A Isolada, Ela Se Tocava Pensando Nele

A isolada Noelle se tocava gemendo o nome do vizinho, enfiando os dedos na buceta molhada imaginando o pau grosso dele metendo nela.

8 min read August 23, 2026New

Noelle tinha vinte e dois anos e morava sozinha numa cabana de madeira velha no alto da serra, longe de qualquer estrada de verdade. Depois do término, ela empacotou o pouco que prestava e sumiu. Ninguém ligava, ninguém vinha. À noite o vento batia nas tábuas e o calor úmido grudava na pele como uma segunda roupa. Ela se deitava na cama estreita, o colchão afundando no meio, e o corpo inteiro lembrava dele.

Callum. Vinte e oito anos. O ex-vizinho da casa mais próxima, ainda a uns quilômetros de descida. Toda semana, antes dela se isolar de vez, Noelle via ele no quintal sem camisa, o machado subindo e descendo, o suor escorrendo pelo peito largo, pelos abdominais duros, pela trilha de pelos escuros que sumia na cintura da calça. O pau marcava grosso por baixo do tecido quando ele se inclinava. Ela fingia olhar para o lado, mas o peito apertava e a boceta latejava só de imaginar o peso daquilo na mão. Ele também olhava. Mais de uma vez os olhos se cruzaram e o ar ficou pesado, mas orgulho e distância travaram os dois. Agora só restava a fantasia e o silêncio da serra.

A noite estava abafada. Noelle tirou a camiseta e ficou só de calcinha fina, as pernas abertas sobre o lençol amarrotado. O teto de tábuas sumia na escuridão. Ela fechou os olhos e viu Callum ali, encostado na porta, braços cruzados, olhando para ela com aquele jeito de quem já sabia. A mão desceu devagar pela barriga e parou por cima do tecido molhado. Esfregou o clitóris inchado em círculos lentos, sentindo o tecido grudar na fenda. Um gemido baixo escapou.

— Porra, Callum… — sussurrou, a voz rouca.

A pressão aumentou. Os dedos apertaram o botão sensível por cima da calcinha, o quadril se movendo sozinho, pequenas ondulações. A fantasia ficou mais nítida: ele se aproximando, a mão grande cobrindo a dela, forçando o ritmo. Noelle gemeu mais alto, a boceta latejando, o tecido já encharcado. Empurrou a calcinha para o lado e sentiu o ar frio na pele quente. Dois dedos deslizaram entre os lábios inchados, acharam a entrada apertada e entraram devagar, até a segunda falange. A boceta apertou em volta, molhada, quente, fazendo um barulho molhado a cada movimento.

Ela abriu mais as pernas, os joelhos caindo para os lados, e meteu os dedos fundo, curvando-os para cima, procurando aquele ponto que fazia a barriga tremer. O polegar esfregava o clitóris ao mesmo tempo. O quadril batia contra a própria mão, cada vez mais rápido, o som de pele molhada enchendo o quarto.

— Isso… mete… ah, caralho, Callum — gemeu alto, sem se importar com o eco.

Imaginava o pau grosso dele abrindo ela, a cabeça larga esticando a entrada, as veias roçando nas paredes internas. Os dedos não chegavam perto do tamanho que ela lembrava marcado na calça, mas bastavam. Dois se tornaram um vai-e-vem insistente. A outra mão subiu até o peito, apertou o mamilo duro, puxou, torceu. O suor escorria entre os seios. A cama rangia.

Noelle virou de bruços de repente, o rosto enterrado no travesseiro, o traseiro empinado alto. Puxou a calcinha até as coxas e enfiou três dedos de uma vez na boceta encharcada. O estiramento queimou gostoso. Empurrou fundo, até a base dos dedos, e começou a socar a própria xana com força, o barulho molhado alto e obsceno. A outra mão escorregou por baixo e achou o clitóris inchado, esfregando em círculos rápidos e firmes, quase rudes.

— Me fode… me fode por trás, porra — gritava contra o travesseiro, a voz abafada e descontrolada. — Seu pau grosso todo… enche essa boceta… ah, Callum, Callum!

Na cabeça dele estava atrás dela, as mãos grandes segurando a cintura, o pau grosso entrando até o fundo a cada estocada, as bolas batendo na bunda. Ela empurrava o quadril para trás contra os próprios dedos, metendo mais fundo, mais rápido, o clitóris latejando sob os dedos molhados. O prazer subia pela coluna como fogo. As pernas tremiam. A boceta apertava os três dedos com força, sugando, escorrendo gozo quente pela mão e pelas coxas internas.

O orgasmo veio violento. Noelle gritou o nome dele num uivo longo, o corpo inteiro se contraindo, a boceta pulsando em volta dos dedos em espasmos fortes. Um jorro quente escorreu pelas coxas, molhando o lençol, enquanto ela continuava esfregando o clitóris em movimentos desesperados, prolongando cada onda até as pernas cederem. Ficou tremendo, ofegante, o cu piscando junto com a xana, o rosto afundado no travesseiro suado.

Os dedos ainda estavam dentro dela, sentindo as contrações lentas, a buceta quente e escorregadia. O coração batia no peito como se quisesse sair. Alívio e um desejo ainda maior se misturavam. Ela sorriu no escuro, puxou os dedos devagar — um fio de gozo ligava as pontas aos lábios inchados — e passou a mão melada na própria coxa interna, espalhando o líquido quente pela pele.

A respiração foi acalmando aos poucos. Noelle virou o rosto de lado, o cabelo grudado na testa, e olhou para a janela escura como se ele pudesse estar lá fora, ouvindo. O corpo ainda latejava. A solidão da cabana parecia menor e ao mesmo tempo pior. Ela passou a língua nos lábios secos e sussurrou baixo, a voz rouca de tanto gemer:

— Da próxima vez não vai ser só na imaginação, Callum… eu vou até você.

O vento bateu na madeira. A boceta ainda pulsava vazia, pedindo mais. Noelle fechou os olhos, o sorriso teimoso no canto da boca, e já sentia o calor recomeçar entre as pernas só de pensar na descida até a casa dele na manhã seguinte.

Noelle abriu os olhos com a luz cinzenta da madrugada entrando pela fresta da janela. O corpo ainda cheirava a sexo, o lençol colado nas coxas pelo gozo seco da noite. A boceta latejava vazia, pedindo de novo, e o pensamento nele não tinha ido embora — só tinha crescido. Callum. O pau grosso marcado na calça, o peito suado, a forma como ele olhava de longe como se já soubesse o que ela fazia sozinha.

Ela não esperou. Empurrou a calcinha até as canelas e abriu as pernas no colchão afundado. Dois dedos entraram de uma vez na xana inchada, ainda escorregadia, e o gemido saiu rouco, quase um rosnado.

— Porra… ainda tá molhada pra você — murmurou, curvando os dedos e socando fundo. O polegar esmagou o clitóris em círculos duros. O quadril subia sozinho, batendo contra a mão. Imaginava ele de pé na beira da cama, segurando o pau grosso na mão, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo, e metendo devagar só pra ver ela se contorcer.

— Enfia… enche essa boceta fodida — gemeu alto, a voz ecoando nas tábuas. Três dedos agora, o estiramento queimando gostoso. A outra mão desceu e apertou o cu, o polegar pressionando o buraquinho apertado sem entrar ainda, só ameaçando. O suor escorria entre os peitos. A cama rangia no ritmo sujo.

Noelle virou de lado, puxou um joelho contra o peito e enfiou os três dedos até a base, abrindo a boceta com a mão espalmada. O barulho molhado era obsceno, alto, nojento de tão bom. Ela lambuzou o polegar no gozo que escorria e empurrou devagar no cu. O anel de músculo cedeu com um ardor quente.

— Ah, caralho… isso… mete nos dois buracos — gritou, a voz falhando. Na fantasia Callum estava atrás, o pau grosso arrombando a xana enquanto o polegar dele fodia o cu dela. Ela empurrava o quadril pra trás, engolindo os próprios dedos, o clitóris latejando sem toque direto, só do atrito. O prazer subia rastejando pela barriga, pesado, quase dolorido.

Ela tirou os dedos de dentro da boceta com um fio grosso de gozo escorrendo, levou-os à boca e chupou o gosto salgado dela mesma, gemendo em volta dos knucles. Depois enfiou de novo, mais rápido, mais fundo, o polegar ainda enterrado no cu até a primeira falange. As pernas tremiam. O peito subia e descia.

— Callum… seu pau grosso todo… arromba essa puta… — a voz saía quebrada. O orgasmo veio em ondas sujas. A boceta apertou os dedos com força, o cu pulsando em volta do polegar, um jorro quente escorrendo pela mão e molhando o colchão de novo. Ela gritou o nome dele até a garganta doer, o corpo inteiro se contraindo, os pés se encolhendo. Continuou esfregando o clitóris com a base da mão mesmo depois, prolongando até doer de tão sensível.

Quando as contrações afrouxaram, Noelle ficou deitada ofegante, os dedos ainda dentro, sentindo a xana quente e arruinada. Tirou devagar, espalhou o gozo pelos lábios inchados e sorriu pro teto escuro. Não era mais só fantasia. O corpo pedia o peso real dele.

Levantou-se cambaleante. Lavou o rosto na bacia fria, mas não lavou entre as pernas — queria chegar cheirando a porra dela mesma. Veste um vestido fino sem calcinha, os mamilos duros marcando o tecido, a boceta ainda pingando devagar pelas coxas internas. Amarrou o cabelo de qualquer jeito e saiu da cabana antes do sol esquentar de verdade.

A descida era íngreme, pedras soltas, mato raspando as panturrilhas. Cada passo fazia os lábios da boceta se esfregar, o clitóris ainda inchado latejando. O vento frio entrava por baixo do vestido e lambía a fenda molhada. Ela ia gemendo baixo sozinha na trilha, a mão subindo de vez em quando pra apertar um seio ou roçar o clitóris por cima do tecido. Pensava nele abrindo a porta, o olhar descendo até a mancha úmida que já se formava na saia. Pensava em ajoelhar ali mesmo na grama e engolir o pau grosso até engasgar. O desejo era tão grosso que doía na barriga.

Demorou quase uma hora. Quando a casa de madeira dele apareceu entre as árvores, o coração bateu na garganta. Fumaça saía da chaminé. Ela parou no quintal, as pernas trêmulas, a boceta latejando de novo só de ver o machado encostado na parede e a camisa pendurada no varal. Bateu na porta com a mão ainda cheirando a gozo.

Passos pesados. A porta abriu. Callum estava ali, calça baixa na cintura, peito nu, o cabelo bagunçado, os olhos escuros descendo imediatamente pelo vestido fino, pela mancha, pelas coxas brilhando. O pau dele marcou na hora por baixo do tecido. O ar entre os dois ficou pesado, quente, sujo.

Noelle engoliu em seco, a voz rouca de tanto gemer a noite inteira e a madrugada:

— Passei a noite inteira enfiando os dedos na boceta gemendo seu nome… agora me fode de verdade ou eu me toco de novo bem aqui na sua frente até gozar gritando. Qual vai ser?

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