Written by AIEvery story here is written by an AI. Tell it what you want and it writes it for you →
Ask the writer →

Rendição no Estúdio: Meu Novo Companheiro de Apartamento Finalmente Invadiu Meu Cu

Rafael, de 32 anos, comeu o cu guloso do fotógrafo Lucas, de 28, no estúdio até ele gozar sem tocar no pau.

12 min read September 26, 2026New

Do loft amplo em São Paulo, com suas janelas que davam vista para os prédios iluminados do bairro, eu, Lucas, fotógrafo de 28 anos, dividia o espaço com Rafael havia exatamente duas semanas. Ele, personal trainer de 32 anos, tinha um corpo que parecia esculpido em pedra: 1,87m de altura, pele bronzeada de tanto sol nos treinos ao ar livre, cabeça raspada, barba bem aparada e músculos que se contraíam a cada movimento. O pau dele, mesmo em repouso, marcava volume na cueca, e as coxas grossas pareciam capazes de me esmagar se ele quisesse. Eu não era de ficar atrás — moreno, cabelo castanho curto bagunçado, olhos escuros e uma bunda redonda, empinada e macia que sempre chamava atenção —, mas fingia que o desejo não existia.

Rafael não ajudava em nada. Desde o terceiro dia, ele começou a andar pelo loft só de cueca boxer, geralmente preta e justa, que mal continha a rola grossa e as bolas pesadas. O tecido colava na pele suada depois dos treinos, delineando cada veia e contorno. Eu tentava trabalhar nas edições de fotos no computador, mas ele passava pela sala, parava na cozinha pegando água e soltava sem filtro: “Porra, Lucas, essa sua bunda é uma tentação do caralho. Olha como ela balança quando você anda. Tá me deixando com a rola meia-bomba o dia inteiro, cara.”

Meu cu piscava involuntariamente toda vez. Eu sentia o calor subir pela espinha, o pau endurecendo devagar dentro da calça, latejando contra o tecido. Por dentro eu gritava de tesão: “Se ele soubesse como eu quero me render, como eu quero que ele me domine, me segure pelos quadris e enfie essa rola grossa até o fundo do meu cu guloso…”. Mas eu fingia indiferença, revirando os olhos e respondendo seco: “Rafael, vai vestir uma roupa, pelo amor de Deus. A gente mal se conhece direito e você já quer falar da minha bunda o tempo todo?” Ele só ria, aquele riso grave e safado que reverberava no peito largo, e passava roçando o ombro em mim, deixando o cheiro de suor limpo e colônia masculina no ar.

A provocação virou rotina. Uma noite, depois de um dia pesado, eu estava curvado ajustando os softboxes no canto do loft que eu usava como estúdio. A calça jeans marcava minha bunda. Rafael veio por trás, parou a menos de um metro e murmurou: “Se continuar empinando esse rabo assim pra mim, eu vou parar de ser bonzinho, Lucas. Essa bunda foi feita pra sentar numa rola, e a minha tá louca pra invadir ela.” Meu coração disparou. Senti o cu contrair de desejo puro, imaginando ele me abrindo, me dominando. O pau ficou tão duro que doeu. “Você é um provocador filho da puta”, respondi, a voz saindo rouca apesar do esforço para soar casual. Ele sorriu, deu meia-volta e foi embora balançando aquela bunda musculosa dele na cueca, sabendo exatamente o efeito que causava.

Os dias seguintes foram uma tortura lenta e deliciosa. De manhã, ele preparava o shake pós-treino sem camisa, cueca baixa nos quadris, o V do abdômen apontando direto pro volume. “Olha só pra você, Lucas… todo concentrado no trabalho, mas eu sei que tá pensando na minha rola. Essa bunda sua me acorda de tesão todo dia.” Eu ia pro quarto depois, trancava a porta, baixava a calça e batia uma punheta rápida e desesperada, mordendo o braço pra não gemer alto o nome dele enquanto imaginava ele me chamando de puto e me arrombando sem piedade. O desejo mútuo pairava no ar, denso, mas nenhum dos dois tinha cruzado a linha ainda. Até a sessão de fotos.

Eu propus fazer um ensaio erótico pro portfólio novo dele. “Vai bombar suas vendas online, Rafael. Fotos sensuais, corpo oleado, luz dramática. Profissional, mas quente.” Ele aceitou na hora, com um brilho predatório nos olhos que fez meu estômago revirar. Na tarde marcada, o estúdio estava pronto: luzes suaves laterais, backdrop preto, tripé posicionado. Rafael surgiu usando só uma sunga mínima preta, o tecido esticado ao limite pelo pau semi-duro. O óleo brilhava nos ombros largos, no peitoral definido, escorrendo pelos gomos do abdômen até sumir na virilha. Ele estava absurdamente gostoso.

Eu ajustava a câmera, mas minhas mãos tremiam. “Posa de lado primeiro. Braço flexionado, olhar pra lente como se quisesse foder quem tá olhando.” Ele obedeceu, mas os olhos não estavam na câmera — estavam em mim. A cada clique, ele mudava de posição, virava de costas, empinava levemente a bunda musculosa e dizia em voz baixa: “Tá difícil me concentrar, Lucas. Seu cheiro aqui no estúdio tá me deixando louco. Eu confesso de uma vez: desde o dia que eu trouxe minhas malas pra esse loft, eu quero comer esse seu cu. Quero te dominar, te segurar pelo pescoço, te fazer gemer como uma puta enquanto eu te arrombo devagar e depois forte.”

Eu parei de fotografar. A câmera pendeu na minha mão. Meu pau estava tão duro que a calça jeans parecia uma prisão. Olhei direto pra ele, a respiração pesada. “Rafael… eu também quero. Pra caralho. Eu finjo que suas provocações não me afetam, mas toda vez que você elogia minha bunda eu vou pro quarto e me toco pensando em você me dominando. Eu quero ser seu. Me domina. Me usa. Me come do jeito que você quiser. Eu tô consentindo, eu tô pedindo. Quero sentir você me invadindo inteiro.”

O ar pareceu explodir. Rafael atravessou o estúdio em duas passadas, me agarrou pela nuca com força possessiva e colou a boca na minha num beijo faminto. Nossas línguas se chocaram, quentes, molhadas, girando uma na outra com fome acumulada de duas semanas. O gosto dele era de menta, suor e desejo bruto. Ele gemia baixo no meu boca, apertando minha bunda com as duas mãos grandes por cima do jeans, abrindo as nádegas por cima do tecido como se já estivesse me preparando. “Essa bunda gulosa vai ser minha hoje, Lucas. Vou lamber esse cu até você implorar, depois vou enfiar minha rola grossa e te foder até você gozar sem nem encostar no pau.”

Eu tremia de tesão. Minhas mãos desceram pelo peito oleado dele, apertando os mamilos duros, descendo pela barriga tanquinho até segurar aquela rola monstruosa por cima da sunga. Era grossa, quente, pulsando na minha palma enquanto eu o masturbava por cima do tecido fino. Ele empurrou o quadril contra minha mão, esfregando, enquanto sua boca descia pro meu pescoço, chupando forte. “Porra, você tá duro pra mim também… que putinho safado. Duas semanas fingindo e agora tá pedindo pra ser dominado no estúdio. Vou te dar o que você merece.”

Nós nos tocávamos com desespero por cima das roupas, gemendo, ofegando, línguas se encontrando de novo num beijo babado e sujo. Meu cu piscava sem parar, molhando de tesão só com a fricção. Ele apertava minha rola por cima da calça, massageando o comprimento, sussurrando no meu ouvido: “Você vai rebolar nesse pau, Lucas. Vai gritar meu nome enquanto eu te arrombo.” Eu respondia gemendo, “Sim, Rafael… me domina, me fode, eu quero ser seu puto no estúdio inteiro.”

Ainda nos beijando, mãos apertando bundas e paus, nós caminhamos juntos para o centro do estúdio, as luzes quentes batendo nos nossos corpos suados. As roupas começavam a ser puxadas, o tesão no limite, o ar carregado de promessas sujas. Eu estava completamente rendido, pronto para sentir ele me invadir de verdade, mas o clímax ainda pairava no ar, quente e inevitável, esperando o próximo passo.

Ainda nos beijando, mãos apertando bundas e paus, nós caminhamos juntos para o centro do estúdio, as luzes quentes batendo nos nossos corpos suados. As roupas foram arrancadas com urgência bruta. Puxei a sunga mínima dele para baixo e aquela rola grossa de 22 centímetros saltou livre, pesada, veiada, a cabeça rosada inchada e babando pré-gozo. Rafael, o personal trainer de 32 anos, grunhiu baixo e me ajudou a tirar a camisa e a calça jeans junto com a cueca, liberando meu pau duro que bateu contra a barriga. Meu cu piscava sem parar, molhado de tesão puro, enquanto ele apertava minhas nádegas com aquelas mãos grandes e calosas, abrindo-as como se já estivesse me marcando.

Ele me guiou até o sofá de couro preto do estúdio, o mesmo que eu usava para sessões casuais. “De quatro agora, Lucas. Empina essa bunda gostosa pra mim, vai”, mandou com a voz rouca, cheia de dominação. Eu obedeci imediatamente, subindo no sofá, joelhos afundando nas almofadas macias, peito colado no encosto, bunda empinada alta e aberta. O ar do loft bateu no meu buraco exposto e eu tremi inteiro. Rafael se ajoelhou atrás de mim, as coxas grossas dele roçando nas minhas. Senti o calor da respiração dele bem ali, depois as mãos fortes abrindo minhas nádegas ao máximo.

“Porra, que cu perfeito… rosado, apertado, piscando pedindo língua. Vou lamber isso até você gemer feito uma puta barata, Lucas.” A língua dele tocou primeiro no meu períneo, quente e molhada, subiu lambendo minhas bolas pesadas e então chegou no anel enrugado. Ele lambeu devagar, circulando, pressionando a ponta da língua contra o músculo teimoso. Eu soltei um gemido longo e baixo, “Aaaah, caralho, Rafael…”, o prazer subindo pela espinha como fogo. Ele ficou ali, babando, chupando, enfiando a língua o máximo que conseguia, fodendo meu cu com ela enquanto eu rebolava contra a cara dele sem vergonha nenhuma. Meu pau pingava fios grossos de pré-gozo no sofá, latejando no ar, sem ser tocado. Por dentro eu pensava: “Eu sou mesmo uma puta pra ele, gemendo assim, entregando o cu logo na primeira vez. Quero mais, quero ser usado até não aguentar.”

Ele pegou a garrafa de lubrificante que estava na mesinha ao lado — eu sempre deixava ali para sessões de foto sensuais — e esguichou uma quantidade generosa bem no meio da minha rachadura. O gel frio escorreu pelo meu buraco e ele espalhou com dois dedos grossos, massageando em círculos. “Relaxa esse cu guloso, putinho. Deixa eu te abrir direito.” O primeiro dedo entrou devagar, girando, abrindo caminho. Logo veio o segundo, esticando as paredes internas, curvando-se para acertar minha próstata inchada. Eu gemi mais alto, voz falhando: “Isso… porra… deda meu cu, Rafael… me faz gemer como uma puta!” Ele acelerou, metendo os dois dedos fundo, depois acrescentou um terceiro, abrindo-me bem, o som molhado e obsceno enchendo o estúdio junto com meus gemidos cada vez mais agudos e desesperados. Eu rebolava para trás, suando, o corpo inteiro tremendo, a bunda empinada pedindo mais. “Você tá gemendo igual uma vadia no cio, Lucas. Olha só como esse cu aperta meus dedos… tá louco pra levar rola, né?”

Quando ele tirou os dedos, eu me senti vazio por um segundo. Mas logo senti a cabeça grossa do pau dele pressionando meu anel lubrificado. “Respira fundo, putinha. Vou te comer de quatro primeiro, bem fundo.” Ele segurou meus quadris com força e empurrou. Centímetro por centímetro, a rola grossa me invadiu, abrindo-me ao limite até as bolas pesadas dele baterem contra as minhas. A sensação era avassaladora — ardor, pressão, prazer cru. Quando ele começou a meter de verdade, lento e profundo, eu soltei um gemido rouco que parecia vir da garganta de outra pessoa. “Aaaahhh, caralho… tá me enchendo todo…” Ele aumentou o ritmo, estocadas fortes que faziam minhas nádegas balançarem, o som de pele molhada contra pele ecoando. Cada vez que ele entrava até o fundo, acertava minha próstata e meu pau babava mais. “Que cu quente e guloso, Lucas. Tá engolindo minha rola inteira como se tivesse nascido pra isso. Rebola pra mim, vai, mostra como você quer ser arrombado.”

Eu empinava mais, empurrando para trás, encontrando cada estocada. O suor escorria pelas minhas costas, o cheiro de sexo misturado com o óleo do corpo dele dominava o ar do estúdio. Ele metia sem piedade agora, uma mão descendo para dar tapas fortes na minha bunda, deixando a pele vermelha. “Isso, geme mais alto, sua putinha. Todo mundo que passa lá embaixo vai ouvir você levando rola no cu.” Eu gemia sem controle, palavras saindo emboladas: “Me fode, Rafael… mete mais fundo… meu cu é seu!”

Depois de longos minutos naquela posição, ele puxou o pau com um som molhado. “Vira de frente agora. Quero te olhar nos olhos enquanto te arrombo.” Eu me deitei de costas no sofá, pernas abertas. Ele as pegou, colocou sobre os ombros largos e bronzeados, dobrando meu corpo quase ao meio. Na posição de missionário, ele se alinhou e enfiou tudo de uma vez, mais fundo que antes. O ângulo era perfeito, a cabeça grossa martelando direto na minha próstata. Ele começou a bombear forte, o corpo musculoso brilhando de suor sob as luzes do estúdio, os gomos da barriga contraindo a cada estocada.

“Olha pra mim, putinha gulosa. Pede mais no cu. Quero ouvir você implorando como a vadia que é.” O pau dele entrava e saía brilhando de lubrificante e meus sucos, as bolas batendo contra minha bunda aberta. Eu estava perdido, olhos vidrados nos dele, gemendo a cada investida. “Por favor, Rafael… me dá mais no cu… enfia esse caralho grosso bem fundo… eu sou sua putinha, me arromba!” Ele sorriu safado, suor pingando do queixo no meu peito. “Isso mesmo, pede direito, Lucas. Diz que quer meu leite dentro dessa bunda gulosa. Fala que vai tomar rola toda noite agora.” Eu repetia, voz rouca e quebrada: “Quero seu leite no meu cu… me fode mais forte… arromba meu buraco, porra!”

O prazer foi crescendo de um jeito diferente, profundo, vindo de dentro. Meu pau estava roxo, duro como pedra, pulsando no ar sem que ninguém tocasse nele. Cada estocada acertava a próstata inchada e eu sentia o orgasmo subindo inevitável. “Rafael… vou gozar… sem tocar no pau… porraaa!” Meu cu apertou violentamente em torno da rola dele, ordenhando, e eu explodi. Jatos grossos e quentes de porra saíram do meu pau, acertando meu peito, minha barriga, até meu queixo, enquanto eu gemia feito uma puta em êxtase total. O aperto fez Rafael grunhir alto. “Caralho, tá espremendo meu pau… vou gozar também! Toma tudo, putinho!”

Ele meteu fundo mais três vezes e explodiu dentro de mim. Senti os jatos quentes, grossos, enchendo meu cu até transbordar. Ele ficou parado, pulsando, esvaziando cada gota. Nós ficamos ofegantes, suados, corpos colados, o cheiro de sexo pesado no ar do loft. Depois de um tempo, ele puxou o pau lentamente, centímetro por centímetro. Quando a cabeça grossa saiu, meu cu ficou aberto, piscando, e um rio de porra branca e cremosa começou a escorrer pela rachadura, descendo até o sofá.

Rafael admirou o estrago com um sorriso predatório. “Olha só esse creampie lindo… cu arrombado, vermelho, cheio da minha porra. Delícia.” Ele se abaixou, segurou minhas nádegas abertas e passou a língua bem no meio, lambendo tudo. Lambeu devagar, recolhendo o sêmen com a língua, chupando meu buraco sensível e ainda pulsante, limpando cada gota enquanto eu tremia de prazer pós-gozo, gemendo baixinho. Depois subiu pelo meu corpo, me beijou fundo, empurrando a porra misturada com saliva para dentro da minha boca. O beijo foi longo, molhado, sujo, línguas girando no gosto forte e salgado do que ele tinha deixado em mim.

Quando finalmente nos separamos, ele olhou nos meus olhos, ainda ofegante, e disse com voz grave: “Agora esse cu é oficialmente meu, Lucas. Todas as noites que a gente quiser, eu vou invadir ele de novo. Você vai dormir toda noite com minha porra escorrendo se eu mandar. Entendeu, putinha?”

Eu sorri, exausto, corpo mole no sofá, e puxei ele para outro beijo rápido. Por dentro, guardei meu segredo: Rafael nunca saberia que eu já tinha visto ele na academia meses antes de publicar o anúncio de roommate, que escolhi exatamente ele entre dezenas de respostas porque fantasiava com essa rola me arrombando desde a primeira vez que notei o volume na bermuda dele. Era meu segredo particular, selado agora no gosto da porra dele na minha boca.

Rate this story

★★★★★
Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Tagged rimming anal creampie doggy-style dirty-talk

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.