Uma Noite Só com o Produtor Negro

Aos 28 anos, a cantora Clara fode gostoso com o produtor negro Jamal de 35 no estúdio de São Paulo.

11 min read September 20, 2026New

No luxuoso estúdio de gravação escondido no bairro de Pinheiros, em São Paulo, as luzes suaves dos painéis de mixagem piscavam baixinho, criando sombras que dançavam pelas paredes acústicas forradas de espuma preta. Eram quase duas da manhã e a equipe toda já havia ido embora, deixando apenas o zumbido leve do ar-condicionado e o coração acelerado de Clara. Aos 28 anos, a cantora morena curvilínea sabia que aquela noite mudaria tudo. Seu corpo, com quadris largos, cintura marcada, seios fartos que pressionavam o tecido fino do vestido preto justo e uma bunda redonda que balançava a cada passo, parecia pulsar de expectativa. Ela estava sozinha com Jamal, o produtor negro americano de 35 anos, renomado por transformar vozes em hits mundiais. Ele era alto, quase dois metros de pura presença, músculos definidos sob a camiseta justa cinza, pele escura reluzindo como ébano polido, braços grossos e veias marcadas que Clara passava semanas imaginando apertando sua carne.

A tensão vinha se construindo havia semanas. Durante as sessões diurnas, os olhares demorados, os “acidentes” de dedos roçando na lombar dela ao ajustar o microfone, o jeito como Jamal mordia o lábio inferior quando Clara soltava um gemido mais sensual na gravação de um refrão. Ela sentia a buceta latejar só de lembrar. Agora, com o estúdio vazio, o ar parecia pesado, carregado de desejo cru.

— Vamos ouvir de novo esses últimos vocais, Clara. Sua voz tá diferente hoje... mais molhada, mais safada — murmurou Jamal, a voz grave e rouca com aquele sotaque americano que fazia as pernas dela tremerem. Ele se aproximou por trás da cadeira giratória onde ela estava sentada, o peito largo quase encostando nas costas dela. O cheiro dele, mistura de madeira escura, suor limpo e colônia cara, invadiu tudo.

Clara sentiu um arrepio subir pela espinha. Ela girou a cadeira devagar, cruzando as pernas de propósito para que o vestido subisse e revelasse a coxa grossa e macia. Seus olhos castanhos encontraram os dele, escuros e famintos.

— Você acha mesmo, Jamal? Ou tá elogiando minha voz pra disfarçar que tá olhando pros meus peitos o tempo todo? — Ela sorriu provocante, mordendo o canto do lábio inferior. Por dentro, Clara pensava: “Desde o primeiro dia que ele pisou aqui, eu molho a calcinha imaginando esse homem me dominando. Quero sentir cada centímetro daquele volume que ele esconde na calça jeans.”

Jamal riu baixo, um som que vibrou no peito largo, e se inclinou mais, apoiando as mãos grandes nos braços da cadeira, prendendo-a ali sem tocar.

— Sua voz é sensual pra caralho, Clara. Mas esse corpo... porra, morena. Essas curvas brasileiras me deixam louco. Olha o tamanho dessas coxas, essa bunda que eu passei semanas querendo agarrar. Você sabe o que faz comigo, não sabe?

O elogio direto acendeu algo selvagem nela. Clara se levantou devagar, empurrando o peito dele com as duas mãos até que as costas de Jamal encontrassem o sofá de couro preto encostado na parede do estúdio. O corpo dele era sólido, quente, imponente. Ela sentiu a ereção grossa roçando contra sua barriga e gemeu baixinho.

— Eu sei sim. E eu quero sentir esse pau grande que você carrega. Quero agora, Jamal. Desde o primeiro dia eu fico molhada imaginando você me fodendo gostoso aqui mesmo no estúdio. Me usa. Me come. Eu tô encharcada só de falar isso.

O desejo explícito e consensual incendiou os dois. Jamal segurou o rosto dela com firmeza, mas sem violência, os dedos longos e escuros contrastando com a pele morena-clara de Clara, e a puxou para um beijo urgente. As bocas se chocaram, línguas se enroscando quentes e molhadas, saliva trocada com fome. Ele apertou a bunda dela por baixo do vestido, levantando o tecido, sentindo a carne macia transbordar entre seus dedos. Clara gemeu na boca dele, esfregando a buceta já latejante contra a coxa grossa de Jamal.

Com pegada dominante e totalmente consentida, Jamal a virou de costas e a colocou de quatro sobre o sofá largo. O vestido subiu até a cintura. Ele arrancou a calcinha rendada com um puxão firme, revelando a buceta inchada, brilhante de tesão, os lábios morenos reluzindo. Jamal abriu o zíper da calça e libertou o pau: grosso, pesado, veias saltadas, quase 23 centímetros de carne negra escura e cabeça rosada brilhante de pré-gozo.

— Olha como você tá pingando pra mim, Clara. Essa bucetinha morena toda molhada querendo levar rola preta. — Ele cuspiu na própria mão, passou na cabeça do pau e meteu fundo numa estocada só.

Clara soltou um gemido alto, quase um grito, as unhas cravando no couro do sofá. A sensação de ser aberta, esticada ao limite pelo tamanho dele era avassaladora.

— Ai, caralho! Que pauzão, Jamal! Tá me rasgando todinha... mete mais fundo, por favor! Me fode forte!

Ele segurou os quadris dela com força, os dedos escuros marcando a pele morena, e começou a estocar ritmado, fundo, pesado. O som molhado de carne batendo ecoava no estúdio. Cada vez que ele enterrava tudo, as bolas pesadas batiam no clitóris dela. Clara empinava a bunda mais, pedindo mais, o suor já escorrendo entre os seios.

— Isso, toma meu caralho negro, sua safada. Olha a diferença... minha pele preta batendo nessa sua bunda morena gostosa. Você engole tudo, porra. Sua buceta aperta meu pau como se não quisesse soltar nunca.

Depois de minutos intensos, Jamal a virou de frente, levantou uma das pernas grossas dela sobre o ombro e meteu novamente, agora olhando nos olhos dela. As estocadas eram ainda mais fortes, profundas, o sofá rangendo. Clara agarrava os ombros dele, unhas cravadas na carne escura, gemendo alto, sem vergonha.

— Mais forte, Jamal! Me arromba com essa rola grande! Eu adoro sentir você me preenchendo inteira... nunca fui fodida assim na vida.

Ele saiu de dentro dela de repente, o pau brilhando com os sucos dela, e Clara não precisou de ordem. Ajoelhou-se no chão do estúdio, boca aberta, olhos cheios de luxúria. Segurou o pau grosso com as duas mãos e chupou com vontade, lambendo da base até a cabeça, engolindo o máximo que conseguia até engasgar, lágrimas escorrendo pelo canto dos olhos. O som obsceno de gluck-gluck enchia o ambiente enquanto Jamal segurava os cabelos ondulados dela e fodia sua garganta devagar.

— Isso, engole meu pau, Clara. Chupa gostoso essa rola preta que vai te encher de porra. Olha como sua boca branca fica esticada ao redor de mim... que visão deliciosa.

Os dois estavam suados, peles brilhando sob as luzes fracas, respirando pesado, trocando safadezas sobre o contraste de cor, sobre como o tamanho dele a abria como ninguém, sobre como ela era uma morena gulosa por pau negro. Jamal a puxou de volta para o sofá, sentou-se e deixou que ela subisse nele. Clara cavalgou devagar no começo, sentindo cada veia do pau grosso deslizar dentro da buceta encharcada, depois acelerou, os seios pulando dentro do vestido meio arrancado, os gemidos virando gritos.

— Vou gozar, Jamal! Goza comigo... me enche toda!

O orgasmo os atingiu juntos. Clara tremeu violentamente, buceta apertando o pau dele em espasmos fortes enquanto Jamal jorrava porra quente, grossa, em jatos longos bem no fundo dela. Os dois ficaram abraçados, suados, rindo baixinho de puro prazer e alívio, o pau ainda meio duro dentro dela, porra escorrendo devagar pelas coxas morenas.

Clara beijou o peito largo e escuro dele, traçando a língua no mamilo escuro, sentindo o gosto salgado de suor.

— Isso foi... porra, eu quero repetir sempre que der, Jamal. Quero você me fodendo em todas as sessões, em todos os cantos desse estúdio.

Jamal apertou a bunda dela com as duas mãos grandes, ainda sentindo os espasmos residuais da buceta dela ao redor do pau, e sorriu com aqueles dentes brancos contrastando na pele negra.

— A próxima sessão vai ser bem mais longa e bem mais suja, Clara. Vamos sujar esse estúdio inteiro. Mas olha... ainda tô sentindo você latejando em mim. A noite tá só começando e eu ainda quero te virar de novo nesse sofá, te colocar contra o vidro da cabine e te comer até o sol raiar. O que você me diz, morena?

Ele a puxou para um beijo lento, profundo, línguas se acariciando com calma agora, mas as mãos dele já deslizavam novamente entre as pernas dela, dedos grossos roçando o clitóris sensível e a mistura de porra e mel que escorria. O beijo se aprofundou, o desejo voltando a crescer, os corpos ainda colados, a tensão sexual longe de acabar. Havia muito mais daquela noite dentro daquele estúdio, e os dois sabiam que mal haviam começado a explorar tudo o que queriam fazer um com o outro. O pau dele deu um salto dentro dela novamente, pronto para mais, enquanto o beijo se tornava mais urgente e as mãos exploravam com fome renovada.

Clara sentiu o pau de Jamal inchar e pulsar dentro dela mais uma vez, o calor latejante esticando suas paredes internas enquanto o beijo se tornava feroz. As línguas se esfregavam com urgência renovada, saliva escorrendo pelos cantos da boca dela, e a morena de 28 anos cravou as unhas nos ombros largos do produtor, sentindo os músculos negros se contraindo sob seus dedos. “Porra, ele ainda não terminou comigo... esse caralho parece vivo, me enchendo de novo como se a primeira gozada não tivesse sido nada”, pensou ela, o corpo tremendo de tesão renovado. Seus quadris largos se mexiam devagar, cavalgando sutilmente sobre ele no sofá, a mistura cremosa de porra e mel escorrendo pela base grossa da rola preta e molhando as bolas pesadas dele.

Jamal grunhiu no beijo, as mãos grandes apertando a bunda redonda dela com força possessiva, os dedos escuros afundando na carne morena macia. Ele a ergueu de uma vez, ainda enterrado até o fundo, as pernas grossas de Clara envolvendo sua cintura como se fosse instinto. Caminhou com ela assim, cada passo fazendo o pauzão deslizar e bater no fundo da buceta encharcada, arrancando gemidos roucos da cantora. Parou diante do vidro grosso da cabine de gravação, o reflexo dos corpos iluminados pelas luzes baixas do estúdio criando uma visão obscena: a pele ebano dele contrastando violentamente com o tom moreno-claro dela, os seios fartos esmagados contra o peito largo.

— Contra o vidro, morena. Quero que você veja como essa buceta gulosa engole minha rola preta inteira — rosnou Jamal, a voz grave vibrando no peito dele. Com um movimento fluido, virou Clara de frente, pressionando os seios pesados e os mamilos duros contra a superfície fria. Ela arqueou as costas, empinando a bunda, e ele meteu de novo numa estocada brutal, o som molhado ecoando no estúdio vazio. Clara gritou de prazer, as mãos espalmadas no vidro, o vapor da respiração embaçando o reflexo enquanto Jamal segurava seus quadris com pegada dominante.

Cada estocada era mais funda que a anterior, o pau de 23 centímetros abrindo-a ao limite, as veias salientes raspando nas paredes sensíveis. “Ai, caralho... ele tá me arrombando de verdade agora. Olha no reflexo... minha buceta morena toda esticada ao redor dessa coisa grossa e negra. Eu sou a putinha dele, só quero levar mais”, pensava Clara, os olhos castanhos fixos no vidro, vendo as bolas pesadas batendo contra seu clitóris inchado a cada vez que ele enterrava tudo. O suor escorria pelas costas dela, pingando na curva da espinha, e Jamal lambeu uma trilha salgada desde o ombro até a nuca, mordendo de leve enquanto acelerava o ritmo.

— Olha pra gente, Clara. Olha como minha pele preta bate nessa sua bunda brasileira gostosa. Você foi feita pra isso, porra. Feita pra levar rola de preto no estúdio vazio. Geme mais alto, vai... quero que o som fique gravado nas paredes — ordenou ele, uma mão subindo para apertar um seio, torcendo o mamilo entre os dedos grossos. Clara obedeceu, os gritos virando um canto safado e descontrolado, a buceta contraindo em espasmos ao redor dele. O vidro tremia com a força das investidas, o reflexo borrado pelo suor e pela respiração ofegante dos dois.

Ele a virou novamente depois de longos minutos, tirando o pau brilhante de dentro dela com um ploc molhado. Clara caiu de joelhos no chão acarpetado, boca aberta, língua para fora, sem precisar de comando. Segurou o caralho negro com as duas mãos, sentindo o peso, as veias pulsando, o cheiro forte de sexo misturado ao suor dele invadindo suas narinas. Lambeu da base até a cabeça rosada, saboreando o gosto azedo da própria buceta misturado com a porra dele que ainda escorria. Engoliu o máximo que conseguiu, garganta se abrindo, olhos lacrimejando enquanto Jamal segurava seus cabelos ondulados e fodia sua boca com estocadas controladas mas profundas.

— Isso, chupa tudo, sua safada de 28 anos. Engole essa rola que acabou de sair da sua bucetinha morena. Olha como seus lábios ficam brancos esticados ao meu redor... que visão, caralho. Você mama melhor que qualquer vocal que já gravou — grunhiu ele, os músculos do abdômen negro se contraindo visivelmente. Clara sentia a garganta ardendo, mas o tesão era maior; babava profusamente, o líquido escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos seios ainda presos no vestido rasgado. “Quero que ele me use até eu não aguentar mais. Essa diferença de cor me deixa louca... preto dominando morena no meio da noite paulista”, pensava ela, uma mão descendo para esfregar o clitóris inchado enquanto chupava.

Jamal a puxou para cima, jogando-a de bruços sobre a mesa de mixagem. Os botões e faders frios pressionavam a barriga e os seios dela, mas Clara nem ligava. Ele abriu as pernas grossas dela, cuspiu na buceta já destruída e meteu novamente, agora por trás, o corpo grande cobrindo o dela completamente. As estocadas eram brutais, o sofá rangia antes, agora a mesa inteira sacudia. O som de carne molhada contra carne molhada enchia o ar junto com os gemidos dela e os grunhidos roucos dele.

— Me diz que essa buceta é minha agora, Clara. Diz que toda vez que entrar nesse estúdio vai molhar só de lembrar do meu pau negro te rasgando — exigiu Jamal, uma mão descendo para beliscar o clitóris dela enquanto metia sem parar. Clara mal conseguia formar palavras, mas conseguiu gritar entre um gemido e outro:

— É sua, Jamal! Essa buceta morena é toda sua... me fode sempre que quiser, me enche de porra preta quantas vezes precisar! Eu sou sua puta brasileira de 28 anos, caralho!

O orgasmo veio como uma onda avassaladora. Clara tremeu violentamente, as pernas cedendo, a buceta apertando o pau dele em contrações ritmadas e fortes, esguichando um pouco de mel claro que escorreu pelas coxas. Jamal rugiu, enterrando até o talo e jorrando mais porra quente, grossa, em jatos longos que transbordaram imediatamente, escorrendo pela mesa de mixagem e pelas pernas dela. Os corpos ficaram colados, suados, tremendo, o pau ainda enterrado fundo enquanto os espasmos finais os sacudiam.

No meio do afterglow, com a respiração ainda pesada e irregular, Clara sentia o calor do peito largo dele contra suas costas, o pau meio mole pulsando fracamente dentro dela, a mistura viscosa de gozo escorrendo devagar pela parte interna de suas coxas morenas. O estúdio cheirava a sexo cru, suor e desejo satisfeito. O coração dela martelava contra as costelas, os músculos internos ainda contraíam levemente ao redor dele, e um sorriso cansado começou a se formar em seus lábios entreabertos quando...

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