendo baixo.

— Porra, Paulina… assim cedo já?

— Cala a boca e goza. Quero te ver gozar no meu vibrador antes do café.

Liguei o aparelho no segundo nível, o zumbido baixo enchendo o quarto. Passei a cabeça grossa pelos lábios dela, molhei no gozo residual, e enfiei devagar. Camila arquejou alto, os dedos cravando no travesseiro. Eu fui fundo, sentindo o plástico quente engolir o corpo dela, o motor vibrando contra as paredes internas. Comecei a meter com ritmo, a outra mão apertando a bunda, o polegar esfregando o cu.

— Mais fundo, madrasta… me fode direito.

— Assim, putinha? Você gosta de levar da madrasta mais velha?

Ela só gemia, a voz rouca, a buceta fazendo barulho molhado a cada vai-e-vem. Eu inclinei o vibrador pra cima, batendo no ponto certo, e ela começou a tremer. A mão livre desceu, achou o clitóris e esfregou em círculos rápidos. Camila gozou gritando, o corpo todo trancando, o gozo escorrendo pelo brinquedo e molhando minha mão. Eu continuei metendo devagar enquanto ela se desmanchava, lambendo o suor da lombar dela.

Quando ela parou de tremer, eu tirei o vibrador, me deitei de costas e puxei ela pra cima.

— Agora monta na minha cara. Quero beber esse gozo todo.

Camila se ajeitou, ajoelhou sobre meu rosto, a buceta quente e escorrendo. Eu agarrei as coxas firmes dela e puxei pra baixo, a língua afundando. Chupei o clitóris inchado, enfiei a língua fundo, bebi o gosto dela misturado com o meu. Ela rebolava, os peitos balançando, as mãos nos meus seios apertando os mamilos. Eu gemia contra a buceta dela, o vibrador ainda ligado na minha mão. Passei o brinquedo entre nós, esfreguei no clitóris dela enquanto chupava, e depois enfiei de novo. Camila gozou segunda vez na minha boca, o líquido quente escorrendo pelo queixo, as coxas tremendo ao redor da minha cabeça.

Eu empurrei ela de lado, montei em cima, esfreguei minha buceta na dela em tesoura de novo, mas agora com o vibrador entre as duas. A gente prendia o pau de plástico entre os lábios inchados, rebolava juntas, clitóris batendo, o motor agitando tudo. Suor escorria entre os peitos, o cheiro de sexo grosso no ar-condicionado gelado. Eu beijei a boca dela, lambendo o próprio gosto nos lábios.

— Fala o que você quer, Camila. Fala sujo.

— Quero te foder com esse vibrador até você não aguentar mais, madrasta. Quero te ver gozar gritando meu nome. Quero chupar seu cu enquanto você goza.

Eu ri, ofegante, e me virei de quatro pra ela. Camila pegou o brinquedo, enfiou fundo na minha buceta de uma vez. Eu gritei, o corpo cedendo. Ela metia com força, a outra mão abrindo meu cu, a língua entrando quente enquanto o vibrador ia e vinha. Dois dedos dela entraram no cu, esticando, e eu gozei duro, a visão escurecendo, o gemido saíndo rouco contra o colchão. O gozo escorreu pelas coxas, ela lambia tudo, chupava os lábios, os dedos ainda dentro.

Não paramos. Eu a empurrei de costas, montei de frente, enfiei o vibrador nela e rebolei por cima, os seios esfregando nos dela. A gente se chupava, se mordia, se xingava de puta, de safada, de madrasta e enteada fodidas de tesão. Mais duas gozadas. Três. O corpo doía de prazer, a buceta latejando aberta, o cu formigando. Quando finalmente caímos suadas e grudadas, o vibrador desligado ao lado, o sol já tava alto batendo na janela.

Camila riu baixinho, a mão traçando círculos no meu peito.

— A gente sujou essa casa inteira, né? Piscina, varanda, cama… ainda tem a cozinha.

Eu beijei o ombro dela, o coração batendo forte, mas algo frio começou a subir pelo peito. O silêncio da casa vazia de repente pesou. Pensei no marido dela — meu marido — voltando da Europa em poucos dias. Na mala dele, nos presentes bobos, no jeito que ele me beijava na boca sem saber o gosto da filha que eu tinha acabado de chupar. Camila falava de mais férias, de esconder o vibrador quando voltassem, de mensagens secretas. Eu sorri, respondi que sim, que queria mais, que a buceta dela era vício. Mas por dentro a dúvida mordeu.

A gente tomou banho juntas depois, se ensaboou devagar, se comeu de novo debaixo da água quente, dedos e língua, mais um gozo fraco e doce. Saímos enroladas em toalha, comemos frutas na cozinha nua, rimos. Mas quando ela se afastou pra pegar água e eu fiquei olhando a marca vermelha que meus dentes deixaram na coxa dela, o peito apertou de verdade. Aquilo era gostoso pra caralho. Proibido. Nosso. E no entanto, quando o mar bateu mais forte lá fora, eu senti um arrepio que não era tesão. Algo errado. Como se a casa vazia tivesse ouvido demais e fosse cuspir o segredo na volta do meu marido. Camila voltou, beijou minha boca ainda inchada, e eu retribuí. Mas por trás do beijo quente, o arrependimento já começava a escorrer frio junto com o resto do gozo que ainda pingava entre as minhas pernas.

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