Tentação Molhada na Piscina Deserta
O professor de natação de 28 anos arromba o cu apertado da arquiteta de 26 na piscina deserta.
A piscina do condomínio brilhava quieta sob as luzes baixas da madrugada, o azul da água refletindo nas paredes brancas como um convite silencioso para quem não conseguia dormir. Eram exatamente duas da manhã quando Callum, o professor de natação de 28 anos que passava os dias ensinando braçadas e viradas para adultos na academia do bairro, desceu descalço pela escada lateral, toalha no ombro e sunga preta marcando as coxas grossas de tanto mergulhar. Ele não aguentava mais ficar revirando na cama. A culpa era toda dela. Fazia semanas que Talia, a arquiteta de 26 anos que morava no apartamento colado ao dele e passava o dia projetando fachadas modernas, o provocava sem dó. Biquínis minúsculos que pareciam feitos sob medida para desaparecer entre as curvas da bunda empinada, olhares demorados no elevador, sorrisinhos de canto de boca quando ele voltava suado da corrida. A tensão sexual tinha virado uma parede invisível entre os dois. Callum mal conseguia dar aula sem imaginar aqueles seios redondos balançando na água.
Ele jogou a toalha na espreguiçadeira, olhou ao redor para confirmar que estavam sozinhos e mergulhou. A água fria bateu no peito, arrepiando a pele, mas não apagou o calor que já subia pela virilha. Nadou duas braçadas lentas, sentindo o corpo relaxar aos poucos. Foi quando ouviu o splash leve do outro lado. Virou a cabeça e lá estava ela, emergindo devagar como se tivesse sido plantada ali de propósito. Talia. Cabelos castanhos molhados colados no pescoço longo, pele brilhando com gotas que escorriam devagar pelos ombros, descendo pelo vale entre os seios fartos. O biquíni vermelho era um crime: a parte de cima mal continha os mamilos que já marcavam o tecido fino, e a calcinha sumia quase completamente entre as nádegas redondas e firmes. Ela sorriu daquele jeito safado que ele conhecia bem.
“Callum! Olha só... não esperava te encontrar aqui a essa hora. Veio atrás de um mergulho inocente também?”, perguntou ela, a voz baixa e rouca, carregada de riso contido. Nadou um pouco mais perto, os braços cortando a água com graça, os seios subindo e descendo a cada movimento.
Ele riu, nervoso, passando a mão pelo cabelo curto molhado. “Inocente? Com você usando isso aí, Talia, a inocência fugiu pro outro condomínio. Você tem me matado de tesão há semanas, arquiteta. Aqueles biquínis parecem que foram desenhados pra me provocar de propósito.” As palavras saíram leves, com humor, mas por dentro Callum sentia o pau começar a inchar devagar dentro da sunga. “Porra, ela sabe exatamente o que faz. Olha como a água escorre entre os peitos dela... se continuar assim vou ter que sair daqui com uma barraca armada.”
Talia jogou a cabeça para trás e riu alto, o som ecoando gostoso no espaço vazio. “Eu? Provocando? Sou uma profissional respeitável, sabia? Passo o dia fazendo plantas de prédios sustentáveis. Mas confesso que ver você de sunga dando aula aqui no condomínio me dá umas ideias bem... molhadas.” Ela começou a brincar, jogando água nele com as mãos em concha. Primeiro foi leve, quase infantil. Um splash no peito, outro no rosto. Callum revidava, rindo, mas logo percebeu que o jogo mudava. Os movimentos dela ficaram mais lentos, sensuais. Ela arqueava as costas, empinava a bunda para trás enquanto lançava a água, fazendo os seios balançarem pesados dentro do biquíni minúsculo. Cada gota brilhava na pele morena clara, escorrendo pela barriga lisinha até sumir na virilha.
“ Toma essa, professor!”, gritou ela, rindo, e jogou um jato forte que acertou em cheio o queixo dele. Callum cuspiu água, rindo junto, e revidou com um splash maior. A água voava entre os dois, misturando risadas e olhares cada vez mais quentes. Ele sentia as pernas dela roçando nas suas debaixo d’água, “acidentalmente” no começo, depois de forma claramente intencional. O clitóris dela devia estar roçando no tecido da calcinha enquanto ela se movia, porque o olhar dela escurecia a cada segundo.
“Você nada bem pra uma arquiteta que fica sentada o dia todo”, provocou ele, nadando mais perto. “Mas se continuar rebolando assim, vou acabar precisando de um mergulho bem mais frio pra controlar o volume aqui embaixo.”
Talia mordeu o lábio inferior, os olhos descendo exatamente para o ponto onde a sunga dele já começava a marcar o pau meio duro. “Volume? Que volume, Callum? Não tô vendo nada... ainda.” Ela riu de novo, mergulhou e surgiu bem ao lado dele, o corpo molhado roçando de lado no dele. O contato da pele quente dela na água fria foi como eletricidade. Os seios roçaram o braço musculoso dele. Callum sentiu o pau dar um pulo forte dentro da sunga.
A brincadeira de jogar água virou algo completamente diferente. Ela nadava ao redor dele devagar, como uma predadora brincalhona, jogando água com os pés, depois com as mãos, sempre se aproximando mais. As risadas deles enchiam o ar úmido. Callum pensava que aquilo era loucura boa: dois adultos se provocando às duas da madrugada numa piscina deserta, com o risco gostoso de alguém aparecer. “Se o síndico passar agora, a gente finge que tá fazendo aula particular de natação noturna”, pensou ele, rindo sozinho.
De repente Talia parou de brincar. Nadou direto para ele e colou o corpo inteiro no dele, os seios fartos esmagando contra o peito largo de Callum, os mamilos duros como pedras roçando a pele molhada. As pernas dela enlaçaram de leve as dele debaixo d’água. O pau dele, agora completamente duro, pressionou contra a barriga macia dela por cima da sunga fina.
“Chega de joguinho, Callum”, disse ela, rindo baixinho, o rosto a centímetros do dele. Gotas de água pingavam dos cílios longos. “Eu tô louca pra sentir você dentro de mim. Louquinha mesmo. Faz semanas que eu me toco no chuveiro pensando nessa rola grossa me abrindo. Não aguento mais essa tensão toda.”
Ele piscou, surpreso com a confissão direta, mas o riso veio natural, aliviando o peso do tesão. “Caralho, Talia... você é direta pra porra. Eu também tô doido pra te comer. Mas aqui? Agora? Você é uma safada de marca maior.” As mãos dele desceram para a cintura fina dela, apertando a carne molhada. Eles riram juntos, testa contra testa, o hálito quente misturando com o cheiro de cloro.
Talia girou o corpo com agilidade, virando de costas para ele. Empinou a bunda redonda e molhada contra o pau latejante de Callum, pressionando forte, rebolando devagar de forma que o tecido da sunga mal conseguia conter a ereção. A carne macia e quente da nádega dela engoliu o volume dele, o biquíni fio dental perdido entre as bandas. “Sente como eu tô? Não é só água não... minha buceta tá encharcada, mas o que eu quero mesmo é que você explore meu cuzinho apertado. Me toca aí, Callum. Enfia o dedo devagar, abre esse cu pra você. Eu quero sentir você me arrombando bem gostoso.”
O pedido explícito saiu misturado com uma risada rouca, cheia de tesão e humor. Ela olhou por cima do ombro, mordendo o lábio, os olhos brilhando. Callum gemeu, mas riu também, as mãos grandes apertando as nádegas dela, separando-as levemente. O dedo médio deslizou devagar pela linha do biquíni, tocando o anel enrugado e quente por cima do tecido fino. “Você é louca, arquiteta. Pedindo pra eu arrombar esse cuzinho apertado enquanto a gente ri na piscina... Porra, eu quero muito isso. Quero sentir esse cu piscando na minha rola, te ouvir gemendo meu nome. Mas vamos devagar, quero saborear cada gemidinho seu.”
Eles se beijaram então, virando o suficiente para as bocas se encontrarem. Foi um beijo molhado, urgente, línguas se enrolando com fome enquanto ela continuava rebolando a bunda contra o pau dele. As risadas escapavam entre os beijos — quando o nariz batia, quando uma bolha de água subia, quando ele apertava forte demais e ela dava um gritinho divertido. “Eu quero de verdade, Callum. Quero você me fodendo esse cu até eu não aguentar mais”, murmurou ela contra a boca dele, a voz tremendo de tesão.
“Eu também quero pra caralho, Talia. Tô louco pra ver essa bundinha engolindo cada centímetro”, respondeu ele, o dedo agora pressionando mais firme contra o cuzinho por cima do biquíni, sentindo o músculo pulsar. Os corpos molhados se esfregavam, a água batendo na cintura deles, o pau latejando forte contra a carne macia. A tensão estava no máximo, os dois rindo e gemendo, confirmando com palavras safadas e olhares cúmplices que queriam exatamente a mesma coisa. A noite ainda era longa, a piscina continuava deserta, e o que viria a seguir prometia ser ainda mais molhado, apertado e deliciosamente safado.
Callum mal conseguia respirar de tanto tesão misturado com aquela vontade louca de rir. A confissão safada dela, pedindo para ele arrombar seu cu ali mesmo, transformou a piscina deserta num parque de diversões proibido. Ele a ergueu pela cintura fina, a pele molhada escorregadia contra suas mãos calejadas de tanto dar braçadas, e a colocou de quatro na borda de azulejos frios, com a bunda empinada perfeita apontando para ele. A arquiteta de 26 anos olhou por cima do ombro, os cabelos castanhos pingando no rosto, e soltou uma risada rouca que ecoou entre as paredes brancas.
“Vai logo, professor de natação. Para de olhar e começa a trabalhar esse cu apertado que eu guardei pra você”, provocou ela, rebolando devagar, as nádegas redondas balançando como um convite molhado. Callum riu, abaixando o rosto até o nível da bunda dela. O cheiro de cloro misturado com o aroma íntimo dela o deixou zonzo. Ele abriu as bandas com as duas mãos grandes e deu uma lambida longa, quente, circulando o anel enrugado que piscava de expectativa. Talia gemeu alto, o som saindo agudo e depois virando gargalhada. “Caralho, Callum! Sua língua aí... tá me matando de tesão. Chupa mais, vai, enfia essa língua gostosa!”
Ele obedeceu com fome, sugando o cuzinho dela enquanto enfiava a ponta da língua, sentindo o músculo apertar e relaxar contra ele. A água da piscina batia nas coxas grossas dele, salpicando nas costas dela. Dois dedos grossos substituíram a língua em seguida, entrando devagar, girando, abrindo aquele rabinho virgem centímetro a centímetro. Talia empurrou o quadril para trás, pedindo mais com a voz entrecortada de gemidos e risos. “Dois dedos não é suficiente, porra! Abre mais, Callum... quero sentir que vou gozar só com isso. Você é um safado de sunga apertada mesmo, hein? Me lambendo como se fosse sorvete derretido!”
“Você pediu, arquiteta tarada”, respondeu ele, rindo com a boca ainda colada no cu dela, a voz abafada contra a carne quente. Os dedos entravam e saíam ritmados, curvando-se para massagear as paredes internas enquanto ele chupava o redor, babando tudo. Talia tremia, as pernas abertas tremulando, os seios fartos esmagados contra os azulejos frios. Cada gemido dela virava uma risada safada que fazia o pau dele latejar mais forte, a rola grossa de 28 anos de professor de natação apontando para cima, babando pré-gozo na água. Ele pensava, enquanto metia os dedos cada vez mais fundo: “Essa mulher vai me matar de tanto rebolar. Se alguém aparecer agora, vai ver a aula particular mais molhada da história do condomínio.”
Talia virou o rosto, os olhos brilhando de luxúria e diversão. “Tira essa sunga de uma vez e me fode de verdade. Quero esse pau grosso arrombando meu cu agora. Para de brincar e me arromba, Callum!” Ele não esperou mais. Saiu da água com um impulso, o corpo musculoso brilhando, e posicionou a cabeça larga do pau bem no anel babado. Empurrou devagar, sentindo a resistência deliciosa ceder aos poucos. Centímetro por centímetro, o cu apertado dela engoliu a rola grossa dele até as bolas encostarem na buceta encharcada. Talia soltou um gemido longo, quase um uivo, seguido de uma gargalhada que balançou todo o corpo.
“Porra, tá enorme dentro de mim! Arromba logo, professor! Mete forte nesse rabinho!”, pediu ela, rebolando o quadril em círculos, acostumando-se à invasão. Callum deu o primeiro tapa estalado na bunda redonda, a palma molhada fazendo um som alto que ecoou. “Toma, sua safada. Isso é pra você me provocar semanas inteiras com esse biquíni sumido.” Ele começou a meter com força, o pau saindo quase todo e voltando fundo, a água da piscina espirrando a cada estocada. Os tapas ritmados deixavam marcas rosadas na pele clara dela, e Talia respondia rebolando mais rápido, pedindo entre risos e gemidos altos: “Mais forte! Arromba esse cu, Callum! Quero sentir você bem no fundo, me usando como sua putinha particular de natação anal!”
Os dois riam alto entre as estocadas, o som misturando tesão puro com aquela alegria safada de quem sabia que estava fazendo uma loucura deliciosa às duas da madrugada. Ele segurava os quadris dela com firmeza, puxando-a contra si, o pau grosso dilatando o rabinho apertado a cada investida. O cu dela piscava ao redor da base, sugando-o como se não quisesse soltar nunca. “Você é apertada pra caralho, Talia... tá me ordenhando inteiro. Ri o quanto quiser, mas esse cu é meu agora”, grunhiu ele, dando mais dois tapas sonoros que fizeram as nádegas tremerem.
De repente, entre um gemido e uma risada, ela pediu com a voz manhosa: “Quero cavalgando agora. Vem, senta na borda que eu vou sentar esse rabinho no seu pau até você gozar dentro.” Callum obedeceu rindo, saindo de dentro dela com um plop molhado e sentando na borda, as pernas dentro da água. O pau brilhava, latejando, coberto da saliva e dos sucos dela. Talia se virou de costas, empinou a bunda e foi descendo devagar, guiando a rola grossa de volta para dentro do cu esticado. Quando sentou até o fim, soltou um gemido gutural seguido de uma gargalhada alta: “Ai, que delícia! Tá batendo no meu estômago, professor! Olha como meu cu engole tudo!”
Ela começou a cavalgar de costas, subindo e descendo com força, as nádegas batendo contra as coxas dele num ritmo molhado e obsceno. A água espirrava alto, o som ecoando como aplausos safados. Callum segurava a cintura dela, ajudando nos movimentos, dando tapas laterais na bunda enquanto ela rebolava em círculos. “Rebola mais, arquiteta! Monta nesse pau como se fosse sua nova prancha de natação”, provocou ele, rindo rouco. Talia jogou a cabeça para trás, os seios balançando livres, e acelerou, gemendo alto entre risadas: “Tô gozando, Callum! Arromba meu cu, mete fundo! Quero sentir você explodindo dentro!”
Os gemidos viraram um coro descontrolado. Ele sentiu o cu dela apertar forte ao redor do pau, ordenhando-o no ritmo dos espasmos. Com um grito rouco misturado a uma risada final, Callum gozou fundo, jatos grossos enchendo o rabinho apertado dela. Talia tremeu inteira, gozando junto, o corpo convulsionando enquanto o cu piscava sem parar, espremendo cada gota dele. Os dois riram alto no meio do orgasmo, os sons ecoando pela piscina deserta como se fossem dois adolescentes pegos no flagra.
Ofegantes, ainda conectados, Talia virou o rosto molhado, puxou-o pela nuca e deu um beijo molhado, línguas se enrolando preguiçosas e felizes. Rindo contra a boca dele, ela murmurou: “Essa piscina agora tem um significado completamente novo pra mim, Callum... nunca mais vou olhar pra essa água sem lembrar do seu pau arrombando meu cu.” Eles saíram da piscina de mãos dadas, pegaram as toalhas rindo como dois adolescentes safados, combinaram de repetir a “aula particular de natação anal” no dia seguinte no mesmo horário e foram embora pelo caminho lateral, os corpos ainda tremendo de prazer e diversão.
A piscina deserta guardaria para sempre o eco molhado daquela tentação que transformou duas noites em vício eterno.
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