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Colheita Silenciosa: O Quietinho do Grupo Finalmente Me Tomou

O peão de 32 anos finalmente fodeu o cu apertado do vaqueiro quietinho de 24 no barracão da colheita.

11 min read October 11, 2026New

A noite caía pesada e quente sobre a fazenda remota no interior de Minas Gerais. O ar cheirava a terra úmida, grãos de café maduros e suor de homem. A colheita noturna era necessária aquela semana, e o barracão de madeira rangia com o peso das sacas cheias. Ronaldo, peão experiente de 32 anos, corpo largo e marcado por anos de sol e trabalho braçal, erguia cada saca de quase sessenta quilos como se fosse leve. Os músculos dos braços e das costas repuxavam a camisa velha e molhada de suor, colada na pele bronzeada. Ao lado dele, Lucas, o vaqueiro quietinho do grupo, com seus 24 anos, trabalhava em silêncio. Sempre fora assim. Lucas era o mais calado da equipe, olhos baixos, respostas curtas. Mas por trás daquele jeito reservado, ele devorava Ronaldo com o olhar toda vez que achava que não estava sendo visto.

Meses de tensão silenciosa se acumulavam entre eles. Lucas sentia o pau endurecer só de ver o volume que a calça jeans velha de Ronaldo formava quando ele se abaixava. À noite, na rede, Lucas se masturbava imaginando aquelas mãos grossas segurando sua cintura, aquele pau grosso e cheiroso abrindo ele ao meio. Ronaldo, por sua vez, percebia os olhares. Sentia o desejo do menino mais novo como um calor no ar. Mas nunca haviam cruzado a linha. Até aquela noite. O resto do grupo tinha descido para a cidade comprar suprimentos e só voltaria de madrugada. Os dois estavam sozinhos no barracão, iluminados apenas por duas lanternas a querosene que jogavam sombras longas nas pilhas de sacas.

Lucas carregava uma saca ao ombro, o suor escorrendo pelo pescoço e molhando a camiseta fina. Seus olhos subiram devagar pelas pernas fortes de Ronaldo, pararam no volume entre as coxas, subiram até o peito largo que subia e descia com o esforço. A tensão estava insuportável. Quando Ronaldo se virou para pegar outra saca, Lucas não aguentou mais.

— Caralho, Ronaldo... você tá suado pra porra hoje. Esse corpo molhado tá me deixando louco, viu?

A voz saiu baixa, rouca, quase um sussurro. Ronaldo parou no meio do movimento. Um sorriso safado, lento e perigoso, se abriu no rosto dele. Ele largou a saca no chão com um baque surdo e se aproximou devagar, como um animal que finalmente decidiu caçar. Parou a poucos centímetros de Lucas, tão perto que o cheiro forte de suor masculino, café e terra invadiu as narinas do mais novo.

— Ah é, quietinho? — ronronou Ronaldo, a voz grave vibrando no peito. — Meses te vendo me olhar de canto, se tocando escondido pensando na minha rola, né? Achou que eu não percebia?

Lucas sentiu o rosto queimar, mas o pau dele pulsou forte dentro da calça, já completamente duro. Ronaldo esticou a mão e segurou o braço dele primeiro com um toque casual, depois com um aperto firme, possessivo. Os dedos grossos afundaram na carne. Os dois se encararam. Não precisava de mais palavras. O desejo reprimido explodiu.

— Eu te quero desde o primeiro dia que você chegou aqui, Ronaldo. Quero que você me domine. Me foda. Me use. Eu sou seu putinho silencioso... só não tinha coragem de falar.

Ronaldo não respondeu com palavras. Puxou Lucas pela nuca e colou a boca na dele num beijo faminto, molhado, cheio de língua e dentes. As barbas roçaram, as respirações se misturaram. As mãos de Ronaldo desceram pelas costas de Lucas, apertando a bunda firme por cima da calça, puxando o quadril dele contra o seu. Os dois paus duros se encontraram através do tecido, esfregando um no outro com desespero. Lucas gemia baixinho na boca do mais velho, entregando-se completamente.

Sem romper o beijo, Ronaldo empurrou Lucas contra a parede de madeira áspera do barracão. O impacto fez o jovem gemer mais alto. Com movimentos brutais e precisos, Ronaldo abriu o botão e o zíper da calça de Lucas, puxando tudo para baixo junto com a cueca. A rola grossa e pesada do quietinho pulou para fora, latejando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Ronaldo se agachou, olhou para cima com olhos escuros de desejo e engoliu o pau de Lucas até o fundo da garganta de uma vez só.

— Porra... Ronaldo... — Lucas agarrou os cabelos curtos dele, quadril tremendo.

A boca quente e molhada subia e descia com fome, saliva escorrendo pelo queixo do peão, barulho obsceno de chupada ecoando no barracão vazio. Ronaldo chupava como se estivesse sedento, língua girando na cabeça, garganta apertando a glande. Lucas revirava os olhos, pernas fracas, gemidos cada vez mais altos escapando sem controle.

Ronaldo se levantou de repente, virou Lucas de frente para a parede e o empurrou para baixo até ele ficar de quatro em cima de uma saca de café bem cheia. O cheiro forte de grãos invadiu o nariz de Lucas. Ronaldo cuspiu na própria mão, passou no pau enorme que tirou para fora — uma rola grossa, veiosa, cabeça inchada — e apontou direto no cu apertado e rosado do jovem.

— Agora tu vai tomar o que pediu, putinho silencioso do grupo — rosnou Ronaldo, segurando o pescoço de Lucas com uma mão grande enquanto a outra guiava o pau.

Empurrou. A cabeça grossa forçou o anel apertado, abriu caminho e entrou inteiro num movimento só. Lucas soltou um gemido rouco, misto de dor e prazer. Ronaldo não deu tempo. Começou a meter fundo, estocadas brutais, pesadas, pele batendo contra pele. O barracão se enchia do som molhado de saco batendo em bunda, dos grunhidos de Ronaldo e dos gemidos desesperados de Lucas.

— Isso... toma essa rola, caralho. Esse cu apertado é meu agora. Todo quietinho por fora, mas pedindo pra ser arrombado por dentro, né safado?

Ronaldo apertava o pescoço com força suficiente para dominar, mas sem machucar. Lucas empinava a bunda, pedindo mais, lágrimas de prazer escorrendo dos olhos. O peão metia sem piedade, girando o quadril, batendo fundo na próstata até Lucas tremer inteiro.

De repente, Ronaldo saiu de dentro dele, virou o jovem de costas sobre a saca e colocou as pernas de Lucas sobre seus ombros largos. Olharam-se nos olhos. Ronaldo cuspiu de novo, enfiou a rola grossa de volta no cu já aberto e continuou fodendo de frente, mais fundo ainda. O pau de Lucas pulsava entre os dois, babando. Ronaldo acelerou, suor pingando do peito dele no peito de Lucas.

— Goza pra mim, putinho. Quero ver essa porra jorrando enquanto eu encho teu cu.

Lucas não aguentou. Com um grito abafado, seu pau começou a jorrar jatos grossos e brancos que molharam sua própria barriga e peito. Ao sentir o cu de Lucas apertando forte em volta dele, Ronaldo urrou e gozou fundo, enchendo o intestino do jovem com porra quente e abundante. Os dois ficaram tremendo, conectados, ofegantes.

Exaustos, suados, os corpos ainda colados, Ronaldo saiu devagar do cu de Lucas, um fio de sêmen escorrendo pela abertura vermelha e dilatada. Eles se vestiram devagar, trocando beijos calmos agora, quase carinhosos. Ronaldo segurava o rosto de Lucas com as duas mãos, beijando os lábios inchados.

— Amanhã a gente repete isso. Toda noite dessa colheita silenciosa. Tu é meu agora, Lucas. Marcadinho por dentro e por fora.

Lucas sorriu satisfeito, o cu latejando, sentindo o gozo do peão ainda escorrendo pela coxa por baixo da calça. Ele se sentia leve, tomado, possuído. Mas enquanto ajustava o cinto, um pensamento lhe veio quente e perigoso: o resto do grupo voltaria em breve, e ele não sabia se conseguiria esconder o jeito como andava agora, nem o brilho nos olhos toda vez que olhasse para Ronaldo. E, pior, parte dele nem queria esconder. Queria mais. Queria que eles soubessem. Queria ser usado de novo, talvez de formas ainda mais safadas, enquanto a colheita continuava.

Os dois trocaram um último olhar longo, carregado de promessas e de uma nova fome que mal havia começado a ser saciada. A noite ainda era longa, e o barracão guardava muitos sacos de café para esconder o que viria depois.

Ronaldo não soltou o rosto de Lucas de imediato. Seus olhos castanhos, escuros de desejo, fixaram-se nos do vaqueiro mais novo com uma intensidade que fazia o ar entre eles parecer ainda mais pesado e quente. O peão de 32 anos sentia o corpo inteiro latejar, o pau já começando a endurecer de novo só de lembrar do cu apertado que acabara de arrombar. Puxou Lucas pela camisa molhada de suor, colando os corpos mais uma vez, peito largo contra peito definido, o cheiro forte de macho, terra e café invadindo tudo.

— Você acha que acabou, quietinho? — ronronou Ronaldo, a voz grave vibrando no barracão vazio. — Essa colheita ainda tá longe de terminar. Eu mal comecei a te usar do jeito que você merece.

Lucas, o vaqueiro de 24 anos que sempre fora o mais calado da equipe, sentiu um calor subir pela espinha até a nuca. Seu cu pulsava, dolorido e cheio da porra quente que Ronaldo tinha deixado lá dentro, mas a dor só aumentava o tesão. “Caralho, eu sou mesmo o putinho dele agora. Quero que ele me destrua, que me foda até eu não conseguir andar direito amanhã”, pensou, o pau já inchando de novo dentro da calça jeans velha. Ele não respondeu com palavras. Apenas assentiu, olhos baixos no início, depois subindo cheios de entrega.

Ronaldo sorriu daquele jeito safado, perigoso, e empurrou Lucas para baixo com firmeza. O jovem caiu de joelhos no chão de madeira áspera, o rosto na altura da braguilha aberta. O cheiro era bruto: suor acumulado o dia inteiro, porra seca, o aroma almiscarado do cu dele mesmo que ainda sujava a rola grossa e veiosa. Lucas segurou a base com as duas mãos, sentindo o peso, o calor latejante. Lambeu devagar da cabeça inchada até as bolas pesadas, saboreando cada gota salgada, o gosto forte de macho que o deixava zonzo.

— Chupa direito, porra. Mostra pra mim como você é guloso — ordenou Ronaldo, enfiando os dedos grossos nos cabelos curtos de Lucas e puxando com possessividade.

O vaqueiro abriu a boca e engoliu tudo, sentindo a glande bater no fundo da garganta. Saliva escorria pelos cantos dos lábios, molhando o queixo e pingando no chão. Ele chupava com fome, cabeça subindo e descendo, língua girando em volta da veia grossa que pulsava. Ronaldo gemia baixo, quadril se movendo devagar no início, depois fodendo a boca com mais força, fazendo Lucas engasgar e lacrimejar. “Ele é tão grande... tá me usando como um buraco. Eu amo isso”, pensava Lucas, o próprio pau duro latejando entre as pernas, babando no chão sem ser tocado.

Depois de longos minutos de sucção molhada e barulhos obscenos, Ronaldo o puxou pelo braço, levantando-o como se não pesasse nada. Virou o corpo do mais novo contra uma pilha alta de sacas de café, pressionando o peito dele contra o tecido áspero. Baixou a calça de Lucas até os joelhos de novo, expondo a bunda redonda e vermelha dos tapas anteriores. Cuspiu na mão, espalhou no cu ainda dilatado e enfiou três dedos de uma vez, abrindo, girando, sentindo a própria porra do primeiro round facilitar o caminho.

— Olha esse cu piscando pra mim. Tá viciado, né, safado? Todo quietinho pro grupo, mas pedindo pra ser arrombado pelo peão mais velho.

Lucas empinou a bunda, gemendo alto quando os dedos acertaram a próstata.

— Me fode de novo, Ronaldo. Por favor... eu aguento. Quero você inteiro de novo.

Ronaldo tirou os dedos, alinhou a rola grossa e empurrou devagar dessa vez, centímetro por centímetro, sentindo o anel apertado ceder e engolir ele todo. Quando estava enterrado até o saco, parou, peito colado nas costas de Lucas, boca no ouvido dele.

— Você sente isso? Cada veia da minha rola dentro de você. Esse cu é meu agora. Ninguém mais vai comer sem eu mandar.

Começou a meter com força. Estocadas pesadas, ritmadas, pele batendo contra pele num som molhado e alto que ecoava no barracão. Cada vez que saía quase todo e voltava com tudo, Lucas soltava um gemido rouco, unhas cravando nas sacas de café. O suor escorria pelo pescoço do vaqueiro, descia pelas costas, molhando a camiseta fina que Ronaldo puxou para cima para sentir a pele quente. O peão de 32 anos deu um tapa forte na bunda, depois outro, marcando a carne clara com a palma grande e calejada.

— Isso, aperta minha rola. Toma como o putinho silencioso que você é. Meses me olhando de canto, se masturbando na rede pensando nessa pica, e agora tá levando de verdade.

Lucas revirava os olhos, pernas tremendo. “Ele me domina tão bem... cada estocada tá acertando exatamente onde eu preciso. Eu nunca gozei tão forte na vida”, pensava, o pau dele roçando contra o tecido áspero das sacas a cada investida, criando um atrito delicioso. Ronaldo acelerou, uma mão segurando o pescoço do mais novo com firmeza dominadora, a outra apertando a cintura, puxando o corpo dele para trás ao mesmo tempo que metia para frente. O ritmo ficou animal, selvagem, o barracão rangendo junto com os grunhidos graves de Ronaldo e os gemidos cada vez mais altos e desesperados de Lucas.

Mudou de posição sem sair de dentro. Puxou Lucas para cima, virou ele de frente, levantou uma das pernas do vaqueiro e apoiou no ombro largo, fodendo de lado agora, mais fundo ainda. Olhavam-se nos olhos. O suor pingava do peito peludo e bronzeado de Ronaldo direto na barriga de Lucas. A rola entrava e saía brilhando, o cu vermelho e inchado engolindo tudo com facilidade agora.

— Goza pra mim de novo. Quero ver você jorrando enquanto eu encho esse cu pela segunda vez — rosnou Ronaldo, acelerando as estocadas brutais.

Lucas não resistiu. O pau dele pulsou violentamente e começou a disparar jatos grossos de porra branca que molharam sua própria camiseta e a barriga, alguns respingos atingindo o peito de Ronaldo. O cu apertou como um punho em volta da rola mais velha, ordenhando ela. Ronaldo urrou, corpo inteiro tensionando, e gozou fundo, jatos quentes e abundantes inundando o intestino de Lucas mais uma vez. Ficaram assim, conectados, tremendo, respirações ofegantes se misturando no ar úmido do barracão.

Quando finalmente saiu, um rio de porra grossa escorreu pela coxa de Lucas, descendo até a calça arriada. Os dois se vestiram devagar, trocando beijos mais calmos, quase carinhosos, as mãos ainda passeando pelos corpos suados. Ronaldo segurou o queixo de Lucas com firmeza, deu um último beijo demorado e profundo.

Mas, enquanto ajustavam os cintos, Ronaldo parou, um sorriso lento e satisfeito se abrindo no rosto marcado pelo sol. Olhou para o vaqueiro de 24 anos e disse, voz baixa e carregada:

— Foi perfeito, Lucas. Mas tem uma coisa que você não sabe. Eu te vi com o Marcos no rio, semana passada. Vi ele te comendo contra aquela árvore. Eu sei que não fui o primeiro. E isso só me deu mais tesão pra te tomar do jeito que eu sempre quis.

Lucas congelou, olhos arregalados, o cu ainda latejando com a porra dos dois rounds. Ronaldo sabia. O segredo que ele achava que estava bem guardado não era segredo nenhum. O peão de 32 anos deu um tapa leve na bunda dele por cima da calça, virou-se e voltou a carregar as sacas como se nada tivesse acontecido, deixando o vaqueiro quietinho ali, cheio, marcado e completamente tomado por dentro e por fora, com a colheita silenciosa ainda rendendo muito mais do que café.

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