Fugaz Desejo na Cervejaria: Nossa Primeira Vez
Lucas, 22 anos, e Nadia, 24, transam pela primeira vez no depósito da cervejaria depois do expediente.
O último holofote do depósito ainda tremia no teto alto quando Lucas trancou a porta dos fundos. Vinte e dois anos, uniforme de auxiliar manchado de malte, mãos calejadas de carregar caixas o dia inteiro. O cheiro de lúpulo úmido e madeira envelhecida impregnava tudo — barris empilhados, o chão frio de cimento, o silêncio grosso depois do expediente. Ele achava que estava sozinho até ouvir o clique suave de um salto batendo no corredor lateral.
Nadia apareceu entre as fileiras de carvalho. Vinte e quatro anos, vestido leve de algodão colado nas curvas, cabelo solto caindo nos ombros, o mesmo jeito de sempre: chegava sozinha nos fins de tarde, pedia a mesma IPA, ficava na varanda olhando o movimento como se esperasse algo que nunca pedia em voz alta. Hoje, porém, não tinha copo na mão. Só o olhar fixo nele.
— Ainda aqui? — a voz dela saiu baixa, rouca de quem segura demais.
Lucas engoliu seco. O peito apertou de um jeito burro, adolescente.
— Fechando. Você… esqueceu alguma coisa?
Ela deu um passo, depois outro, até ficar perto o bastante para ele sentir o perfume doce misturado ao cheiro da cervejaria. Os seios subiam e desciam sob o decote. Sem maquiagem pesada, só a boca rosada e o olhar direto, adulto, sem rodeio.
— Não esqueci. Esperei todo mundo ir embora. — Nadia lambeu o lábio inferior. — Faz meses que eu venho aqui só por causa de você. Todo santo dia. E nunca tive coragem de falar.
Ele sentiu o sangue descer quente, o pau começando a latejar contra a calça. A tensão no ar ficou crua, quase física.
— Nadia…
— Eu nunca transci com ninguém, Lucas. — A confissão saiu limpa, sem drama barato. Só fato. — Vinte e quatro anos e ainda virgem. Mas eu fico molhada só de imaginar você me pegando. Há meses. Na minha cama, no banheiro, aqui… entre esses barris. Eu me toco pensando na sua boca, nas suas mãos. E hoje eu decidi que chega.
O silêncio engoliu os dois. Lucas sentiu o coração martelar na garganta. Ele nunca tinha ouvido nada tão direto. O desejo mútuo pairava grosso, quase cheirável. Ele olhou para a porta trancada, para o corredor vazio, para o corpo dela perto demais.
— Porra… — murmurou, a voz já rouca. — Você não faz ideia do que eu já fantasiava também. Toda vez que você sentava lá fora eu ficava duro atrás do balcão. Achava que era só eu pirando.
Nadia sorriu de canto, nervoso e faminto ao mesmo tempo. Avançou mais um passo, o peito quase tocando o dele. Entre os barris altos a luz ficava amarelada, íntima. O metal frio das laterais contrastava com o calor que subia entre eles.
— Então não é só eu — sussurrou. — Que bom.
Eles começaram a conversar baixinho, quase sem precisar. Palavras curtas, respiração quente. Ela contou de noites sozinhas, dedos molhados, o nome dele saindo baixo no travesseiro. Ele admitiu que batia uma no banheiro da cervejaria imaginando o vestido dela subindo. A cada frase o espaço encolhia. Nadia se aproximou de propósito, roçou a coxa na dele, o quadril macio pressionando a ereção já nítida sob o tecido. Lucas soltou um gemido curto, animal.
— Tô molhada só de imaginar — ela disse contra o ouvido dele, a boca quase colada na pele. — Sério. Sem calcinha. Vim assim de propósito. Meu clitóris lateja só de sentir seu pau duro assim.
Lucas perdeu o resto da conversa. As mãos subiram sozinhas, pegaram a cintura dela com força, puxaram. A boca dele desceu faminta no pescoço quente, chupando a pele, mordendo de leve, lambendo o suor salgado que já começava a surgir. Nadia arquejou, a cabeça tombando para o lado, oferecendo mais. Os dedos dele desceram pelas costas, encontraram a bunda redonda sob o vestido fino e apertaram com vontade, espalmando as nádegas, puxando ela contra o volume duro. A carne macia cedeu sob as palmas; ele sentiu o calor dela, o caminho já úmido entre as coxas quando o tecido subiu um pouco.
— Caralho, Nadia… — respirou no pescoço dela, a voz embargada. — Você tá pingando.
— Tô. Por você. — Os dentes dela roçaram a orelha dele. As mãos pequenas subiram pela camisa de trabalho, sentindo o peito largo, os ombros tensos. — Eu quero que seja você o primeiro. Quero sentir você abrindo minha buceta, quero doer gostoso, quero gozar com seu pau dentro. Me fode aqui. Agora. Antes que eu perca a coragem de novo.
O pedido selou tudo. Lucas grunhiu baixo, as mãos ainda amassando a bunda dela, o polegar escorregando para a fenda úmida por baixo do vestido. Sem calcinha, mesmo. Os dedos encontraram os lábios inchados, escorregadios, o buraco virgem pulsando quente. Ela tremeu inteira, um gemido abafado escapando contra o ombro dele.
— Porra, tá tão molhada… — ele murmurou, a voz grossa de tesão. Dois dedos deslizaram devagar entre os lábios, só espalhando o mel, sem forçar entrada ainda. Nadia se empurrava contra a mão, pedindo mais com o quadril. — Eu vou te foder. Vou ser o primeiro a meter nesse cuzinho molhado. Mas eu quero ouvir de novo. Me pede direito.
Ela riu sem ar, a testa encostada na dele, os olhos vidrados de desejo.
— Me come, Lucas. Seja meu primeiro. Enfia esse pau grosso na minha buceta virgem até eu gritar. Eu quero. Eu tô pedindo. Não para.
Ele beijou a boca dela de uma vez — língua faminta, dente, saliva. O gosto de desejo cru. As mãos voltaram a apertar a bunda com força, abrindo as nádegas, o indicador agora roçando o clitóris inchado em círculos lentos e sujos. Nadia tremia, gemendo dentro da boca dele, as unhas cravando nos ombros do uniforme. O vestido já estava subido até a cintura; o ar frio do depósito batia na pele quente e molhada. O pau de Lucas latejava dolorido dentro da calça, a cabeça já molhada de pré-gozo.
Eles se moveram meio tontos entre os barris, empurando um contra o outro, beijos molhados no pescoço, na clavícula, no decote. Lucas chupou a pele logo acima do seio, deixando marca. As mãos dela desceram e abriram o zíper dele com pressa, a palma quente fechando em volta do pau grosso e duro que saltou livre. Ela soltou um “porra” admirado, os dedos escorregando pela glande úmida, medindo o tamanho, o peso.
— Vai caber? — perguntou ofegante, a voz embargada de excitação e um fio de nervoso gostoso.
— Vai. Devagar. Eu cuido de você. — Ele mordeu o lóbulo da orelha dela enquanto os dedos voltavam a brincar entre as pernas, um entrando só a ponta no buraco apertadíssimo. Nadia arquejou alto, as paredes virgens se contraindo. — Mas primeiro eu quero te deixar mais molhada ainda. Quero chupar essa buceta antes de meter.
Ela assentiu rápido, quase implorando. Lucas a virou de frente para um barril alto de carvalho, o peito dela pressionando a madeira fria. O vestido levantado até as costas, a bunda exposta, as coxas abertas. Ele se ajoelhou atrás, as mãos abrindo as nádegas, o olhar faminto na fenda brilhante, no clitóris inchado, no buraquinho rosado que nunca tinha sido penetrado. O cheiro dela — doce, salgado, puro tesão — subiu e ele gemeu antes mesmo de lamber.
A língua larga passou devagar do clitóris até a entrada, lambendo tudo, chupando os lábios, enfiando a ponta só um pouco. Nadia gritou abafado contra o braço, o corpo inteiro tremendo. Lucas chupava com vontade, o nariz enterrado, a barba rala raspando a pele sensível. Dois dedos esfregavam o clitóris enquanto a língua trabalha a entrada, molhando mais, abrindo devagar. Ela gozava rápido demais — o primeiro orgasmo veio em ondas curtas, a buceta pulsando na boca dele, o mel escorrendo pelo queixo. Lucas não parou. Continuou lambendo, engolindo, gemendo contra a carne dela.
Quando ela ainda tremia, ele se levantou, o pau rígido apontando para o buraco brilhante. A cabeça gorda roçou nos lábios inchados, espalhando pré-gozo e saliva. Nadia olhou por cima do ombro, o cabelo bagunçado, a boca aberta, os olhos pedindo.
— Enfia. Por favor. Quero sentir você me abrindo.
Lucas segurou a base, posicionou, e empurrou só a glande. O anel apertado cedeu devagar, quente, molhado, virgem. Ela soltou um gemido longo, meio dor, meio êxtase. Ele parou, beijando a nuca dela, uma mão na cintura, a outra no seio por cima do tecido, apertando o mamilo duro.
— Respira. Assim… — sussurrou, entrando mais um pouco, centímetro por centímetro. As paredes dela se agarravam, milimétricas, quentes pra caralho. — Tão apertada… porra, Nadia…
Ela empurrou o quadril para trás, pedindo mais. O pau dele sumia aos poucos dentro da buceta virgem, até metade. O ar do depósito cheirava a sexo agora — lúpulo, suor, buceta molhada. Lucas recuou um pouco e voltou a meter, cada estocada um pouco mais fundo, abrindo caminho. Nadia gemia alto, sem se importar, as unhas cravadas na madeira do barril, a bunda sacudindo a cada empurrão.
— Isso… me fode… você é o primeiro… caralho, que gostoso…
Ele acelerou devagar, o pau quase inteiro agora, as bolas batendo de leve contra o clitóris dela. O atrito molhado ecoava entre os barris. Lucas segurava os quadris com força, marcando a pele, olhando o pau sumir e aparecer brilhante de gozo dela. A tensão não baixava — só subia. Ele queria virar ela, chupar os peitos, meter de frente, gozar fundo. Ela queria mais, queria cavalgar, queria gritar o nome dele até a garganta doer.
Mas o ritmo ainda era o da descoberta: estocadas profundas e controladas, gemidos sujos, a boca dele no ombro dela, os dedos dela alcançando para baixo para sentir o pau entrando. O depósito inteiro parecia respirar com eles. Fora, a cidade seguia; ali dentro, só o primeiro embate quente, a buceta se moldando ao pau, o desejo cru que ainda tinha tanto chão pela frente.
Lucas puxou o cabelo dela com carinho bruto, fez ela olhar para trás, e beijou a boca molhada enquanto metia fundo de uma vez, até o saco. Nadia gritou dentro do beijo, as pernas fraquejando, o orgasmo começando a montar de novo. Ele segurou firme, o pau latejando dentro dela, pronto para o próximo movimento — mas ainda longe de acabar.O último holofote do depósito ainda tremia no teto alto quando Lucas trancou a porta dos fundos. Vinte e dois anos, uniforme de auxiliar manchado de malte, mãos calejadas de carregar caixas o dia inteiro. O cheiro de lúpulo úmido e madeira envelhecida impregnava tudo — barris empilhados, o chão frio de cimento, o silêncio grosso depois do expediente. Ele achava que estava sozinho até ouvir o clique suave de um salto batendo no corredor lateral.
Nadia apareceu entre as fileiras de carvalho. Vinte e quatro anos, vestido leve de algodão colado nas curvas, cabelo solto caindo nos ombros, o mesmo jeito de sempre: chegava sozinha nos fins de tarde, pedia a mesma IPA, ficava na varanda olhando o movimento como se esperasse algo que nunca pedia em voz alta. Hoje, porém, não tinha copo na mão. Só o olhar fixo nele.
— Ainda aqui? — a voz dela saiu baixa, rouca de quem segura demais.
Lucas engoliu seco. O peito apertou de um jeito burro, adolescente.
— Fechando. Você… esqueceu alguma coisa?
Ela deu um passo, depois outro, até ficar perto o bastante para ele sentir o perfume doce misturado ao cheiro da cervejaria. Os seios subiam e desciam sob o decote. Sem maquiagem pesada, só a boca rosada e o olhar direto, adulto, sem rodeio.
— Não esqueci. Esperei todo mundo ir embora. — Nadia lambeu o lábio inferior. — Faz meses que eu venho aqui só por causa de você. Todo santo dia. E nunca tive coragem de falar.
Ele sentiu o sangue descer quente, o pau começando a latejar contra a calça. A tensão no ar ficou crua, quase física.
— Nadia…
— Eu nunca transci com ninguém, Lucas. — A confissão saiu limpa, sem drama barato. Só fato. — Vinte e quatro anos e ainda virgem. Mas eu fico molhada só de imaginar você me pegando. Há meses. Na minha cama, no banheiro, aqui… entre esses barris. Eu me toco pensando na sua boca, nas suas mãos. E hoje eu decidi que chega.
O silêncio engoliu os dois. Lucas sentiu o coração martelar na garganta. Ele nunca tinha ouvido nada tão direto. O desejo mútuo pairava grosso, quase cheirável. Ele olhou para a porta trancada, para o corredor vazio, para o corpo dela perto demais.
— Porra… — murmurou, a voz já rouca. — Você não faz ideia do que eu já fantasiava também. Toda vez que você sentava lá fora eu ficava duro atrás do balcão. Achava que era só eu pirando.
Nadia sorriu de canto, nervoso e faminto ao mesmo tempo. Avançou mais um passo, o peito quase tocando o dele. Entre os barris altos a luz ficava amarelada, íntima. O metal frio das laterais contrastava com o calor que subia entre eles.
— Então não é só eu — sussurrou. — Que bom.
Eles começaram a conversar baixinho, quase sem precisar. Palavras curtas, respiração quente. Ela contou de noites sozinhas, dedos molhados, o nome dele saindo baixo no travesseiro. Ele admitiu que batia uma no banheiro da cervejaria imaginando o vestido dela subindo. A cada frase o espaço encolhia. Nadia se aproximou de propósito, roçou a coxa na dele, o quadril macio pressionando a ereção já nítida sob o tecido. Lucas soltou um gemido curto, animal.
— Tô molhada só de imaginar — ela disse contra o ouvido dele, a boca quase colada na pele. — Sério. Sem calcinha. Vim assim de propósito. Meu clitóris lateja só de sentir seu pau duro assim.
Lucas perdeu o resto da conversa. As mãos subiram sozinhas, pegaram a cintura dela com força, puxaram. A boca dele desceu faminta no pescoço quente, chupando a pele, mordendo de leve, lambendo o suor salgado que já começava a surgir. Nadia arquejou, a cabeça tombando para o lado, oferecendo mais. Os dedos dele desceram pelas costas, encontraram a bunda redonda sob o vestido fino e apertaram com vontade, espalmando as nádegas, puxando ela contra o volume duro. A carne macia cedeu sob as palmas; ele sentiu o calor dela, o caminho já úmido entre as coxas quando o tecido subiu um pouco.
— Caralho, Nadia… — respirou no pescoço dela, a voz embargada. — Você tá pingando.
— Tô. Por você. — Os dentes dela roçaram a orelha dele. As mãos pequenas subiram pela camisa de trabalho, sentindo o peito largo, os ombros tensos. — Eu quero que seja você o primeiro. Quero sentir você abrindo minha buceta, quero doer gostoso, quero gozar com seu pau dentro. Me fode aqui. Agora. Antes que eu perca a coragem de novo.
O pedido selou tudo. Lucas grunhiu baixo, as mãos ainda amassando a bunda dela, o polegar escorregando para a fenda úmida por baixo do vestido. Sem calcinha, mesmo. Os dedos encontraram os lábios inchados, escorregadios, o buraco virgem pulsando quente. Ela tremeu inteira, um gemido abafado escapando contra o ombro dele.
— Porra, tá tão molhada… — ele murmurou, a voz grossa de tesão. Dois dedos deslizaram devagar entre os lábios, só espalhando o mel, sem forçar entrada ainda. Nadia se empurrava contra a mão, pedindo mais com o quadril. — Eu vou te foder. Vou ser o primeiro a meter nesse cuzinho molhado. Mas eu quero ouvir de novo. Me pede direito.
Ela riu sem ar, a testa encostada na dele, os olhos vidrados de desejo.
— Me come, Lucas. Seja meu primeiro. Enfia esse pau grosso na minha buceta virgem até eu gritar. Eu quero. Eu tô pedindo. Não para.
Ele beijou a boca dela de uma vez — língua faminta, dente, saliva. O gosto de desejo cru. As mãos voltaram a apertar a bunda com força, abrindo as nádegas, o indicador agora roçando o clitóris inchado em círculos lentos e sujos. Nadia tremia, gemendo dentro da boca dele, as unhas cravando nos ombros do uniforme. O vestido já estava subido até a cintura; o ar frio do depósito batia na pele quente e molhada. O pau de Lucas latejava dolorido dentro da calça, a cabeça já molhada de pré-gozo.
Eles se moveram meio tontos entre os barris, empurrando um contra o outro, beijos molhados no pescoço, na clavícula, no decote. Lucas chupou a pele logo acima do seio, deixando marca. As mãos dela desceram e abriram o zíper dele com pressa, a palma quente fechando em volta do pau grosso e duro que saltou livre. Ela soltou um “porra” admirado, os dedos escorregando pela glande úmida, medindo o tamanho, o peso.
— Vai caber? — perguntou ofegante, a voz embargada de excitação e um fio de nervoso gostoso.
— Vai. Devagar. Eu cuido de você. — Ele mordeu o lóbulo da orelha dela enquanto os dedos voltavam a brincar entre as pernas, um entrando só a ponta no buraco apertadíssimo. Nadia arquejou alto, as paredes virgens se contraindo. — Mas primeiro eu quero te deixar mais molhada ainda. Quero chupar essa buceta antes de meter.
Ela assentiu rápido, quase implorando. Lucas a virou de frente para um barril alto de carvalho, o peito dela pressionando a madeira fria. O vestido levantado até as costas, a bunda exposta, as coxas abertas. Ele se ajoelhou atrás, as mãos abrindo as nádegas, o olhar faminto na fenda brilhante, no clitóris inchado, no buraquinho rosado que nunca tinha sido penetrado. O cheiro dela — doce, salgado, puro tesão — subiu e ele gemeu antes mesmo de lamber.
A língua larga passou devagar do clitóris até a entrada, lambendo tudo, chupando os lábios, enfiando a ponta só um pouco. Nadia gritou abafado contra o braço, o corpo inteiro tremendo. Lucas chupava com vontade, o nariz enterrado, a barba rala raspando a pele sensível. Dois dedos esfregavam o clitóris enquanto a língua trabalhava a entrada, molhando mais, abrindo devagar. Ela gozava rápido demais — o primeiro orgasmo veio em ondas curtas, a buceta pulsando na boca dele, o mel escorrendo pelo queixo. Lucas não parou. Continuou lambendo, engolindo, gemendo contra a carne dela.
Quando ela ainda tremia, ele se levantou, o pau rígido apontando para o buraco brilhante. A cabeça gorda roçou nos lábios inchados, espalhando pré-gozo e saliva. Nadia olhou por cima do ombro, o cabelo bagunçado, a boca aberta, os olhos pedindo.
— Enfia. Por favor. Quero sentir você me abrindo.
Lucas segurou a base, posicionou, e empurrou só a glande. O anel apertado cedeu devagar, quente, molhado, virgem. Ela soltou um gemido longo, meio dor, meio êxtase. Ele parou, beijando a nuca dela, uma mão na cintura, a outra no seio por cima do tecido, apertando o mamilo duro.
— Respira. Assim… — sussurrou, entrando mais um pouco, centímetro por centímetro. As paredes dela se agarravam, milimétricas, quentes pra caralho. — Tão apertada… porra, Nadia…
Ela empurrou o quadril para trás, pedindo mais. O pau dele sumia aos poucos dentro da buceta virgem, até metade. O ar do depósito cheirava a sexo agora — lúpulo, suor, buceta molhada. Lucas recuou um pouco e voltou a meter, cada estocada um pouco mais fundo, abrindo caminho. Nadia gemia alto, sem se importar, as unhas cravadas na madeira do barril, a bunda sacudindo a cada empurrão.
— Isso… me fode… você é o primeiro… caralho, que gostoso…
Ele acelerou devagar, o pau quase inteiro agora, as bolas batendo de leve contra o clitóris dela. O atrito molhado ecoava entre os barris. Lucas segurava os quadris com força, marcando a pele, olhando o pau sumir e aparecer brilhante de gozo dela. A tensão não baixava — só subia. Ele queria virar ela, chupar os peitos, meter de frente, gozar fundo. Ela queria mais, queria cavalgar, queria gritar o nome dele até a garganta doer.
Mas o ritmo ainda era o da descoberta: estocadas profundas e controladas, gemidos sujos, a boca dele no ombro dela, os dedos dela alcançando para baixo para sentir o pau entrando. O depósito inteiro parecia respirar com eles. Fora, a cidade seguia; ali dentro, só o primeiro embate quente, a buceta se moldando ao pau, o desejo cru que ainda tinha tanto chão pela frente.
Lucas puxou o cabelo dela com carinho bruto, fez ela olhar para trás, e beijou a boca molhada enquanto metia fundo de uma vez, até o saco. Nadia gritou dentro do beijo, as pernas fraquejando, o orgasmo começando a montar de novo. Ele segurou firme, o pau latejando dentro dela, pronto para o próximo movimento — mas ainda longe de acabar.
Lucas sentiu as pernas dela fraquejarem de verdade contra o barril. O orgasmo dela subia de novo, apertando o pau dele em contrações quentes e molhadas, mas ele não deixou ela gozar ainda. Com um grunhido baixo puxou o pau para fora devagar, a glande saindo com um ploc úmido que fez Nadia gemer de protesto. O buraco dela ficou abertinho, rosado, pingando no cimento.
— No chão — ordenou ele, a voz rouca. — Quero te foder direito. De quatro. Agora.
Nadia não hesitou. Virou-se, o vestido ainda amassado na cintura, e desceu de joelhos no chão frio do depósito. As palmas apoiaram no concreto sujo de malte seco. A bunda dela subiu, redonda e branca sob a luz amarela do holofote, as coxas abertas, a buceta inchada e brilhante oferecida. Lucas ajoelhou-se atrás, as mãos calejadas agarrando os quadris dela com força, os polegares abrindo as nádegas. O pau latejava, grosso, coberto do mel dela. Ele posicionou a cabeça gorda na entrada virgem de novo e empurrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo cada anel apertado ceder.
Nadia gemeu alto, o som ecoando entre os barris de carvalho.
— Aah… porra, Lucas… tá entrando inteiro… dói gostoso… não para…
Ele segurava firme nos quadris, os dedos cravando a carne macia, e metia fundo devagar no começo. Cada centímetro sumia naquela buceta quente e virgem, as paredes se agarrando, puxando. Quando o saco bateu de leve no clitóris dela, ele parou, respirou fundo, e começou a meter de verdade. Estocadas longas, o pau saindo quase todo e voltando até o fundo. O atrito molhado fazia barulho sujo — escorrega, chupão, golpe. Nadia empurrava a bunda para trás, pedindo mais, o cabelo solto caindo no chão, a boca aberta gemendo sem vergonha.
— Mais fundo… caralho, me fode… não para, Lucas, não para porra nenhuma…
Ele acelerou. As mãos firmes nos quadris puxavam ela contra as estocadas, o pau entrando cada vez mais rápido, mais bruto. A carne dela batia na dele com estalos molhados. Lucas olhava hipnotizado o pau sumir e aparecer brilhante de gozo dela, as bolas pesadas batendo no clitóris inchado. O cheiro de sexo, lúpulo e suor enchiam o depósito. Nadia gemia alto a cada centímetro, a voz rouca, pedindo:
— Isso… assim… mete fundo… você é o primeiro a abrir essa buceta… aah, caralho, não para!
Lucas metia com vontade agora, o suor escorrendo pelas costas sob o uniforme aberto. Segurava firme, marcando os quadris dela de vermelho, e fodia rápido, fundo, o pau latejando dentro daquele aperto virgem. Ela tremia inteira, as unhas arranhando o cimento, o seios balançando dentro do decote.
— Tá tão apertada ainda… porra, Nadia… sua buceta tá chupando meu pau… vou te foder até você gozar pingando no chão…
Ele puxou para fora de uma vez. Nadia reclamou com um gemido frustrado, mas Lucas já a virava. Deitou ela de costas no chão frio, o vestido subido até os peitos agora. Ele abriu bem as pernas dela, joelhos dobrados, coxas afastadas ao máximo, a buceta exposta, vermelha, pingando. Enfiou de novo de uma cajadada só, até o saco, e começou a estocar com força. O peito dele cobriu o dela. A boca desceu faminta, chupando um mamilo duro por cima do tecido, depois puxando o decote e engolindo o seio inteiro, língua girando no bico sensível enquanto o pau martelava fundo.
Nadia arquejava, as pernas tremendo no ar, os calcanhares batendo nas costas dele.
— Chupa… isso… fala putaria pra mim… me fode sujo…
Lucas falava direto no peito dela, a voz grossa, enquanto metia sem piedade:
— Sua buceta virgem tá engolindo meu pau grosso… tá molhada pra caralho… eu sou o primeiro a gozar dentro… vou encher você de porra quente… ouve o barulho dessa fodida… ploc ploc… sua buceta fazendo barulho de puta… me pede pra gozar fundo…
— Goza… enche… porra, Lucas, mete mais forte… eu quero sentir sua porra escorrendo…
Ele chupava os dois mamilos, alternando, mordendo de leve, lambendo o suor entre os seios. As estocadas eram brutais agora, o pau inteiro saindo e entrando com força, o saco batendo molhado. Nadia gritou o nome dele, o corpo inteiro se arqueando. O segundo orgasmo veio forte — a buceta dela apertou em espasmos violentos, esguichando um pouco no pau dele, as paredes pulsando loucas. Lucas não aguentou. Com um grunhido animal cravou fundo uma última vez, o pau latejando, e gozou. Jatos quentes e grossos de porra encheram o fundo dela, jorrando, enchendo, o excesso já começando a vazar pelas laterais enquanto ele ainda metia devagar, esvaziando os ovos nela. Os dois gozaram juntos, gemendo alto, suados, o corpo dele pesando no dela, o pau ainda latejando dentro da buceta cheia.
Ficaram assim um tempo, ofegantes, o peito dele subindo e descendo contra os seios dela. O holofote tremia no teto. O cheiro de porra fresca misturado a lúpulo e suor pairava grosso. Lucas beijou o pescoço dela, depois a boca, devagar, língua preguiçosa. Quando puxou o pau para fora, um fio grosso de sêmen escorreu imediatamente das coxas dela, branco e quente, descendo em direção ao chão.
Ele se levantou meio tonto, procurou um pano limpo num canto — um pano de limpeza dobrado que usavam pra enxugar as torneiras — e voltou. Ajoelhou-se entre as pernas abertas de Nadia e limpou carinhosamente o sêmen que escorria pelas coxas internas, o pano macio passando devagar na pele sensível, na buceta ainda latejando, no buraco que gotejava o resto da porra dele. Nadia suspirou, os olhos semicerrados, um sorriso bobo e satisfeito.
— Caralho… — murmurou ela, rindo baixinho, a voz rouca. — Foi intenso pra porra. Minha primeira vez… no chão de um depósito de cervejaria… com o auxiliar gostoso que eu ficava olhando meses.
Lucas riu também, o peito ainda ofegante, limpando o último fio com cuidado, depois jogando o pano de lado. Deitou ao lado dela no cimento frio, puxou ela para perto, e beijou devagar — boca mole, salgada de suor, cheia de carinho agora. As mãos dele acariciavam a cintura nua dela.
— Intenso pra caralho — concordou ele, sorrindo contra a boca dela. — Você gozou duas vezes só de eu chupar e meter. E eu enchi essa bucetinha. Olha como ainda tá escorrendo um pouco…
Nadia riu de novo, baixinho, o rosto escondido no pescoço dele. O vestido bagunçado, o cabelo grudado de suor, as marcas dos dedos dele nos quadris.
— A gente tem que fazer de novo. Muitas vezes. Escondido aqui… depois do expediente… entre esses barris. Essa primeira vez foi só o começo, né?
Lucas beijou a testa dela, depois a boca outra vez, o pau já começando a midar de novo só de imaginar.
— Só o começo. Toda noite que eu fechar sozinho você pode vir. Eu te fodo no chão, em cima do barril, em pé… encho você de novo. Combinado?
Ela assentiu, os olhos brilhando de tesão e algo mais quente. Os dedos dela roçaram o peito suado dele sob a camisa aberta.
— Combinado. Mas me promete uma coisa agora — sussurrou Nadia, a voz baixa e safada, o hálito quente no ouvido dele. — Na próxima, você me fode de quatro de novo e goza bem fundo… e depois me faz chupar o pau limpo?
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