Noite No Iate Com Ele

Clara pede permissão ao marido enquanto agarra o pau do amigo.

23 min read August 18, 2026New

O iate balançava suave na baía escura, só o farol distante e as luzes baixas do convés iluminando a madeira polida. Marcos, de vinte e oito anos, segurava um copo de uísque com os dedos suados. Do outro lado do sofá externo, Clara — também vinte e oito, vestido branco curto que mal cobria a bunda — ria alto demais da piada de Rafael. O amigo gostoso, ombros largos, peito marcado sob a camisa aberta, bermuda de linho, já tinha bebido o suficiente pra largar o disfarce.

Marcos sempre fantasiou com aquilo. Noites inteiras batendo punheta pensando nela gemendo com outro pau. Conversaram meses. Combinaram tudo. Ainda assim, quando Rafael se inclinou e passou o polegar na coxa dela “sem querer”, o pau de Marcos latejou dentro da calça. Humilhação quente, tesão sujo.

— Que porra de vista, né, Marcos? — Rafael falou sem tirar o olho do decote de Clara. — Sua mulher fica ainda mais gostosa com o mar no fundo.

Clara mordeu o lábio, olhou pro marido e depois de novo pro amigo. Os seios quase saltavam quando ela se inclinava pra pegar o copo. Marcos engoliu seco.

— É… ela sabe.

Rafael riu baixo, aquele som dominante que fazia o estômago de Marcos revirar. Começou a flertar sem freio: elogiava a boca dela, dizia que o vestido era uma provocação, perguntava se o marido deixava ela sair assim pra provocar os outros. Clara respondia com risadinhas safadas, tocava o braço grosso de Rafael, deixava a mão demorar. O decote abria mais a cada movimento. Marcos via o mamilo quase escapar e o pau dele doía, duro pra caralho, preso.

A tensão ficou insuportável quando Rafael puxou Clara pela cintura num gesto de dono. Ela não resistiu. Ele enterrou o rosto no pescoço dela, beijou a pele quente, mordeu de leve. Marcos ouviu o suspiro dela. Rafael sussurrou alto o bastante pra marido escutar:

— Vou te foder bem gostoso na frente desse corno. Vou abrir essa buceta e meter até tu gritar meu nome. Ele vai assistir igual um putinho.

Clara tremeu. Olhou pra Marcos com os olhos brilhando de desejo puro. Pediu permissão sem falar nada — só aquele olhar molhado, lábios abertos. Marcos acenou com a cabeça, uma vez, devagar. O coração batia na garganta.

Ela não hesitou. A mão dela desceu, agarrou o pau grosso de Rafael por cima da bermuda, apertou, sentiu o volume duro. Selou o acordo ali mesmo.

— Porra… — Rafael grunhiu. — Já tá molhada, né, putinha?

Ele puxou o vestido dela pra cima no meio do convés. Clara não usava calcinha. A bunda redonda ficou exposta sob a luz fraca. Rafael desceu a bermuda, o pau saltou grosso, veias saltadas, maior que o de Marcos — os dois sabiam. Clara lambeu os lábios.

— De quatro no railing. Agora.

Ela obedeceu, mãos no metal frio, bunda pra trás. Rafael encaixou a cabeça do pau na boceta molhada e cravou de uma vez. Clara gritou, alto, sem vergonha.

— Ahhh, porra! Que pau grosso, caralho!

Ele fodeu com força, estocadas secas que faziam a bunda dela bater. Mão no cabelo dela, puxando a cabeça pra trás.

— Fala, puta. Quem é o macho aqui?

— Você! Você é o macho! Me fode, Rafael, me fode forte!

Marcos sentou no sofá ao lado, abriu o zíper, tirou o próprio pau menor e começou a punhetar devagar, sem pressa de gozar. Assistia o pau grosso entrar e sair brilhando de porra dela. Cada gemido dela era uma facada gostosa na humilhação.

Rafael tirou o pau, virou Clara de frente, ergueu uma perna dela e enfiou de novo. Ela enlaçou as duas pernas na cintura dele, se pendurando. Ele metia fundo, batendo na boceta com barulho molhado. Tapas na bunda ecoavam no convés.

— Fala que meu pau é maior que o do teu marido.

— É maior! Muito maior! O pau do Marcos é pequenininho perto do teu… ahh, mais forte!

Marcos apertou o próprio pau, roxo, vazando pré-gozo. Continuava sem gozar, só sofrendo e gozando por dentro com a visão.

Rafael carregou ela pra cabine. Jogou no sofá largo, sentou e puxou Clara pra cima. Ela encaixou a boceta no pau dele e rebolou desesperada, peitos balançando pra fora do vestido. Rafael segurou o cabelo dela com uma mão, deu tapa forte na bunda com a outra.

— Rebola, vadia. Mostra pro corno como se fode de verdade.

Clara gemia sem parar, rebolando em círculos, subindo e descendo rápido. O pau sumia inteiro dentro dela.

— Tô gozando… porra, Rafael, goza dentro… enche essa buceta…

Ele seguiu, agarrou a cintura dela e meteu pra cima com força até travar fundo. Gozou grosso, jatos quentes enchendo ela enquanto ela tremia no orgasmo, gemendo “macho” repetidas vezes. Marcos punhetava frenético ao lado, mas segurava o gozo, punindo a si mesmo, completamente humilhado e duro pra caralho.

Rafael respirou fundo, ainda duro. Tirou o pau devagar da boceta creampieada de Clara. Um fio grosso de porra escorreu logo. Ele olhou pra Marcos com um sorriso sujo e mandou:

— Abre as pernas, Clara. Mostra pro teu marido o que eu deixei dentro. Abre bem pra ele ver esse esperma escorrendo da boceta folgada.

Clara, ainda ofegante, se afastou um pouco, abriu as coxas bem abertas na frente de Marcos. A boceta inchada, vermelha, pingando a porra branca e grossa de Rafael. Marcos engoliu em seco, a mão ainda no pau latejante, sem conseguir parar de olhar. O iate balançava de novo. A noite ainda era longa.

O iate continuava a balançar devagar, o barulho da água batendo no casco misturado com a respiração ofegante de Clara. Ela mantinha as coxas bem abertas, a boceta inchada e vermelha de tanto levar porrada, o esperma grosso de Rafael escorrendo em fios brancos pela fenda até pingar no sofá de couro. Marcos não conseguia desviar o olhar. O pau dele latejava na mão, menor, roxo na cabeça, vazando um fio transparente de pré-gozo que escorria pelos dedos. A humilhação queimava gostoso no peito, aquela facada quente de ver a mulher dele usada e marcada por outro.

Rafael passou a mão pela coxa interna de Clara, coletou um pouco da própria porra com dois dedos e empurrou de volta pra dentro da boceta molhada. Ela gemeu baixo, rebolando contra os dedos.

— Olha só isso, corno — Rafael falou, a voz rouca, olhando direto pra Marcos. — Tua mulher tá escorrendo meu leite. A boceta dela engoliu tudo. Quer provar? Aproxima a cara.

Marcos engoliu seco, o coração batendo forte. Ele se ajoelhou na frente do sofá, o pau ainda na mão, se punhetando devagar. O cheiro forte de sexo, porra e buceta molhada subiu direto pro nariz. Clara olhou pra baixo, os olhos brilhando de tesão sujo, e abriu ainda mais as pernas com as mãos, puxando os lábios inchados.

— Vem, amor… cheira. Cheira a porra do Rafael saindo de mim. Tu pediu isso meses. Agora engole.

Marcos se inclinou, o rosto a centímetros da boceta creampieada. Sentiu o calor, viu o esperma grosso pingando. Rafael riu, aquele riso dominante que fazia o estômago de Marcos revirar de vergonha e tesão.

— Lambe, putinho. Limpa a bagunça que eu fiz na tua mulher. Ou então fica só olhando feito um cãozinho.

Marcos hesitou só um segundo. A língua saiu, hesitante no começo, e passou devagar pela fenda escorrendo. O gosto salgado e amargo explodiu na boca. Clara gritou de prazer, a mão no cabelo do marido, empurrando a cara dele contra a boceta.

— Isso… ahh, caralho, chupa essa porra, Marcos. Chupa tudo que o macho deixou dentro de mim.

Ele chupou de verdade agora, a língua entrando, limpando, engolindo o creampie enquanto se punhetava mais rápido. A humilhação era completa: ajoelhado, lambendo a porra de outro homem da boceta da esposa, o pau pequeno latejando. Rafael ficou de pé, o pau ainda semi-duro e sujo de porra e gozo dela, e bateu de leve na bochecha de Marcos.

— Bom menino. Agora abre a boca. Chupa meu pau limpo antes de eu meter de novo nela.

Marcos obedeceu, a boca se abrindo. Rafael enfiou o pau grosso até o fundo da garganta, sem piedade. Marcos engasgou, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos marejados. O cheiro e o gosto da boceta dela ainda na língua, misturado com a porra residual. Rafael fodeu a boca dele umas quantas vezes, profundo, enquanto Clara assistia rebolando, dois dedos na própria boceta, gemendo.

— Olha o corno engasgando no pau que me fodeu — ela falou, a voz embriagada de tesão. — Que delícia te ver assim, Marcos. Meu marido putinha.

Rafael tirou o pau da boca babada de Marcos e virou pra Clara. Puxou ela pelo braço, fez ela ajoelhar no sofá de quatro de novo, a bunda alta. O vestido branco já era só um trapo amassado na cintura. Ele se posicionou atrás, a cabeça grossa do pau abrindo a boceta ainda escorrendo, e cravou de uma vez só.

— Ahhh, porraaaaa! — Clara gritou, a voz ecoando na cabine. — Que pau grosso… me arrebenta, Rafael!

Ele agarrou o cabelo dela com uma mão e a cintura com a outra, metendo com estocadas secas e profundas. A bunda dela batia molhada contra a virilha dele, o barulho obsceno enchendo o espaço. Cada investida fazia a boceta dela fazer barulho de sucção, a porra anterior virando espuma branca que escorria pelas coxas. Marcos ficou ajoelhado ao lado, o pau na mão, assistindo de perto o pau maior sumir inteiro dentro da mulher dele.

— Fala mais alto pra ele ouvir — Rafael ordenou, dando um tapa forte na bunda dela que deixou a marca vermelha. — Fala o que tu sente.

— Sinto o pau grosso abrindo tudo… ahh, ele chega mais fundo que o teu, Marcos! Meu marido tem pau de menino perto disso… me fode, macho, me usa!

Rafael acelerou, as bolas batendo na clitóris dela. Clara rebolava pra trás, encontrando cada estocada, os seios balançando pra fora. Marcos se aproximou mais, a cara perto, vendo a boceta engolir e cuspir o pau grosso. Ele lambia as bolas de Rafael de vez em quando, sem ser pedido, a língua lambendo enquanto o amigo fodia a esposa. A vergonha era deliciosa, o tesão sujo subindo pela espinha.

— Isso, corno. Lambe minhas bolas enquanto eu encho tua mulher de porra de novo — Rafael grunhiu, puxando o cabelo de Clara pra trás, forçando ela a olhar pro marido. — Olha ele lambendo. Teu marido é uma putinha completa.

Clara riu ofegante, os olhos vidrados.

— Ele é… ahh, caralho, mais forte! Metendo tudo… eu adoro te ver assim, Marcos. Ajoelhado, limpando o pau do meu amante. Continua. Continua me fodendo, Rafael, eu quero gozar de novo nessa porra.

Rafael tirou o pau de repente, o pau brilhando de molhado. Virou Clara de barriga pra cima no sofá, ergueu as pernas dela até os ombros e entrou de novo, fundo, o ângulo fazendo a cabeça grossa bater no ponto certo. Ela gritou, as unhas cravando nas costas dele. Ele metia sem piedade, o corpo suado colado no dela, a boca no pescoço, mordendo e chupando marcas.

Marcos subiu no sofá, ajoelhado perto da cabeça dela, se punhetando frenético. Clara virou o rosto, abriu a boca e engoliu o pau pequeno do marido enquanto levava porrada. Ela chupava desleixada, babando, gemendo em volta do pau dele a cada estocada de Rafael. O contraste era claro: o pau de Marcos cabia fácil, o de Rafael esticava tudo.

— Chupa o pau fraco do teu corno enquanto eu te arrebento — Rafael falou, dando tapas no peito dela, apertando os mamilos. — Quero ouvir ela gozar com os dois paus.

Clara gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a boceta apertando o pau grosso em espasmos violentos. Ela gritou com a boca cheia do pau de Marcos, saliva e gemidos escapando. O orgasmo dela fez a boceta esguichar um pouco, molhando a virilha de Rafael. Ele não parou, continuou metendo através do clímax dela, esticando o prazer até ela quase chorar de sensibilidade.

— Porra… caralho… não para… enche de novo… quero mais leite dentro — ela implorou, a voz rouca.

Rafael puxou o pau, virou ela de lado, encaixou uma perna dela no ombro e cravou de novo. A posição deixava tudo à mostra pra Marcos: a boceta sendo aberta, os lábios inchados agarrando o pau veia por veia, o creampie antigo sendo empurrado pra fora em bolhas brancas. Marcos se inclinou e lambeu de novo, a língua na junção onde o pau entrava e saía, saboreando a mistura.

— Que puta suja — Rafael riu, acelerando. — O corno lambendo enquanto eu fodo. Tu vai gozar outra vez só de humilhação, né, Marcos?

Marcos não respondeu com palavras. Gemeu contra a boceta, a mão no pau apertando a base pra não gozar ainda. Ele se castigava, segurando, querendo mais. Clara puxou o cabelo dele, forçando a língua mais fundo.

— Chupa meu clitóris enquanto ele me fode… ahh, isso… eu adoro. Meu marido chupando e meu macho metendo. Continua, os dois.

Rafael sentiu as bolas apertarem. Acelerou as estocadas finais, profundas, pesadas, o pau latejando dentro dela. Gozou com um grunhido alto, jatos quentes e grossos enchendo a boceta dela de novo, misturando com o que já tinha. Clara gozou junto pela segunda vez naquela rodada, o corpo em arco, gemendo o nome de Rafael alto pra o marido ouvir.

Ele ficou enterrado fundo por uns segundos, pulsando, descarregando tudo. Depois tirou devagar, o pau ainda semi-duro, e um jorro grosso de esperma escorreu imediatamente da boceta aberta de Clara, sujando o sofá. Ela ficou de pernas abertas, ofegante, a boceta latejando e pingando.

Rafael se sentou, puxou Clara pro colo de costas pra ele, as pernas dela abertas de novo na direção de Marcos. A mão dele desceu e abriu os lábios dela com os dedos, mostrando o creampie fresco escorrendo.

— Olha o estrago, corno. Tua mulher tá cheia de novo. E a noite ainda tá só no começo. Eu ainda não fodi o cuzinho dela. E tu vai assistir de perto quando eu abrir esse rabo gostoso.

Clara riu cansada e safada, rebolando no colo de Rafael, o pau dele já endurecendo de novo contra a bunda dela. Olhou pra Marcos com aquele sorriso molhado de desejo.

— Vem cá, amor. Lambe tudo de novo. Limpa bem. Porque daqui a pouco o Rafael vai meter no meu cu na tua frente… e eu quero te ver ajoelhado lambendo enquanto ele me fode o cuzinho. Tu aguenta? Ou vai gozar só de imaginar?

Marcos se aproximou de novo, a boca já aberta, a língua pronta, o pau doendo de tanto segurar. O iate balançava mais forte agora, como se o mar soubesse o que vinha. A humilhação e o tesão ainda subiam, a noite longe de acabar, o pau grosso de Rafael já batendo firme de novo na bunda dela, prometendo mais.

O iate balançava mais forte, a madeira rangendo sob o peso dos corpos. Marcos avançou de joelhos, a língua já para fora antes mesmo de chegar. O cheiro forte de porra fresca e buceta arrombada subiu direto pro nariz dele. Clara abriu as coxas ainda mais no colo de Rafael, os dedos do amigo puxando os lábios inchados pra mostrar o creampie grosso escorrendo em fios brancos. Marcos enfiou a cara ali sem hesitar, lambendo devagar no começo, depois com fome, engolindo o leite quente que saía dela. O gosto salgado-amargo explodiu na boca, misturado com o sabor dela. Ele gemeu contra a carne molhada, o pau pequeno latejando na mão, roxo e vazando.

— Isso, corno… limpa bem essa boceta fodida — Rafael falou, a voz rouca, rebolando o quadril pra esfregar o pau duro na fenda da bunda dela. — Engole tudo que eu juntei aí dentro. Tua mulher tá cheia pra caralho.

Clara puxou o cabelo de Marcos com força, empurrando o rosto dele mais fundo. Os quadris dela se moviam em círculos lentos, sujando a cara do marido de porra e gozo.

— Chupa, amor… ahh, caralho, que delícia te ver lambendo o leite do Rafael. Tá gostoso? Tá gostando de limpar a bagunça do macho?

Marcos respondeu só com a língua, entrando fundo, chupando o clitóris inchado enquanto o esperma escorria pelo queixo. A humilhação queimava gostoso no peito, o tesão sujo fazendo o pau latejar mais forte. Ele se punhetava devagar, segurando a base pra não gozar, castigando a si mesmo. Queria mais. Queria ver o cuzinho dela ser aberto.

Rafael empurrou Clara pra frente, fazendo ela ficar de quatro no sofá de novo, a bunda alta e espalmada. O vestido branco era só um trapo amassado na cintura, os seios pendendo pesados. Ele cuspiu na mão e espalhou saliva na entrada apertada do cu dela, massageando com o polegar grosso. Clara tremeu, rebolando pra trás.

— Abre esse rabo, putinha. Vou meter no teu cuzinho na frente do corno. Ele vai ver de perto cada centímetro entrando.

— Mete… porra, mete no cu — ela pediu, a voz embriagada de tesão. — Quero sentir esse pau grosso abrindo tudo. Marcos, fica bem perto. Olha. Lambe se quiser.

Marcos se posicionou do lado, o rosto a poucos centímetros. Viu o polegar de Rafael sumir no cuzinho rosado, abrindo devagar. Clara gemeu alto, a boceta ainda pingando porra na almofada. Rafael tirou o dedo, encaixou a cabeça grossa do pau — veias saltadas, brilhando de saliva e do gozo residual dela — e empurrou com força constante. A entrada resistiu no começo, depois cedeu com um barulho molhado. Clara gritou, os dedos cravando no couro.

— Ahhh, porraaaaa! Que pau grosso no cu… caralho, tá abrindo tudo!

Ele cravou fundo de uma vez, as bolas batendo na buceta molhada dela. Ficou enterrado até o fim, respirando pesado, saboreando o aperto quente. Depois puxou quase todo pra fora e meteu de novo, estocadas longas e profundas que faziam a bunda dela tremer. O cu engolia o pau veia por veia, esticando, brilhando.

Marcos não aguentou. Enfiou a língua na junção, lambendo onde o pau grosso entrava e saía, saboreando a mistura de saliva, porra antiga e o gosto do cu dela. Rafael riu baixo, aquele som dominante, e agarrou o cabelo de Marcos, forçando a cara dele mais perto.

— Isso, putinho. Lambe enquanto eu fodo o cuzinho da tua mulher. Sente o pau grande abrindo ela. Tua buceta já tá folgada, agora o cu também vai ficar.

Clara rebolava desesperada pra trás, encontrando cada estocada. Os seios balançavam, os mamilos duros. Ela olhou por cima do ombro pro marido, os olhos vidrados de prazer sujo.

— Tá vendo, Marcos? Tá vendo o pau do Rafael sumindo no meu cu? Ahh, mais fundo… ele é tão maior… me arrebenta, macho. Me usa na frente do corno.

Rafael acelerou, as estocadas secas e pesadas enchendo a cabine com o barulho obsceno de pele batendo em pele. A mão dele desceu e enfiou dois dedos na boceta creampieada dela, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Clara gritou, o corpo inteiro tremendo.

— Porra… tô gozando… caralho, gozando com o pau no cu!

O orgasmo veio violento, a boceta apertando os dedos dele em espasmos, o cu contraíndo em volta do pau grosso. Ela esguichou um pouco, molhando a mão de Rafael e o rosto de Marcos, que continuava lambendo como um cachorro faminto. A humilhação era completa: ajoelhado, língua no cu sendo fodido, pau pequeno na mão latejando sem alívio.

Rafael não parou. Continuou metendo através do clímax dela, esticando o prazer até ela quase chorar de sensibilidade. Depois tirou o pau devagar, o cu dela ficando aberto, piscando, um fio de porra antiga escorrendo pra fora. Ele empurrou Clara de barriga pra cima, ergueu as pernas dela até os ombros e enfiou de novo no cu num ângulo mais fundo. A posição deixava tudo à mostra: o pau sumindo inteiro, os lábios do cu esticados, a boceta inchada logo abaixo pingando.

— Chupa o pau do teu marido enquanto eu te fodo o cu — ele ordenou, dando um tapa forte na coxa dela. — Quero ver a putinha engasgando no pau fraco.

Clara virou a cabeça, abriu a boca e engoliu o pau de Marcos até o fundo. Ela chupava desleixada, babando, gemendo em volta dele a cada estocada profunda no cu. O contraste era cruel: o pau pequeno cabia fácil na garganta, enquanto o de Rafael arrebentava o rabo dela. Marcos gemeu alto, a mão no cabelo dela, mas sem controlar o ritmo — ela mandava.

— Olha só o corno gozando na boca da mulher enquanto o cu dela é arrombado — Rafael grunhiu, acelerando. As bolas batiam molhadas. — Fala pra ele, Clara. Fala o que tu sente.

Ela tirou a boca do pau do marido só o suficiente pra falar, a voz rouca e quebrada:

— Sinto o pau grosso abrindo meu cu… ahh, chega tão fundo… o pau do Marcos é de menino perto disso… me fode mais forte, Rafael… usa meu rabo na frente dele… eu adoro te ver assim, amor, ajoelhado, assistindo teu amigo me foder o cuzinho…

Marcos se inclinou e lambeu de novo, a língua no clitóris enquanto o pau grosso martelava o cu. O gosto, o cheiro, o barulho — tudo o empurrava pro limite. Ele se castigava, apertando a base do pau pra não gozar, querendo aguentar mais, querendo ver o final dessa rodada. A vergonha queimava gostosa, o tesão sujo subindo pela espinha como fogo.

Rafael sentiu as bolas apertarem. Mudou o ângulo, metendo mais pesado, mais fundo, o pau latejando dentro do aperto quente. Clara gozou de novo, o corpo em arco, gritando o nome do amigo alto pra o marido ouvir, a boceta esguichando contra a língua de Marcos. Rafael acompanhou segundos depois, cravando até o fundo e descarregando jatos grossos e quentes direto no cu dela. Gozou com um grunhido animal, pulsando, enchendo o rabo dela de leite fresco enquanto ela tremia embaixo dele.

Ele ficou enterrado uns segundos, saboreando. Depois tirou devagar, o pau ainda semi-duro e sujo, e um jorro grosso de esperma escorreu imediatamente do cu aberto de Clara, sujando o sofá e as coxas. Ela ficou de pernas abertas, ofegante, os dois buracos latejando e pingando.

Rafael se sentou de novo, puxou ela pro colo de costas, as pernas abertas na direção de Marcos. Os dedos dele abriram o cu dela, mostrando o creampie fresco escorrendo em fios brancos espessos.

— Olha o estrago, corno. O cuzinho da tua mulher tá cheio do meu leite. E eu ainda não acabei. A noite é longa. Vou meter de novo na boceta, no cu, na boca… e tu vai limpar tudo de joelho. Quer provar agora?

Clara riu cansada e safada, rebolando no pau que já endurecia de novo contra a bunda dela. Olhou pra Marcos com aquele sorriso molhado, os olhos brilhando de desejo puro.

— Vem, amor. Lambe o cu e a boceta. Limpa bem o leite do macho. Porque daqui a pouco ele vai me foder de novo… e dessa vez eu quero te ver chupando as bolas dele enquanto ele mete fundo. Tu aguenta mais? Ou vai gozar só de ver teu amigo me usando até eu não aguentar mais?

Marcos se aproximou de boca aberta, a língua pronta, o pau doendo de tanto segurar o gozo. O iate balançava forte, a água batendo no casco como se o mar quisesse entrar na cabine. A humilhação e o tesão ainda subiam, o pau grosso de Rafael já batendo firme de novo entre as nádegas dela, pronto pra mais. A noite mal tinha começado de verdade.

O iate balançava forte, a madeira rangendo, e Marcos enfiou a língua direto no cuzinho aberto de Clara sem hesitar. O esperma grosso de Rafael escorria quente, salgado, misturado com o gosto dela, e ele engoliu tudo como um cão faminto, a cara enterrada entre as nádegas moles. Clara rebolou no colo de Rafael, empurrando o rabo contra a boca do marido, gemendo baixo enquanto os dedos do amigo abriam ainda mais o buraco folgado.

— Isso, corno… limpa fundo. Engole o leite que eu juntei no cu da tua mulher — Rafael mandou, a voz rouca, o pau já duro de novo esfregando na boceta inchada dela. — Tá gostoso? Tá sentindo o gosto do macho?

Marcos gemeu contra a carne, a língua entrando e saindo, chupando os fios brancos que pingavam. O pau pequeno latejava na mão dele, roxo, vazando pré-gozo sem parar. A humilhação queimava no peito igual fogo bom: ajoelhado, limpando o rabo arrombado da esposa enquanto o amigo se preparava pra meter de novo. Ele se punhetava devagar, apertando a base pra não gozar, castigando o próprio tesão sujo.

Rafael empurrou Clara pra frente de novo, de quatro no sofá largo. O vestido branco já não cobria nada, só um trapo na cintura. Ele cuspiu no cu dela, espalhou com a cabeça grossa do pau e cravou de uma vez só. Clara gritou, alto, a voz ecoando na cabine fechada.

— Ahhh, porraaaaa! Que pau grosso no cu de novo… caralho, tá abrindo tudo outra vez!

Ele meteu fundo, as bolas batendo molhadas na boceta escorrendo. Estocadas longas e pesadas, o pau sumindo inteiro até as bolas, puxando quase pra fora e enfiando com força. A bunda dela tremia a cada investida. Marcos ficou colado, a língua lambendo a junção onde o pau grosso entrava e saía, saboreando a saliva, a porra antiga e o gosto do cu esticado. Rafael agarrou o cabelo dele e puxou a cara mais perto.

— Lambe, putinho. Sente o pau grande fodendo o rabo da tua esposa. Tua mulher tá virando uma puta completa na minha frente.

Clara olhou por cima do ombro, os olhos vidrados, suando, os seios balançando pesados.

— Tá vendo, Marcos? Tá vendo esse pau sumindo no meu cu? Ahh, mais forte, Rafael… ele chega tão fundo… o pau do meu marido é de menino perto disso. Continua me arrebentando na frente do corno.

Rafael acelerou, a mão descendo pra enfiar três dedos na boceta creampieada dela, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Clara gritou e gozou violenta, o corpo inteiro tremendo, a boceta esguichando na mão dele e no rosto de Marcos. O cu apertou o pau grosso em espasmos e ela quase caiu, mas Rafael segurou a cintura e continuou metendo através do orgasmo, esticando até ela chorar de prazer.

— Não para… porra, não para… enche meu cu de novo — ela implorou, a voz rouca, rebolando pra trás desesperada.

Ele tirou o pau de repente, o cu dela ficando aberto e piscando, um fio grosso escorrendo. Virou Clara de barriga pra cima, ergueu as pernas até os ombros e enfiou de novo no cu num ângulo que fazia a cabeça bater fundo. A posição deixava tudo à mostra pra Marcos: o pau veia por veia sumindo, os lábios do cu esticados brancos de porra, a boceta logo abaixo latejando e pingando.

— Chupa o pau fraco do corno — Rafael ordenou, dando tapa forte na coxa dela. — Quero ver a putinha engasgando nele enquanto eu fodo o rabo.

Clara virou a cabeça, abriu a boca e engoliu o pau de Marcos até o fundo. Babava, gemia em volta dele a cada estocada profunda no cu. O contraste era cruel e delicioso: o pau pequeno cabia fácil na garganta, enquanto o de Rafael arrebentava o cuzinho. Marcos gemeu alto, a mão no cabelo dela, mas sem controlar nada — ela mandava no ritmo, chupando desleixada, os olhos no marido com tesão sujo.

Rafael metia pesado, as bolas batendo, o suor escorrendo pelo peito marcado. Marcos se inclinou e lambeu o clitóris dela ao mesmo tempo, a língua rápida enquanto o pau grosso martelava o cu. O gosto, o cheiro forte de sexo, o barulho molhado de pele — tudo empurrava ele pro limite. Ele se castigava, apertando a base do pau, querendo aguentar, querendo ver o final.

— Fala pra ele o que tu sente — Rafael grunhiu, acelerando.

Clara tirou a boca do pau do marido só o bastante pra falar, a voz quebrada de prazer:

— Sinto o pau grosso abrindo meu cu até o fundo… ahh, caralho… o do Marcos é pequenininho… me usa, macho, me fode o rabo na frente dele até eu não aguentar mais… eu adoro te ver assim, amor, ajoelhado lambendo enquanto meu amante me arrebenta…

Ela gozou de novo, o corpo em arco, gritando o nome de Rafael alto pra o marido ouvir, a boceta esguichando contra a língua de Marcos. Rafael acompanhou segundos depois, cravando até as bolas e descarregando jatos quentes e grossos direto no cu dela. Gozou com um grunhido animal, pulsando, enchendo o rabo de leite fresco enquanto ela tremia embaixo.

Ele ficou enterrado uns segundos, saboreando o aperto. Depois tirou devagar e um jorro branco escorreu imediatamente do cu aberto, sujando o sofá e as coxas de Clara. Ela ficou de pernas abertas, ofegante, os dois buracos latejando e pingando porra.

Rafael puxou ela pro colo de costas de novo, as pernas bem abertas na direção de Marcos. Os dedos dele abriram o cu e a boceta, mostrando o creampie duplo escorrendo em fios espessos.

— Limpa tudo de novo, corno. Engole. Porque agora eu vou meter na boceta e no cu ao mesmo tempo com a mão enquanto tu chupa minhas bolas. E depois eu quero gozar na tua cara.

Marcos avançou de boca aberta, a língua pronta. Lambia o cu e a boceta juntos, engolindo a mistura quente, o pau doendo de tanto segurar. Rafael já estava duro outra vez. Enfiou o pau na boceta dela de uma vez e meteu com força, enquanto dois dedos abriam o cu. Clara gemia sem parar, rebolando, os seios balançando.

— Chupa as bolas dele, Marcos… ahh, isso… chupa enquanto ele me fode… que delícia te ver assim, meu marido putinha limpa-porra.

Marcos obedeceu, a boca nas bolas pesadas de Rafael, lambendo e chupando enquanto o pau grosso entrava e saía da boceta da esposa. A humilhação era total, o tesão sujo subindo pela espinha igual faca. Rafael fodeu até gozar de novo, enchendo a boceta com mais jatos grossos, depois tirou e esfregou o pau sujo na cara de Marcos, descarregando o resto na boca e no queixo dele.

Clara desceu do colo, ajoelhou ao lado do marido e lambeu a porra da cara dele, beijando a boca suja, misturando tudo. Depois olhou pra Rafael, que já acendia um cigarro no sofá, o pau ainda semi-duro e brilhando.

Rafael riu baixo, o olhar dominante fixo nos dois.

— A noite acabou? Porra nenhuma. Amanhã cedo eu volto pra meter de novo. Mas agora, corno… tu vai dormir com a boca cheia do meu gosto. E tu, Clara… vai contar pra ele toda noite o quanto meu pau é maior?

Clara sorriu cansada e safada, a mão no pau pequeno e ainda duro do marido, apertando devagar. Olhou nos olhos de Marcos, a voz rouca de tanto gritar, e falou baixo, clara, o último fio de tesão ainda pingando entre as pernas:

— Tu aguenta ver ele me foder de novo amanhã de manhã no convés, na frente de todo mundo, ou vai gozar só de imaginar o pau grosso do Rafael abrindo meu cu outra vez enquanto tu limpa ajoelhado?

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