Aula de Desejo com a Amiga da Esposa
Renata, divorciada de 46 anos, seduz o marido da melhor amiga e fode gostoso com ele na casa dela.
Lucas, um engenheiro de vinte e oito anos, estacionou o carro em frente à casa ampla e silenciosa de Renata. Vanessa, sua esposa, tinha ligado mais cedo pedindo um favor: a melhor amiga dela, uma divorciada de quarenta e seis anos, estava derretendo de calor porque o ar-condicionado da sala principal havia pifado de vez. “Vai lá, amor. Você conserta qualquer coisa e a Renata sempre te elogia tanto”, dissera Vanessa com toda a inocência. Lucas engoliu em seco antes de descer do carro. Ele sabia que ficar sozinho com Renata era perigoso. Aquela mulher tinha um corpo que o assombrava há anos.
A porta se abriu antes mesmo que ele tocasse a campainha. Renata apareceu como uma visão saída de um sonho molhado. O shortinho jeans mal cobria a metade inferior de suas coxas grossas e bem torneadas, deixando à mostra a pele bronzeada e macia. A regata branca decotada lutava uma batalha perdida contra os seios enormes, pesados, que transbordavam no decote generoso. Os mamilos marcavam o tecido fino, e o suor leve brilhava no vale profundo entre eles. Aos quarenta e seis anos, Renata carregava a confiança de quem sabia exatamente o efeito que causava.
— Entra, Lucas. Está um forno aqui dentro — disse ela com a voz rouca, um sorriso lento curvando os lábios carnudos.
Ele entrou. O ar estava realmente pesado, úmido. Renata fechou a porta e trancou, um clique que pareceu ecoar na sala vazia. Eles estavam completamente sozinhos. Lucas tentou se concentrar no ar-condicionado, subindo na pequena escada que ela havia deixado pronta. Enquanto mexia nos filtros, sentia o olhar dela queimando em suas costas, descendo pela calça jeans que marcava sua bunda firme de tanto malhar.
Renata se aproximou, fingindo interesse técnico, mas parou perto demais. O perfume dela, doce e caro, misturava-se ao cheiro natural de mulher quente.
— Sabe, Lucas... eu sempre te observei. Desde que a Vanessa te trouxe pra nossa vida. Um homem jovem, forte, com esse corpo de vinte e oito anos que parece feito pra foder gostoso. Eu fantasiava com você quase toda noite depois que meu casamento acabou. Imaginava essas mãos grandes apertando meus peitos enquanto você me comia sem piedade.
As palavras caíram como um soco no estômago dele. Lucas parou o que estava fazendo, o coração martelando. Ele desceu da escada devagar, limpando as mãos na calça. Os olhos dela eram puro fogo, sem nenhuma vergonha. O desejo que ele reprimia há anos subiu como lava.
— Renata... porra, eu também. Há anos. Eu me sinto um lixo por admitir isso, mas toda vez que a Vanessa saía com você, eu ficava imaginando como seria ter você gemendo meu nome. Esses seus seios enormes, essa bunda grande... eu já bati punheta pensando em você mais vezes do que consigo contar. Se você está falando sério, eu também estou. Eu te quero pra caralho. E é consensual. É o que nós dois queremos.
O clima na sala mudou instantaneamente. O ar-condicionado quebrado parecia uma desculpa ridícula agora. Renata respirou fundo, os peitos subindo e descendo dentro da regata, quase escapando.
Ela deu um passo à frente, lenta, predatória. Seus quadris balançavam de forma natural, hipnótica. Quando chegou perto, roçou deliberadamente os seios pesados no braço dele. O contato foi quente, macio, pesado. Lucas sentiu o volume daqueles melões enormes pressionando sua pele, o bico duro roçando de leve. Um arrepio subiu pela espinha dele.
— Vem testar uma coisa no meu quarto, Lucas — sussurrou ela, a voz carregada de tesão. — Tem um ventilador de teto que também não está funcionando direito. Quero que você veja... de perto.
Ele sabia que não tinha ventilador nenhum com problema. Os olhares famintos se encontraram. Renata puxou a camisa dele com força, colando o corpo voluptuoso contra o peito jovem e definido. O beijo veio como uma explosão. Boca aberta, língua quente e molhada invadindo, gemidos abafados saindo dos dois. As mãos de Lucas desceram direto para a bunda grande dela, apertando com vontade, os dedos afundando na carne macia e firme que transbordava do shortinho curto. Ele amassou aquelas nádegas como se fossem massa de pão, separando-as, sentindo o calor que vinha do meio delas.
Renata gemeu dentro da boca dele, esfregando a buceta ainda vestida contra a coxa musculosa de Lucas.
— Eu quero você agora — sussurrou ela, mordendo o lábio inferior dele. — Me fode gostoso, Lucas. Me come como você sempre quis. Eu sou toda sua hoje.
— Caralho, Renata... eu vou te foder até você esquecer o próprio nome — respondeu ele, a voz grossa de tesão puro.
Eles praticamente correram para o quarto. A porta bateu atrás deles. Renata caiu de joelhos no tapete macio com uma fome que surpreendeu até a si mesma. Abriu o zíper dele com dedos ágeis e puxou o pau grosso para fora. Estava duro como pedra, latejando, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo.
— Que pau lindo... grosso, jovem, perfeito — murmurou ela antes de abrir a boca e engolir metade de uma vez.
Lucas soltou um gemido rouco, segurando o cabelo castanho dela com firmeza. Renata chupava com vontade, babando sem controle. A saliva escorria pelos cantos da boca, descia pelo queixo e pingava nos seios enormes que saltavam para fora da regata a cada movimento de vai e vem. Ela forçava o pau até o fundo da garganta, engasgando gostoso, os olhos marejados olhando para cima com luxúria. A língua trabalhava na parte de baixo, lambendo as veias, enquanto uma mão massageava as bolas pesadas.
— Isso, sua vadia... engole tudo. Chupa o pau do marido da sua melhor amiga — grunhiu ele, empurrando os quadris.
Depois de longos minutos de boquete molhado e barulhento, Lucas a levantou, tirou a regata dela com um puxão e arrancou o shortinho. Os seios enormes pularam livres, balançando. A buceta dela estava inchada, brilhando de tesão, os lábios grossos melados. Ele a jogou na cama de quatro, a bunda grande empinada para ele como uma oferenda.
Entrou de uma vez, metendo fundo na buceta quente e encharcada. Renata soltou um grito de prazer puro.
— Ai, que delícia! Mete mais forte!
Lucas segurou os quadris largos e começou a bombear com força. O som molhado de pau entrando e saindo ecoava no quarto. Ele dava tapas pesados na bunda dela, fazendo a carne tremer e ficar vermelha.
— Toma, puta gostosa da minha esposa! Essa buceta é minha agora! — rosnava ele, dominando-a completamente.
— Sim! Eu sou a puta da Vanessa hoje! Me fode, Lucas! Me usa!
Eles mudaram para a posição de vaqueira. Renata subiu nele, agarrou o pau melado e sentou até o talo. Começou a cavalgar selvagem, os seios enormes subindo e descendo pesadamente, batendo um contra o outro com estalos altos. O suor escorria pelo vale dos peitos, pingando na barriga tanquinho dele. Ela rebolava, girava, subia e descia com fúria, a buceta apertando o pau grosso como um punho quente e molhado.
Lucas segurava os seios, apertando, chupando os mamilos duros enquanto ela cavalgava como uma louca. Os gemidos dos dois eram altos, sem preocupação de serem ouvidos. O prazer era intenso, animal, consensual.
No final, ele a virou novamente, dominando por cima. Segurou o pescoço dela com firmeza controlada e meteu fundo, rápido, implacável. Renata gozou primeiro, tremendo, a buceta pulsando e esguichando leve ao redor do pau.
— Goza dentro de mim, Lucas! Me enche!
Com um rugido, ele gozou forte, jatos grossos e quentes invadindo o fundo da buceta dela enquanto os dois gemiam alto, corpos colados, suor misturado, prazer explodindo em ondas longas e intensas.
Ofegantes, ainda conectados, Renata puxou o rosto dele e o beijou com carinho, um beijo lento, molhado, cheio de afeto inesperado. Seus dedos acariciavam o peito suado dele.
— Isso foi o melhor sexo da minha vida, Lucas. Ninguém nunca me fodeu assim... com essa força, essa fome. Eu me senti viva de novo.
Ela sorriu, mas o sorriso tinha um brilho perigoso. O celular vibrou na mesinha. Renata esticou o braço, leu a mensagem e mordeu o lábio, rindo baixinho.
— A Vanessa acabou de mandar mensagem. Disse que vai passar aqui em uns quarenta minutos pra ver se você conseguiu consertar tudo.
Lucas sentiu o pau, ainda dentro dela, dar uma leve pulsada com a mistura de risco e excitação. Renata contraiu a buceta ao redor dele, apertando de propósito, e sussurrou no ouvido dele enquanto passava a língua no lóbulo:
— Isso não termina aqui. Eu ainda quero mais. Muito mais. Da próxima vez que a Vanessa viajar a trabalho, você vai voltar pra minha casa... e eu vou te dar uma aula completa de quanto uma mulher de quarenta e seis anos consegue aguentar. Agora se arruma, mas guarda esse tesão todo pra mim. Porque eu ainda não terminei com você.
Ela o beijou mais uma vez, profunda, prometedora, enquanto os dois ouviam o tique-taque do relógio marcando o tempo curto que tinham antes de Vanessa chegar. O ar ainda cheirava a sexo, a desejo satisfeito e, principalmente, a desejo que mal havia começado.
Renata interrompeu o beijo com um puxão nos cabelos dele, os olhos agora cheios de uma fome suja e sem nenhum resquício de suavidade. Ainda com o pau semi-duro enterrado na buceta melada e cheia de porra, ela contraiu os músculos internos, ordenhando a carne jovem com força, sentindo ele inchar de novo em segundos. O quarto cheirava a suor, porra e buceta fodida, e o tique-taque do relógio só aumentava o tesão dela.
— Quarenta minutos até a Vanessa chegar aqui? Ótimo, seu safado. Tempo de sobra pra você me arrombar mais uma vez. Eu quero esse pau de vinte e oito anos me destruindo de novo, bem sujo, bem bruto. Nada de carinho, Lucas. Me trata como a puta divorciada de quarenta e seis que eu sou.
Lucas sentiu o sangue ferver. O pau endureceu completamente dentro dela, latejando contra as paredes quentes e escorregadias. “Porra, que vadia insaciável. A Vanessa tá dirigindo pra cá agora e eu tô aqui com o pau duro na buceta da melhor amiga dela”, pensou, as mãos grandes apertando os quadris largos de Renata com brutalidade, dedos afundando na carne macia que ainda carregava as marcas vermelhas dos tapas de antes.
— Então rebola nessa buceta cheia de porra, sua cachorra. Mostra pra mim como uma MILF tarada aguenta levar leite de novo sem limpar.
Renata sorriu com maldade, plantou as mãos no peito tanquinho dele e começou a cavalgar com força, subindo até a cabeça do pau e descendo até o talo com estocadas violentas. Os seios enormes, pesados, balançavam descontrolados, batendo um contra o outro com estalos altos, os mamilos marrons duros como pedras. O suor escorria pelo vale profundo entre eles, pingando na barriga de Lucas. Cada descida fazia um barulho molhado, obsceno, a mistura de porra e tesão escorrendo pelas bolas dele e molhando o lençol.
— Ai, caralho... esse pau é tão grosso, tão jovem... me enche toda, Lucas! Enquanto a Vanessa dirige pra cá, eu tô quicando na rola do marido dela como uma puta barata — gemeu ela, rebolando o quadril largo em círculos, sentindo a cabeça do pau bater no fundo da buceta inchada.
Lucas agarrou aqueles peitos monstros, apertando com força bruta, torcendo os bicos até ela soltar um grito misturado de dor e prazer. Ele empurrava os quadris para cima, furando ela com estocadas curtas e violentas, o saco batendo contra a bunda suada. O tesão era animal, puro. Ele pensava no quanto era errado, no quanto era delicioso trair a esposa assim, na casa dela, com a amiga que sempre elogiava ele na frente da Vanessa.
Depois de minutos cavalgando como louca, Renata desceu dele tremendo, as coxas grossas brilhando de suor e fluidos. Caiu de quatro na beira da cama, empinando a bunda grande, abrindo as nádegas com as próprias mãos. A buceta estava vermelha, aberta, pingando porra branca que escorria devagar pelo clitóris inchado.
— Me come de quatro de novo, mas mais forte. Quero sentir esses tapas ecoando. Me humilha, Lucas. Me diz o que eu sou enquanto mete.
Ele se levantou atrás dela, segurou o pau melado e enfiou tudo de uma vez na buceta encharcada. O impacto fez a bunda dela tremer como gelatina. Começou a meter com fúria, os quadris batendo forte contra a carne macia, o barulho de pele molhada enchendo o quarto. A mão direita dele desceu pesada, dando tapas secos e altos nas nádegas, primeiro uma, depois a outra, deixando a pele bronzeada ficar vermelha e quente.
— Você é a puta da minha esposa, Renata. Uma divorciada de quarenta e seis anos que abre as pernas pro marido da melhor amiga na própria casa. Olha como essa buceta gulosa engole meu pau todo, sua vadia sem vergonha — rosnava ele entre os dentes, uma mão segurando o cabelo castanho dela como rédea, puxando a cabeça para trás enquanto metia implacável.
Renata gemia alto, sem se importar com vizinhos ou com o tempo. Empinava mais, jogando a bunda para trás para encontrar cada estocada. Sentia o pau jovem rasgando ela por dentro, tocando pontos que o ex-marido nunca soube achar. “Finalmente tô levando o que mereço. Anos fantasiando com esse corpo e agora ele tá me usando como uma cadela”, pensava, o prazer subindo em ondas quentes pela barriga.
Lucas acelerou, o suor pingando do peito definido nas costas dela. Mudou o ângulo, inclinando-se sobre ela, quase deitado nas costas largas, metendo mais fundo ainda. A outra mão desceu entre as pernas dela e esfregou o clitóris inchado com força, fazendo Renata tremer inteira.
— Goza, sua puta. Goza no pau do marido da Vanessa. Quero sentir essa buceta de MILF apertando enquanto você esguicha.
Ela explodiu segundos depois. O corpo inteiro convulsionou, a buceta pulsando forte ao redor do pau grosso, esguichando um jato quente que molhou as coxas dele e o chão ao lado da cama. Renata gritou, o rosto afundado no colchão, o cu piscando enquanto o orgasmo rasgava ela por dentro.
Mas Lucas não parou. Puxou o pau da buceta com um som molhado e apontou para o cu enrugado, ainda brilhando de tesão e um pouco da porra que havia escorrido antes.
— Agora eu quero esse cu. Abre pra mim, Renata. Quero arrombar o cuzinho da melhor amiga da minha mulher antes dela bater na porta.
Renata olhou para trás, os olhos vidrados de luxúria pura, e abriu mais as nádegas com as mãos.
— Mete no meu cu, Lucas. Enfia tudo. A Vanessa nunca te deu esse cu apertado, né? Eu vou dar. Sou a puta anal que você sempre quis. Arromba logo, caralho.
Ele cuspiu direto no buraco rosado, esfregou a cabeça grossa do pau ali e empurrou. O cu dela resistiu um segundo, depois cedeu, engolindo a cabeça com um aperto quente e absurdo. Renata soltou um gemido gutural, longo, enquanto ele entrava centímetro por centímetro até as bolas encostarem na buceta encharcada. A sensação era esmagadora, o cu dela pulsando ao redor da grossura jovem.
Lucas começou a meter, primeiro devagar, depois com força crescente. Os tapas voltaram, mais pesados agora, fazendo a bunda grande balançar a cada impacto. Ele segurava os quadris largos como alças, puxando ela contra si, fodendo o cu com estocadas profundas e rápidas. O quarto ecoava com os sons obscenos: o ploc-ploc-ploc das bolas batendo, os gemidos roucos dela, os grunhidos dele.
— Caralho, que cu apertado e quente! Você nasceu pra levar rola no rabo, sua vadia de quarenta e seis. Enquanto a Vanessa manda mensagem dizendo que tá perto, eu tô destruindo esse cu traiçoeiro.
— Sim! Eu sou a vadia traidora! Mete mais fundo, Lucas! Arromba meu cu e goza lá dentro! Quero sentir sua porra grossa escorrendo quando eu for receber ela na porta!
O ritmo ficou selvagem. Lucas metia como um animal, o suor voando, os músculos das coxas queimando de tanto esforço. Renata gozou de novo, dessa vez só com o cu sendo fodido, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando tanto que quase expulsou o pau dele. Ele aguentou mais algumas estocadas brutais, sentindo as bolas contraírem.
Puxou o pau do cu com um estalo molhado, virou Renata de frente com um puxão e subiu no peito dela. Segurou a base do pau latejante e começou a bater punheta rápida bem na cara dela.
— Abre a boca, puta. Quero pintar essa cara de divorciada tarada.
Renata abriu a boca, língua para fora, olhos suplicantes. Lucas gozou com um rugido baixo, jatos grossos, brancos e quentes explodindo direto na língua dela, nos lábios carnudos, nos seios enormes já marcados de tapas e suor. Um jato acertou o olho esquerdo, outro cobriu a bochecha, o resto pingando no queixo e escorrendo para o vale dos peitos. Ela engoliu o que conseguiu, lambendo os lábios sujos com prazer obsceno.
O celular vibrou de novo na mesinha. Vanessa estava a dez minutos.
Renata, com o rosto e os peitos completamente melados de porra fresca, olhou para Lucas e sorriu suja, passando o dedo na cara e enfiando na boca antes de falar a última frase com a voz rouca de quem tinha sido bem usada: “Agora vai vestir a calça enquanto eu fico aqui com o cu arrombado e cheio da sua porra grossa, seu corno safado, porque da próxima vez vou sentar essa buceta e esse rabo melados bem na cara da Vanessa pra ela sentir o cheiro do marido dela me enchendo de leitinho quente.”
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