Noite Chuvosa: Meu Melhor Amigo Finalmente Invadiu Meu Cu
Rafael, 28 anos, finalmente leva no cu virgem do melhor amigo Thiago durante uma noite chuvosa.
A chuva caía pesada sobre São Paulo, martelando as janelas do meu apartamento no quarto andar como se quisesse entrar. Eu, Rafael, programador de 28 anos, passava os dias trancado entre códigos e café, mas naquela noite o clima tinha trazido Thiago para ficar. Ele, meu melhor amigo de 29 anos, personal trainer com corpo esculpido por anos de academia, tinha aparecido de surpresa depois do treino, todo molhado e com aquela bermuda colada que marcava cada volume. A gente se conhecia desde os tempos de academia juntos, anos de amizade sincera, mas sempre com aqueles olhares que demoravam demais, piadas sujas sobre “quem ia dar o cu primeiro” e risadas que terminavam com um silêncio carregado.
A tensão estava no ar desde que ele chegou. Pedimos comida, abrimos uma garrafa de refrigerante e colocamos um filme qualquer na TV, mas nenhum de nós prestava atenção. Sentados no sofá, coxa com coxa, o calor dos corpos contrastava com o frio da tempestade lá fora. Foi Thiago quem quebrou tudo. Ele virou o rosto pra mim, olhos escuros brilhando de desejo cru, e soltou com a voz rouca: “Rafael, chega de enrolação, caralho. Faz anos que eu quero comer esse seu cu virgem. Eu fico imaginando você de quatro, gemendo meu nome enquanto eu te arrombo devagar com meu pau grosso. Sempre quis isso, mano. Sempre.”
Meu coração quase saiu pela boca. Meu pau respondeu na hora, inchando dolorido dentro do moletom. Eu já tinha batido punheta pensando exatamente nisso, fantasiando com o corpo dele me dominando. Engoli seco, mas a excitação era maior que o medo. “Porra, Thiago… eu também. Há muito tempo eu me toco pensando em você me invadindo, me usando. Quero sentir você dentro de mim. Tô consentindo, quero isso pra caralho. Pode me comer hoje.”
O ar mudou. A confissão deixou nós dois visivelmente duros, respirações pesadas, olhares famintos. Thiago sorriu daquele jeito predador que eu conhecia das sessões de treino e puxou minha nuca. Nossas bocas se encontraram num beijo molhado, línguas se esfregando com fome, saliva escorrendo enquanto a gente gemia baixo. As mãos dele desceram pelas minhas costas, apertando minha bunda por cima da roupa. “Vou lamber esse cu até você implorar, Rafael. Depois vou abrir ele com os dedos e te foder até virar uma bagunça. Esse cu gostoso vai virar meu hoje, viado.”
Enquanto o filme continuava rodando ignorado, minhas mãos tremiam de tesão. Tirei a camiseta dele, passei os dedos pelos gomos do abdômen definido, sentindo o suor leve da pele quente. Ele me ajudou a tirar minha roupa toda. Fiquei pelado no sofá, pau latejando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Virei de costas, apoiei os joelhos no assento e empinei a bunda pra ele, abrindo as pernas. “Tá aqui, Thiago. Come meu cu. Lambe ele. Quero sentir sua língua me invadindo primeiro.”
Ele não esperou. Ajoelhou atrás de mim, mãos fortes abrindo minhas nádegas com firmeza. Senti o ar quente da respiração dele no meu buraco virgem, depois a língua larga e molhada passando devagar, circulando meu anel enrugado. O gemido que saiu da minha boca foi alto, quase um soluço. Ele chupou com fome, enfiando a língua fundo, fodendo meu cu com ela enquanto babava tudo. O som molhado, obsceno, misturava com a chuva. “Que cu apertado e doce, porra. Virgem mesmo. Tá piscando pra mim, querendo mais.” Ele cuspiu direto no buraco, enfiou dois dedos grossos de uma vez, girando, abrindo, esticando as paredes internas enquanto eu empinava mais, gemendo feito puto: “Isso… mais fundo, Thiago… me prepara pra levar teu pauzão… tô louco pra ser arrombado por você.”
Meu pau babava no sofá, eu me masturbava devagar, sentindo cada lambida e cada dedo me abrindo. A próstata já estava sensível, enviando choques de prazer que subiam pela espinha. “Me fode de verdade agora, por favor… não aguento mais só dedo.” Thiago rosnou, pau dele enorme marcando na calça. “Vamos pro quarto. Quero te comer direito na minha cama, te deixar marcado.”
Ele me carregou quase, me jogando de quatro no colchão. Pegou o frasco de lubrificante que eu guardava na gaveta e despejou uma quantidade generosa no meu cu e no pau dele — grosso, veioso, cabeça inchada, uns bons 20 centímetros de pura carne dura. Posicionou-se atrás de mim, esfregando a glande no meu buraco lambuzado. “Relaxa, viado gostoso. Vou entrar devagar, mas depois vou te dar tudo.” Empurrou. A cabeça grossa forçou meu anel, abriu caminho devagar. Ardeu no começo, um fogo que me fez gemer alto, unhas cravadas no lençol. “Ai, caralho… tá me arrombando… mete mais, Thiago… quero sentir tudo dentro!”
Centímetro por centímetro ele foi entrando até as bolas encostarem na minha. A sensação de estar completamente cheio era insana, prazer misturado com a dor gostosa de ser virgem. Ele começou a se mover, estocadas firmes, pele batendo contra pele. Depois veio mais força. As mãos dele seguravam meus quadris, depois davam tapas fortes na minha bunda, estalando alto. “Toma no cu, viado gostoso! Esse rabinho apertado agora é meu. Olha como ele engole meu pau todo… porra, que delícia.” Cada tapa fazia meu cu apertar em volta dele, e eu pedia mais, voz rouca: “Me arromba, Thiago… me fode forte… sou teu viado agora!”
Ele me virou de lado, levantou minha perna e voltou a meter fundo, o ângulo novo acertando minha próstata toda vez. Meu pau balançava, pingando, enquanto ele entrava até o talo e ficava lá, girando os quadris. O suor escorria dos dois, cheiro de macho puro no quarto. “Tá sentindo como eu te encho? Esse cu nunca mais vai ser o mesmo.”
Por último, ele deitou de costas e eu subi por cima, cavalgando. Sentei devagar no pau dele novamente, sentindo cada veia enquanto descia até engolir tudo. Comecei a quicar rápido, bunda batendo nas coxas musculosas dele, gemendo alto sem vergonha. Thiago segurava minha cintura com uma mão e masturbava meu pau com a outra, polegar esfregando a cabeça melada. “Quica gostoso, Rafael… senta nesse pau… goza pra mim enquanto eu te encho de porra quente.”
O orgasmo veio violento. Meu cu apertou forte em volta dele, e eu jorrei longos jatos brancos no peito definido de Thiago, sujando os gomos de abdômen. Ao mesmo tempo ele rosnou, segurou meus quadris pra baixo e eu senti o calor explodindo dentro de mim — jatos grossos, quentes, enchendo meu cu arrombado até transbordar.
Ofegantes e suados, colados um no outro, Thiago tirou o pau devagar do meu cu arrombado, centímetro por centímetro, deixando um vazio latejante que ainda pulsava. A porra dele começou a vazar devagar pelo meu buraco aberto, escorrendo pelas minhas coxas enquanto eu tremia, mente girando, corpo ainda pedindo mais.
A porra dele começou a vazar devagar pelo meu buraco aberto, escorrendo pelas minhas coxas enquanto eu tremia, mente girando, corpo ainda pedindo mais. Ainda de bruços no colchão bagunçado, eu sentia o líquido quente descendo pela pele, marcando cada centímetro como um selo sujo e delicioso. Thiago, o personal trainer de 29 anos com aquele corpo esculpido que eu tanto admirava nas sessões de academia, não tirava os olhos do estrago que tinha feito. Ele passou a palma larga pela minha bunda, recolhendo a porra que escapava e, sem dizer uma palavra, enfiou três dedos grossos de volta no meu cu dilatado, girando devagar, empurrando tudo para dentro novamente. O som molhado era obsceno, um squelch alto que se misturava ao martelar da chuva contra as janelas.
“Não vai desperdiçar nem uma gota, Rafael. Essa porra é minha e vai ficar guardada no seu intestino até eu decidir que pode sair. Olha só como seu cu tá piscando, todo arrombado e vermelho, implorando pra levar mais rola. Você virou uma vadia de verdade em uma noite só, porra.”
Meu pau latejava de novo contra o lençol encharcado, aos 28 anos eu nunca tinha imaginado que ser usado assim pelo meu melhor amigo ia me deixar tão desesperado por repeteco. O ardor no anel esticado misturava com o prazer profundo que subia pela próstata, e eu empinei mais a bunda, abrindo as pernas como um convite descarado. “Enfia mais, Thiago… me estica até o limite. Quero sentir você me destruindo de novo. Essa chuva parece que tá caindo só pra abafar meus gemidos enquanto você me transforma no seu viado particular.”
Ele rosnou, um som grave que vibrou no peito musculoso, e puxou os dedos só para substituir com a cabeça inchada do pau. Dessa vez não teve devagar. Com uma estocada brutal ele enterrou tudo, bolas batendo forte contra as minhas, o pau grosso abrindo caminho pelas paredes sensíveis que ainda pulsavam do primeiro round. Ardeu pra caralho, um fogo gostoso que me fez morder o travesseiro e gritar abafado. “Caralho, Thiago! Tá me rasgando… mas não para, mete tudo, me usa como quiser!”
O ritmo que ele impôs foi selvagem. Deitado por cima de mim em posição de prone bone, o peso do corpo definido pressionando minhas costas suadas, ele metia com força total, quadris batendo contra minha bunda num clap-clap-clap molhado e ritmado. Cada estocada ia até o talo, a glande grossa batendo fundo na próstata, enviando choques elétricos que faziam meus dedos do pé se curvarem. Eu sentia cada veia do pau dele raspando nas minhas paredes internas, o calor latejante, a rigidez implacável. A chuva caía mais forte lá fora, relâmpagos ocasionalmente iluminando o quarto e refletindo nos gomos suados do abdômen dele quando ele se erguia um pouco.
Pensei, com a mente enevoada de tesão: “Anos fantasiando com isso durante as punhetas no banho, imaginando o corpo dele me dominando, e agora aqui está ele, me arrombando sem misericórdia. Meu cu nunca mais vai voltar ao normal, e eu não quero que volte. Quero ser o buraco dele toda noite chuvosa como essa.”
Thiago agarrou meus cabelos curtos com uma mão, puxando minha cabeça para trás enquanto a outra dava tapas pesados na minha bunda já vermelha. O estalo ecoava mais alto que a tempestade. “Fala alto, viado! Diz pra mim que esse cu apertado agora é propriedade do pau do melhor amigo. Diz que você nasceu pra quicar nessa rola grossa de 20 centímetros.”
“Eu nasci pra isso, Thiago! Sou seu viado, seu puto de cu! Arromba mais forte, me humilha, me enche até transbordar de novo!” Minha voz saía rouca, quebrada a cada estocada que fazia meu corpo subir no colchão. Ele riu, suado, o cheiro de macho puro dominando o quarto, e acelerou, metendo como um animal no cio. O suor dele pingava nas minhas costas, escorrendo pela curva da espinha até se misturar com a bagunça entre minhas nádegas.
Depois de longos minutos nessa posição, ele saiu com um plop molhado, meu cu ficando aberto, gapeando visivelmente, porra borbulhando na borda. Thiago me virou de lado com facilidade, levantou minha perna direita alto e voltou a meter, o ângulo novo permitindo penetração ainda mais profunda. Ele olhava direto nos meus olhos enquanto girava os quadris, esfregando a cabeça do pau contra minha próstata inchada. “Tá sentindo como eu te abro todo, Rafael? Esse rabinho virgem virou uma xoxota frouxa só pra mim. Olha como ele engole tudo e ainda pede mais.”
Eu masturbava meu pau melado no mesmo ritmo das estocadas, o pré-gozo escorrendo pelos dedos. O prazer era tão intenso que lágrimas de tesão escorriam pelo meu rosto. Ele se inclinou, mordeu meu mamilo e chupou forte, depois subiu pra enfiar a língua na minha boca num beijo babado, saliva escorrendo pelos queixos enquanto ele não parava de foder. O pau entrava e saía brilhando, coberto pela mistura branca e transparente que vazava do meu buraco destruído.
“Quero gozar de novo… mas dessa vez sem tocar no pau. Me fode até eu jorrar só com sua rola no cu”, implorei, voz falhando. Thiago sorriu predatório, segurou minha perna mais alto e começou a dar estocadas curtas e violentas, batendo exatamente no ponto certo. Meu corpo inteiro tremia, o abdômen contraindo, e o orgasmo me acertou como um soco. Jatos grossos e longos saíram do meu pau sem que eu tocasse, pintando meu peito, meu pescoço e até o queixo de porra quente. Ao mesmo tempo meu cu apertava e soltava em espasmos fortes em volta dele.
Isso quebrou o controle de Thiago. Ele rosnou alto, cravou os dedos nos meus quadris e enterrou até o fundo, gozando pela segunda vez. Senti os jatos pesados explodindo dentro, mais volume ainda, o calor se espalhando, pressionando minhas paredes já cheias. Quando ele finalmente puxou o pau devagar, centímetro por centímetro, meu cu ficou escancarado, uma cratera vermelha e pulsante de onde a porra branca jorrava em golfadas grossas, escorrendo pelas coxas e molhando o lençol.
Ele não me deu descanso. Segurou minha nuca e puxou meu rosto até seu pau sujo. “Chupa agora, Rafael. Limpa sua própria bagunça da minha rola. Quero ver você provando o gosto do seu cu arrombado misturado com minha porra.”
Eu abri a boca sem hesitar, faminto, engolindo a metade do pau ainda duro, lambendo cada veia, cada resto de lubrificante, porra e meu próprio sabor almiscarado. Chupei com dedicação, olhos lacrimejando enquanto ele fodia minha garganta devagar, gemendo elogios sujos. “Isso, viadinho… mama gostoso. Você é perfeito pra ser meu puto de cu e boca.”
Depois de limpar tudo, ele me puxou para um abraço suado, nossos corpos colados, paus amolecendo entre as barrigas. Beijamos devagar agora, línguas cansadas mas ainda carinhosas, a chuva finalmente diminuindo lá fora como se soubesse que o furacão entre nós tinha acabado. Ficamos assim por longos minutos, respirando o cheiro de sexo e chuva, mãos percorrendo peles quentes.
E naquela noite chuvosa, enquanto a porra grossa do meu melhor amigo ainda escorria do meu cu completamente destruído, eu soube que tinha me tornado o viado dele para o resto da vida.
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Gente de verdade na cam, agora.
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