Argila Molhada e o Beijo que Elas Trocaram

Duas artistas adultas, cobertas de argila, se lambuzam e se comem gostoso no ateliê.

9 min read September 19, 2026New

O ateliê ainda cheirava a terra molhada e a solvente quando Cassidy trancou a porta da frente e apagou as luzes da vitrine. Vinte e oito anos, ceramista de mão calejada e unhas sempre com resquício de barro sob as cutículas, ela girou nos calcanhares e encarou Miriam do outro lado da mesa grande de trabalho. A pintora de trinta e um anos estava com a blusa branca completamente grudada no peito, o tecido transparente pelo suor e pela argila líquida que espirrara durante a última fornada de experimentos. Os mamilos duros marcavam o pano como dois carimbos obscenos.

— A gente devia ter limpado isso antes — murmurou Cassidy, mas o sorriso safado que puxou o canto da boca desmentia qualquer arrependimento.

Miriam riu baixo, passou a palma aberta pela própria barriga, espalhando ainda mais a lama cinza-esverdeada, e depois estendeu a mão suja na direção da amiga.

— Performance, amiga. Arte performática. Vem cá. Me ajuda a “interpretar” o barro no corpo.

Cassidy deu dois passos, depois três. Os seios pesados balançavam sob a camiseta molhada. Quando os dedos de Miriam tocararam sua cintura, o contato foi elétrico, escorregadio, quente. As duas começaram rindo, fingindo ser só brincadeira: mãos subindo pelas costelas, dedos traçando clavículas, polegar roçando de propósito o contorno do sutiã já encharcado. Olhares se cruzavam e se seguravam. Cassidy sentiu a buceta latejar dentro do short de brim manchado; sabia que Miriam via o mesmo desejo nela.

— Seu corpo é uma putaria andando, Miriam — falou Cassidy, a voz já rouca. Passou as duas mãos pelos peitos da amiga, apertou, sentiu os mamilos duros sob a argila e a blusa. — Olha esses peitos. Quero chupar esses mamilos até você gritar. Quero sentir eles latejando na minha língua enquanto eu enfio a mão na sua calça.

Miriam soltou um gemido curto, quase um rosnado. Avançou, agarrou a nuca de Cassidy com a mão suja de barro e puxou a boca dela contra a sua. O beijo foi molhado desde o primeiro segundo: línguas largas, saliva misturada com o gosto metálico da argila, dentes puxando lábio inferior, gemidos abafados que vibravam no peito uma da outra. Cassidy empurrou o quadril para frente, esfregou a buceta vestida na coxa firme de Miriam e sentiu o calor úmido se espalhar. Miriam mordeu o lábio dela e sussurrou contra a boca:

— Você tá pingando, putinha. Eu também. A gente vai foder aqui mesmo. Agora. Eu quero sua língua na minha xota até eu gozar na sua cara.

Não precisou de mais. As duas despiram o que ainda restava de roupa com pressa bruta, tecidos molhados caindo no chão de cimento já escorregadio. Cassidy empurrou Miriam para trás até as duas rolarem sobre o plástico grosso que cobria parte do ateliê. Argila fria grudou nas costas, nas nádegas, nas coxas. Cassidy montou primeiro, ajoelhada sobre a amiga, abriu as pernas e baixou o quadril, esfregando a buceta inchada e babada na coxa carnuda de Miriam. O atrito era nojento e perfeito: barro, fluido, pele quente. Ao mesmo tempo ela se curvava e engolia um peito inteiro, chupava o mamilo com força, puxava com os dentes, lambia a auréola suja enquanto Miriam arqueava as costas e xingava baixo.

— Isso, chupa forte, Cassidy… ah, porra, sua boca safada…

Cassidy trocou de peito, mordeu de leve, depois chupou de novo como se quisesse leite. Embaixo, a buceta dela deslizava pra cima e pra baixo na coxa de Miriam, deixando um rastro brilhante e cinzento. Miriam não aguentou ficar passiva. Com um movimento brusco virou as duas, empurrou Cassidy de costas no chão e subiu no rosto dela de uma vez só.

— Abre a boca. Chupa essa xota agora.

Cassidy obedeceu com fome. Enterrou o rosto entre as coxas, a língua larga abrindo os lábios inchados, lambendo do cu até o grelo num só traço sujo. O gosto era de mulher tesuda misturado com terra molhada. Miriam rebolou sentada na cara dela, esfregando a buceta inteira no nariz, na boca, no queixo. Argila e porra escorriam pela bochecha de Cassidy, pingavam no pescoço. Ela gemeu dentro da xota da amiga e enfiou dois dedos de uma vez, curvando, procurando o ponto que fazia Miriam tremer.

— Mais fundo… isso, puta… lambuza essa cara toda…

Miriam gozou a primeira vez rebolando pesado, gemendo alto o bastante para ecoar nas paredes do ateliê, as coxas tremendo nos ombros de Cassidy. Nem esperou o orgasmo passar: desceu o corpo, virou, e as duas se encaixaram em sessenta-e-nove escorregadio, barrigas coladas, bocas famintas. Agora Miriam chupava o grelo grosso de Cassidy com a mesma fome, chupava e puxava, enquanto enfia o dedão médio no cu apertado da amiga. Cassidy revidou na mesma moeda: língua fundo na xota, dedo médio e anelar entrando no cu de Miriam até o nó, abrindo, fodendo o buraco enquanto chupava o clitóris inchado como se fosse doce.

— Puta safada — gemia Cassidy contra a buceta, a voz abafada. — Sua xota tá engolindo minha língua… porra, Miriam, goza de novo na minha boca…

— Sua porra também, cadela… enfia mais esse dedo no meu cu… assim… caralho…

Elas gozaram juntas a segunda vez, corpos se contorcendo no chão sujo, sucção molhada, gemidos que viravam gritos, unhas cravadas em coxas e nádegas. O terceiro veio quase em cima, mais curto e violento, quando Cassidy mordeu de leve o grelo de Miriam e Miriam empurrou três dedos de uma vez na buceta da amiga, fodendo rápido enquanto chupava. Fluido e argila escorriam pelos queixos, pingavam nos peitos, faziam poças pequenas no plástico.

Quando o corpo finalmente cedeu, elas rolaram de lado, ofegantes, ainda se tocando. Cassidy puxou o rosto de Miriam e beijou devagar, limpando com a língua o resto de porra e barro que manchava a boca da amiga. Miriam retribuía o beijo lento, sujo, sensual, lambendo o lábio inferior de Cassidy, sugando a língua dela como se ainda quisesse mais. As mãos preguiçosas ainda passeavam: uma entre as pernas da outra, só acariciando a buceta hiper-sensível, sentindo os espasmos residual.

Cassidy sussurrou contra a boca molhada:

— A gente não terminou, né?

Miriam sorriu, os olhos brilhando sob a máscara de argila rachada.

— Longe disso. Tem o banheiro daqui com o chuveiro grande… e eu trouxe aquele dildo grosso na bolsa. Quero ver você ajoelhada engolindo ele enquanto eu chupo seu cu de novo.

Cassidy riu baixo, o som rouco de quem ainda estava pingando.

— Então me carrega até lá, puta. Mas antes… me beija mais um pouco assim. Suja.

Cassidy ainda tinha o gosto da buceta de Miriam na língua quando se ergueu do plástico sujo, puxando a amiga pelo pulso. As duas escorregavam no chão de cimento, argila rachando nas coxas e nos peitos enquanto atravessavam o ateliê até o banheiro do fundo. A porta bateu com o ombro de Cassidy, o chuveiro grande de azulejo branco já esperando. Miriam abriu a torneira no jato quente e o vapor subiu na hora, misturando cheiro de terra molhada com o suor salgado delas.

— Ajoelha aí, puta — mandou Miriam, a voz grossa de tesão ainda não saciado. Ela meteu a mão na bolsa jogada no canto, puxou o dildo grosso de silicone escuro, quase do tamanho do pulso, veias moldadas e base larga. — Quero ver essa boca engolindo até o fundo enquanto eu chupo esse cu sujo de barro.

Cassidy obedeceu sem hesitar, os joelhos batendo no piso molhado. A água quente escorria pelos seios pesados dela, lavando parte da argila mas deixando rastros cinza escorrendo pelos mamilos duros. Miriam se posicionou na frente, abriu as pernas e enfiou o dildo na própria buceta primeiro, gemendo alto enquanto enfiava até a base, lubrificando com o próprio fluido. Depois tirou, todo brilhante e pingando, e empurrou a cabeça grossa contra os lábios de Cassidy.

— Abre essa boca de putinha. Engole.

Cassidy abriu largo, a língua saindo para receber. O silicone entrou pesado, esticando o canto da boca, batendo no fundo da garganta. Ela engasgou de propósito, saliva escorrendo pelo queixo misturada com argila, e chupou com força, recuando só para voltar fundo de novo. Miriam segurou a nuca dela e fodeu a cara devagar, gemendo cada vez que a garganta se apertava em volta.

— Isso… caralho, Cassidy, sua boca é uma putaria. Olha como você baba nesse pau… quero ver você se afogando nele.

Cassidy enfiou dois dedos na própria xota enquanto chupava, rebolando no ar, a buceta latejando e pingando no chão do box. A água batia nas costas dela, esquentando a pele. Miriam tirou o dildo da boca de Cassidy com um ploc molhado e se ajoelhou também, virando a amiga de quatro debaixo do chuveiro. O jato quente caiu direto na bunda aberta de Cassidy. Miriam espalhou as nádegas com as duas mãos, lambeu o cu sujo de barro numa só passada larga da língua, do grelo até o buraco apertado, e depois chupou forte o anel, enfiando a ponta da língua e rodando.

— Porra, Miriam… chupa esse cu… assim, puta safada…

Miriam lambeu mais fundo, babando, depois enfiou o dildo de uma vez na buceta inchada de Cassidy. O silicone grosso abriu os lábios, entrou até o fundo, batendo no colo do útero. Cassidy gritou, a testa batendo no azulejo, e empurrou o quadril para trás, engolindo tudo. Miriam fodeu rápido, a mão livre espalmada nas costas da amiga, a outra segurando a base do brinquedo. Ao mesmo tempo a língua dela voltava pro cu, lambendo em volta enquanto o dildo entrava e saía molhado, fazendo barulho obsceno de sucção misturado com a água caindo.

— Sua xota tá engolindo esse pau inteiro… olha essa putaria… goza nele, cadela. Quero sentir você apertar.

Cassidy gozou forte, as pernas tremendo, a buceta contraída em volta do silicone, fluido escorrendo pela base e pingando no chão. Miriam não parou: tirou o dildo, enfiou dois dedos no cu de Cassidy de uma vez só, curvando, abrindo, e chupou o grelo grosso por trás enquanto fodía o buraco. Cassidy rebolava no rosto dela, gemendo alto, a voz ecoando no banheiro.

— Mais… enfia mais… caralho, Miriam, fode meu cu…

Miriam empurrou o terceiro dedo, abriu o anel, e chupou com fome a buceta latejante. Cassidy gozou de novo, mais curto, o corpo inteiro se contraindo. Só então Miriam virou, sentou no chão molhado de costas para a parede e puxou Cassidy pro colo. O dildo ainda brilhava. Cassidy montou de frente, enfiou o silicone na própria xota de novo e começou a cavalgar, peitos balançando na cara de Miriam. Miriam agarrou os seios, chupou um mamilo com força, mordeu de leve, enquanto enfiava o polegar no cu de Cassidy e rebolava por baixo, a buceta dela esfregando na coxa da amiga.

— Senta fundo… isso, puta… usa esse pau pra me gozar em cima…

Cassidy acelerou, a água escorrendo pelos corpos, argila diluída fazendo tudo escorregadio e nojento. Ela se curvou, beijou Miriam de língua larga, saliva e gosto de cu e xota se misturando, e desceu a mão entre elas. Dois dedos entraram na buceta de Miriam, fodendo fundo enquanto o dildo martelava dentro dela. As duas se esfregavam, gemendo uma na boca da outra, unhas cravadas em nádegas e costas.

— Sua buceta tá pingando na minha mão… goza pra mim, Miriam… goza nessa puta…

Miriam gozou gritando, as coxas fechando em volta da mão de Cassidy, o corpo inteiro tremendo. Cassidy veio logo depois, o orgasmo puxando o ar dos pulmões, a xota se contraindo no dildo até doer gostoso. Elas ficaram ali, cavalgando lento até o último espasmo passar, a água quente ainda caindo, lavando o excesso de fluido e barro.

Cassidy tirou o dildo com um gemido, jogou no canto, e as duas se deixaram escorregar pro chão do box, pernas entrelaçadas, peitos colados, ofegantes. A boca de Miriam buscou a de Cassidy de novo, beijo lento agora, sujo de saliva e gosto residual, línguas preguiçosas se enrolando. A mão de Cassidy ainda acariciava a buceta hiper-sensível de Miriam, só deslizando os dedos pelos lábios inchados, sentindo os espasmos. Miriam fazia o mesmo, polegar rodando devagar no grelo inchado de Cassidy.

O vapor enchía o banheiro. Cassidy lambeu um fio de água que escorria pelo pescoço de Miriam, mordeu de leve a clavícula, e sussurrou rouco contra a pele quente:

— Ainda tô pingando por você…

Miriam sorriu cansada, os olhos semicerrados, e puxou Cassidy mais perto, a buceta ainda latejando sob os dedos da amiga. Os corpos molhados se acomodaram um no outro debaixo do chuveiro que continuava pingando quente, o cheiro de sexo e terra diluída pairando no ar quente enquanto o orgasmo residual ainda fazia as coxas tremerem de leve.

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