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Neve e Desejo na Cama do Ginásio

Clara, esposa de 32 anos, fode com o instrutor Diego de 28 no ginásio vazio enquanto o marido corno Lucas assiste e participa.

11 min read October 02, 2026New

Clara tinha trinta e dois anos e oito de casamento com Lucas, trinta e cinco, quando finalmente decidiu tirar do papel a fantasia que ele murmurava no escuro há tempos. A viagem de fim de ano para a estação de esqui era o cenário perfeito: neve lá fora, corpo quente e a certeza de que ninguém conhecido os veria. Depois de um dia inteiro nas pistas, as coxas latejando e o rosto queimado pelo frio, os dois desceram ao ginásio vazio do resort quase meia-noite. A sauna ainda soltava vapor e a jacuzzi borbulhava sozinha. Foi ali que avistaram Diego.

O instrutor de ski tinha vinte e oito anos, ombros largos de quem carrega prancha o dia todo e coxas firmes que o macacão justo não escondia. Durante o dia Clara já tinha sentido o olhar dele escorregar pela bunda dela na fila do teleférico. Agora ele saía da sauna só de toalha na cintura, suor brilhando no peito peludo e no abdômen marcado. Lucas segurou o cotovelo da mulher e falou baixo, a voz rouca de excitação:

— Porra, Clara… olha o tamanho daquele cara. Eu queria tanto te ver sendo fodida por ele. Queria ver você gozando na rola de outro enquanto eu assisto.

Ela sentiu a calcinha encharcar na mesma hora. O marido corno confessando aquilo no ouvido dela fez o clitóris latejar. Clara passou a língua nos lábios, olhou Diego de cima a baixo e respondeu sem hesitar:

— Então vamos. Eu tô molhada só de imaginar.

Eles se aproximaram. Diego cumprimentou com um sorriso safado, reconhecendo o casal das pistas. Lucas, já de bermuda e peito nu, não enrolou:

— Cara, a gente tava falando de você. Minha esposa tá com tesão pra caralho e eu quero ver ela levando porra de um pau grosso. Você topa?

Diego arqueou a sobrancelha, olhou Clara — que já abria o roupão devagar — e assentiu.

— Se ela quiser, eu fodo essa putinha até ela não aguentar mais.

Clara deixou o roupão cair no chão de azulejo. Ficou só de fio-dental preto, os seios pesados de trinta e dois anos, barriga chapada de academia e a buceta marcado pelo tecido molhado. Os mamilos duros apontavam na direção dos dois homens. Ela deu dois passos, agarrou a nuca de Diego e beijou a boca dele com língua, gemendo alto de propósito para o marido ouvir. Lucas enfiou a mão por cima da bermuda e esfregou o pau já duro, olhos vidrados.

Diego segurou a bunda dela com as duas mãos, apertando com força, e falou contra a boca da mulher:

— Olha só a putinha do marido… já tá se esfregando em mim. Quer rola na frente do corno, é?

— Quero — gemeu Clara, a voz embargada de tesão. — Quero levar essa rola grossa na buceta enquanto o corno do meu marido assiste. Quero que ele veja eu gozando pra você.

Lucas almost gemia de prazer só de ouvir. Ele puxou a bermuda um pouco e mostrou a cabeça do pau já molhada de pré-porra.

— Diego, não tem piedade. Fode ela do jeito que quiser. Ela é minha esposa, mas hoje ela é sua puta.

Clara se ajoelhou na frente do instrutor sem precisar de mais convite. Puxou a toalha, libertou o pau grosso e veiado de Diego — grosso mesmo, mais grosso que o do marido, a glande escura já pingando — e engoliu até o fundo da garganta. Babou, engasgou, puxou ar e voltou a chupar com vontade, olhando direto nos olhos de Lucas enquanto a saliva escorria pelo queixo e pingava nos seios. Diego segurou o cabelo dela e meteu a boca com força, chamando-a de putinha safada, de vadia casada que chupa pau alheio. Lucas se masturbava devagar, hipnotizado, até não aguentar mais a tensão.

— Pro tatame. Agora. Quero ver ela de quatro sendo arrombada.

Eles atravessaram o ginásio vazio, o eco dos passos molhados no chão. Clara engatinhou até o tatame azul, o fio-dental puxado de lado expondo a buceta inchada e brilhante. Diego ajoelhou atrás dela, esfregou a rola inteira na fenda molhada e enfiou de uma vez, fundo, até as bolas baterem. Clara gritou, a cara enterrada no peito de Lucas que já estava deitado na frente dela oferecendo o pau. Ela engoliu o pau do marido enquanto Diego metia forte e fundo, cada estocada fazendo a bunda dela tremer. Ele dava tapas secos na carne branca, deixando a mão marcada, e falava sem parar:

— Que vadia quente, cara. A buceta da sua mulher tá engolindo meu pau inteiro. Escuta o barulho dessa puta molhada.

Clara gozou a primeira vez assim, de quatro, chupando Lucas e gemendo ao redor do pau dele, as pernas tremendo. Diego não parou. Tirou, lambeu o cu dela de uma lambida só e avisou:

— Vou abrir esse cu agora.

Lucas se deitou de costas no tatame. Clara montou nele de frente, enfiou o pau do marido na buceta ainda latejando e começou a cavalgar devagar, seios balançando na cara dele. Diego se posicionou atrás, cuspiu no cu apertado dela, enfiou dois dedos, depois a cabeça grossa e empurrou. Clara gritou alto quando os dois paus a preencheram ao mesmo tempo — double penetration intenso, o cu arrombado devagar no começo e depois com força, a buceta esmagada contra o pau do marido. Eles metiam em ritmo bagunçado, um entrando enquanto o outro saía, depois os dois juntos, esticando ela por completo.

— Porra, eu sinto o pau dele dentro do cu dela — gemeu Lucas, olhos arregalados. — Ela tá tão apertada…

— Mais fundo — pediu Clara, a voz quebrada, o cabelo grudado no suor. — Me fode os dois buracos. Quero gozar de novo. Quero que vocês gozem dentro de mim e me lambuzem de porra…

Diego segurou os ombros dela e meteu o cu com tudo, enquanto ela rebolava no pau de Lucas. Eles trocaram de posição sem sair um do outro: Clara de lado, uma perna levantada, Diego fudendo o cu e Lucas a buceta; depois ela de bruços no tatame, os dois se revezando nos buracos, babando, xingando, o cheiro de sexo e suor subindo no ar quente do ginásio. Clara gozou alto pela segunda vez, o corpo inteiro tremendo, a buceta e o cu se contraindo nos paus, pedindo mais, pedindo que não parassem, que enchessem ela de porra e passassem o creme quente no rosto, nos peitos, na boca.

Lucas puxou o cabelo dela para trás e falou no ouvido, a voz falhando de tesão:

— Ainda não acabou, puta. Ainda tem mais. Quero ver ele te foder de novo na sauna depois. Quero você pingando dos dois buracos enquanto a gente continua.

Diego riu baixo, ainda enterrado fundo no cu dela, e deu mais um tapa molhado na bunda vermelha.

— Relaxa, corno. Sua esposa ainda vai chorar de tanto gozar hoje. A noite é longa e o ginásio tá nosso.

Clara, arfando, com os dois paus ainda latejando dentro dela, sorriu safada para o marido e mordeu o lábio inferior, já imaginando o que viria na sequência, o corpo inteiro aberto e pedindo mais porra, mais rola, mais humilhação gostosa na neve do lado de fora e no calor do resort.

Diego ainda metia fundo no cu de Clara quando ela sentiu o pau dele latejar forte, as veias batendo contra a parede apertada. Lucas embaixo rebolava as coxas, enfiando a buceta dela com a mesma fome, o pau inchado esfregando o ponto que fazia a mulher tremer. O tatame azul estava encharcado de saliva, suor e o mel que escorria dela misturado.

— Vai gozar, puta? — rosnou Diego, segurando o cabelo dela como rédea. — Quero sentir esse cu engolindo minha porra. Fala pro corno o que você quer.

Clara babava no peito de Lucas, a voz rouca de tanto gemer:

— Quero a porra de vocês dois. Enche meu cu e minha buceta. Me deixa pingando. Me usa até eu não aguentar mais ficar de pé.

Lucas gemeu alto, as mãos apertando os seios dela, beliscando os mamilos duros até ela gritar. Ele meteu pra cima com força, as bolas batendo na bunda que Diego arrombava.

— Toma, caralho. Goza nessa buceta casada. Ela é sua também hoje.

Diego não aguentou. Enterrou até o fundo, o pau grosso sumindo entre as nádegas vermelhas de tapa, e jorrou. Porra quente e espessa encheu o cu de Clara em jatos longos. Ela sentiu cada jato, o creme quente vazando ao redor da rola enquanto ele ainda pulsava. Lucas gozou logo em seguida, o pau latejando dentro da buceta dela, enchendo até transbordar. Clara gozou de novo no mesmo instante, o corpo inteiro se contraindo, o cu e a buceta espremendo os dois paus, suco escorrendo pelas coxas misturado com a porra dos dois.

Eles se separaram devagar. Clara ficou de quatro, arfando, a bunda alta, o cu semiaberto pingando branco grosso e a buceta inchada vazando. Lucas se ajoelhou na frente, abriu a boca dela e fez ela lamber a porra que escorria do pau dele. Diego ficou atrás, espalhando o creme que saía do cu dela com o polegar, enfiando de novo e puxando, assistindo o fio viscoso se esticar.

— Olha isso, corno. Sua mulher tá um lixo de porra. Cheira essa puta.

Lucas se inclinou, cheirou a bunda suja dela e lambeu o cu aberto, chupando a porra de Diego misturada com o gosto dela. Clara gemeu, empurrando a bunda pra trás.

— Mais. Chupa esse cu arrombado. Quero suja assim a noite toda.

Diego riu, ainda com o pau semi-duro brilhando.

— Sauna. Agora. Quero foder essa vadia no vapor até ela derreter.

Eles se levantaram. Clara mal andava, as pernas bambas, fio-dental preto ainda puxado de lado, seios balançando, o rosto marcado de saliva e rímel borrado. Lucas segurou a mão dela, Diego caminhou atrás apertando a bunda vazando. O ginásio ecoava só os passos molhados e o cheiro forte de sexo.

A sauna estava quente, vapor denso, bancos de madeira. Assim que a porta fechou, Diego empurrou Clara de costas no banco mais alto, abriu as pernas dela com força e enfiou a língua na buceta cheia de porra. Ele chupou grosso, engolindo o creme de Lucas, lambendo o clitóris inchado até ela gritar e gozar na boca dele, as coxas apertando a cabeça do instrutor. Lucas se sentou ao lado, pau já duro de novo, e enfiou na boca dela. Clara chupou com vontade, olhando nos olhos do marido enquanto Diego comia ela suja.

— Que putinha gostosa — falou Diego, a voz abafada na buceta. — Tá com gosto de porra dos dois. Vou meter de novo.

Ele se levantou, pau grosso de novo intumescido, e enfiou de uma vez na buceta dela. Clara engasgou no pau de Lucas com o impacto. Diego metia seco, o vapor grudando no peito peludo dele, suor escorrendo pelo abdômen e pingando nos seios dela. Cada estocada fazia o banco ranger e a bunda de Clara bater. Lucas puxou o cabelo dela e fodeu a garganta fundo, babando o peito dela.

— Engole tudo, puta do caralho. Deixa ele te arrombar enquanto eu uso essa boca.

Clara gozou molhada, jato saindo em volta do pau de Diego, encharcando o banco. Ele tirou, virou ela de quatro no banco quente e enfiou no cu de novo, ainda frouxo e melado da porra anterior. O cu engoliu fácil, mas ele meteu com força brutal, as mãos marcando a cintura dela. Lucas se deitou debaixo, engatinhando, e chupou a buceta dela enquanto Diego fodia o cu. A língua do marido no clitóris, o pau grosso no cu, vapor, gemido, tapa molhado.

— Fode mais forte — pediu Clara, a voz falhada. — Arromba esse cu de casada. Quero sentir amanhã nas pistas. Quero sentar no teleférico pingando ainda.

Diego deu tapas secos, a mão estampada na carne branca que ficava vermelha. Ele puxou o cabelo dela pra trás até o pescoço arcar.

— Fala que você é puta. Fala alto pro corno.

— Sou puta! Sou a puta do meu marido e a sua. Me fode. Me enche de porra de novo. Quero os dois gozando na minha cara, nos peitos, no cu. Me transforma num saco de porra.

Lucas se masturbava embaixo, lambendo ela, a mão no pau grosso de Diego de vez em quando, guiando as estocadas mais fundo. A excitação de ver a esposa sendo usada assim fazia ele vazar pré-porra sem parar.

Diego tirou do cu, virou Clara de costas de novo, mandou ela abrir a boca e se ajoelhar no chão quente da sauna. Lucas se ajoelhou do outro lado. Os dois paus na cara dela, grossos, veias saltadas, cheirando a sexo e porra antiga. Clara chupava um, depois o outro, babando, esfregando as caras dos paus nos seios, passando a língua nas bolas, pedindo.

— Goza em mim. Me cobrem. Quero sair daqui cheirando a porra de vocês dois.

Lucas gozou primeiro, jatos grossos no rosto dela, na boca aberta, nos cílios. Clara engoliu o que pôde e deixou escorrer. Diego segurou o cabelo, meteu a boca dela até o fundo uma última vez e jorrou direto na garganta, puxando pra fora no meio do gozo pra sujar o peito, o pescoço, a barriga. Clara passou as mãos nos seios, espalhou a porra, enfiou dois dedos na buceta e gozou de novo só de se masturbar suja assim, o corpo tremendo no vapor.

Eles ainda não pararam. Diego puxou ela de pé, encostou no vidro embaçado da sauna, ergueu uma perna e enfiou a buceta de novo, metendo em pé enquanto Lucas se ajoelhava e chupava o cu dela ao mesmo tempo, língua entrando no buraco ainda aberto. Clara gemia alto, a voz ecoando no vapor:

— Isso. Chupa meu cu enquanto ele me fode. Me usa até acabar. Quero mais porra. Quero vocês me fodendo até o ginásio fechar.

Diego meteu até gozar de novo, menos volume mas quente, vazando pela coxa dela. Lucas se levantou, enfiou no cu sujo e gozou também, o último jato escorrendo junto. Clara ficou de pé entre os dois, pernas abertas, seios cobertos de creme branco, o rosto lambuzado, o cabelo grudado, a buceta e o cu pingando no chão de madeira. Ela enfiou os dedos nos dois buracos, tirou porra mista e chupou alto, olhando pra Lucas e pra Diego.

Diego ainda esfregava o pau semi-duro na bunda dela, espalhando o que restava. Lucas chupava um mamilo sujo, mordendo.

Clara, a voz rouca de puta usada a noite inteira, se abaixou de novo, abriu a boca e falou olhando direto pro marido enquanto lambia a porra que escorria da rola de Diego:

— Me enche de porra de novo amanhã, corno. Quero acordar com o cu arrombado e a buceta fedendo a porra de instrutor.

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