A Cerveja que Nos Descontrolou
Meu amigo pegou a Camila de quatro e encheu a buceta dela de porra enquanto eu batia punheta assistindo.
Meu nome é Callum e sou casado há seis anos com a Camila, uma morena gostosa de vinte e oito anos, corpo de academia, cintura fina e uma bunda redonda que sempre chamou atenção demais. A gente estava num churrasco na casa de um amigo em comum quando o Damon apareceu. Alto, ombros largos, braços marcados, sorriso fácil de quem sabe o efeito que causa. Fama de pegador. Ele começou a flertar descarado com ela na minha frente, elogiando a blusa justa, perguntando se ela treina bunda ou se já nasceu assim. Eu deveria ter sentido ciúme. Em vez disso senti um tesão estranho subir pela barriga, quente e vergonhoso. E notei que a Camila também estava gostando. O riso dela saía mais baixo, o olhar demorava um segundo a mais no dele. Aquilo criou uma tensão sexual pesada entre nós três, como se o ar tivesse engrossado.
A gente foi chegando mais perto da geladeira de isopor. Cerveja gelada na mão, condensando nos dedos. A Camila ria das piadas do Damon, a mão dela encostava no braço dele sem pressa de sair, os dedos apertando de leve o músculo. Ele olhava descarado para o decote dela, para o volume dos peitos apertados no tecido, e ela não se afastava. Eu ficava ali, bebendo devagar, imaginando a porra daquela cena sem conseguir parar: ele abrindo as pernas dela, enfiando grosso, ela gemendo o nome dele. Quando ela me olhou de lado, com aquela cara de safada que eu conhecia de quarto, se aproximou e perguntou baixinho, só pra mim:
— Você tá curtindo isso, amor? Fala a verdade.
Minha boca secou. Eu admiti que sim. Que estava duro pra caralho só de ver. O sorriso dela abriu de um jeito diferente, solto, perigoso. Aí ela se largou de vez. Provocou o Damon com mais intensidade, encostou o corpo, falou no ouvido dele que a cerveja estava boa mas que tinha coisa melhor esquentando. Ele olhou pra mim uma vez, checando. Eu só montei a cabeça, sentindo o pau latejar na calça. Os três a gente sumiu do quintal e foi pro quarto de hóspedes no fundo da casa, porta fechada, ar-condicionado ligando baixo, o barulho distante das conversas lá fora.
No quarto a Camila não perdeu tempo. Ajoelhou na frente do Damon, abriu o zíper dele com pressa e puxou o pau pra fora. Grosso, pesado, veias saltadas, maior que o meu e ela fez questão de mostrar. Encostou os lábios na cabeça, chupou com vontade, baba escorrendo pelo queixo enquanto me olhava nos olhos. Gemia abafado em volta do pau dele e ainda conseguiu falar, a voz rouca:
— Porra, Callum… o pau dele é bem maior que o seu. Olha como enche minha boca.
Eu sentei na cadeira no canto, abri a calça e puxei o meu pau pra fora, já pingando. Bati punheta devagar, só assistindo. Ela engolia quase tudo, engasgava, puxava o ar e voltava, mãos segurando os ovos dele, chupando barulhento. O Damon pegou o cabelo dela, meteu mais fundo um pouco, elogiou a garganta apertada. Depois puxou ela pra cima, virou de quatro na cama, saia erguida, calcinha puxada pro lado. Enfiou de uma vez. A Camila gritou de prazer, cara enterrada no travesseiro, bunda empinada. Ele meteu fundo e forte, quadril batendo nela com estalo molhado, mão agarrando a carne da bunda dela e abrindo pra eu ver tudo: o pau grosso sumindo e saindo brilhando de porra dela.
— Assim, caralho… mete fundo — ela gemia, virando o rosto pra me olhar. — Tá vendo, amor? Tá vendo ele me comendo?
Eu batia mais rápido, respiração curta, sem falar quase nada. Só observava o corpo dela tremer a cada estocada. Damon tirou, deitou de costas e puxou ela pra cima. A Camila sentou no pau dele de frente pra mim, encaixou devagar gemendo alto, depois começou a cavalgar gostoso, rebolando a bunda larga, peitos pulando pra fora da blusa. Ela segurava as próprias coxas, subia e descia molhada, o pau dele sumindo inteiro dentro da buceta. Rebolava em círculos lentos, depois acelerava, o som da pele batendo enchendo o quarto. Eu punhetava devagar de propósito, segurando, querendo ver tudo até o fim.
Ele gozou dentro dela a primeira vez segurando o quadril dela pra baixo, gemendo grosso, jorrando fundo. A Camila sentiu, os olhos revirando, e gozou logo em seguida, tremendo, a buceta contraindo em volta dele, me dizendo entre soluços:
— Tô amando ser dele na sua frente… porra, Callum, ele encheu minha buceta… eu sou dele agora, olha.
Não saiu. Continuou metendo por baixo, ainda duro, a porra sobrando e escorrendo pela base enquanto ele fodia de novo. A Camila cavalgava cansada mas safada, gemendo que queria mais, que queria sair daquilo pingando. Na segunda vez ele gozou ainda mais fundo, segurando ela sentada até o último espasmo, enchendo de novo. A buceta dela ficou branca, escorrendo fios grossos pela coxa, pingando no lençol. Ela gozou tremendo outra vez, falando baixinho que amava ser fodida assim na minha frente, que o pau dele tinha dominado ela, que eu devia continuar assistindo igual um corno safado. Eu bati até gozar na minha própria mão, o porra escorrendo pelos dedos enquanto via o excesso dele vazar dela.
O Damon saiu do quarto depois de se limpar por cima, beijou a boca da Camila de brincadeira e deixou a gente sozinhos, porta fechando com um clique. O silêncio do ar-condicionado preencheu. A Camila veio até mim toda suada, cabelo grudado na nuca, blusa torta, a buceta ainda aberta e pingando porra misturada com o gozo dela. Sentou no meu colo de frente, as pernas abertas dos dois lados da cadeira, e esfregou a boceta molhada e quente no meu pau ainda meio duro. O creme dele grudou em mim, escorreu quente. Ela segurou meu rosto com as duas mãos, olhou nos meus olhos cansados e safados, e só ficou ali, respirando junto, a testa encostada na minha.
A gente não falou mais nada. O barulho distante do churrasco entrava abafado pela janela. O cheiro de sexo e cerveja no ar. O corpo dela pesado no meu. Eu passei a mão suja pelas costas dela, devagar, e ela suspirou contra minha boca sem beijar de verdade. Só ficou. O quarto foi esvaziando de pressa. O calor baixou. A última coisa que restou foi o silêncio entre a gente, quieto, completo, como se tudo que tinha acontecido tivesse cabido naquele espaço sem precisar de mais uma palavra.
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