Quebra Final no Baile da Empresa

Dois colegas de trabalho, Carlos (28) e Rafael (32), se pegam com tesão no baile da empresa e fodem gostoso numa sala trancada.

11 min read September 25, 2026New

O salão do hotel no Rio brilhava com luzes douradas e o cheiro de perfume caro misturado ao suor quente da pista. Carlos, o analista musculoso de vinte e oito anos, ajustava o colarinho da camisa social enquanto o batia no peito. Os ombros largos e o peito marcado sob o tecido fino chamavam olhares, mas o dele só buscava um: Rafael, o gerente de projetos carismático de trinta e dois anos, rindo alto perto do bar com um whisky na mão.

Desde o primeiro dia no escritório aqueles olhares se cruzavam. Carlos sentia o pau endurecer só de ver Rafael de terno, a bunda firme nas calças bem cortadas, o sorriso safado quando passava pela mesa dele. Agora, no Baile de Fim de Ano, a tensão ardia. A música eletrônica batia forte quando Carlos se esbarrou de propósito em Rafael na pista.

— Porra, Carlos… — Rafael girou, o corpo suado colando no dele. As mãos do mais velho desceram rápido para a cintura larga do analista. — Sempre soube que você me olhava com fome.

Carlos riu baixo, a voz rouca, o pau já latejando contra a coxa de Rafael enquanto os corpos se roçavam deliberadamente no meio da multidão. O suor escorria pela nuca de ambos.

— E você, porra. Desde o primeiro dia eu queria te foder. Via você na reunião e imaginava essa boca chupando meu pau. — Ele apertou a bunda de Rafael por cima da calça, sentindo o volume duro do outro. — Você também, né? Admite.

Rafael lambeu o lábio inferior, os olhos escuros brilhando. Os quadris se mexiam no ritmo sujo da música, os paus duros se esfregando sob as roupas.

— Queria sim. Queria te dar esse cu grosso desde o dia que você chegou. Foder gostoso até não aguentar mais. — O sorriso safado se alargou. — Vem.

Rafael puxou Carlos pelo braço para um corredor escuro nos fundos do salão, longe das luzes e dos olhares. Ali, sem ninguém, a fome explodiu. Rafael empurrou Carlos contra a parede fria e beijou com vontade, língua quente invadindo a boca, dentes puxando o lábio. As mãos de Carlos desceram com força, apertando as nádegas firmes de Rafael, depois escorregando na frente para masturbar o pau grosso por cima da calça social. Rafael gemia no beijo, a mão dele enfiada na frente da calça de Carlos, apertando o volume duro e grosso.

— Porra, que pau grande… — sussurrou Rafael, a respiração quente no ouvido de Carlos. — Eu quero dar o cu pra você. Quero ser usado como uma puta sua. Mete fundo, me fode até eu gozar gritando. Faz de mim o que quiser.

Carlos gemeu alto, o tesão latejando nas veias. O pau dele pulsou na mão de Rafael.

— Caralho, Rafael… fala isso de novo. — Ele mordeu o pescoço do gerente, chupando a pele. — Vou te foder até você não conseguir sentar amanhã.

Eles entraram numa sala de reunião vazia no fim do corredor. Rafael trancou a porta com um clique seco, o coração batendo forte. As luzes baixas da mesa de vidro refletiam os corpos. Em segundos as roupas voavam: gravata, camisa, calça, cueca. Carlos ficou nu primeiro, o peito peludo e os músculos suados, o pau grosso e veiado apontando pra cima, a cabeça rosada pingando pré-gozo. Rafael se despia com urgência, o corpo atlético, a bunda redonda e o cu apertado já se contraindo de antecipação, o pau médio e duro balançando.

— Olha isso… — Carlos passou a mão no peito de Rafael, descendo até apertar o pau e as bolas. — Vai me dar esse cuzinho gostoso agora.

— Quero desde sempre — confessou Rafael, a voz embargada de tesão, se virando e se curvando sobre a mesa de reuniões. — Chupa meu cu primeiro. Me prepara e depois mete tudo.

Carlos se ajoelhou atrás, as mãos abrindo as nádegas firmes. O cheiro masculino e quente de Rafael subiu. Ele lambeu a fenda toda, a língua larga passando no buraco rosado, depois enfiando a ponta, chupando e lambendo como se estivesse morrendo de fome. Rafael gemia alto, a testa apoiada no vidro frio da mesa, os dedos brancos de tanto apertar a borda.

— Isso, porra… chupa mais fundo… ah, caralho, Carlos… — Os quadris empurravam pra trás, pedindo. — Mete a língua, me come com a boca… eu imploro, me fode já.

Carlos cuspiu no cu molhado, enfiou dois dedos e abriu, sentindo o aperto quente. Depois se levantou, alinhou o pau grosso e enterrou de uma vez só, fundo, até as bolas baterem. Rafael gritou de prazer, o corpo dobrado na posição de cachorrinho sobre a mesa.

— Que cu apertado, porra… — Carlos gemeu, metendo forte, as mãos segurando a cintura. Deu um tapa seco na bunda, a marca vermelha aparecendo. — Pede mais, sua puta.

— Mais! Fode mais forte! — Rafael rebolava, engolindo o pau inteiro a cada investida. — Usa meu cu, me fode como quiser… tapa de novo… ah, porra sim!

Os tapas ecoavam, misturados aos gemidos e ao barulho molhado de pele batendo. Carlos metia fundo, o pau sumindo e saindo brilhando de saliva e pré-gozo. Depois puxou Rafael pra cima, se sentou na cadeira executiva e fez o gerente cavalgar.

Rafael abriu as pernas, encaixou o cu no pau grosso e desceu com força, gemendo alto enquanto subia e descia, a bunda batendo nas coxas de Carlos. As mãos no peito do analista, rebolando selvagem.

— Olha como eu fodo seu pau… — gemia Rafael, a voz quebrada. — Tão fundo… goza dentro de mim, enche meu cu…

Carlos segurou as nádegas e empurrou pra cima, gozando com um gemido animal, jatos quentes enchendo o interior apertado. Rafael continuou cavalgando, o pau dele pingando até Carlos o virar de novo, de quatro sobre a mesa. Metendo de novo no cu cheio de porra, fodia sem piedade, uma mão no pau de Rafael masturbando rápido.

— Goza comigo — ordenou Carlos, ofegante, suado. — Goza agora.

Rafael gritou, o corpo tremendo, gozando forte no chão e na mesa enquanto o cu se contraía no pau de Carlos, que gozava de novo, mais jatos quentes. Os dois ficaram ofegantes, suados, o cheiro de sexo grosso no ar da sala trancada.

Depois se limparam rápido com lenços do banheiro da sala, as mãos ainda tremendo. Carlos puxou Rafael pra um beijo sujo, sabores misturados, línguas preguiçosas.

— Amanhã na sua casa — sussurrou Rafael, a voz rouca, o sorriso cúmplice. — Quero de novo. Quero que você me foda a noite inteira.

— Vou te usar até você não aguentar mais — respondeu Carlos, vestindo a camisa ainda suada. — Separados agora. Mas eu já tô duro de novo só de pensar.

Eles saíram em horários diferentes, sorrisos safados no rosto, o tesão ainda latejando. Carlos sentia o gosto de Rafael na boca e já imaginava a cama do gerente no dia seguinte — e o que mais aqueles corpos quentes ainda podiam fazer.

Carlos mal dormiu. O corpo ainda cheirava a Rafael — aquele mix de suor, whisky e porra seca na pele — e o pau acordava latejando toda vez que lembrava do cu apertado engolindo ele até o talo. De manhã cedo, mandou mensagem seca: Endereço. Agora. A resposta veio em segundos, com a localização de um apartamento no Leblon e um áudio rouco de Rafael dizendo “Porta aberta. Já tô pelado e se tocando pensando em você”.

Vinte minutos depois Carlos batia na porta. Rafael abriu só de toalha baixa na cintura, cabelo molhado de banho, peito peludo brilhando, o volume já marcado sob o tecido. Os trinta e dois anos no rosto e no corpo de gerente que passava horas na academia. Carlos, de vinte e oito, entrou sem falar, chutou a porta pra trás e arrancou a toalha num puxão. O pau médio e grosso do mais velho bateu contra a coxa, já pingando.

— Porra, você veio rápido — Rafael riu safado, mas o riso morreu quando Carlos o empurrou contra a parede do corredor e ajoelhou na hora.

Carlos engoliu o pau de uma vez, a garganta abrindo, salivando, chupando fundo enquanto as mãos apertavam a bunda firme. Rafael gemeu alto, dedos enfiados no cabelo curto do analista, empurrando a boca até sentir as bolas no queixo.

— Isso, engole tudo… caralho, que boca quente… — A voz saía quebrada. — Ontem você meteu no meu cu e hoje eu quero gozar na sua garganta primeiro.

Carlos chupou mais forte, a língua enrolando na cabeça, a mão masturbando a base enquanto a outra ia atrás e enfiava dois dedos no cu ainda meio frouxo da noite anterior. Rafael tremeu, o cu se contraindo, e gozou direto na boca com um grito abafado, jatos quentes escorrendo pelo queixo de Carlos. Ele engoliu o que pôde, se levantou e beijou o gerente com a boca cheia de porra, as línguas se misturando no gosto salgado.

— Quarto. Agora — ordenou Carlos, a voz rouca, o pau duro estourando a calça.

Rafael puxou ele pelo corredor até o quarto amplo, cama king bagunçada, cortinas meio abertas deixando a luz do Rio entrar. Em segundos as roupas de Carlos foram pro chão. Nu, o peito largo e peludo, o pau grosso e veiado latejando, ele empurrou Rafael de quatro na cama. Sem cerimônia, cuspiu no cu e enfiou de uma vez só, fundo, até as bolas baterem na pele.

— Ah, caralho! — Rafael gritou, a face enterrada no travesseiro, as mãos apertando o lençol. — Que pau grosso… mete, porra, me fode sem dó!

Carlos agarrou a cintura larga e meteu forte, o barulho molhado de pele batendo ecoando no quarto. Cada estocada fazia a bunda redonda tremer. Ele deu tapas secos, deixando a marca vermelha, e puxou o cabelo de Rafael pra trás, forçando o corpo a arquejar.

— Fala que você é minha puta — ordenou, ofegante, metendo fundo. — Fala que esse cu é meu pra usar quando eu quiser.

— Sou sua puta… — Rafael gemia, a voz embargada, rebolando pra trás engolindo o pau inteiro. — Usa meu cu, Carlos… fode mais forte… quero sentir você rachando eu no meio… porra, assim!

Carlos tirou o pau de repente, virou o corpo do gerente de barriga pra cima e ergueu as pernas, dobrando os joelhos contra o peito. Enfiou de novo, agora olhando nos olhos escuros enquanto metia fundo e seco. O pau sumia e saía brilhando de saliva e pré-gozo. Rafael gemendo alto, uma mão no próprio pau masturbando rápido, a outra puxando Carlos pra um beijo sujo e desesperado.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo — Carlos rosnou contra a boca dele. — Quero ver essa cara de puta quando você gozar no meu pau.

Ele desacelerou de propósito, metendo bem fundo e girando o quadril, a cabeça grossa raspando no ponto certo. Rafael se contorcia, o cu se contraindo com força, o peito subindo e descendo rápido.

— Não para… porra, não para… — A voz saía num fio. — Tô quase… caralho, Carlos, mete tudo… enche de novo…

Carlos voltou a meter com força animal, o suor escorrendo pelo peito peludo e caindo no corpo de Rafael. Uma mão foi pro pau do gerente e masturbou no mesmo ritmo das estocadas. Rafael gritou, o corpo inteiro tremendo, gozando forte entre os dois, jatos quentes sujando a barriga e o peito. O cu apertou de um jeito selvagem e Carlos não aguentou: enterrou até o fim e gozou com um gemido rouco, jatos espessos enchendo o interior quente, pulsando, jorrando mais e mais enquanto o corpo de Rafael se contraía em volta dele.

Ficaram um tempo assim, ofegantes, o pau ainda dentro, a porra escorrendo devagar pela fenda. Carlos se retirou devagar, viu o cu vermelho e aberto pingando, e não resistiu: se abaixou e chupou, lambendo a própria porra que saía, a língua entrando fundo. Rafael gemeu de novo, hipersensível, as pernas tremendo.

— Porra… você é doente… — suspirou, a voz rouca de tesão. — Continua.

Carlos lambeu até limpar quase tudo, depois se deitou ao lado e puxou Rafael pra cima. O gerente montou de frente, encaixou o cu ainda molhado no pau que já voltava a endurecer e desceu devagar, sentindo cada centímetro. Começou a cavalgar com força, a bunda batendo nas coxas, as mãos no peito largo de Carlos, rebolando sujo.

— Olha como eu fodo gostoso o seu pau… — gemia Rafael, suado, o pau médio batendo na barriga a cada descida. — Quero que você me use a noite inteira… me fode em todas as posições… me deixa mancando amanhã no escritório…

Carlos segurou as nádegas firmes e empurrou pra cima, encontrando o ritmo, metendo fundo enquanto Rafael descia. O quarto cheirava a sexo grosso, suor e porra. Ele puxou o gerente pra frente e mordeu o mamilo, chupando forte, a outra mão tapando a bunda no meio da cavalgada.

— Senta mais fundo, puta… — rosnou. — Quero ver esse cu engolindo tudo de novo.

Rafael obedeceu, sentando até o talo e rebolando em círculos, o rosto contorcido de prazer. Carlos sentia o aperto quente, o calor, e o tesão subindo de novo nas veias. Virou os dois de lado sem sair de dentro, ergueu uma perna de Rafael e meteu de lado, fundo e ritmado, a mão no pau dele masturbando lento. Os corpos colados, suados, o beijo molhado e preguiçoso misturado a gemidos baixos.

— Amanhã a gente se vê na reunião… — sussurrou Carlos no ouvido, metendo devagar e fundo. — E eu vou ficar olhando pra essa bunda na calça social sabendo que meu porra ainda tá escorrendo no seu cu.

Rafael riu num gemido, o corpo rebolando contra ele.

— E eu vou ficar de pau duro a reunião inteira… — respondeu, a voz embargada. — Pensando em como você me fodeu feito uma puta barata na sala do hotel e agora de novo na minha cama.

Carlos acelerou de novo, o pau latejando, e gozou pela segunda vez dentro, jatos quentes, o corpo travando enquanto Rafael se contraía e gozava nas mãos dele, sujo, tremendo, o cu milimétrico apertando cada gota. Ficaram abraçados, ofegantes, a luz da tarde batendo nos corpos suados e manchados. Rafael passou a mão no peito peludo de Carlos, o sorriso safado voltando devagar.

— Fica. A noite ainda não acabou — murmurou, a mão já descendo de novo pro pau que começava a reagir. — Quero que você me foda até a gente não conseguir mais andar.

Carlos mordeu o ombro dele, já duro outra vez, e empurrou o corpo do gerente de novo de quatro, pronto pra enfiar tudo outra vez. O apartamento inteiro ia cheirar a eles até o dia seguinte. E no escritório, na segunda, ninguém ia suspeitar por que os dois chegavam mancando e sorrindo do mesmo jeito.

O pau dele sumiu de novo dentro do cu quente e usado, e Rafael gritou de prazer puro.

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