Colheita de Desejo no Vinhedo
Marina convence o corno João a deixar o Rafael comer ela gostoso no meio do vinhedo.
O sol de fim de tarde ainda lambiscava as colinas quando o carro de João estacionou no pátio de pedra da Vinícola Dona Yara. Marina já estava de perna pra fora antes mesmo do freio de mão cantar, o vestidinho leve subindo pela coxa morena, cabelo solto cheirando a shampoo caro e tesão contido.
— Chegamos, corno lindo — ela riu, beliscando a coxa dele. — Tua tia-política vai achar que a gente veio só beber. Mentira. Eu vim colher uva… e outras coisas.
João, vinte e oito anos, magro de academia de fim de semana e cara de quem já sabia que ia sofrer gostoso, engoliu seco. O pau dele deu um pulinho traiçoeiro dentro da calça só de ouvir o tom da mulher.
Dona Yara os recebeu com abraços apertados e um “esse é o Lucas, nosso enólogo” que soou quase como apresentação de prato principal. Lucas surgiu do entre as videiras como se tivesse saído de um anúncio de perfume barato e eficaz: moreno alto, ombros largos de quem carrega caixote o dia inteiro, braços veiados, camiseta branca suada colada no peito e um sorriso de quem sabe exatamente o tamanho do próprio pau.
Marina estendeu a mão e demorou dois segundos a mais do que o necessário.
— Nossa… você carrega essas caixas sozinho? — perguntou, os olhos descendo sem pudor pela calça jeans gasta. — Deve ter um corpão de trabalhar na terra, hein.
Lucas riu grave, apertando a mão dela e olhando de canto para João.
— Carrego, sim. E ainda sobra fôlego. Seu marido parece mais… de escritório.
João sentiu o rosto pegar fogo. Marina gargalhou, jogando a cabeça pra trás.
— Ele é de escritório mesmo. Mas compensa em outras áreas… digamos, de observação.
Durante o jantar no terraço, Marina não deu trégua. Elogiava o bíceps de Lucas cada vez que ele servia vinho, ria alto das piadas picantes sobre “uvas maduras que pedem pra ser espremidas” e ainda encostava o pé descalço na panturrilha do enólogo por baixo da mesa. João mastigava a linguiça artesanal sem sentir o gosto. O pau dele estava duro pra caralho, preso de um jeito humilhante, e cada risadinha da esposa era um tapa gostoso na cara dele.
— Sério, Lucas — Marina murmurou, lambendo residual de vinho tinto do lábio —, se eu fosse uva, queria que fosse você me colhendo. João aqui só sabe me regar de vez em quando.
João quase engasgou. Lucas ergueu a sobrancelha, divertido.
— Posso ensinar o processo completo, se o marido permitir.
Marina virou o rosto para João, olhos brilhando de safadeza.
— Ele permite. Né, amor? Você adora quando eu fico molhada por outro.
João só conseguiu acenar, a voz falhando num “permito… porra, permito”.
A colheita noturna começou depois das dez. Lanternas de cabeça, cestas de vime, cheiro de terra molhada e uva arrebentada. Lucas guiava o grupo pequeno — só os três tinham ficado, Dona Yara já dormindo a sesta de quem bebeu demais. Marina ia na frente, o vestido curto sujo de folhas, o rabo balançando de propósito. Toda vez que se abaixava pra pegar um cacho, o tecido subia e mostrava a calcinha branca já um pouco transparente.
João observava de dois metros de distância, o coração batendo no pescoço. Lucas “acidentalmente” esbarrava a mão na cintura dela ao passar a cesta. Marina “sem querer” encostava o peito no braço dele ao rir de alguma bobagem. O ar estava quente demais pro horário.
Até que Marina parou no meio de uma fileira de syrah, virou-se de frente para os dois homens e falou alto, sem vergonha nenhuma:
— João, vem cá. Sente. — Ela puxou a mão do marido e enfiou entre as próprias pernas, por cima da calcinha. Estava encharcada. — Tô pingando só de imaginar o pau grande desse enólogo enterrado em mim. Olha o tamanho da mão dele, amor. Imagina o resto.
João gemeu baixinho, os dedos tremendo. Lucas cruzou os braços, sorrindo de lado, o volume na calça já marcado sem disfarce.
— Vocês dois tão falando sério? — perguntou o moreno, a voz rouca.
Marina olhou de João para Lucas e de volta, o peito subindo rápido.
— A gente decide junto. João? Eu quero dar pra ele aqui. Agora. Com você assistindo. Você topa ser meu corno gostoso nesta fileira de uva?
João engoliu saliva, o pau latejando dolorido.
— Topo. Porra, Marina… topo. Quero ver. Quero ouvir você gozar nele. Só… não me esquece depois, tá?
— Nunca, meu corno engraçado. — Ela beijou a boca dele rápido, sujo, e depois se virou para Lucas. — Pode mostrar o que essa terra criou, enólogo.
Lucas não precisou de segundo convite. Abriu o cinto, puxou a calça e a cueca de uma vez. O pau saltou grosso, pesado, a cabeça já brilhando de pré-gozo, veias saltadas, maior e mais escuro que o de João — e os três sabiam. Marina baixou-se entre as videiras sem cerimônia, ajoelhou na terra úmida, sujou os joelhos e engoliu o pau de Lucas até a garganta num movimento só.
— Porra… — Lucas cuspiu o ar. — Tua mulher mama que nem quem tem fome de verdade.
Marina puxou o pau para fora só o suficiente pra falar, baba escorrendo pelo queixo, e olhou direto para o marido:
— Tá vendo, João? Como ele cabe inteiro. O teu eu engulo fácil… esse aqui eu tenho que me esforçar. Delícia.
Ela voltou a chupar fundo, mãos na bunda do moreno, garganta abrindo, sons molhados e obscenos ecoando entre as folhas. João abriu a própria calça com mão trêmula e começou a punhetar devagar, exatamente como ela gostava que ele fizesse: sem pressa, humilhado, gozando o espetáculo.
Lucas puxou Marina pelos cabelos, tirou o pau da boca dela e a virou de quatro no chão do vinhedo. A calcinha foi descida só até as coxas. Ele esfregou a cabeça grossa no ralo encharcado dela, abriu os lábios com o polegar e enfiou de uma vez só, até o saco bater.
Marina gritou alto, a testa batendo quase num cacho de uva.
— Ai, porra! Mais fundo… mais forte que o meu marido, caralho! Ele nunca me abre assim…
João quase gozou só de ouvir. Continuou batendo punheta lenta, os olhos vidrados na cena: o pau grosso de Lucas sumindo e aparecendo na buceta da esposa, a bunda dela tremendo a cada estocada, a saliva e o caldo misturando com a terra. Lucas metia com força de quem trabalha o dia todo e ainda tem energia de sobra, mãos grandes segurando a cintura dela, o som de pele batendo em pele misturado ao chilreio noturno.
— Fala pra ele — ordenou Lucas, rindo. — Fala o que tu tá sentindo.
— Tô gozando, João! — Marina gritou, a voz quebrada. — Tô gozando no pau do enólogo… ele é mais grosso… enche mais… ai, porra, de novo!
Ela gozou uma, duas, três vezes em sequência, as pernas tremeram, o líquido escorrendo pela coxa e pingando na terra entre as videiras. Lucas não parou. Continuou metendo fundo, suado, o peito colado nas costas dela por um momento, mordendo o ombro exposto.
— Vou gozar dentro — avisou, a voz rouca. — Quero deixar tua esposa escorrendo minha porra enquanto teu marido assiste. Pode?
Marina olhou por cima do ombro, o cabelo grudado na testa, e sorriu safada para João.
— Deixa, amor. Deixa ele me marcar. Quero andar depois sentindo escorrer.
João acenou, a mão no pau agora mais rápida, quase no limite.
— Goza nela… enche a buceta da minha mulher…
Lucas cravou fundo, gemeu grave e despejou. Jatos quentes e espessos, um atrás do outro, o pau latejando enquanto ele ainda dava umas estocadinhas curtas pra empurrar tudo pra dentro. Quando puxou, um fio grosso de porra escorreu imediatamente da buceta vermelha e aberta de Marina, caindo na terra escura entre as raízes.
Os dois riram. Lucas deu um tapa estalado na bunda dela, vendo a carne balançar e mais um pouco de porra vazar.
— Olha a cara dele — Lucas provocou, apontando o queixo na direção de João, que ainda segurava o pau duro e molhado de pré-gozo, sem ter gozado. — Corno satisfeito pra caralho. E ainda nem terminamos a fileira.
Marina se virou sentada na terra, pernas abertas, a mão brincando com o gozo que escorria dela, e olhou pro marido com aquele sorriso que prometia noite longa.
— Ainda tem uva pra colher, João… e eu ainda tô com fome. O Lucas disse que o processo completo demora a noite inteira.
Lá no fundo do vinhedo, uma lanterna de outra fileira se mexeu de leve — talvez só o vento, talvez não — e o cheiro de sexo misturado com uva madura subiu quente no ar da madrugada.
Marina ainda sentada na terra fofa entre as videiras, pernas abertas como quem oferece sobremesa de fim de colheita, passou dois dedos pela buceta inchada e trouxe o gozo branco e grosso até a boca. Chupou devagar, fazendo barulho de quem prova o melhor vinho da safra, e mandou um beijo melado pro marido.
— Prova, João. Vem cá provar o que o Lucas plantou em mim.
João engatinhou até ela como um cãozinho de escritório que finalmente descobriu o gosto de terra. Ajoelhou, a calça ainda aberta, o pau duro e vermelho balançando, e abriu a boca. Marina enfiou os dedos babados nele. Ele chupou, a cara de quem engole o próprio orgulho e gosta pra caralho. O gosto era salgado, forte, misturado com o doce azedo da uva que pingava de um cacho acima da cabeça dele.
Lucas riu baixo, ainda de pau semi-duro pendurado, e deu um tapa leve na nuca de João.
— Olha só o corno gourmet. Degusta direito, porra. Tem mais onde isso veio.
Marina puxou João pelo cabelo e enfiou a cara dele direto na buceta. Ele lambeu com fome humilhada, a língua entrando e saindo do buraco ainda aberto e escorrendo, limpando cada gota que o enólogo tinha deixado. Marina gemeu alto, rebolando no rosto do marido, e olhou pra Lucas com aquele sorriso de quem já tava armando a próxima sacanagem.
— Ele limpa bem, né? Mas ainda tá com fome. Mostra teu pau de novo, Lucas. Quero chupar enquanto ele me come com a boca.
Lucas se aproximou, o pau engrossando de novo só de ver a cena. Marina engoliu a cabeça gorda num gole só, a garganta abrindo com aquele esforço gostoso que fazia os olhos lacrimejarem. João, embaixo, mamava a buceta da mulher com sons molhados e obscenos, o nariz esfregando o clitóris inchado. Cada vez que Marina descia mais no pau de Lucas, ela empurrava a bunda pra frente, quase sufocando o marido com o cheiro de sexo e terra.
— Porra, Marina… — João murmurou contra a pele molhada dela, a voz abafada. — Tu tá me matando de tesão, sua vadia. Continua.
Ela tirou o pau da boca só pra rir, baba escorrendo pelo peito sujo de folhas.
— Ouve o corno pedindo. Ele adora. Enfia mais fundo na minha garganta, Lucas. Quero ele ouvindo eu engasgar no pau grande.
Lucas segurou a cabeça dela com as duas mãos e meteu devagar, sentindo a garganta apertar. Marina engasgou de propósito, o som molhado ecoando, e João embaixo quase gozou só de escutar. A língua dele trabalhava frenética, chupando o clitóris, lambendo as sobras de porra, enquanto a esposa engolia o pau alheio até as bolas baterem no queixo.
De repente Marina empurrou os dois e se levantou de um pulo, o vestido todo amassado e sujo colado no corpo. Os seios saltaram pra fora quando ela puxou o decote pra baixo, mamilos duros e escuros pedindo boca.
— Agora eu quero cavalgada. João, deita no chão. De barriga pra cima. Vou te usar de colchão enquanto o Lucas me fode de novo.
João obedeceu na hora, deitando entre as raízes, o pau apontando pro céu da madrugada. Marina se sentou no rosto dele de costas, a bunda pesada abafando a respiração do marido, e se inclinou pra frente oferecendo a buceta ainda escorrendo pra Lucas. O enólogo não perdeu tempo. Ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas com os polegares e enfiou de uma vez, o pau sumindo até o fundo com um barulho molhado de porra velha sendo empurrada mais pra dentro.
Marina gritou, rebolando, sentando o peso todo na cara de João.
— Chupa meu cu também, amor! Enquanto ele me arrega. Ai, caralho, que pau grosso… ele tá batendo no fundo que você nunca alcança!
João, sufocado e feliz pra porra, lambeu tudo o que conseguia: o cu apertado, a buceta esticada ao redor do pau de Lucas, o saco pesado que batia nele a cada estocada. O cheiro era animal, terra, uva esmagada e sexo puro. Ele punhetava o próprio pau devagar, exatamente no ritmo que a esposa gostava de ver: humilhado, controlado, gozando o espetáculo sem pressa.
Lucas metia com força de peão, as mãos grandes segurando a cintura de Marina, os dedos entrando na carne. Cada vez que ele puxava quase pra fora, um fio branco de gozo escorria pela coxa dela e caía direto na cara de João. Marina ria entre gemidos, olhando por cima do ombro.
— Tá sentindo o gosto, corno? É o segundo gozo dele escorrendo em você. Fala que adora.
— A-adoro… — João conseguiu falar abafado, a voz engasgada na bunda da mulher. — Adoro te ver sendo fodida… porra, Marina, ele te fode tão melhor…
Lucas riu alto, o peito suado brilhando na luz fraca da lanterna caída no chão.
— Ouvindo isso o cara ainda paga a conta do jantar. Vocês dois são uma dupla de ouro. Quer que eu te faça gozar de novo, Marina? Quero ver esse corno se afogar no teu caldo.
Ele acelerou, estocadas profundas e rápidas, o som de pele batendo ecoando pelas fileiras. Marina sentia o pau grosso abrindo tudo, batendo no ponto certo, e o rosto do marido lambendo desesperado embaixo. O orgasmo veio forte, as pernas tremendo, o líquido squirtando quente direto na boca e no nariz de João. Ela gozou gritando o nome dos dois misturado:
— Lucas… João… porra, enche de novo! Goza dentro outra vez, quero sentir escorrer no rosto do meu marido!
Lucas cravou fundo, gemeu grave e despejou o segundo jato grosso. O pau latejou dentro dela enquanto ele empurrava tudo, e quando puxou, a porra escorreu em fio grosso direto na língua de João, que chupou como se fosse a última gota de vinho da safra.
Marina se levantou cambaleando, rindo, o vestido no joelho, a buceta aberta e brilhando. João ficou deitado, o rosto molhado de gozo e saliva, o pau ainda duro e latejando sem alívio. Lucas se limpou com um pano sujo de cesta e olhou pro horizonte das videiras.
— Tem mais gente acordada por aí. Aquela lanterna lá no fundo mexeu de novo. Quer que a gente continue ou some daqui?
Marina se abaixou, pegou um cacho de syrah maduro, esmagou as uvas na própria buceta e depois no pau ainda sujo de Lucas, misturando tudo. Depois sentou de novo no rosto de João e fez ele lamber a mistura de uva, porra e buceta.
— A gente continua, porra. O processo completo, lembra? João ainda não gozou. Eu quero ele gozando de vergonha enquanto você me fode de pé, encostada nessa cerca. E se tiver alguém olhando… melhor ainda. Meu corno adora plateia.
João, com a boca cheia do gosto doce e salgado, só conseguiu gemer um “sim, amor… faz isso” enquanto punhetava mais rápido. Marina se agarrou na cerca de madeira velha entre as fileiras, o vestido erguido até a cintura, a bunda empinada. Lucas entrou nela de pé, por trás, metendo fundo de novo, as mãos pegando nos seios expostos. Cada estocada fazia a cerca ranger e as uvas do lado caírem no chão.
— Fala mais alto — mandou Lucas, rindo, mordendo o ombro dela. — Grita pra quem tiver escutando o quanto o pau do enólogo é melhor que o do teu marido.
— É melhor! — Marina gritou sem vergonha, a voz ecoando. — Mais grosso, mais fundo, me goza toda… João, olha pra cá, vê como ele me usa! Bate uma olhando, corno lindo, mas não goza ainda. Eu quero te ver gozar só quando ele mandar.
João se ajoelhou na frente deles, o pau na mão, os olhos vidrados na buceta da esposa engolindo o pau grosso. O humilhante era delicioso: ele ali, de quatro quase, assistindo a mulher ser arrebentada, o rosto ainda sujo, o pau latejando dolorido. Marina estendeu a mão e puxou a cabeça dele pra perto, fazendo ele lamber as bolas de Lucas enquanto o enólogo metia.
— Isso… limpa as bolas do homem que tá me fodendo. Bom corno. Delícia de marido observador.
Lucas metia com força renovada, o suor escorrendo pelo peito, o pau fazendo barulho molhado de porra sendo remexida. Marina gozou de novo, as pernas fraquejando, e Lucas segurou ela pela cintura pra não cair. Ele tirou o pau inchado, cheio de veias, e empurrou a cabeça gorda na boca de João de surpresa.
— Chupa o gosto da tua mulher, corno. Limpa direito.
João engoliu sem hesitar, a garganta se abrindo pro pau que acabara de sair da buceta da esposa. O gosto era puro Marina misturado com o gozo de Lucas. Marina riu alto, se ajoelhou do lado e começou a lamber o saco do enólogo enquanto o marido chupava o pau.
— Olha que time, Lucas. A gente te chupa junto. Depois você decide se goza na minha cara ou na dele.
Os dois mamavam em ritmo, línguas se encontrando no pau grosso, baba escorrendo. Lucas gemiam baixo, as mãos nos cabelos dos dois, empurrando mais fundo na boca de João de propósito só pra ver o marido engasgar e a esposa rir. A lanterna distante piscou de novo, mais perto dessa vez, e um galho estalou.
Marina tirou a boca só pra sussurrar safada, o olhar brilhando na escuridão:
— Acho que a gente tem plateia mesmo. Quer se exibir mais, meu corno? Porque eu ainda tô com fome… e o Lucas disse que o processo completo vai até o sol nascer. Próxima fileira tem um barracão de ferramentas. Imagina eu sentada na tua cara enquanto ele me come em cima da mesa de poda…
João, com o pau latejando a ponto de explodir, só acenou com a cabeça, a boca ainda cheia. Lucas puxou o pau pra fora, deu um tapa leve na cara dos dois e sorriu de lado, o volume já pronto pra terceira rodada.
— Então vamos andando. E João… carrega a cesta. Corno que se preza carrega as ferramentas enquanto a mulher é colhida.
Marina se levantou, ajeitou o vestido só o suficiente pra não tropeçar, e puxou o marido pela mão suja de terra e gozo. Os três sumiram mais fundo nas fileiras de syrah, o cheiro de sexo e uva madura subindo quente, a lanterna misteriosa se movendo devagar atrás deles como se o vinhedo inteiro tivesse virado plateia da colheita mais safada da safra.
Os três avançaram entre as fileiras de syrah como se o vinhedo inteiro fosse um motel a céu aberto. João carregava a cesta de vime cheia de uvas amassadas e de vergonha, o pau ainda de fora balançando a cada passo, vermelho e latejando. Marina ia na frente puxando o enólogo pela camisa suada, o vestido erguido até a cintura, a bunda suja de terra e de gozo balançando de propósito. Lucas ria baixo, a mão grande espalmando a nádega dela de vez em quando só pra ver a carne tremer e mais um fio branco escorrer pela coxa.
— Anda mais rápido, corno de luxo — provocou Marina, olhando por cima do ombro. — Quero chegar no barracão antes que essa lanterna misteriosa pegue a gente no pulo. Ou melhor… deixa pegar. Imagina a cara de quem descobrir que a sobrinha da Dona Yara tá sendo arrebentada pelo peão enquanto o marido lambe o chão.
João engoliu seco, o coração batendo no pescoço.
— Porra, Marina… tu me mata. Mas carrega a cesta eu carrego. Só não me esquece quando a gente chegar lá, tá? Quero gozar vendo ele te foder de novo.
— Nunca te esqueço, meu observador preferido. Tu é o tempero da safra.
O barracão de ferramentas apareceu no fim da fileira como um convite sujo: madeira velha, cheiro de óleo, terra e uva fermentada, uma mesa de poda larga no meio coberta de folhas secas e facas. Lucas chutou a porta, puxou Marina pra dentro e já a empurrava contra a mesa antes mesmo de João fechar a porta com o pé. A lanterna distante piscou outra vez, mais perto, mas ninguém se importou. O ar dentro do barracão estava quente e pesado.
Marina subiu na mesa de quatro, o vestido todo amassado no peito, seios caídos pra fora, mamilos duros. Virou o rosto pro marido e abriu um sorriso de quem já tinha planejado a humilhação completa.
— Deita embaixo, João. De barriga pra cima, debaixo da mesa. Vou sentar na tua cara enquanto o Lucas me come em cima. Quero tu engolindo tudo que escorrer. E se gozar cedo, eu te deixo limpar o chão com a língua depois.
João obedeceu na hora, rastejando pra debaixo da madeira grossa, o pau apontado pro teto do barracão, a cabeça encaixada bem sob a beira da mesa. Marina se posicionou, abriu as pernas e sentou o rabo pesado direto no rosto do marido. O cheiro de sexo, porra velha e uva esmagada invadiu o nariz de João como um vinho caro e proibido. Ele gemeu abafado e já meteu a língua no cu apertado dela, lambendo com fome humilhada enquanto a buceta ainda aberta pingava em cima dele.
Lucas não perdeu tempo. Abriu as nádegas de Marina com os polegares sujos de terra, esfregou a cabeça grossa no ralo encharcado e enfiou de uma vez só, até o saco bater na cara de João por baixo. O pau do enólogo sumiu inteiro, empurrando o gozo anterior mais fundo, e o barulho molhado ecoou no barracão junto com o grito alto de Marina.
— Ai, caralho! Mais fundo que nunca… João, sente isso? O pau dele tá te batendo no nariz, corno! Ele me abre toda… porra, que grosso…
João, sufocado e feliz pra porra, lambeu tudo: o pau entrando e saindo, as bolas pesadas batendo nele, o cu da esposa se contraindo. Punhetava o próprio pau devagar, exatamente no ritmo humilhante que ela gostava, o pré-gozo escorrendo pela mão. Cada estocada de Lucas fazia a mesa ranger e a bunda de Marina sentar mais forte na cara dele. O gosto era puro sexo de vinhedo: salgado, doce, terra e orgulho engolido.
— Fala pra ele o que tu tá sentindo — ordenou Lucas, rindo, as mãos grandes segurando a cintura dela enquanto metia com força de peão. — Grita alto. Quem sabe a plateia lá fora escuta.
Marina rebolou, empurrando o rabo pra trás pra engolir mais, e gritou sem vergonha nenhuma:
— Tô gozando de novo, João! O pau do Lucas é melhor… mais grosso, mais fundo, me enche toda… ai, porra, ele tá batendo no ponto que tu nunca alcança! Chupa meu cu enquanto ele me fode, amor… limpa as bolas dele também… delícia de corno!
João obedeceu, a língua frenética, quase se afogando no caldo que escorria. Lucas acelerou, o peito suado brilhando na luz fraca que entrava pelas frestas, o pau fazendo barulho obsceno de porra sendo remexida. Marina gozou primeiro, as pernas tremendo, squirtando quente direto na boca e no nariz do marido. O líquido escorreu pelo queixo de João e pingou no chão de terra. Ela riu entre gemidos, o cabelo grudado na testa.
— Olha a cara dele, Lucas… todo molhado de mim. Agora goza dentro de novo. Quero sentir escorrer no rosto do meu marido enquanto ele ainda não gozou. Deixa ele sofrer gostoso.
Lucas cravou fundo, gemeu grave e despejou o terceiro jato grosso. O pau latejou dentro dela, empurrando tudo, e quando puxou devagar um fio branco e espesso caiu direto na língua de João, que chupou como se fosse a última gota da safra premiada. Marina se levantou um pouco, virou e sentou de frente no rosto do marido de novo, espalhando o gozo fresco com a bunda.
— Limpa direito, corno gourmet. Prova o vinho da casa.
João lambeu com fome, o pau latejando a ponto de explodir, mas sem permissão. Lucas se aproximou, o pau ainda semi-duro e sujo, e empurrou a cabeça gorda na boca de Marina. Ela engoliu fundo, baba escorrendo, enquanto rebolava no rosto do marido. Os dois homens se olharam por cima dela e riram juntos — o som baixo e sujo de quem sabia que a noite ainda tinha gás.
— Agora os dois juntos — mandou Marina, puxando o pau de Lucas da boca. — João, sobe. Quero vocês dois me comendo. Um na buceta, um no cu. Ou tu chupa enquanto ele mete. Decide, meu corno. Mas eu quero gozar mais uma vez vendo tua cara de humilhado.
João saiu de baixo da mesa cambaleando, o rosto brilhando de gozo e saliva, e se ajoelhou na frente da esposa. Marina deitou de costas na mesa de poda, pernas abertas no ar, e puxou o marido pela nuca pra ele chupar o clitóris inchado enquanto Lucas enfiava de novo na buceta escorrendo. O enólogo metia devagar agora, profundos e pesados, enquanto João lambia em volta, a língua tocando o pau grosso de vez em quando. Marina gemeu alto, a mão nos cabelos dos dois.
— Isso… time perfeito. O corno limpa e o peão fode. Ai, porra, mais forte, Lucas… João, chupa as bolas dele enquanto ele me arrebenta…
Lucas riu, puxou o pau pra fora e empurrou na boca de João de surpresa. O marido engoliu sem hesitar, o gosto de Marina misturado com o dele, enquanto a esposa ria e se masturbava olhando. Depois Lucas voltou pra buceta e meteu com tudo, a mesa rangendo, uvas caindo no chão. Marina gozou gritando, as unhas arranhando a madeira, e Lucas segurou o orgasmo só mais um pouco.
— Vou gozar na cara dos dois — avisou, a voz rouca. — Abre a boca, corno. Tu também, Marina.
Ele puxou o pau inchado, bateu umas três vezes rápidas e despejou jatos quentes e grossos. Primeiro na língua de João, depois nos seios de Marina, depois de novo na boca do marido. Os dois lambiam juntos, línguas se encontrando no pau, limpando cada gota. Marina engoliu o que caiu nela e beijou João sujo, passando o gosto de porra de um pra outro.
— Agora tu, amor — sussurrou ela, o sorriso safado. — Goza. Quero ver teu leitinho escorrendo enquanto tu olha pra buceta aberta que o Lucas acabou de usar. Goza de vergonha. Goza de tesão. Goza de ser meu corno gostoso.
João se levantou, punhetou rápido olhando a buceta vermelha e escorrendo da esposa, o pau do enólogo ainda pingando ao lado, e gozou com um gemido longo e humilhado. Jatos brancos caíram na coxa de Marina, na madeira da mesa, misturando com o resto. Ele tremeu, as pernas moles, e caiu de joelhos de novo, a respiração ofegante.
Os três riram, suados, sujos de terra, uva e gozo. Marina se sentou na beira da mesa, pernas abertas, e puxou os dois pra um beijo triplo melado e bagunçado. Lucas deu um tapa leve na bunda dela e outro na nuca de João.
— Processo completo quase terminado. Só falta a gente limpar com as uvas e voltar pro jantar como se nada tivesse acontecido. Ou… a gente faz mais uma rodada no caminho.
Marina pegou um cacho de syrah, esmagou na própria buceta e no pau mole de Lucas, depois passou no rosto de João.
— Limpa isso, corno. Depois a gente decide.
João lambeu devagar, o gosto doce e salgado, o peito ainda apertado de tesão residual. Lucas se limpou com um pano velho, puxou a calça e olhou pra porta entreaberta. Marina ajeitava o vestido quando o barulho veio.
Passos. Vários. A lanterna que vinha de longe agora estava bem na entrada do barracão, e atrás dela vozes baixas, risadinhas contidas. A porta rangeu mais. Dona Yara apareceu no vão, cabelo bagunçado de quem tinha acordado da sesta, segurando uma lanterna extra, e atrás dela dois casais de turistas que tinham ficado pro “tour noturno especial” — olhares arregalados, bocas abertas, um dos maridos já com a mão disfarçada na frente da calça.
A tia-política arregalou os olhos, olhou a sobrinha suja de porra, o sobrinho-neto de escritório ajoelhado com a cara melada, o enólogo ainda com o cinto aberto, e soltou a frase mais alta do vinhedo inteiro:
— Puta que pariu, Marina… vocês transformaram a colheita num putódromo e eu trouxe plateia pagante!
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