Rendição no Karaokê: O Vizinho que Finalmente Me Invadiu
A divorciada de 34 anos Roxanne finalmente entrega o cu pro personal trainer Callum no apartamento dela.
A atmosfera no salão de festas do prédio estava quente e carregada, com as luzes baixas e o som do karaokê ecoando nas paredes. Roxanne, divorciada de 34 anos e moradora do apartamento 402, sentia o coração acelerado enquanto subia ao pequeno palco. Ela havia escolhido uma música bem sensual, daquelas com batida lenta e letra que falava de corpos suados e desejos proibidos. Seu vestido vermelho justo marcava cada curva do seu corpo maduro – os seios cheios que subiam e desciam com a respiração, a cintura fina e a bunda empinada que ela sabia que Callum não conseguia ignorar.
Callum, o personal trainer de 29 anos que morava no apartamento ao lado, estava sentado no canto, pernas abertas, o corpo musculoso relaxado mas os olhos atentos. Há meses eles dançavam essa provocação silenciosa. Durante as noites de karaokê, ele cantava algo romântico e olhava direto para ela, como se estivesse prometendo foder cada centímetro do seu corpo. Ela respondia rebolando mais devagar quando era a vez dela, lambendo o lábio inferior ou passando a mão pela própria coxa. Eram olhares que queimavam, toques “acidentais” no ombro ou na cintura ao passar, sussurros cheios de duplo sentido sobre “subir juntos qualquer dia”. A tensão sexual tinha crescido tanto que Roxanne às vezes se masturbava pensando nele depois das noites, imaginando aquele pau grosso que ela via marcado na calça de moletom dele.
Hoje a coisa estava diferente. Roxanne cantou com a voz rouca, gemendo as partes mais quentes da letra, os quadris girando devagar como se estivesse cavalgando um pau invisível. Seus olhos nunca deixaram os dele. Quando a música terminou, o aplauso veio, mas ela mal ouviu. Desceu do palco com as pernas tremendo de tesão acumulado e foi direto até Callum. Parou bem perto, o perfume dele invadindo suas narinas, lambeu os lábios bem devagar e, com a voz baixa só para ele ouvir, disse:
— Estou cansada de só cantar sobre desejo, Callum. Hoje eu quero sentir de verdade.
Ele ergueu uma sobrancelha, aquele sorriso safado que sempre a deixava molhada se abrindo devagar. Levantou-se, o corpo alto e definido quase colado no dela, e respondeu no mesmo tom baixo, a voz grave vibrando no peito dela:
— Se você realmente quiser, Roxanne, finalmente vou invadir cada buraco seu. Vou começar pelo que você mais esconde e só parar quando você estiver implorando pra eu continuar.
O ar entre eles pareceu eletrificado. Roxanne sentiu a buceta latejar forte, o cuzinho piscando de pura ansiedade. Ela riu baixinho, nervosa e excitada, pegou a mão dele e puxou. Saíram do salão juntos, fingindo naturalidade para os outros moradores, mas assim que entraram no elevador vazio a máscara caiu.
Assim que as portas se fecharam, Callum a prensou contra a parede fria de metal. Suas mãos grandes agarraram a bunda dela por baixo do vestido, apertando as carnes macias com força enquanto a boca tomava a dela num beijo molhado, línguas se enrolando com fome. Roxanne gemeu na boca dele, sentindo o pau já duro roçando contra sua barriga. Ela desceu a mão e apertou o volume por cima da calça, maravilhada com o tamanho.
— Porra, Callum… eu fico molhada só de te ver nesses karaokês — confessou ela entre beijos, a voz ofegante.
Ele mordeu o lábio inferior dela e apertou mais a bunda, um dedo deslizando entre as nádegas por cima da calcinha.
— Você não sabe o quanto eu bato punheta pensando nessa bundinha. Vamos pro seu apartamento agora.
O elevador apitou no quarto andar. Eles saíram rindo como adolescentes, mãos discretas se tocando nas costas, na cintura, na bunda. Roxanne mal conseguiu acertar a chave na porta de tanto tesão. Assim que entraram e a porta bateu, o flerte virou puro fogo.
Callum a empurrou contra a parede da sala, beijando-a com mais força, as mãos subindo para apertar os seios por cima do vestido antes de puxar o tecido para baixo. Os mamilos dela pularam livres, duros como pedrinhas. Ele chupou um deles com vontade enquanto ela gemia, as mãos dela puxando a camisa dele para fora da calça. Roxanne estava desesperada. Anos de casamento morno tinham deixado claro o quanto ela adorava sexo anal, mas nunca tinha encontrado um homem com o pau e a pegada certa. Callum era perfeito.
Entre beijos babados e respirações pesadas, ela confessou, a voz rouca de tesão:
— Eu adoro levar no cu, Callum. Sonho com esse seu pau grosso abrindo minha bundinha há semanas. Toda vez que te via no karaokê eu imaginava você me arrombando devagar, depois forte, até eu não aguentar mais.
Ele gemeu alto, um som gutural que fez o pau dele pulsar contra a coxa dela. Os olhos dele escureceram.
— Caralho, Roxanne… você é uma safada mesmo. Então hoje eu vou realizar esse sonho. Vou tirar essa roupa toda e comer esse rabo até você implorar por mais porra.
Com urgência bruta, ele arrancou o vestido dela, rasgando um pouco a lateral na pressa. A calcinha preta foi puxada para o lado e depois jogada longe. Roxanne ficou completamente nua, o corpo brilhando de suor, a buceta inchada e molhada escorrendo pelos lábios. Callum se livrou das próprias roupas, revelando o peito definido, os gomos do abdômen e aquele pau grosso, veioso, com a cabeça rosada já babando pré-gozo. Roxanne lambeu os lábios só de olhar.
Eles quase correram para o quarto. Roxanne subiu na cama king size, ficou de quatro e empinou a bunda alta, abrindo as nádegas com as duas mãos. O cuzinho rosado e enrugado piscou para ele, limpo e ansioso.
— Começa com a língua, por favor… lambe meu cu primeiro. Quero sentir você me devorando.
Callum se ajoelhou atrás dela como um animal. Suas mãos grandes agarraram as coxas dela, abrindo mais. A língua quente e molhada bateu direto no anel apertado, lambendo em círculos lentos e famintos. Ele chupava, sugava, enfiava a ponta da língua tentando entrar. O som molhado enchia o quarto junto com os gemidos de puta que saíam da boca de Roxanne.
— Ai, que delícia… assim, Callum… come meu cuzinho com essa língua gostosa.
Ele grunhiu, o rosto enterrado entre as nádegas macias, o cheiro e o gosto dela deixando ele louco. Dois dedos foram lubrificados com bastante saliva e cuspe. Primeiro um entrou fácil, depois o segundo, abrindo o anel apertado enquanto a língua continuava a trabalhar o clitóris de trás. Roxanne gemia feito uma cadela no cio, empurrando a bunda contra o rosto dele, o corpo tremendo.
— Mais fundo… abre meu cu, vai… eu sou toda sua hoje.
Ele a virou de lado então, levantando uma das pernas dela bem alto, quase encostando no ombro. O cu ficou exposto, brilhando de saliva. Callum pegou o lubrificante que ela tinha deixado na mesinha, passou generosamente no pau e no cuzinho dela. A cabeça grossa pressionou o anel. Com um gemido longo, ele empurrou e entrou, centímetro por centímetro, até as bolas estarem encostadas na buceta encharcada dela.
— Porra… que cu apertado e quente — rosnou ele.
Começou a foder com ritmo bruto. Estocadas profundas que faziam a cama bater na parede, alternadas com tapas fortes na bunda que deixavam marcas vermelhas. O som de carne contra carne era obsceno. Roxanne gritava de prazer, o cu sendo arrombado do jeito que ela tanto queria.
— Fala, Roxanne. Fala quanto você gosta de ser arrombada pelo vizinho — ordenou ele, dando outro tapa forte.
— Eu amo! Eu amo ser arrombada pelo seu pau grosso, Callum! Meu vizinho delícia está me fodendo o cu e eu tô gozando… ai, caralho, tô gozando sem nem tocar na buceta!
O orgasmo dela foi violento. O cu apertou o pau dele em espasmos, sucos escorrendo da buceta intocada enquanto o corpo dela convulsionava. Callum não parou. Aumentou o ritmo, segurando a perna dela mais alto, metendo fundo e rápido, o suor escorrendo dos dois corpos.
Finalmente ele não aguentou. Com um rugido, enterrou o pau até o fundo e gozou jorrando forte dentro do cu dela, jatos quentes enchendo o intestino. Quando terminou, puxou o pau bem devagar, centímetro por centímetro, vendo o creampie anal começar a vazar do cuzinho arrombado e vermelho, escorrendo grosso e branco pelas nádegas e pingando na cama.
Roxanne, ainda tremendo, o corpo mole de tanto prazer, virou o rosto para ele. Seus olhos ainda queimavam de desejo insaciável. O cu piscava, soltando mais porra, e ela mordeu o lábio, respirando pesado. Não tinha acabado. Nem de longe. Ela ainda queria muito mais dele, queria ser usada de todas as formas que imaginara durante aqueles meses de provocação no karaokê, e o olhar que trocavam agora deixava claro que a noite estava apenas começando de verdade.
Roxanne, ainda tremendo com o corpo mole de tanto prazer, virou o rosto suado para Callum e mordeu o lábio inferior com força. Aos 34 anos, divorciada há dois anos de um casamento que mal tocava na sua fome de sexo bruto, ela sentia o cu latejar como nunca, a porra grossa do personal trainer de 29 anos escorrendo devagar do anel vermelho e dilatado, descendo pela buceta inchada e pingando na colcha bagunçada. O olhar dela não era de quem queria parar. Era de quem queria ser destruída de verdade. Callum, ainda ajoelhado atrás dela com o peito musculoso brilhando de suor e o pau semi-duro babando restos de lubrificante e porra, percebeu o fogo nos olhos da vizinha e sentiu o próprio membro endurecer novamente, pesado e veioso.
— Não pensa que acabou, não, caralho — rosnou ela, a voz rouca de tanto gemer, virando-se de lado e abrindo as pernas sem vergonha nenhuma. — Eu esperei meses por esse pau grosso do vizinho. Quero que você me use até meu cu ficar um buraco destruído. Chupa ele primeiro. Lambe sua própria porra que você enfiou aí dentro, vai, seu safado.
Callum soltou uma risada baixa, gutural, o tipo de som que fazia a buceta dela contrair. Ele agarrou as coxas macias dela com aquelas mãos de treinador, mãos que ela via segurando pesos na academia do prédio, e puxou o quadril dela para cima, enterrando o rosto entre as nádegas quentes sem hesitar. A língua dele bateu direto no cu arrombado, lambendo a porra que vazava, sugando o creme branco misturado com o gosto terroso do intestino dela e empurrando tudo de volta para dentro com a ponta molhada. O som era obsceno, molhado, um schlick-schlick constante enquanto ele comia o cu dela como um animal faminto. Roxanne agarrou o lençol com as duas mãos, empurrando a bunda contra a cara dele, sentindo a barba por fazer arranhar as nádegas sensíveis.
— Isso, porra... lambe seu leitinho do meu cu, Callum. Você é um pervertido do caralho, hein? Meses cantando aquelas músicas românticas no karaokê só pra me deixar molhada e agora tá aqui chupando o rabo da divorciada do 402 como se fosse um sorvete. Enfia a língua mais fundo, abre esse buraco.
Por dentro, Roxanne pensava que nunca tinha se sentido tão puta na vida. O casamento morno a tinha deixado reprimida, mas desde que Callum se mudou para o apartamento ao lado e começou aqueles olhares durante as noites de karaokê, ela se masturbava quase toda noite enfiando dois dedos no cu imaginando exatamente isso: ele devorando seu rabo sujo. Agora era real, e o tesão era tão forte que sua buceta pulsava sozinha, escorrendo fiozinhos transparentes que molhavam as coxas.
Callum se afastou do cu dela com o queixo brilhando de saliva e porra, o pau agora completamente duro de novo, a cabeça rosada inchada e latejando. Ele subiu na cama, sentou-se encostado na cabeceira e puxou ela pelos cabelos com firmeza, sem delicadeza.
— Limpa meu pau agora, sua cadela. Quero ver você chupando o gosto do próprio cu. Isso mesmo, ass to mouth, como nas pornôs que você deve assistir sozinha pensando em mim.
Roxanne não pensou duas vezes. Aos 34 anos ela já tinha aprendido que safadeza boa era safadeza sem limite. Abriu a boca bem grande, a língua para fora, e engoliu o pau dele até a garganta. O sabor forte, salgado e terroso do seu próprio cu misturado com a porra dele invadiu sua boca, fazendo ela gemer alto ao redor da grossura. Ela chupava com fome, babando tudo, descendo os lábios até as bolas pesadas e subindo de novo, girando a língua na cabeça enquanto olhava para cima, para os olhos escuros dele. Callum segurava a cabeça dela com as duas mãos e fodia sua boca com estocadas curtas, fazendo o pau bater no fundo da garganta.
— Isso, mama gostoso. Engole esse pau que tava arrombando seu cu. Você é uma puta anal de verdade, Roxanne. Olha como baba todo, que nojenta... mas eu adoro.
Ela sentia o cu piscar vazio, querendo ser preenchido de novo. Depois de alguns minutos babando no pau dele, ela tirou da boca com um fio grosso de saliva ligando os lábios ao pau e implorou, a voz quebrada:
— Me fode de novo. Quero sentar nesse pau e cavalgar até meu cu inchar.
Callum puxou ela para cima dele, posicionando o pau na entrada do cu já lubrificado de porra. Roxanne desceu devagar no início, sentindo a cabeça grossa forçar o anel sensível, depois sentou tudo de uma vez, engolindo o pau inteiro até as bolas. O gemido que saiu da boca dela foi quase um grito. Ela começou a rebolar, subindo e descendo com força, as nádegas batendo contra as coxas musculosas dele num ritmo molhado e rápido. Os seios cheios balançavam na cara de Callum, que os agarrou com as duas mãos e chupou os mamilos duros com vontade, mordendo de leve enquanto ela cavalgava.
— Ai caralho, que pauzão... tá batendo tão fundo no meu intestino. Me usa, vizinho. Me faz sua puta particular de karaokê.
O suor escorria pelos corpos dos dois. Roxanne sentia cada veia do pau dele roçando nas paredes internas do cu, o prazer subindo como uma onda quente. Ela gozou pela segunda vez ali mesmo, sentada no pau, o cu apertando forte em espasmos enquanto sucos jorravam da buceta intocada, molhando a barriga dele. Callum não deu trégua. Segurou a cintura dela com firmeza e começou a meter de baixo para cima, batendo forte, fazendo o corpo dela pular no colo dele.
Ele a virou de repente, colocando ela de quatro novamente, mas dessa vez com o peito colado no colchão, a bunda empinada no ar máximo. Entrou de uma vez só, metendo com violência controlada, as bolas batendo contra a buceta encharcada. Cada estocada era acompanhada de um tapa forte na bunda, o som ecoando no quarto junto com os gemidos dela.
— Fala alto, sua safada. Quanto você gosta de levar no cu do vizinho?
— Eu amo, porra! Amo ser arrombada por você, Callum! Meu cu é seu, mete mais fundo, rasga esse rabo, me faz gozar de novo sem nem tocar na buceta! Eu sou a vadia anal do prédio agora!
Ele puxava o cabelo dela como rédea, arqueando as costas dela enquanto metia sem parar. O cu dela já estava bem aberto, um anel vermelho e inchado que engolia o pau com facilidade obscena. Callum enfiou dois dedos na buceta dela ao mesmo tempo, sentindo os dois buracos cheios, esticando as paredes finas que separavam um do outro. Roxanne explodiu num orgasmo violento, o corpo inteiro convulsionando, o cu apertando o pau dele como se quisesse ordenhar até a última gota, sucos esguichando forte no lençol.
Callum aguentou mais alguns minutos, mudando o ritmo, alternando estocadas profundas e lentas com marteladas rápidas e brutas. O suor pingava das costas dele nas nádegas dela. Finalmente ele sentiu o gozo subir de novo. Enterrou o pau até o talo, rosnou como um animal e jorrou forte pela segunda vez, enchendo o intestino dela com mais porra quente, tanto que o excesso já saía pelas bordas do cu esticado mesmo com o pau ainda dentro.
Quando ele puxou devagar, o pau saiu com um som molhado e obsceno. O cu de Roxanne ficou aberto num gape vermelho, uma caverna pulsando que vomitava porra grossa, branca e cremosa, escorrendo em fios grossos pela buceta, pelas coxas e formando uma poça grande na cama. Ela ainda tremia, ofegante, olhando para trás com cara de puta completamente destruída.
Olha esse cu arrombado e escorrendo porra grossa pra caralho, sua vadia insaciável do karaokê, agora você virou oficialmente o meu vaso de leitinho anal, buraco destruído e pingando até amanhã, sua puta do caralho.
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