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Cruzando Desejos no Convés do Iate

Dois executivos musculosos de 32 e 28 anos se pegam com força no convés do iate depois da festa.

12 min read October 04, 2026New

O iate balançava suave sob o céu negro salpicado de estrelas, o motor já desligado, só o barulho da água batendo no casco e o vento quente carregando cheiro de sal e champagne azedo. A festa tinha se esvaziado horas atrás. Os outros convidados tinham ido embora de lancha, rindo alto, deixando para trás copos, toalhas molhadas e o luxo silencioso da embarcação de um amigo em comum. No convés superior, só restavam dois.

Rafael, executivo de trinta e dois anos, musculoso e bronzeado pelo sol das férias, apoiava os cotovelos na amurada de aço. A camisa social branca, aberta até o peito, grudava na pele ainda úmida do suor da dança. Ele tinha ombros largos, peitoral pesado de quem levantava ferro entre reuniões, e uma barriga chapada marcada por aquela linha vertical que sumia na calça de linho. Os cabelos escuros, bagunçados pelo vento, caíam sobre a testa. Ele bebia o último gole de whisky do copo baixo quando sentiu o olhar.

Lucas, vinte e oito anos, personal trainer de corpo definido e tatuado, saía da escada com uma garrafa de água gelada na mão. Braços veiados, peito largo sob a regata preta molhada de suor, abdominais nítidos, calça cargo baixa nos quadris revelando a elástica da cueca e a ponta de uma tatuagem que subia pela virilha. Dragões e linhas geométricas cobriam o braço direito e desciam pelas costelas. Ele parou a dois metros de Rafael e não disfarçou.

— Achei que tinha ido embora com o resto — disse Lucas, voz grave, direta, o sotaque carioca raspando.

— E eu pensei a mesma coisa de você — respondeu Rafael, virando o corpo inteiro. Os olhos desceram sem vergonha: peito, barriga, volume na calça. — Ficou só a gente e o silêncio. Melhor assim.

Lucas se aproximou, abriu a garrafa, bebeu um gole longo. A garganta mexia. Uma gota escorreu pelo queixo e caiu no peito tatuado. Ele ofereceu a garrafa.

— Água. Você tá seco.

Rafael pegou, os dedos roçando os de Lucas de propósito. Bebeu devagar, olhando nos olhos castanhos do outro. A água gelada descia pela garganta quente.

— Você treina todo mundo igual você treina o próprio corpo? — perguntou Rafael, devolvendo a garrafa. — Porque isso aqui… — ele apontou com o queixo o peito de Lucas — parece resultado de guerra.

Lucas riu baixo, um som sujo.

— Guerra diária. Carga alta, pouca conversa. E você? Esse peitoral não veio de escritório.

— Academia cinco vezes por semana. Depois do fechamento. Prefiro ferro a reuniões.

Ficaram perto demais. O convés escuro, só a luz fraca do mastro e o brilho da lua na água. O cheiro de Lucas — suor limpo, sabonete barato e um toque de perfume masculino — misturava com o de Rafael: whisky, sol e pele quente.

Lucas estendeu a mão e passou os dedos pelo bíceps de Rafael, apertando de leve, testando.

— Porra. Duro pra caralho. Eu sabia. Vi você tirando a camisa no começo da festa e fiquei de pau duro a noite inteira.

Rafael não recuou. Pelo contrário: abriu mais a camisa, deixando o peito exposto, os mamilos escuros e rígidos no vento.

— Então por que não veio falar antes?

— Porque tinha gente. Agora não tem.

A mão de Lucas subiu, aberta, espalmada no peitoral de Rafael. Apertou o músculo, polegar roçando o mamilo. Rafael soltou o ar pelo nariz, um som gutural.

— Porra… — murmurou Rafael. — Você tem mão pesada.

— E você tem peito pra aguentar. Quer que eu pare?

— Não.

Lucas deixou a garrafa no chão. Com as duas mãos agora, apalpou os ombros largos de Rafael, desceu pelos peitorais, sentiu os gomos do abdômen. Cada toque era intencional, lento, avaliando força e vontade. Rafael revidou: agarrou o braço tatuado de Lucas, puxou-o mais perto, a mão grande deslizando pela regata molhada até sentir o mamilo duro por baixo do tecido. Apertou.

Lucas gemeu baixo.

— Caralho, Rafael… eu quero chupar você. Aqui. Agora. Quero ajoelhar nesse convés e engolir esse pau grosso que tá marcando a calça.

Rafael sentiu o sangue descer tudo de uma vez. O volume na calça de linho ficou óbvio, grosso, pesado. Ele puxou Lucas pelo quadril com violência controlada, colando os corpos. Os paus se tocaram por cima da roupa, duros, quentes. Rafael falou rente à boca do outro, voz rouca:

— Então chupa. Mas eu vou foder essa sua boca até você babar. Depois vou virar você e comer esse cu malhado de personal até você gritar pro mar. Você quer isso?

— Quero. Quero te foder também. Quero sentar nesse pau e quero enfiar o meu na sua garganta. Sem frescura. Sem constrangimento. A gente se come e pronto.

Rafael mordeu o lábio inferior de Lucas, puxando, lambendo o gosto de água e suor. As mãos desceram juntas: Rafael enfiou os dedos por baixo da elástica da cueca de Lucas e encontrou o pau grosso, veiado, já pingando. Apertou a cabeça, espalhou o pré-gozo com o polegar. Lucas bufou no pescoço dele e revidou, abrindo o cinto de Rafael com pressa, descendo o zíper, enfiando a mão dentro da cueca. O pau de Rafael era pesado, grosso na base, a glande inchada e molhada. Lucas masturbou devagar, sentindo o peso.

— Olha o tamanho dessa porra… — sussurrou Lucas. — Vai abrir meu cu gostoso. Eu quero.

— E eu quero ver você engasgando nele primeiro — respondeu Rafael, empurrando o quadril contra a mão do outro. — Fala mais. Me diz o que você vai fazer.

Lucas falou colado na orelha, a respiração quente:

— Vou te chupar fundo, até as bolas baterem no meu queixo. Vou cuspir no seu pau e esfregar no meu cu. Depois você me come de quatro nessa amurada, me dando porra no fundo. E quando você cansar, eu te viro e meto nesse cuzinho executivo até você gozar de novo sem nem tocar no pau.

Rafael puxou a regata de Lucas para cima, expôs o peito tatuado, chupou um mamilo com força, dentes raspando. Lucas arquejou, a mão ainda no pau de Rafael, agora masturbando mais rápido, o polegar passando na fenda molhada.

Os dois se beijaram de verdade pela primeira vez: boca aberta, língua suja, dentes, saliva. As mãos não paravam — peito, bunda, pau, coxa. Rafael desceu a calça de Lucas o suficiente para libertar o pau inteiro: grosso, rosado na cabeça, veias saltadas, a tatuagem que descia da virilha quase tocando a base. Ele ajoelhou o joelho entre as pernas de Lucas e esfregou a própria coxa no volume, enquanto a mão subia e descia no pau tatuado.

— Porra, que pau bonito — rosnou Rafael. — Quero ele na minha boca também. Mas primeiro você ajoelha.

Lucas empurrou Rafael de leve contra a amurada, o metal frio contrastando com as costas quentes. Ajoelhou ali mesmo, no chão do convés, o joelho no deck molhado de orvalho. Abriu a calça de Rafael por completo, puxou a cueca para baixo, libertou o pau grosso que saltou pesado. Cheiro de homem, de desejo. Lucas lambeu a glande devagar, olhando para cima, os olhos famintos.

— Delicioso… — murmurou antes de abrir a boca e engolir a cabeça, língua quente rodando.

Rafael gemeu alto, a mão enfiada nos cabelos de Lucas, não forçando ainda, só segurando. O calor da boca, a sucção molhada, a vista do personal trainer ajoelhado no iate engolindo o pau dele — tudo explodia na cabeça. Lucas chupava com fome, babando, a mão masturbando a base enquanto a boca ia mais fundo, a garganta apertando.

— Isso… chupa esse pau, porra — falou Rafael, a voz falhando. — Você queria isso desde que me viu, né? Quer essa porra na garganta.

Lucas tirou a boca só o suficiente para falar, a saliva ligando o lábio à glande:

— Quero. E quero você me fodendo depois. Sem capa se você quiser, eu tô limpo, você tá?

— Tô. Testei semana passada. Pode ser no pelo. Quero sentir seu cu quente no meu pau.

Lucas sorriu sujo e voltou a chupar, agora mais fundo, engasgando de propósito, os olhos marejados, a mão livre apertando as bolas de Rafael. O iate balançava devagar. O vento trazia o som da água. Ninguém mais a bordo. Só os dois, suados, duros, declarando com a boca e com as mãos o que iam fazer um no outro.

Rafael puxou Lucas pelos cabelos, tirou o pau da boca molhada, a saliva escorrendo pelo queixo tatuado. Puxou-o de volta para cima, colou os corpos de novo, os paus nus se esfregando, quentes, molhados. Beijou a boca suja de Lucas, chupou a própria baba.

— Continua — ordenou, a voz baixa e rouca. — Eu ainda não te fodi. E você ainda não me comeu. A noite é longa e o convés é nosso.

Lucas apertou a bunda de Rafael com as duas mãos, os dedos abrindo as nádegas por cima da calça descida, o polegar roçando a entrada.

— Então segura firme. Porque eu vou te chupar até você quase gozar, e aí você vai me virar e meter fundo. E eu quero ouvir você gemendo meu nome quando gozar dentro.

Os corpos se atritavam, peito contra peito, pau contra pau, mãos explorando cada músculo, cada tatuagem, cada gemido. A tensão não baixava; só subia, grossa, molhada, prometendo que o próximo movimento seria ainda mais bruto, ainda mais fundo, ainda sem nenhuma vergonha.

Lucas não esperou ordem nenhuma. Abaixou de novo no deck úmido, os joelhos abrindo contra a madeira envernizada, e engoliu o pau grosso de Rafael de uma vez só. A glande inchada bateu fundo na garganta, a saliva escorreu quente pelas bolas pesadas, e ele chupou com barulho molhado, faminto, os olhos castanhos marejados cravados nos de cima. Rafael prendeu os dedos nos cabelos escuros do personal e gemeu rouco, o quadril empurrando pra dentro.

— Isso, puto gostoso… engole tudo. Olha como você mama pau de homem de verdade. Mais fundo, porra.

Lucas obedeceu. A garganta apertou, o nariz enfiou na virilha suada, e ele engasgou de propósito, babando sem parar. A mão livre subiu e desceu na base grossa, torcendo, enquanto a língua rodava sob a cabeça a cada recuo. O cheiro de macho, sal e whisky invadia tudo. Rafael xingava baixo, chamando ele de puta, de boceta faminta, de personal tarado que só pensava em cu e porra. Cada palavra fazia o pau de Lucas latejar contra a própria calça ainda pela metade da coxa.

Quando a baba já escorria até o peito tatuado, Rafael puxou o cabelo com força e tirou o pau da boca. A saliva formou um fio grosso entre a glande vermelha e os lábios inchados de Lucas. Sem falar mais nada, o executivo o virou de costas contra a amurada de aço. O metal frio tocou a barriga chapada de Lucas; o vento quente da noite acariciou a bunda exposta. Rafael cuspiu na própria mão, espalhou no cu apertado e enfiou dois dedos de uma vez, abrindo, tesando.

— Molhadinho já… você tava esperando essa porra a noite toda.

Lucas empurrou o quadril pra trás, pedindo.

— Mete, caralho. Quero sentir esse pau grosso me abrindo agora.

Rafael posicionou a cabeça grossa na entrada e cravou fundo de uma cajadada só. O cu de Lucas engoliu tudo, quente, apertado, latejando. Os dois gemeram alto juntos — um grunhido animal que se perdeu no barulho da água batendo no casco. Rafael segurou a cintura malhada com as duas mãos e começou a meter com força, estocadas secas, profundas, a base batendo nas nádegas a cada golpe. O deck balançava. Lucas segurava a amurada com os nós dos dedos brancos, a cabeça jogada pra trás, gemendo sujo.

— Porra, Rafael… assim… arromba esse cu… mais forte, porra!

O executivo obedeceu. Acelerou. A pele batia com estalo molhado. Suor escorria pelas costas largas de Rafael, pingava no deck. Ele deu o primeiro tapa na bunda tatuada de Lucas — o som ecoou no convés vazio. Depois outro, mais forte, marcando a pele. Lucas gritou de prazer, o pau dele balançando rígido pra frente, pré-gozo pingando no chão.

— Fala mais, puto — rosnou Rafael, metendo até as bolas. — Me pede pra te arrombar.

— Arromba meu cu, porra! Mete fundo, me fode até eu não aguentar mais… eu quero sua porra dentro!

Rafael tirou o pau de uma vez, virou Lucas de frente e o derrubou de costas no deque. A madeira quente do sol do dia ainda guardava calor. Ele abriu as pernas musculosas do personal, encaixou de novo e entrou no estilo missionário, peito contra peito, olho no olho. As estocadas agora eram profundas, lentas no começo, depois brutais. Cada investida fazia o pau de Lucas bater entre os abdominais suados dos dois. Rafael descia a mão e dava tapas na bunda erguida, enquanto chupava a boca de Lucas, lambendo a própria saliva de antes.

Lucas enfiou as unhas nas costas largas do outro, arranhando.

— Mais forte… arromba mais forte, Rafael… quero sentir amanhã… quero andar doendo…

O ritmo ficou selvagem. Suor escorria dos peitorais, misturava no meio. Os gemidos saíam altos, sem vergonha, ecoando sobre o mar escuro. Rafael enfiava até o fundo, torcia o quadril, batia na próstata de novo e de novo. Lucas gritava o nome dele, pedia porra, pedia tapa, pedia pra ser usado como puto de luxo no meio do oceano. As luzes baixas do mastro iluminavam só os corpos: músculos contralados, veias saltadas, tatuagens brilhando de suor, paus duros e molhados.

Rafael sentiu as bolas subirem. Acelerou as últimas estocadas, brutais, fundo, fundo, fundo.

— Vou gozar no seu cu… toma essa porra toda, puto gostoso…

Ele enterrou até a raiz e gozou em jatos quentes, enchendo o cu de Lucas, pulsando, gemendo o nome do personal contra o pescoço. Lucas sentiu o calor interno, a pressão, e gozou sem nem tocar no próprio pau — jorrou grosso no próprio abdômen, nos peitorais de Rafael, cordões brancos contrastando com a pele bronzeada e as tatuagens. Os dois tremeram juntos, ofegantes, ainda encaixados, o pau de Rafael ainda latejando dentro enquanto o cu apertava o último gozo.

Por um tempo só o barulho da respiração e da água. Rafael saiu devagar, a porra escorrendo branca pela fenda inchada de Lucas. Ele se deitou ao lado, puxou o corpo suado do personal pra cima do peito largo e os dois ficaram abraçados no convés, pernas enroscadas, mãos passando preguiçosas pelas costas molhadas. Beijos molhados, lentos, com gosto de saliva e porra e champagne azedo. Lucas riu baixinho contra a boca do outro, o peito ainda subindo e descendo rápido.

— Porra… você fode como treina. Sem piedade.

Rafael mordeu o lábio inferior dele de leve, sorrindo sujo.

— E você mama e geme igual puta cara. Próxima ancoragem a gente repete. Quero te comer de novo e quero esse pau grosso no meu cu também. Sem pressa. A gente ancora em Búzios semana que vem… o iate fica só nosso de novo.

Lucas passou a mão pelo peitoral pesado de Rafael, sentindo o coração ainda acelerado, e concordou com a voz rouca de quem tinha gritado demais.

— Combinado. Mas da próxima eu quero te ver de quatro primeiro. Quero arrombar esse cuzinho de executivo até você gozar no deck. Aí a gente troca de novo.

Eles riram baixinho, trocando mais beijos preguiçosos, o suor esfriando no vento salgado, já imaginando as safadezas futuras — posições, xingamentos, gozadas no mar aberto. Satisfeitos, o corpo ainda latejando, planejando a próxima dose como se fosse reunião de negócios, só que suja, real, molhada.

Foi só quando o sol começou a clarear no horizonte que Rafael murmurou no ouvido de Lucas o detalhe que mudava o peso de cada gemido daquela noite: o iate pertencia ao conselho da empresa que os dois estavam prestes a fundir — e amanhã, na mesa de assinatura, eles teriam que fingir que nunca tinham se comido.

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