Sua Esposa Pintando Enquanto Eu a Possuo
O marido viaja e eu como a buceta da esposa dele de 28 anos, minha amiga casada, enquanto pinto seu retrato nu.
O ateliê de Lucas cheirava a tinta a óleo, terebintina e o suor abafado de um fim de tarde quente em São Paulo. Ele tinha trinta e dois anos, as mãos manchadas de carvão e um jeans gasto que mal disfarçava o volume já inquieto entre as pernas. Clara chegou pontualmente, vinte e oito anos, casada, a mesma boca carnuda que ele vinha evitando há meses nos jantares em família. O marido dela, Wesley, seu melhor amigo de infância, estava numa viagem de trabalho em Brasília — três dias fora, tempo suficiente para o retrato nu que ela tinha encomendado “de surpresa” para o aniversário do casal.
— Você tem certeza disso? — Lucas perguntou, a voz rouca, enquanto fechava a porta do ateliê e trancava. O estúdio era só deles: sofá de veludo verde-escuro, cavalete já armado, luz quente caindo da janela alta.
Clara tirou o vestido sem pressa. Sem sutiã, sem calcinha. Os peitos pesados balançaram, mamilos escuros e duros com o ar-condicionado. A buceta aparada, só uma faixa estreita de pelos, brilhava levemente — ela tinha se preparado. Lucas engoliu seco. Ele já tinha pintado dezenas de modelos, mas nenhuma era a esposa do cara que o conhecera desde os doze anos. Nenhuma tinha trocado aqueles olhares longos por cima da mesa de jantar, a mão dela “sem querer” roçando a coxa dele sob a toalha enquanto Wesley falava de futebol.
— Tenho. Ele vai achar lindo. E eu… eu quero que você me veja assim. — Ela se ajeitou no sofá, as pernas ainda fechadas, um braço sobre o peito num gesto de falsa pudicícia. — Você manda. É o seu trabalho, não é?
Lucas pegou o carvão. O pau latejou contra o jeans. Ele se posicionou atrás do cavalete, mas os olhos não conseguiam ficar só no papel.
— Abre as pernas. Mais. Quero ver a linha da coxa até a virilha. — A voz saiu baixa, profissional demais para esconder o desejo. — E tira a mão. Quero os peitos livres. Segura eles por baixo, empurra pra cima. Como se estivesse oferecendo.
Clara obedeceu. As coxas se abriram, a buceta se separou um pouco, o clitóris inchado visível sob a luz. Ela ergueu os peitos com as duas mãos, os polegares roçando os mamilos sem pudor. Lucas riscava rápido, mas o olhar ficava preso nela. O silêncio engrossou.
— Wesley não te olha assim, né? — ele soltou, sem conseguir segurar.
Ela riu baixo, um som rouco na garganta.
— Wesley mal me fode direito há meses. Chega cansado, mete duas, três estocadas e dorme. Eu fico molhada sozinha no banheiro, me tocando e pensando… — Os olhos escuros dela cravaram nos dele. — Pensando no pau do melhor amigo dele. No seu. Já vi o volume nas calças tantas vezes que perdi a conta. Sempre quis saber se era grosso de verdade.
O carvão tremeu na mão de Lucas. Ele largou o papel. O coração batia duro no peito. Qualquer coisa ali destruiria tudo: a amizade de décadas, o casamento dela, a confiança de Wesley. E ainda assim o sangue descia todo pro pau.
— Continua se tocando — mandou, andando em volta do cavalete. — Aperta os peitos. Abre mais essa buceta com os dedos. Me mostra o que ele não está comendo.
Clara gemeu baixinho, sem vergonha. Os dedos desceram, abriram os lábios inchados, revelaram o buraco brilhante de tesão. Ela circulou o clitóris com o médio, o quadril se mexendo no sofá.
— Eu gozo pensando em você me fodendo neste sofá enquanto ele está longe. Em você lambendo essa buceta até eu gritar. Em engolir seu pau até engasgar. É errado pra caralho, Lucas. A gente não pode.
Ele parou na frente dela. O jeans estava marcado, a cabeça do pau já molhando o tecido. Clara olhou direto, a língua passando nos lábios.
— A gente não pode — repetiu ele, a voz falhando. — Mas eu tô duro pra porra só de te ver assim. Sempre quis enfiar a língua nessa buceta casada. Sempre quis te foder até você esquecer o nome do meu amigo.
Ela se sentou um pouco mais ereta, as pernas ainda abertas, os peitos pesados subindo e descendo com a respiração acelerada.
— Então para de desenhar e faz. Beija minha boca. Mete a mão. Eu tô pedindo. Eu quero. Mesmo sabendo que é proibido. Mesmo sabendo que se ele descobrir a gente se fode.
Lucas não resistiu. Ajoelhou entre as coxas dela, agarrou o cabelo na nuca e beijou com fome — língua grossa, dentes roçando lábio, saliva misturando. Clara puxou ele pra perto, a mão descendo direto pro volume no jeans, apertando o pau grosso por cima da calça.
— Porra, é grande mesmo — ela murmurou contra a boca dele, a respiração quente. — Eu sabia. Tira. Me mostra o pau que eu fantasio há meses.
Ele abriu o botão, baixou o zíper. O pau saltou pesado, veias saltadas, a cabeça rosada já pingando pré-porra. Clara envolveu com a mão, a pele macia contrastando com a dureza, e puxou devagar da base até a glande, espalhando o líquido.
— Eu quero esse pau na minha boca. Quero ele arrombando minha buceta enquanto você pinta o resto do retrato depois. Quero gozar no seu colo e voltar pra casa com o cheiro de você escorrendo na calcinha. Wesley nunca vai saber. A gente fode agora e depois finje que nada aconteceu. Você topa?
Lucas empurrou o quadril na mão dela, o pau latejando.
— Topo. Eu quero te foder pra caralho. Quero ouvir você gritando meu nome. Quero ver essa buceta inchada e molhada de tanto levar porra do amigo do marido. É errado, é sujo, e eu tô doido pra isso.
Ele a beijou de novo, mais fundo, a mão subindo para apertar o peito dela com força, o polegar esmagando o mamilo. A outra mão desceu entre as pernas, dois dedos entrando de uma vez na buceta quente e escorregadia. Clara arqueou as costas, gemendo alto no beijo, os músculos apertando os dedos dele.
— Assim… mais fundo. Me fode com a mão enquanto eu chupo você.
Ela se inclinou, a boca descendo pelo peito dele ainda vestido, até envolver a cabeça do pau com os lábios molhados. Chupou com fome, a língua girando, a mão bombando a base. Lucas enfiou os dedos mais fundo, curvando, achando o ponto que fez ela gemer com a boca cheia. O som molhado de saliva e buceta enchia o ateliê.
Ele puxou o cabelo dela só o suficiente para vê-la: boca esticada no pau, olhos molhados de tesão, peitos balançando a cada movimento. A imagem era melhor do que qualquer retrato. O cavalete esquecido, a tinta secando, o casamento de Wesley pendurado por um fio invisível.
— Levanta — mandou ele, a voz grossa. — Vira de quatro no sofá. Quero lamber essa buceta casada até você escorrer na minha cara. Depois eu meto. Devagar primeiro, pra você sentir cada centímetro. Depois fundo e duro, do jeito que ele não te dá.
Clara obedeceu, o rabo empinado, a buceta exposta e brilhando. Lucas ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e passou a língua inteira da entrada até o clitóris, chupando com barulho. Ela gritou no sofá, os dedos se agarrando ao veludo.
— Porra, Lucas… não para. Me come. Me fode. Eu preciso do seu pau agora.
Ele se levantou, alinhou a cabeça grossa na entrada molhada, roçou sem entrar ainda, só espalhando o pré-gozo nela. O peito de ambos subia e descia. O ar estava carregado de suor, tesão e a certeza do pecado.
— Diz de novo que quer — exigiu ele, a voz rouca no ouvido dela, o pau latejando contra a buceta. — Diz que quer ser fodida pelo amigo do seu marido enquanto ele viaja.
— Eu quero — ela gemeu, empurrando o quadril pra trás, tentando engolir a glande. — Quero seu pau grosso arrombando minha buceta. Quero gozar gritando seu nome. Fode sua amiga casada, Lucas. Me possui. Agora.
Ele segurou o quadril dela com força, a ponta do pau já entrando um pouco, o calor apertando. O beijo anterior ainda queimava na boca. O retrato nu mal começado. A amizade e o casamento prestes a virarem cinza se alguém descobrisse. E mesmo assim ele empurrou mais um centímetro, sentindo ela se abrir pra ele, molhada e faminta.
O telefone de Wesley vibrou no bolso da jaqueta de Clara, esquecido no chão. Nenhum dos dois se mexeu para atender. Lucas estava com metade do pau dentro dela, o restante esperando, o coração disparado, a mente gritando que ainda dava tempo de parar — e o corpo inteiro recusando.
Ele se inclinou sobre as costas dela, beijou a nuca suada e sussurrou:
— A gente vai se foder se ele descobrir. E mesmo assim eu vou te foder até você não conseguir andar direito. Presta atenção no meu pau entrando. Sente.
Clara empurrou de volta, engolindo mais, um gemido longo e sujo escapando da garganta enquanto o ateliê inteiro parecia prender a respiração junto com eles.
Ele enterrou o pau até o fundo num só empurrão brutal, abrindo a buceta casada de Clara com força. Ela gritou no sofá de veludo, os dedos cravados no tecido, a bunda tremendo contra a virilha dele. Lucas segurou os quadris dela com as duas mãos manchadas de carvão e começou a meter fundo, o pau grosso sumindo e reaparecendo brilhante de porra dela. O cheiro de sexo misturado com tinta a óleo invadia o ateliê quente. Ele pensava no amigo em Brasília, no telefone vibrando no chão, e metia mais forte ainda, as bolas batendo na bunda dela com estalos molhados.
— Porra, que apertada… — grunhiu ele, suando. — Sua buceta tá me sugando, Clara.
Ela rebolava pra trás, engolindo cada centímetro, a boca aberta num gemido contínuo. Lucas puxou o pau quase todo pra fora e a levantou de uma vez, girando o corpo dela e empurrando-a de pé contra a parede branca do estúdio. As costas suadas de Clara bateram na superfície fria, os peitos pesados colados no concreto. Ele ergueu uma perna dela, enfiou o pau de novo de uma cajadada só e começou a foder em pé, estocadas secas e profundas que faziam o corpo dela tremer inteiro. O pau entrava até o fundo, a cabeça batendo no colo do útero, a buceta escorrendo mel escorrendo pelas coxas.
— Me fode, cunhado safado! — ela gritou, a voz rouca, as unhas arranhando a parede. — Isso, mete forte nessa buceta casada! Quebra ela! Eu quero sentir seu pau grosso me abrindo enquanto o Wesley nem imagina!
Lucas agarrou o cabelo dela na nuca, puxou a cabeça pra trás e meteu ainda mais fundo, o jeans ainda descido nas coxas, a camisa colada de suor. Ele olhava o rosto dela no perfil, a boca carnuda aberta, os olhos semi-cerrados de tesão puro. Cada estocada fazia os peitos balançarem pesados, os mamilos duros raspando na parede. Ele pensava: essa é a esposa do meu melhor amigo, a buceta que eu sempre quis, e agora ela tá gemendo meu nome como uma puta. O calor apertava o pau, os músculos dela contraíam a cada engolida. Ele mordeu o ombro dela, chupou a pele até marcar, e continuou arrombando sem piedade, o som de pele batendo em pele ecoando no ateliê vazio.
— Fala mais alto — exigiu ele, a voz grossa no ouvido quente dela. — Grita que eu sou o cunhado safado que tá comendo sua buceta enquanto o marido trabalha.
— Me fode, cunhado safado! Me come inteira! — Clara uivou, a perna tremendo no ar, o clitóris inchado raspando na base do pau dele a cada investida. — Eu adoro essa rola! Mais fundo! Arromba sua amiga casada!
Lucas sentiu o gozo dela chegando perto demais. Puxou o pau de dentro de repente, o vazio fazendo ela gemer de protesto. Ele a agarrou pelo cabelo e a jogou no sofá de veludo verde, de costas, as pernas abertas na força. Ajoelhou entre as coxas dela, abriu os lábios inchados com os polegares e enterrou a cara na buceta molhada. A língua larga passou da entrada até o clitóris com fome, chupando o botão inchado, lambendo o mel quente que escorria. Clara arqueou as costas, agarrou a cabeça dele com as duas mãos e empurrou a buceta na boca dele.
— Isso, chupa essa buceta suja… porra, Lucas, não para! — ela gemia, o quadril rebolando na cara dele. — Me come com a língua! Eu tô gozando…
Ele chupava sem dó, dois dedos entrando e saindo rápido enquanto a língua trabalhava o clitóris em círculos molhados. O gosto dela era salgado e doce, o cheiro de sexo puro. Clara gritou alto quando gozou, a buceta pulsando, o mel jorrando direto na boca e no queixo dele. Ele continuou lambendo, engolindo tudo, o rosto encharcado, enquanto ela se contorcia no sofá, as coxas tremendo violentas ao redor da cabeça dele. O orgasmo a fez gemer o nome dele várias vezes, a voz falhando, o peito subindo e descendo descontrolado.
Ainda ofegante, Lucas a virou de quatro no sofá, a bunda empinada, a buceta vermelha e brilhante escorrendo. Ele se posicionou atrás, alinhou o pau grosso e enterrou tudo de uma vez num só golpe seco. Ela gritou de novo. Ele começou a arrombar com força, as mãos agarrando as nádegas, dando tapas estalados na bunda dela que deixavam marcas vermelhas na pele clara. Cada tapa fazia a carne tremer e a buceta apertar o pau.
— Olha só a esposa do meu melhor amigo… — ele falava, a voz suja, metendo fundo e duro, as bolas batendo nela. — Uma vadia que adora levar rola por trás. Olha como essa buceta casada engole meu pau. Você é uma puta, Clara. Uma puta que goza na cara do amigo do marido e depois pede mais. Sente essa rola te arrombando. Wesley nunca te fode assim, né? Nunca te enche de porra como eu vou fazer agora.
Clara rebolava louca, empurrando a bunda pra trás, gemendo putaria sem vergonha.
— Sou uma vadia! Sou a puta do meu cunhado! Fode mais forte! Tapa nessa bunda! Enche essa buceta de porra! Eu quero sentir você gozando dentro! Quero voltar pra casa pingando seu leite!
Lucas metia sem piedade, o suor escorrendo pelo peito, o pau latejando. Ele dava mais tapas, um de cada lado, a bunda dela vermelha e quente. A visão daquele cuzinho apertado se contraindo a cada estocada, da buceta engolindo as veias do pau, o cabelo dela bagunçado caindo nas costas… tudo isso o levava à beira. Ele agarrou o quadril dela com força bruta, enterrou até as bolas e gozou grosso dentro dela. Jatos quentes e pesados enchendo a buceta casada, o sêmen pulsando fundo, vazando pelas bordas enquanto ele continuava metendo devagar, esvaziando tudo. Clara gozou de novo só de sentir o jato quente, a buceta milhando em volta do pau dele, o corpo inteiro tremente.
Eles cairam ofegantes e suados no sofá, o pau dele ainda semi-duro escorregando pra fora, o sêmen grosso escorrendo imediatamente pela coxa interna dela, branco e viscoso misturado com o mel dela. Clara se virou de lado, o sorriso safado abrindo a boca carnuda, o cabelo grudado na testa. Ela passou o dedo na própria coxa, pegou um pouco da porra e chupou o dedo devagar, os olhos fixos nele.
— Vou mandar o Wesley buscar o quadro terminado na semana que vem — disse ela, a voz rouca de tanto gritar, o sêmen ainda pingando devagar. — Ele vai pendurar na sala sem saber que eu gozei nessa buceta pra você pintar cada detalhe.
Lucas riu baixo, a mão passando pela bunda marcada dela, o dedo entrando de leve na buceta molhada só pra sentir a porra quente. Ele se inclinou e beijou a boca dela, o gosto de ambos misturado.
— O próximo retrato vai ser com você rebolando no meu pau — respondeu ele, o olhar escuro selando o pacto. — Toda vez que ele viajar a gente repete. Isso vai virar um vício perigoso e delicioso. Sua buceta é minha quando a casa esvazia.
O sol já baixava pela janela alta, o cavalete esquecido no canto, o telefone de Wesley silencioso no chão. Clara se aconchegou contra o peito suado dele, a mão apertando o pau ainda sujo, e os dois ficaram ali, o secreto latejando entre as pernas dela como uma promessa que ninguém poderia quebrar.
O quadro pronto ia pendurar na sala do casal, e toda vez que Wesley olhasse a nudez da esposa ele estaria olhando exatamente o momento em que o melhor amigo gozou dentro dela.
Rate this story
Algo errado com esta história?
Popular Collections
Browse Categories