Exibindo-se no Quarto dos Fundos com o Marido

Marina exibe a buceta molhada para os amigos enquanto a esposa rebola no colo do marido.

15 min read August 31, 2026New

No quarto dos fundos da casa de praia o barulho da festa entrava pela janela grande aberta como um convite safado. Música baixa, risadas, o tilintar de copos e vozes dos amigos no quintal. Marina, vinte e oito anos, peitos firmes apertados contra a camisola curta de seda fina que mal cobria a bunda, estava de joelhos abertos no colo do marido. Sem calcinha. A buceta já brilhando de tesão, colada no volume duro da calça de Lucas.

Ela se esfregava devagar, rebolando a xota molhada contra o pau dele ainda preso na roupa, e sussurrava quente no ouvido:

— Quero que eles vejam, amor… quero que qualquer um olhe pra dentro e veja a tua putinha se esfregando. Meu cu latejando, a buceta pingando no teu pau. Imagina o Grant ou o Julius parando de beber só pra focar nessa janela.

Lucas segurou a cintura dela com força, os dedos cravando na carne macia. O pau latejava, prestes a rasgar o zíper. Ele olhou por cima do ombro dela, para o quintal iluminado por luzes de cordão. Imani ria alto de alguma coisa, Noelle balançava o copo, os caras gesticulavam. Ninguém olhava ainda. Mas a janela estava aberta de par em par, a cama de casal bem no meio do quarto, a luz fraca do abajur deixando tudo visível pra quem quisesse.

— Tu é uma vadia do caralho, Marina — ele rosnou, a voz grossa de tesão. — Senta mais forte. Mostra essa buceta gorda pra mim primeiro. Quero sentir ela escorrendo no meu pau antes de tu exibir pros outros.

Marina gemeu baixinho, um som molhado e gostoso, e rebolou com mais vontade. A camisola subiu até a cintura, a bunda nua balançando, os lábios da xota se abrindo e se fechando contra o volume dele. Ela estava encharcada. O cheiro dela — doce e salgado de puta no cio — subia entre os dois. Ela enfiou a mão entre os corpos, abriu o zíper do marido com pressa e tirou o pau grosso pra fora. A cabeça vermelha e brilhante bateu na buceta molhada e ela soltou um suspiro longo.

— Olha como eu tô… toda aberta só de pensar neles me vendo. Me fode com os olhos, Lucas. Me usa.

Ela deslizou a xota pra cima e pra baixo no pau dele sem enfiar, só lambuzando o comprimento inteiro com o mel que escorria. Cada vez que a cabecinha passava no clitóris inchado ela tremia e mordia o lábio. Lucas enfiou a mão por baixo da camisola e apertou um peito, puxando o mamilo duro até ela arquejar.

— Fala mais baixo ou eles vão ouvir e vir correndo — ele disse, mas o sorriso safado denunciava que era exatamente isso que os dois queriam.

— Deixa ouvir… quero que escutem a puta gemendo. — Marina virou o rosto e beijou a boca do marido com língua, lambendo, chupando, enquanto continuava a se esfregar. O pau dele deslizava entre os lábios molhados dela com um barulho nojento e delicioso de xota encharcada. — Imagina a Imani olhando e tocando a própria buceta lá fora. Ou o Julius batendo uma escondido pra mim. Eu quero ser a puta da festa, amor. A putinha que o marido deixa mostrar tudo.

A tensão era deliciosa. Cada risada lá fora fazia o coração de Marina disparar. Qualquer um podia vir até a janela, encostar o rosto no vidro e ver a cena: ela no colo do marido, camisola no peito, pernas abertas, buceta brilhando no pau ereto. Lucas estava louco. O pau latejava contra ela, as veias saltadas, a porra já vazando um pouco na ponta e se misturando ao mel dela.

Ele segurou o queixo dela e falou baixo, sujo:

— Abre essas pernas pra janela. Agora. Quero ver tu se tocar olhando pra eles. Me mostra como a minha esposa vira puta quando tem gente perto.

Marina obedeceu na hora. Virou o corpo no colo dele, de costas para o peito do marido, as costas coladas nele, e abriu as coxas largas na direção da janela. A camisola ficou amontoada na cintura. A buceta inchada, rosada, os lábios abertos escorrendo um fio brilhante que pingava no pau dele que ainda ficava empinado entre as nádegas dela. Ela desceu a mão e abriu os lábios com dois dedos, mostrando o buraco molhado e o clitóris saltado.

— Assim? — sussurrou, a voz embargada. — Vê como ela tá brilhando… toda molhada de tesão só de imaginar alguém olhando. Me toca, Lucas. Mete os dedos fundo enquanto eu me mostro.

Lucas passou o braço em volta dela, uma mão no peito apertando o mamilo, a outra descendo direto pra xota. Enfiou dois dedos grossos de uma vez, com força, o polegar esfregando o clitóris. Marina arquejou alto demais, um gemido curto e sujo que cortou o ar do quarto. Lá fora alguém riu mais alto, mas não veio ninguém ainda. O coração dela batia na garganta.

— Isso, goza com os meus dedos enquanto se exibe, vadia — Lucas falou no ouvido dela, metendo os dedos fundo, curvando, fudendo a buceta com a mão no ritmo sujo e molhado. O barulho de xota sendo digalhada enchia o quarto. Schlick, schlick, schlick. — Olha pra janela. Olha e imagina eles vendo essa buceta engolindo meus dedos. Tu é a puta exibicionista da porra, não é? Fala.

— Sou… sou a tua putinha que adora mostrar a xota — Marina gemeu, rebolando no colo dele, os dedos dele entrando e saindo com força enquanto ela mesma espalhava os lábios pra janela. Os peitos saltavam a cada movimento. Ela estava encharcada até a bunda, o mel escorrendo pelas bolas dele. — Mete mais fundo… assim… caralho, Lucas, eu quero que vejam. Quero que vejam a esposa sendo arrombada de dedo e pedindo mais.

Ela abriu mais as pernas, puxou um joelho pra cima e se tocou devagar no clitóris com a outra mão, gemendo baixinho de propósito, aqueles sons longos e safados feitos pra atravessar a janela. “Ahhh… hmmmm… assim, amor… fode minha buceta…” Cada gemido era um isca. Lucas estava fora de si. Via a esposa no colo, a xota rosa e inchada se abrindo e se fechando nos dedos dele, o buraco do cu piscando logo abaixo, tudo apontado pra quem quisesse olhar no quintal. O pau dele latejava contra a bunda dela, a cabeça esfregando o cu molhado de propósito.

Ele tirou os dedos de dentro, todos brilhantes de porra dela, e enfiou na boca de Marina. Ela chupou com fome, lambendo os próprios sucos, gemendo em volta dos dedos.

— Que gosto de puta no cio — ele rosnou. — Decide comigo. A gente vai até o fim. Tu vai ser a exibicionista completa. Vai dar a buceta, o cu, o que eu quiser, com a janela aberta. Vai gozar gritando se precisar. Quer?

Marina virou o rosto, beijou a boca dele lambendo a própria baba e o gosto da xota, e falou contra os lábios:

— Quero. Quero ser a puta que eles vão bater punheta depois. Mete o pau agora. Me fode olhando pra janela. Deixa eu rebolar gostoso pra eles verem a rola entrando.

Lucas ergueu a bunda dela, posicionou a cabeça grossa na entrada molhada e enfiaou de uma vez até o fundo. Marina gritou baixinho, um “porra” longuíssimo, a buceta se agarrando no pau grosso como se quisesse engolir tudo. Ele segurou a cintura e começou a meter de baixo pra cima, socando fundo, as bolas batendo na bunda dela. Ela rebolava no ritmo, sentando com vontade, a camisola balançando, os peitos saltando, a xota engolindo cada centímetro enquanto olhava fixo pra janela.

— Mais forte… eles podem estar olhando agora — ela gemia, a voz embargada, a buceta fazendo barulho nojento a cada estocada. — Sente como eu aperto… toda molhada de ser vista. Me usa, Lucas. Me fode como a puta exibicionista que eu sou.

Ele metia com raiva de tesão, uma mão no pescoço dela puxando pra trás, a outra abrindo a bunda pra mostrar melhor o pau entrando e saindo. A luz do abajur batia exatamente na junção deles: a rola grossa sumindo na xota inchada, o mel escorrendo pelas bolas, o cu dela piscando a cada soco. Lá fora a festa continuava, vozes, alguém gritou o nome de alguém, um copo quebrou longe. Qualquer segundo alguém podia cruzar o quintal e parar na janela.

Marina estava perdida. Cada estocada fazia o clitóris esfregar no pau dele, o orgasmo subindo quente e sujo. Ela se tocou de novo, esfregando o botão inchado enquanto rebolava no colo do marido, gemendo mais alto de propósito:

— Ahh… vai… me faz gozar pra eles… quero gozar com a buceta aberta na janela…

Lucas sentia a xota dela contraíndo, apertando, engolindo. Ele beijou o pescoço suado dela e falou no ouvido, a voz rouca:

— A gente não para. Tu vai gozar e eu vou continuar te fodendo. Depois tu vai ajoelhar na janela e chupar meu pau olhando pra eles. Depois eu te como de quatro com a bunda pra fora. Tu é minha puta pra mostrar. Concorda?

— Concordo… porra, concordo com tudo — ela quase gritou, rebolando mais rápido, a buceta engolindo o pau até o fundo a cada descida. — Me faz de puta deles também. Me empresta o corpo. Me usa na frente de todo mundo.

Os dois se beijavam desajeitados, língua, dente, saliva, enquanto ela sentava com força e ele metia pra cima. O quarto cheirava a sexo, a buceta molhada, a porra que já vazava um pouco. A janela aberta era um convite permanente. Marina olhava pro quintal entre os gemidos, imaginando Imani ou Noelle ou os caras parando o que estavam fazendo só pra ver a cena: a esposa nua no colo do marido, a rola grossa sumindo e aparecendo na xota, os peitos balançando, a cara de puta gozando.

Lucas sentiu ela apertar forte demais.

— Tá gozando… goza com a buceta aberta pra janela, vadia. Mostra o creme…

Marina tremeu inteira, a xota se contraindo em espasmos molhados no pau dele, um fio grosso de mel escorrendo pra fora a cada contração. Ela gemeu alto, sem se importar mais, o som atravessando a janela enquanto gozava no colo do marido, a buceta latejando, o cu piscando, o corpo todo oferecido pra quem quisesse ver. Lucas continuou metendo devagar durante o orgasmo dela, prolongando, sentindo cada aperto.

Quando ela amoleceu um pouco, ainda ofegante, ele puxou o cabelo dela pra trás e falou baixo, sujo e decidido:

— A gente não acabou. Longe disso. Agora tu vai até a janela. Vai ficar de quatro na cama com a bunda pra fora e eu vou te comer de novo enquanto tu olha pro quintal. Se alguém vier, a gente deixa. Tu quer isso de verdade?

Marina, ainda com o pau dele latejando dentro, virou o rosto suado e sorriu com a boca aberta de puta satisfeita e faminta.

— Quero. Quero tudo. Me leva até o fim. Faz a tua esposa ser a maior puta exibicionista dessa porra de festa.

Ela se ergueu devagar, o pau saindo dela com um barulho molhado, um fio de porra e mel ligando a cabeça à entrada da xota. Marina rastejou na cama até a beira da janela, ajoelhou de quatro, abriu as pernas e empinou a bunda, a buceta ainda aberta e pingando, olhando pro quintal iluminado. Lucas se levantou atrás dela, o pau duro e brilhante apontado praquela xota oferecida, a janela aberta como um palco.

Lá fora a festa continuava. Qualquer segundo alguém podia se aproximar. Marina rebolou a bunda no ar, se tocando de novo, e olhou por cima do ombro pro marido com os olhos vidrados de tesão.

— Mete. E deixa a janela bem aberta.

Marina empininou a bunda ainda mais, a buceta aberta e brilhante apontada pra janela grande, o ar fresco da noite batendo nos lábios inchados. Lucas se posicionou atrás dela na cama, a mão firme na cintura macia, a outra guiando o pau grosso e lambuzado até a entrada molhada. Ele enfiou de uma vez, fundo, até as bolas baterem na carne dela, e Marina soltou um gemido alto, sujo, que atravessou a janela aberta e se misturou à música baixa do quintal.

— Porra, Lucas… mete forte — ela ofegou, rebolando pra trás, engolindo cada centímetro. — Quero que ouçam. Quero que vejam essa xota sendo arrombada.

Ele agarrou o cabelo dela com força, puxando a cabeça pra trás, e começou a socar com raiva de tesão. O pau entrava e saía molhado, o barulho nojento de xota fudida enchendo o quarto — schlick, schlick, slap — a cada estocada fundo. Marina olhava fixo pro quintal iluminado pelas luzes de cordão. Imani ria de algo, Noelle gesticulava com o copo, Julius e Grant conversavam perto da churrasqueira. Ainda ninguém olhava direto. Mas ela gemia mais alto de propósito, a voz embargada e safada:

— Ahhh… assim… fode essa puta… mais fundo, amor… caralho, me usa!

Lucas metia com força, as coxas batendo na bunda dela, a mão no cabelo puxando, a outra abrindo a nádega pra mostrar melhor o pau sumindo na buceta rosa. — Geme mais alto, vadia. Deixa eles ouvirem a esposa sendo comida. Mostra como tu aperta quando pensa neles te vendo.

Marina obedeceu, gemendo escandaloso, a boca aberta, saliva escorrendo no canto. Cada soco fazia os peitos balançarem pesados sob a camisola amontoada, o clitóris latejando, o mel escorrendo pelas coxas. Ela se imaginava vista — a bunda empinada, a rola grossa entrando e saindo, o cu piscando. O coração batia disparado. Qualquer segundo alguém ia cruzar o olhar.

E alguém cruzou.

Grant parou no meio de um gole, o copo abaixando. Julius virou o rosto. Imani cobriu a boca, rindo baixo, e cutucou Noelle. Os quatro se aproximaram devagar do quintal, parando a uns metros da janela aberta, o olhar fixo na cena. Marina viu e sentiu um choque quente na buceta, apertando o pau do marido com força. — Eles tão vendo… porra, Lucas, tão olhando pra mim…

— Isso, putinha — ele rosnou, metendo mais fundo, o cabelo dela enrolado no punho. — Olha pra eles enquanto eu te fodo. Grita. Deixa a festa inteira saber que a minha mulher é uma vaca exibicionista.

Marina gritou mesmo, um “ahhh caralho” longo e molhado, rebolando pra trás, engolindo o pau até o fundo. Os amigos ficaram parados, sem vergonha agora, assistindo. Grant ajustou a calça. Julius cruzou os braços, o sorriso safado. Imani mordeu o lábio. Noelle ergueu o copo num brinde silencioso. Marina gozava por dentro só de sentir os olhos neles — na xota aberta, no pau entrando, nos peitos saltando.

Lucas puxou o pau quase todo pra fora, só a cabeça dentro, e socou de novo, fundo, repetindo. A cama rangia. O cheiro de sexo subia forte. Ele falou alto o bastante pra atravessar a janela: — Geme pro Grant ouvir. Mostra essa buceta engolindo. Tu é a puta da festa agora.

— Sou… sou a puta de vocês também — Marina gemeu olhando direto pra eles, a voz alta, embargada. — Vêem? Vêem como ele me fode? Ahhh… mete, Lucas… me arromba na frente deles…

Ele tirou o pau de dentro de repente, o fio grosso de mel ligando a cabeça à entrada. Virou Marina de lado na cama, bem na beira da janela, ergueu a perna dela alta, segurando a coxa, e enfiou de novo de lado. A posição deixava tudo exposto — a buceta aberta engolindo a rola, o clitóris saltado, o cu, os peitos de lado, o rosto dela contorcido de tesão mirando o quintal. Lucas metia lateral, fundo, as bolas batendo, a mão livre apertando o peito dela, puxando o mamilo.

— Assim eles veem tudo — ele falou rouco, suado, o ritmo pesado. — Essa xota gorda sendo destruída. Essa cara de puta gozando. Fala pra eles, Marina.

Ela olhava pra Julius, pra Grant, pra Imani e Noelle, as pernas abertas, o pau entrando e saindo bem na cara deles a metros de distância. — Tô… tô sendo comida… ahhh porra… olhem a minha buceta… olhem o pau do meu marido me arrombando… eu adoro… adoro ser vista…

Os amigos não saíam. Grant passou a mão pela boca. Imani sussurrou algo pra Noelle e as duas riram baixinho, sem tirar o olho. Marina sentia o orgasmo subindo sujo, quente, a xota latejando, apertando. Lucas metia mais rápido, a perna dela erguida alta, tudo oferecido, o abajur iluminando exatamente a junção molhada.

— Goza com eles te vendo — ele mandou, a voz grossa. — Goza escandalosa. Quero ouvir. Quero que eles vejam o creme escorrendo.

Marina gritou alto quando veio, o corpo inteiro tremendo, a buceta se contraindo em espasmos fortes no pau dele, um jato de mel escorrendo pra fora a cada contração. — Ahhh fodaaa… tô gozando… olhem… olhem eu gozando… caralhoooo…

Lucas não parou. Continuou socando durante o orgasmo dela, prolongando, sentindo cada aperto molhado. Os amigos aplaudiram baixinho, umas palmas, um assobio baixo de Julius. Marina ainda tremia quando ele enfiou fundo até o fim, agarrou o cabelo dela de novo e gozou grosso. A porra quente jorrou em jatos dentro da buceta inchada, enchendo, pulando, escorrendo já pelas bordas enquanto ele empurrava fundo, gemendo rouco contra o pescoço dela.

— Toma… toma tudo… enche essa puta na frente deles…

Marina sentia cada jato quente, a buceta latejando cheia, o sêmen misturado ao mel dela. Ela gozou de novo no final, um segundo espasmo mais fraco, gemendo alto, olhando pros amigos com a boca aberta, a perna ainda erguida, tudo exposto enquanto o pau dele pulsava dentro.

Quando ele tirou, lento, o pau saiu brilhante, coberto de porra e mel, e um fio grosso de sêmen escorreu logo atrás, pingando na cama e pelas coxas dela. Marina, ainda ofegante, se ajeitou de frente pra janela, deitou de costas na beira, abriu as pernas bem largas, ergueu os joelhos e puxou os lábios da buceta com os dedos. A xota inchada, vermelha, latejando, deixava o sêmen grosso escorrer devagar — um fio branco cremoso descendo pelo cu, outro pingando direto pro chão, outro escorrendo pela coxa. Ela sorriu safada pros amigos, a camisola no peito, os cabelos bagunçados, a cara de puta satisfeita.

— Vêem? — ela falou alto o bastante, a voz rouca de tanto gemer. — Tudo o que ele gozou dentro… escorrendo pra vocês.

Do quintal veio um aplauso mais alto agora, risadas, Grant gritou “porra, Marina!” e Julius ergueu o copo. Imani bateu palmas e Noelle assobiou. Marina manteve as pernas abertas, o sêmen escorrendo lento, a buceta se contraindo sozinha, expelindo mais um pouco enquanto ela sorria, o peito subindo e descendo.

Lucas se deitou ao lado, o pau ainda semi-duro e sujo, e puxou ela pra um beijo molhado, língua, rindo baixo contra a boca dela. Os dois riam, suados, cheirando a sexo, a janela ainda aberta pra plateia. Ele beijou o pescoço dela e sussurrou, mas alto o bastante:

— Na próxima festa a gente deixa a janela ainda mais aberta. Tira a tela toda. Deixa a cama bem na beira. Tu vai chupar meu pau de joelhos olhando pra eles antes de eu te comer de novo. Concorda, putinha?

Marina riu, beijou ele de volta, lambendo o lábio, as pernas ainda abertas pro quintal, o sêmen pingando. — Concordo. Vou ser a maior vaca exibicionista. Vou gozar gritando o nome de cada um se quiser. A gente combina tudo.

Eles se beijaram de novo, rindo, os corpos colados, o aplauso lá fora ainda ecoando misturado à música. Marina sentia o olho dos amigos nela, o gozo escorrendo, o coração leve e sujo de tesão realizado. Lucas puxou o cobertor por cima das pernas deles devagar, mas deixou a buceta dela ainda meio exposta de propósito, um último show.

Do quintal, as vozes começaram a se afastar um pouco, a festa retomando, mas o olhar ainda voltava de vez em quando. Marina fechou os olhos um segundo, sorrindo contra a boca do marido, já imaginando a próxima.

E foi só quando Lucas apagou o abajur e puxou a janela quase fechada, rindo baixo no escuro, que Marina percebeu o detalhe que mudava tudo: os “amigos” no quintal eram na verdade atores pagos por ele semanas antes, o convite falso, a festa montada só pra ela viver a fantasia sem risco real — e o aplauso genuído dela tinha sido o melhor orgasmo da noite.

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