Primeira Vez com o Marido da Minha Melhor Amiga
Ana, de 28 anos, trai a melhor amiga ao foder gostoso com o marido dela, Sérgio, de 35, pela primeira vez.
Ana tinha vinte e oito anos e o anel de casamento ainda brilhava novo no dedo quando entrou na casa de praia de Clara e Sérgio. O casamento dela era recente, a rotina ainda se acomodava, e aceitar o convite para aquele fim de semana prolongado parecera inocente: Clara viajara a trabalho de última hora e pedira que a amiga não deixasse Sérgio sozinho na praia. “Fica com ele, Ana. Vocês se dão bem. Aproveita o sol.” Ana aceitara com um sorriso que escondia o peso no peito.
Sérgio tinha trinta e cinco, o corpo magro e firme de quem nadava todas as manhãs, o cabelo escuro salpicado de fio prata nas têmporas, e o olhar que Ana conhecia demais. Desde o dia em que Clara a apresentara ao noivo, anos atrás, Ana sentira aquele puxão proibido no baixo-ventre. Nunca tocara, nunca confessara. Guardara o desejo como se guarda uma faca: afiada, quieta, perigosa. Agora estavam sozinhos. A casa cheirava a madeira quente e brisa salgada. O mar batia lá fora. E Sérgio, ao abri-la a porta com a mala dela, demorou o olhar no decote simples da blusa branca, nas pernas descobertas pelo short, e Ana sentiu o peito apertar.
— Clara mandou mensagem — disse ele, a voz grave, controlada. — Disse pra gente se divertir. Que a casa é nossa.
Divertir. A palavra ecoou. Ana entrou, deixou a mala no quarto de hóspedes, e tentou respirar fundo. A cozinha dava para a varanda. Ele já abrira uma garrafa de tinto. Não para embriagar ninguém — só para acompanhar o jantar que ele mesmo preparara: peixe grelhado, arroz de coco, salada. Eles se sentaram à mesa, a luz baixa, as janelas abertas para a noite.
— Você sempre veio pra cá com a Clara — comentou Sérgio, servindo o vinho com cuidado. Um gole cada um, só. O suficiente para soltar a língua, nunca para nubar a cabeça. — Mas nunca a sós comigo.
Ana bebeu devagar. O vinho era seco, quente na garganta. — Porque seria estranho. Não é?
Ele sorriu de lado, aquele sorriso que ela fantasiara vezes demais. — É estranho agora. E ao mesmo tempo… não é.
O silêncio pesou gostoso. Ana sentia o olhar dele na boca dela quando ela falava, no colo quando se mexia na cadeira. A calcinha já estava úmida só da proximidade. Ela cruzou as pernas, apertou as coxas, e o movimento não passou despercebido.
— Posso te falar uma coisa que nunca falei pra ninguém? — perguntou Sérgio, a voz mais baixa. Empurrou o prato, inclinou-se para a frente. — Sempre te olhei. Desde o começo. Clara é a mulher da minha vida, eu juro. Mas você… porra, Ana. Tem noites que eu acordo duro pra caralho sonhando com essa boca. Com você por cima de mim. Eu sabia que era errado. Continua sendo. Trair a Clara com a melhor amiga dela… se ela soubesse, acabava tudo. E mesmo assim eu fico te imaginando.
Ana sentiu o calor subir pelo pescoço, pelos seios, até o rost o. O coração batia forte demais. Ela pousou a taça, os dedos trêmulos.
— Eu também — confessou, a voz rouca. — Eu me toco pensando em você. Quando meu marido viaja, ou quando ele dorme, eu fecho os olhos e finjo que são suas mãos. Seus dedos. Sua boca entre as minhas pernas. Eu gozo engolindo o nome dela, da Clara, porque sei que é a pior coisa que eu posso fazer. E mesmo assim eu continuo.
Sérgio soltou o ar como quem leva um soco. Os olhos dele escureceram. Ele se levantou devagar, rodeou a mesa. Ana não recuou. Quando ele parou na frente dela, ela ergueu o queixo. O cheiro dele — sabonete, sal, homem — invadiu tudo.
— A gente sabe o que tá fazendo — murmurou ele. — Não tem desculpa de vinho. Não tem “foi sem querer”. Eu quero te foder. Quero te ouvir gemer o meu nome enquanto a gente traí a pessoa que mais confia na gente. Você quer isso de verdade?
— Quero — respondeu Ana, sem hesitar. A verdade saiu crua, molhada de desejo. — Quero que você me beije agora. E depois me foda até eu não conseguir pensar nela.
Ele puxou-a pela cintura. A cadeira raspou no chão. A boca dele desceu sobre a dela com fome acumulada de anos: língua quente, dentes puxando o lábio inferior, mão firme na nuca dela. Ana gemeu dentro do beijo, abriu a boca, chupou a língua dele como se fosse o pau que ela fantasiava. As mãos dela subiram pelo peito largo, sentiram o coração disparado sob a camisa. Ele apertou a bunda dela por cima do short, puxou-a contra o volume duro que já latejava na calça.
O beijo não era doce. Era roubo. Era confissão molhada. Ana enfiou as mãos no cabelo dele, puxou, e Sérgio respondeu pressionando a pica ereta contra a barriga dela, rebolando devagar, sujo, deliberado. Ela sentia a calcinha encharcada grudando nos lábios da buceta, o clitóris latejando a cada atrito.
— Porra, Ana… — ele rosnou contra a boca dela, sem soltar. — Você não sabe há quanto tempo eu quero meter nessa boceta. Quero te ouvir gozar gritando baixinho pra ninguém escutar. Quero te ver se abrir pra mim sabendo que amanhã você vai ter que olhar na cara da Clara e mentir.
Ana tremia inteira. Empurrou a mão dele para baixo, por dentro do short, e guiou os dedos até a renda molhada. Sérgio gemeu quando sentiu o calor, o slick. Passou o dedo médio por cima do clitóris, apertou de leve, e ela arqueou as costas, o beijo se quebrando num gemido alto.
— Continua — pediu ela, ofegante. — Me toca. Me beija. Me usa. Eu quero carregar o cheiro de você quando ela voltar.
Ele a ergueu da cadeira de uma vez, a sentou na beirada da mesa, espalhou as coxas dela e se encaixou entre elas. Continuaram se beijando com violência doce, línguas brigando, enquanto a mão dele esfregava o pau por cima da calça contra a buceta coberta dela, só o short e a calcinha entre os dois. Ana puxou a camisa dele para cima, mordeu o peito, chupou o mamilo, e Sérgio xingou baixo, a mão agora dentro da calcinha, dois dedos deslizando entre os lábios inchados, entrando devagar só até a primeira falange, só o suficiente para ela se contorcer.
— Tão molhada… — sussurrou ele no ouvido dela. — Tão pronta pra trair. Imagina se ela abrisse a porta agora. Te ver assim, de perna aberta pra mim, gemendo.
Ana gozou só da frase, um espasmo curto, agudo, os músculos da buceta apertando os dedos dele. Ela enterrou o rosto no pescoço de Sérgio e mordeu a pele para não gritar alto demais. Ele segurou a nuca dela, continuou beijando, lambendo, mastigando o lábio enquanto os dedos saíam e voltavam, molhados até a base.
Quando o orgasmo passou, ela ainda tremia. Sérgio tirou a mão, levou os dedos à boca e chupou o gosto dela na frente dos olhos dela. Ana quase gozou de novo só de ver.
— Quarto — ordenou ele, a voz áspera. — Agora. Eu quero te comer devagar. Quero te ver de quatro. Quero te foder até você esquecer o nome do seu marido e lembrar só do meu. E amanhã a gente vai fingir que nada aconteceu… ou talvez não.
Ana saltou da mesa, as pernas bambas. Pegou a mão dele — a mesma mão que ainda cheirava a ela — e puxou na direção do corredor. O coração batia na garganta. Cada passo era uma escolha consciente: trair Clara, trair o próprio casamento, entregar-se ao homem que sempre fora proibido. Na porta do quarto de casal — o quarto de Clara e Sérgio — ela parou um segundo, olhou para trás, e viu o desejo cru no rosto dele.
— Entra — disse ela. — Me fode como se eu fosse só sua.
Sérgio a empurrou para dentro, fechou a porta com o pé, e o beijo recomeçou ainda mais sujo, mãos arrancando blusa, short, sutiã. O peito nu dela bateu no peito dele. A pica dele saltou livre quando ela abriu o zíper, pesada, grossa, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ana asegurou com as duas mãos, deslizou o polegar na fenda, e murmurou contra a boca dele:
— Vai ser a primeira vez. Mas não vai ser a última. Eu já sei.
Ele a deitou na cama que cheirava a Clara, abriu as pernas dela de novo, e se ajoelhou entre elas, o olhar fixo na buceta inchada e molhada. O mar batia lá fora. O vinho ainda estava na mesa. E o desejo, consciente e imperdoável, engolia os dois inteiros enquanto Sérgio baixava a cabeça e passava a língua quente bem no meio dela, sem pressa de chegar ao fim — só de começar de verdade o que os dois já tinham escolhido.
A língua quente de Sérgio continuou lamiendo devagar, abrindo os lábios inchados da boceta de Ana com a ponta grossa, chupando o clitóris inchado como se quisesse sugar até a alma dela. Ana arqueou as costas na cama de casal, os peitos subindo e descendo ofegantes, os dedos enfiados no cabelo escuro dele. O gosto dela o enlouquecia — doce, salgado, traidor. Ele grunhiu contra a carne molhada e ela estremeceu inteira.
— Sofá — rosnou ele de repente, a voz rouca de desejo acumulado. — Quero te comer na sala. Quero te ver gozar onde a Clara senta toda noite.
Ana nem pensou. As pernas bambas, o corpo nú e brilhante de suor, deixou-se ser erguida no colo firme dele. Sérgio a carregou pelo corredor como se ela não pesasse nada, a pica dura batendo na coxa dela a cada passo. Na sala ampla, a luz baixa da luminária de piso e o cheiro de madeira quente misturado ao mar, ele a jogou no sofá largo de tecido bege. O assento afundou sob o peso dela.
— Fica quietinha, vadia — ordenou, apegada safada nas coxas, abrindo-as com força. Mesmo já nu, ele fingiu arrancar o que restava: puxou a calcinha que ainda pendia de um tornozelo e arremessou longe. As mãos grandes apertaram os peitos dela, os polegares esfregando os mamilos duros até ela gemer alto. Depois desceu de joelhos no tapete, enterrou o rosto entre as pernas abertas e atacou a boceta encharcada com fome de anos.
A língua larga lambeu de baixo pra cima, penetrou o buraco apertado, chupou, mordeu de leve os lábios inchados. Ana gritou, as unhas cravadas no encosto do sofá. Ele chupava o clitóris ritmado, dois dedos entrando fundo, curvando, fodendo ela enquanto a boca trabalha sem piedade. O molhado dela escorria pelo queixo dele, pingava no tecido. Ana rebolava contra a cara dele, desesperada.
— Sérgio… porra… assim… — gemia, a voz quebrada. O orgasmo veio violento, o primeiro daquela noite no sofá: a boceta latejando, esguichando um pouco na boca dele, as coxas tremendo sem controle, o grito abafado só porque ela mordeu o próprio braço. Ele não parou. Continuou lambendo os espasmos até ela empurrar a cabeça dele, ofegante, pedindo ar.
Sérgio se levantou, o pau pesado e grosso saltando na frente do rosto dela, a cabeça vermelha brilhando. Cuspiu na mão, passou no comprimento e virou Ana de uma vez só. De quatro no sofá, a bunda empinada, o rosto afundado nas almofadas que cheiravam a Clara. Ele segurou a cintura dela com pegada firme, encaixou a pica grossa na entrada escorrendo e enterrou de uma cavadada só até as bolas baterem nela.
— Aí, porra — ele gemeu, começando a foder com força. Cada estocada fazia o sofá ranger. Ele puxou o cabelo dela pra trás, arqueando o pescoço, e sussurrou quente no ouvido enquanto metia fundo: — Olha só pra você, Ana. Vadia traidora. Adora o pau do marido da sua melhor amiga, né? Essa boceta molhada só pra mim. Clara confia em você… e você tá aqui se abrindo toda, gemendo pro meu pau. Fala. Fala que você é uma putinha de traição.
— Sou… sou uma vadia traidora… adoro seu pau… fode mais forte… — Ana soluçava de prazer, empurrando a bunda pra trás pra engolir ele inteiro. O cabelo puxado ardia gostoso. Ele metia ríspido, profundo, a mão livre espalmando a bunda dela, deixando marca vermelha. O som molhado de pele batendo em pele enchia a sala. Ana gozava de novo só da humilhação safada, os músculos apertando o pau dele em ondas.
Sérgio puxou para fora de repente, o pau latejando e brilhando de porra dela. Deitou no sofá, puxou Ana por cima: — Senta. Cavalga. Quero ver essa cara de puta enquanto você se fode sozinha no meu pau.
Ana montou de frente, guiou a pica grossa de volta pra dentro e desceu até o fundo num gemido alto e rouco. Começou a rebolar desesperada, os peitos balançando na cara dele. Sérgio mordeu um mamilo, chupou forte, as mãos agarrando a cintura dela pra ajudar no ritmo. Ela rebolava em círculos, subia e descia batendo a bunda nas coxas dele, o clitóris raspando na base do pau a cada movimento. Gemidos altos, sem vergonha agora — a casa era só deles naquela noite.
— Assim… rebola gostoso… toma tudo… — ele rosnava, subindo o quadril pra encontrar as estocadas dela. Ana se jogava pra frente, as mãos no peito largo dele, o cabelo grudado de suor no rosto. O orgasmo subiu nos dois ao mesmo tempo: ela sentiu o pau latejar, inchar ainda mais, e apertou tudo. Ele gozou gritando o nome dela, jorrando quente e grosso lá no fundo, enchendo a boceta. Ana veio junto, gozando em espasmos longos, a buceta milhando, o corpo inteiro tremendo enquanto rebolava até a última gota.
Ofegantes e suados, eles ficaram parados. Ana ainda empalada nele, o gozo escorrendo devagar pela coxa. Os olhares se cruzaram. Sem palavras no começo. Os dois sabiam. Aquilo mudaria tudo para sempre. Não tinha volta. A amizade, o casamento dela, o dele — tudo agora carregava o cheiro daquela trepada.
Ana se levantou devagar, as pernas trêmulas. Pegou a roupa espalhada — a blusa branca, o short, a calcinha molhada — e vestiu-se sem pressa, sentindo o sêmen dele escorrer e sujar o tecido. Sérgio ficou sentado no sofá, o peito subindo e descendo, o olhar fixo nela. Quando ela terminou, inclinou-se e o beijou pela última vez naquela noite: língua lenta, cúmplice, safada, um beijo que prometia mais.
— A gente guarda isso — sussurrou ela contra a boca dele. — Segredo proibido. Lembrança quente. Mas eu já tô molhada de novo só de pensar em repetir. Assim que der… me chama.
Ele segurou o queixo dela: — Eu também. Vai ser difícil fingir depois. Mas porra… valeu cada segundo.
Ana sorriu de lado, aquele sorriso de quem acabara de trair e gostara demais. Saiu da sala, atravessou a varanda, abriu a porta da casa de praia. O ar salgado da madrugada bateu no rosto. Ela deu o primeiro passo para a areia, o corpo ainda latejando, o desejo já queimando de novo…
E foi quando os faróis de um carro iluminaram a entrada da casa. O motor desligou. Uma porta bateu. A voz inconfundível de Clara ecoou na escuridão, cansada e alegre:
— Sérgio? Ana? Que surpresa, voltei mais cedo!
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