Cervejaria em Chamas: O Primeiro Toque do Meu Melhor Amigo
Dois amigos mecânico de 28 e bartender de 29 se entregam ao desejo reprimido pela primeira vez na cervejaria em chamas.
A cervejaria estava silenciosa e escura depois do expediente, apenas as luzes de emergência acesas sobre o balcão de madeira polida. Mateus, um mecânico de 28 anos que cuidava da manutenção de todas as máquinas de chope, geladeiras e equipamentos elétricos do lugar, terminava de guardar as últimas ferramentas na caixa enquanto observava Lucas, o bartender de 29 anos que misturava drinques com precisão todas as noites. Os dois eram melhores amigos havia mais de dez anos, daqueles que dividiam cerveja, confidências e longos silêncios confortáveis. Mas Mateus carregava um segredo que queimava por dentro: o desejo reprimido pelo corpo do amigo. Ele fantasiava com aqueles braços definidos que erguiam caixas de garrafa com facilidade, com a curva da bunda que a calça jeans marcava quando Lucas se inclinava sobre o balcão, com o volume que às vezes via disfarçadamente no vestiário. Lucas, por sua vez, também guardava o mesmo fogo. Olhava para os ombros largos de Mateus, para as mãos calejadas e fortes do mecânico, e imaginava como seria sentir aquele homem por cima dele, dentro dele. Nenhum dos dois nunca tinha dito nada. Até aquela noite.
Eles conversavam sobre o dia enquanto arrumavam a cozinha, rindo de um cliente bêbado que quase tinha vomitado no balcão. De repente, um estalo seco veio do painel elétrico velho. Faíscas azuis cortaram o ar e, em segundos, as chamas lambiam o armário de madeira onde ficavam os óleos e panos de limpeza. O cheiro acre de queimado encheu o espaço pequeno.
— Caralho, Mateus! Fogo! — gritou Lucas, os olhos arregalados.
Mateus agiu rápido, o instinto de mecânico falando mais alto. Agarrou o extintor na parede enquanto Lucas corria para molhar panos na pia. O calor subiu rápido, fazendo os dois suarem como se estivessem dentro de uma fornalha. A camiseta branca de Mateus grudou no peito musculoso, marcando os mamilos escuros e o sulco entre os peitorais. O suor escorria pela testa, descia pelo pescoço e molhava a barba por fazer. Lucas não estava melhor: a camisa preta colada no abdômen tanquinho, os braços brilhando de suor, a respiração pesada fazendo o peito subir e descer rápido.
Eles trabalharam lado a lado, ombros se chocando, quadris se roçando enquanto tentavam conter as chamas. Mateus apontava o extintor e Lucas batia com os panos molhados. Em um momento de desespero, ao passar o extintor para o amigo, as mãos deles se tocaram com força. Dedos se entrelaçaram por um segundo a mais do que o necessário. O toque foi quente, úmido de suor, e enviou uma descarga direta para os paus dos dois. Mateus sentiu o caralho endurecer dentro da calça jeans, latejando contra o tecido. Quando levantou os olhos, encontrou os de Lucas fixos nele. Não era mais o olhar de amigo. Era fome. Ofegantes, suados, os rostos vermelhos pelo calor do fogo e de algo muito mais perigoso, eles se encararam por longos segundos enquanto a última chama morria sob a espuma branca.
— Porra... você tá bem? — perguntou Mateus, a voz rouca, o peito arfando.
Lucas não respondeu de imediato. Apenas lambeu o suor do lábio superior, o olhar descendo para a boca do amigo e depois para o volume evidente na calça dele. O incêndio estava apagado, mas a cozinha era um caos de espuma, cinzas e madeira chamuscada. O ar estava pesado, cheirando a fumaça, suor masculino e testosterona.
— Mateus... eu preciso falar isso agora ou vou explodir — disse Lucas, encostando na bancada, a voz tremendo de tesão contido. — Faz anos que eu fantasiio com você. Com esse corpo de mecânico, esses braços grossos, esse peito que parece feito pra eu morder. Eu me mastrobo pensando na sua boca no meu pau, nas suas mãos abrindo minha bunda. Eu quero você pra caralho, cara. Sempre quis.
As palavras acertaram Mateus como um soco no estômago. Seu pau deu um pulo violento dentro da cueca, babando pré-gozo. Ele deu um passo à frente, o corpo todo vibrando.
— Eu também, Lucas. Desde a primeira vez que te vi sem camisa no vestiário. Eu reprimi isso pra não perder nossa amizade, mas hoje... depois de apagar esse fogo juntos, suados assim... eu não aguento mais. Eu quero te tocar. Quero te provar. Quero tudo. Você quer mesmo?
Lucas concordou, os olhos brilhando.
— Quero. Consensual. Sem pressão. Só nós dois liberando o que a gente segura há tanto tempo.
Eles se aproximaram devagar, quase com medo de que o momento evaporasse. O primeiro beijo foi hesitante, lábios se tocando de leve, respirando o ar quente um do outro. Mas o desejo reprimido explodiu. As bocas se abriram, línguas se encontrando molhadas, quentes, babadas. O beijo virou profundo, sujo, cheio de gemidos abafados. Mateus enfiou a mão por baixo da camisa de Lucas, sentindo a pele suada, apertando os mamilos duros até o amigo gemer na sua boca. Lucas agarrou a bunda de Mateus com as duas mãos, puxando os quadris para frente, sentindo os dois paus duros se esfregarem por cima da roupa, latejando um contra o outro.
— Caralho, você tá duro pra mim — sussurrou Lucas, apertando o volume grosso de Mateus, masturbando por cima da calça.
Eles andaram aos tropeços até o balcão principal da cervejaria, Lucas encostando a bunda na madeira lisa. As mãos não paravam. Dedos abriam botões, apertavam peitos, agarravam bundas, mediam o tamanho dos caralhos por cima do tecido. Lucas parou o beijo, ofegante, olhos nos olhos do amigo.
— Mateus, eu sou virgem nisso. Nunca deixei nenhum homem me comer. Quero que você seja o primeiro. Quero sentir seu pau me abrindo, quero que você goze dentro de mim. Você quer ir até o fim? Me foder de verdade?
Mateus segurou o rosto dele, o polegar acariciando o lábio inchado de tanto beijar.
— Eu quero, Lucas. Quero te comer gostoso, te fazer gemer meu nome. Vamos juntos, sem pressa, mas até o fim. Só se você tiver certeza absoluta.
— Eu tenho. Me come. Agora.
Mateus caiu de joelhos ali mesmo, abrindo o cinto e a calça de Lucas com dedos ansiosos. O pau grosso saltou para fora, latejante, veioso, a cabeça inchada brilhando de pré-gozo, cheirando a homem suado depois do esforço. Mateus lambeu os lábios e engoliu tudo de uma vez, mamando com fome selvagem. A boca quente deslizava rápido, língua pressionando as veias, sugando a glande como se quisesse tirar a alma do amigo. Lucas agarrou o cabelo dele, gemendo alto, a voz ecoando no bar vazio.
— Isso, porra! Chupa meu pau, Mateus! Engole fundo, caralho... que boca gostosa!
Mateus desceu mais, lambendo as bolas pesadas, chupando uma de cada vez, sentindo o gosto salgado de suor. Depois abriu as nádegas de Lucas, empurrou o rosto entre elas e enfiou a língua no cu virgem. O anel apertado piscava enquanto ele lambia, penetrava, fodia com a língua molhada e quente. Lucas gritava, empinando a bunda, as pernas tremendo.
— Ahhh, porra! Tá me comendo o cu com a língua? Que delícia, continua, mete essa língua fundo no meu cu virgem! Eu sou seu, caralho!
Depois de deixar o amigo babando e gemendo, Lucas puxou Mateus para cima e trocou de lugar. Ajoelhou-se, ansioso, e puxou o caralho grosso e curvado de Mateus para fora. Cheirava forte, delicioso. Ele chupou com entusiasmo desajeitado no começo, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo, mas o tesão era tanto que aprendeu rápido. Sugava com força, lambia as bolas, tentava engolir até o fundo, os olhos lacrimejando de prazer.
— Assim, Lucas... porra, você mama bem pra quem tá começando — gemeu Mateus, segurando a cabeça dele com carinho.
O desejo chegou ao limite. Mateus virou Lucas de costas no balcão, a bunda empinada, o cu brilhando de saliva. Cuspiu na mão, lubrificou o próprio caralho e o buraco apertado. Empurrou devagar, sentindo o anel virgem resistir e depois abrir, engolindo centímetro por centímetro até as bolas encostarem na bunda suada.
— Tá tudo bem? — perguntou, preocupado.
— Tá perfeito... agora me fode forte. Quero sentir tudo.
Mateus começou a meter. Fundo, duro, ritmado. O barulho molhado de pele contra pele enchia o bar. Lucas empurrava a bunda para trás, pedindo mais.
— Mais forte, Mateus! Me arromba esse cu! Me usa! Quero ser seu puto hoje!
O mecânico segurou os quadris do bartender e meteu com tudo, o pau batendo fundo na próstata a cada estocada. O suor pingava dos dois. Quando o orgasmo chegou, Mateus rosnou:
— Tô gozando dentro de você, porra!
Jatos quentes encheram o cu virgem de Lucas, transbordando enquanto ele mesmo gozava sem tocar no pau, o caralho pulsando e jorrando longos fios grossos de porra no chão de madeira, o corpo inteiro convulsionando em prazer.
Eles ficaram conectados, respirando pesado, o pau de Mateus ainda dentro, amolecendo devagar. Quando saiu, um fio de porra escorreu pela perna de Lucas. Os dois riram, nervosos e felizes, pegando panos para se limpar. Limparam o chão, o balcão, os paus ainda sensíveis, o cu melado de Lucas. Mateus puxou o amigo para um beijo carinhoso, lento, cheio de afeto novo.
— Isso foi só o começo pra gente — murmurou Mateus contra os lábios dele. — Amanhã na minha casa a gente repete, com mais tempo, sem pressa nenhuma.
Lucas concordou, mas o olhar ainda queimava. Enquanto terminavam de se arrumar, o alarme de fumaça começou a apitar fraco no fundo da cozinha. A cervejaria tinha marcas de chamas, o cheiro de queimado ainda no ar, e os dois sabiam que teriam que explicar aquilo tudo no dia seguinte. Mas o tesão não tinha acabado. O pau de Mateus já voltava a endurecer só de ver o amigo com a roupa desarrumada, o cu ainda brilhando de porra, o olhar prometendo muito mais. Eles trancaram a porta juntos, mas o fogo entre eles continuava aceso, esperando o momento em que estariam sozinhos novamente na casa de Mateus. A noite tinha acabado, mas o desejo mal começava.
Mateus mal girou a chave na fechadura e o pau já latejava de novo, inchando contra o tecido da calça jeans ainda aberta. O alarme de fumaça soltava um apito fraco e intermitente lá da cozinha, um som irritante que se misturava ao cheiro de queimado, suor masculino e porra fresca. Lucas estava parado ao lado dele, a camisa preta aberta até o umbigo, o abdômen tanquinho brilhando de suor, a calça jeans baixa o suficiente para mostrar a base do caralho semi-duro e o fio grosso de sêmen que escorria pela parte interna da coxa direita. O cu dele ainda piscava visivelmente, rosado e melado, marcado pelo arrombamento que Mateus tinha acabado de dar.
— Porra, Lucas... eu falei que amanhã na minha casa, mas olhando pra você assim, todo arrombado e pingando minha porra, eu não aguento esperar nem mais um minuto — rosnou Mateus, a voz rouca de tesão renovado. Ele agarrou o amigo pela nuca e o puxou com força, colando as bocas outra vez.
O beijo foi imediatamente sujo, sem nenhuma hesitação da primeira vez. Línguas se enrolaram grossas, babando, trocando saliva quente enquanto gemidos graves vibravam no peito dos dois. Mateus sentia o gosto de pau e cu no beijo de Lucas, e aquilo só fez seu caralho endurecer completamente, curvando-se para cima e babando pré-gozo dentro da cueca. Lucas, por sua vez, pensava que nunca tinha sentido tanto tesão na vida. O corpo largo do mecânico de 28 anos colado no dele, aqueles músculos duros de tanto carregar ferramentas e consertar equipamentos pesados, o fazia querer se entregar e também dominar. Pela primeira vez na vida, ele queria meter em alguém. Queria sentir como era foder o cu do melhor amigo.
— Me come de novo ou eu vou te comer, porra — sussurrou Lucas contra a boca dele, mordendo o lábio inferior de Mateus com vontade. — Eu sou virgem de dar, mas depois de você me arrombar daquele jeito... eu quero sentir seu cu apertando minha rola agora. Deixa eu te foder, Mateus. Consensual, igual você me pediu antes. Eu quero te abrir também.
Mateus sentiu um arrepio violento subir pela espinha. O pau dele deu um pulo forte, quase rasgando o zíper. Ele nunca tinha sido comido. Sempre fantasiou com o cu de Lucas, mas a ideia de sentir o bartender de 29 anos enfiando aquela grossura nele fazia suas bolas contraírem de tesão e medo misturados. Mesmo assim, o desejo era maior.
— Então me fode, caralho. Quero sentir você dentro de mim. Hoje é noite de primeira vez pra nós dois — respondeu Mateus, já puxando a camisa de Lucas pela cabeça e jogando no chão sujo de espuma do extintor.
Os dois se despiram com pressa animal. Calças, cuecas e tênis voaram. Pelos, músculos e paus duros se exibiam sob a luz fraca das lâmpadas de emergência. Mateus era mais largo, peito peludo, braços grossos de mecânico, um caralho curvo de 20 centímetros que apontava para cima com veias saltadas. Lucas era mais definido, abdômen marcado, bunda redonda e empinada, o pau reto e grosso como uma lata de cerveja, a cabeça vermelha brilhando. Eles se olharam por um segundo, respirando pesado, e caíram de boca um no outro.
Lucas empurrou Mateus contra o balcão de madeira polida, mas dessa vez o virou de costas. Caiu de joelhos e abriu as nádegas musculosas do amigo com as duas mãos. O cu de Mateus era apertado, rosado, quase sem pelo. Lucas cuspiu direto no buraco, vendo a saliva escorrer, e enfiou a língua sem dó. Lambeu em círculos largos, depois endureceu a língua e penetrou, fodendo o amigo com a boca do mesmo jeito que Mateus tinha feito com ele minutos antes.
— Ahhh, caralho, Lucas... que língua gostosa no meu cu... — gemeu Mateus, empinando a bunda, as mãos agarradas na borda do balcão. Ele nunca imaginou que sentir uma língua ali seria tão bom. Cada lambida mandava choques direto no pau, que babava sem parar no chão de madeira. O cheiro de homem suado, de fumaça e de sexo enchia suas narinas. Pensava que a amizade deles nunca mais seria a mesma, e isso só o deixava mais excitado.
Lucas mamava o cu com fome, babando inteiro, enquanto uma mão subia e masturbava o caralho curvado de Mateus com movimentos lentos e firmes. O pré-gozo escorria pelos dedos dele, lubrificando tudo. Depois de deixar o buraco brilhando e piscando, Lucas se levantou, o pau latejando tanto que doía.
— Vira de frente pra mim. Quero te olhar nos olhos enquanto eu te como pela primeira vez — ordenou Lucas, a voz tremendo de tesão.
Eles foram para uma das mesas de madeira mais afastadas, longe da cozinha ainda quente. Mateus deitou de costas na mesa fria, puxou as próprias pernas para cima, expondo o cu melado de saliva. Lucas cuspiu na palma da mão, espalhou na própria rola grossa e encaixou a cabeça inchada no anel virgem do amigo.
— Relaxa... eu vou devagar no começo — sussurrou Lucas, mas o olhar era puro fogo.
Centímetro por centímetro, ele empurrou. Mateus sentiu o alongamento queimar, uma dor quente que rapidamente virou prazer insano quando a cabeça passou do anel. Lucas gemeu alto, sentindo o cu do mecânico apertar como um punho quente e molhado.
— Porra, Mateus... seu cu tá me engolindo inteiro... tão apertado, caralho... nunca senti nada igual — grunhiu Lucas, os dentes cerrados, empurrando até as bolas encostarem na bunda suada do amigo.
Mateus respirava pela boca, o peito subindo e descendo rápido. Sentia cada veia do pau de Lucas pulsando dentro dele, batendo fundo, roçando num ponto que fazia estrelas explodirem atrás dos seus olhos. Era a próstata. Cada estocada lenta acertava ali e fazia seu próprio caralho pular e soltar mais pré-gozo na barriga.
— Mete, Lucas... para de ser boazinha e me fode de verdade. Arromba meu cu virgem, porra! Quero sentir você me usando como eu usei você — pediu Mateus, a voz rouca, os olhos fixos nos do amigo.
O bartender não aguentou mais. Segurou as coxas grossas de Mateus e começou a meter forte, ritmado, o barulho molhado de bolas batendo em bunda ecoando pelo bar vazio. O pau dele entrava e saía brilhando, o cu de Mateus cada vez mais aberto, vermelho, guloso. Lucas olhava hipnotizado: o mecânico de 28 anos deitado ali, todo suado, mamilos duros, caralhão curvado batendo contra a própria barriga a cada estocada.
Eles trocaram de posição sem tirar. Lucas sentou numa cadeira do bar e Mateus subiu no colo dele, sentando devagar no pau grosso até engolir tudo. Agora ele controlava o ritmo, quicando pesado, a bunda batendo nas coxas de Lucas com força. Os dois se beijavam sujos, mordendo pescoço, chupando mamilos, mãos agarrando bundas.
— Eu tô virando seu puto, Lucas... olha como meu cu engole sua rola toda... me usa, me enche de porra — gemia Mateus, quicando cada vez mais rápido, o suor escorrendo pelos sulcos dos músculos.
Lucas segurava a bunda dele aberto, dedos afundando na carne, ajudando o movimento. Sentia o cu do amigo massageando toda a extensão do seu pau, o calor insano, a pressão perfeita. Ele sabia que não ia durar muito.
— Eu vou gozar dentro de você, Mateus... vou te encher do meu leite quente... toma, caralho!
Lucas empurrou os quadris para cima com força, enterrando até o talo. O orgasmo veio violento. Jatos grossos e quentes explodiram fundo no cu de Mateus, pintando suas paredes internas. Mateus sentiu o calor se espalhando, o pau de Lucas pulsando dentro dele, e isso o levou ao limite. Sem nem tocar na própria rola, ele gozou forte. Longos fios brancos de porra jorraram do caralho curvado, acertando o peito e o queixo de Lucas, sujando os dois enquanto o corpo dele convulsionava, o cu apertando ainda mais forte ao redor do pau que ainda jorrava.
Os dois ficaram assim, conectados, ofegantes, suados, tremendo no meio do afterglow. O pau de Lucas ainda meio duro dentro do cu melado de Mateus, porra escorrendo devagar pela fenda e pingando no chão. Mateus encostou a testa na de Lucas, respirando a boca aberta dele, sentindo o coração do amigo bater contra o seu peito. O cheiro de sexo dominava tudo. Lucas ainda tinha um fio de porra no lábio inferior. Ele lambeu devagar, olhando nos olhos de Mateus com um sorriso cansado e satisfeito.
O alarme de fumaça deu mais um apito fraco ao fundo. Nenhum dos dois se mexeu. Mateus sentiu o pau do amigo dar um último pulsar dentro dele e pensou que...
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