Desejo Proibido na Cabana do Lago

Ana, de 32 anos, e o marido Carlos assistem excitados enquanto o amigo Reid, de 38, fode ela com força na cabana.

15 min read September 21, 2026New

Ana tinha trinta e dois anos e oito de casamento com Carlos, trinta e cinco, quando decidiu que o fim de semana na cabana isolada à beira do lago seria a fuga perfeita. A estrada de terra rangia sob os pneus, o cheiro de pinho entrava pela janela aberta e ela sentia o calor úmido entre as coxas já só de imaginar o que poderia acontecer longe da rotina. Carlos dirigia em silêncio, a mão esquerda no volante, a direita às vezes no joelho dela, distraído. Ele não sabia ainda o quanto a mulher ao seu lado estava prestes a empurrá-lo para o limite do desejo que os dois só tinham sussurrado em noites escuras, debaixo do lençol.

A cabana era simples, madeira escura, varanda de frente para a água parada e escura do lago. Mal tinham descarregado as malas quando um homem saiu da propriedade vizinha, caminhando com a naturalidade de quem conhecia cada metro daquele chão. Reid, trinta e oito anos, amigo de longa data do casal, alto, ombros largos, peito marcado sob a camiseta cinza molhada de suor, braços densos de músculo. Ele sorriu ao ver Ana, e o sorriso não era só de saudação.

— Olha só quem apareceu — disse Reid, a voz grave, os olhos percorrendo o corpo dela sem pressa. — Carlos, seu safado, sumiu com a mulher mais gostosa e agora me encontra aqui.

Carlos riu, apertou a mão do amigo, mas Ana já sentia o clima mudar. Ela se aproximou, abraçou Reid por tempo demais, o peito dela colado no peito dele, o perfume do suor masculino subindo direto para a cabeça. Quando se afastou, passou a ponta da língua no lábio inferior e olhou para o marido.

— Ele está ainda mais gostoso, Carlos — murmurou alto o bastante para os dois ouvirem. — Olha esses braços.

Carlos engoliu em seco. O pau dele deu um pulo dentro da calça. Anos de fantasia meio escondida, de confissões embaraçosas depois de gozar, de Ana brincando de “e se fosse outro?” agora se materializavam na frente dele. Reid ergueu uma sobrancelha, percebendo tudo.

— Vocês dois estão com cara de quem veio atrás de encrenca — falou Reid, sem rodeio.

Ana deu de ombros, provocadora.

— A gente veio atrás de tranquilidade. Mas tranquilidade com você por perto fica… diferente.

Naquela tarde, enquanto Carlos ajeitava a varanda, Ana ficou na cozinha da cabana com Reid, que tinha trazido uma garrafa de vinho tinto “só para cumprimentar os vizinhos”. Ela usava um vestido leve, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido cada vez que se inclinava. Reid encostava a mão na cintura dela ao passar, “só para alcançar o copo”, e os dedos desciam um centímetro a mais do que o necessário. Carlos via tudo pela porta aberta. O coração batia forte, a boca secava, o pau ficava dolorosamente duro. Ele queria aquilo. Queria ser o marido que assistia.

Mais tarde, no jantar, a mesa de madeira estava posta com carne grelhada, salada e a mesma garrafa de vinho — duas taças no máximo para cada um, ninguém embriagado, só o calor do álcool soltando a língua e o corpo. Ana sentava entre os dois homens. Toda vez que falava, a mão dela roçava a coxa de Reid por baixo da mesa. Carlos via o movimento pelo canto do olho e não dizia nada. O silêncio dele era consentimento puro.

Reid falava de trabalho, de viagens, da solidão da cabana vizinha, mas o olhar não saía da boca de Ana. Ela ria baixo, reclinava o peito para frente, deixava o decote abrir. Carlos sentia o próprio pau latejar contra o zíper. A mão dele tremia ao pegar a taça.

Foi Ana quem quebrou a tensão de uma vez.

— Carlos — a voz saiu rouca, carregada. Ela virou o rosto para o marido, os olhos brilhando. — Eu quero que o Reid me foda. Aqui. Agora. Quero o pau dele dentro de mim enquanto você assiste. E quero que você fique bem quietinho, bem humilhado, do jeito que a gente sempre falou.

O silêncio durou dois segundos. Carlos respirou fundo, o rosto quente de vergonha e excitação misturadas.

— Eu quero ver — admitiu, a voz falhando. — Quero ver ele te comendo. Quero que vocês me tratem como o corno que eu sou. Por favor. Eu consento. Eu peço.

Reid apoiou os cotovelos na mesa, sério, o olhar indo de um para o outro.

— Vocês dois têm certeza? Sem voltar atrás no meio?

— Tenho — Ana respondeu primeiro, já se levantando. — Eu quero seu pau grosso me abrindo na frente do meu marido. E ele quer ver exatamente isso.

— Eu quero — repetiu Carlos, engolindo a dignidade de propósito. — Me humilha. Me mostra o quanto eu não bastava.

Reid se levantou devagar, pegou o rosto de Ana com as duas mãos grandes e a beijou com fome, na frente do marido. A língua dele entrou na boca dela sem delicadeza, chupando, mordendo o lábio. Ana gemeu alto de propósito, a mão descendo para apertar o volume enorme na calça de Reid. Carlos ficou sentado, o pau agora latejando tanto que doía, as mãos apertando os próprios joelhos para não se tocar ainda.

Eles foram para o quarto da cabana. A cama de casal rangia só de olhar. Ana tirou o vestido num movimento só, ficando nua — peitos firmes, barriga macia, a buceta já brilhando de tesão, os lábios inchados e molhados. Reid tirou a camiseta, depois a calça e a cueca. O pau dele saltou pesado, grosso, veias saltadas, a cabeça avermelhada já pingando pré-porra. Carlos ficou de pé perto da parede, calça ainda fechada, só olhando, o rosto queimando.

Ana ajoelhou na frente de Reid, olhou direto nos olhos do marido e abriu a boca. Engoliu o pau grosso até a garganta, engasgando de propósito, saliva escorrendo pelo queixo.

— Olha, Carlos — falou ao se afastar um segundo, a voz embargada de baba. — Olha o tamanho. O seu nunca foi suficiente. Nunca me encheu assim. Nunca me fez gozar do jeito que eu mereço.

Ela voltou a chupar com vontade, a cabeça balançando, a mão massageando as bolas pesadas de Reid. Carlos gemia baixo, humilhado e excitado demais para se mexer. Reid segurava o cabelo de Ana e fodia a boca dela com estocadas curtas, olhando para o marido o tempo todo.

— Seu corno inútil — disse Reid, a voz baixa e cruel. — Fica aí parado enquanto eu uso a sua mulher. Marido fracassado. Nem consegue comer direito a própria esposa.

Ana se levantou, subiu na cama de quatro, a bunda empinada, a buceta escorrendo. Reid se posicionou atrás, esfregou a cabeça grossa entre os lábios molhados dela e enfiou de uma vez só, até o fundo. Ana gritou de prazer puro, os dedos se cravando no colchão.

— Porra, que pau! — ela gritava a cada estocada brutal. — Mais forte! Fode essa puta casada! Carlos, olha como ele me arrebenta! Olha o quanto eu molho no pau dele!

Reid segurava a cintura dela com força, as nádegas batendo na bunda dela com estalos molhados e altos. A cama rangia. Cada vez que ele entrava fundo, Ana gemia como se estivesse sendo estraçalhada de prazer. Carlos se aproximou, ajoelhou perto da cabeceira, o rosto a poucos centímetros, vendo o pau grosso sumir e aparecer coberto de gozo dela.

— Fala pra ele — mandou Reid, puxando o cabelo de Ana para trás. — Fala o que o seu marido é.

— Corno inútil! — Ana gritou, a voz quebrada de prazer. — Marido fracassado! Olha o pau de verdade te substituindo! Olha eu sendo fodida direito pela primeira vez em anos!

Reid tirou o pau, virou Ana de lado, ergueu uma perna dela e enfiou de novo, ainda mais fundo, o ângulo batendo direto no ponto que fazia ela tremer. Ana gozou violentamente, a buceta se contraindo em espasmos, o líquido escorrendo pelas coxas, o corpo inteiro sacudindo enquanto ela gritava o nome de Reid. Carlos assistia de perto, o pau latejando dentro da calça sem ser tocado, as lágrimas de excitação e humilhação nos cantos dos olhos.

Ainda gozando, Ana empurrou Reid para deitar de costas e montou nele. Encaixou o pau grosso na buceta molhada e desceu até o fundo, rebolando com força, os peitos balançando, a boca aberta em gemidos altos e sujos.

— Assim… assim… — ela gemia, cavalgando como se a vida dependesse daquilo. — Enche essa buceta, Reid. Goza dentro de mim. Enche a esposa do corno.

Reid segurava a bunda dela, empurrava para cima com estocadas secas e profundas. Carlos estava tão perto que sentia o cheiro do sexo, o som molhado, o calor. Ana olhou para o marido enquanto rebolava.

— Você vai lamber tudo depois — sussurrou, cruel e excitada. — Vai limpar a porra dele da minha buceta com a língua. Vai provar o quanto ele me fodeu melhor.

Reid gemeu grave, as mãos apertando a carne da bunda dela, o corpo tensionando.

— Toma, puta — ele rosnou. — Toma o leite todo.

Ele gozou fundo, jatos quentes enchendo a buceta de Ana, pulsando, derramando tanto que o excesso já começava a vazar pelas laterais enquanto ela ainda cavalgava devagar, espremendo cada gota. Ana arquejou, sentindo o calor dentro dela, o sorriso sujo no rosto. Carlos tremia, a boca aberta, sabendo o que vinha a seguir, o pau latejando desesperadamente.

Ana se ergueu devagar, o pau de Reid saindo com um som molhado, a porra branca e grossa escorrendo imediatamente pela fenda dela, descendo pela coxa interna. Ela se virou para o marido, as pernas abertas na beira da cama, a buceta inchada e escorrendo a porra do amigo, e puxou Carlos pela nuca, aproximando o rosto dele daquela bagunça quente e suja.

— Agora limpa, corno — ordenou Ana, a voz ainda rouca de tanto gozar. — Lambendo tudo. Mostra o quanto você aceita ser o marido que chupa a porra do outro homem da buceta da esposa.

Reid se acomodou contra a cabeceira, o peito subindo e descendo, o pau ainda semi-duro e brilhante, observando com um sorriso dominante. Carlos ajoelhou entre as coxas da mulher, o cheiro forte subindo, a vergonha e o tesão se misturando num nó quente na garganta. A língua dele saiu, hesitante só por um segundo, e o ar da cabana ficou carregado de tudo que ainda estava por vir naquela noite à beira do lago.

Carlos ajoelhou entre as coxas abertas de Ana, o cheiro forte de sexo e porra alheia invadindo as narinas dele como um tapa. A língua saiu hesitante só por um segundo antes de lamber a fenda inchada, recolhendo o gozo grosso e branco de Reid que escorria quente. O gosto salgado-amargo bateu forte, e Carlos gemeu contra a buceta da esposa, chupando com vontade enquanto a humilhação queimava o peito. Ana segurou a nuca dele com as duas mãos, empurrando o rosto para baixo, esfregando a buceta molhada na boca do marido.

— Isso, corno. Limpa tudo. Chupa a porra do homem de verdade que me fodeu. Você gosta disso, não gosta? Gosta de provar o quanto ele me encheu melhor do que você nunca conseguiu.

Carlos lambia mais fundo, a língua entrando na buceta escorrendo, sugando os restos quentes. Reid, ainda semi-duro contra a cabeceira, ria baixo, a mão massageando o próprio pau que começava a endurecer de novo só de ver a cena.

— Olha só o maridozinho trabalhando. Que corno bem treinado. Ana, ele limpa bem a sua putinha?

Ana rebolou no rosto de Carlos, molhando o queixo e o nariz dele.

— Limpa gostoso. Mas ainda tem mais. Reid, eu quero mais. Quero que você me foda de novo enquanto ele fica debaixo, lambendo.

Reid se levantou da cama, o pau já duro outra vez, veias saltadas, a cabeça brilhando. Ele puxou Ana pela cintura, a virou de quatro sobre o corpo de Carlos, que ficou deitado de costas com o rosto exatamente sob a buceta dela. Ana desceu o quadril, sentando a buceta escorrendo na boca do marido, e Reid se posicionou atrás dela. A cabeça grossa empurrou os lábios molhados, e ele enfiou de uma vez só, fundo, o pau deslizando sobre a língua de Carlos que lambeu o eixo grosso enquanto entrava.

Ana gritou, o corpo inteiro tremendo.

— Porra! Ele tá entrando em cima da sua língua, Carlos! Sente o pau dele te substituindo! Sente como ele me abre!

Reid fodia com força, as bolas batendo no queixo de Carlos a cada estocada. O pau grosso entrava e saía, coberto de gozo misturado, e Carlos chupava tudo — a buceta da esposa, as veias do pau do amigo, o gosto salgado de ambos. A humilhação era completa: o marido de trinta e cinco anos, o engenheiro quieto, agora reduzido a um tapete molhado debaixo da mulher de trinta e dois anos que gemia como puta e do amigo de trinta e oito que a arrebentava.

— Fala pra ele, Ana — rosnou Reid, puxando o cabelo dela para trás, forçando o peito para cima enquanto martelava. — Fala o que você sente.

— Sinto um pau de homem de verdade! — ela gritava, a voz quebrada. — O seu é fino, Carlos, é fraco! Esse me preenche, me fode até o fundo, me faz gozar como eu mereço! Olha o corno lambendo enquanto eu levo porrada!

Carlos gemia sob eles, o pau latejando dolorosamente dentro da calça ainda fechada. Ele não se tocava. Não merecia. As lágrimas de tesão escorriam pelos cantos dos olhos enquanto a língua trabalhava, chupando a junção molhada onde o pau de Reid sumia na esposa. Cada estocada fazia a cama ranger, o som molhado ecoando na cabana escura, o cheiro de sexo pesado no ar úmido do lago.

Reid tirou o pau de repente, esfregou a cabeça brilhante nos lábios de Carlos, sujando a boca do marido com a mistura, e enfiou de novo na buceta de Ana. Ela gozou na hora, o corpo contraindo em espasmos violentos, o líquido escorrendo direto na cara de Carlos, que engoliu tudo sem reclamar. Ana tremia, os peitos balançando, a boca aberta num grito rouco.

— Continua! Não para! Fode essa casada na frente do marido dela!

Reid agarrou a cintura dela com as duas mãos grandes, as unhas cravando na carne macia, e acelerou. As estocadas eram brutais, profundas, o pau sumindo até as bolas. Carlos, debaixo, via de perto cada veia, cada contração, o excesso de gozo anterior sendo empurrado para fora a cada investida. Ele lambeu as bolas pesadas de Reid quando elas bateram no rosto dele, chupou a base do pau, aceitou cada gota que escorria.

— Seu corno nojento — falou Reid, a voz baixa e cruel, olhando para baixo. — Sua mulher tá gozando no meu pau e você só serve pra limpar. Fracassado. Inútil. Nem pau tem pra usar direito.

Ana se virou o suficiente para olhar o marido sob ela, o sorriso sujo no rosto suado.

— Ele tem pau, Reid. Só que é pequeno. Fraco. Nunca me fez gritar assim. Nunca me encheu até vazar. Você vai gozar de novo dentro de mim. E ele vai beber tudo de novo.

Reid puxou Ana para cima, a tirou de cima de Carlos e a deitou de costas na beira da cama. As pernas dela abriram largas, os pés no peito do marido que ainda ajoelhava no chão. Reid se encaixou entre as coxas dela e enfiou de novo, fundo, o ângulo fazendo Ana arquejar e cravar as unhas nas costas largas dele. Carlos ficou a poucos centímetros, o rosto colado na junção, vendo o pau grosso entrar e sair, a buceta se abrir e fechar ao redor dele.

— Chega mais perto, corno — mandou Ana, a voz embargada. — Olha de perto. Olha o pau que eu mereço. Beija as bolas dele enquanto ele me fode.

Carlos obedeceu. A boca dele se abriu sobre as bolas pesadas de Reid, chupando, lambendo, o cheiro masculino forte. Reid gemeu de prazer, fudendo Ana com mais força ainda, a cama batendo na parede de madeira. Ana gozou outra vez, o corpo inteiro sacudindo, a buceta espremendo o pau grosso em espasmos, o grito dela ecoando pela cabana.

— Eu vou gozar — avisou Reid, a voz rouca. — Onde você quer, puta?

— Dentro! Enche! E ele chupa depois!

Reid enterrou até o fundo e gozou com um gemido grave, jatos quentes pulsando fundo na buceta de Ana. O excesso vazou imediatamente, escorrendo ao redor do pau ainda latejando, descendo pela fenda até a bunda dela. Ele saiu devagar, o fio grosso de porra ligando a cabeça à buceta aberta. Ana puxou Carlos pela nuca outra vez, enfiando o rosto dele na bagunça quente.

— Limpa de novo. Tudo. Até a última gota. E depois chupa o pau dele limpo também.

Carlos lambia desesperado, a língua recolhendo o gozo cremoso, engolindo, o rosto sujo, o pau latejando sem alívio. Quando a buceta dela estava limpa o bastante, Ana empurrou a cabeça dele para o pau de Reid, ainda semi-duro e brilhante de porra e sucos. Carlos abriu a boca e engoliu, chupando o gosto da própria esposa misturado ao do amigo. Reid segurou o cabelo dele e fodeu a boca do corno com algumas estocadas curtas, humilhante, olhando Ana nos olhos.

— Seu marido chupa bem pau, Ana. Treinado pra ser meu puto também.

Ana riu, rouca, os dedos brincando com os próprios peitos.

— Ele faz o que eu mando. E eu mando ele aceitar que você fode melhor. Que você me possui. Que ele é só o espectador humilhado.

Reid tirou o pau da boca de Carlos e puxou Ana para o colo dele, de costas para o peito largo. Ela se encaixou, o pau já endurecendo de novo entre as coxas dela. Carlos ficou de joelhos na frente, assistindo de perto enquanto Reid enfiava de baixo para cima, levantando o quadril de Ana e a fudendo em pé sentado. As mãos grandes de Reid apertavam os peitos dela, torcendo os mamilos, enquanto as estocadas subiam fundo.

— Olha pra ele — mandou Reid no ouvido de Ana. — Olha o corno te vendo ser usada.

Ana olhou direto nos olhos de Carlos, a boca aberta em gemidos sujos a cada subida e descida no pau grosso.

— Eu amo isso. Amo ser fodida por outro homem na sua frente. Amo te humilhar. Amo te ver de joelhos com a cara suja de porra. Você nunca mais vai me comer sem lembrar desse pau. Sem lembrar do gosto dele na minha buceta.

Carlos gemia, a mão finalmente apertando o próprio volume pela calça, sem abrir, só sofrendo. Reid acelerou, as bolas batendo, o som molhado alto. Ana gozou mais uma vez, o corpo mole contra o peito dele, a buceta espremendo. Reid gozou logo depois, o terceiro jato quente enchendo-a de novo, o excesso pingando direto no peito e no rosto de Carlos que se aproximou para beber.

Eles caíram na cama depois, suados, ofegantes. Ana puxou Carlos para cima dela, beijou a boca dele suja de tudo, e sussurrou:

— Agora você pode gozar. Mas só na minha mão. Sem entrar em mim. Meu buraco é dele hoje.

Carlos tirou o pau finalmente — duro, vermelho, pingando — e Ana o masturbou rápido, cruel, enquanto Reid observava com um sorriso. Carlos gozou em jatos fracos na mão dela, o corpo inteiro tremendo de alívio e vergonha. Ana limpou os dedos na boca do marido, forçando-o a provar o próprio gozo misturado a tudo mais.

Reid se levantou, foi até a janela da cabana, olhou o lago escuro lá fora e voltou. O pau ainda pesado entre as pernas. Ana se aconchegou entre os dois homens, as pernas abertas, a buceta ainda latejando e suja. Carlos ficou quieto, o rosto queimando, o coração disparado, sabendo que a noite ainda não tinha acabado de verdade.

Reid passou a mão pela coxa de Ana, os dedos entrando nela de leve, brincando com o excesso que ainda escorria.

— A cabana é grande. E o lago é silencioso. Amanhã de manhã eu quero ela de novo. E você vai assistir de novo. Vai limpar de novo. Vai agradecer.

Ana sorriu, os olhos brilhando de tesão renovado, e puxou a mão de Carlos para entre as pernas dela, fazendo-o sentir o calor, o inchaço, a bagunça que o amigo tinha feito.

— Você quer, não quer, meu amor? Quer ser nosso corno pra sempre?

Carlos engoliu em seco, a voz saindo baixa, derrotada e excitada demais:

— Quero. Eu quero.

Reid riu, baixo, e beijou Ana na boca na frente do marido outra vez, a língua profunda, a mão ainda dentro dela. Carlos assistia, o pau já começando a mexer de novo apesar de ter gozado, a alma vendida por completo naquela cabana de madeira à beira da água parada.

Quando o sol nascer amanhã sobre o lago, Ana vai acordar com o pau de Reid ainda dentro dela e o rosto do marido entre as coxas, lambendo o café da manhã que sobrou da noite.

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