Neve e Desejo na Piscina Deserta

Duas desconhecidas de 28 e 32 anos se encontram sozinhas na piscina aquecida do condomínio, flertam e transam gostoso uma com a outra.

10 min read September 20, 2026New

Eu nunca tinha ido naquela piscina coberta tão tarde. Meu nome é Bianca, tenho vinte e oito anos, sou designer gráfica e naquela noite de inverno brutal eu só queria sumir um pouco do apartamento. Lá fora a neve caía grossa, o vento uivava contra os vidros do condomínio de luxo, e eu desci de roupão até a área aquática achando que ia estar completamente sozinha.

O contraste me bateu na cara assim que abri a porta de vidro. O frio seco do corredor deu lugar a um calor úmido, o vapor subindo da água aquecida como uma nuvem baixa. A luz estava baixa, só as lâmpadas submersas pintando o azul turquesa. E aí eu vi ela.

Helena… não. Talia. Talia, trinta e dois anos, personal trainer do próprio condomínio, corpo marcado por músculo e curva ao mesmo tempo. Ela estava parada na borda rasa, de costas, o biquíni preto colado na pele molhada. Quando se virou, nossos olhares se cruzaram e eu senti um puxão baixo na barriga. Ela sorriu de canto, cúmplice, como se já soubesse o que eu estava pensando. Eu retribui o sorriso, meio sem jeito, e desci os degraus. A água quente me envolveu até a cintura.

— Também fugindo do frio? — a voz dela era rouca, baixa.

— Tentando. O apartamento tava me engolindo — respondi, nadando devagar até ficar a uns dois metros dela. O vapor grudava no cabelo solto, nos ombros. Eu reparava em tudo: a gota que escorria entre os seios dela, o jeito que o tecido molhado marcava os mamilos duros de frio e calor ao mesmo tempo.

A gente ficou se olhando. Não tinha ninguém mais. Só o barulho da bomba da piscina e a neve batendo do lado de fora. Eu senti o peito apertar de vontade. Talia nadou um pouco mais perto, a água se abrindo em volta das coxas fortes.

— Você vem aqui com frequência? — perguntei, só pra ter o que dizer.

— Quase nunca de noite. Hoje eu precisei. Semana pesada, clientes, solidão… sabe como é. — Ela riu sem humor. — E você, designer que trabalha até tarde e desce escondida pra se molhar sozinha?

Eu ri de verdade. — Mais ou menos isso. Às vezes o corpo pede uma coisa que a cabeça não admite.

O silêncio entre a gente ficou carregado. Eu via o peito dela subir e descer. Minha própria buceta já latejava só de olhar. Talia se aproximou mais um pouco, o braço roçando de propósito no meu quando passou ao lado. O contato foi elétrico, pele molhada contra pele.

— Tá sentindo o mesmo calor que eu? — ela perguntou, voz ainda mais baixa, quase no meu ouvido. Os olhos escuros fixos nos meus. — Não é só a água.

Eu engoli seco. O desejo subiu rápido, sem disfarce. — Sim. Tô sentindo. Desde que te vi ali na borda.

Ela sorriu de novo, mais largo. Eu não esperei. Puxei ela pela nuca e beijei. Devagar no começo, lábios quentes, língua pedindo passagem. Talia abriu a boca, gemeu baixinho contra a minha, e o beijo ficou fundo, molhado, com gosto de cloro e vontade reprimida. Quando afastamos um centímetro, as duas ofegantes, eu falei bem claro:

— Eu quero isso. Quero você. Aqui.

— Eu também. Pode fazer o que quiser comigo — respondeu ela, já com a mão na minha cintura, apertando.

Não precisei de mais convite. Empurrei Talia contra a borda da piscina, a água batendo nas costas dela. Minha boca desceu pelo pescoço salgado, chupando a pele, deixando marcas. Cheguei nos seios, puxei o tecido do biquíni pro lado com os dentes e chupei o mamilo duro, molhado, rolando a língua em volta enquanto a outra mão descia pela barriga lisa. Talia arqueou, os dedos se enfiando no meu cabelo.

— Porra, Bianca…

Enfiei a mão dentro da calcinha dela. A buceta estava quente, inchada, escorrendo mais do que a água da piscina. Passei o dedo no clitóris inchado e ela soltou um gemido alto que ecoou no salão vazio. Empurrei dois dedos de uma vez, fundo, sentindo as paredes apertadas sugarem. Chupei o outro mamilo por cima do tecido encharcado, mordiscando, enquanto fodía ela com os dedos em ritmo firme.

— Mais… me dá mais — ela pediu, a voz quebrada, as pernas tremendo na água.

Eu curvava os dedos, buscando aquele ponto, o polegar esfregando o clitóris. Talia gozava com o corpo inteiro: a buceta latejando em volta dos meus dedos, o gemido virando grito abafado contra meu ombro. Eu continuei até ela se acalmar um pouco, rindo ofegante.

Mas ela não deixou eu mandar por muito tempo. Com uma força gostosa de quem treina o dia todo, Talia me virou, me sentou na escada submersa, a água cobrindo até a cintura. Abriu minhas pernas com as mãos grandes, puxou meu biquíni pro lado e enfiou a cara ali sem cerimônia. A língua quente bateu direto no meu clitóris e eu quase gritei. Ela lambia com fome, chupando, enfiando a língua fundo na minha buceta enquanto dois dedos entravam com força, abrindo, fodendo.

— Assim… assim, Talia, não para — gemí, a cabeça jogada pra trás, uma mão na borda molhada, a outra no cabelo dela.

Ela me chupava como se estivesse faminta há meses. Eu sentia cada lambida, cada sucção, os dedos batendo fundo. O orgasmo subiu rápido, violento. Gozai na boca dela, a buceta pulsando, o gosto que ela engolia misturado com a água. Talia não parou até eu tremer inteira, e aí subiu, beijou minha boca com o gosto da minha porra ainda na língua.

A gente trocou de novo. Dessa vez foi tesoura, desesperada. Ela me encostou contra a parede da piscina, ergueu uma das minhas pernas, encaixou a buceta dela na minha e começou a se esfregar. Clitóris contra clitóris, molhado, escorregadio, a fricção quente e suja. As duas gemendo alto, se agarrando, se beijando entre respirações curtas. A água batia ao redor, respingava. Eu sentia o corpo dela tremer, o meu também, e gozamos quase juntas de novo, uma sequência suja, gemidos se misturando, as bucetas latejando uma na outra até a força acabar.

Depois ficamos abraçadas na água quente, ainda ofegantes. Beijos suaves, risadas baixas contra a pele molhada. O vapor subia entre a gente. Talia passou a mão no meu rosto, os olhos ainda escuros de desejo.

— Isso não acabou, né? — murmurou ela, a voz rouca colada no meu ouvido. — Porque eu ainda tô molhada pra caralho e a noite é longa.

Eu sorri contra a boca dela, o coração disparado, a buceta ainda latejando. Lá fora a neve continuava caindo. Lá dentro, eu já sabia que a gente ainda tinha muito o que explorar naquela piscina deserta — e o jeito que a mão dela descia de novo pela minha barriga me fazia ter certeza de que o próximo round ia ser ainda mais sujo.

A mão dela desceu sem pressa, os dedos grossos abrindo caminho pela minha barriga molhada até enfiá-los de novo dentro da minha calcinha. Eu já estava encharcada, a buceta latejando e aberta, e quando ela enfiou três dedos de uma vez eu soltei um gemido rouco que ecoou no vapor. Talia me prendeu contra a parede da piscina, o peito dela colado no meu, os seios pesados e molhados esfregando nos meus.

— Agora eu quero te foder devagar — murmurou no meu ouvido, a voz rouca de quem ainda não tinha saciado nada. — Quero sentir você gozar no meu braço inteiro.

Eu abri as pernas mais, a água quente batendo na borda da minha buceta enquanto ela começava a meter. Os dedos entravam fundo, curvados, batendo naquele ponto que fazia minhas coxas tremerem. Eu agarrava o ombro dela, as unhas cravando na pele molhada, e beijava a boca suja dela entre gemidos. Cada estocada mandava onda pela água. Eu sentia o polegar dela esfregar meu clitóris inchado em círculos sujos, sem dó.

— Mais fundo… porra, Talia, me abre toda — pedi, a voz falhando. O corpo dela era quente, sólido, o cheiro de cloro misturado com suor e buceta. Eu desci a mão entre nós e enfiei dois dedos nela também, sentindo as paredes apertadas sugarem, o clitóris duro roçando na minha palma. A gente se fodia assim, uma na outra, gemendo alto no salão vazio, o vapor grudando no cabelo, na nuca, nos seios expostos.

Talia tirou a mão só o tempo de puxar meu biquíni pra baixo das coxas e jogá-lo pra algum canto da água. Eu fiz o mesmo com o dela. Pele com pele agora, sem tecido no caminho. Ela me ergueu um pouco, encaixou uma coxa entre as minhas e começou a se esfregar de novo, mas dessa vez com os dedos ainda dentro, fodendo e friccionando ao mesmo tempo. Eu gozei rápido, violento, a buceta contraindo nos dedos dela, o grito abafado no pescoço salgado dela. Minhas pernas tremeram tanto que quase afundei; ela me segurou, rindo baixo, a boca chupando meu lóbulo.

— Ainda não acabou, designer safada — ela disse, e me virou de costas contra a borda. A água batia na minha cintura. Talia ajoelhou na parte rasa, abriu minhas nádegas com as mãos grandes e enfiou a língua direto no meu cu. Eu gritei de surpresa gostosa. A língua quente, insistente, lambendo a entrada enquanto dois dedos voltavam pra minha buceta. Eu empurrava o quadril pra trás, pedindo mais, a testa colada no azulejo frio da borda. Ela me chupava ali embaixo como se fosse a última refeição, gemendo contra a minha pele, a saliva misturando com a água.

— Porra, chupa assim… não para — eu gemia, a mão atrás agarrando o cabelo molhado dela. O orgasmo subiu de novo, mais fundo, mais sujo. Eu gozei com a língua dela no cu e os dedos martelando dentro, o corpo inteiro se sacudindo, a buceta escorrendo mel na água. Talia lambeu tudo, subiu beijando minhas costas, os ombros, até morder de leve a nuca.

A gente saiu da água só o suficiente pra sentar na borda molhada, as pernas ainda dentro. Eu empurrei ela de costas no piso quente do deck, abri as coxas fortes dela e enfiei a cara na buceta inchada. O gosto dela era forte, salgado, misturado com cloro. Eu chupava o clitóris grosso, enfiava a língua fundo, usava os dedos pra abrir e foder enquanto ela puxava meu cabelo e rebolava na minha boca.

— Isso, Bianca… come essa buceta… me faz gozar na sua cara — ela ordenava, a voz quebrada, os seios subindo e descendo rápido. Eu chupava com fome, os lábios sugando, os dentes roçando de leve no capuz. Quando enfiei o polegar no cu dela ao mesmo tempo que a língua batia no clitóris, Talia gozou gritando, as coxas apertando minha cabeça, a buceta latejando e esguichando um pouco na minha boca. Eu bebi tudo, lambendo devagar até ela tremer e rir ofegante.

Não demos tempo de recuperar. Ela me puxou pra cima, me sentou no colo dela ainda na borda, e a gente voltou pra tesoura, agora mais lenta, mais profunda. Clitóris contra clitóris, a buceta dela escorregadia na minha, os seios colados, as bocas se comendo. Eu sentia cada frição quente, cada batida molhada. A gente se movia juntas, rebolando, gemendo baixo uma na boca da outra. O vapor subia entre os corpos. Eu olhava nos olhos escuros dela e via a mesma fome.

— Goza comigo de novo — pedi, a voz rouca. — Quero sentir você tremer em mim.

Talia acelerou, as mãos na minha bunda apertando forte, me puxando pra fricção ficar mais suja. O orgasmo veio em onda, longo, as duas gozando quase juntas outra vez, gemidos se misturando, as bucetas pulsando uma na outra até a gente ficar mole, suada, rindo baixinho contra a pele.

Ficamos ali um tempo, abraçadas, as pernas entrelaçadas na água. Beijos moles, mãos acariciando costas molhadas. Eu passava o polegar no mamilo dela só pra sentir ele endurecer de novo. Talia riu contra minha boca.

— Você fode pra caralho pra alguém que “só desceu pra se molhar”.

— E você chupa como se treinasse isso o dia todo — respondi, ainda ofegante. O corpo inteiro latejava gostoso, a buceta latejando mansa.

A gente se ajudou a achar os biquínis encharcados, rindo quando o meu apareceu flutuando longe. Vestimos devagar, os dedos ainda roçando de propósito. Talia me beijou mais uma vez, fundo, antes de a gente sair da água de vez. O frio do corredor bateu diferente agora. Eu tremia um pouco, não só do ar.

Na saída, perto dos vestiários, ela parou, puxou o celular da bolsa molhada que tinha deixado no banco e checou a tela rapidinho. O brilho iluminou o rosto dela por um segundo. Eu vi a notificação — “Marido: chegando em 40 min, esqueci a chave da garagem” — antes dela bloquear e guardar de novo, natural. Talia sorriu pra mim como se nada tivesse acontecido, passou a mão no meu cabelo molhado e murmurou:

— Me passa seu número. Essa piscina não vai bastar.

Eu digitei no celular dela, o coração ainda acelerado, e beijei o canto da boca dela. Ela acenou, saiu na direção dos elevadores, o corpo marcado ainda brilhando de água. Eu fiquei um instante sozinha no corredor úmido, o gosto dela ainda na língua, a buceta latejando de lembrança.

O segredo ficou comigo. Talia não sabia que eu tinha lido a mensagem. Não sabia que eu sabia do marido esperando a chave. E mesmo assim eu já sentia o corpo pedindo a próxima noite naquela água quente, a neve caindo do lado de fora, o desejo sujo latindo de novo. Eu subi as escadas sorrindo sozinha, guardando aquilo pra mim.

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