A Tease que Ela me Deu no Karaokê
No karaokê, a MILF Kiara provoca o jovem Theo com rebolado safado, leva ele pro fundo e fode gostoso até gozar dentro.
O karaokê tava lotado pra caralho naquela sexta, cheiro de cerveja barata, perfume forte e aquele bafafá gostoso de gente decidida a fazer merda. Theo, vinte e dois anos, engoliu o gole de chopp e quase engasgou quando viu ela. Kiara. Quarenta e cinco, viúva, mãe do Nikolai, o melhor amigo dele desde a adolescência. Corpo de escultura safada: peitos grandes apertados num top preto que quase pedia socorro, cintura fina e aquela bunda empinada, redonda, que fazia até o barman se atrapalhar no troco. Todo mundo babava. Theo inclusive, e ele odiava admitir o quanto.
Ela avistou o garoto no meio da confusão, sorriu de canto e foi direto pro microfone. Escolheu uma música bem puta, daquelas de rebolado e letra suja. A batida bateu e Kiara rebolou. Devagar no começo, quadris largos desenhando círculos no ar, saia curta subindo perigosamente. Olhou direto pra Theo. Lambeu os lábios. Mandou um beijinho. Outro. Rebolou mais forte, as tetas balançando, a bunda batendo no ritmo como se estivesse fodendo o ar bem na cara dele.
Theo ficou de pau duro numa velocidade constrangedora. Tentou disfarçar com a jaqueta no colo, rindo sozinho da própria miséria. “Porra, é a mãe do Nikolai. Eu não posso ficar assim. Eu NÃO posso.” Mas o pau latejava contra a calça jeans e a mente dele já estava lá embaixo daquela saia. Kiara cantava olhando pra ele o tempo todo, provocando, girando o quadril com uma malícia absurda. Cada rebolado era um “vem me comer, garotão” sem palavras. A tensão sexual ficou insuportável; ele suava, ria nervoso, e torcia pra ninguém notar a tenda que estava armando.
Mal a música acabou, Kiara largou o microfone, atravessou a pista e puxou Theo pelo braço pro corredor escuro dos fundos. Ele quase tropeçou, rindo de nervoso.
— Kiara, que porra—
— Cala a boca e vem — ela riu safada, voz rouca, puxando ele pra salinha velha onde guardavam caixas de bebida e um sofá surrado. A porta bateu. Só eles, a penumbra e o cheiro de mofo misturado com o perfume dela. — Sempre quis dar pra você, sabia? Desde que você começou a frequentar a casa. Adoro provocar garotão. Fico molhada só de imaginar esse pau novinho rachando minha buceta.
Theo engasgou na risada, mas as mãos já estavam na cintura larga dela, puxando com fome. Os dois se beijaram igual gente faminta. Língua, dente, gemido abafado. Kiara esfregou a buceta molhada por cima da calça dele, o tecido da calcinha fina já encharcado, rebolando devagar pra sentir o volume duro. Ela sussurrou colada na boca dele:
— Come eu aqui mesmo, Theo. Agora. Tô pingando de tesão, porra. Mete esse pau grosso na minha buceta antes que eu grite no meio do karaokê.
Ele riu contra a boca dela, ainda sem acreditar.
— Você é louca. Louca e gostosa pra caralho.
Kiara virou de quatro no sofá velho, saia erguida até a cintura, calcinha puxada pro lado. A bunda empinada, redonda, brilhando de suor, a buceta rosada e inchada piscando pra ele. Theo abriu a calça num movimento desesperado, o pau saltando grosso e latejando. Segurou aqueles quadris largos com as duas mãos e meteu de uma vez, fundo, até o saco bater. Kiara gemeu alto, rindo no meio do gemido.
— Isso, garotão… aí, caralho, que pau gostoso. Mete forte. Usa essa mãe de amigo que nem uma putinha.
Ele fodeu gostoso por trás, panzadas úmidas ecoando na salinha, mãos cravadas na carne macia da bunda dela, abrindo, apertando, vendo o pau sumir e aparecer brilhando de porra dela. Kiara rebolava pra trás encontrando cada estocada, peitos grandes balançando pra fora do top. Depois ela empurrou ele pra sentar no sofá, subiu em cima num cavalgada feroz. Sentou até o fundo, gemendo, as tetas balançando na cara dele.
— Chupa esses mamilos, porra. Chupa forte enquanto eu gozo no seu pau.
Theo obedeceu, boquinha faminta nos bicos duros, chupando, mordiscando de leve, enquanto ela quicava forte, buceta apertando, molhando as bolas dele. O sofá rangia. Os dois riam entre os gemidos, da situação absurda, do risco de alguém abrir a porta, do fato de ser a mãe do melhor amigo gemendo “mais fundo, filho da puta” como se tivesse ensaiado.
No final ela deitou de pernas bem abertas, puxando ele pro missionário. Theo meteu fundo, fundo pra caralho, olhando o rosto dela contorcido de prazer. Kiara gozou primeiro, gemendo alto, pernas tremendo, unhas cravadas na bunda dele, apertando com força.
— Goza dentro, Theo. Enche essa buceta. Quero sentir escorrendo depois.
Ele gozou com um gemido abafado, jorrando quente lá no fundo, pulsando enquanto ela ainda se contraía em volta do pau, milhando tudo. Os dois ficaram ofegantes, rindo baixinho, suados, cheirando a sexo barato e proibido.
Kiara se ergueu devagar, deu um beijo molhado e demorado nele, lambendo o próprio gosto da boca. Ajustou a saia com um sorriso safado, calcinha ainda molhada escondida como se nada tivesse acontecido. Passou o dedo no canto da boca dele.
— Isso foi só o começo da noite, garotão… amanhã tem mais no meu apartamento. E se o Nikolai ligar, você inventa qualquer merda. Eu quero você de novo. Quero esse pau até eu não aguentar mais andar direito.
Theo riu, ainda de pau semi-duro balançando, cabelo bagunçado, cara de quem tinha acabado de ganhar na loteria e não sabia se era real.
— Você é doida, Kiara. Eu… porra. Tá, amanhã. Mas se eu morrer de tesão até lá, a culpa é sua.
Eles voltaram pro salão principal como se nada tivesse acontecido — ela dançando de novo, ele com um sorrisinho idiota e a calça ainda úmida por dentro. No meio da multidão ela piscou pra ele por cima do ombro, rebolando de leve só pra lembrar. Theo pediu outro chopp com a mão trêmula, já imaginando o apartamento dela, a cama, quantas vezes ela ia cavalgar de novo, e como diabos ele ia encarar o Nikolai no dia seguinte sem estourar de risada ou de tesão. A noite ainda estava só começando, e a promessa dela ecoava quente na cabeça dele como o próximo round de uma brincadeira bem mais suja.
Theo ainda estava mastigando o último gole de chopp quando Kiara reapareceu do lado dele no balcão, como se o cheiro de sexo barato e mofo não tivesse grudado na pele dela. O sorrisinho safado dela era uma provocação aberta. Ela se encostou devagar, a coxa quente roçando a dele por cima da calça ainda úmida por dentro, e falou baixinho, só pra ele ouvir no meio do barulho:
— Ainda tá pingando, sabia? Toda vez que eu mexo a perna sinto sua porra escorrendo pela minha coxa. Tá me deixando mais puta ainda.
Theo quase cuspiu o chopp. Riu nervoso, olhando pra esquerda e pra direita, o pau já começando a reagir de novo como um cachorro treinado.
— Porra, Kiara, para… o Nikolai pode aparecer a qualquer hora.
— Deixa ele. Tô cagando. Quero ver se você aguenta mais uma rodada antes da gente ir embora. Vem.
Ela puxou o braço dele de novo, mas dessa vez não foi pro corredor dos fundos. Foi pro banheiro dos fundos, aquele cubículo sujo com espelho rachado e cheiro de desinfetante barato. Trancou a porta com a tranca frouxa, riu baixinho e já estava de joelhos antes dele processar. Abriu o zíper dele com os dentes, puxou o pau ainda meio mole e sujo da gozada anterior e engoliu até o fundo num movimento só. Theo bateu a cabeça na parede, rindo e gemendo ao mesmo tempo.
— Caralho, mulher… você é doente.
Kiara tirou a boca só o suficiente pra falar, a língua passando devagar na glande:
— Doente de tesão nesse pau novinho. Quero sentir o gosto da gente misturado. E você vai me foder de novo aqui em pé porque eu mando.
Ela chupou com vontade, molhada, barulhenta, uma mão massageando as bolas enquanto a outra descia entre as próprias pernas pra se dedar por cima da calcinha encharcada. Theo segurou o cabelo dela, empurrando devagar, sentindo a garganta apertar. O humor absurdo da situação batia nele junto com o tesão: banheiro de karaokê, mãe do melhor amigo ajoelhada, ele com a calça no meio das coxas e o coração batendo como se fosse roubar um banco.
Quando ela se levantou, puxou a saia pra cima, encostou as mãos na pia e empinou aquela bunda redonda de novo. Theo meteu de uma vez, o pau deslizando fácil na porra que ainda escorria dela. O barulho molhado encheu o banheiro. Kiara olhava no espelho rachado, mordendo o lábio, peitos balançando pra fora do top.
— Isso… mete fundo. Olha pra mim enquanto fode a mãe do seu amigo. Sente como eu aperto.
Ele riu contra a nuca dela, estocando forte, uma mão apertando a carne macia da bunda, a outra enrolada no cabelo dela pra puxar a cabeça pra trás.
— Você fala umas merdas… eu vou gozar de novo rapidinho se continuar assim.
— Então goza. Quero mais. Enche de novo. Depois a gente limpa com a língua um do outro.
Theo segurou o máximo que pôde, mas quando ela começou a rebolar pra trás encontrando cada porrada, apertando a buceta em volta dele como se quisesse sugar a alma, ele gozou jorrando quente lá dentro outra vez, gemendo abafado no ombro dela. Kiara gozou logo depois, tremendo, rindo alto demais pro banheiro de karaokê, as pernas fraquejando.
Eles se ajeitaram rindo como dois adolescentes, ele limpando a porra que escorria pela coxa dela com o polegar e depois chupando o dedo só pra ver a cara dela. Ela lambeu o canto da boca dele de novo.
— Apartamento. Agora. Não aguento esperar até amanhã. O Nikolai tá bebendo com os moleque no outro bar. A gente tem a noite inteira.
No caminho de táxi ela já estava com a mão dentro da calça dele de novo, masturbando devagar, sussurrando putarias no ouvido enquanto o motorista fingia não ouvir o gemido abafado do Theo. Chegaram no apartamento dela — aquele mesmo que ele conhecia de festas de aniversário do Nikolai, sofá de couro, cheiro de café e perfume caro. A porta mal fechou e Kiara já estava arrancando a roupa dele no corredor.
— Sofá. Quero cavalgar até não aguentar mais. E depois você me fode contra a parede da cozinha porque eu mereço.
Theo riu, puxando o top dela pra cima, engolindo um peito grande na boca enquanto ela o empurrava pra sentar. A buceta dela desceu molhada e quente no pau duro de novo, engolindo tudo de uma vez. Ela quicava pesado, as tetas batendo na cara dele, gemendo alto sem se preocupar com vizinhos.
— Chupa… chupa forte esses peitos enquanto eu uso esse pau. Porra, Theo, você fode melhor que homem da minha idade. Mais fundo… assim.
Ele segurou os quadris largos dela, empurrando pra cima, sentindo a buceta molhar as bolas de novo, o barulho molhado misturado com as risadas dela cada vez que o sofá rangia alto demais. Kiara gozou cavalgando, jogando a cabeça pra trás, unhas cravadas no peito dele, e ele segurou pra não gozar junto, querendo prolongar.
Quando ela desceu, ofegante, ele virou ela de quatro no chão do corredor mesmo, meteu de novo e fodeu com vontade, ouvindo ela pedir mais, mais fundo, chama de puta, de mãe safada, de qualquer merda suja que viesse na cabeça. O humor continuava: ele rindo entre as estocadas porque imaginava o Nikolai mandando mensagem “cadê vc, porra” enquanto a mãe do cara gemia “mete nessa buceta de viúva carente”.
Depois foi a cozinha. Kiara sentou na bancada, pernas abertas, puxando ele pra entre elas. Theo lambeu a buceta primeiro, chupando a porra misturada com o gosto dela, a língua entrando fundo enquanto ela puxava o cabelo dele e ria.
— Que língua safada… agora mete. Quero gozar de novo olhando sua cara de quem não acredita que tá comendo a Kiara.
Ele meteu em pé, a bancada batendo na parede, peitos dela balançando na cara dele. Beijos molhados, mordidas no pescoço, ela gemendo “goza dentro de novo, enche essa puta”. Theo gozou fundo outra vez, pulsando, o corpo inteiro tremendo, e ficou ali dentro enquanto ela se contraía em volta, rindo baixinho no ouvido dele.
— Ainda não acabou, garotão. Tem o chuveiro. E a cama. E eu quero você me comendo de ladinho depois, bem devagar, pra sentir cada centímetro. E se o Nikolai mandar mensagem, a gente ignora. Ou inventa que você tá mal e dormindo aqui. Mentira gostosa.
Theo riu, ainda ofegante, o pau saindo devagar dela, a porra escorrendo pela bancada da cozinha que ele já tinha usado mil vezes pra beber refrigerante em festa de aniversário.
— Você vai me matar de tesão, Kiara. E eu vou morrer feliz. Mas amanhã de manhã… como eu olho na cara dele?
Ela lambeu o lábio, puxando ele pelo pau semi-duro em direção ao banheiro.
— Olha normal. E pensa em como eu vou te chupar debaixo da mesa se ele passar aqui de tarde. Agora vem. Quero água quente nas costas enquanto você me fode de novo contra o azulejo. E fala putaria. Eu adoro quando você ri e mete ao mesmo tempo.
No chuveiro a água escorria pelos corpos suados. Kiara de costas pra ele, mãos na parede, bunda empinada, Theo entrando devagar dessa vez, estocadas longas e profundas, uma mão na cintura fina, a outra apertando o peito dela por baixo. Ela gemia baixo, rebolando, pedindo mais, rindo quando ele escorregava e quase caía de tanto tesão e água.
— Isso… bem assim. Sente como eu ainda aperto. Quero mais uma gozada. E depois a gente vai pra cama e eu monto de novo até você implorar pra parar.
Theo metia gostoso, o som da água misturado com o barulho molhado da buceta dela engolindo o pau. A tensão não baixava; cada gemido dela era uma promessa de que a noite ia longe, que amanhã cedo ainda teria mais, que o risco do Nikolai descobrir só deixava tudo mais quente e hilário. Ele já estava duro de novo só de imaginar a cama, o cheiro dela no travesseiro, quantas vezes ainda ia gozar dentro antes do sol nascer.
Kiara virou de frente, saltou pra ele carregar, pernas em volta da cintura, e ele a prendeu contra o azulejo, metendo fundo enquanto ela beijava a boca dele com fome. Os dois riam entre os gemidos, ofegantes, sujos de sexo e água, a promessa de ainda mais rodadas pairando quente entre eles como o próximo round que nenhum dos dois queria que acabasse tão cedo.
No chuveiro a água ainda escorria quente pelas costas dela quando Theo sentiu o corpo de Kiara tremer de novo contra o azulejo. Ele meteu fundo, devagar dessa vez, sentindo cada centímetro da buceta molhada engolindo o pau ainda duro. Ela riu baixinho, a voz rouca cortada pelo vapor.
— Porra, garotão… você não cansa? Meu deus, esse pau novinho é viciante.
Ele mordeu o ombro dela de leve, rindo contra a pele molhada.
— Cansa porra nenhuma. Você pediu até eu não aguentar mais andar. Tô só cumprindo ordem.
Kiara virou o rosto e beijou ele de língua, molhado, sujo de água e saliva. As pernas dela tremeram quando ele acelerou um pouco, a mão livre apertando o peito grande, dedo no mamilo duro. O barulho da buceta engolindo o pau misturado com o chuveiro era obsceno e hilário ao mesmo tempo. Theo quase escorregou de novo e os dois caíram na risada, ele ainda enterrado nela.
— Caralho, Kiara, a gente vai morrer de rir e de tesão juntos.
— Melhor forma de morrer — ela gemeu, rebolando pra trás. — Agora me leva pra cama. Quero te montar até o colchão pedir socorro.
Ele saiu dela devagar, a porra antiga e a água escorrendo juntas pela coxa dela. Enxugaram por cima só, mal, e atravessaram o corredor pingando. O quarto do Nikolai ficava do outro lado; Theo evitou olhar a porta fechada e riu sozinho da própria miséria mental. Kiara puxou ele pela mão, empurrou pra cama de casal enorme e subiu em cima de quatro, a bunda empinada, a buceta vermelha e brilhando.
— Mete de novo. Quero sentir você rachando essa viúva carente.
Theo segurou os quadris largos, meteu de uma vez até o saco bater e começou a foder com vontade. As panzadas úmidas ecoavam no quarto, a cama rangia. Kiara olhava por cima do ombro, cabelo molhado grudado no rosto, peitos balançando pesados.
— Isso… mais forte. Usa a mãe do seu amigo que nem puta barata. Fala merda pra mim.
— Você é uma puta gostosa pra caralho — ele riu entre as estocadas, a mão estalando na bunda macia. — Toda molhada de porra minha e ainda pedindo mais. Olha essa buceta chupando meu pau.
Ela gozou rindo alto, apertando em volta dele, as unhas cravadas no lençol. Theo segurou, saiu, deitou de costas e puxou ela pra cima. Kiara sentou de frente, encaixou o pau e desceu até o fundo num gemido longo. Começou a quicar pesado, as tetas batendo na cara dele. Ele chupou os mamilos com fome, mordiscando, enquanto ela rebolava em círculos safados.
— Chupa… chupa esses peitos enquanto eu gozo no seu pau de novo. Porra, Theo, você fode melhor que qualquer marmanjo da minha idade. Mais fundo… assim, garotão.
O sofá do karaokê, o banheiro sujo, a bancada da cozinha, o chuveiro — tudo tinha sido só aquecimento. Agora na cama ela cavalgava como se quisesse extrair a alma dele pelo pau. Theo empurrava pra cima, segurando a cintura fina, vendo o pau sumir e aparecer brilhando de porra e lubrificação. Os dois riam entre os gemidos cada vez que a cama batia na parede alto demais.
— Se o vizinho ouvir, inventa que é filme — ela ofegou, acelerando. — Ou que eu tô sozinha me dedando pensando em pau novinho.
Ele riu contra o peito dela, a risada virando gemido quando ela apertou a buceta forte.
— Você é doente. E eu tô viciado nisso.
Kiara gozou cavalgando, jogando a cabeça pra trás, o corpo inteiro tremendo, um fio de baba escorrendo do canto da boca. Ele virou ela de ladinho, ergueu uma perna dela e meteu por trás, bem fundo, bem devagar como ela tinha pedido antes. Estocadas longas, sentindo cada centímetro. A mão dele desceu e esfregou o clitóris inchado enquanto fodía. Ela gemia baixo, rebolando de encontro, a voz rouca:
— Assim… bem assim. Sente como eu ainda aperto. Quero mais uma gozada sua. Enche essa buceta de novo. Quero acordar escorrendo.
Theo meteu mais forte, o humor absurdo batendo junto com o tesão: ele imaginando o Nikolai mandando “cadê vc porra” enquanto a mãe do cara gemia “mete nessa putinha de viúva”. A imagem era tão ridícula que ele riu no pescoço dela e quase gozou na hora.
— Porra, Kiara… se ele descobrir…
— Então não descobre. Agora goza. Goza fundo. Quero sentir pulsando.
Ele não aguentou. Jorrou quente lá dentro pela terceira ou quarta vez da noite — perdeu a conta —, o corpo travando, gemendo abafado no ombro dela enquanto a buceta dela se contraía sugando cada gota. Kiara gozou logo depois, tremendo, rindo baixinho, as unhas cravadas no braço dele.
Ficaram ali ofegantes, suados, o pau dele ainda dentro, a porra começando a vazar devagar pela coxa dela. A água do chuveiro já tinha secado, o cheiro de sexo barato e perfume caro preenchia o quarto. Kiara se virou devagar, beijou a boca dele molhada e demorada, lambendo o próprio gosto.
— Ainda não acabou de verdade… mas eu preciso de cinco minutos. Depois você me come de novo contra a porta do quarto do Nikolai só de safadeza.
Theo riu, o peito ainda subindo e descendo rápido. Tirou o pau devagar, viu o creme branco escorrendo da buceta inchada dela e sentiu um calor estranho no estômago. Não era só tesão. Ele se sentou na beira da cama, cabelo bagunçado, olhando o quarto que ele conhecia de tantas noites de videogame e pizza com o amigo. A foto na parede: Nikolai e ele no aniversário dos dezoito, sorrindo iguais dois idiotas. Do lado, outra foto antiga de Kiara mais nova, ainda casada, com o menino no colo.
O silêncio ficou pesado de repente. Kiara esticou o braço, passou a mão nas costas dele.
— Ei… tá tudo bem? Quer mais? Eu ainda tô molhada pra caralho.
Theo engoliu seco. O pau ainda semi-duro latejava, o corpo inteiro cheirava a ela, a porra ainda escorria na cama. Mas a imagem do amigo na foto não saía. Ele riu baixo, sem graça, a mesma risada nervosa do começo da noite no karaokê.
— Tá… porra, Kiara. Foi incrível. Você é… caralho, você é foda. Mas… amanhã de manhã. Como eu olho na cara dele? Tipo, de verdade. Sem estourar de risada ou de culpa.
Ela se ergueu, sentou ao lado, a coxa quente roçando a dele. O sorriso safado ainda estava lá, mas agora tinha um fio de dúvida também.
— A gente inventa. Você dormiu no sofá porque bebeu demais. Ele nunca vai saber. E se souber… a gente lida. Eu quero mais disso. Quero você aqui de novo.
Theo olhou pra ela, peitos nus, cabelo molhado, a buceta ainda aberta e escorrendo a gozada dele. O tesão ainda latejava. Mas alguma coisa tinha virado. A brincadeira suja de repente pesava. Ele passou a mão no rosto.
— Eu também quero. Porra, eu quero pra caralho. Mas… sei lá. Sinto que acabei de foder com a única amizade de verdade que eu tenho. E ainda tô duro pensando nisso. Que merda, hein?
Kiara ficou quieta um segundo. Depois riu baixinho, sem a malícia de antes, só cansaço e um resto de tesão.
— Então a gente fode de novo agora e deixa o amanhã pro amanhã. Ou… para aqui. Decide.
Ele olhou de novo a foto na parede. Nikolai sorrindo. A porra dele escorrendo na cama da mãe do cara. O coração batia forte, misturado de tesão residual e um arrependimento quente que subia pela garganta. Theo puxou o lençol, cobriu o colo, e pela primeira vez na noite a risada não veio fácil.
— Acho que… a gente já foi longe demais pra essa sexta. E eu não sei se consigo rir disso amanhã.
Kiara passou o dedo no canto da boca dele, o mesmo gesto safado de antes, mas o olhar dela agora carregava a mesma dúvida. Os dois ficaram sentados na cama bagunçada, cheirando a sexo proibido, a promessa de “ainda tem mais” pairando no ar como algo que de repente não parecia mais só engraçado. Lá fora a cidade amanhecia devagar, e Theo já sentia o peso do dia seguinte grudado na pele junto com o cheiro dela.
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