A Quietude que Nos Entregou no Estábulo

Simone, de 38 anos, e seu enteado Cody, de 24, se entregam a um sexo selvagem e proibido no estábulo durante a tempestade.

11 min read September 24, 2026New

A tempestade chegou sem aviso, como se o céu tivesse decidido prender Simone e Cody naquele pedaço isolado de terra. Os raios cortavam a escuridão sobre a fazenda, e o trovão fazia tremer as janelas da casa grande. Simone, de trinta e oito anos, olhou pela varanda coberta e sentiu o tecido da blusa colar nos seios. A chuva a pegara no caminho do estábulo, e agora o algodão transparente marcava os mamilos duros pelo frio. Cody, vinte e quatro anos, músculos de quem voltara do trabalho pesado nas férias, estava a poucos passos, carregando baldes. O cabelo molhado grudava na testa dele. Ela não devia reparar naquele jeito. Ele era o enteado. O filho da esposa do homem com quem se casara. Proibido desde o dia em que botou os pés naquela casa.

Mas a propriedade estava vazia. O marido de Simone saíra de madrugada para a cidade e não voltaria antes do fim de semana. Só restavam eles dois, o cheiro de terra molhada e o batimento no peito dela que não era só do susto do trovão.

— Os cavalos estão inquietos — disse Cody, a voz rouca. — Preciso entrar com eles antes que o telhado do piquete ceda.

Simone assentiu e o seguiu. Dentro do estábulo o ar era quente, denso de feno e suor de animal. A chuva batia no telhado de zinco como dedos impacientes. Ela trancou a porteira e se virou. Cody já tirava a camisa encharcada. O peito largo, o abdômen marcado, a linha de pelos que descia até o cós da calça... Simone engoliu em seco. Desde que ele completara dezoito e voltara da primeira temporada longe, ela sentia aquele olhar dele. Faminto. Contido. E o dela correspondia às escondidas, à noite, com a mão entre as pernas e o nome dele abafado no travesseiro.

Ele a observava agora. A blusa molhada colava no corpo dela, desenhando a cintura fina, o volume dos seios, o caminho até a calça justas que marcava a bunda alta. A culpa latejava, mas o desejo latejava mais forte.

— Me ajuda com o feno — pediu ela, a voz mais baixa do que pretendia.

Simone se curvou de propósito. O quadril dela roçou a coxa dele quando se abaixou para pegar o fardo. Uma vez. Duas. Na terceira, ela sentiu o pau dele endurecer contra a calça e pressionou de propósito, um movimento lento, deliberado. Cody soltou um grunhido.

— Porra, Simone...

Ela se endireitou devagar, o coração martelando. Os olhos dele estavam escuros, sem disfarce.

— Fala — sussurrou ela. — Diz o que está pensando.

Cody avançou um passo. A mão dele tremeu quando tocou a cintura molhada dela.

— Eu sonho em te foder desde os dezoito. Toda noite. Imagino essa buceta molhada, esses peitos na minha boca, você gemendo meu nome enquanto eu te encho. É errado pra caralho. Você é a mulher do meu pai. Mas eu não consigo parar.

A confissão saiu crua, quase raivosa. Simone sentiu o calor descer direto para o meio das pernas. A calcinha já estava encharcada, e não era só da chuva.

— Eu também — admitiu ela, ofegante. — Me toco pensando em você. Meto os dedos fundo e fico imaginando que é o seu pau. Que você me pega no estábulo exatamente assim. Suja. Proibida. Sua.

Não houve mais conversa. A boca dele encontrou a dela com fome, dentes, língua, saliva. Um beijo desesperado que sabia a anos de contenção estourando. As mãos de Cody desceram pela blusa, apertaram os seios, puxaram o tecido para cima. Simone gemeu dentro da boca dele e abriu o cinto da calça do rapaz, sentindo o volume grosso latejar sob os dedos.

— Meu Deus, Cody...

Ele rasgou a blusa dela. Os botões saltaram no feno. Os seios pesados saltaram livres, mamilos escuros e duros. Cody baixou a cabeça e chupou com fome, puxando a carne, mordendo de leve, lambendo em círculos enquanto a mão direita descia e abria a calça dela. Simone arqueou as costas, os dedos enfiados no cabelo molhado dele.

— Isso, meu garoto safado — gemeu ela. — Chupa os peitos da sua madrasta. Mais forte. Assim... porra...

Ele a empurrou contra a parede de madeira. O cheiro de feno e couro misturava com o cheiro dela, excitação pura. Simone se ajoelhou no chão irregular. Puxou a calça e a cueca de Cody de uma vez. O pau grosso saltou, veias latejando, a cabeça já brilhando de pré-porra. Ela não hesitou. Abriu a boca e engoliu até a base, sentindo o volume preencher a garganta, os olhos marejados de prazer. Cody gemeu alto, a mão na nuca dela, guiando o vaivém.

— Isso, engole tudo... sua putinha... minha madrasta safada chupando meu pau no estábulo...

Ela chupava com vontade, saliva escorrendo pelo queixo, a mão massageando as bolas pesadas. O gosto salgado dela própria misturado ao dele. Quando ele puxou o cabelo dela para tirá-la, os lábios dela estavam vermelhos, inchados.

— De quatro. Agora.

Simone obedeceu, o joelho no feno, a bunda erguida. Cody ajeitou-se atrás, abriu as nádegas dela e enterrou o pau de uma vez só. Fundo. Até o saco bater na buceta molhada. Ela gritou, um som rouco que o trovão engoliu. Ele fodeu com força, puxando o cabelo dela, a outra mão estapeando a bunda marcada de vermelho.

— Mais! Me fode mais forte, Cody! Usa essa buceta... ela é sua agora...

Cada estocada fazia os seios dela balançarem. O som molhado de pele contra pele ecoava no estábulo. Cody curvava-se sobre ela, beijava a nuca suada, mordia o ombro.

— Você aperta tanto... tão quente... vou gozar dentro...

— Goza — implorou ela. — Enche a buceta da sua madrasta.

Mas ele parou, puxou para fora, deitou-se no feno e a puxou para cima. Simone montou de frente, encaixou o pau grosso e desceu devagar, sentindo cada centímetro abrir caminho. Depois cavalgou selvagem, os quadris batendo, a buceta engolindo tudo. Cody segurou a cintura dela, empinou o quadril para encontrar cada descida. Os seios dela balançavam na cara dele; ele chupava um, depois o outro, enquanto ela gemia sem parar.

— Meu garoto... meu enteado safado... tô gozando...

O orgasmo veio em onda. A buceta dela contraiu forte em volta do pau dele, o corpo inteiro tremendo. Cody segurou firme e gozou junto, jatos quentes enchendo-a, derramando, escorrendo pelas coxas dela enquanto ela ainda se movia, tirando cada gota. Eles ficaram assim, ofegantes, suados, o pau ainda latejando dentro dela, a chuva cantando no telhado.

Devagar, Simone se levantou. A porra dele escorria pela parte interna da coxa, quente. Vestiram-se sem pressa: ele ajudou a fechar a calça dela, ela ajeitou a camisa rasgada dele sob o casaco. O cheiro de sexo misturava-se ao feno. Cody a puxou pela cintura uma última vez e o beijo foi profundo, lento, língua contra língua, como se selassem um pacto.

Simone encostou a testa na dele. A voz saiu rouca, só para os dois ouvirem acima do barulho da tempestade:

— Isso vai ser o segredo mais delicioso da gente. Toda vez que o seu pai sair... o estábulo vai ser o lugar onde eu vou se

Simone mal terminou a frase e Cody já a puxava de novo pela cintura, a boca faminta descendo pelo pescoço suado dela. A camisa rasgada dela ainda mal cobria os seios, e ele enterrou o rosto entre eles, cheirando o suor misturado com o cheiro de sexo e chuva. O pau dele já endurecia outra vez, grosso e quente contra a barriga dela, esfregando a porra que ainda escorria pelas coxas de Simone.

— Continua — grunhiu ele, a voz rouca contra a pele dela. — Diz o resto. Onde você vai se entregar pra mim.

Simone riu baixinho, o som rouco e safado, e empurrou o corpo dele contra a parede de madeira do estábulo. A tempestade lá fora uivava, trovões rachando o céu, mas dentro o ar estava denso, quente, cheirando a feno molhado, couro e porra fresca. Ela desceu a mão, apertou o volume dele por cima da calça que ele mal tinha fechado, e sentiu o pau latejar forte.

— Toda vez que o seu pai sair... o estábulo vai ser o lugar onde eu vou sentar nessa porra e chupar até você gozar na minha garganta. Onde você vai me foder como uma puta, me marcar, me encher. Entendeu, meu enteado safado?

Cody soltou um gemido gutural e virou-a de costas num movimento brusco. A blusa dela voou de vez, e ele ajoelhou-se no feno, puxando a calça e a calcinha encharcada de Simone até os tornozelos. A buceta dela brilhava, inchada, a porra dele ainda escorrendo devagar pelos lábios rosados. Ele abriu as nádegas dela com as duas mãos e chupou fundo, língua grossa entrando, lambendo a mistura de gozo e lubrificação dela com fome de quem esperou anos.

Simone arqueou as costas, as unhas cravando na madeira. — Porra, Cody... assim... chupa essa buceta suja... ela ainda tá cheia de você...

Ele comeu ela sem pressa e sem piedade, chupando o clitóris inchado, enfiando dois dedos fundo enquanto a língua trabalhava em círculos. O som molhado ecoava junto com a chuva no zinco. Simone rebolava na cara dele, o quadril batendo, seios balançando pesados. Quando o segundo orgasmo começou a subir, ela gritou o nome dele, as pernas tremendo.

Cody se levantou de um salto, puxou a calça pra baixo e enterrou o pau de uma vez só. Fundo, até as bolas baterem na buceta molhada dela. Simone gritou de novo, o som abafado pelo trovão. Ele fodeu com força selvagem, mãos na cintura dela, puxando o corpo pra trás a cada estocada. A parede rangia. O feno voava. O pau grosso dilacerava ela de um jeito delicioso, enchendo cada centímetro, esfregando naquele ponto que fazia a visão dela embaçar.

— Olha pra mim — ordenou ele, puxando o cabelo dela pra trás. — Olha pro seu enteado te fodendo no estábulo do meu pai. Diz que essa buceta é minha.

— É sua — gemeu Simone, a voz quebrada de prazer. — Essa buceta da sua madrasta é sua pra foder quando quiser. Mais forte, caralho... me usa...

Ele a puxou pro meio do estábulo, deitou-a de costas no monte de feno alto e abriu as pernas dela até quase doer. Montou por cima, enfiou de novo e fodeu fundo, o peito largo suado esfregando nos seios dela. Cada estocada fazia os seios de Simone quicarem. Cody baixou a cabeça, chupou um mamilo com força, mordeu de leve, depois o outro, enquanto o quadril batia sem parar. A buceta dela fazia barulho obsceno, molhada demais, engolindo o pau dele até a base.

Simone enrolou as pernas na cintura dele, calcanhares cravando nas costas musculosas. — Goza de novo dentro... enche sua madrasta... quero sentir escorrendo o dia todo...

Mas Cody tirou o pau, virou-a de lado no feno e enfiou de novo por trás, uma mão segurando uma perna dela pra cima, a outra apertando o pescoço dela com carinho sufocante. A posição fazia o pau entrar ainda mais fundo. Simone gemia sem parar, o rosto enterrado no braço dele, o cheiro de suor masculino enchendo o nariz. Ele falava no ouvido dela, a voz baixa e suja:

— Desde os dezoito eu batia punheta pensando nisso. Em te pegar suada, te foder até você não conseguir andar. Em te ouvir gemer meu nome enquanto eu encho essa buceta proibida. Agora você é minha putinha do estábulo. Toda vez que chover... toda vez que ele sair...

— Sim — soluçou ela, o orgasmo se construindo de novo, quente e pesado no fundo da barriga. — Toda vez... eu vou te esperar aqui de quatro... pronta pra ser fodida pelo meu enteado...

O ritmo acelerou. Cody estapeava a bunda dela entre as estocadas, a marca vermelha surgindo na pele clara. Simone gozou gritando, a buceta apertando o pau dele em spasmos fortes, o corpo inteiro tremendo no feno. Ele segurou firme e gozou logo depois, jatos quentes e grossos disparando fundo, enchendo-a de novo até vazar pelas beiradas, escorrendo pelo cu dela e pingando no feno sujo.

Eles ficaram ofegantes, o pau ainda latejando dentro dela. Cody beijou a nuca suada de Simone, a língua passando devagar. Depois tirou devagar, rolou de lado e puxou ela pra cima do peito largo. A mão dele desceu entre as pernas dela, dois dedos entrando na bagunça quente de porra e excitação, mexendo devagar, sentindo o próprio gozo escorrer pelos nós dos dedos.

Simone gemeu baixinho e abriu mais as pernas. — Ainda não acabou, né?

— Longe disso — respondeu ele, a voz rouca. Empurrou ela de quatro outra vez, ajoelhou atrás e lambuzou o pau já meio duro de novo com a mistura que escorria dela. Enfiou o polegar no cu apertado dela enquanto chupava a buceta por trás, limpando e sujando ao mesmo tempo. Simone empurrava o quadril pra trás, pedindo mais.

Quando o pau dele voltou a ficar de pedra, Cody se ajeitou e empurrou a cabeça grossa contra o cu dela. Simone ofegou, o corpo tensionando por um segundo — depois relaxou de propósito, empurrando pra trás.

— Enfia — sussurrou ela. — Quero sentir você me abrir todo.

Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, o pau grosso esticando o anel apertado. Simone gemia fundo, uma mão nos próprios seios, a outra no clitóris, se masturbando enquanto ele afundava até o saco. Quando chegou no fundo, parou, deixando ela se acostumar com a invasão. Depois começou a foder o cu dela com estocadas longas e profundas, o feno rangerando debaixo dos joelhos deles.

— Porra que cu apertado... sua madrasta safada dando o cuzinho pro enteado no estábulo... — ele falava sem parar, a mão batendo na bunda dela, a outra puxando o cabelo. — Tá gozando com o cu cheio do meu pau, né?

— Tô... caralho, tô gozando de novo... — Simone gritou quando o terceiro orgasmo veio, o corpo inteiro convulsando, o cu apertando o pau dele em ripples fortes. Cody não aguentou. Gozou fundo no cu dela, gemendo alto, o quadril batendo em espasmos enquanto descarregava tudo lá dentro.

Depois disso eles desabaram no feno, suados, sujos, a porra escorrendo de todos os buracos de Simone. A tempestade lá fora ainda castigava o telhado, mas o ritmo tinha diminuído um pouco. Cody puxou um cobertor velho que achou num canto e jogou por cima dos dois. Simone ficou deitada de bruços no peito dele, o dedo traçando círculos nos músculos duros, a buceta e o cu latejando gostoso.

Ele beijou o topo da cabeça dela. — Seu marido volta só no domingo. A gente tem a noite toda e o dia de amanhã.

Simone ergueu o rosto, os olhos escuros brilhando no meio-escuro do estábulo. A mão dela desceu e envolveu o pau mole e sujo dele, apertando devagar, sentindo-o reagir de novo sob os dedos.

— Então me fode de novo antes da gente ir pra casa — disse ela, a voz baixa e ousada, um sorriso safado no canto da boca. — Dessa vez quero montar e gozar na sua cara enquanto você me chama de madrasta puta. Você topa?

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