Desejo Escondido da Mãe do Meu Melhor Amigo
A mãe do meu melhor amigo me pegou olhando pros peitos dela e resolveu me dar a buceta.
Eu sou o Lucas, vinte e dois anos, e há anos carrego um segredo que me deixa duro só de lembrar. Passo as férias na casa do meu melhor amigo, o Pedro. A mãe dele, a Raquel, quarenta e cinco, viúva, corpo maduro que parece feito de propósito pra me destruir: peitos grandes e pesados, bunda redonda que balança quando ela anda, cintura que ainda segura a mão de um cara com força. Desde a adolescência eu olho escondido. Ela vive sozinha com o filho e, naquela manhã quente, me serviu café na cozinha de camisola fina. O decote abriu quando ela se inclinou. Eu não desviei o olhar a tempo.
— Tá gostando do que vê, Lucas? — a voz dela saiu baixa, safada, sem raiva nenhuma.
O coração bateu no pescoço. Café quase derramou na minha mão. Eu engoli seco e tentei disfarçar, mas o pau já marcava a bermuda. Ela sorriu de canto, aquele sorriso de quem sabe exatamente o que está fazendo e gosta. Proibido pra caralho. Mãe do meu melhor amigo. Se o Pedro descobrisse, a amizade ia pro lixo. Mesmo assim o sangue desceu todo pra entre as pernas e eu fiquei ali, encarando o soft dos peitos dela sob o tecido, o cheiro de perfume barato e suor limpo.
— Desculpa, Raquel… eu não—
— Não precisa inventar desculpa — ela cortou, ainda sorrindo. — Eu já vi. Mais de uma vez.
Depois daquilo a casa ficou pequena demais. Dois dias depois o Pedro viajou pra um trampo fora e nos deixou sozinhos. “Cuida da mãe pra mim, brother.” Eu respondi “claro” com a boca seca. Naquela mesma noite ela apareceu na cozinha de shortinho que mal cobria a bunda e uma blusinha sem sutiã. Os mamilos marcavam. Ela passou por trás de mim pra pegar um copo e roçou o peito nas minhas costas “sem querer”. O calor dela queimou a pele.
— Tá calor pra caralho hoje — murmurou, a boca perto da minha orelha.
Eu virei. Ela não se afastou. O short subiu quando ela se esticou na prateleira e eu vi a curva da bunda, a linha da calcinha. Meu pau latejou.
— Raquel…
— Eu sei — ela disse, virando de frente, encostando a bunda na bancada. Os olhos escuros brilhavam. — Sei que você me come com os olhos desde os dezoito. E eu sei que é errado. Mãe do seu amigo. Mas eu fico molhada pensando nisso. Há anos. Toda vez que você dorme no quarto de hóspedes eu me toco imaginando sua boca nos meus peitos.
O confissão saiu crua. Eu dei um passo. Ela puxou a blusa pra cima e deixou os peitos pesados caírem livres — aréolas escuras, mamilos duros. Eu agarrei um com a mão inteira, apertando, sentindo o peso. Ela gemeu baixo.
— Me beija, porra. Antes que eu mude de ideia.
A gente se beijou com fome de traidor. Língua, dente, saliva. O gosto dela era café e desejo velho. Minha mão desceu pelo short, meteu por baixo da calcinha e encontrou a buceta já escorrendo. Dois dedos entraram fácil. Ela arquejou no meu ombro.
— Tá vendo? Molhada pra você. Pro melhor amigo do meu filho.
Arrastei ela pro sofá da sala — o mesmo sofá onde o Pedro e eu jogávamos videogame. Rasguei o short pra baixo. A calcinha veio junto. A buceta depilada, lábios inchados, brilhando. Eu ajoei entre as pernas dela e lambi o clitóris grosso enquanto ela puxava meu cabelo. O gosto salgado me deixou louco. Depois ela me empurrou pra sentar, abriu meu zíper com pressa e engoliu meu pau até a garganta. Sem confete. Sem pudor. Chupava fundo, babando, gemendo em volta da rola como se tivesse ensaiado a vida inteira.
— Sempre quis sentir o gosto do pau do amigo do Pedro — falou, a voz rouca, saliva escorrendo no queixo. — Grosso… quente… porra, Lucas.
Ela chupava e olhava pra cima, peitos balançando a cada movimento da cabeça. Eu segurei o cabelo dela e meti na boca, devagar no começo, depois mais fundo. Ela engasgou e pediu mais. Quando tirei, o pau brilhava de saliva. Virei ela de quatro no sofá. Aqueles quadris maduros, a bunda aberta, a buceta piscando. Encarei a cabeça e enfiei de uma vez. Ela gritou no braço do sofá.
— Isso… mete forte. Me fode como se o Pedro pudesse chegar a qualquer hora.
Agarrei os quadris e bati. Pele contra pele. O som molhado enchia a sala. Cada estocada fazia os peitos balançarem pra frente. Eu apertava a carne macia da bunda, abria, olhava o pau sumindo nela. Ela empurrava pra trás, pedindo mais fundo, mais bruto. Suor escorria nas costas dela. Eu curvava sobre o corpo maduro e mordia o ombro enquanto enfiava até o saco bater nela.
— Sua buceta é apertada pra caralho — grunhi. — A mãe do meu melhor amigo engolindo meu pau inteiro.
Ela gozou primeiro assim, contraída, gozando no sofá, gemendo meu nome abafado no tecido. Ainda pulsando, eu a virei, deitei e puxei ela pra cima. Ela montou. Os peitos pesados na minha cara. Eu chupei um mamilo enquanto ela descia no pau e começou a cavalgar. Rápido. Suado. O sofá rangia. Ela rebolava o quadril maduro, apertando, subindo e descendo com força, gritando:
— Lucas… porra, Lucas… tô gozando de novo…
A buceta dela esmagou minha rola em espasmos. Eu segurei a cintura e gozei fundo, jatos quentes enchendo ela, pulando dentro da mãe do Pedro enquanto ela ainda rebolava pra tirar até a última gota. Ficamos assim, colados, suados, o cheiro de sexo impregnando a sala. Meu porra escorria nela quando ela se levantou devagar.
Ela se abaixou, me beijou devagar — língua preguiçosa, sabor de nós dois — e murmurou contra a minha boca:
— Isso fica entre a gente. Sempre que o Pedro sair de casa. Você me fode, eu te chupo, a gente se esconde. Ninguém pode saber. Nunca.
Eu ainda respirava pesado, o pau mole e sujo de porra, o coração batendo na amizade que a gente acabava de trair. Ela se vestiu só com a blusinha, peitos ainda à mostra por baixo, e me puxou de volta pro quarto de hóspedes pela mão. No corredor ela parou, olhou pra trás com aquele sorriso safado de novo e falou baixinho:
— Amanhã de manhã ele ainda não volta. Quero você me comendo no banheiro enquanto o café esfria. E depois… talvez eu te mostre o que eu guardo na gaveta de cima.
Eu voltei pro
Eu voltei pro quarto de hóspedes com o pau ainda meia-bomba e o cheiro dela grudado na pele. Deitei na cama estreita e fiquei olhando o teto, ouvindo o banheiro dela ligar do outro lado da parede. A água caindo, o soap esfregando a buceta que eu tinha acabado de arrombar. Meu pau latejou de novo só de imaginar Raquel se tocando debaixo do chuveiro, os dedos entrando onde eu tinha gozado. Durmi assim, com a mão no pau e a cabeça cheia dela.
Acordei com o sol batendo forte e o cheiro de café fresco. Levantei de cueca, o pau duro pra caralho encostado na barriga, e fui até a cozinha. Raquel estava de costas, de camisola curta, a bunda nua por baixo. Ouvi o café escorrendo na cafeteira. Ela virou devagar, os peitos pesados balançando soltos sob o tecido fino, mamilos duros apontando pra mim.
— Bom dia, safado — murmurou, a voz rouca de sono. — O Pedro mandou mensagem. Só volta amanhã de noite. Temos o dia inteiro.
Não precisou de mais. Avancei, agarrei a cintura dela e empurrei contra a pia. A camisola subiu. A buceta já estava molhada, os lábios inchados do foda da noite anterior. Enfiei dois dedos de uma vez, sentindo a porra seca misturada com o mel novo. Ela gemeu alto, as unhas cravando no mármore.
— No banheiro. Agora — ordenou, puxando minha mão e me arrastando pelo corredor.
Entramos no box pequenininho. A água fria ligou e espirrou nas costas dela. Eu a virei de frente pra parede gelada, abri as pernas dela com o joelho e enfiei o pau seco até o fundo. A buceta engoliu tudo, quente, escorregadia. Ela gritou contra o azulejo, o peito esmagado na parede fria.
— Isso, Lucas… fode a mãe do teu amigo enquanto o café esfria lá fora. Mais fundo, porra.
Agarrei os cabelos molhados dela e puxei a cabeça pra trás. Bati forte, o som da carne molhada ecoando no banheiro. Água escorrendo entre nós, pingando do pau cada vez que eu tirava e enfiava de novo. Os peitos dela batiam na parede a cada estocada. Aperte i a bunda gorda, abri as nádegas e spit na boceta pra lubrificar mais. Enfiei o polegar no cu apertado dela ao mesmo tempo. Ela contraiu tudo, gozando na hora, a buceta espremendo minha rola em jatos quentes que escorriam pelas coxas.
— Tá gozando no pau do amigo do teu filho, sua puta — grunhi no ouvido dela. — Sente como eu encho essa buceta madura.
Continuei metendo enquanto ela tremia. Tirei o pau, virei ela de frente e a levantei. As pernas dela envolveram minha cintura. Enfiei de novo, em pé, o peito dela colado no meu. Chupei o mamilo grosso enquanto fodia, mordendo, puxando com os dentes. Ela rebolava no ar, os calcanhares batendo nas minhas costas.
— Me leva pro quarto… quero te mostrar a gaveta.
Saí do banheiro pingando, o pau vermelho e brilhando de porra e saliva. Carreguei ela até o quarto dela — a cama de casal onde o Pedro dormia quando criança. Joguei Raquel na cama e ela se arrastou até a gaveta de cima da cômoda. Abriu. Tirou um vibrador grosso, pretão, e um plug de metal com pedra vermelha na base.
— Isso aqui eu uso pensando em você — confessou, a voz baixa, safada. — Enfio no cu e chupo o vibrador imaginando que é teu pau.
Deitei de costas. Ela montou no meu rosto primeiro, a buceta molhada esmagando minha boca. Lambi fundo, a língua entrando, chupando o clitóris inchado enquanto ela rebolava. O gosto de café, sabão e porra velha me deixou louco. Ela gemendo alto, puxando o cabelo.
— Isso… come essa buceta com a língua, Lucas. A mãe do Pedro gozando na tua cara.
Quando ela subiu, eu estava duro pra caralho. Ela pegou o plug, lambeu, e me deu. Eu enfiei no cu dela devagar, vendo o anel apertar em volta do metal. Depois ela encaixou o vibrador na buceta e ligou no máximo. O zumbido encheu o quarto. Ela cavalga o brinquedo enquanto chupava meu pau, os peitos pendurados na minha barriga. Eu segurei a cabeça dela e enfiei fundo na garganta. Ela engasgou, baba escorrendo, o plug brilhando entre as nádegas.
Tirei o vibrador, joguei pro lado e enfiei meu pau na buceta dela de uma vez, o plug ainda no cu. Aperto duplo me fez gemer. Ela gritou, os olhos revirando.
— Porra… teu pau e o plug… tá me arrebentando.
Virei ela de quatro de novo. Agarei o cabelo e meti bruto, o sofá da sala ontem agora a cama dela. Cada estocada fazia o plug se mexer. Eu olhava o pau sumindo, a bunda batendo, o suor escorrendo na coluna madura. Aperte i os peitos por baixo, puxando os mamilos.
— Vai gozar de novo? Vai encher essa buceta de porra enquanto o teu filho tá longe?
— Sim… goza dentro… me enche… quero escorrer o dia todo.
Bati mais forte. O quarto cheirava a sexo suado. Ela gozou apertando, o cu pulsando no plug, a buceta engolindo. Eu não aguentei. Jatos quentes explodiram fundo, enchendo ela, o excesso saindo pelas beiradas e pingando no lençol. Continuei metendo devagar, empurrando a porra pra dentro, sentindo ela escorrer no meu saco.
Tirei o pau. Ela se virou rápido, engoliu a rola suja de porra e limpou com a língua, chupando até a última gota, o plug ainda no cu. Depois se ajoelhou na cama, abriu a bunda e me mostrou o metal brilhando.
— Tira e enfia o pau no meu cu agora. Quero sentir teu leite escorrendo dos dois buracos.
Puxei o plug. O cu abriu, rosado, piscando. Enfiei a cabeça. Ela empurrou pra trás e engoliu meu pau inteiro no cu quente e apertado. Gemi baixo, o saco batendo na buceta molhada. Fodi o cu dela com força, a carne madura tremendo. Os peitos balançavam pra frente a cada soco. Eu cuspi na bunda, esfreguei, agarrei os quadris e arrebentei.
— Toma no cu, mãe do Pedro. Toma essa rola grosso no teu rabo safado.
Ela gozou de novo só com o pau no cu, a buceta escorrendo sozinha no lençol. Eu sentei fundo e despejei outro jato quente lá dentro, enchendo o cu dela até transbordar. Quando tirei, a porra branca escorreu devagar pelo cu aberto e pela buceta, misturando tudo, pingando na cama.
Ficamos ofegantes. Ela se virou, pegou meu pau mole e sujo, esfregou na própria cara, lambendo o resto.
— Amanhã o Pedro volta. Mas hoje ainda tem o resto do dia. Quero que tu me foda na mesa da cozinha, no sofá de novo, e me deixe cheia pra ele nem desconfiar do cheiro.
Eu a empurrei de costas, abri as pernas dela e enfiei os dedos nos dois buracos ao mesmo tempo, empurrando a porra pra dentro enquanto ela gemia.
— Abre mais essa buceta e esse cu, sua puta. Vou enfiar de novo até tu não conseguir andar direito quando o teu filho chegar.
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